Estudantes de Medicina de outras instituições que desejam continuar a formação no Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) já podem se inscrever no Processo Seletivo de Transferência Externa para o curso de Graduação em Medicina. As vagas são destinadas ao ingresso no segundo semestre de 2026.
As inscrições estão abertas no Portal do Candidato e podem ser realizadas até as 14h do dia 5 de agosto de 2026.
A transferência externa é destinada a candidatos regularmente matriculados em cursos de Graduação em Medicina de Instituições de Ensino Superior nacionais, públicas ou privadas, autorizadas ou reconhecidas pelo Ministério da Educação (MEC). Também poderão participar candidatos com matrícula trancada em curso de Medicina, desde que apresentem a comprovação do trancamento na instituição de origem.
Para pleitear a vaga, o candidato deverá ter concluído o período ou módulo anterior ao de referência no curso de Medicina da instituição de origem. Também serão aceitas inscrições de candidatos que tenham ingressado no curso por processo seletivo ou por meio do Enem em instituições nacionais.
O edital prevê ainda que, caso seja classificado, o candidato deverá cursar o período ou módulo para o qual se inscreveu e que foi ofertado no processo seletivo. Não será permitido o aproveitamento de disciplinas para progressão de período ou módulo após a classificação.
No ato da inscrição, o candidato deverá encaminhar a documentação exigida e aguardar a conferência e validação por parte do UniFOA. Somente após essa etapa será possível realizar o pagamento da taxa de inscrição, no valor de R$ 49, por Pix ou cartão de crédito à vista.
O Processo Seletivo de Transferência Externa representa uma oportunidade para estudantes que já iniciaram a formação médica em outra instituição e desejam dar continuidade à trajetória acadêmica no UniFOA, em uma estrutura reconhecida pela tradição na área da saúde, pela formação prática e pela integração com os serviços de ensino e assistência.
Os interessados devem consultar o edital completo, verificar todos os critérios de participação, reunir a documentação necessária e realizar a inscrição pelo Portal do Candidato: www.unifoa.edu.br/portaldocandidato.
Enquanto pacientes do SUS eram atendidos no mutirão de cirurgias de hérnia do Hospital da Fundação Oswaldo Aranha (H.FOA) em parceria com a Sociedade Brasileira de Hérnia (SBH), estudantes de Medicina do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) acompanhavam, em tempo real, cada etapa dos procedimentos diretamente do Núcleo de Atividade Virtual de Ensino (NAVE), no campus Olezio Galotti, em Três Poços. A iniciativa marcou um momento inédito na integração entre assistência, tecnologia e formação médica, reunindo cuidado à população, aprendizado prático e recursos avançados em uma mesma experiência.
A transmissão das cirurgias permitiu que os acadêmicos observassem os procedimentos com riqueza de detalhes, acompanhando decisões da equipe médica, técnicas utilizadas e a dinâmica do centro cirúrgico a partir de uma vivência imersiva. Para os estudantes, a atividade ampliou o contato com situações reais da profissão ainda durante a graduação.
O presidente da Fundação Oswaldo Aranha (FOA), Eduardo Prado, destacou que a iniciativa representa um marco para o ecossistema formado pela FOA, UniFOA e H.FOA.
“No mutirão de cirurgias de hérnia do H.FOA, além de atender com a melhor tecnologia que o mundo pode ofertar, levando essa tecnologia aos pacientes do SUS, estamos vivendo um momento especial: pela primeira vez, estudantes de Medicina do UniFOA acompanham as cirurgias ao vivo, diretamente do NAVE. Nenhuma outra instituição educacional ou hospitalar oferece, hoje, essa mesma oportunidade e tecnologia à população e aos estudantes. É o nosso ecossistema funcionando com a sincronicidade planejada. Estamos fazendo história”, afirmou.
Segundo Eduardo, a experiência mostra como o cuidado com os pacientes e a formação de futuros médicos podem caminhar juntos.
“É uma oportunidade de aprender com casos reais, observar cada decisão da equipe em tempo real e entender, na prática, o que faz a diferença na formação de um bom médico. Quando conseguimos cuidar das pessoas e, ao mesmo tempo, preparar profissionais mais capacitados, todos saem ganhando. Esse é o grande diferencial da FOA, do UniFOA e do H.FOA”, completou.
