Na tarde de ontem (22), alunos do Ensino Médio conheceram as dependências do campus Olezio Galotti, em Três Poços. O intuito da visita foi apresentar o Centro Universitário para os jovens que estão se preparando para o vestibular.  

Os estudantes tiveram como foco conhecer as mediações do prédio do curso de Medicina, no qual demonstraram mais interesse. No passeio, conheceram o laboratório de Patologia e Histologia, laboratório de Embriologia e Biologia e também de Anatomia, orientados pelo técnico de Morfofuncional, Marcos Campos. Por fim, fizeram um tour no moderno auditório William Monachesi. 

A coordenadora pedagógica do Espaço Verde, Cecília Cole acompanhou o grupo e elogiou as instalações. Segundo ela, no Ensino Médio os jovens trabalham o autoconhecimento, e com a visita os alunos têm a oportunidade de descobrir áreas que podem seguir carreira. “Quando trazemos os colegiais para uma visita de algo que vá fazer parte do futuro deles, já conseguem subtrair gosto por alguma área. Essa é a nossa intenção” acrescenta. 

O Colégio Espaço Verde existe desde 1991 em Volta Redonda, oferece Educação Infantil, Fundamental I e II. E agora, em 2021, inicia grade curricular para o Ensino Médio. 

 

Ana Bonifácio | Estagiária do Núcleo de Comunicação 

A parceria entre o UniFOA e a Secretaria Municipal de Ação Comunitária (SMAC) já está rendendo frutos. Nesta última quarta-feira, dia 17 de novembro, o UniFOA recebeu unidades do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) para uma visita orientada no campus Olezio Galotti, em Três Poços.  

A visita teve por objetivo auxiliar jovens e adolescentes em situação de vulnerabilidade social na escolha da carreira e introduzi-los ao ambiente acadêmico. Foram visitados os laboratórios de Medicina, de Informática e outros setores do campus. Pouco antes do final, foi oferecida uma oficina de informática com a aplicação de um teste vocacional. 

“A intenção é mostrar para essas pessoas que o Ensino Superior não é tão distante, que elas são capazes de fazer uma boa graduação e que aqui no UniFOA, terão a estrutura necessária para isso”, contou a gestora de eventos da instituição, Lara Pinheiro. 

O acordo entre SMAC e UniFOA visa promover oficinas de desenvolvimento pessoal e profissional aos moradores de Volta Redonda, que buscam a inserção no mercado de trabalho. Essa parceria resultou no projeto Novos Horizontes, que aplica, nas unidades do CRAS, instruções para elaboração de currículos, simulações de entrevistas de emprego e dicas de postura profissional. “O Novos Horizontes é para viabilizar conhecimento e preparar estes jovens para o mercado”, disse a coordenadora do CRAS João Silveira Filho, Angélica Emilie.  

A estudante do Ensino Fundamental, Camila Vitória esteve na visita e ao realizar o teste vocacional, se identificou com a carreira de Artes e Design. “Tenho muito interesse pela área porque gosto bastante de desenhar e sou muito criativa. Conhecer a instituição foi muito importante, porque isso despertou a minha vontade de estudar e aprender cada vez mais”, falou Camila.  

Visita guiada  

A visitação é aberta a todas as escolas da região, do estado do Rio de Janeiro e de outros estados. Para se inscrever, basta entrar em contato com o UniFOA pelo telefone: (24) 3340-8361. 

 

 Yngrid Marcate | Estagiária | Núcleo de Comunicação 

  

 

 

 

 

Na última quarta-feira (16), representantes do UniFOA estiveram no Centro Educacional para Jovens e Adultos - CEJA, em Resende. A visita foi para participar de um encontro de universidades da região que puderam expor seus cursos e esclarecer dúvidas em relação ao Ensino Superior.

A exposição durou uma tarde com muita interação com os professores e alunos. “A gente encontrou um momento de qualificar e gerar planos para um novo cenário pós pandemia”, afirmou o professor de Geografia, Thiago Rodrigues.

