A formação médica é, por essência, o primeiro grande passo de uma jornada que pode atravessar fronteiras. Para o médico Sergio Perocco, esse percurso começou em Volta Redonda e hoje se desdobra em uma atuação estratégica no cenário global da saúde, com base na Alemanha.
Egresso do curso de Medicina do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), Sergio construiu uma trajetória marcada pela busca contínua por conhecimento, pela integração entre ciência e prática clínica e pela capacidade de transformar formação acadêmica em impacto real na vida de pacientes ao redor do mundo.
Os primeiros passos: ciência, curiosidade e base sólida
Ainda no primeiro ano da graduação, Sergio já demonstrava interesse além da sala de aula. Como bolsista do Programa de Iniciação Científica, teve contato precoce com o método científico, experiência que, segundo ele, redefiniu sua forma de pensar a Medicina.
“Pude compreender a importância do pensamento crítico e do rigor científico como pilares fundamentais da formação médica”, destaca.
O interesse pelas áreas básicas também se manifestou desde cedo. Disciplinas como Bioquímica e Neuroanatomia não apenas despertaram curiosidade, mas orientaram decisões importantes ao longo da graduação. Sob orientação do professor Marcelo Genestra, iniciou sua trajetória na pesquisa científica, enquanto o estágio em Neurocirurgia com o professor Júlio Meyer, acompanhado ao longo de cinco anos, garantiu uma vivência prática consistente.
Essa combinação entre teoria, prática e investigação científica consolidou um entendimento essencial: a Medicina exige atualização constante, preparo técnico e, sobretudo, sensibilidade diante da complexidade humana.
Mais do que o domínio científico, a experiência universitária foi ampliada por vivências culturais e acadêmicas diversas. A atuação como monitor, o contato com diferentes áreas do conhecimento e o interesse por Ciências Sociais contribuíram para uma formação mais abrangente.
“Exercer a Medicina é fascinante justamente porque envolve compreender a natureza humana em sua totalidade”, afirma.
Esse olhar, que integra ciência, cultura e sensibilidade, reflete diretamente na forma como o profissional compreende o cuidado com o paciente.
Da clínica à estratégia global
Após a graduação, Sergio especializou-se em psiquiatria e expandiu sua formação em instituições de referência no Brasil e no exterior, com passagem pelo King's College London, uma das mais renomadas instituições de pesquisa em Neurociências do mundo. A experiência internacional despertou o interesse pela carreira acadêmica e abriu caminho para novos horizontes.
O ingresso na indústria farmacêutica marcou uma virada estratégica em sua trajetória. Ele atuou em grandes multinacionais, como a GSK e a Johnson & Johnson, ocupando posições de liderança na área de Assuntos Médicos, com foco em neurociências.
Nesse contexto, participou de projetos relevantes, como o lançamento de terapias inovadoras para o tratamento de transtornos mentais, consolidando sua atuação na interface entre ciência, inovação e desenvolvimento de medicamentos.
Atualmente, Sergio integra a equipe da Boehringer Ingelheim, na Alemanha, onde atua em uma posição estratégica global voltada à saúde mental e às neurociências. Seu trabalho envolve o desenvolvimento e a implementação de estratégias médicas com impacto direto na vida de pacientes em diferentes países.
Entre os projetos de destaque está a participação no desenvolvimento de uma terapia digital para pacientes com esquizofrenia, cujo programa clínico avançado aguarda avaliação regulatória internacional.
Paralelamente, segue investindo em sua formação acadêmica em instituições como a University of Basel, na Suíça, reforçando o compromisso com a atualização contínua.
Uma trajetória construída com consistência
Ao revisitar sua história, o médico relembra o período em que, ainda estudante, observava com admiração os autores de livros clássicos da Medicina e suas afiliações a universidades internacionais.
Hoje, ao atuar ao lado de profissionais formados em instituições como Stanford, Oxford e Charité Berlin, reconhece o caminho percorrido, da formação no interior do estado do Rio de Janeiro à atuação em um dos centros mais relevantes da indústria farmacêutica global.