Para a acadêmica de Medicina e monitora do NAVE, Thaíssa Gomes, a transmissão representa uma oportunidade diferenciada de aprendizado. Ela destacou que, mesmo em vivências presenciais no centro cirúrgico, nem sempre o estudante consegue acompanhar o campo operatório com tanta nitidez.
“Um dos grandes diferenciais da FOA é esse contato direto que o acadêmico tem com o H.FOA. Poder assistir a uma cirurgia dessa forma é uma experiência muito importante. Quando estamos no centro cirúrgico, muitas vezes não conseguimos ficar próximos do campo operatório. Pelo NAVE, com a transmissão, conseguimos ter uma visão limpa, detalhada e muito próxima do procedimento. Isso faz diferença para entendermos o que vamos encontrar mais à frente na nossa formação”, explicou.
A estudante Gabriela São Thiago, do 9º período de Medicina, também ressaltou o quanto a experiência contribui para a formação de quem já está em uma etapa mais avançada do curso.
“Eu acho muito interessante, porque esse tipo de tecnologia permite que a gente veja a cirurgia de perto, com muito mais detalhe. Conseguimos observar melhor a anatomia e aspectos que, muitas vezes, não conseguimos acompanhar tão bem durante o internato, porque nem sempre ficamos próximos ao campo cirúrgico. É uma experiência muito enriquecedora para a formação médica”, afirmou.
Para Gabriela, esse contato antecipado com procedimentos reais pode fazer diferença nas próximas etapas da trajetória profissional.
“Eu sou apaixonada pela cirurgia e vejo isso como um diferencial muito grande. Quando eu estiver em uma residência, por exemplo, já vou chegar com uma noção maior do que quem não teve essa experiência. Isso agrega muito para a nossa formação”, destacou.
O estudante Carlos Eduardo Soares, do 7º período de Medicina, avaliou a transmissão como um avanço para a experiência acadêmica.
“Essa iniciativa do UniFOA com os estudantes é muito interessante. Mesmo não estando dentro da sala de cirurgia, conseguimos acompanhar o procedimento com muitos detalhes, por diferentes ângulos. É uma experiência virtual muito rica e que integra o sistema do NAVE, uma tecnologia avançada da faculdade, que acrescenta muito à nossa carreira acadêmica”, afirmou.
Para Gabriela Ribeiro Lourenço, que concluiu o 1º período de Medicina, o contato com a transmissão logo no início da graduação mostrou novas possibilidades de aprendizado.
“A experiência foi muito enriquecedora. Tenho certeza de que trouxe muitos conhecimentos. Foi muito interessante participar e espero que aconteçam outras vezes. A faculdade nos proporciona esse contato com equipamentos tecnológicos e o NAVE é um espaço onde a gente consegue aprender sobre vários sistemas e ampliar nossa visão sobre a Medicina”, contou.
A iniciativa evidencia a integração entre FOA, UniFOA e H.FOA, aproximando ensino, assistência e tecnologia em uma mesma experiência. Ao acompanhar cirurgias reais em tempo real, os estudantes têm acesso a uma vivência que amplia a compreensão sobre a prática médica e fortalece a formação profissional.
Mais do que assistir a um procedimento, os acadêmicos puderam observar o cuidado acontecendo enquanto ele era realizado. Para quem está em formação, esse tipo de experiência ajuda a transformar tecnologia em aprendizado, rotina hospitalar em sala de aula viva e assistência à população em oportunidade concreta de formar médicos mais preparados.





Duas décadas podem transformar prédios, ampliar estruturas e renovar espaços. Mas há lembranças que permanecem exatamente onde nasceram. Foi esse sentimento que reuniu os egressos da turma de 2006 do curso de Medicina do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) em um encontro realizado no Auditório William Monachesi. Mais do que rever antigos colegas, eles voltaram ao lugar onde construíram amizades, descobriram vocações e deram os primeiros passos de uma trajetória que hoje se espalha por hospitais, consultórios, centros de pesquisa e universidades.
