As inscrições para alunos veteranos se inscreverem na Bolsa Social foram prorrogadas até o dia 11 de setembro, ampliando a oportunidade para estudantes que desejam concorrer a bolsas de 50% e 100%.
A prorrogação busca permitir que mais estudantes já matriculados participem do processo seletivo e tenham acesso ao benefício, conforme os critérios estabelecidos em edital. O programa é voltado à permanência estudantil e contribui para que os estudantes possam dar continuidade à formação acadêmica com apoio financeiro.
A Bolsa Social integra as ações do UniFOA voltadas à ampliação do acesso ao ensino superior e ao fortalecimento da trajetória dos alunos dentro da instituição. Para os veteranos, o novo prazo representa mais uma chance de organizar a documentação necessária e concluir a inscrição dentro do período estabelecido.
Os interessados devem consultar o edital do programa, verificar os critérios de participação e realizar a inscrição até 11 de setembro pelos canais oficiais do UniFOA.
Após diálogo com os representantes dos Diretórios Acadêmicos e Atléticas, queremos esclarecer a comunidade acadêmica em relação às dúvidas sobre o Transporte Social.
Sabemos o quanto esse benefício ajuda e, por ora, tudo permanece funcionando normalmente como no semestre passado.
Durante a conversa, pudemos chegar em pontos em comum:
• Prazo prorrogado: a restrição prevista para 1º de setembro foi prorrogada para 21 de setembro.
• Cadastro para todos: reforçamos a importância de que os estudantes (bolsistas e não bolsistas) preencham o formulário disponibilizado. Os dados serão fundamentais para o levantamento mais preciso sobre as rotas utilizadas.
• Flexibilidade de rotas: a linha informada no cadastro serve para que possamos analisar o fluxo de usuários em cada rota.
• Identificação facial: mesmo tendo o sistema de identificação, os estudantes continuarão tendo acesso ao transporte normalmente até o prazo prorrogado.
• Acolhimento e diálogo: os estudantes não bolsistas continuam sendo considerados para análise do uso do benefício, de acordo com a disponibilidade de vagas destinadas ao programa de transporte social.
Após a coleta dos dados, iremos analisar as disponibilidades e rotas e informaremos a comunidade acadêmica dos próximos passos.
Não deixe para a última hora. Faça sua inscrição agora clicando no link: INSCRIÇÃO TRANSPORTE SOCIAL
Esportes carregam muitas histórias apaixonadas de atletas, treinadores, torcedores, além de inúmeros outros participantes que transformam as competições em algo único e no qual depositam grandes expectativas. O InterFOA também é palco dessas histórias, que através de muita determinação transformam o espaço universitário em um lugar de integração, competição e um trampolim para o futuro .
O segundo semestre de 2026 teve início de forma inédita, ao unir o Start (evento de acolhimento para ingressantes e veteranos do UniFOA e da EtecFOA) com as competições esportivas do InterFOA, que movimentaram o campus Olezio Galotti, em Três Poços. Essas atividades, que buscam integrar estudantes, docentes e instituição, ganharam força com o novo formato apresentado, dando prestígio aos envolvidos.
Tainá Oliveira, aluna do 5º período de Educação Física, coleciona experiências com o esporte desde seus dez anos. Hoje ela, que integra as equipes de handebol e futsal — sendo a capitã na última modalidade citada — compartilhou o orgulho em ocupar uma equipe inteiramente feminina, ao contrário de quando começou nos esportes, quando sua única alternativa eram os times mistos, marcando assim avanços sociais que o campus semeia. “A gente foi conquistando aos pouquinhos o nosso espaço, no decorrer dos anos.”, afirmou Tainá.
Tainá também apontou que “a gente não tem a mesma estrutura que o futebol masculino tem e nem o reconhecimento financeiro é igual, mas com esses investimentos que estão ocorrendo estão trazendo o futebol feminino à tona novamente”, ao falar sobre a realidade da modalidade no Brasil.
Os avanços, ainda tímidos, vistos no cenário nacional são um reflexo do que é incentivado na formação acadêmica dos alunos do curso de Educação Física, como destacou Stefany Kathleen, aluna do 6° período, ao citar as experiências proporcionadas pela competição e a oportunidade de atuar como técnica do time de vôlei masculino de sua atlética.
