Para que profissionais deem bons resultados, a união e o vínculo organizacional são elementos imprescindíveis em uma empresa. Pensando nisso, o UniFOA, por meio do Projeto Família inaugurou, nesta terça-feira (30), o “Bosque do Saber”. Foram plantadas no campus Olezio Galotti, em Três Poços, oito mudas de árvores nativas doadas pela Prefeitura de Volta Redonda para representar seus docentes e funcionários que, de alguma maneira, contribuíram para o crescimento da instituição com seu trabalho e dedicação.
Os homenageados foram: Beatriz Silvia Amarante Araújo Henriques, João Paulo Esteves, Lourival Dias Pereira, Walter Luiz Moraes Sampaio da Fonseca, Maria José Delgado Pires Lopes, Jorge Gomes da Silva, Juraci Pita Rosa e Rita de Cássia Santos Carvalho.
O Projeto, constituído por cinco eixos, sendo: comunicação, sustentabilidade, relacionamento, capacitação e entretenimento, tem por objetivo desenvolver um relacionamento acolhedor e gerar vínculo afetivo entre os integrantes da instituição, fortalecendo o sentimento de pertencimento daqueles que a compõe. O propósito do Bosque, além do incentivo e prática à sustentabilidade é criar um ambiente agradável para todos.

“O UniFOA é uma instituição com ações sustentáveis e o Bosque é mais uma delas. Escolhemos o ambiente próximo à biblioteca para o plantio das mudas porque, como o nome do Bosque já diz, tudo tem a ver com o desenvolvimento do conhecimento. É um local agradável para a dedicação dos estudos e conexão com a natureza”, relatou o Presidente da FOA, Eduardo Guimarães Prado.
Rita Carvalho, uma das idealizadoras do projeto, ex-professora e coordenadora do UniFOA foi uma das homenageadas no evento. “Estou muito orgulhosa por receber esse reconhecimento. A gratidão faz parte do sentimento de pertencimento”, comemorou Rita, que foi colaboradora no UniFOA por 20 anos. O projeto também tem como idealizadores o chefe da Divisão de Marketing, Alexis Aragão e Maria Aparecida Bueno, presidente da CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes).
Yngrid Marcate | Estagiária | Núcleo de Comunicação





O Presidente da FOA, Eduardo Prado e a Magnífica Reitora do UniFOA Úrsula Fraga estiveram na Prefeitura Municipal de Porto Real nesta quinta-feira (25) para firmar um convênio entre as instituições. O objetivo foi estreitar as relações das duas partes e contribuir para a qualidade dos serviços de diversas secretarias propostos pelo município. A parceria abrange todos os cursos do UniFOA, que se dispõe a oferecer professores e alunos orientados por eles, para atender necessidades do município e a prática da profissão supervisionada aos alunos, no decorrer da faculdade.
Alexandre Augustus Serfiotis, prefeito de Porto Real recebeu a equipe da Instituição em seu gabinete, que se transformou num agradável encontro, registrado pela equipe jornalística de ambos e assessores da prefeitura.
Eduardo explicou: - Partimos da provocação de qualquer setor do município, uma necessidade que possamos somar forças e profissionais qualificados, para estágios e atividades acadêmicas.
A reitora Úrsula Fraga ressaltou a importância do convênio para a formação do estudante, tanto no que se refere à oferta de campo de estágio, como a abertura de oportunidades para se construir carreira. Tanto o Município de Porto Real quanto o UniFOA poderão propor projetos em parceria, no sentido de atender às demandas reais da sociedade, valorizando a formação acadêmica e o aprimoramento dos serviços prestados.
A reunião se estendeu até o fim da tarde. Eduardo Prado entregou ao prefeito uma bolsa com lembranças da Fundação e do Centro Universitário. Dentre elas, o livro Fazenda Três Poços - do café à Universidade, da Editora FOA, uma história sobre as terras que envolvem o campus Olezio Galotti. Eduardo fez uma breve e bela explicação também sobre a criação da escola de Medicina, no início de tudo, desde a criação aos tempos de hoje, onde há mais de 50 anos, contribui para o Ensino Superior.
Juliana Aragão
Jornalista | Núcleo de Comunicação
Em tempos de coronavírus, quando o distanciamento social é primordial para evitar o contágio da doença, a tendência é que as pessoas se tornem mais sedentárias. Porém, a prática de atividade física é fundamental para a saúde. Pensando nisso, o UniFOA disponibiliza aos estudantes, funcionários e à comunidade externa, uma área de esporte, saúde e lazer, no campus Olezio Galotti, em Três Poços: o Clube FOA.
