Na Medicina, aprender também significa praticar. Por isso, a formação precisa ir além do conteúdo apresentado em sala de aula e oferecer ao estudante oportunidades para desenvolver habilidades, testar conhecimentos e conhecer diferentes realidades da profissão. No Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), esse processo acontece em uma estrutura que reúne laboratórios de saúde, ambientes de simulação, hospital próprio e uma rede de hospitais e clínicas conveniadas.
A infraestrutura é pensada como parte da formação. Ao longo da graduação, o estudante passa por diferentes espaços de aprendizagem e amplia gradualmente o contato com situações que fazem parte da rotina médica.
“Na Medicina, o estudante precisa aprender muito além do conteúdo teórico. Ele precisa desenvolver habilidades, segurança, capacidade de decisão, comunicação e trabalho em equipe. Por isso, ter uma infraestrutura diversificada faz toda a diferença”, explica o pró-reitor Acadêmico do UniFOA, Bruno Gambarato.
A formação começa nos espaços acadêmicos, onde os estudantes podem aplicar conteúdos aprendidos em sala e desenvolver habilidades necessárias à atuação profissional. A Medicina conta com mais de 15 laboratórios de saúde, além de ambientes destinados à simulação e ao uso de tecnologias aplicadas ao ensino.
Entre os espaços estão laboratórios voltados ao estudo da Anatomia, Morfofuncional e Microbiologia, além de ambientes para o desenvolvimento de habilidades clínicas e cirúrgicas. A instituição também utiliza a Simulação Realística e recursos de realidade virtual como ferramentas de aprendizagem.
A proposta é permitir que o estudante pratique em ambientes controlados antes de enfrentar situações reais de atendimento. Assim, procedimentos e condutas podem ser treinados, repetidos e aprimorados durante a graduação.
“Quando o aluno passa por laboratórios, ambientes de simulação e diferentes cenários reais de assistência, ele consegue relacionar aquilo que aprende em sala com o que vai encontrar na profissão. Isso torna a formação mais completa, mais segura e muito mais próxima da realidade médica”, afirma Bruno.
A experiência prática ganha outra dimensão no Hospital da Fundação Oswaldo Aranha (H.FOA), hospital próprio da FOA. O espaço integra assistência e ensino e permite que os estudantes acompanhem diferentes situações da rotina hospitalar.
O H.FOA conta com atendimento de alta complexidade e reúne serviços que contemplam diferentes áreas da Medicina, incluindo especialidades cirúrgicas. A estrutura também conta com recursos como a cirurgia robótica, realizada com o sistema da Vinci X, e a Unidade de Alta Complexidade em Oncologia (UNACON), voltado ao atendimento oncológico de pacientes da região.
Já o Centro Médico oferece atendimento ambulatorial em diversas áreas, com mais de 30 especialidades somadas às áreas de atuação cirúrgica do hospital. Essa diversidade amplia os cenários de contato dos estudantes com diferentes especialidades e perfis de atendimento.
Para Bruno Gambarato, a integração entre esses ambientes é fundamental para que a experiência prática seja construída de forma progressiva.
“Nos laboratórios e na simulação, o estudante pode aprender, treinar e repetir procedimentos em um ambiente seguro. No H.FOA, ele vivencia a rotina hospitalar e o cuidado ao paciente em um cenário real. E, na rede conveniada, ele tem contato com outros serviços, diferentes níveis de atenção e diversos perfis de pacientes”, explica.
Além do H.FOA, a Medicina do UniFOA conta com uma rede conveniada de hospitais e clínicas que amplia as possibilidades de vivência prática. Essa diversidade complementa a experiência adquirida nos laboratórios e no Hospital da FOA.
Em vez de concentrar a formação em um único cenário, o estudante pode conhecer diferentes contextos de atendimento e compreender como o trabalho médico se desenvolve em cada um deles.
“Mais do que oferecer vários espaços, o que buscamos é fazer com que esses cenários se complementem e contribuam para uma formação médica mais integrada”, destaca o pró-reitor Acadêmico.
A própria transformação da Medicina exige que os espaços de ensino acompanhem novas tecnologias e metodologias. Recursos de simulação e realidade virtual, por exemplo, ampliam as possibilidades de treinamento e permitem novas formas de interação com o conteúdo.
Para o UniFOA, investir em infraestrutura significa também acompanhar as mudanças da profissão e preparar o estudante para uma realidade em constante atualização.
“A Medicina muda o tempo todo, e o ensino médico precisa acompanhar esse movimento. Novas tecnologias, novas formas de diagnóstico, novas metodologias de ensino e até novas necessidades dos pacientes exigem uma formação cada vez mais atualizada”, ressalta Bruno.
A estrutura disponível ao estudante reúne, portanto, diferentes etapas de aprendizagem: o conhecimento construído em sala, o treinamento nos laboratórios e ambientes de simulação e a experiência adquirida em cenários reais de assistência.