“Para nós do curso de Educação Física o torneio reflete como um meio de aprendizado, tanto para organização quanto para visar nosso futuro fora daqui e, com a oportunidade de atuar enquanto técnica, é algo que agrega muito no currículo”, afirmou a aluna que almeja ser treinadora de vôlei no futuro.
O professor Silvio Vilela, coordenador do InterFOA e do curso de Educação Física, refletiu sobre como o esporte supera o cultural e estende-se para um fator biológico, somando qualidade de vida e uma melhora na saúde física e mental dos praticantes:
“A gente vê o esporte como uma força muito grande de união, de socialização e também voltado para saúde. Sabemos que a tecnologia veio muito forte em 2022, na época da pandemia, e levou muitas pessoas ao sedentarismo, onde hoje vivemos uma pandemia de sedentarismo” e acrescentou: “A gente precisa resgatar essa questão do esporte, que já foi mais forte — e que precisa voltar a ser — para combater essa pandemia junto da depressão e ansiedade”.
Ele também comentou como o InterFOA se torna um ponto de encontro dos cursos:
“Esse encontro é o que nos transforma em universidade, reunindo e criando ponte entre os cursos de medicina, nutrição, odontologia, educação física e entre outros. Estou ouvindo o barulho e a coisa está diferente. Era tudo o que a gente queria”, disse entusiasmado, o Prof. Dr. Silvio Henrique Vilela, sobre a animação dos participantes no ginásio durante a abertura das competições de vôlei.
Por Thales Oliveira (Jornalismo, 5º período) e Stephanie Lira (Jornalismo, 3º período) sob supervisão.
Menos tempo procurando informações, processos mais intuitivos e maior autonomia para resolver demandas do dia a dia. A partir de 10 de agosto, estudantes e colaboradores da Fundação Oswaldo Aranha (FOA), do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) e do Hospital da FOA passarão a utilizar novas plataformas digitais desenvolvidas para modernizar a experiência de quem estuda e trabalha na instituição.
A mudança marca a chegada do novo Portal Institucional e do Portal do Aluno, que passam a integrar o ecossistema digital da FOA/UniFOA. A proposta é tornar o acesso aos serviços mais rápido, estável e intuitivo, reduzindo etapas e facilitando atividades que fazem parte da rotina acadêmica e administrativa.
A implantação do novo Portal do Aluno amplia as possibilidades de acesso e gestão das informações relacionadas à vida universitária. A proposta é oferecer uma experiência mais intuitiva, com maior mobilidade e autonomia para que os estudantes acompanhem e resolvam demandas acadêmicas com mais facilidade.
Uma das principais mudanças está no acesso às funcionalidades internas da instituição. A partir de agora, o Portal Institucional centraliza o ambiente corporativo com foco total na eficiência do nosso time:
Mais do que uma mudança de nome ou endereço digital, o Portal Institucional foi pensado para fortalecer os processos internos e facilitar o acesso a serviços essenciais. A nova plataforma busca concentrar funcionalidades em um ambiente mais moderno, permitindo que os colaboradores encontrem com mais agilidade as ferramentas necessárias para suas atividades.
A transformação também responde a uma realidade cada vez mais presente no cotidiano: a tecnologia precisa economizar tempo, e não criar novos obstáculos. Ao modernizar seus ambientes digitais, a instituição busca reduzir processos burocráticos e tornar a relação dos usuários com os sistemas mais simples e eficiente.
Durante o período de transição, conteúdos de orientação serão disponibilizados nos canais institucionais para apresentar os novos ambientes e auxiliar os usuários no acesso às plataformas.
As mudanças seguem uma mesma direção: usar a tecnologia para devolver tempo, ampliar a autonomia e simplificar o dia a dia de quem faz a FOA/UniFOA acontecer.
Em alusão ao Junho Vermelho e ao Dia Mundial do Doador de Sangue, celebrado em 14 de junho, estudantes e colaboradores do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) participaram, na última terça-feira, 23, de uma ação de doação de sangue realizada no Hemonúcleo da cidade.