A diretora e coordenadora da escola, Néia Carvalho explicou que o intuito da feira traz a possibilidade do aluno adulto pensar no futuro e entender que nunca é tarde para aprender.

"Queremos mostrar que é possível continuar estudando, graduando e melhorando. Daqui sairão futuros universitários, mestres e quem sabe doutores", comentou o professor de História, Márcio Tavares.

Ana Bonifácio | Estagiária | Núcleo de Comunicação

 

Com o propósito de motivar o empreendedorismo e inovação na Região Sul Fluminense, o Inova San é um dos programas educacionais mais respeitados do país. Fundado em 2019 pelo Instituto Nissan, a ação propõe temáticas a universidades e escolas com assuntos relacionados à tecnologia, colaboração e conteúdo. Nesta 3ª edição, a transmissão será pelo canal do YouTube do Inova San.

A primeira fase do programa, titulada Sparking Festival, aconteceu entre os meses de setembro e outubro. Nesta etapa os inscritos participaram de eventos que ajudaram na definição e desenvolvimento de seus projetos, palestras e sessões de bate papos. Na segunda fase, Feeding, os participantes realizarão a trilha de modelagem de negócios e contam com a orientação personalizada para os projetos escolhidos. Este trecho acontece entre os meses de outubro e dezembro. Por último, a fase Growth, no ano de 2022, os vencedores dos 3 grupos, sendo um de cada categoria (Mulheres & Inovação, Meio Ambiente e Mobilidade Inteligente), receberão como prêmio todo suporte para desenvolverem seus projetos, além do curso de extensão para aprimorar seus conhecimentos.

Segundo o professor Alexis Aragão, o estudante precisa aprender a desenvolver projetos, mas também a fortalecer a iniciativa de metodologia mais adequada ao mercado de trabalho, perfil empreendedor, além das habilidades como altruísmo, liderança, gestão e comunicação.

Segunda fase (Feeding)

Dois grupos de estudantes da instituição foram classificados para a segunda fase do programa. A equipe é composta por alunos dos cursos de Design, Publicidade e Propaganda e Jornalismo. Um dos projetos chama-se “Mapi”, onde os acadêmicos Lucas Guedes, Paula Machado, Gabrielle Moraes, Juliana Souza e Leonardo Castilho arquitetaram uma forma mais segura para que as pessoas pudessem se locomover de um ponto a outro da cidade.

O professor do curso de Design, Marcos Kazuiti mentor do projeto, diz que a ideia se trata de inclusão de inovação social que tende a crescer, pois os processos de metodologia estão chegando às comunidades, impactando os microcosmos que não eram atingidos e que são mais carentes se tratando de segurança, principalmente no Rio de Janeiro e algumas localidades de Volta Redonda e Barra Mansa. “A violência é algo sistêmico de resolver, mas pequenas atitudes podem fazer com que tenhamos um vetor regional. A relevância do projeto é a capacidade de usar a mundo digital para impactar no assessoramento nas comunidades”, disse Kazuiti.

O segundo grupo, cujo nome do projeto é “Líder Las”, das alunas Gabrielle Matos e Bruna Brito focam no desenvolvimento e espaço igualitário das mulheres no mercado de trabalho. Bruna diz que escolheram esse tema pois perceberam que na região Sul Fluminense há muitas empresas e a maior parte composta por funcionários homens e com isso acaba tendo uma desigualdade de gênero muito grande. Sobre a mentoria feita também pelo professor Marcos Kazuiti, o projeto das alunas destaca-se por entender a importância da inclusão feminina, que por sua vez, teve por bastante tempo um protagonismo invisível por conta do sistema machista imposto.