É nessa integração entre estrutura, prática e experiência que a infraestrutura deixa de ser apenas um conjunto de espaços físicos e passa a fazer parte da própria formação médica.



Em uma situação de emergência, saber como agir nos primeiros minutos pode fazer diferença até a chegada do atendimento especializado. Foi esse conhecimento que estudantes do curso de Medicina do UniFOA compartilharam durante a XXVIII EXPOCANPIX SEMATE, realizada no Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ), Campus Pinheiral.
Convidados para participar da programação, os acadêmicos conduziram a atividade “Imersão em primeiros socorros”, assumindo a responsabilidade de preparar e apresentar o conteúdo aos participantes do evento.
A EXPOCANPIX SEMATE é uma semana acadêmica, tecnológica e cultural que reúne palestras, minicursos, oficinas e apresentações de trabalhos ligados às atividades de ensino, pesquisa e extensão desenvolvidas no campus, além de ações artísticas e culturais abertas a estudantes e visitantes.
Para a professora Márcia Bastos, docente do curso de Medicina do UniFOA, o convite permitiu que uma experiência construída dentro da graduação alcançasse outro espaço de formação.
“É muito significativo perceber que o trabalho que desenvolvemos dentro da faculdade também pode ultrapassar os muros da instituição e contribuir de alguma forma com a comunidade”, afirmou.
A preparação e a condução da oficina ficaram a cargo dos próprios estudantes, que precisaram organizar o conhecimento técnico e encontrar maneiras de transmiti-lo de forma clara aos participantes.
“Gostaria de destacar o empenho dos estudantes, que foram responsáveis por elaborar e conduzir a oficina. Foi um momento muito valioso, não só pela possibilidade de compartilhar conhecimentos sobre primeiros socorros, mas também pela troca de experiências e pelo interesse demonstrado por todos”, destacou Márcia.
Para Cecília Sobral Bonifácio, estudante de Medicina, ocupar o lugar de quem ensina também trouxe aprendizado para a própria formação.
“Dar a oficina de primeiros socorros foi uma experiência muito importante e gratificante. Foi uma oportunidade de compartilhar conhecimentos e, ao mesmo tempo, aprender com as dúvidas e experiências dos participantes. Poder ensinar algo que pode ser útil em situações de emergência tornou a atividade ainda mais significativa e contribuiu muito para minha formação”, contou.
Lucas Bugalho Rodrigues Paulino, também estudante de Medicina, destacou a oportunidade de compartilhar parte do conhecimento desenvolvido ao longo do curso.
“Gostei muito de participar da oficina. Ter a oportunidade de compartilhar, mesmo que um pouco, de tudo que aprendi na faculdade com todos os presentes foi gratificante. Fiquei muito feliz pelo interesse que todos demonstraram e pela forma como contribuíram durante a atividade”, afirmou.
Para Márcia, experiências como essa ampliam a formação médica ao colocar os estudantes em contato com públicos e contextos diferentes daqueles encontrados na rotina acadêmica.
“Levar esse tipo de conhecimento para diferentes espaços é muito importante, porque são informações que podem fazer diferença diante de uma situação de emergência. Saímos dessa experiência muito felizes e, principalmente, com a certeza de que estamos contribuindo para uma formação que vai além da sala de aula”, completou.
Ao assumirem a condução da oficina, os estudantes vivenciaram outra dimensão da formação médica: transformar conhecimento técnico em informação compreensível e útil para outras pessoas. No IFRJ, aprender e ensinar passaram a fazer parte da mesma experiência.
Estudantes das licenciaturas em Ciências Biológicas e Educação Física do UniFOA participaram, no domingo, 20, da etapa teórica do Enade das Licenciaturas, realizada por meio da Prova Nacional Docente (PND). Antes da avaliação, os alunos foram recebidos pela reitora do UniFOA, professora Ivanete Oliveira, coordenadores dos cursos, docentes e técnicos administrativos.
A participação tem hoje uma dupla importância. O Enade integra o processo de avaliação da formação oferecida pelos cursos superiores, enquanto o resultado da PND também pode ser utilizado em processos seletivos e concursos públicos para o magistério nas redes que adotarem a prova, conforme as regras de cada edital.
Para Silvio Vilela, coordenador da Licenciatura em Educação Física, essa característica amplia o significado da avaliação para quem está concluindo a formação.
“Além de toda a importância que o Enade tem como avaliação externa dos cursos, a PND também passa a dialogar com o ingresso no serviço público. Vários municípios e estados aderiram à prova, então o estudante pode sair da graduação tendo participado de uma avaliação que também poderá fazer parte do seu caminho para a carreira docente”, explicou.
Silvio também destacou a trajetória da Licenciatura em Educação Física do UniFOA, curso mantido pela instituição desde 1971. Segundo o coordenador, acompanhar o desempenho dos estudantes nessas avaliações também permite observar como a formação oferecida se posiciona diante de um exame de abrangência nacional.