O Clube visa minimizar o tempo ocioso e promover a saúde dos integrantes da instituição. A infraestrutura inclui piscinas, salas de dança e lutas e quadras poliesportivas, além de uma pista de atletismo, academia de musculação e área de lazer com churrasqueira.
Há também uma equipe de especialistas para orientar os participantes. O time conta com professores de musculação, natação, estudantes do curso de Nutrição e outros profissionais.

A responsável pelo Clube, professora Patrícia Cortêz, afirma que o exercício físico é essencial no desenvolvimento da vida. “A prática auxilia no tratamento de inúmeras patologias como diabetes, hipertensão, colesterol alto e até depressão. Além disso, é o caminho para um envelhecimento saudável, porque trabalha a coordenação, o equilíbrio e a força muscular, que é diminuída com a idade”, disse Patrícia.
Para se inscrever, o interessado deve acessar o site do UniFOA ou ir à secretaria do campus. Confira horários de atendimento, contato e outras informações aqui.
Yngrid Marcate | Estagiária | Núcleo de Comunicação
Na tarde de ontem (22), alunos do Ensino Médio conheceram as dependências do campus Olezio Galotti, em Três Poços. O intuito da visita foi apresentar o Centro Universitário para os jovens que estão se preparando para o vestibular.
Os estudantes tiveram como foco conhecer as mediações do prédio do curso de Medicina, no qual demonstraram mais interesse. No passeio, conheceram o laboratório de Patologia e Histologia, laboratório de Embriologia e Biologia e também de Anatomia, orientados pelo técnico de Morfofuncional, Marcos Campos. Por fim, fizeram um tour no moderno auditório William Monachesi.
A coordenadora pedagógica do Espaço Verde, Cecília Cole acompanhou o grupo e elogiou as instalações. Segundo ela, no Ensino Médio os jovens trabalham o autoconhecimento, e com a visita os alunos têm a oportunidade de descobrir áreas que podem seguir carreira. “Quando trazemos os colegiais para uma visita de algo que vá fazer parte do futuro deles, já conseguem subtrair gosto por alguma área. Essa é a nossa intenção” acrescenta.
O Colégio Espaço Verde existe desde 1991 em Volta Redonda, oferece Educação Infantil, Fundamental I e II. E agora, em 2021, inicia grade curricular para o Ensino Médio.
Ana Bonifácio | Estagiária do Núcleo de Comunicação
A parceria entre o UniFOA e a Secretaria Municipal de Ação Comunitária (SMAC) já está rendendo frutos. Nesta última quarta-feira, dia 17 de novembro, o UniFOA recebeu unidades do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) para uma visita orientada no campus Olezio Galotti, em Três Poços.
A visita teve por objetivo auxiliar jovens e adolescentes em situação de vulnerabilidade social na escolha da carreira e introduzi-los ao ambiente acadêmico. Foram visitados os laboratórios de Medicina, de Informática e outros setores do campus. Pouco antes do final, foi oferecida uma oficina de informática com a aplicação de um teste vocacional.
“A intenção é mostrar para essas pessoas que o Ensino Superior não é tão distante, que elas são capazes de fazer uma boa graduação e que aqui no UniFOA, terão a estrutura necessária para isso”, contou a gestora de eventos da instituição, Lara Pinheiro.
O acordo entre SMAC e UniFOA visa promover oficinas de desenvolvimento pessoal e profissional aos moradores de Volta Redonda, que buscam a inserção no mercado de trabalho. Essa parceria resultou no projeto Novos Horizontes, que aplica, nas unidades do CRAS, instruções para elaboração de currículos, simulações de entrevistas de emprego e dicas de postura profissional. “O Novos Horizontes é para viabilizar conhecimento e preparar estes jovens para o mercado”, disse a coordenadora do CRAS João Silveira Filho, Angélica Emilie.
A estudante do Ensino Fundamental, Camila Vitória esteve na visita e ao realizar o teste vocacional, se identificou com a carreira de Artes e Design. “Tenho muito interesse pela área porque gosto bastante de desenhar e sou muito criativa. Conhecer a instituição foi muito importante, porque isso despertou a minha vontade de estudar e aprender cada vez mais”, falou Camila.
Visita guiada
A visitação é aberta a todas as escolas da região, do estado do Rio de Janeiro e de outros estados. Para se inscrever, basta entrar em contato com o UniFOA pelo telefone: (24) 3340-8361.