Organizada pelo setor de Eventos e pela Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e de Assédio (CIPA+A) da instituição, a iniciativa teve como objetivo conscientizar a comunidade acadêmica sobre a importância da doação regular e contribuir para a manutenção dos estoques de sangue que abastecem hospitais da região.
A campanha reforça o compromisso do UniFOA com ações de responsabilidade social e promoção da saúde, além de incentivar um gesto simples que pode fazer a diferença na vida de inúmeras pessoas. A mobilização reuniu doadores experientes e participantes que realizaram sua primeira doação.
Para a assessora administrativa do Hemonúcleo de Volta Redonda, Cristina Teixeira, iniciativas como essa são fundamentais para manter o tema em evidência ao longo de todo o ano.
“Junho é um mês simbólico para dar visibilidade à causa, mas precisamos falar sobre doação de sangue constantemente. A demanda por transfusões cresce cada vez mais e isso está relacionado ao aumento dos acidentes, da violência e de diversas situações que exigem atendimento hospitalar. É uma pauta de saúde pública que precisa estar sempre presente”, destacou.
Cristina também ressaltou a importância da participação das instituições no processo de conscientização da população.
“Existem muitos mitos sobre a doação de sangue. Precisamos levar informação para que as pessoas entendam que têm um papel importante nesse processo. Quando alguém precisa de sangue, somente outro ser humano pode ajudar. É um ato voluntário que salva vidas e demonstra responsabilidade social”, afirmou.
O Hemonúcleo de Volta Redonda é o único banco de sangue do município e atende oito unidades hospitalares da região, incluindo hospitais de Piraí e Pinheiral. Por isso, a manutenção dos estoques depende diretamente da participação contínua dos doadores.
Uma doação, salva até quatro vidas
O que muitas pessoas não sabem é que o impacto de uma doação vai muito além de um único paciente. Após a coleta, a bolsa de sangue passa por um processo de centrifugação que separa seus diferentes componentes. Dessa forma, uma única doação pode beneficiar até quatro pessoas distintas, já que cada paciente recebe apenas o hemocomponente necessário para o seu tratamento.
O concentrado de hemácias, responsável pelo transporte de oxigênio no organismo, é utilizado em casos de anemias graves, cirurgias de grande porte e pacientes que sofreram hemorragias em decorrência de acidentes ou procedimentos médicos.
Já o concentrado de plaquetas desempenha papel fundamental na coagulação sanguínea e é frequentemente destinado a pacientes em tratamento contra o câncer, especialmente aqueles submetidos à quimioterapia, além de pessoas com doenças hemorrágicas.
O plasma fresco congelado, por sua vez, corresponde à parte líquida do sangue e contém proteínas e fatores de coagulação importantes para o tratamento de queimados, pacientes com hemofilia e pessoas que apresentam sangramentos intensos.
Outro componente obtido a partir da separação é o crioprecipitado, rico em fibrinogênio e outras proteínas que auxiliam na coagulação. Ele é utilizado principalmente em pacientes com distúrbios graves de sangramento.
Parte do plasma coletado também segue para processamento industrial, onde é transformado em medicamentos utilizados no tratamento de diversas doenças. Isso significa que o sangue doado continua ajudando pacientes mesmo após a separação dos hemocomponentes.
Ao compreender esse processo, fica mais fácil entender por que a doação de sangue é considerada uma das ações solidárias de maior impacto social. Em poucos minutos, um doador pode contribuir para tratamentos, cirurgias, emergências e terapias realizadas em diferentes hospitais da região.
Doadores destacam experiência positiva
Entre os participantes da campanha estava a professora do curso de Odontologia, Carolina Hartung, que realizou sua primeira doação.
“Era algo que eu queria fazer há bastante tempo, mas acabava adiando. Com essa campanha promovida pelo UniFOA, surgiu a oportunidade de participar junto com o grupo e contribuir de alguma forma para a saúde das pessoas. Acho que ações como essa estimulam a empatia e mostram que todos podem ajudar”, afirmou.
A publicitária, Lorena Jim, que já havia doado anteriormente, destacou a tranquilidade do processo.