“Gerar impacto e produzir valor é, de certa forma, uma responsabilidade diante de todo o apoio e incentivo que recebi ao longo dessa trajetória”, reflete.
Excelência como prática cotidiana
Para estudantes que almejam uma carreira internacional, Sergio reforça que o ponto de partida não está necessariamente em grandes oportunidades, mas na forma como se conduz o presente.
“Uma carreira internacional não começa em grandes posições, mas na capacidade de realizar bem as tarefas mais simples, com excelência, onde quer que se esteja.”
Ele destaca ainda a importância do autoconhecimento, da consistência e da disposição para agir, elementos que, ao longo do tempo, constroem trajetórias sólidas.
Histórias como a de Sergio demonstram como a formação médica pode impulsionar trajetórias que ultrapassam fronteiras e contribuem de forma relevante para a evolução da saúde em escala global.
Nesse contexto, iniciativas como a acreditação pelo Sistema de Acreditação de Escolas Médicas (SAEME) reforçam o compromisso com padrões de qualidade alinhados às exigências contemporâneas da formação médica. Ao incorporar referências reconhecidas internacionalmente, essas certificações ampliam horizontes acadêmicos e profissionais, preparando médicos para atuar em cenários cada vez mais diversos e dinâmicos.
Mais do que uma conquista individual, a trajetória do egresso reflete a força de uma formação que integra excelência técnica, pensamento crítico e responsabilidade social, pilares que se mantêm presentes ao longo de toda a sua atuação profissional.
A história do curso de Medicina do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) se confunde com o próprio desenvolvimento do ensino superior na região Sul Fluminense. Pioneira, a graduação nasceu ainda na década de 1960 e tornou-se o curso fundador da Fundação Oswaldo Aranha, consolidando um legado baseado em tradição, compromisso social e formação médica de excelência.
Mais de meio século depois, a MedVR, como é carinhosamente chamada por seus estudantes e egressos, mantém viva a essência que marcou sua criação: formar profissionais preparados tecnicamente, humanizados e comprometidos com a transformação da saúde regional e nacional.
A criação da Faculdade de Ciências Médicas, em 1968, representou um marco histórico para Volta Redonda e cidades vizinhas. A primeira turma iniciou as atividades em 1969 e concluiu sua formação em 1973, inaugurando uma tradição acadêmica que atravessa gerações.
Instalado no Campus Olezio Galotti, na antiga Fazenda Três Poços, o curso estruturou um modelo de ensino fortemente baseado na prática médica, aproximando desde cedo os estudantes da realidade do cuidado em saúde.
Com a transformação institucional em centro universitário, em 1999, o UniFOA ampliou sua estrutura acadêmica, fortaleceu a pesquisa científica e consolidou uma formação alinhada às demandas contemporâneas da Medicina.
Hoje, o curso acumula números que evidenciam sua relevância:
Ensino de excelência reconhecido nacionalmente
O compromisso permanente com a qualidade acadêmica garantiu ao curso importantes reconhecimentos institucionais. O curso de Medicina do UniFOA possui nota máxima (5) junto ao Ministério da Educação (MEC), indicador que reflete excelência em infraestrutura, projeto pedagógico, corpo docente e desempenho discente.
Outro destaque é a acreditação concedida pelo Conselho Federal Medicina, o SAEME-CFM, selo nacional de qualidade do ensino médico, renovado pela terceira vez consecutiva em 2023 e válido até 2029. A certificação reconhece instituições que atendem aos mais elevados padrões de formação médica no Brasil e no exterior. O UniFOA é a única instituição de ensino superior com o selo na região
Esse reconhecimento reforça um modelo pedagógico centrado no desenvolvimento de competências clínicas, pensamento crítico, ética profissional e responsabilidade social.
Formação prática e impacto social
Um dos grandes diferenciais do curso de Medicina é a forte integração entre ensino e assistência à população, especialmente por meio de parcerias com instituições privadas e públicas, como prefeituras da região.
