A saúde mental de crianças e adolescentes vem se tornando, principalmente nas últimas décadas, tema de inquietação e temor. Não somente restrita aos pais e educadores, a preocupação também abrange e intriga profissionais da área da saúde mundialmente, motivados pelo impacto da velocidade de transformação do mundo; fluxo acelerado de informações e a participação das telas no processo de neurodesenvolvimento desde a mais tenra idade. Porém, ainda se conhece pouco sobre as consequências na saúde mental e no desenvolvimento neurológico de crianças e adolescentes.
Esse quadro foi agravado por conta da pandemia da Covid-19, quando as crianças em idade escolar foram privadas do ensino presencial e houve o isolamento social. Pesquisas mundiais indicam que as crianças se sentiram infelizes e, consequentemente, houve um aumento nas condições de saúde mental dos pequenos. A partir desse quadro, a arteterapia tornou-se uma valiosa aliada à abordagem de crianças e adolescentes neurodivergentes e/ou em sofrimento psíquico.
Reconhecendo o potencial benefício da arteterapia, o curso de Medicina do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) vem elaborando o “PedArte – Cuidado de Crianças com TEA e TDAH”, um projeto de extensão universitária que pretende auxiliar no tratamento e desenvolvimento de crianças entre 4 e 7 anos, e que já são acompanhadas no Ambulatório de Neuropediatria na Policlínica da instituição, localizada no campus Olezio Galotti, em Três Poços. O atendimento vai iniciar em agosto, em um espaço criado especialmente para que os pacientes se sintam à vontade para interagir e terá uma extensão inicial de 6 meses.
As atividades do projeto estão programadas para acontecer quinzenalmente, com duas sessões por mês e duração de 1 hora, a serem conduzidas com grupos de 8 a 10 crianças. Os alunos participantes contarão com o auxílio e supervisão de pelo menos um profissional da equipe multiprofissional de acompanhamento da criança com distúrbio do neurodesenvolvimento (psicopedagogo e/ou neuropediatra e/ou terapeuta ocupacional).
Para o professor Luciano Costa, o projeto é importante para os estudantes envolvidos, para desenvolver as habilidades humanas e sociais tão significativas para a prática médica, contribuindo também para que possam vivenciar experiências que traduzam o respeito à diversidade e à infância como parte da formação profissional que a instituição busca nos alunos:
“Como docente, acredito que o projeto reforça o compromisso da instituição com a responsabilidade e a inclusão social que temos como parte do atendimento que fornecemos aos nossos pacientes. Pretendemos abranger e beneficiar cada vez mais crianças atendidas no serviço de Pediatria de Três Poços, contribuindo com a inclusão e o desenvolvimento durante a infância”, ressaltou.
De acordo com a aluna do 12º período de Medicina, Maria Eugênia Galhardo, uma das responsáveis pela elaboração do projeto, serão organizadas atividades para criação artística utilizando materiais como lápis de cor, biscuit, massa de modelar, tinta guache, tinta a óleo, giz de cera, isopor, placas de EVA e argilas:
“As atividades vão ser desenvolvidas com materiais reciclados como caixas, restos de tecido, garrafas plásticas, entre outros, bem como brinquedos destinados à estimulação e percepção sensorial e cognitiva, como caixas mágicas, areia cinética, placa de texturas e afins. Os temas abordados terão relação com o cotidiano e a infância, como vivência em ambiente escolar, familiar e comunitário, além de temas relacionados a aspectos que envolvem a identificação e nomeação de emoções, o espaço geográfico e o lazer, contribuindo com o desenvolvimento psíquico, emocional e motor através da observação, elaboração e criatividade”, explicou a aluna.
Com o existe uma grande procura de pacientes/crianças atípicas em busca de suporte ao neurodesenvolvimento, há a possibilidade de ampliar ainda mais o cuidado e a assistência às crianças já atendidas no ambulatório de Pediatria na Policlínica do UniFOA. Dessa forma está sendo estudada a abertura de novas vagas para participação no projeto, ocorrendo semestralmente. Os discentes que participam deste projeto, além da Maria Eugênia, são: Aline de Paula, Giovanna Liberati e Sérgio Vitor Vicente.
“Tudo começou durante uma consulta na Policlínica com um paciente portador de TDAH, que estava muito agitado e somente se acalmou após ter recebido papel e caneta para brincar. Elaboramos o projeto e fiquei muito emocionada quando o professor Rodrigo Freitas informou que havia sido aprovado. Fui correndo dar a ótima notícia aos coordenadores e professores muito especiais também envolvidos, como Luciano Costa, Clarisse Drumond e Marcia Trindade. Agradeço imensamente pelo apoio e confiança, e também à FOA/UniFOA por acreditar na proposta e disponibilizar a infraestrutura e todos os materiais para visibilizarmos o projeto”, contou Maria Eugênia.