 

Por Ana Bonifácio - Estagiária de Comunicação

Representantes do UniFOA e da Biosolvit assinaram, neste mês de novembro um termo de colaboração para a realização de pesquisa e desenvolvimento nas instalações na universidade. Wagner Martins, biólogo e egresso do UniFOA e co-fundador da empresa desenvolveu um produto natural, a partir de resíduos vegetais, capaz de absorver petróleo e derivados. Essa pesquisa resultou no que hoje é o Absorvedor Natural Bioblue Ecofast, reconhecido como o mais eficiente do mundo pelo Instituto Cedre, da França. A parceria sela definitivamente uma história de sucesso e que certamente irá inspirar outros futuros profissionais:

“Estamos fazendo algo completamente novo no ambiente universitário valorizando muito a pesquisa cientifica junto a uma empresa que nasceu dentro do UniFOA e está ganhando o mundo, então isso está além da curva e está num modelo internacional da apropriação da produção científica”, declarou Eduardo Prado, presidente do UniFOA.

“Esse pontapé que demos hoje de poder apoiar outros alunos é fabuloso, é deixar um legado para as próximas gerações. É um orgulho. Meu sonho sempre foi atuar na área da Biotecnologia e o UniFOA foi a primeira universidade privada a ter Biotecnologia ligada à Biologia. Para nós isso foi muito importante. Além de eu ter a possibilidade de criar algo junto à minha orientadora que trabalhava aqui na época, Daniela Molinari e posteriormente, conseguir criar a Biosolvit.

Scale Up brasileira de biotecnologia aplicada ao desenvolvimento de novos materiais, fundada em 2014, a Biosolvit é a desenvolvedora do Absorvedor de petróleo e derivados 100% natural, mais eficiente e econômico que todos os concorrentes de mercado, cuja principal característica é a possibilidade de recuperação e reaproveitamento do material absorvido.

“Como eu era estudante do curso de Ciências Biológicas, precisava fazer estágio então fiz em uma empresa que trabalhava com materiais de contenção e absorção de óleo, foi quando eu conheci esse mundo. Só que todo absorvedor profissional até aquele momento, era derivado do próprio petróleo. O que o mundo faz hoje é uma retrocontaminação. Quando a gente cria um produto natural para fazer isso, que devolve o óleo depois de absorvido, a gente faz um material de ciclo fechado, que sempre foi a ideia que avaliamos nesses anos de pesquisa no UniFOA. Criamos um produto que faz bem para o meio ambiente, além dele ter uma maior capacidade de absorção, ele não contamina o meio, como os absorvedores de nível sintético que têm hoje no mercado”.

Em visita à universidade, Ana Catarina, diretora de produtos e inovação da Biosolvit, se impressionou com a estrutura, equipamentos e os laboratórios onde serão desenvolvidos os processos e pesquisas.

“Realmente tudo muito bem montado, não se compara a nenhuma universidade pública ao qual eu já passei e o que mais me impressionou e me deixou mais feliz de estar aqui hoje é a flexibilidade e a questão de pensar o novo. Em uma universidade pública isso não é fácil e aqui a gente conseguiu um campo fértil então isso fará toda a diferença.”

 

Guilhermo Queiroz, diretor executivo da Biosolvit fez questão de frisar a confiança na parceria e a liberdade de ideias que os alunos têm:

“A universidade (UniFOA) deu liberdade, deixou o fluxo acontecer e é justamente essa atitude de deixar com que os alunos determinem para onde eles querem levar suas tecnologias é que vai fazer a transformação que a gente espera, porque um aluno que é dono da sua tecnologia, que constrói através daquela tecnologia a presença dentro de uma companhia como o Wagner, que hoje é sócio da Biosolvit, é aquele que é dono do próprio destino, é o que não vai embora, o que não vende sua tecnologia para uma grande multinacional e que não aceita 50 mil dólares para pagar pela pesquisa. Aqui estamos gerando divisa para o nosso país e fazendo as coisas acontecerem. Isso é biocolaboração.

 

 

O Banco Santander em parceria com o Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) prorrogou para 30 de novembro as inscrições para o Programa de Bolsas do Santander Metodologias Ativas - Edição 2021.

O programa disponibiliza para os professores, coordenadores e gestores cursos de capacitação em Metodologias Ativas oferecidos pela Secretaria de Modalidades Especializadas de Educação (Semesp), na modalidade de Ensino a Distância.