“A licenciatura faz parte da história da instituição. Ao longo dos anos, tivemos bons resultados nessas avaliações e vimos os alunos muito motivados para fazer a prova. Agora esperamos novamente um bom desempenho”, afirmou.
Para Ivanete Oliveira, a participação dos estudantes representa um momento em que diferentes experiências construídas durante a graduação se encontram.
“Este dia representa uma culminância do percurso formativo dos nossos estudantes. As experiências que vivenciam nos cursos de Ciências Biológicas e Educação Física, orientadas por nossos currículos e construídas com seus professores, chegam com eles a esta prova. Hoje, ela também pode fazer parte dos processos de ingresso na carreira docente. É emocionante acompanhá-los em um momento que reúne a formação realizada no UniFOA e as possibilidades profissionais que começam a se apresentar”, afirmou.
No encontro antes da avaliação, a presença da equipe acadêmica também marcou o encerramento de uma etapa construída ao longo dos cursos. Mais do que o documento e as canetas necessários para a prova, os estudantes chegaram levando conhecimentos, experiências e a preparação desenvolvida durante a graduação.
Ivanete agradeceu aos alunos pelo compromisso com a formação, aos coordenadores e professores pelo trabalho desenvolvido ao longo dos cursos e aos técnicos administrativos pelo suporte oferecido durante a trajetória acadêmica.
A participação no Enade das Licenciaturas e na PND coloca os estudantes diante de duas dimensões que passam a se encontrar nesse momento da formação: a avaliação do percurso acadêmico e a possibilidade de utilizar esse desempenho em etapas futuras de ingresso na docência.
Aprender uma manobra de desengasgo, acompanhar simulações de parto, reanimação e intubação e conversar com quem já vive a rotina do curso de Medicina. Foi assim que alunos do 3º ano do Colégio Interativo tiveram um primeiro contato com experiências da graduação durante o Medicina em Ação, novo projeto do UniFOA voltado a estudantes do ensino médio.
A iniciativa foi criada para aproximar jovens que estão no período de escolha profissional da realidade universitária. Na primeira edição, os participantes conheceram espaços do campus Olezio Galotti, visitaram laboratórios e participaram, no AudiSmart, de estações práticas preparadas por estudantes e ligas acadêmicas do curso de Medicina.
A proposta permitiu que os alunos conhecessem não apenas a estrutura da instituição, mas também parte da dinâmica acadêmica vivenciada por quem escolhe a Medicina.
Para a orientadora do Ensino Médio do Colégio Interativo, Elaine Rosestolato, experiências desse tipo ajudam os estudantes a tomar decisões com mais conhecimento sobre a profissão que pretendem seguir.
“Muitos deles desejam fazer Medicina e nem sempre têm uma dimensão do que vem a ser essa profissão. Nós trabalhamos a escolha profissional com imersões em universidades e cursos, e essa parceria tem sido excelente porque eles entram em contato com a universidade, conhecem os ambientes e começam a entender melhor o que vão encontrar pela frente”, afirmou.
Quem conduziu boa parte dessa aproximação foram os próprios acadêmicos. Aline El Jurdi, estudante de Medicina do UniFOA, participou da preparação das atividades e destacou a identificação criada entre quem já está na graduação e os jovens que ainda estão escolhendo o próximo passo.
“A gente mostrou como é a nossa vivência, a nossa rotina, trocou experiências e tentou quebrar um pouco essa barreira. Um dia nós já fomos eles e hoje estamos aqui construindo o nosso sonho de nos tornar médicos. Agora colocamos esses alunos para colocar a mão na massa de verdade, e é muito gratificante ver a alegria deles, se reconhecendo e descobrindo um novo mundo”, contou.
Nas estações práticas, os visitantes puderam experimentar situações diferentes da rotina escolar. Para Juan Mantilla, aluno do Colégio Interativo, o contato ajudou a tornar mais concreta a ideia de estudar Medicina.
“Aprendemos até a manobra de desengasgo. Isso mostra um pouco da prática e do que eu imagino que seja estudar aqui no UniFOA. Está sendo uma experiência muito marcante”, afirmou.
Já Maria Eduarda Toniolo destacou a dinâmica das atividades e a proximidade com os universitários durante o percurso.
“Os alunos são muito atenciosos e estão dando bastante dica para a gente. Passamos por todas as estações, vimos parto, como desengasgar uma criança, reanimação e intubação. Está bem dinâmico e eu gostei muito”, contou.
O Medicina em Ação também faz parte de um movimento do UniFOA para aproximar a instituição das escolas da região e permitir que estudantes conheçam o ambiente universitário antes mesmo do processo seletivo.
Para Alexis Aragão, assessor de Marketing da Fundação Oswaldo Aranha (FOA), abrir o campus para esse contato ajuda os jovens a fazerem escolhas a partir de experiências reais.