“Doar sangue é uma atitude de solidariedade. Minha experiência sempre foi muito tranquila, sem dor e sem mal-estar. Existe toda uma avaliação antes da doação para verificar se a pessoa está apta, além do acolhimento oferecido pela equipe. É uma forma simples de ajudar outras pessoas”, comentou.
A estudante de Ciências Biológicas, Jennifer Domingos Silva, também participou da ação pela primeira vez e pretende retornar futuramente ao Hemonúcleo.
“Foi muito tranquilo, rápido e praticamente não dói. O atendimento é ótimo e a experiência foi muito positiva. Eu pretendo voltar a doar e acho muito importante que a universidade promova iniciativas como essa, porque realmente existe uma necessidade constante de doadores”, ressaltou.
Ao incentivar a participação de estudantes e colaboradores, o UniFOA reforça seu papel na promoção da cidadania e da responsabilidade social. Mais do que uma campanha pontual, a iniciativa contribui para ampliar a conscientização sobre uma necessidade permanente dos serviços de saúde: a disponibilidade de sangue para quem precisa.
Por trás de cada bolsa coletada existe a possibilidade de salvar vidas, oferecer uma nova chance de recuperação e transformar a realidade de pacientes que dependem desse gesto para continuar seus tratamentos.



Garantir canais efetivos de diálogo é um dos pilares para a qualidade no ensino superior. Nesse contexto, a Ouvidoria assume uma função estruturante ao articular comunicação entre a comunidade acadêmica e a gestão institucional. Sua atuação vai além do acolhimento de demandas: envolve a análise de manifestações, a promoção da ética nas relações e a geração de subsídios que orientam decisões e aperfeiçoam os processos educacionais.
“A Ouvidoria é um canal fundamental de escuta, acolhimento e aprimoramento institucional. Mais do que receber manifestações, ela contribui para fortalecer o diálogo entre os estudantes e a Instituição, identificar oportunidades de melhoria e apoiar decisões cada vez mais assertivas”, destaca o ouvidor do UniFOA, Rafael Lima.
De forma independente e imparcial, a Ouvidoria recebe, analisa e encaminha manifestações da comunidade acadêmica, como sugestões, elogios, solicitações e reclamações, sempre assegurando sigilo e responsabilidade no tratamento das informações. Após o recebimento, as demandas são direcionadas aos setores competentes e acompanhadas até a devolutiva, garantindo respostas dentro dos prazos estabelecidos e com o devido cuidado.
Para os estudantes, a Ouvidoria representa um importante instrumento de cidadania e participação ativa na vida acadêmica. Ao utilizar esse canal, o aluno exerce seus direitos, fortalece seus deveres e contribui para a construção de um ambiente universitário mais justo, acolhedor e eficiente. Cada manifestação é compreendida como uma oportunidade de aprimorar processos, serviços e relações institucionais.
Segundo Rafael Lima, a participação da comunidade acadêmica é determinante para esse processo. “Quando o estudante procura a Ouvidoria, ele ajuda o UniFOA a enxergar situações que podem ser ajustadas nos processos, na comunicação, nos serviços e na experiência acadêmica como um todo. Cada manifestação é tratada com responsabilidade, sigilo, imparcialidade e compromisso”, afirma.
Com o objetivo de facilitar o acesso, a instituição disponibiliza diferentes canais de atendimento, como formulário on-line no site oficial, e-mail institucional e atendimento presencial, realizado mediante agendamento. Independentemente do meio escolhido, todas as manifestações são tratadas com imparcialidade, transparência e compromisso com a melhoria contínua, reforçando a confiança da comunidade acadêmica na gestão institucional.
Mais do que ouvir, a Ouvidoria atua como um agente de transformação. Cada sugestão, crítica ou apontamento contribui para a evolução da instituição e para o fortalecimento de uma cultura baseada no diálogo, no respeito e na escuta qualificada. Como reforça o ouvidor, “a Ouvidoria existe para ouvir, mediar e contribuir para soluções, fortalecendo uma cultura de transparência, confiança e melhoria contínua no UniFOA”.
O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), mantido pela Fundação Oswaldo Aranha (FOA), recebeu uma comitiva especial para a visita no Casarão de Três Poços: arquivistas do renomado Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB) e representantes da família do escritor Roberto Guião de Sousa Lima.