Essas parcerias permitem que os estudantes vivenciem a prática médica em diferentes níveis de atenção à saúde, participando diretamente de atendimentos supervisionados e ações voltadas ao SUS.
Essa inserção social resulta em milhares de atendimentos gratuitos realizados ao longo dos anos, reafirmando o compromisso institucional de devolver à comunidade o conhecimento produzido dentro do Centro Universitário.
Mais do que formar médicos, o objetivo é formar profissionais conscientes do seu papel social, capazes de atuar com empatia, responsabilidade e visão humanizada do cuidado.
Pesquisa, inovação e formação para o futuro
Além da tradição assistencial, o curso destaca-se pelo incentivo à produção científica e à iniciação acadêmica. Projetos de pesquisa, extensão universitária e inovação pedagógica ampliam o aprendizado para além da sala de aula, estimulando o protagonismo estudantil.
O modelo formativo acompanha a evolução da Medicina contemporânea, integrando:
Essa combinação prepara o estudante para um cenário em constante transformação, no qual aprender continuamente torna-se parte essencial da carreira médica.
Um legado que continua sendo construído
Ao longo de mais de cinco décadas, a Medicina UniFOA consolidou-se como referência regional, nacional e internacional, unindo tradição e inovação em um mesmo propósito: formar médicos preparados para cuidar de pessoas e transformar realidades.
O legado iniciado em 1968 permanece vivo em cada egresso que atua na rede pública, em hospitais privados, na pesquisa científica ou na docência, ampliando o impacto social da instituição.
Mais do que números ou certificações, a história da MedVR é marcada por vidas cuidadas, histórias transformadas e pelo compromisso permanente com a excelência no ensino médico.
Manter-se atualizado e investir em capacitação contínua é fundamental para a formação de médicos preparados para atuar com segurança e excelência. Atento a isso, o Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) proporcionou aos estudantes do último período do curso de Medicina um treinamento em Suporte Avançado de Vida Cardiovascular (ACLS), qualificação essencial para o atendimento de emergências clínicas de alta complexidade.
O ACLS (Advanced Cardiovascular Life Support) é um protocolo clínico internacional desenvolvido pela American Heart Association (AHA), voltado ao manejo de emergências cardiovasculares graves, como parada cardiorrespiratória, arritmias cardíacas, infarto agudo do miocárdio e acidente vascular cerebral. Diferentemente do Suporte Básico de Vida (BLS), o ACLS exige conhecimentos médicos aprofundados e a realização de intervenções invasivas, sendo indicado para médicos, enfermeiros e estudantes de Medicina em fase final de formação.
Durante o treinamento, os alunos participaram de simulações realísticas de alta complexidade, que exigem raciocínio clínico rápido, tomada de decisão precisa e atuação integrada em equipe. O conteúdo abordou desde o manejo avançado de vias aéreas, como a intubação orotraqueal, até a administração de medicamentos específicos (como adrenalina e amiodarona) e o uso da desfibrilação manual. Além da parte técnica, o curso também enfatizou a importância da liderança médica e da comunicação eficaz entre os profissionais de saúde, fatores determinantes para o sucesso do atendimento em cenários críticos.
Para o professor Luciano Costa, responsável por propor o curso aos estudantes, o ACLS representa uma etapa estratégica na formação médica.
“Trata-se de um treinamento que vai além do domínio técnico de protocolos. Ele contribui diretamente para o desenvolvimento do raciocínio clínico em situações críticas, da tomada de decisão sob pressão e da atuação segura em emergências cardiovasculares”, destacou.
Segundo o docente, o impacto do curso é significativo para os futuros médicos.
“O ACLS proporciona mais segurança, confiança e preparo para lidar com eventos potencialmente fatais. Além disso, reforça competências fundamentais da prática médica contemporânea, como trabalho em equipe, liderança e comunicação efetiva”, afirmou.