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Em um gesto que reforça o compromisso com a inclusão e a acessibilidade, membros da Associação dos Aposentados e Pensionistas de Volta Redonda (AAPVR) visitaram o Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), ontem (05). O objetivo da visita foi entregar um exemplar do Estatuto do Idoso em braile à reitora Ivanete Oliveira, um marco importante para a comunidade acadêmica.
A entrega do documento simboliza a importância de todos saberem os direitos dos idosos e de promover a igualdade de oportunidades para todos. O estatuto em braile, em especial, possibilita que pessoas com deficiência visual tenham acesso às leis que as protegem, promovendo assim a cidadania plena.
Durante a entrega, os membros da AAPVR, destacaram a importância da parceria entre a AAPVR e o UniFOA. "Essa iniciativa demonstra o compromisso da instituição com a inclusão social e com a construção de uma sociedade mais justa e igualitária", afirmou.
Ivanete agradeceu a visita da AAPVR e ressaltou a importância do documento para a comunidade acadêmica. "O estatuto do idoso em braile é um instrumento fundamental para a promoção dos direitos dos idosos e para a construção de uma universidade mais acessível e inclusiva", disse.
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Em um gesto que reforça o compromisso com a inclusão e a acessibilidade, membros da Associação dos Aposentados e Pensionistas de Volta Redonda (AAPVR) visitaram o Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), ontem (05). O objetivo da visita foi entregar um exemplar do Estatuto do Idoso em braile à reitora Ivanete Oliveira, um marco importante para a comunidade acadêmica.
A entrega do documento simboliza a importância de todos saberem os direitos dos idosos e de promover a igualdade de oportunidades para todos. O estatuto em braile, em especial, possibilita que pessoas com deficiência visual tenham acesso às leis que as protegem, promovendo assim a cidadania plena.
Durante a entrega, os membros da AAPVR, destacaram a importância da parceria entre a AAPVR e o UniFOA. "Essa iniciativa demonstra o compromisso da instituição com a inclusão social e com a construção de uma sociedade mais justa e igualitária", afirmou.
Ivanete agradeceu a visita da AAPVR e ressaltou a importância do documento para a comunidade acadêmica. "O estatuto do idoso em braile é um instrumento fundamental para a promoção dos direitos dos idosos e para a construção de uma universidade mais acessível e inclusiva", disse.
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O curso de Engenharia ABI (Área Básica de Ingresso) do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) ganhou destaque no prestigiado Congresso Nacional de Engenharia Mecânica (CONEM) 2024, realizado de 29 de julho a 2 de agosto em Natal (RN). Os artigos apresentados pelo professor Italo Rodrigues, elaborados por ele junto com os estudantes Gabriel Rodrigues e Bruno Lima, trouxeram reconhecimento e prestígio à instituição, abordando temas de ponta como inteligência artificial na siderurgia e projetos sustentáveis com materiais recicláveis.
Com o tema "Ciência e Engenharia Para o Futuro", a 12ª edição do CONEM reuniu especialistas de renome para discutir as fronteiras do conhecimento científico e tecnológico. O evento, que abordou áreas inovadoras como inteligência artificial aplicada à engenharia mecânica e transição energética, também contou com simpósios em diversos campos da engenharia, incluindo Ciências Térmicas e Engenharia Aeroespacial. Os artigos do UniFOA destacaram-se não apenas pela inovação, mas também pela sua aplicabilidade prática, capturando a atenção e admiração dos participantes.
Os projetos que foram apresentados tiveram tópicos atuais aliados a abordagens inovadoras, aprofundadas ao longo dos artigos. O trabalho “Otimização de Redes Neurais Artificiais na Siderurgia: Uma Abordagem Baseada em Algoritmos Genéticos” explorou a aplicação de redes neurais artificiais (IA) na área da siderúrgica, sendo um dos únicos que apresenta um estudo de caso passível de implantação no sistema real para controle de laminadores, máquinas utilizadas na conformação mecânica de materiais.
Dessa maneira, o uso de inteligência artificial aplicada de forma inovadora somada aos resultados favoráveis e a aplicabilidade, chamaram atenção dos organizadores do CONEM, sendo selecionado para apresentação oral:
“A seleção dos projetos e suas apresentações significam um grande impulso para meus sonhos na área da Engenharia. Ser selecionado para o CONEM reafirma que estou no caminho certo e me dá a confiança necessária para enfrentar os desafios futuros. Ver nosso trabalho sendo reconhecido em um evento tão prestigiado me inspira a continuar explorando novas ideias, buscando soluções inovadoras e contribuindo para o avanço da engenharia”, afirmou Bruno, orgulhoso pelo reconhecimento obtido pelos trabalhos.
