A dor menstrual intensa, quando naturalizada ou pouco investigada, pode atrasar diagnósticos e prolongar o sofrimento de muitas mulheres. Foi a partir dessa reflexão que a Liga Acadêmica de Saúde da Mulher e da Criança, do curso de Enfermagem do UniFOA promoveu uma palestra sobre endometriose, com a participação da palestrante Stefani Furtado. 

Durante o encontro, os estudantes discutiram os impactos da doença na vida das mulheres, as dificuldades no diagnóstico, o avanço dos sintomas e os desafios ainda presentes no acesso a exames, acompanhamento e tratamento adequado. A atividade também abriu espaço para reflexões sobre a importância de uma escuta mais atenta por parte dos profissionais de saúde. 

Uma das participantes relatou ter se identificado com diversos pontos abordados na palestra, especialmente em relação à demora para chegar ao diagnóstico. Segundo ela, foram necessários atendimentos com diferentes médicos até que a endometriose fosse identificada, após exames mais específicos. A estudante também relatou dores incapacitantes, cansaço excessivo e impactos na rotina acadêmica e pessoal. 

O relato aproximou o tema da realidade vivida por muitas mulheres e reforçou uma das mensagens centrais da palestra: a dor precisa ser acolhida, investigada e levada a sério. Além dos aspectos clínicos, o encontro também abordou a necessidade de uma anamnese mais completa, maior preparo profissional para identificação precoce e ampliação do debate sobre os caminhos de cuidado. 

Para Rafaela Vidal Lacerda, estudante do 3º período, a forma como o tema foi conduzido contribuiu para a formação humana dos futuros profissionais. 

“Trazer a delicadeza que a palestrante trouxe, com um olhar sutil e humano, mostra a sensibilidade que vamos precisar na nossa carreira futura. Foi muito interessante saber que, quanto mais cedo vêm o diagnóstico e o tratamento, maiores são as possibilidades de a pessoa ter uma vida plena”, afirmou. 

A estudante Milena Amante Silva, também do 3º período, destacou que a palestra ampliou sua compreensão sobre a gravidade da endometriose. 

“Trabalho em hospital e não sabia que era tão sério, nem que poderia atingir outros órgãos. Gostei muito porque agregou conhecimento e achei o assunto muito importante e necessário”, contou. 

Professora orientadora da Liga Acadêmica, Márcia Bastos avaliou que atividades como essa são fundamentais para aproximar os estudantes de temas que exigem conhecimento científico, escuta e empatia. 

“Momentos como este são fundamentais para a formação dos nossos estudantes. Além de proporcionar conhecimento científico, estimulam a escuta, a empatia e a capacidade de enxergar o paciente para além da doença”, afirmou. 

Segundo Márcia, a Enfermagem tem papel importante no acolhimento das queixas e na identificação de sinais que precisam ser investigados. 

“Na Enfermagem, precisamos compreender que a dor relatada por uma paciente deve ser acolhida e investigada, e que uma assistência qualificada começa muitas vezes com uma anamnese cuidadosa e um olhar atento”, destacou. 

A professora também agradeceu à palestrante pela condução da atividade e aos estudantes pela participação. 

“Agradeço à Stefani Furtado pela disponibilidade, pela sensibilidade e pela riqueza das informações compartilhadas, e aos nossos estudantes pela participação e pela abertura para aprender e refletir”, completou. 

Discutir a endometriose a partir de informação, experiência e sensibilidade, a palestra reforçou a importância de formar profissionais preparados para reconhecer sintomas, ouvir as pacientes e contribuir para um cuidado mais humano. Mais do que falar sobre uma doença, o encontro lembrou que a qualidade da assistência começa quando a dor de uma mulher deixa de ser minimizada. 

A corrida de rua movimentou Volta Redonda neste mês de agosto, e a experiência do público que participou do OCorreVR e da Corrida Comercial também contou com orientação, cuidado e promoção da saúde. O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) esteve presente nos eventos com estudantes e professores dos cursos de Nutrição, Enfermagem e Educação Física, aproximando formação acadêmica, prática profissional e ações voltadas à comunidade. 

Durante as programações, o curso de Nutrição realizou atendimento ao público, distribuição de materiais informativos e orientações relacionadas à alimentação, hábitos saudáveis e cuidados que podem contribuir para o bem-estar e o desempenho antes, durante e depois da prática esportiva. 

