A escolha por um curso de Medicina envolve muito mais do que o momento da prova. Para quem está prestes a iniciar uma formação de seis anos, entram nessa decisão a experiência da instituição, os espaços de aprendizagem, o contato com a prática e as oportunidades encontradas ao longo da graduação.
Quem pretende ingressar no curso de Medicina do UniFOA tem até o dia 4 de novembro para realizar a inscrição no processo seletivo.
Com 58 anos de história, o curso de Medicina do UniFOA já formou mais de 4.500 médicos. Ao longo desse período, a graduação acompanhou mudanças na própria formação médica e incorporou novos ambientes, tecnologias e metodologias ao percurso dos estudantes.
No UniFOA, a vivência prática começa desde os primeiros períodos, com atividades compatíveis com cada etapa da formação e acompanhadas por professores e preceptores. O estudante passa por diferentes cenários de aprendizagem, que incluem laboratórios, ambientes de simulação, unidades de saúde e serviços conveniados. A proposta é fazer com que o estudante encontre, ao longo do curso, experiências que aproximem conhecimento acadêmico, prática e realidade do cuidado.
Essa estrutura também ganhou uma nova dimensão com o Hospital da Fundação Oswaldo Aranha (H.FOA). Como hospital próprio da instituição, o H.FOA amplia o contato dos estudantes com equipes multiprofissionais, pacientes, tecnologias e diferentes situações da assistência em saúde.
O curso também possui nota máxima no Ministério da Educação (MEC) e acreditação pelo Sistema de Acreditação de Escolas Médicas (SAEME-CFM), reconhecimento voltado à qualidade da formação médica.
Para quem ainda está avaliando onde iniciar essa trajetória, as inscrições para o Processo Seletivo de Medicina do UniFOA seguem abertas até 4 de novembro. Os interessados podem consultar as informações sobre o processo seletivo e realizar a inscrição pelo site unifoa.edu.br.
Quando Luma Falcão entrar pela última vez na sala de aula como estudante de Medicina do UniFOA, uma história iniciada décadas antes dentro da própria família estará ganhando um novo capítulo. Aluna do 12º período e integrante da turma 75, ela segue os passos do pai, médico formado pela instituição na turma 17 e sua principal referência profissional.
A distância entre as duas turmas ajuda a contar também parte da trajetória do próprio curso. O pai viveu uma Medicina do UniFOA de outra época. Luma encontrou novos espaços de aprendizagem, outras tecnologias, diferentes metodologias e, durante a graduação, acompanhou inclusive o desenvolvimento do Hospital da Fundação Oswaldo Aranha (H.FOA), que passou a integrar sua formação prática.
“Minha maior referência na Medicina é o meu pai. Ele é um excelente médico e um excelente ser humano. Saber que ele se formou aqui, na turma 17, e que agora eu sou da turma 75 é muito importante para mim. Tenho orgulho de fazer parte da MedVR como ele fez um dia e de poder continuar esse legado”, afirmou.
Ao longo do curso, essa herança familiar ganhou características próprias. Luma construiu interesses, encontrou áreas com as quais se identificou e chegou ao internato com a oportunidade de vivenciar diferentes cenários de assistência.
Um dos primeiros foi a UTI Neonatal do H.FOA, durante o internato de Pediatria.
“Quando entrei no internato, o primeiro lugar em que 'rodei' foi a UTI Neonatal e eu simplesmente me apaixonei pela Pediatria e pelos pequenos. Foi muito bom ter contato com profissionais que nos auxiliaram e poder viver de perto essa rotina”, contou.
No hospital, a estudante passou a acompanhar etapas que a aproximaram ainda mais da prática profissional, desde a evolução dos pacientes no sistema até o exame físico e a compreensão da dinâmica de funcionamento de uma unidade hospitalar.
“Aqui pude entender melhor a logística do hospital, ter um contato mais próximo com o paciente e ser tratada pelos professores e preceptores como uma futura colega de profissão. Isso fez muita diferença para mim”, destacou.
Outra experiência importante aconteceu na Oncologia. O interesse pela área já existia desde os primeiros anos da graduação, mas ganhou outra dimensão quando Luma passou a acompanhar pacientes oncológicos durante o internato.
“Eu sempre tive uma afinidade muito grande com a Oncologia Clínica. Aqui pude ter contato tanto com o estudo e o manejo do paciente quanto com aquilo que acontece quando você segura a mão dele, examina, conversa e escuta. Isso foi muito marcante para a minha formação”, afirmou.
Foi também nesse contato mais próximo com os pacientes que conteúdos trabalhados ao longo do curso passaram a ganhar outro significado. Para Luma, as discussões sobre humanização e relação médico-paciente ajudaram a construir uma forma de compreender a profissão que vai além do conhecimento técnico.
“A gente aprende a valorizar a empatia, o contato médico-paciente e o respeito pelo sofrimento do outro. Isso também nos faz evoluir como pessoas. A Medicina é uma profissão difícil, e precisamos nos fortalecer como seres humanos para conseguir entregar o melhor ao paciente”, disse.
Agora, faltando pouco para concluir a graduação, Luma olha para a própria trajetória com a segurança de quem reconhece o quanto mudou desde que entrou no curso.
“Minha experiência foi extremamente satisfatória e ajudou a moldar a médica que eu serei daqui a poucos dias. Tenho muita gratidão por estudar aqui, fazer parte dessa instituição e ter vivido todas essas experiências durante a formação”, contou.
Da turma 17 à turma 75, a história da família Falcão também acompanha parte da transformação da Medicina do UniFOA. O pai viveu uma etapa dessa trajetória. Luma encontrou outra, com novos espaços, novas experiências e um hospital integrado à formação. Agora, quando estiver oficialmente do outro lado da graduação, levará consigo o mesmo nome de curso que um dia fez parte da formação de sua maior referência, mas uma história profissional que começa a construir à própria maneira.