“Queremos estar cada vez mais próximos das escolas e abrir as portas do UniFOA para que os estudantes possam conhecer de verdade o que acontece aqui. Não apenas visitar o campus, mas entrar nos laboratórios, conversar com nossos alunos, participar de atividades e vivenciar um pouco da rotina universitária. O Medicina em Ação nasce com esse propósito: aproximar, proporcionar experiências e ajudar esses jovens em um momento tão importante de escolha profissional”, destacou.
A primeira edição mostrou essa aproximação acontecendo na prática. Enquanto estudantes do ensino médio puderam experimentar parte da rotina de quem cursa Medicina, os acadêmicos assumiram outro papel: o de compartilhar a própria trajetória com quem, há pouco tempo, estava exatamente no lugar daqueles visitantes.
















Organizar um congresso com mais de 1.500 estudantes de Medicina, representantes de mais de 25 escolas médicas, 120 trabalhos científicos e 20 minicursos práticos exige mais do que interesse acadêmico. Exige liderança, tomada de decisão, comunicação, rede de contatos e capacidade de lidar com responsabilidades que também fazem parte da formação profissional.
Foi nesse lugar que Fernanda Perez, estudante do 9º período do curso de Medicina do UniFOA, esteve à frente do Congresso Carioca de Estudantes de Medicina (CCMED), um dos maiores eventos voltados à graduação médica no Rio de Janeiro. Durante três dias, o congresso reuniu atualização científica, atividades práticas, networking e discussões sobre os desafios da residência médica e do futuro da profissão.
Fernanda já conhecia o funcionamento do congresso pelas edições anteriores, mas a presidência colocou a estudante em uma posição diferente. Além da responsabilidade pelo evento, ela precisou conciliar a organização com a rotina do internato médico.
“Foi bem desafiador organizar o CCMED. Eu já havia participado das outras duas edições como parte da comissão organizadora, mas este ano, sendo presidente e responsável geral por tudo, foi bem mais intenso. Ainda mais já estando no internato, que demanda uma grande entrega da nossa parte. Mas, ao mesmo tempo, me fez crescer demais”, contou.
A organização também teve participação de outros estudantes do UniFOA. Davi Coelho, que acompanha o CCMED desde a primeira edição, esteve ao lado de Fernanda. Neste ano, o grupo também contou com Maria Eduarda Araújo, Isabella Marongio e Ariana Valle.
A experiência acadêmica construída no UniFOA ajudou Fernanda a chegar ao congresso com repertório. Antes de presidir o CCMED, ela participou de ligas acadêmicas, atuou no Diretório Acadêmico Paulo Mendes (DAPAM), foi diretora de ensino, presidente do diretório e integrou a organização de eventos do curso de Medicina da instituição.
“Acho que ter me envolvido com ligas e diretório acadêmico desde o início da faculdade me deu uma boa bagagem. Já havia organizado alguns congressos de Medicina da FOA, então já tinha uma noção para o CCMED. E ter atuado como diretora de ensino e, posteriormente, como presidente do DAPAM me ajudou bastante com as várias demandas que temos quando trabalhamos com pessoas diferentes e somos responsáveis pelas decisões finais”, explicou.
Para a estudante, a formação médica também acontece quando o aluno circula por outros espaços, conhece profissionais, participa de eventos e desenvolve habilidades que não aparecem apenas no conteúdo curricular.
“Acredito que a Medicina vai muito além da faculdade. A gente precisa sair da sala de aula e dos ambientes comuns para aprender mais, fazer networking e desenvolver novas habilidades. É incrível poder conhecer de perto grandes nomes da Medicina, conversar com eles, falar sobre os nossos medos e receios ao longo do curso. É como se eu recebesse um gás a mais para seguir”, afirmou.
A presença do UniFOA no CCMED também apareceu na programação. Fernanda convidou profissionais formados ou ligados à instituição para atividades que tiveram grande participação dos congressistas. Entre elas, a palestra da médica egressa Caroline Magalhães sobre “O Corpo em Alta Performance: o papel dos suplementos e os riscos dos anabolizantes”; o curso de ACLS ministrado por Gleicy Rocha; e o minicurso sobre comunicação de notícias difíceis na Medicina, conduzido por Bruna Casiraghi e Stéfanie Peloggia.
“Tanto a palestra quanto os minicursos ficaram lotados e foram muito elogiados. É muito bom poder ver os colegas que se formaram na FOA, e nossos professores sendo reconhecidos fora de Volta Redonda. E poder contribuir para que isso aconteça é incrível”, destacou Fernanda.
O convite para Bruna Casiraghi nasceu de uma experiência anterior em sala de aula. Os estudantes haviam participado de uma oficina conduzida pela professora no UniFOA e entenderam que aquele conteúdo também poderia contribuir com alunos de outras instituições.