A Enfermagem atuou no suporte ambulatorial, contribuindo para a segurança dos participantes e oferecendo apoio em situações que exigiram atenção e cuidado durante a realização das corridas. 

Já o curso de Educação Física participou em pontos estratégicos dos eventos, acompanhando a movimentação dos participantes e integrando ações de incentivo ao exercício físico, incluindo atividades com música e dança. 

A presença dos cursos em eventos esportivos amplia a relação do UniFOA com iniciativas que estimulam qualidade de vida, prevenção em saúde e participação comunitária. Ao mesmo tempo, permite que os estudantes vivenciem experiências práticas em um ambiente real, com contato direto com o público e com demandas ligadas às suas futuras áreas de atuação. 

Mais do que apoiar eventos de corrida, a participação do UniFOA mostra como educação, saúde e atividade física podem caminhar juntas em ações próximas da população. Em cada percurso, o cuidado também esteve presente: na orientação, no suporte, na prevenção e no incentivo para que mais pessoas adotem uma rotina ativa e saudável. 

Mudanças no clima, problemas ambientais e seus efeitos sobre a saúde da população deixaram de ser temas distantes da prática profissional. Eles já atravessam o atendimento, a prevenção de doenças e a organização dos serviços públicos de saúde. É nesse cenário que o Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) foi aprovado para mais um ciclo do Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde (PET-Saúde), agora na edição 2026/2028. 

A nova aprovação mantém uma trajetória iniciada em 2015, com participação consecutiva do UniFOA no programa do Ministério da Saúde. Ao longo dos anos, a instituição desenvolveu projetos voltados à integração entre ensino, serviço e comunidade, aproximando estudantes da realidade do Sistema Único de Saúde (SUS) e das demandas dos territórios atendidos. 

No novo ciclo, o projeto do UniFOA será desenvolvido dentro da temática “PET Clima”, com foco nos impactos das questões ambientais na saúde da população. A proposta amplia o olhar dos estudantes para desafios que exigem atuação integrada entre diferentes áreas do conhecimento, especialmente em um contexto em que saúde pública e meio ambiente caminham cada vez mais juntos. 

De acordo com o professor Alden dos Santos Neves, coordenador do curso de Nutrição e responsável institucional pelo PET no UniFOA, a aprovação mostra a consistência do trabalho desenvolvido pela instituição em parceria com os municípios de Pinheiral e Volta Redonda. 

“Ser aprovado em mais um edital do PET, de forma consecutiva desde 2015, mostra que nosso modelo de atuação em conjunto com duas secretarias de saúde é uma experiência comprovadamente exitosa. Para trabalhar as questões do PET Clima, nosso desafio para os próximos dois anos, contaremos com o apoio da Sala Verde do UniFOA, que será um grande diferencial para o projeto”, afirmou. 

A Sala Verde do UniFOA, referendada pelo Ministério do Meio Ambiente no Sul Fluminense para ações ligadas à educação ambiental, deve contribuir diretamente para fortalecer a abordagem interdisciplinar da proposta. A parceria aproxima saúde e meio ambiente e amplia as possibilidades de atuação dos estudantes nos territórios. 

O projeto seguirá sendo desenvolvido em parceria com as secretarias de saúde de Volta Redonda e Pinheiral. As ações devem envolver estudantes, docentes, profissionais da rede e a comunidade, criando espaços de aprendizagem prática e contribuindo para a qualificação da assistência nos municípios. 

Para Alden, o início do novo ciclo também representa a continuidade de uma experiência que já produz resultados acadêmicos e impacto direto na população. 

“Já estamos iniciando os trabalhos de seleção dos componentes do novo PET, com todo o apoio institucional necessário, para continuarmos produzindo conhecimento para nossos discentes, mas principalmente para seguirmos fazendo diferença na vida da população de Volta Redonda e Pinheiral, que são os principais beneficiários das ações do PET-Saúde”, completou. 

Mais do que uma aprovação em edital, a participação no PET-Saúde 2026/2028 coloca o UniFOA diante de um desafio atual da formação em saúde: preparar profissionais capazes de compreender que o cuidado com o paciente também passa pelo território onde ele vive, pelas condições ambientais que o cercam e pela capacidade de atuar de forma integrada com o SUS. 