Serão oferecidas duas bolsas de estudos. Cada uma delas terá um total de 5 cursos em Problem Based-Learning, Peer Instruction, Flipped (PBL). As inscrições devem ser realizadas pelo site. Confira o edital.

O que são Metodologias Ativas?

Nesse método, os estudantes são instigados a participar das aulas e atividades, ou seja, não ficam como meros ouvintes do professor que escreve na lousa ou exibe slides. Também chamado de aprendizagem ativa, esse modelo propõe que os conteúdos sejam vivenciados, partindo da premissa de que o estudante é o protagonista do processo de construção do saber e o professor, o mediador.

Nessa interação os conceitos são compartilhados e o aluno ganha autonomia, o que favorece o pensamento crítico e a autonomia em tomada de decisões e resolução de problemas. Além disso, o uso de tecnologias, que fazem parte do universo dessa geração de estudantes, é muito bem-vindo nessa forma de ensino-aprendizagem. Conheça o PBL no Podcast Papo de Educador.

 

Por Yngrid Marcate - Estagiária da Comunicação.

Aconteceu nesta terça-feira (26), no auditório William Monachesi do campus Olezio Galotti em Três Poços, a palestra Novos Modelos para a Gestão da Aprendizagem, ministrada pelo pró-reitor de Planejamento e Desenvolvimento do UniFOA, Maximiliano Damas, por meio da Universidade Corporativa do Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior do Estado do Rio de Janeiro (Semerj).

O encontro teve como objetivo apresentar o novo contexto educacional pós-pandemia pela perspectiva do mercado, da sociedade e da regulação, refletindo sobre as tendências da gestão universitária para se adaptar às novas formas de ensino e às experiências de aprendizagem inovadoras.

Cerca de 40 pessoas participaram do evento que ocorreu de forma híbrida, e tendo como público-alvo dirigentes, acadêmicos, coordenadores de curso, membros de NDE, docentes e tutores.

Durante a palestra, os presentes puderam se inteirar de um olhar propositivo sobre o contexto atual, pela ótica dos desafios e oportunidades, bem como a razão da educação ter se transformado na grande percursora das mudanças e ainda, a provocativa sobre o fato de gestores, professores e alunos estarem ou não preparados para possíveis aprendizados durante toda a vida.

A Pró-reitora de Extensão Ana Carolina Callegario destacou a importância do tema trazendo reflexões a respeito da questão tecnológica e acadêmica. “Temos ouvido falar em inovação e acredito que isso se estenderá por muito mais tempo. O palestrante trouxe um contexto daquilo que estamos acostumados no dia a dia e pela primeira vez consegui entender melhor o que seria essa tecnologia que tanto se fala. Deste modo, o que mais me fez refletir diante de tudo que foi apresentado é que precisamos fazer adequações de acordo com o nosso público. Então, se eu imaginar que os meus desejos são peculiares à minha pessoa, eu também tenho que pensar que a forma de fazer chegar qualquer produto ao meu aluno tem que ser da melhor forma para ele”, destacou a pró-reitora.

O Pró-reitor Acadêmico, Luciano Marins enfatizou sua visão sobre como o UniFOA estará daqui a alguns anos de acordo com essas transformações tecnológicas e acadêmicas. “Inicialmente agradeço ao professor Maximiliano pela visão não só de momento atual, mas também de futuro e a necessidade da instituição, de entregar um indivíduo pronto para o mercado de trabalho e ainda assim estarmos atentos às novas tecnologias e das metodologias que estão sendo utilizadas. Entendemos que é um momento de muita transformação e o UniFOA está tentando se adaptar à essas mudanças, capacitando o corpo docente e os gestores, de modo a trazer para os alunos algo diferente e novo para que eles façam a diferença na sociedade”, finalizou Luciano.

Considerando que estamos experimentando uma crise de atualização de nosso sistema operacional, Maximiliano explica qual seria o maior desafio do UniFOA, enquanto parte do processo educacional. “São vários desafios, mas acredito que o maior deles, seja a oportunidade que temos de nos aproximar ainda mais da realidade dos nossos estudantes, da sociedade de Volta Redonda e do Sul Fluminense, através da mobilização dos nossos professores”. E conclui, “Que possamos ter dentro da instituição a cultura da experimentação como uma fonte própria de riqueza, de modo a encontrarmos as melhores soluções e que não sejam soluções para o mundo todo, mas para nós, para o nosso entorno”.