A visita institucional, idealizada pela Curadora do Casarão Histórico da FOA, Beatriz Henrique, e pela Pró-reitora de Extensão, Ana Carolina Callegario, teve como foco central a organização do acervo histórico Roberto Guião que trata da região e preservação da memória do Ciclo do Café.
Fundada em 1838 com apoio do Imperador Dom Pedro II, o IHGB é uma das Instituições Culturais mais antigas do Brasil. Ela é responsável pela publicação da revista científica mais antiga no Brasil, em circulação contínua desde 1839. A presença de especialistas do instituto no UniFOA reforça a relevância científica e histórica do acervo que é preservado no campus.
Sônia Nascimento de Lima, chefe do Arquivo do IHGB, detalhou a importância do projeto para o Sul Fluminense:
"O IHGB nasceu com um grupo de intelectuais que queria uma entidade que contasse a história do Brasil. Para nós, esse trabalho de organização do acervo do Guião vai ser algo muito importante. É um acervo de imenso valor para a região, historicamente falando. Acho que vai ser um belo trabalho, bem legal", destacou a arquivista, que estava acompanhada da também arquivistas da instituição, Iliana Ferreira Monteiro e Josiane Guião. Ela aproveitou para estender um convite: "Convido a todos a conhecerem o IHGB no Rio de Janeiro, onde temos museu, biblioteca e arquivo com materiais bem diversificados e interessantes".
O encontro foi marcado pela presença de Roberto Guião de Sousa Lima Júnior, doador do acervo e filho do escritor Roberto Guião, um dos autores do livro sobre a história da Fazenda Três Poços. O escritor deixou uma trajetória que se mistura à da própria instituição, Roberto Guião destacou o valor afetivo e acadêmico de manter esses documentos no Vale do Paraíba.
"Aqui é muito legal. Fui professor aqui por 20 anos e meu pai também foi. Então, é muito interessante esse acervo vir para cá, porque além de ter uma ligação pessoal com a nossa história, meu pai foi um dos escritores do livro da Fazenda Três Poços. A fazenda é um dos ícones da arquitetura e da história do Ciclo do Café. Faz todo o sentido o acervo ficar aqui no Vale do Paraíba e no UniFOA", afirmou.
Com a união entre o suporte técnico do IHGB, a generosidade da família Guião e as parcerias governamentais em andamento, o UniFOA reafirma seu compromisso de resgatar o passado para qualificar o presente e inspirar o futuro das novas gerações no Sul Fluminense.


O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) recebeu, na última semana, representantes do Conselho Regional de Contabilidade do Rio de Janeiro (CRCRJ) para uma visita técnica e fiscalizatória. A ação faz parte de um cronograma contínuo do órgão, que visa garantir a conformidade das instituições.
A comitiva foi composta pelos fiscais Ubirajara Costa Lima, Rogério Menezes e Elizabeth de Oliveira, e pelo jornalista Raphael Gimenes. O objetivo principal da visita foi verificar o cumprimento das normas brasileiras de contabilidade e a habilitação dos profissionais que atuam no departamento contábil da instituição.
Durante a visita, o fiscal Ubirajara Costa Lima destacou que o trabalho é uma extensão das atividades iniciadas no segundo semestre do ano passado, abrangendo diversas esferas organizacionais.
"Estamos dando continuidade a um trabalho fiscalizatório voltado para empresas públicas, privadas e instituições sem finalidade de lucro. O sentido é verificar as normas brasileiras de contabilidade e se os profissionais no departamento estão habilitados a exercerem a profissão", explicou Ubirajara.
Além do caráter técnico, o fiscal enfatizou a importância da proximidade com o curso de Ciências Contábeis: "Trazemos também para a instituição informações relevantes para os formandos, que futuramente precisarão realizar o exame de suficiência para a formalização do registro junto ao Conselho".
O presidente da FOA, Eduardo Prado, reforçou a importância de manter as portas abertas para os órgãos reguladores, garantindo a transparência e a qualidade dos processos institucionais.