O curso é estruturado como uma imersão intensiva, geralmente realizada ao longo de dois dias, com simulações que reproduzem situações reais do ambiente hospitalar. No Brasil, a certificação oficial é oferecida por instituições reconhecidas, como a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) e o Hcor Academy, seguindo rigorosamente as diretrizes da AHA. O certificado tem validade internacional de dois anos, sendo necessária sua atualização periódica conforme novas evidências científicas.
Do ponto de vista institucional, Luciano ressalta que oferecer esse tipo de capacitação ainda durante a graduação demonstra o compromisso do UniFOA com a excelência na formação médica e com a segurança do paciente.
“É uma forma concreta de aproximar o estudante dos cenários reais da prática médica, promovendo uma formação mais sólida, responsável e alinhada às demandas do sistema de saúde”, completou.
Proporcionar o treinamento em ACLS aos alunos do último período o UniFOA reforça seu comprometimento com um ensino médico alinhado às melhores práticas internacionais. A ação contribui diretamente para a formação de profissionais mais preparados, seguros e conscientes da responsabilidade que envolve o atendimento em situações críticas, onde cada decisão pode representar a diferença entre a vida e a morte.

O início do ano letivo marcou também o primeiro contato dos ingressantes da turma 85 do curso de Medicina do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) com a vida universitária. Pensada para acolher, orientar e aproximar os novos estudantes da instituição, a recepção contou com uma programação completa, reunindo apresentações institucionais, atividades em sala e momentos de diálogo sobre a formação médica.
A abertura aconteceu no Auditório William Monachesi, no campus Olezio Galotti, em Três Poços, no qual o coordenador do curso de Medicina, Julio Aragão, apresentou a história da graduação, o modelo de ensino adotado pelo UniFOA, a estrutura curricular e a forma como o curso se desenvolve ao longo dos seis anos de formação. Para ele, o momento de recepcionar os ingressantes é sempre especial.
“É um momento mágico, de ver o brilho nos olhos dos alunos e perceber a transformação que começa ali. Também nos faz lembrar da nossa própria trajetória na Medicina. Por isso, fazemos questão de mostrar onde eles estão entrando, como o curso funciona e como podem aproveitar ao máximo essa experiência. Durante esses seis anos, estaremos ao lado deles para que saiam daqui médicos e médicas competentes, preparados para atender a população. Essa é a nossa missão e é isso que vamos construir juntos”, destacou.
Na sequência, os estudantes participaram de uma atividade em sala conduzida pela professora Sônia Moreira, momento em que foram escolhidos os representantes de turma e esclarecidas dúvidas importantes sobre a rotina acadêmica, os desafios do curso e o percurso formativo ao longo da graduação.
Encerrando o dia de acolhimento, os ingressantes assistiram a uma palestra sobre um dos temas mais atuais da área da saúde: a pesquisa e o exercício da Medicina na era da inteligência artificial, reforçando desde o primeiro dia a importância da ciência, da inovação e do pensamento crítico na formação médica.
Entre os novos alunos, a recepção foi avaliada de forma bastante positiva. A estudante Ana Carolina Costa Abrão contou que a escolha pela Medicina está diretamente ligada ao desejo de continuar servindo às pessoas.
“Eu já sou da área da saúde, fiz Odontologia, e a Medicina surgiu como uma forma de ampliar ainda mais essa possibilidade de cuidado, agora por meio da formação médica”, explicou. Sobre o acolhimento, ela destacou a importância da iniciativa. “Achei fundamental. Na minha outra graduação não vivi algo assim. Essa introdução facilita a integração com a turma, esclarece dúvidas e apresenta a Medicina de uma forma mais leve e humana.”
A aluna Jhullyan Andrade também ressaltou a importância do primeiro contato com a instituição. Para ela, o acolhimento contribui para diminuir inseguranças comuns no início da graduação e ajuda a compreender melhor o papel do futuro médico.