Entre abraços, fotografias e muitas histórias, o reencontro também foi uma oportunidade para revisitar a própria formação e conhecer de perto a transformação vivida pelo campus ao longo dos últimos 20 anos.
Para a médica Aline da Rocha Luz, retornar ao UniFOA foi uma experiência marcada pela gratidão.
“Eu não imaginava que a minha aprovação na Medicina fosse me levar onde cheguei hoje. Tudo o que vivi aqui, cada desafio, cada noite de estudo e cada aprendizado fizeram parte da construção da profissional que me tornei. Quando volto e vejo o quanto a instituição cresceu, fico muito emocionada. Há vinte anos já tínhamos uma excelente estrutura, mas acompanhar essa evolução é realmente impactante”, afirmou.
Ao recordar o período da graduação, Aline também destacou a influência dos professores na escolha da especialidade.
“Cada disciplina despertava uma nova paixão. Entrei querendo fazer Pediatria, me apaixonei pela Anestesiologia e hoje sou dermatologista. Isso mostra como os professores, que sempre foram referências em suas áreas, tiveram papel importante na nossa formação.”
Quem também reencontrou a instituição com emoção foi Alex Antunes Bezerra, integrante da primeira turma semestral de Medicina do UniFOA.
“Desde o primeiro dia em que entrei neste campus fui acolhido. Voltar agora e receber esse carinho novamente é emocionante. O método de ensino, os laboratórios e, principalmente, os professores foram fundamentais para construir a base da minha carreira. Tenho muito orgulho de ter feito parte dessa história.”
Alex destacou ainda que, após a graduação, permaneceu em Volta Redonda para realizar a residência médica, fortalecendo ainda mais os vínculos construídos durante a formação.
Entre os relatos mais emocionantes do encontro esteve o do médico Keller Santos. Natural de Caraguatatuba (SP), ele lembrou que chegou ao UniFOA ainda muito jovem, sem imaginar até onde aquela escolha o levaria.
“Receber o diploma de médico mudou completamente a minha vida. Depois da graduação, tive a oportunidade de fazer residência, conhecer grandes centros, operar ao lado de referências da medicina no Brasil, nos Estados Unidos e na Europa. Mas aprendi uma coisa: o que faz um grande hospital não são apenas os equipamentos, são as pessoas. E foi aqui que conheci algumas das melhores pessoas da minha vida.”
Mesmo após construir uma carreira consolidada, Keller contou que escolheu Volta Redonda quando precisou cuidar da própria família.
“Quando minha mãe precisou ser operada, não tive dúvidas. Voltei para Volta Redonda. Porque eu sabia da qualidade dos profissionais que trabalham aqui. Sempre digo que o UniFOA transforma vidas. Transformou a minha.”
Ao longo do encontro, os egressos também visitaram diferentes espaços do campus e puderam acompanhar de perto a expansão da estrutura acadêmica construída nas últimas décadas. Laboratórios modernos, novos ambientes de ensino e investimentos em tecnologia evidenciaram uma instituição que cresceu sem perder aquilo que os antigos alunos mais fizeram questão de destacar: o acolhimento.
Antes de encerrar o reencontro, Keller deixou uma mensagem aos estudantes que hoje percorrem os mesmos corredores por onde sua turma passou.
“O UniFOA mostra o caminho. Aqui você encontra professores comprometidos, pessoas que acreditam no seu potencial e uma formação que permite chegar onde você quiser. O resto depende da dedicação de cada um. Para mim, Medicina UniFOA significa orgulho, paixão, alegria e, acima de tudo, gratidão.”
Mais do que celebrar os 20 anos de formatura, o encontro mostrou que algumas conexões permanecem vivas mesmo com o passar do tempo. Para quem voltou ao Auditório William Monachesi, rever os colegas foi importante. Mas reencontrar o lugar onde a história começou fez com que, por algumas horas, o tempo parecesse voltar duas décadas.





Antibiótico não é resposta para qualquer febre, dor ou suspeita de infecção. Quando usado sem critério, pode perder força justamente no momento em que o paciente mais precisa. Em um cenário em que a resistência bacteriana desafia médicos, hospitais e serviços de saúde, uma obra de referência para a prática clínica chega à sua 5ª edição pelas mãos de um professor que ajudou a formar gerações de médicos no UniFOA.