“Foi muito legal receber o convite dos alunos. Eles tinham participado da nossa oficina durante uma aula e acharam que seria interessante levar para o congresso. Saber que a nossa aluna é presidente de um congresso desse vulto, com uma participação fantástica dos alunos, é muito gratificante”, afirmou Bruna.
No evento, a oficina sobre comunicação de notícias difíceis exigiu envolvimento dos participantes em uma atividade prática, com dramatização e discussão sobre uma das situações mais delicadas da atuação médica.
“A nossa oficina era prática, envolvia dramatização e tratava de um assunto complexo, difícil de ser trabalhado. Tivemos uma participação muito boa, não só em número, mas em envolvimento dos alunos. O retorno no final foi muito interessante”, avaliou.
Bruna dividiu a atividade com Stéfanie Peloggia, médica psiquiatra, professora do UniFOA e sua ex-aluna. A parceria também mostrou outro ciclo da formação acadêmica: quem antes participou como estudante hoje retorna como docente.
“A Stéfanie foi minha aluna de iniciação científica, depois minha orientanda no mestrado, e hoje é professora do UniFOA. Ela é peça essencial nessa oficina, porque traz o olhar médico para a atividade. Ver que ela teve essa experiência como aluna e hoje reproduz isso como professora é muito emocionante e gratificante”, destacou.
Egressa do curso de Medicina do UniFOA, Caroline Magalhães também reencontrou no CCMED uma parte da própria trajetória. Durante a graduação, ela participou da organização de eventos e do diretório acadêmico. Desta vez, voltou como palestrante.
“Foi um prazer gigantesco. Durante a faculdade, tive a oportunidade de organizar vários congressos, mas foi minha primeira vez como palestrante. É muito legal poder compartilhar um pouco do nosso conhecimento com estudantes que vão se tornar médicos em breve, ainda mais sobre um assunto tão em alta e tão importante para profissionais e futuros profissionais”, contou.
O convite feito por Fernanda teve significado especial para Caroline. As duas ocuparam, em momentos diferentes, espaços semelhantes dentro da vida acadêmica do curso.
“A Fernanda entrou no diretório assumindo uma posição que um dia foi minha. Ela foi diretora de ensino, como eu também fui. Então a gente já tinha uma relação de admiração. Quando ela me chamou, fiquei muito feliz. Vê-la organizando e conduzindo o evento me fez lembrar muito da minha época e trouxe um sentimento de casa”, afirmou.
Para Caroline, as experiências vividas no UniFOA ajudaram a desenvolver habilidades que seguem presentes em sua atuação profissional, inclusive na comunicação com pacientes, na presença em eventos e na construção de oportunidades no mercado.
“Durante a faculdade, desempenhei muitas funções. Desde a graduação, eu já estava acostumada a lidar com esse ambiente. A FOA sempre me permitiu estar em posição de protagonismo, participando da abertura e da organização de eventos importantes. Isso foi um diferencial não só para participar de novos eventos, mas também no meu trabalho, na comunicação com pacientes, nas redes sociais e na abertura de portas no mercado”, explicou.
À medida que se aproxima do fim da graduação, Fernanda também enxerga a participação em eventos como parte da construção da própria identidade profissional.
“Quanto mais perto do final da faculdade chega, mais a gente percebe o quanto somos observados o tempo inteiro. Como nos comportamos diante das situações, nossa dedicação, empenho, disciplina e proatividade. Tudo isso vai compondo a nossa imagem diante de médicos que vão abrir ou fechar portas para a gente. Acredito que as oportunidades vão aparecendo conforme a gente se mostra pronta para elas”, afirmou.
A atuação de Fernanda no CCMED evidencia uma dimensão importante da formação médica: o estudante também se desenvolve quando assume responsabilidades, organiza projetos, representa sua instituição e aprende a dialogar com diferentes profissionais. No congresso, essa trajetória apareceu em forma de liderança estudantil, presença de egressos e docentes do UniFOA e reconhecimento da formação construída dentro e fora da sala de aula.

A formação universitária também pode ser medida pelo caminho que o estudante consegue construir depois da graduação. Pelo quarto ano consecutivo, o Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) recebeu o Selo Instituição Comprometida com a Empregabilidade, concedido pela Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES).
O reconhecimento considera dados sobre a inserção de egressos no mercado de trabalho e evidencia a relação entre a formação acadêmica oferecida pela instituição e as oportunidades profissionais conquistadas pelos alunos após a conclusão do curso.
Na pesquisa realizada com 138 egressos do UniFOA, 84% dos entrevistados informaram que estão trabalhando. Entre eles, 67% atuam na área de formação. Considerando os egressos empregados, 80% trabalham em atividades relacionadas ao curso concluído, com média salarial de R$ 5 mil.
Para a pró-reitora de Extensão do UniFOA, Ana Carolina Callegario, receber o selo pela quarta vez confirma o impacto da formação na trajetória profissional dos estudantes.