“Esse momento inicial foi muito importante para tirar dúvidas sobre o curso e entender o que vamos vivenciar ao longo desses seis anos”, afirmou. Ao falar sobre o futuro, Jhullyan revelou suas expectativas. “Quero me tornar uma médica competente, humana e comprometida com a comunidade. Acredito que o UniFOA tem um papel fundamental nisso, nos ajudando a crescer não só como profissionais, mas como pessoas.”
Ações como o Start da Medicina reforçam o cuidado da instituição desde o primeiro dia de aula, e o compromisso com uma formação médica sólida, humanizada e alinhada às transformações da sociedade e da saúde contemporânea.
















Quem sonha em iniciar a graduação em Medicina ainda no primeiro semestre de 2026 tem uma nova oportunidade com a abertura do edital do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA). As inscrições já estão abertas até 12/02/2026 (quinta-feira) às 12h, permitindo que novos candidatos ingressem no curso neste início de ano letivo.
Os interessados podem se inscrever diretamente pelo site unifoa.edu.br/portal-do-candidato, onde estão disponíveis todas as informações sobre o processo seletivo. Reconhecido com nota máxima pelo Ministério da Educação (MEC), o curso de Medicina do UniFOA é o único da região a ter vigente o selo Saeme, uma certificação de qualidade concedida pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) em parceria com a Associação Brasileira de Educação Médica (ABEM) a cursos de medicina que cumprem altos padrões de excelência, além da Federação Mundial para Educação Médica (WFME), validando a formação no exterior.
Esse reconhecimento coloca a instituição em um seleto grupo dos melhores centros universitários do país, oferecendo uma formação sólida, alinhada às exigências acadêmicas e às demandas do mercado de trabalho.
Com mais de 50 anos de tradição, o curso de Medicina do UniFOA se destaca pela formação de profissionais capacitados para atuar no Brasil e no exterior. A proposta didática-pedagógica alia base científica consistente, corpo docente qualificado, prática desde os primeiros períodos e integração com os serviços de saúde, além da infraestrutura proporcionando ao estudante uma vivência completa da rotina médica.
A abertura do edital representa mais uma chance para quem deseja iniciar a trajetória na Medicina em uma instituição consolidada, com estrutura adequada, corpo docente qualificado e compromisso com a formação ética e profissional de seus alunos.
O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) abriu o Processo Seletivo para o curso de Medicina 2026, consolidando mais uma vez seu compromisso com a excelência no ensino superior. Reconhecido nacionalmente e avaliado com nota máxima (5) pelo MEC, o UniFOA mantém uma trajetória sólida onde já formou mais de 4600 médicos na sua história, unindo tradição, inovação e responsabilidade social.
Nesta edição, os candidatos podem se inscrever utilizando a nota do ENEM, facilitando o acesso e oferecendo mais praticidade para quem deseja iniciar a jornada médica. As inscrições já estão abertas no site unifoa.edu.br.
Com hospital próprio, infraestrutura moderna e um corpo docente formado por profissionais com ampla experiência, o UniFOA proporciona um ambiente de formação que conecta teoria, prática e propósito. A vivência clínica acontece desde os primeiros períodos, permitindo que o estudante desenvolva pensamento crítico, maturidade profissional e visão humanizada do cuidado em saúde.
A campanha deste processo seletivo destaca um conceito que traduz a essência da instituição: “Quando o assunto é aprender de verdade, o lugar faz toda diferença.” No UniFOA, esse diferencial se materializa em metodologias atualizadas, projetos interdisciplinares e em um ecossistema que dialoga diariamente com as demandas atuais da saúde e da sociedade.
Formar médicos há gerações é parte da identidade institucional. O legado do UniFOA se expressa no desempenho de seus egressos em diferentes regiões do país, no reconhecimento de sua qualidade acadêmica e na construção contínua de uma formação que integra rigor científico, prática constante e cuidado com a trajetória do estudante.
Os interessados em participar do Processo Seletivo de Medicina 2026 devem acessar este link para realizar a inscrição.