O superintendente-geral da FOA e vice-presidente executivo do Semerj, José Ivo, fala sua visão sobre as ações que estão sendo realizada pela universidade corporativa. “Tudo o que foi apresentado aqui é uma prova real de ações que criamos como plano de trabalho. O compromisso da universidade corporativa, que atualmente é coordenada pelo professor Alexandre Nicolini, busca justamente trazer esses eventos de encontro com temas atuais, visando contribuir com as instituições de ensino neste novo cenário em que estamos vivendo”, concluiu José Ivo.

Por Jeniffer Marcato – Estagiária da Comunicação

O UniFOA recebeu ainda mais estrelas que na versão 2020 do Guia, cuja avaliação é realizada por coordenadores e professores do ensino superior brasileiro que se cadastraram para atuar como voluntários. Eles dão as notas aos cursos de suas próprias áreas de formação e de instituições que estejam prioritariamente localizadas na mesma região do país na qual prestam serviços.

A avaliação é um desafio para os profissionais, que são convidados a dar três notas de 01 a 05 para cada curso, baseados pelos seguintes critérios: qualidade do projeto pedagógico; do corpo docente e da qualidade da infraestrutura.

A Magnífica Reitora do UniFOA, professora Úrsula Fraga diz que os Projetos Pedagógicos dos Cursos (PPC) de graduação estão em consonância com a realidade do mercado de trabalho. Além disso ela reforça a importância de conteúdos e laboratórios atualizados. “Durante todo o ano a instituição, por meio do corpo docente realiza debates para a estruturação e atualização constante dos cursos. Um outro ponto importante é a inovação de nossos laboratórios. Vale lembrar que desde 2019 estamos investindo em tecnologia para o ensino presencial e híbrido”.

O Presidente da FOA, Eduardo Prado, por sua vez, afirma que a mantenedora vem desenvolvendo ao longo dos últimos anos projetos e recursos que propiciam ao estudante a melhor experiência teórica e prática: “é gratificante observar o resultado, o planejamento e o investimento gerando frutos. Agradeço aos professores, coordenadores, funcionários técnico-administrativos e aos estudantes, que eu chamo de família UniFOA pelo empenho que demonstraram desde o início do processo, nos ajudando a chegar neste número expressivo”.

As 77 estrelas envolvem 21 cursos de graduação, conforme apresentado no gráfico.

O documentário Da Palha ao Concreto, uma História de Resistência, produzido pelo UniFOA em parceria com a Secretaria Municipal de Cultura de Volta Redonda motivou uma homenagem a seus realizadores, em sessão na Câmara ocorrida nesta quinta-feira, 21, por iniciativa do vereador Walmir Vitor.

O curta aborda a criação do Clube Palmares – que ainda preserva um ambiente de entretenimento e socialização – numa homenagem aos voluntários que passaram pela instituição, criada em 1965 e que ainda hoje a integram.

A produção contou com a participação de 20 alunos do 3º ano do curso de Publicidade e Propaganda, na disciplina de Marketing para o Terceiro Setor, da professora Clarisse Netto, com total apoio das duas instituições – UniFOA e secretaria de Cultura de Volta Redonda.

O Presidente da FOA, Eduardo Prado, recebeu das mãos do vereador a placa da Moção de Aplausos e junto com ele, o secretário de Cultura Anderson de Souza e o presidente do Clube Palmares, Edson Daniel, o Mister também receberam.

Segundo o presidente, “educação e cultura andando juntas é um movimento natural, tanto pela questão da multiplicação do conhecimento de uma cultura genuinamente da terra, ou seja, de Volta Redonda, quanto pela oportunidade de criar memória para estes futuros profissionais de Marketing pela produção de um documentário de excelente qualidade. Isso é um orgulho para a nossa instituição”, finalizou Eduardo.