“É um grande prazer fazer parte de uma instituição de ensino superior que recebe pela quarta vez o Selo de Instituição Comprometida com a Empregabilidade, da ABMES. O selo comprova que a formação profissional oferecida pelo UniFOA faz com que nossos egressos sejam absorvidos prontamente pelo mundo do trabalho”, afirmou.
O resultado também dialoga com ações desenvolvidas pela instituição para aproximar os estudantes da prática profissional, como projetos de extensão, atividades acadêmicas integradas, parcerias com empresas, programas de estágio e iniciativas voltadas à orientação de carreira.
Ao receber novamente o Selo Empregabilidade, o UniFOA consolida uma sequência de reconhecimento ligada à formação de profissionais preparados para atuar em suas áreas. Para os estudantes, o dado representa segurança sobre o percurso acadêmico. Para a instituição, confirma que ensino, prática e conexão com o mercado precisam caminhar juntos desde a graduação.
A formação em Biologia vai além do estudo dos seres vivos. Ela envolve pesquisa, educação, saúde, meio ambiente, biotecnologia, responsabilidade social e capacidade de interpretar os desafios da sociedade a partir da ciência. Com esse enfoque, o curso de Ciências Biológicas do UniFOA realizou a 17ª Semana da Biologia, reunindo estudantes, professores, pesquisadores, profissionais da área e egressos em uma programação voltada à integração, atualização e troca de experiências.
O evento teve como proposta fortalecer a formação dos estudantes a partir de discussões sobre o exercício profissional do biólogo e suas diferentes áreas de atuação.
Um dos pontos centrais da programação foi o debate sobre a Resolução nº 700, de 20 de abril de 2024, que regulamenta as áreas do conhecimento, atividades profissionais e campos de atuação do biólogo em Meio Ambiente e Biodiversidade, Saúde, Biotecnologia e Produção Industrial e Educação.
A discussão aproximou os acadêmicos das possibilidades concretas da profissão e reforçou a importância de uma formação crítica, ética, atualizada e comprometida com a divulgação científica, a transformação social e a responsabilidade ambiental.
Durante a Semana, os participantes acompanharam oficinas, palestras virtuais, exposição fotográfica, roda de conversa e atividades de integração. A programação foi organizada para ampliar o contato dos alunos com convidados de diferentes áreas ligadas à Biologia, permitindo que experiências acadêmicas e profissionais fossem compartilhadas ao longo do evento.
Nos dias 31 de agosto, 1º e 4 de setembro, foram realizadas oficinas no período da tarde e palestras virtuais à noite. A programação também contou com exposição de fotos sobre biodiversidade, no Centro Histórico-Cultural Dauro Aragão, além de uma roda de conversa sobre a atuação do biólogo na perícia criminal.
A 17ª Semana da Biologia também reforçou o perfil profissional que o curso busca desenvolver: observador, crítico, integrador, ético, colaborativo, criativo e atento às transformações científicas e sociais. A proposta é formar biólogos capazes de compreender a ciência como atividade social, com potencialidades, limites e impacto direto na vida das pessoas e na construção de sociedades mais sustentáveis.
Ao reunir formação acadêmica, debate profissional e experiências práticas, a Semana da Biologia fortaleceu o vínculo entre estudantes, docentes, pesquisadores e egressos. Mais do que marcar o calendário do curso, o evento ampliou a compreensão sobre o papel do biólogo em diferentes contextos de atuação e mostrou que a Biologia segue sendo uma área essencial para pensar saúde, educação, ambiente, inovação e futuro.





A dor menstrual intensa, quando naturalizada ou pouco investigada, pode atrasar diagnósticos e prolongar o sofrimento de muitas mulheres. Foi a partir dessa reflexão que a Liga Acadêmica de Saúde da Mulher e da Criança, do curso de Enfermagem do UniFOA promoveu uma palestra sobre endometriose, com a participação da palestrante Stefani Furtado.
Durante o encontro, os estudantes discutiram os impactos da doença na vida das mulheres, as dificuldades no diagnóstico, o avanço dos sintomas e os desafios ainda presentes no acesso a exames, acompanhamento e tratamento adequado. A atividade também abriu espaço para reflexões sobre a importância de uma escuta mais atenta por parte dos profissionais de saúde.
Uma das participantes relatou ter se identificado com diversos pontos abordados na palestra, especialmente em relação à demora para chegar ao diagnóstico. Segundo ela, foram necessários atendimentos com diferentes médicos até que a endometriose fosse identificada, após exames mais específicos. A estudante também relatou dores incapacitantes, cansaço excessivo e impactos na rotina acadêmica e pessoal.
O relato aproximou o tema da realidade vivida por muitas mulheres e reforçou uma das mensagens centrais da palestra: a dor precisa ser acolhida, investigada e levada a sério. Além dos aspectos clínicos, o encontro também abordou a necessidade de uma anamnese mais completa, maior preparo profissional para identificação precoce e ampliação do debate sobre os caminhos de cuidado.