O curso de Medicina do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) promoveu uma simulação realística com múltiplas vítimas, reunindo estudantes de diferentes períodos em um cenário de emergência que envolveu também a participação do curso de Educação Física. A atividade teve como objetivo aproximar os alunos da vivência prática em situações críticas, em um ambiente controlado, mas com alto grau de realismo.
De acordo com o coordenador do curso de Medicina, professor Júlio Aragão, o exercício foi planejado para desafiar os participantes a pensarem de forma estratégica diante de um grande número de vítimas.
“Estamos preparando uma simulação complexa, em que os estudantes precisam raciocinar não apenas sobre quem está mais grave, mas sobre quem tem maior chance de sobrevivência. Às vezes, é necessário priorizar três pacientes em estado moderado para salvar mais vidas, em vez de dedicar todo o tempo a um caso extremamente crítico. É uma experiência que exige raciocínio rápido e tomada de decisão sob pressão”, explicou.
O professor destacou ainda o envolvimento coletivo dos alunos na organização do evento.
“Eles mesmos se dividem entre os papéis de vítimas e socorristas, revezando a cada rodada. Temos também uma equipe de maquiadores que trabalha nas simulações de ferimentos, tornando o cenário ainda mais realista”, completou.
A simulação também marcou a integração entre os cursos de Medicina e Educação Física, fortalecendo o aprendizado interdisciplinar.
“Os estudantes de Educação Física têm aulas de primeiros socorros, então é uma parceria natural. Queremos ampliar ainda mais essa integração nas próximas edições, trazendo inclusive alunos de Comunicação para realizarem a cobertura jornalística em tempo real”, acrescentou Júlio.
O professor Rodolfo Silva, do curso de Educação Física, ressaltou a importância da vivência prática e da maturidade emocional desenvolvida nesse tipo de experiência:
“A maturidade técnica geralmente vem antes da maturidade emocional. Simulados como esse ajudam a trazer essa maturidade emocional para quem já domina a parte técnica. É impossível ter equilíbrio emocional sem base técnica e a simulação realística cria essa condição, porque o ambiente é intenso, com vítimas gritando, chorando, reclamando de dor, algumas inconscientes. Isso tudo prepara os futuros profissionais para lidar com situações reais de forma segura e responsável.”
Ele também destacou o valor da integração entre as áreas da saúde:
“O primeiro socorro pode ser realizado por qualquer pessoa, e aqui temos duas áreas trabalhando em conjunto, Educação Física e Medicina. O profissional de Educação Física, inclusive, precisa se capacitar em primeiros socorros a cada dois anos. Ver essas áreas atuando lado a lado no atendimento pré-hospitalar é incrível. É uma vivência rica, que amplia a percepção de ambos os grupos e fortalece o cuidado com a sociedade.”
Para o estudante Theo Fonseca, diretor científico da Liga Acadêmica de Suporte Emergencial e Intensivo (LASEI) e um dos responsáveis pela organização, o evento representa um marco na formação médica.
“É uma experiência muito próxima da realidade. Tivemos apoio de instrutores experientes, do pessoal do SAMU, que realizou um treinamento teórico, e conseguimos simular um ambiente de urgência. Isso nos prepara para o trabalho em equipe e para reagir com segurança em situações de crise”, destacou.
As alunas do curso de Educação Física também participaram ativamente da ação, tanto como vítimas quanto como socorristas.
“É uma vivência muito rica, porque nos coloca em contato direto com o que pode acontecer de verdade. Assim, conseguimos relembrar técnicas de primeiros socorros e compreender como agir diante de um acidente real”, contou uma das estudantes.
Outra participante relatou que as aulas de primeiros socorros já foram fundamentais fora da faculdade:
“Meu filho se engasgou com uma pedra e eu soube exatamente o que fazer. Essa experiência mostra o quanto esse tipo de atividade é importante para a vida real.”
A estudante Marcela Martins, do 6º período de Medicina e integrante da LASEI, também destacou o valor da experiência:
“Participei da primeira simulação como socorrista e agora estou vivendo o outro lado, como vítima. É uma oportunidade incrível, porque o contato realístico faz a gente fixar melhor o que aprende em sala. A maquiagem e o realismo da cena aumentam a adrenalina e nos preparam para a prática profissional.”