Já o projeto “Percepção de Estudantes de Engenharia em Projeto de Extensão com Foco em Sustentabilidade” foi relacionado ao desenvolvimento de uma extrusora. Ela é uma máquina que possibilita a extrusão de um material, processo mecânico de produção de componentes de forma contínua, no qual o material é forçado através de uma matriz, adquirindo o formato pré-determinada pela matriz projetada para a peça.
Com o propósito da sustentabilidade apontado pelo tema proposto, a pesquisa foi elaborada a partir do estudo de garrafa
Na sua confecção para a pesquisa, foi elaborada a partir do uso de uma garrafa pet, material reciclável que representou o propósito da sustentabilidade apontado pelo tema da proposta. Outro diferencial para o trabalho ter sido escolhido para o congresso foi pelo conteúdo conter o olhar pessoal dos estudantes, uma vez que sua aplicação foi utilizada para a disciplina de projetos integrados do curso da Engenharia ABI, que objetiva benefícios voltados diretamente à sociedade:
“Os artigos terem sido expostos para centenas de profissionais da área significa um misto de alegria, alívio e realização para mim. Pois, apesar de todos os problemas enfrentados, conseguimos colher o fruto dos esforços somados. Além disso, ser apresentado em um evento desse porte valida não só o meu esforço individual, mas também o apoio que recebi de colegas, professores e familiares ao longo dessa jornada”, enfatizou Gabriel Rodrigues, muito feliz pela repercussão alcançada pelas pesquisas desenvolvidas.
A exposição das pesquisas dos acadêmicos representou uma oportunidade, mesmo que indireta, de um networking com outros profissionais relevantes em âmbitos específicos da Engenharia. Segundo o professor Italo, apresentar os artigos no CONEM foi um grande privilégio, sendo reflexo da formação integral que o UniFOA proporciona aos seus estudantes:
“É muito gratificante saber que todos eles têm interesse em realizar pesquisas e, mais do que isso, comunicar os resultados, participando de congressos. O compromisso do UniFOA com a qualidade de ensino e pesquisa, são fundamentais para que alcancemos resultados a nível de outros centros de pesquisas nacionais”, enalteceu o docente, que ainda explicou sobre seu sentimento como educador ao participar do evento:
“Considero que este tenha sido um dos melhores Congressos que eu tenha participado. Após a apresentação a audiência se mostrou muito interessada e todos os comentários foram positivos. Nesse sentido, várias novas ideias sugiram para condução de novas pesquisas”.
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O curso de Medicina do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) realizou o acolhimento dos ingressantes do 2º semestre de 2024 e veteranos no campus Universitário Olezio Galotti, em Três Poços. No intuito de começar uma nova etapa de suas vidas profissionais e acadêmicas, os estudantes foram recebidos por professores e o coordenador do curso, Júlio Aragão, na recepção que foi iniciada pela manhã.
Como ponto de partida, os recém-chegados, da Med82, viram os fundamentos, cronogramas, atividades realizadas pelo curso ao longo de toda a graduação e à nova matriz curricular do curso de Medicina do UniFOA. Depois, realizaram um tour guiado pelo campus, onde foram apresentados à estrutura de excelência que nossa cidade universitária oferece aos seus discentes, que conta com laboratórios e equipamentos de ponta, professores com metodologias inovadoras de ensino e o Núcleo de Atividade Virtual de Ensino, o laboratório NAVE.
Além disso, os estudantes conheceram as plataformas LXP, TEAMS, Jaleco e Paciente 360, instrumentos de aprendizagem virtuais utilizados pela instituição para maximizar o aprendizado de seus acadêmicos, a fim de dinamizar o conteúdo transmitido durante as aulas. Para concluir o primeiro dia de Start, todos foram recepcionados pela professora Vânia de Oliveira, que apresentou o Centro de Aprendizagem e Inovação Pedagógica (CAIP), um grande parceiro na trajetória acadêmica dos alunos de todos os cursos do UniFOA.
No começo da tarde, os veteranos também foram recebidos no Auditório William Monachesi, onde tiveram orientações sobre a continuidade do curso e as novas metodologias que serão aplicadas ao decorrer do semestre. Entre todos as particularidades que foram discutidas e expostas aos ingressantes, o coordenador do curso Júlio Aragão falou sobre as novas exigências feitas pelo Exame Nacional de Residência (Enare), uma avaliação realizada pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh/MEC) que tem como objetivo oferecer mais oportunidades de vagas de residências das áreas médica, uni e multiprofissional.