"Para a FOA e o UniFOA, receber o Conselho Regional de Contabilidade é uma oportunidade de reafirmar nosso compromisso com a ética e a legalidade. Além de assegurar que nossos processos internos seguem as normas, essa integração beneficia diretamente nossos alunos, que já crescem em um ambiente acadêmico alinhado com as exigências reais do mercado de trabalho e do conselho de classe", afirmou.
A visita encerrou-se com uma avaliação positiva dos fluxos contábeis da instituição, consolidando a parceria entre o UniFOA e o CRCRJ em prol da valorização da categoria.

Na última quarta-feira (13/05), aconteceu um Aulão de Funcional promovido pelo Clube FOA. Parte do programa Circuito Saúde, o evento reuniu alunos e colaboradores da FOA em um momento dedicado à prática de atividades físicas.
Sob a orientação da Prof. Patrícia Cortez responsável pelo Clube FOA, os participantes realizaram um circuito de exercícios funcionais, que trabalham diferentes grupos musculares, coordenação motora e resistência. Para quem esteve presente, o aulão foi um momento de muita diversão e atividade. A funcionária Luiza Bianchi aproveitou a oportunidade para manter o ritmo de treinos:
"Eu já frequento o Clube FOA e fiquei muito feliz com esse aulão de funcional! Sou muito grata à toda equipe do Clube pelo excelente trabalho que eles desempenham para a promoção de saúde dos colaboradores e alunos da FOA", comentou.
Fundado em 2003, o Clube FOA nasceu com a missão de minimizar o tempo ocioso dos alunos através de exercícios orientados e espaços de lazer, estendendo esses benefícios também a funcionários e professores. Com uma infraestrutura completa que inclui piscina, pista de atletismo, quadras e musculação, o Clube atua na promoção direta da saúde.
Para Patrícia, responsável pelo Clube, o aulão é um marco inicial de mais atividades voltadas ao bem-estar:
"Foi muito gratificante participar do início do Circuito Saúde e perceber o envolvimento das pessoas na proposta. Acredito que iniciativas como essa reforçam o compromisso do Clube FOA com a saúde e o bem-estar de colaboradores e alunos. A aula de funcional foi pensada para respeitar o nível individual de cada participante, com exercícios diversificados e acessíveis. A ideia é continuar promovendo novas atividades em horários variados, para que cada vez mais pessoas possam participar e incluir hábitos saudáveis no dia a dia", destacou.
A iniciativa conjunta reforça o compromisso do UniFOA em oferecer experiências que proporcionam saúde e bem-estar para seus alunos e colaboradores.



A escuta qualificada tem papel central na gestão de instituições de ensino superior. Nesse cenário, a Ouvidoria se estabelece como um instrumento estratégico para fortalecer a transparência, assegurar a ética e impulsionar a melhoria contínua. Para além do registro de manifestações, o setor atua na mediação entre estudantes, docentes, colaboradores e a administração, contribuindo para a construção de soluções e o aprimoramento institucional.
O que é a Ouvidoria e qual sua função?
A Ouvidoria é um setor independente que recebe, analisa e encaminha manifestações da comunidade acadêmica. Seu papel é assegurar que todas as vozes sejam ouvidas e que as demandas sejam tratadas com imparcialidade e sigilo. Entre as principais funções estão:
Por que ela é importante para os estudantes?
A Ouvidoria é um instrumento de cidadania. Ela garante direitos, fortalece deveres e contribui para um ambiente acadêmico saudável. Ao utilizar esse canal, o estudante participa ativamente da construção de uma instituição melhor, ajudando a aprimorar processos e serviços.
Como acessar a Ouvidoria?
A instituição disponibiliza diferentes canais para facilitar o contato:
Todas as manifestações são tratadas com sigilo, imparcialidade e compromisso com a transparência, reforçando a confiança entre a comunidade acadêmica e a gestão.
Mais do que ouvir, transformar
A Ouvidoria não é apenas um espaço de escuta, mas um agente de transformação. Cada sugestão ou crítica é uma oportunidade para evoluir. Como destaca a equipe responsável:
“Nosso objetivo é garantir que cada voz seja respeitada e que cada demanda contribua para a melhoria contínua da instituição.”
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