Entre os dias 11 e 13 de maio, o curso de Enfermagem do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) em parceria com o curso Técnico em Enfermagem da EtecFOA, realizou a Semana da Enfermagem, . A programação marcou o período em que se celebram o Dia Internacional da Enfermagem e o Dia do Enfermeiro, comemorados em 12 de maio, e reuniu estudantes, professores e profissionais da área em uma agenda voltada à reflexão, atualização e fortalecimento da prática do cuidado.

Inspirada na trajetória de Florence Nightingale, referência mundial da enfermagem moderna, e de Ana Néri, pioneira da enfermagem no Brasil, a iniciativa propôs discutir o papel da profissão a partir da integração entre conhecimento técnico, responsabilidade social e humanização no atendimento.

Ao longo da semana, foram realizadas palestras, workshops, debates, exibições e atividades práticas, abordando temas relevantes para o cotidiano da enfermagem e incentivando a troca de experiências entre os participantes. A proposta foi ampliar o olhar sobre o cuidado, compreendendo a enfermagem como uma área essencial para a promoção da saúde e garantia de direitos.

Para o coordenador do curso de Enfermagem do UniFOA, professor Carlos Marcelo Balbino, a Semana da Enfermagem cumpre um papel estratégico na formação dos futuros profissionais. Segundo ele, o evento cria um ambiente que aproxima o estudante da realidade da profissão e amplia sua compreensão sobre o impacto do cuidado na vida das pessoas.

“A Semana Brasileira de Enfermagem é um evento de expressão nacional dentro da comunidade. Ela traz relevância, importância sobre o que é enfermagem e sobre tudo o que acontece dentro da nossa profissão. Apresentando informação e conhecimento para os enfermeiros, acadêmicos, técnicos e toda a comunidade científica.”, destacou.

A relevância do curso para a região foi celebrada com a participação de autoridades do setor. Lilian Behring, Deputada Estadual (RJ) e Presidente licenciada do Coren-RJ, ressaltou a trajetória da instituição:

“É uma honra estar no UniFOA para entregar uma Moção de Aplauso e Louvor em celebração aos 25 anos da Faculdade de Enfermagem. Esta premiação da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (ALERJ) reconhece os serviços prestados pela universidade, que tem um impacto fundamental não apenas na Enfermagem, mas na Saúde de toda a população do Médio Paraíba.”, afirmou.

Mais do que uma programação acadêmica, a Semana da Enfermagem se consolidou como um espaço de construção coletiva, incentivando o pensamento crítico e a evolução das práticas de ensino-aprendizagem. Ao promover esse tipo de iniciativa, o UniFOA amplia as possibilidades de formação e contribui para o desenvolvimento de profissionais mais preparados para os desafios da área da saúde.

Antes de iniciar a prática em campo, conhecer o ambiente hospitalar ajuda o estudante a entender melhor a responsabilidade do cuidado. Com esse objetivo, estudantes do curso de Enfermagem do UniFOA, participaram de uma visita técnica à UTI Neonatal e à UTI Pediátrica do Hospital da Fundação Oswaldo Aranha (H.FOA), em uma atividade voltada à preparação para o estágio.

Durante a visita, os participantes puderam conhecer a estrutura dos setores, observar a rotina das equipes e compreender a dinâmica de funcionamento de ambientes que exigem atenção constante, conhecimento técnico e assistência especializada.

Para Yasmim, estudante do 8º período, a experiência ajudou a transformar expectativa em preparação.

“A visita técnica contribuiu muito para o meu aprendizado, pois, antes mesmo de iniciar o estágio, tivemos a oportunidade de conhecer a UTI Pediátrica e a UTI Neonatal. Foi uma experiência única e muito enriquecedora, pois pude conhecer de perto a estrutura, a rotina e a dinâmica desses setores”, contou.

O acompanhamento de uma profissional durante o percurso também tornou a atividade mais significativa para os estudantes, que puderam tirar dúvidas e compreender melhor a organização dos serviços.

“Contar com o acompanhamento de uma profissional que nos apresentou cada espaço e explicou o funcionamento dos serviços tornou a experiência ainda mais significativa. Essa visita contribuiu para ampliar meus conhecimentos e me preparar melhor para vivenciar a prática durante o estágio”, destacou Yasmim.