Para Rafaela Vidal Lacerda, estudante do 3º período, a forma como o tema foi conduzido contribuiu para a formação humana dos futuros profissionais.
“Trazer a delicadeza que a palestrante trouxe, com um olhar sutil e humano, mostra a sensibilidade que vamos precisar na nossa carreira futura. Foi muito interessante saber que, quanto mais cedo vêm o diagnóstico e o tratamento, maiores são as possibilidades de a pessoa ter uma vida plena”, afirmou.
A estudante Milena Amante Silva, também do 3º período, destacou que a palestra ampliou sua compreensão sobre a gravidade da endometriose.
“Trabalho em hospital e não sabia que era tão sério, nem que poderia atingir outros órgãos. Gostei muito porque agregou conhecimento e achei o assunto muito importante e necessário”, contou.
Professora orientadora da Liga Acadêmica, Márcia Bastos avaliou que atividades como essa são fundamentais para aproximar os estudantes de temas que exigem conhecimento científico, escuta e empatia.
“Momentos como este são fundamentais para a formação dos nossos estudantes. Além de proporcionar conhecimento científico, estimulam a escuta, a empatia e a capacidade de enxergar o paciente para além da doença”, afirmou.
Segundo Márcia, a Enfermagem tem papel importante no acolhimento das queixas e na identificação de sinais que precisam ser investigados.
“Na Enfermagem, precisamos compreender que a dor relatada por uma paciente deve ser acolhida e investigada, e que uma assistência qualificada começa muitas vezes com uma anamnese cuidadosa e um olhar atento”, destacou.
A professora também agradeceu à palestrante pela condução da atividade e aos estudantes pela participação.
“Agradeço à Stefani Furtado pela disponibilidade, pela sensibilidade e pela riqueza das informações compartilhadas, e aos nossos estudantes pela participação e pela abertura para aprender e refletir”, completou.
Discutir a endometriose a partir de informação, experiência e sensibilidade, a palestra reforçou a importância de formar profissionais preparados para reconhecer sintomas, ouvir as pacientes e contribuir para um cuidado mais humano. Mais do que falar sobre uma doença, o encontro lembrou que a qualidade da assistência começa quando a dor de uma mulher deixa de ser minimizada.
Escolher onde cursar Medicina é uma decisão que envolve mais do que aprovação no processo seletivo. É também uma escolha sobre trajetória, segurança, estrutura e confiança no diploma que acompanhará o futuro médico por toda a vida. Com essa proposta, o Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) abre inscrições para o processo seletivo do curso de Medicina.
O curso de Medicina do UniFOA reúne tradição acadêmica, vivência prática desde o início da graduação, hospital próprio e atuação integrada a diferentes cenários de saúde, oferecendo ao estudante uma formação conectada aos desafios reais da profissão.
Reconhecido com nota máxima pelo MEC, o curso também conta com chancela internacional SAEME-CFM, diferencial que coloca o UniFOA em posição de destaque na formação médica. Ao longo de sua trajetória, a instituição já formou mais de 4.500 médicos, profissionais que atuam em diferentes regiões do Brasil e também no exterior.
Para quem deseja ingressar na Medicina, esses indicadores representam mais do que números. Eles reforçam a segurança de escolher uma instituição com experiência consolidada, reconhecimento acadêmico e compromisso com a qualidade da formação.
A estrutura do UniFOA também fortalece esse percurso. O estudante conta com o maior ecossistema de saúde e educação da região, que integra salas de aula, laboratórios, ambientes de simulação, unidades de saúde, parceria com municípios e o Hospital da Fundação Oswaldo Aranha (H.FOA), hospital próprio da instituição.
Essa integração permite que a formação médica aconteça em contato com diferentes realidades do cuidado. Desde os primeiros períodos, o aluno participa de vivências práticas compatíveis com sua etapa de aprendizagem, sempre com supervisão, ampliando gradualmente sua compreensão sobre o paciente, os serviços de saúde e a responsabilidade da atuação médica.
O H.FOA também representa um diferencial importante na formação. Como hospital próprio, amplia a relação entre ensino e assistência, aproximando o estudante de uma estrutura de saúde em funcionamento e de práticas que envolvem cuidado, tecnologia, equipes multiprofissionais e diferentes níveis de complexidade.
Além disso, as parcerias com municípios da região ampliam os cenários de aprendizagem e fortalecem o contato dos estudantes com a realidade do Sistema Único de Saúde, da atenção básica, da rede hospitalar e das demandas concretas da população.
Para os candidatos, o processo seletivo representa a possibilidade de ingressar em uma instituição com tradição na formação médica, reconhecimento acadêmico e atuação consolidada no Sul Fluminense. A proposta é formar profissionais preparados para os desafios da Medicina, com base em experiência, prática supervisionada e contato permanente com a realidade da saúde.