Yngrid Marcate | Estagiária | Núcleo de Comunicação
Na última quarta-feira (16), representantes do UniFOA estiveram no Centro Educacional para Jovens e Adultos - CEJA, em Resende. A visita foi para participar de um encontro de universidades da região que puderam expor seus cursos e esclarecer dúvidas em relação ao Ensino Superior.
A exposição durou uma tarde com muita interação com os professores e alunos. “A gente encontrou um momento de qualificar e gerar planos para um novo cenário pós pandemia”, afirmou o professor de Geografia, Thiago Rodrigues.
A diretora e coordenadora da escola, Néia Carvalho explicou que o intuito da feira traz a possibilidade do aluno adulto pensar no futuro e entender que nunca é tarde para aprender.
"Queremos mostrar que é possível continuar estudando, graduando e melhorando. Daqui sairão futuros universitários, mestres e quem sabe doutores", comentou o professor de História, Márcio Tavares.
Ana Bonifácio | Estagiária | Núcleo de Comunicação
Com o propósito de motivar o empreendedorismo e inovação na Região Sul Fluminense, o Inova San é um dos programas educacionais mais respeitados do país. Fundado em 2019 pelo Instituto Nissan, a ação propõe temáticas a universidades e escolas com assuntos relacionados à tecnologia, colaboração e conteúdo. Nesta 3ª edição, a transmissão será pelo canal do YouTube do Inova San.
A primeira fase do programa, titulada Sparking Festival, aconteceu entre os meses de setembro e outubro. Nesta etapa os inscritos participaram de eventos que ajudaram na definição e desenvolvimento de seus projetos, palestras e sessões de bate papos. Na segunda fase, Feeding, os participantes realizarão a trilha de modelagem de negócios e contam com a orientação personalizada para os projetos escolhidos. Este trecho acontece entre os meses de outubro e dezembro. Por último, a fase Growth, no ano de 2022, os vencedores dos 3 grupos, sendo um de cada categoria (Mulheres & Inovação, Meio Ambiente e Mobilidade Inteligente), receberão como prêmio todo suporte para desenvolverem seus projetos, além do curso de extensão para aprimorar seus conhecimentos.
Segundo o professor Alexis Aragão, o estudante precisa aprender a desenvolver projetos, mas também a fortalecer a iniciativa de metodologia mais adequada ao mercado de trabalho, perfil empreendedor, além das habilidades como altruísmo, liderança, gestão e comunicação.
Segunda fase (Feeding)
Dois grupos de estudantes da instituição foram classificados para a segunda fase do programa. A equipe é composta por alunos dos cursos de Design, Publicidade e Propaganda e Jornalismo. Um dos projetos chama-se “Mapi”, onde os acadêmicos Lucas Guedes, Paula Machado, Gabrielle Moraes, Juliana Souza e Leonardo Castilho arquitetaram uma forma mais segura para que as pessoas pudessem se locomover de um ponto a outro da cidade.
O professor do curso de Design, Marcos Kazuiti mentor do projeto, diz que a ideia se trata de inclusão de inovação social que tende a crescer, pois os processos de metodologia estão chegando às comunidades, impactando os microcosmos que não eram atingidos e que são mais carentes se tratando de segurança, principalmente no Rio de Janeiro e algumas localidades de Volta Redonda e Barra Mansa. “A violência é algo sistêmico de resolver, mas pequenas atitudes podem fazer com que tenhamos um vetor regional. A relevância do projeto é a capacidade de usar a mundo digital para impactar no assessoramento nas comunidades”, disse Kazuiti.
O segundo grupo, cujo nome do projeto é “Líder Las”, das alunas Gabrielle Matos e Bruna Brito focam no desenvolvimento e espaço igualitário das mulheres no mercado de trabalho. Bruna diz que escolheram esse tema pois perceberam que na região Sul Fluminense há muitas empresas e a maior parte composta por funcionários homens e com isso acaba tendo uma desigualdade de gênero muito grande. Sobre a mentoria feita também pelo professor Marcos Kazuiti, o projeto das alunas destaca-se por entender a importância da inclusão feminina, que por sua vez, teve por bastante tempo um protagonismo invisível por conta do sistema machista imposto.