O livro Antibióticos e Quimioterápicos para o Clínico, do médico infectologista e professor aposentado de Medicina Walter Tavares, foi lançado na última sexta-feira (12), no Centro Histórico-Cultural, no campus Olezio Galotti, em Três Poços. A atividade, promovida pelo curso de Medicina do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), reuniu estudantes, internos, residentes, docentes, preceptores e profissionais da área da saúde em um encontro voltado à atualização científica e à valorização da produção acadêmica.
Professor com Honra ao Mérito do UniFOA, Walter Tavares tem uma trajetória diretamente ligada à história da instituição. Durante 26 anos, lecionou no curso de Medicina e participou da formação de inúmeras turmas.
“Trabalhei e lecionei aqui durante 26 anos, ajudando a formar inúmeras turmas de Medicina. Agora tenho a felicidade de lançar a quinta edição do meu livro, aos 87 anos. É uma alegria poder contribuir ainda para a formação de médicos, não apenas infectologistas, mas de todas as especialidades”, destacou Walter.
Publicada pela Editora Atheneu, a 5ª edição reúne 33 capítulos revisados e ampliados. A obra apresenta atualizações sobre terapêutica antimicrobiana, classes de antibióticos, formas de uso, efeitos colaterais, indicações clínicas e abordagens específicas para diferentes perfis de pacientes, como crianças, idosos e pessoas com obesidade.
O livro também traz capítulos dedicados a doenças infecciosas de grande prevalência e relevância clínica, como malária, AIDS, tuberculose e hepatites. Para Walter, a atualização constante é indispensável em uma área marcada por mudanças rápidas e pelo surgimento de novas possibilidades terapêuticas.
“Quando eu faço o livro, procuro me antecipar ao que vai acontecer. Há terapêuticas que ainda estão em experimentação clínica e já aparecem citadas na obra. Quando o livro chega ao leitor, ele já traz esse olhar para o que pode vir pela frente”, explicou.
A preocupação com a formação médica também atravessou a fala do professor. Para ele, mesmo em um cenário de avanço tecnológico e presença cada vez maior da inteligência artificial, o livro e o professor seguem ocupando um espaço essencial no processo de aprendizagem.
“O livro jamais morrerá. Assim como o professor que dá aula nunca será substituído, porque faltam à tecnologia a empatia e o calor humano. O livro continua presente, ajudando a detalhar a farmacologia, os efeitos adversos e a utilização clínica dos medicamentos”, afirmou.
Para o coordenador do curso de Medicina do UniFOA, Luiz Antônio Neves, receber o lançamento da 5ª edição dentro da instituição representa um reconhecimento à trajetória do professor e ao papel que ele desempenha na formação médica.
“Estamos falando de um professor da área de antibioticoterapia e infectologia entre os mais renomados do país, uma referência também internacional. Ter o lançamento do livro dentro da nossa instituição é uma honra para a FOA/UniFOA. Ele é uma referência para o Brasil e também para nós”, afirmou.
Luiz Antônio também destacou que a obra chega em um momento em que a atualização médica se tornou ainda mais necessária. “A Medicina exige atualização frequente. Para os estudantes, esse livro representa uma grande oportunidade de estudo e contato com uma produção científica de alto nível”, completou.
Entre os estudantes, o encontro também foi marcado pela dimensão simbólica de estar próximo a profissionais que se tornaram referência na área médica. Para Rafaela Dünkel, aluna do 5º período de Medicina, participar do lançamento foi uma experiência de incentivo e pertencimento.
“Para mim é uma grande alegria participar desse momento. O professor Walter é uma referência na infectologia e estar sentada à mesa com ele e com outros professores tão importantes foi uma oportunidade enorme, especialmente como aluna e integrante da Liga de Infectologia”, contou.
Rafaela também destacou o impacto de ver um professor com décadas de carreira ainda preocupado em contribuir com a formação das novas gerações. “A sensação é de ser abraçada, de ser acolhida. A Medicina evolui sempre pensando no paciente, mas, como aluna e futura médica, também é muito gratificante sentir que existe alguém olhando por nós e torcendo pela nossa formação”, relatou.