Processo Seletivo Medicina UniFOA:
Formas de ingresso:
Os interessados devem realizar a inscrição pelo unifoa.edu.br/portaldocandidato e acompanhar o edital completo, com informações sobre prazos, critérios, formas de ingresso e demais orientações.
O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) recebeu, na última semana, o lançamento do livro "A Era das Decisões Invisíveis", da advogada e egressa da instituição Helem Franceschini. A obra propõe uma reflexão sobre a influência dos algoritmos, da inteligência artificial e da coleta de dados sobre as escolhas realizadas diariamente pelos usuários no ambiente digital.
O evento reuniu mais de 350 pessoas e contou também com a participação do desembargador do TJ/RJ, Dr. Vitor Marcelo, em um momento de troca de experiências e discussão sobre os desafios relacionados ao uso da tecnologia na sociedade contemporânea.
Formada em Direito pelo UniFOA, Helem retornou à instituição quase 20 anos após sua graduação para apresentar a obra que teve origem durante sua pós-graduação em Direito Digital e Proteção de Dados. Assim, o interesse pelo tema surgiu durante a pesquisa sobre capitalismo de vigilância desenvolvida para o trabalho de conclusão do curso.
Segundo a autora, o aprofundamento dos estudos revelou como comportamentos aparentemente simples no ambiente digital, como pesquisas, curtidas, interações e o tempo de permanência diante de determinados conteúdos, podem gerar informações sobre preferências, comportamentos e vulnerabilidades dos usuários.
A partir dessa constatação, o trabalho acadêmico ganhou uma nova dimensão e foi transformado em livro. A proposta de Helem é levar o debate para além do ambiente acadêmico e apresentar o assunto em uma linguagem acessível.
“Queria que qualquer pessoa pudesse ler e entender, sentada na cozinha de casa, o que acontece por trás da tela que segura nas mãos todos os dias”, explica a autora.
Para Helem, a discussão não parte de uma tentativa de demonizar a tecnologia, mas de estimular o uso consciente das ferramentas digitais. A autora defende que compreender como os dados são coletados e utilizados é fundamental para que os usuários tenham maior autonomia sobre suas decisões.
Durante o lançamento, o desembargador Dr. Vitor Marcelo destacou que a temática da obra ultrapassa os limites do Direito e está presente na rotina de qualquer pessoa que utilize dispositivos e serviços digitais.
Segundo ele, o livro aborda de maneira clara como os algoritmos podem atuar de forma silenciosa na orientação das escolhas dos usuários. Entre os exemplos estão as permissões concedidas a aplicativos para acesso à localização, câmera, microfone e outras informações pessoais.
O desembargador ressaltou ainda a importância do chamado letramento digital, especialmente diante da quantidade de dados pessoais compartilhados diariamente.
“É importante que as pessoas tenham conhecimento disso”, afirmou Dr. Vitor Marcelo, ao destacar a necessidade de atenção às permissões e informações fornecidas ao utilizar aplicativos e serviços digitais.
A reflexão também se estende ao uso cotidiano de dados pessoais em situações aparentemente simples. Para o desembargador, compreender como essas informações podem ser coletadas, transformadas em dados e utilizadas por empresas e instituições é parte fundamental da adaptação à nova realidade digital.
Além da discussão sobre tecnologia, o lançamento teve um significado especial para a autora por representar o retorno ao espaço onde iniciou sua trajetória acadêmica e profissional.
Helem relembrou a importância dos professores que fizeram parte de sua formação, entre eles o presidente da Fundação Oswaldo Aranha (FOA), Dr. Eduardo Prado, que foi seu professor durante a graduação.
Para ela, retornar ao UniFOA para lançar o livro representou mais do que apresentar uma obra. Foi também a oportunidade de reencontrar pessoas que participaram de sua formação e reconhecer a influência que a universidade teve em sua trajetória.
“Não estava apenas lançando um livro. Estava fechando um ciclo, agradecendo e, quem sabe, ajudando outras pessoas a acreditarem que também podem escrever uma história diferente para as próprias vidas”, destacou Helem.
O presidente da FOA, Dr. Eduardo Prado, também ressaltou a trajetória da ex-aluna e a satisfação da instituição em recebê-la novamente. Segundo ele, Helem foi uma estudante com grande potencial e conseguiu transformar essa capacidade em uma trajetória profissional construída ao longo dos anos.
Para o UniFOA, o encontro reforça a importância da universidade como espaço de formação, produção de conhecimento e continuidade de vínculos com seus egressos, além de promover discussões sobre temas que impactam diferentes áreas da sociedade.
A Era das Decisões Invisíveis amplia esse debate ao propor que o público compreenda melhor os mecanismos presentes no ambiente digital e reflita sobre o papel da tecnologia nas decisões que fazem parte da vida cotidiana.
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