Para Márcia Bastos, a visita técnica cumpre uma função importante na formação, especialmente por aproximar os estudantes de setores hospitalares complexos antes da vivência direta no estágio.

“Considero que a visita técnica à UTI Neonatal e Pediátrica do H.FOA foi uma experiência de grande relevância para a formação dos nossos estudantes. Proporcionar esse contato para os ligantes permite que o estudante conheça previamente o ambiente hospitalar, sua estrutura, sua rotina e a dinâmica de funcionamento de setores que exigem conhecimentos específicos, atenção, responsabilidade e uma assistência altamente qualificada”, afirmou.

Segundo Márcia, esse primeiro contato também ajuda a reduzir inseguranças naturais diante de um novo campo de prática.

“Essa aproximação contribui para diminuir a ansiedade diante do novo e, principalmente, prepara o estudante para vivenciar a prática com mais segurança e consciência”, completou.

A visita ao H.FOA permitiu que os estudantes chegassem mais preparados para o estágio, não apenas pelo reconhecimento dos espaços, mas pela compreensão do cuidado exigido em unidades voltadas a recém-nascidos e crianças. Em setores como a UTI Neonatal e a UTI Pediátrica, cada detalhe da rotina ajuda a formar profissionais mais atentos, seguros e conscientes do impacto da assistência na vida dos pacientes e de suas famílias.

Mais do que um uniforme, o jaleco representa um marco na formação dos estudantes da área da saúde. No Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), esse momento ganhou significado especial com a realização das cerimônias do Primeiro Jaleco dos cursos de Enfermagem, Nutrição e Odontologia, realizadas em dias distintos no Centro Histórico-Cultural Dauro Aragão. 

O evento simbolizou a transição dos acadêmicos para uma nova etapa da graduação, mais próxima da prática profissional e do contato direto com pacientes, reforçando valores essenciais como ética, responsabilidade e compromisso com o cuidado. 

No curso de Enfermagem, a cerimônia foi marcada pelo significado do início das atividades clínicas e pela construção da identidade profissional dos estudantes. Para o coordenador do curso, Carlos Marcelo Balbino, o momento vai além da prática. 

“É uma grande alegria participar deste momento tão especial da vida acadêmica e pessoal dos estudantes. A cerimônia representa o compromisso com o cuidado, com a ética, com a responsabilidade e, acima de tudo, com a vida humana. A partir daqui eles não carregam apenas um uniforme, mas a confiança do paciente, além da responsabilidade de atuar com dedicação e respeito”, destacou. 

Na Nutrição, o simbolismo do jaleco assume um significado ainda mais direto com a entrada dos alunos no mercado de trabalho. A cerimônia marcou o início das vivências profissionais dos estudantes, que passam a atuar fora da instituição a partir dessa etapa da formação. 

O coordenador Alden Neves ressaltou esse diferencial ao destacar que o momento representa a inserção dos alunos na prática real da profissão. 

“Esse é o momento em que os estudantes começam a mostrar ao mercado os profissionais que estão se tornando. É uma etapa muito importante da formação, que também ganha ainda mais significado por poder ser compartilhada com familiares, amigos e professores”, afirmou. 

Já na Odontologia, a cerimônia foi conduzida como um verdadeiro rito de passagem, reforçando o compromisso ético e humano que acompanha a atuação profissional na área da saúde. 

Segundo a coordenadora Rosilea Hartung, vestir o jaleco é assumir uma responsabilidade que vai além do conhecimento técnico. 

“Esse é um momento muito especial e emocionante, porque marca a entrada do estudante na área da saúde. Ao vestir o jaleco, ele assume um compromisso com a ética e com o cuidado com o ser humano, que é o que buscamos na formação dos nossos alunos”, ressaltou. 

Mesmo realizadas em datas diferentes, as cerimônias tiveram em comum a mesma cena: estudantes vestindo o jaleco pela primeira vez diante de familiares e professores, transformando um gesto simples em um símbolo de responsabilidade e de início de uma nova etapa. A partir dali, a formação deixa de ser apenas aprendizado em sala e passa a ganhar forma na prática, no contato com pessoas reais e nas decisões que começam a fazer parte do cotidiano profissional. 

Com foco na preparação dos estudantes para um dos principais instrumentos de avaliação do ensino superior, o curso de Enfermagem do UniFOA realizou, no dia 7 de abril, um simulado preparatório voltado aos acadêmicos que participarão do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade). 