Mais do que o lançamento de uma nova edição, o encontro aproximou estudantes da literatura médica de referência e das diretrizes mais recentes sobre antibioticoterapia. O uso racional de antimicrobianos é hoje um dos pontos centrais da segurança do paciente. A escolha inadequada de um medicamento, o tempo incorreto de tratamento ou a prescrição sem necessidade podem comprometer resultados e ampliar riscos para toda a cadeia de cuidado.
Nesse contexto, discutir antibióticos na formação médica vai além da farmacologia. Passa pela responsabilidade clínica, pela leitura crítica das evidências e pela capacidade de decidir com segurança diante de casos reais.
Ao reunir memória institucional, produção científica e formação médica, o lançamento da quinta edição de Antibióticos e Quimioterápicos para o Clínico recolocou no centro do debate uma questão essencial: formar médicos preparados para prescrever melhor, tratar com mais segurança e responder aos desafios de uma prática clínica cada vez mais complexa.







As inscrições para o processo seletivo de Medicina do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) já estão abertas, com ingresso para o segundo semestre de 2026 através do ENEM ou portadores de diploma de curso superior. Para realizar sua inscrição, basta clicar no link.
A seleção será realizada por meio do aproveitamento das notas do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), considerando edições entre 2016 e 2025. As vagas são destinadas ao ingresso no 1º período do curso, com início no segundo semestre letivo de 2026.
Não será permitida a participação de treineiros, nem haverá reserva de vagas neste processo seletivo.
As inscrições devem ser realizadas exclusivamente pelo Portal do Candidato, disponível no site do UniFOA (www.unifoa.edu.br/vestibular-medicina/), no período de 02 de junho até às 15h do dia 30 de junho de 2026.
Edital - Processo Seletivo Medicina 2026.2 - Enem
Edital - Processo Seletivo Medicina 2026.2 - Portador de Diploma
Edital Complementar nº 01-26 Referente ao Edital 12-26 Ref. 2026.2.2
Edital Complementar nº 01-26 Referente ao Edital 11-26 Ref. 2026.2.2
Inteligência Artificial (I.A) já é uma realidade em diversos campos profissionais, inclusive na saúde. Com o objetivo de ensinar os estudantes de Medicina a como fazer o melhor uso da ferramenta, o Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) realizou no dia 22/05 o evento “Medicina Hoje: os impactos da IA”, no AudiSmart. O encontro contou com a participação de nomes que estão à frente no quesito de IA:
O coordenador do curso de Medicina, o professor Luiz Antônio Neves falou sobre a importância de discutir o uso de I.A no ensino superior e, principalmente, lançando um olhar sobre o curso de Medicina e ressaltou os desafios e oportunidades da ferramenta: “A I.A ajuda a Medicina a pensar melhor, mas temos um futuro de muito debate, mas também de muita incorporação tecnológica pela frente”, afirmou.
Na visão de Ayadamari Faria, a ideia de que a Inteligência Artificial aplicada à Medicina e a área da saúde em geral é algo distante já ficou para trás. De acordo com o professor, todo o campo da saúde e da Medicina já está se adaptando à nova realidade: “se a gente considerar só o ano de 2026, já tivemos liberação de legislação pertinente pelo Conselho Federal de Medicina, liberação de produtos específicos para área da saúde pelas empresas de tecnologia”, pontuou.
Thaíssa Gomes, estudante do 5º período, apresentou um projeto desenvolvido por ela sobre a implementação de I.A na elaboração do prontuário eletrônico, que tem como objetivo melhor a eficiência médica, bem como aprimorar a conexão entre o médico e o paciente: “é preciso compreender que a Inteligência Artificial é uma ferramenta que pode nos fazer evoluir quando trabalha com a gente, não quando trabalha no nosso lugar”, relatou.
O debate trouxe visões práticas de como a tecnologia já impacta o setor da saúde. Danilo Devezas abordou o papel da Inteligência Artificial sob a perspectiva da gestão, destacando que o grande diferencial do profissional contemporâneo está no domínio dessas tecnologias.
"A IA é uma realidade na nossa atuação. O foco principal hoje foi abordar a importância de os médicos saberem utilizar essas ferramentas de forma estratégica, melhorando a usabilidade e aplicando-as da melhor maneira possível no seu dia a dia profissional", explicou o Doutor Danilo.