Relatos que Enaltecem o Acolhimento e suas surpresas positivas:
Maria Clara Vilela, caloura da Med82, expressou sua satisfação em iniciar seu grande sonho de estudar Medicina, enfatizando sua escolha pelo UniFOA:
“Essa nova etapa da minha vida significa a realização de um sonho que tenho desde criança, pelo que representa a Medicina para mim, que é cuidar do próximo. Escolhi o UniFOA pelo reconhecimento que o Centro Universitário possui, e espero que minha trajetória por aqui seja um sucesso”.
Nathan Conrado, também ingressante, comentou um pouco suas expectativas para o começo de sua nova jornada acadêmica e profissional:
“Me sinto bastante realizado por ter conseguido entrar para o curso de Medicina. É uma profissão que sempre almejei atuar, e estar no UniFOA que é uma instituição bastante conceituada é um motivo de bastante orgulho para mim”.
Débora Leopoldino, do 7º período, enalteceu a qualidade de ensino do corpo docente do curso e explicou suas expectativas para o início de mais um semestre no Centro Universitário de Volta Redonda:
“É sempre um grande prazer retornar ao Centro Universitário para o começo de uma nova etapa da minha vida acadêmica. Gosto sempre de ter esse acolhimento da instituição e da coordenação, pois eles sempre nos atualizam sobre os avanços e as novidades que serão aplicadas dentro do nosso aprendizado. Já olhamos quais serão nossos professores desse período e são todos excelentes, por isso tenho expectativas muito boas para o decorrer desse semestre”.
O coordenador Júlio Aragão reforçou a importância do acolhimento ao ressaltar os impactos positivos gerados pela recepção a todos os alunos do curso:
“A semana de acolhimento é fundamental para construir um senso de comunidade e pertencimento, reduzindo a ansiedade dos ingressantes e promovendo a continuidade do engajamento dos estudantes de períodos mais avançados. Essa iniciativa reforça a coesão do corpo discente, facilita a troca de experiências e conhecimentos, e cria um ambiente mais acolhedor e colaborativo para todos os estudantes”.
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A 6ª Semana de Formação Continuada teve início na última segunda-feira (29) e segue até esta sexta-feira (2), com a realização de palestras, cursos, workshops e oficina aos professores do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) e Escola Técnica da Fundação Oswaldo Aranha (EtecFOA). As atividades têm por objetivo manter os docentes atualizados, através de capacitações inovadoras, que foram realizadas em diversos locais do campus Olezio Galotti, em Três Poços, de maneira presencial e online.
Grande entusiasta da Formação Continuada, a reitora do UniFOA, Ivanete Oliveira esclarece que as ações desenvolvidas representam não apenas um momento de reencontro e troca de energias para começar o semestre com mais vigor, mas também uma oportunidade de discussão, reflexão e aprendizagem:
“Durante toda a semana, são oferecidos aos docentes workshops, oficinas, cursos e palestras, em horários matutinos, vespertinos e noturnos, atendendo às expectativas dos professores para aprimorar continuamente seu perfil profissional de maneira arrojada e competente. Com encontros virtuais e presenciais, a programação proporcionou a melhor capacitação para o corpo docente, promovida também por profissionais externos, a fim de apresentar um novo olhar sobre os temas debatidos.”
A reitora ainda destacou que “os docentes do UniFOA precisam desenvolver um perfil que contemple competências humanas, teórico científicas e didáticas. Portanto, todas as atividades dessa semana visam a alinhar esse perfil com os nossos currículos, que são baseados em competências e utilizam a metodologia de projeto. As atividades abordam diversas temáticas, como questões socioemocionais, combate à violência, metodologias ativas, práticas exitosas, e direitos e deveres dos docentes, entre outras. Dessa forma, cada professor pode personalizar sua trajetória, escolhendo as atividades mais apropriadas ao seu perfil profissional.”
Atualização pedagógica, troca de experiência e fortalecimento das práticas educativas. Diante desse cenário, o Centro de Apoio e Inovação Pedagógica (Caip), por meio do "Olhar Docente", desempenha um papel fundamental, pois oferece um espaço colaborativo, dedicado a oferecer suporte pedagógico contínuo aos professores, incentivando a reflexão sobre suas práticas e promovendo a inovação no ambiente acadêmico por meio de oficinas, workshops, seminários, cursos e grupos de estudo.