A atividade foi aplicada seguindo as mesmas normatizações do exame oficial, proporcionando aos alunos uma experiência próxima à realidade da avaliação, tanto no formato quanto nas condições de realização. 

De acordo com o coordenador do curso, professor Dr. Carlos Marcelo, a proposta vai além da familiarização com a prova. 

“O objetivo do simulado é levantar um diagnóstico do desempenho dos acadêmicos, identificando pontos fortes e aspectos que ainda precisam ser aprimorados”, explica. 

A professora Dra. Valquíria Jorge Sepp destaca que os resultados servirão como base para ações direcionadas ao fortalecimento do aprendizado. 

“A partir dos dados obtidos, serão estruturados planos de ação estratégicos, com foco na melhoria do rendimento dos estudantes e na qualificação contínua do ensino ofertado pelo curso”, afirma. 

A iniciativa partiu de membros do Núcleo Docente Estruturante (NDE) e reforça o compromisso da instituição com a preparação dos acadêmicos não apenas para o Enade, mas também para concursos de residência em Enfermagem e multiprofissionais, além de outros processos seletivos da área da saúde. 

Ao alinhar diagnóstico, planejamento e acompanhamento, o curso busca contribuir para a formação de profissionais mais preparados para os desafios da prática e para as exigências do mercado. 

A dedicação de profissionais da enfermagem da Região Sul Fluminense foi reconhecida na premiação “Heróis da Enfermagem 2026”, promovida pelo Conselho Regional de Enfermagem do Rio de Janeiro (Coren-RJ). Entre os homenageados estão professores do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) e da Escola Técnica da Fundação Oswaldo Aranha (EtecFOA), reconhecidos pela atuação na assistência, no ensino e na formação de novos profissionais da área. 

A cerimônia realizada no dia 5 de março, no auditório da UGB, reuniu profissionais da Região Sul Fluminense e teve como objetivo valorizar publicamente a atuação da enfermagem na assistência, na gestão e na formação de novos profissionais. 

O evento contou com a presença da presidente do Coren-RJ, Lilian Behring, acompanhada por conselheiros e integrantes da equipe técnica do conselho. Também participaram da cerimônia a professora Mirian Salles, coordenadora da subseção do Coren-RJ no Médio Paraíba, além de outras autoridades da área da saúde. 

A premiação integra uma iniciativa estadual que percorre diferentes regiões do Rio de Janeiro, como Costa Verde, Médio Paraíba e Centro-Sul Fluminense, destacando profissionais que fazem a diferença no cuidado e no fortalecimento da enfermagem. 

Durante a cerimônia, cada profissional homenageado recebeu um certificado e uma comenda em reconhecimento à atuação na região. Entre os profissionais indicados estão docentes do UniFOA, da EtecFOA e profissionais vinculados ao Hospital da Fundação Oswaldo Aranha (H.FOA), além de egressos do curso de Enfermagem que hoje atuam em diferentes áreas da assistência e da gestão em saúde. 

Para o coordenador do curso de Enfermagem do UniFOA, Carlos Marcelo Balbino, a homenagem representa o reconhecimento de trajetórias profissionais marcadas pela dedicação ao cuidado e à formação de novos profissionais. 

“Ser indicado a essa premiação representa o reconhecimento de uma trajetória construída com responsabilidade, ética e profundo compromisso com a vida. Para o UniFOA, é motivo de orgulho ver nossos docentes sendo valorizados por sua atuação, que inspira estudantes, fortalece a profissão e contribui diretamente para a qualidade da assistência em saúde”, destacou. 

Entre os homenageados ligados às instituições da Fundação Oswaldo Aranha estão: 

Para a professora Márcia Bastos, docente do curso de Enfermagem e do curso Técnico em Enfermagem, a indicação foi recebida com grande alegria e gratidão. 

“Ser lembrada entre profissionais que se destacam na Região Sul Fluminense reforça a importância do trabalho desenvolvido diariamente na assistência, no ensino e na formação de novos profissionais. Para mim, essa indicação confirma que estou no caminho certo, buscando sempre fortalecer a enfermagem e impactar positivamente a vida das pessoas por meio do cuidado e da educação”, afirmou. 