Para um dos organizadores do evento, Vice-Presidente da FOA e professor de Medicina Walter Fonseca, a discussão une tradição, rotina e inovação em um único espaço.
“Existem momentos que são históricos, momentos que são cotidianos e momentos que são novidades. Este evento preenche os três requisitos. Juntamos um grupo de alunos com professores e convidados que começaram a discutir uma novidade. Já temos alunos desenvolvendo trabalhos acadêmicos sobre IA. É um momento inicial, mas também cotidiano, porque essa é uma atividade que já permeia a rotina dos nossos estudantes”, avaliou Fonseca.
Alessandro Orofino, Assessor da presidência, também falou sobre a importância do evento para os estudantes e para o UniFOA ao discutir transformação digital e cultura digital. “A FOA e o UniFOA trabalham sempre para o desenvolvimento integral do indivíduo. Então, um profissional competente tem que estar atento a essas questões”, comentou. “Essa integração entre professores, alunos e membros externos agrega muito à formação médica de nosso curso”, concluiu.
Diante do grande engajamento e da relevância do tema, já estão sendo planejadas novas edições do evento, que incluirão tanto o desdobramento de novos tópicos no curso de Medicina quanto a ampliação do debate para os demais cursos da área da saúde do UniFOA.








No intuito de fortalecer a formação de futuros profissionais da saúde, o Auditório de Medicina do UniFOA sediou, na última sexta-feira (08/05), o evento Educação em Saúde Materno Infantil. A iniciativa faz parte do Projeto Ouro Líquido, que reuniu especialistas e estudantes para debater a promoção e a proteção do aleitamento materno.
Organizado por alunos da instituição sob a orientação do Prof. Dr. Arthur Villela, o evento focou na integração entre o rigor técnico e o atendimento humanizado. Segundo Thaíssa Gomes, uma estudante de Medicina do 5º período e uma das participantes do projeto, o evento foi pensado como um momento de encontro, diálogo, oficinas e sensibilização. Ela continua: "Reunimos acadêmicos, médicos e gestantes em um espaço onde a informação pudesse circular de forma acessível e humana. Cada etapa foi pensada com cuidado, desde a definição dos temas e a organização do material educativo e das atividades até a construção de um espaço que acolhesse dúvidas, experiências e vivências."
Com uma programação completa, o encontro abordou desde os desafios clínicos do acompanhamento do recém-nascido até os impactos psicológicos e físicos da amamentação.
A iniciativa contou com nomes de referência na área médica, que trouxeram atualizações essenciais para a prática pediátrica e obstétrica:
Além das exposições teóricas, o evento finalizou com orientações importantes sobre a pega correta durante a amamentação.
O Projeto Ouro Líquido surgiu como uma iniciativa dos alunos do UniFOA, em parceria com o Professor Arthur Villela, que tem como propósito promover, proteger e apoiar o aleitamento materno, fortalecendo o vínculo entre conhecimento, cuidado e amor.
Sobre a idealização do projeto, a estudante Thaíssa afirma que ele surgiu a partir da paixão pela pediatria e da compreensão sobre os benefícios da amamentação para o bebê e para a mãe. A estudante continua: "O nome Ouro Líquido traduz aquilo em que acreditamos, o leite materno. Em cada gota existe um potencial de desenvolvimento, fortalecimento imunológico e promoção de saúde que acompanha a criança desde os seus primeiros dias." Ela também afirma que um dos propósitos do projeto é a conscientização sobre os benefícios do leite materno e uma busca por fortalecer a cultura de valorização da amamentação.
"Quando compartilhamos conhecimento sobre os benefícios nutricionais, imunológicos, emocionais e sociais do leite materno, contribuímos para que mães, famílias e rede de apoio possam tomar decisões mais seguras, conscientes e amparadas." finalizou a estudante.
Confira as fotos do evento no link: Clique aqui!
A história da Nadejda Maria Ávila da Silva Varginha com o Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) não começa na sala de aula da medicina, começa antes, e se estende por décadas. Mais do que uma trajetória acadêmica, sua jornada se funde com a própria evolução da instituição, traduzindo, na prática, o conceito que hoje norteia a formação médica do UniFOA: um legado de excelência.