A professora e responsável pelo Caip, Maria das Graças, explica que o setor participou ativamente das atividades previstas na Semana de Formação Continuada:
“Ao investir nos professores, a instituição fortalece o seu compromisso com a qualidade da educação ofertada, resultando em um ensino mais dinâmico, inclusivo e eficaz. Além disso, promove a valorização do corpo docente, reconhecendo a importância de seu papel e contribuindo para o seu desenvolvimento profissional e pessoal. Esse investimento reafirma o compromisso institucional com a excelência acadêmica e o desenvolvimento integral de seus educadores, garantindo um ambiente acadêmico de qualidade para todos os envolvidos.”
Os professores participaram efetivamente das ações programadas, ao longo da semana, sendo como palestrantes que mostraram seus casos exitosos ou como ouvintes, entendendo os projetos apresentados e até podendo adaptá-los para o seu próprio curso.
“Sempre é bom ouvir o depoimento de colegas e entender os projetos, pois podemos - com o sucesso aplicado numa determinada área e curso -, trazer para a nossa sala de aula. É muito positivo para o docente trabalhar com o êxito de outras equipes, pois podemos fazer ele seja integrante da nossa programação e torna-se um reforço ao sucesso das nossas ações”, enalteceu o professor José Marcos Rodrigues, que também mostrou um caso exitoso aplicado no curso de Engenharia.
A sua opinião é compartilhada com o professor e coordenador do curso de Engenharia Civil, Sérgio Luiz Taranto:
“A Semana Formação Continuada faz uma diferença enorme para o professor, porque interagimos com todos os cursos e todos os professores, além de ficarmos por dentro do que cada um está desenvolvendo nos cursos, despertando para novas ideias e nos atualizando com que há de mais moderno em termos de aprendizado e mercado de trabalho para os nossos estudantes”, finalizou.
Entre as palestras, workshops, cursos e oficinas, os docentes puderam vivenciar diversos temas, que ofereceram experiências e aprendizados dentro do perfil definido pela instituição:
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O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) está promovendo a 6ª Semana de Formação Continuada, um evento semestral destinado ao aperfeiçoamento contínuo de seus docentes. Realizado durante a primeira semana de cada período letivo, o evento faz parte da política de Formação Continuada da instituição e busca incentivar a participação dos professores em workshops, oficinas e palestras, com o objetivo de aprimorar as práticas didático pedagógicas.
Ontem, um dos destaques da semana foi o Encontro de Docentes, realizado no auditório William Monachesi, no campus Olezio Galotti. A reitora do UniFOA, Ivanete Oliveira, conduziu o encontro, trazendo importantes reflexões sobre a recente conquista da instituição: a nota 5, a mais alta atribuída pelo Ministério da Educação (MEC), e discutiu o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI).
"Nós identificamos durante o semestre anterior as principais demandas dos docentes e construímos uma trajetória de formação personalizada para atendê-las. Esta semana de formação traz algo muito novo e empolgante. Muitos docentes elogiaram o processo, que inclui atividades lúdicas que permitem aos participantes aprenderem de maneira ativa e diferenciada", comentou a reitora Ivanete Oliveira.
Em sua fala, Ivanete também destacou a valorização do docente como ambiente de trabalho saudável, condições de trabalho adequada, participação na tomada de decisões e formação e capacitação continuada, destacando que apenas 2% das Instituições de Ensino Superior (IES) no Brasil possuem a nota 5.
A professora Márcia Bastos destacou a relevância das atividades oferecidas durante a semana: "A Semana de Formação foi dedicada a aprimorar nossas habilidades pedagógicas com oficinas que abordaram temas relevantes, como antirracismo, saúde mental e bem-estar dos professores. O gerenciamento do estresse e as habilidades interpessoais mostraram-se muito benéficos, pois a saúde mental dos professores impacta diretamente na qualidade do ensino. A troca de experiências entre professores também foi muito válida. A partilha e colaboração de boas práticas ajudou muito a obter conhecimentos sobre diversas abordagens pedagógicas e fortaleceu a nossa comunidade acadêmica."
O pró-reitor acadêmico, Bruno Gambarato, enfatizou a importância do encontro: "Reunir nossos docentes, trocar experiências e aprender coisas novas é essencial. Nosso objetivo é sempre oferecer o melhor para nossos alunos, e fazemos isso com amizade, boas formações e muitas conversas produtivas."
O encontro foi finalizado com um toque especial, acompanhado de um delicioso coquetel e muita música, demonstrando o cuidado e o carinho com que tudo foi organizado.
Você ainda pode conferir o Encontro de Docentes no vídeo abaixo:
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O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) está promovendo a 6ª Semana de Formação Continuada, um evento semestral destinado ao aperfeiçoamento contínuo de seus docentes. Realizado durante a primeira semana de cada período letivo, o evento faz parte da política de Formação Continuada da instituição e busca incentivar a participação dos professores em workshops, oficinas e palestras, com o objetivo de aprimorar as práticas didático pedagógicas.