Para a coordenadora do curso Técnico em Enfermagem da EtecFOA, professora Ana Lúcia Devezas, o momento foi marcado por emoção e reconhecimento ao trabalho desenvolvido pelos profissionais da área. 

“Foi um momento muito gratificante e emocionante, de encontros e reencontros entre profissionais da enfermagem da nossa região. Cada homenageado recebeu uma comenda que simboliza o reconhecimento pela dedicação e pela contribuição para o cuidado em saúde”, destacou. 

A participação de docentes e egressos do UniFOA e da EtecFOA entre os homenageados evidencia a contribuição da instituição para a formação de profissionais comprometidos com a qualidade da assistência e com o desenvolvimento da enfermagem na região.

Em uma iniciativa que reforça a relação entre ciência, educação e cidadania, o Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), em parceria com o Instituto de Educação Professor Manoel Marinho, promoveu a Feira da Saúde, ação que transformou a escola em um ambiente de aprendizado prático e interativo. Mais de 530 alunos participaram das atividades conduzidas por docentes e universitários de sete cursos da instituição.

Idealizador do projeto de extensão, o professor Dimitri Ramos Alves, coordenador do curso de Ciências Biológicas do UniFOA e também docente do Colégio Manoel Marinho, destaca a importância da aproximação entre universidade e escola pública.

“Buscamos levar para o ambiente escolar atividades que fazem parte da rotina acadêmica no UniFOA, permitindo que os estudantes vivenciem na prática o que significa o Ensino Superior e se reconheçam como futuros profissionais”, afirma.

Durante a feira, o auditório foi dividido em estações de conhecimento, onde os cursos prepararam demonstrações e oficinas ligadas à prática científica e ao cuidado com a saúde. Os alunos puderam utilizar microscópios, equipamentos médicos e participar de dinâmicas educativas que abordaram biodiversidade, primeiros socorros, saúde bucal, alimentação saudável e bem-estar.

Entre as atividades realizadas:

Além de despertar novos interesses, a Feira da Saúde fortaleceu competências essenciais nos universitários, como comunicação, empatia e liderança, por meio do contato direto com o público.

“Queremos que esses jovens visualizem possibilidades para o futuro e encontrem motivação para seguir estudando. A extensão cumpre um papel fundamental ao aproximar a universidade da comunidade”, reforça Dimitri.

Com a iniciativa, o UniFOA reafirma seu compromisso com o desenvolvimento social da região e com a formação de cidadãos críticos e preparados para transformar o mundo por meio do conhecimento — com cuidado e propósito.

Texto escrito por: Eros Raphael Blaseskes, da Escola de Comunicação sob supervisão.

O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), em parceria com a Prefeitura de Volta Redonda, por meio da Vigilância Sanitária (PMVR/SMS), o CEREST Médio Paraíba e o Setor de Saúde do Trabalhador, realizou na última quinta-feira (17), a 1ª Oficina de Capacitação em Boas Práticas em Consultórios Odontológicos. 

A ação faz parte das atividades da disciplina Projetos Integrados V do curso de Enfermagem e tem como objetivo promover boas práticas nos serviços odontológicos, reforçando a biossegurança, a qualidade do atendimento e a saúde do trabalhador. 

O encontro reuniu cirurgiões-dentistas e profissionais da área odontológica do município, além de estudantes dos cursos de Enfermagem e Odontologia do UniFOA, que atuaram como palestrantes sob a condução das professoras Dra. Lucrecia Loureiro e Fernanda Pereira. 

A iniciativa também contou com a colaboração dos alunos do curso de Publicidade e Propaganda, responsáveis pela produção das artes visuais e dos vídeos exibidos durante a oficina, sob orientação do professor Edilberto Venturelli. O projeto reforça a integração entre diferentes áreas do conhecimento e a importância dos projetos interdisciplinares no processo de formação acadêmica. 

As oficinas acontecem todas as sextas-feiras, das 8h às 11h, durante o mês de outubro, e ainda há vagas disponíveis para cirurgiões-dentistas, estudantes de Odontologia e profissionais auxiliares interessados em participar. 

Inscrições: forms.office.com/r/UGNRaYiDwW

Os consultórios participantes receberão o Selo de Boas Práticas, emitido pela Vigilância Sanitária Municipal, e os profissionais concluintes ganharão certificado emitido pelo UniFOA. 

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