A atividade reforça a formação completa e humanizada em saúde que o UniFOA promove, unindo teoria e prática em experiências inovadoras que desenvolvem habilidades técnicas, emocionais e de trabalho em equipe competências essenciais para o futuro profissional.









Em uma iniciativa que reforça a relação entre ciência, educação e cidadania, o Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), em parceria com o Instituto de Educação Professor Manoel Marinho, promoveu a Feira da Saúde, ação que transformou a escola em um ambiente de aprendizado prático e interativo. Mais de 530 alunos participaram das atividades conduzidas por docentes e universitários de sete cursos da instituição.
Idealizador do projeto de extensão, o professor Dimitri Ramos Alves, coordenador do curso de Ciências Biológicas do UniFOA e também docente do Colégio Manoel Marinho, destaca a importância da aproximação entre universidade e escola pública.
“Buscamos levar para o ambiente escolar atividades que fazem parte da rotina acadêmica no UniFOA, permitindo que os estudantes vivenciem na prática o que significa o Ensino Superior e se reconheçam como futuros profissionais”, afirma.
Durante a feira, o auditório foi dividido em estações de conhecimento, onde os cursos prepararam demonstrações e oficinas ligadas à prática científica e ao cuidado com a saúde. Os alunos puderam utilizar microscópios, equipamentos médicos e participar de dinâmicas educativas que abordaram biodiversidade, primeiros socorros, saúde bucal, alimentação saudável e bem-estar.
Entre as atividades realizadas:
Além de despertar novos interesses, a Feira da Saúde fortaleceu competências essenciais nos universitários, como comunicação, empatia e liderança, por meio do contato direto com o público.
“Queremos que esses jovens visualizem possibilidades para o futuro e encontrem motivação para seguir estudando. A extensão cumpre um papel fundamental ao aproximar a universidade da comunidade”, reforça Dimitri.
Com a iniciativa, o UniFOA reafirma seu compromisso com o desenvolvimento social da região e com a formação de cidadãos críticos e preparados para transformar o mundo por meio do conhecimento — com cuidado e propósito.


O curso de Medicina do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) mantém uma trajetória marcada pelo reconhecimento de sua qualidade acadêmica. Em 2023, a instituição recebeu pela terceira vez consecutiva o Selo de Acreditação SAEME, concedido pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), com validade até 2029. O diferencial é ainda mais significativo por se tratar da única escola médica do Sul Fluminense e da Costa Verde a alcançar essa certificação, o que reforça a confiança da comunidade acadêmica e da sociedade no compromisso da instituição com a formação médica de excelência.
O SAEME (Sistema de Acreditação de Escolas Médicas) foi criado pelo CFM com apoio de especialistas da área para avaliar a qualidade dos cursos de Medicina em todo o país. O processo analisa aspectos como ética, responsabilidade social, infraestrutura, corpo docente e alinhamento às necessidades da saúde no Brasil, garantindo transparência e independência na certificação.
Desde 2016, quando conquistou o selo pela primeira vez, o UniFOA vem demonstrando regularidade na qualidade de ensino. O reconhecimento foi renovado em 2020 e novamente em 2023, assegurando a acreditação até agosto de 2029. Essa sequência de conquistas evidencia um padrão de ensino sólido, que não se limita a momentos pontuais, mas se mantém ao longo dos anos.
Para o coordenador do curso, professor Júlio Aragão, a acreditação vai além de um selo: ela amplia as oportunidades acadêmicas e profissionais dos estudantes. “Muitos dos nossos alunos poderão pleitear experiências no exterior ou validar seus diplomas com mais facilidade, graças ao fato de pertencermos a uma instituição certificada internacionalmente”, afirma.