Ontem, um dos destaques da semana foi o Encontro de Docentes, realizado no auditório William Monachesi, no campus Olezio Galotti. A reitora do UniFOA, Ivanete Oliveira, conduziu o encontro, trazendo importantes reflexões sobre a recente conquista da instituição: a nota 5, a mais alta atribuída pelo Ministério da Educação (MEC), e discutiu o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI).
"Nós identificamos durante o semestre anterior as principais demandas dos docentes e construímos uma trajetória de formação personalizada para atendê-las. Esta semana de formação traz algo muito novo e empolgante. Muitos docentes elogiaram o processo, que inclui atividades lúdicas que permitem aos participantes aprenderem de maneira ativa e diferenciada", comentou a reitora Ivanete Oliveira.
Em sua fala, Ivanete também destacou a valorização do docente como ambiente de trabalho saudável, condições de trabalho adequada, participação na tomada de decisões e formação e capacitação continuada, destacando que apenas 2% das Instituições de Ensino Superior (IES) no Brasil possuem a nota 5.
A professora Márcia Bastos destacou a relevância das atividades oferecidas durante a semana: "A Semana de Formação foi dedicada a aprimorar nossas habilidades pedagógicas com oficinas que abordaram temas relevantes, como antirracismo, saúde mental e bem-estar dos professores. O gerenciamento do estresse e as habilidades interpessoais mostraram-se muito benéficos, pois a saúde mental dos professores impacta diretamente na qualidade do ensino. A troca de experiências entre professores também foi muito válida. A partilha e colaboração de boas práticas ajudou muito a obter conhecimentos sobre diversas abordagens pedagógicas e fortaleceu a nossa comunidade acadêmica."
O pró-reitor acadêmico, Bruno Gambarato, enfatizou a importância do encontro: "Reunir nossos docentes, trocar experiências e aprender coisas novas é essencial. Nosso objetivo é sempre oferecer o melhor para nossos alunos, e fazemos isso com amizade, boas formações e muitas conversas produtivas."
O encontro foi finalizado com um toque especial, acompanhado de um delicioso coquetel e muita música, demonstrando o cuidado e o carinho com que tudo foi organizado.
Você ainda pode conferir o Encontro de Docentes no vídeo abaixo:
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Para marcar o início do novo semestre letivo, o Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) vem realizando a 6ª Semana de Formação Continuada, que capacita os docentes sobre processos inovadores que devem ser inseridos nos currículos dos cursos, bem como a parte avaliativa de competência dos alunos. É o caso da “Oficina OSCE e Simulação Realística”, que afere de maneira justa e igualitária o que o estudante consegue fazer na prática, aliada à teoria.
O OSCE (Objective Structured Clinical Examination ou Exame Estruturado de Habilidades Clínicas) é aplicado em escolas de Medicina de todo o mundo, há mais de 50 anos.
Trata-se de um método que avalia o conhecimento clínico e prático que um estudante de medicina possui, de acordo com um determinado período do curso. Mas também é uma ferramenta estratégica para o ensino de outras áreas da saúde, que permite avaliar de forma objetiva e padronizada as competências clínicas dos estudantes, assegurando que estejam prontos para atender às demandas do mercado de trabalho com excelência.
A oficina foi realizada na manhã e tarde desta quarta-feira (31), com a cirurgiã e professora do curso de Medicina Alessandra Patrícia Soares da Costa Rafael:
“Estamos na semana de capacitação docente, com o intuito de melhorar cada vez mais não só o ensino, mas a parte avaliativa desse ensino. O encontro de hoje visa ao treinamento das ferramentas de avaliação previstas pelo OSCE, que são validadas e consolidadas, e que tornam a análise dos graduandos um instrumento uniforme - e não subjetivo, da parte apenas do professor. Trata-se de um teste que torna a avaliação padronizada, mais justa e mais correta no sentido acadêmico”, explicou.
Dentro do dispositivo OSCE, além de conhecimento técnico da área, os professores avaliam também a forma como os alunos se comportam em relação ao contato com os pacientes, pois é preciso entender que os discentes estão preparados para a lidar com o dia a dia da profissão. Além disso, é um momento importante para que o próprio estudante faça uma autoavaliação e perceba o que precisa ser melhorado. Todo o teste tem a duração de 10 minutos, além de dois minutos de ‘feedback’, quando o professor mostra ao discente o que necessita ser aprimorado.