Por Ana Bonifácio - Estagiária de Comunicação
Representantes do UniFOA e da Biosolvit assinaram, neste mês de novembro um termo de colaboração para a realização de pesquisa e desenvolvimento nas instalações na universidade. Wagner Martins, biólogo e egresso do UniFOA e co-fundador da empresa desenvolveu um produto natural, a partir de resíduos vegetais, capaz de absorver petróleo e derivados. Essa pesquisa resultou no que hoje é o Absorvedor Natural Bioblue Ecofast, reconhecido como o mais eficiente do mundo pelo Instituto Cedre, da França. A parceria sela definitivamente uma história de sucesso e que certamente irá inspirar outros futuros profissionais:
“Estamos fazendo algo completamente novo no ambiente universitário valorizando muito a pesquisa cientifica junto a uma empresa que nasceu dentro do UniFOA e está ganhando o mundo, então isso está além da curva e está num modelo internacional da apropriação da produção científica”, declarou Eduardo Prado, presidente do UniFOA.
“Esse pontapé que demos hoje de poder apoiar outros alunos é fabuloso, é deixar um legado para as próximas gerações. É um orgulho. Meu sonho sempre foi atuar na área da Biotecnologia e o UniFOA foi a primeira universidade privada a ter Biotecnologia ligada à Biologia. Para nós isso foi muito importante. Além de eu ter a possibilidade de criar algo junto à minha orientadora que trabalhava aqui na época, Daniela Molinari e posteriormente, conseguir criar a Biosolvit.
Scale Up brasileira de biotecnologia aplicada ao desenvolvimento de novos materiais, fundada em 2014, a Biosolvit é a desenvolvedora do Absorvedor de petróleo e derivados 100% natural, mais eficiente e econômico que todos os concorrentes de mercado, cuja principal característica é a possibilidade de recuperação e reaproveitamento do material absorvido.
“Como eu era estudante do curso de Ciências Biológicas, precisava fazer estágio então fiz em uma empresa que trabalhava com materiais de contenção e absorção de óleo, foi quando eu conheci esse mundo. Só que todo absorvedor profissional até aquele momento, era derivado do próprio petróleo. O que o mundo faz hoje é uma retrocontaminação. Quando a gente cria um produto natural para fazer isso, que devolve o óleo depois de absorvido, a gente faz um material de ciclo fechado, que sempre foi a ideia que avaliamos nesses anos de pesquisa no UniFOA. Criamos um produto que faz bem para o meio ambiente, além dele ter uma maior capacidade de absorção, ele não contamina o meio, como os absorvedores de nível sintético que têm hoje no mercado”.
Em visita à universidade, Ana Catarina, diretora de produtos e inovação da Biosolvit, se impressionou com a estrutura, equipamentos e os laboratórios onde serão desenvolvidos os processos e pesquisas.
“Realmente tudo muito bem montado, não se compara a nenhuma universidade pública ao qual eu já passei e o que mais me impressionou e me deixou mais feliz de estar aqui hoje é a flexibilidade e a questão de pensar o novo. Em uma universidade pública isso não é fácil e aqui a gente conseguiu um campo fértil então isso fará toda a diferença.”
Guilhermo Queiroz, diretor executivo da Biosolvit fez questão de frisar a confiança na parceria e a liberdade de ideias que os alunos têm:
“A universidade (UniFOA) deu liberdade, deixou o fluxo acontecer e é justamente essa atitude de deixar com que os alunos determinem para onde eles querem levar suas tecnologias é que vai fazer a transformação que a gente espera, porque um aluno que é dono da sua tecnologia, que constrói através daquela tecnologia a presença dentro de uma companhia como o Wagner, que hoje é sócio da Biosolvit, é aquele que é dono do próprio destino, é o que não vai embora, o que não vende sua tecnologia para uma grande multinacional e que não aceita 50 mil dólares para pagar pela pesquisa. Aqui estamos gerando divisa para o nosso país e fazendo as coisas acontecerem. Isso é biocolaboração.
O Banco Santander em parceria com o Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) prorrogou para 30 de novembro as inscrições para o Programa de Bolsas do Santander Metodologias Ativas - Edição 2021.
O programa disponibiliza para os professores, coordenadores e gestores cursos de capacitação em Metodologias Ativas oferecidos pela Secretaria de Modalidades Especializadas de Educação (Semesp), na modalidade de Ensino a Distância.
Serão oferecidas duas bolsas de estudos. Cada uma delas terá um total de 5 cursos em Problem Based-Learning, Peer Instruction, Flipped (PBL). As inscrições devem ser realizadas pelo site. Confira o edital.
O que são Metodologias Ativas?
Nesse método, os estudantes são instigados a participar das aulas e atividades, ou seja, não ficam como meros ouvintes do professor que escreve na lousa ou exibe slides. Também chamado de aprendizagem ativa, esse modelo propõe que os conteúdos sejam vivenciados, partindo da premissa de que o estudante é o protagonista do processo de construção do saber e o professor, o mediador.