Ele também destaca o impacto do reconhecimento na vivência acadêmica: “Essa certificação atesta a qualidade do ensino que oferecemos e reflete nosso compromisso com uma formação diferenciada e de ponta. Além disso, o aluno que está em uma instituição acreditada tem mais facilidade de conseguir intercâmbio fora e reconhecimento de diploma”, completa.
Com três acreditações consecutivas e posição de destaque na região, o curso de Medicina do UniFOA reafirma sua relevância como espaço de formação responsável e inovadora. Mais do que um selo, a acreditação traduz o esforço coletivo de docentes, gestores e estudantes em manter um ensino médico conectado às demandas da sociedade.
Ao longo dos próximos anos, a instituição seguirá sendo referência em um ponto essencial: oferecer uma formação que abre caminhos, aproxima fronteiras e prepara profissionais para atuar com competência e sensibilidade em diferentes cenários, no Brasil e no mundo.




As Ligas Acadêmicas de Medicina representam uma oportunidade única para os estudantes que desejam aprofundar conhecimentos em áreas específicas da profissão, como no curso de Medicina do UniFOA. Sem fins lucrativos e organizadas por acadêmicos e professores, essas organizações surgiram no século XX com o objetivo de complementar a formação dos futuros médicos.
Cada liga conta com um professor orientador, uma diretoria que organiza as atividades e seus membros efetivos. A experiência, além de agregar à formação acadêmica, contribui para o currículo dos estudantes, já que a participação em ligas soma pontos em processos seletivos de estágios e residências médicas.
Reconhecidas oficialmente pelas Diretrizes Curriculares Nacionais, as ligas cumprem um papel essencial no tripé universitário: ensino, pesquisa e extensão. No ensino, promovem palestras, reuniões e debates que vão além do currículo regular. Na pesquisa, incentivam a produção de artigos científicos e publicações relevantes. Já na extensão, levam ações de saúde e conscientização para a comunidade, aplicando na prática os conhecimentos adquiridos em sala de aula.
Para Eduardo Gevisiez, estudante de Medicina, as ligas representam uma porta aberta para explorar áreas de interesse:
“Poder participar de uma liga acadêmica é uma excelente oportunidade. Eu gosto muito de Neurologia e, na Liga Acadêmica de Neurologia e Neurocirurgia, aprendo sobre acometimentos, tratamentos inovadores e ainda conheço colegas que compartilham da mesma paixão. Essa vivência faz diferença quando entramos no mercado de trabalho, porque já estamos mais familiarizados com a área que queremos seguir.”
Na mesma linha, Fernanda Perez, presidente do Conselho de Ligas do curso de Medicina do UniFOA, reforça o impacto das atividades na construção de carreira:
“Participar de uma liga é uma excelente maneira de desenvolver novas habilidades. É a chance de se aprofundar em temas pouco abordados na graduação e de confirmar afinidade com uma especialidade. Além disso, o networking aumenta as possibilidades de estágio, produção científica e até mesmo inserção no mercado de trabalho. O currículo também fica mais atrativo, mostrando iniciativa e engajamento.”
Já do ponto de vista acadêmico, Rodrigo Freitas, professor responsável por dar suporte às ligas, destaca a contribuição dessas instituições na trajetória formativa dos estudantes:
“As ligas acadêmicas oferecem um cenário extracurricular muito rico, no qual diversas especialidades médicas podem ser exploradas já durante a graduação. Isso ajuda na escolha da residência e desenvolve competências como organização de eventos, liderança e comunicação. Também garantem horas complementares, necessárias para a conclusão do curso, e aproximam os alunos do mercado por meio de palestras com egressos e profissionais da área.”
Assim, as ligas acadêmicas do curso de Medicina do UniFOA vão além do aprendizado técnico. Elas se consolidam como um espaço de construção de conhecimento, integração entre ensino e comunidade, desenvolvimento de habilidades e fortalecimento da identidade profissional dos futuros médicos.
E se você quer fazer parte deste universo de conhecimento, aprendizado e capacitações, as inscrições já estão abertas para o Processo Seletivo Medicina UniFOA 2025 pelo site.
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