O coordenador do curso de Medicina do UniFOA, Julio Aragão, afirmou que a oficina é uma iniciativa fundamental para a capacitação contínua dos professores:
“Este evento oferece treinamento prático em simulações de desempenho clínico, permitindo que nossos docentes aprimorem suas habilidades em simulações realísticas. Isso garante um ensino de qualidade e prepara nossos alunos para situações reais na prática médica”, garantiu, acrescentando que a Formação Continuada é essencial para o UniFOA, pois garante que os professores estejam sempre atualizados com as melhores práticas de ensino e avanços na área médica.
“Este processo contínuo de desenvolvimento profissional é imprescindível para manter a qualidade do aprendizado e, consequentemente, a formação de médicos bem preparados e competentes”, frisou Julio Aragão.
Diferente de um teste convencional aplicado em sala de aula, os mecanismos usados pela ferramenta OSCE seguem uma lista pré-estabelecida, permitindo que todos os avaliadores executem a mesma tarefa, a partir de situações clínicas reais. As análises de competências, como a capacidade do aluno de mobilizar conhecimento, habilidades, atitudes, valores e experiência para solucionar um problema, foram as bases para o treinamento realizado na segunda parte da oficina, quando os participantes simularam um OSCE, discutiram os casos apresentados e dirimiram as dúvidas que surgiram.
Um destaque no treinamento do OSCE é em relação à preparação dos estudantes para o exame, pois eles são qualificados durante as aulas para a avaliação que irão enfrentar:
“Para participar do OSCE são criados cenários de prática nas diversas áreas da medicina onde o aluno deve realizar um atendimento simulado, mas sempre dentro do período que ele está inserido. Dessa forma, o professor tem condições de instruir esse discente para que não seja surpreendido com o que está sendo arguido”, esclareceu a professora Alessandra Patrícia, acrescentando que a Formação Continuada oferece a chance da evolução acadêmica, através da atualização.
Professora de cursos do UniFOA na área de saúde há 36 anos, Marise Ramos participou, nesta semana, de algumas palestras e oficinas da Formação Continuada, pois considera essa capacitação importante à melhoria dos processos didáticos pedagógicos, uma vez que a instituição trabalha com ensino, pesquisa e extensão:
“O UniFOA une o tradicional com o moderno e essa atualização é primordial para os docentes. A instituição vem realizando com os acadêmicos um sério trabalho sobre relacionamento com pessoas - como acolher, vivenciar o problema do outro, mediar e orientar -, trazendo à tona questões humanistas, que fazem o diferencial no atendimento, pois cuidamos de seres humanos. Isso é louvável”, enalteceu.
Mesmo se tratando de uma oficina voltada mais aos cursos de saúde, a advogada e professora do curso de Direito Danielle Cavalieri participou do encontro, mostrando que o OSCE pode ser aplicado em casos jurídicos, usando a mesma metodologia:
“O OSCE faz o aluno a pensar de uma forma mais ampla, pois temos processos jurídicos que envolvem o atendimento do hospital e do profissional de saúde. Todos precisam estar preparados para o que poderá ocorrer durante a sua vida profissional”, salientou.
De acordo com o pró-reitor Acadêmico, Bruno Gambarato, a formação continuada dos docentes, realizada semestralmente, é um momento crucial para a troca de experiências exitosas e o aprendizado de novas habilidades e abordagens pedagógicas.
“Esse processo integra o Plano de Desenvolvimento Institucional e reflete o compromisso da instituição em oferecer o melhor e mais atualizado aos seus estudantes. Por meio dessas formações, os docentes têm a oportunidade de compartilhar práticas bem-sucedidas e se atualizar com metodologias inovadoras, garantindo uma educação de qualidade e relevante. Esse investimento na capacitação dos educadores é fundamental para proporcionar aos alunos experiências significativas e formar profissionais preparados para promover mudanças no mundo do trabalho”, finalizou.
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O 2º semestre acadêmico de 2024 do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) teve sua largada no Campus Universitário Olezio Galotti, em Três Poços. O Start 2024.2, realizado na noite de ontem (29), marcou a continuidade da formação de veteranos e o início dos novos ingressantes, que receberam o acolhimento dos professores e coordenadores de seus respectivos cursos, além de serem recepcionados pelo professor Alexis Aragão, pela professora e pró-reitora de extensão, Ana Carolina Callegario, e a psicóloga Soraya Ferreira, do Centro de Aprendizagem e Inovação Pedagógica (CAIP), em uma palestra no Auditório William Monachesi.