Nessa interação os conceitos são compartilhados e o aluno ganha autonomia, o que favorece o pensamento crítico e a autonomia em tomada de decisões e resolução de problemas. Além disso, o uso de tecnologias, que fazem parte do universo dessa geração de estudantes, é muito bem-vindo nessa forma de ensino-aprendizagem. Conheça o PBL no Podcast Papo de Educador.
Por Yngrid Marcate - Estagiária da Comunicação.
Aconteceu nesta terça-feira (26), no auditório William Monachesi do campus Olezio Galotti em Três Poços, a palestra Novos Modelos para a Gestão da Aprendizagem, ministrada pelo pró-reitor de Planejamento e Desenvolvimento do UniFOA, Maximiliano Damas, por meio da Universidade Corporativa do Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior do Estado do Rio de Janeiro (Semerj).
O encontro teve como objetivo apresentar o novo contexto educacional pós-pandemia pela perspectiva do mercado, da sociedade e da regulação, refletindo sobre as tendências da gestão universitária para se adaptar às novas formas de ensino e às experiências de aprendizagem inovadoras.
Cerca de 40 pessoas participaram do evento que ocorreu de forma híbrida, e tendo como público-alvo dirigentes, acadêmicos, coordenadores de curso, membros de NDE, docentes e tutores.
Durante a palestra, os presentes puderam se inteirar de um olhar propositivo sobre o contexto atual, pela ótica dos desafios e oportunidades, bem como a razão da educação ter se transformado na grande percursora das mudanças e ainda, a provocativa sobre o fato de gestores, professores e alunos estarem ou não preparados para possíveis aprendizados durante toda a vida.
A Pró-reitora de Extensão Ana Carolina Callegario destacou a importância do tema trazendo reflexões a respeito da questão tecnológica e acadêmica. “Temos ouvido falar em inovação e acredito que isso se estenderá por muito mais tempo. O palestrante trouxe um contexto daquilo que estamos acostumados no dia a dia e pela primeira vez consegui entender melhor o que seria essa tecnologia que tanto se fala. Deste modo, o que mais me fez refletir diante de tudo que foi apresentado é que precisamos fazer adequações de acordo com o nosso público. Então, se eu imaginar que os meus desejos são peculiares à minha pessoa, eu também tenho que pensar que a forma de fazer chegar qualquer produto ao meu aluno tem que ser da melhor forma para ele”, destacou a pró-reitora.
O Pró-reitor Acadêmico, Luciano Marins enfatizou sua visão sobre como o UniFOA estará daqui a alguns anos de acordo com essas transformações tecnológicas e acadêmicas. “Inicialmente agradeço ao professor Maximiliano pela visão não só de momento atual, mas também de futuro e a necessidade da instituição, de entregar um indivíduo pronto para o mercado de trabalho e ainda assim estarmos atentos às novas tecnologias e das metodologias que estão sendo utilizadas. Entendemos que é um momento de muita transformação e o UniFOA está tentando se adaptar à essas mudanças, capacitando o corpo docente e os gestores, de modo a trazer para os alunos algo diferente e novo para que eles façam a diferença na sociedade”, finalizou Luciano.
Considerando que estamos experimentando uma crise de atualização de nosso sistema operacional, Maximiliano explica qual seria o maior desafio do UniFOA, enquanto parte do processo educacional. “São vários desafios, mas acredito que o maior deles, seja a oportunidade que temos de nos aproximar ainda mais da realidade dos nossos estudantes, da sociedade de Volta Redonda e do Sul Fluminense, através da mobilização dos nossos professores”. E conclui, “Que possamos ter dentro da instituição a cultura da experimentação como uma fonte própria de riqueza, de modo a encontrarmos as melhores soluções e que não sejam soluções para o mundo todo, mas para nós, para o nosso entorno”.
O superintendente-geral da FOA e vice-presidente executivo do Semerj, José Ivo, fala sua visão sobre as ações que estão sendo realizada pela universidade corporativa. “Tudo o que foi apresentado aqui é uma prova real de ações que criamos como plano de trabalho. O compromisso da universidade corporativa, que atualmente é coordenada pelo professor Alexandre Nicolini, busca justamente trazer esses eventos de encontro com temas atuais, visando contribuir com as instituições de ensino neste novo cenário em que estamos vivendo”, concluiu José Ivo.
Por Jeniffer Marcato – Estagiária da Comunicação
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