Desde a adolescência, Nadejda já demonstrava vocação para a docência, iniciando sua atuação como professora ainda muito jovem. Esse interesse pelo ensino a acompanhou ao longo da vida e se consolidou em sua primeira graduação, em Educação Física, concluída na FOA. Foi nesse período que aprofundou sua relação com a sala de aula e desenvolveu a base pedagógica que marcaria sua trajetória profissional.
Posteriormente, ao buscar ampliar seu campo de atuação, encontrou na medicina a oportunidade de unir conhecimento técnico e impacto social, dando início a uma nova etapa em sua carreira.
A decisão de ingressar no curso médico surgiu da busca por algo além e da influência familiar. Filha de médico e com irmãos na área, Nadejda ingressou no curso de Medicina e se formou em 1987. Desde então, construiu uma carreira sólida, ancorada em formação contínua e atuação prática.
Após a graduação, especializou-se em Otorrinolaringologia por meio de residência na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), conquistando, em seguida, o título de especialista pela Sociedade Brasileira de Otorrinolaringologia. Sua trajetória acadêmica avançou com mestrado pela Santa Casa de São Paulo e doutorado pela Universidade de São Paulo (USP), consolidando-se como uma das poucas doutoras na área no estado do Rio de Janeiro.
Mesmo com a projeção nacional, a médica manteve vínculos com Volta Redonda, onde atua até hoje em consultório próprio e como cirurgiã. Sua clínica, inclusive, tornou-se espaço de acolhimento e desenvolvimento para novos profissionais, muitos deles egressos do próprio UniFOA.
O retorno à instituição como docente não foi um ponto de virada, mas uma continuidade natural. Ainda durante a residência, Nadejda já colaborava com atividades de ensino, até ser oficialmente integrada ao corpo docente no início da década de 1990. Hoje, soma mais de 30 anos dedicados à formação de novos médicos.
Sua prática docente é resultado de uma combinação rara: base pedagógica estruturada, experiência clínica consolidada e constante atualização acadêmica. Para ela, ensinar vai além da transmissão de conteúdo técnico, envolve postura, ética e prática profissional.
Ao longo dessas décadas, acompanhou de perto as transformações do curso de Medicina, participando de mudanças curriculares e contribuindo ativamente para o aprimoramento da formação oferecida pela instituição.
Ao avaliar sua própria formação no UniFOA, a médica é categórica: trata-se de uma base “impecável”. Desde o começo destacou a qualidade do corpo docente e a consistência da matriz curricular como diferenciais determinantes.
Segundo ela, “o compromisso institucional com a excelência permanece ao longo dos anos, refletido na constante busca por atualização, inovação e melhoria dos processos de ensino”. Esse movimento, na sua avaliação, impacta diretamente o desempenho dos alunos, que se destacam em programas de residência médica e no mercado profissional.
A docente também ressalta o orgulho ao acompanhar a trajetória de ex-alunos, muitos dos quais seguiram carreira na Otorrinolaringologia e hoje atuam em importantes centros do país. Para ela, esse reconhecimento externo é um dos indicadores mais consistentes da qualidade da formação.
A formação inicial em Educação Física, longe de ser um desvio de rota, tornou-se um diferencial na sua atuação médica. A experiência contribuiu para o desenvolvimento de habilidades de comunicação, abordagem humanizada e maior sensibilidade no atendimento a diferentes perfis de pacientes.
Essa integração de saberes reflete uma visão ampliada da medicina, mais próxima, acessível e centrada no cuidado integral.
Ao refletir sobre o conceito de “um legado de excelência”, a médica resume: “trata-se da história que construí dentro da instituição”.
Com quase cinco décadas de vínculo com o UniFOA, Nadejda associa esse legado ao compromisso diário com a prática médica, à responsabilidade na formação de novos profissionais e à capacidade de inspirar gerações por meio do exemplo.
“É uma trajetória da qual me orgulho. Eu faria tudo novamente, e faria aqui”, afirma.
Mais do que uma carreira consolidada, sua história evidencia um ciclo que se retroalimenta: o UniFOA forma profissionais que retornam para formar outros, perpetuando conhecimento, valores e excelência.
