A Conferência Internacional sobre Enfermagem e Saúde de Mulheres em Dubai, nos Emirados Árabes, convidou o professor do curso de Nutrição, Marcelo Mendes, orientador do trabalho escrito pela aluna Franciellen da Silva Ferreira, “Resposta glicêmica do açúcar de coco, sacarose e açúcar mascavo em indivíduos saudáveis” a participar com o estudo no fim do mês de novembro.
Foram dois dias de evento, que aconteceu de forma híbrida, teve a participação online do professor Marcelo, também palestras, apresentações, workshops e muito networking, gerando oportunidades para jovens pesquisadores e estudantes. Houve também simpósios, discussões de casos e exposições demonstrando novas teorias e práticas em Enfermagem e suas subespecialidades.
O TCC, realizado em 2018, consistia em experimentar tipos de açucares que não fossem nocivos para as pessoas portadoras da diabetes. O objetivo era provar se o açúcar de coco teria um baixo índice glicêmico.
Nesse processo, foram testados três tipos de açúcar (mascavo, refinado e coco) 30 pessoas, sendo ingerido 50g de cada e em um intervalo de 15, 45 e 60 minutos era monitorado o aumento de açúcar no sangue e sua redução. Nessa etapa, foi observado que não teve diferença entre eles. Mas o açúcar de coco teve o pior resultado dentre os outros dois, sendo assim mais prejudicial ao diabético.
Após conclusão do curso, Franciellen teve seu material publicado na revista Braziliam Journal of Health Review, o que a levou à participação do congresso. “Foi um reconhecimento muito bacana que esse trabalho trouxe. O tema é muito relevante pois as pessoas estão comprando o açúcar achando que está consumindo um produto que na verdade pode prejudicá-lo”, finalizou o professor Marcelo.
Ana Bonifácio |Estagiária | Núcleo de Comunicação
No 10º período do curso de Enfermagem, a estudante Nathália Câmara foi destaque nas redes sociais da Prefeitura Municipal de Volta Redonda auxiliando na aplicação de vacina contra à Covid-19, por meio do sistema Drive-Thru, realizado na Ilha São João. A estudante realizou orientações sobre o ciclo vacinal para um casal com deficiência auditiva, na Língua Brasileira de Sinais (Libras).

Participante da Liga Acadêmica de Enfermagem em Emergência do UniFOA (LAEEM), Nathália Câmara sempre teve o sonho de aprender Libras para se comunicar melhor com os futuros pacientes deficientes auditivos. A estudante participou de um curso básico em 2019, ministrado externamente pela professora de Libras do UniFOA, Andréa Almeida, porém, com a pandemia não foi possível dar continuidade ao nível avançado do curso, mas as aulas seguem de modo remoto.
De acordo com a estudante, sua abordagem só foi eficaz devido ao desejo em aprender libras. “O interesse na comunicação com a comunidade surda foi fundamental para o desenvolvimento da explicação do ciclo vacinal. Sem o atendimento especializado, o casal não teria as orientações pós vacina”, disse Nathália.
A Coordenadora do curso de Enfermagem, Lucrécia Loureiro, revelou a importância da inclusão social na faculdade. “O processo de capacitação dos acadêmicos em conhecer e dominar a linguagem em libras proporciona o diálogo com qualquer indivíduo. Estudar libras possibilita ao futuro profissional uma formação mais humanizada”, concluiu Lucrécia.
Por Jeniffer Marcato
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