Na foto, o presidente da FOA Eduardo Prado; o vereador Walmir Vitor; o presidente do Clube Palmares Edson Daniel, o Mister e o secretário municipal de Cultura de Volta Redonda, Anderson de Souza

Visando contribuir com o meio ambiente e fortalecer ações de responsabilidade social, a instituição, por meio do Escritório da Cidadania realizou a assinatura do convênio por um período de cinco anos com a cooperativa de catadores de resíduos Folha Verde de Volta Redonda. O objetivo da parceria é para prestação de serviços de recolhimento, transporte e destinação de resíduos recicláveis. Com a ação, a instituição passa a contribuir com a cooperativa no sentido de fomentar renda aos seus membros.  

Por tratar-se de um projeto piloto, as caçambas inicialmente ficarão disponíveis no Campus Olezio Galotti em Três Poços e, posteriormente, também serão inseridas nos demais campi da instituição. Dentre os materiais que serão recolhidos estão plástico, vidro, isopor, materiais metálicos (ferroso e não ferroso) e óleo de cozinha, entre outros. 

Atuante na cidade desde o ano de 2010, a cooperativa Folha Verde, está situada na Avenida Nossa Senhora do Amparo, nº 1945, bairro Voldac em Volta Redonda, num terreno cedido pela prefeitura municipal da cidade. A mesma é composta por 18 profissionais, que se dividem nos processos de coleta e separação dos materiais para destinação final. 

O compromisso da Folha Verde é com o meio ambiente e a geração futura e segundo o coordenador da cooperativa, Euvaldo Santana, de cada 100 toneladas de material enviado à indústria, cerca de 80 famílias são beneficiadas com a geração de trabalho e renda. 

O coordenador ainda explica sobre as dificuldades de acesso ao mercado de trabalho e fala da importância de as pessoas aprenderem o processo de reciclagem e separação correta do lixo. “Devido à minha cor e idade avançada, não tenho mais acesso ao mercado, mas a cooperativa fez com que eu me sentisse útil para a sociedade. Só queremos trabalhar e gerar renda, para termos a liberdade de ir a um supermercado e comprar aquilo que temos vontade de comer. E apesar de tudo, como cidadãos nós só temos esse mundo para viver, e as gerações futuras precisam desfrutar de um espaço ideal. Com isso, devemos refletir sobre qual legado vamos deixar aqui”, concluiu Euvaldo. 

Iniciando suas atividades como catadora de rua por mais de um ano, Maria de Fátima dos Santos teve a oportunidade de integrar a equipe da cooperativa Folha Verde e desde 2020 é a atual presidente. “Lembro que quando comecei, utilizava bolsas e carrinho de bebê para transporte do lixo que recolhia; hoje, nós temos um caminhão próprio e outro alugado para realizar nosso trabalho”, finalizou Maria.  

 “A equipe da cooperativa Folha Verde é maravilhosa, temos muito o que aprender com eles. Além da coleta do lixo, a fundação planeja realizar palestras com os próprios catadores para que os alunos tenham conhecimento do trabalho realizado por estes profissionais, ensinando aos nossos funcionários e estudantes o modo correto de realizar a reciclagem do lixo”, declarou a assessora do Escritório da Cidadania, Carolina Gama. 

O assessor da presidência para gestão, responsabilidade social e sustentabilidade, Dario Aragão, explica a importância da parceria. “É a primeira vez que a instituição firma esse tipo de convênio. O objetivo do projeto é que seja dado um tratamento adequado aos resíduos que aqui são gerados. Estamos fazendo a nossa parte e as políticas públicas de preservação ambiental e responsabilidade social são essenciais para que a FOA/UniFOA possa atender às demandas da sociedade civil”, pontuou Dario. 

Em caso de dúvidas sobre os dias de coletas nos bairros ou quaisquer outras questões, os interessados podem ligar para o número (24) 99914-3128. 

 

 

Por Jeniffer Marcato - Estágiaria da Comunicação

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