A trajetória da Dra. Nadejda Varginha demonstra que o impacto de uma formação de qualidade vai além do diploma. Ele se manifesta ao longo do tempo, na prática profissional, na produção de conhecimento e, sobretudo, na capacidade de transformar vidas, dentro e fora da sala de aula.
No UniFOA, esse legado não é apenas discurso. É história construída, geração após geração.



O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) amplia as possibilidades de ingresso no curso de Medicina para o segundo semestre de 2026. Além das vagas já disponíveis para candidatos que desejam ingressar por meio da nota do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) e para portadores de diploma de curso superior, a instituição passa a oferecer também a opção de seleção por prova tradicional.
A nova modalidade representa mais uma oportunidade para candidatos que desejam conquistar uma vaga no curso, ampliando o acesso à formação médica em uma instituição reconhecida pela excelência no ensino.
As inscrições para o processo seletivo por prova estão abertas a partir do dia 15 de abril, e a avaliação está prevista para o dia 14 de junho de 2026. Já para ingresso via ENEM, seguem válidas as edições entre 2016 e 2025, com inscrições abertas até o dia 21 de maio de 2026.
As vagas são destinadas ao ingresso no 1º período do curso, com início no segundo semestre letivo de 2026. Podem se inscrever candidatos que estejam concluindo o Ensino Médio ou que já tenham certificado de conclusão, obtido pela via regular ou por suplência, além de portadores de diploma de curso superior.
Não será permitida a participação de treineiros, nem haverá reserva de vagas neste processo seletivo.
As inscrições devem ser realizadas exclusivamente pelo Portal do Candidato, disponível no site do UniFOA (www.unifoa.edu.br/vestibular-medicina/), respeitando os prazos estabelecidos para cada modalidade de ingresso.
Com 58 anos de tradição, o curso de Medicina do UniFOA já formou mais de 4 mil médicos que atuam no Brasil e no exterior, oferecendo uma formação sólida que integra teoria, prática desde os primeiros períodos e uma estrutura voltada aos desafios reais da profissão, consolidando uma trajetória pautada em responsabilidade, preparo técnico e compromisso com o cuidado.
O Congresso Médico Acadêmico 2026 do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) já tem data marcada: 28 e 29 de maio. O evento promete reunir estudantes e profissionais da área da saúde em uma programação voltada à atualização científica e à prática médica contemporânea.
Promovido anualmente pelo Conselho de Ligas Acadêmicas de Medicina do UniFOA, em parceria com uma liga organizadora e o corpo docente da Instituição, o evento chega à sua edição de 2026 sob a coordenação da Liga Acadêmica de Neonatologia, Infância e Adolescência (LANIA).
Neste ano, o congresso traz como tema central “Saúde da Criança: do olhar inicial ao atendimento especializado”, com foco em conteúdos fundamentais da pediatria, essenciais à formação e atuação do médico generalista. A proposta é oferecer uma visão ampla e integrada do cuidado infantil, conectando teoria e prática em diferentes níveis de atenção à saúde.
A programação principal será realizada de forma presencial, com palestras magnas distribuídas em dois horários ao longo de cada dia. A dinâmica foi pensada para favorecer a interação entre palestrantes, organização e público, estimulando o debate qualificado, algo que faz toda a diferença na formação médica.
Como aquecimento, o evento contará ainda com um pré-congresso no dia 27 de maio, que promete integrar ciência e descontração. A programação inclui apresentações da Bateria Tarja Preta e da equipe de Cheerleading do curso de Medicina, além da já tradicional Batalha de Ligas Acadêmicas, realizada em parceria com o projeto de ensino Jogos Semiológicos.
As inscrições já estão abertas e seguem até o dia 20 de maio, podendo ser realizadas pelo link: https://www.even3.com.br/congresso-de-medicina-2026
O Congresso Médico Acadêmico do UniFOA se consolida, ao longo dos anos, como um espaço estratégico de troca de conhecimento e fortalecimento da formação médica, mantendo viva uma tradição que, em tempos de excesso de informação e superficialidade, continua sendo indispensável: a boa e velha construção sólida do saber científico.
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