Ao longo do encontro, os professores que ministraram o evento contaram a história do campus Olezio Galotti, antes a fazenda Três Poços, e os principais diferenciais oferecidos pelo Centro Universitário para a formação integral de futuros e brilhantes profissionais:
“Nós consideramos o Start um programa para recepcionar os estudantes ingressantes para que eles sejam acolhidos nesse início de uma nova etapa em suas vidas acadêmicas e profissionais. Os veteranos também são acolhidos nesse retorno para que continuem integrados e dedicados aos seus estudos no UniFOA. Nos esforçamos para que todos sejam muito bem-vindos nessa largada do semestre”, afirmou Alexis, recebendo os alunos presentes no auditório.
O início do semestre letivo com o Start no UniFOA é um momento fundamental tanto para os estudantes ingressantes quanto para aquelas que já aprofundam seus conhecimentos há mais tempo. Esse primeiro passo marca o começo de uma jornada acadêmica repleta de oportunidades para o crescimento pessoal e profissional de cada aluno, sendo um ponto de partida para eles conhecerem a estrutura e ensino de excelência oferecidos pelo Centro Universitário.
“Acredito que estudar aqui será uma das melhores escolhas das vidas dos alunos, pois estamos comprometidos em proporcionar uma educação que constrói o futuro no presente. Estamos entusiasmados em embarcar nesta jornada universitária com cada um dos estudantes, por isso incentivamos a todas e todos a aproveitarem cada momento e a se engajarem plenamente nas oportunidades que o UniFOA oferece. Desejamos que este semestre seja extremamente produtivo e prazeroso para todas e todos. Vamos viver o UniFOA coletivamente!”, pontuou a professora e reitora Ivanete Oliveira, ansiosa pelo começo do semestre acadêmico no Centro Universitário.
Na perspectiva dos novos acadêmicos, o UniFOA se apresenta como um ambiente vibrante e acolhedor, onde as experiências são únicas, como o contato com figuras importantes para a sua área de aprendizado e desafios estimulantes práticos e teóricos. O Centro Universitário de Volta Redonda, reconhecido nacionalmente com a nota máxima pelo MEC, destaca-se não apenas por sua tecnologia e inovação, mas também por sua celebração da diversidade e da inclusão, sendo aspectos que expandem os horizontes de seus alunos no aprendizado técnico-científico:
"Participar do Start sabendo que estamos embarcando junto com cada estudante no começo da jornada de seus sonhos, é uma sensação maravilhosa. É ainda mais gratificante por reconhecermos que vamos contribuir para o desenvolvimento profissional e o futuro desses jovens no mercado de trabalho", salientou Ana Carolina, muito grata por contribuir para o início e a continuidade das jornadas de cada aluno.
Pelo olhar dos veteranos, a iniciativa do Start evidencia que a jornada do estudante do UniFOA vai muito além das salas de aula e laboratórios. Todos os locais do campus são espaços de aprendizagem, projetados para desenvolver competências profissionais e sociais no estudante. Parte dessa formação que ocorre fora da sala de aula inclui palestras, cursos, workshops e, principalmente, aprender com os egressos do UniFOA que já atuam no mercado.
“Essa troca de experiências é muito importante e orienta o estudante sobre os caminhos que ele pode seguir no mundo do trabalho. Só assim é possível cumprir nossa missão institucional de formar pessoas protagonistas que promovam a transformação social”, declarou Bruno Gambarato, pró-reitor acadêmico do UniFOA, reforçando o compromisso da instituição de lapidar protagonistas que transformem o futuro da sociedade.
Tanto para os calouros quanto para os veteranos, esse momento ofertado pelo Start é igualmente impactante para suas formações profissionais. É uma janela para aprofundar conhecimentos, fortalecer habilidades e explorar novas áreas de interesse, assim como participar de atividades variadas que podem despertar inúmeras aptidões e criar laços duradouros:
“Considero essa integração do Start muito importante, porque como é uma nova etapa da minha vida, a iniciativa é um diferencial para que eu não comece totalmente no escuro. Então, esse ponto de partida, bem explicado e contextualizado, me dá bastante confiança e segurança para começar com o pé direito”, relatou Matheus Rodrigues Sousa, calouro do 1º período da Escola de Comunicação, feliz pelo acolhimento bem planejado e executado pelo UniFOA.
Magno Martinho, veterano do 4º período do curso da Engenharia ABI (Área Básica de Ingresso) também enfatizou o impacto transformador proporcionado pelo Start:
“Na minha perspectiva como veterano, acho que a iniciativa do Start pode ajudar com a introdução e o incentivo de explorar o Campus e todas as oportunidades que a universidade oferece. Fico muito feliz por saber que o UniFOA propõe esses tipos de encontros para os discentes, promovendo acolhimento e o aprendizado coletivo”.
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