Formar um médico é um processo que exige tempo, atualização constante e contato com diferentes realidades da profissão. Desde 1968, quando foi criada como a primeira faculdade de Ciências Médicas do Sul Fluminense, o curso de Medicina do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) constrói uma trajetória voltada à formação de profissionais para diferentes áreas da saúde. Ao longo desse período, mais de 4.600 médicos foram formados pela instituição.
Mais do que representar uma marca histórica, essa trajetória reúne experiências acumuladas por diferentes gerações de professores, estudantes e profissionais. Ao mesmo tempo em que preserva conhecimentos fundamentais à formação médica, o curso acompanha as transformações da ciência, da tecnologia e das próprias necessidades da sociedade.
“Esse histórico, de mais de 50 anos formando médicos, todos bem colocados em sua profissão, revela que continuamos acertando ao longo dos anos com compromisso e uma formação de excelência e qualidade, ao mesmo tempo que vamos nos atualizando e incorporando novos conhecimentos e tecnologias”, afirma o coordenador do curso de Medicina, Luiz Antônio Neves.
A Medicina passa por mudanças constantes. Novos conhecimentos científicos, tecnologias, métodos, diagnósticos e formas de cuidado surgem em um ritmo cada vez mais acelerado. Nesse cenário, a experiência acumulada por uma instituição de ensino também tem um papel importante: ajudar a identificar quais conhecimentos são fundamentais para a formação e como eles devem ser incorporados à prática profissional.
Para Luiz Antônio, esse equilíbrio entre experiência e atualização é essencial para preparar o estudante para uma profissão que exige aprendizado contínuo.
“Os conhecimentos, a ciência e a tecnologia se desenvolvem cada vez mais rápido. É necessário ter experiência acumulada no corpo de professores e na instituição para identificar o que deve ser aprendido, como aprender ao longo de toda a vida e o que é essencial para cuidar bem das pessoas”, explica.
A proposta, portanto, não é escolher entre tradição e inovação, mas utilizar a experiência construída ao longo dos anos como base para acompanhar as transformações da área médica.
A formação também é influenciada pela variedade de ambientes nos quais o estudante pode aprender. No UniFOA, a graduação está inserida em um ecossistema que reúne educação e saúde, com laboratórios, diferentes cenários de prática, hospitais e unidades de saúde.
Essa integração permite que o conhecimento seja desenvolvido a partir de diferentes perspectivas e situações. O estudante pode vivenciar ambientes acadêmicos e, ao longo da formação, ampliar o contato com a realidade da assistência.
“Ter um ecossistema de educação e saúde como tem o UniFOA faz toda a diferença, pois essa diversidade, calcada na realidade, com ensino, laboratórios diversos, hospitais e unidades de saúde permite uma formação com múltiplos olhares e vivência, o que aumenta muito a qualidade”, destaca o coordenador.
Entre os espaços que fazem parte dessa estrutura está o Hospital da Fundação Oswaldo Aranha (H.FOA), hospital próprio da Fundação Oswaldo Aranha (FOA), que integra assistência e ensino. O estudante também conta com diferentes campos de prática e uma rede de instituições conveniadas, ampliando o contato com realidades distintas da área da saúde.
A experiência acumulada pela instituição também se reflete na maneira como o conhecimento é organizado durante a graduação. O currículo passa por atualizações para acompanhar as transformações da Medicina e as necessidades da sociedade, sem deixar de lado os fundamentos científicos e pedagógicos da formação.
Ao mesmo tempo, os estudantes têm acesso a diferentes ambientes para desenvolver conhecimentos e habilidades, permitindo que o conteúdo teórico seja relacionado a situações concretas da prática profissional.
“Temos um currículo que vai se ajustando com o evoluir do tempo e das necessidades, calcado na ciência e na boa prática educacional”, explica Luiz Antonio.
Segundo o coordenador, essa integração também está relacionada à diversidade de campos de prática oferecidos aos estudantes.
“Além de um ambiente adequado para absorção do conhecimento teórico, com professores de qualidade, temos uma grande diversidade de campos de prática, cenários e realidades diferentes que dão muita experiência do mundo real aos estudantes, resultando num equilíbrio importante para a profissão”, completa.
Essa combinação entre trajetória e atualização também está presente no reconhecimento externo conquistado pela Medicina UniFOA. O curso recebeu, por três vezes consecutivas, o Selo de Qualidade SAEME-CFM, concedido pelo Sistema de Acreditação de Escolas Médicas do Conselho Federal de Medicina.
A experiência, nesse contexto, não está apenas no tempo de existência do curso. Está também no conhecimento acumulado, na capacidade de adaptação e na construção de diferentes caminhos para preparar o estudante para a realidade da profissão.
É uma trajetória que começou em 1968 e continua sendo construída a cada nova geração de médicos.
O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) sediou, no dia 26 de setembro, o I Simpósio de Gestão e Inovação em Saúde, evento que reuniu estudantes, professores e profissionais para discutir as transformações e os desafios do setor da saúde. A programação abordou temas como Inteligência Artificial, HealthTechs, biotecnologia, liderança, pesquisa e inovação tecnológica, aproximando diferentes áreas do conhecimento e incentivando a participação acadêmica na construção de novas perspectivas para a saúde.
O simpósio foi promovido pelas ligas acadêmicas LAGEB (Liga Acadêmica de Genética Médica e Biotecnologia), LACMS (Liga Acadêmica de Clínica Médica e Semiologia) e LASMEP (Liga Acadêmica de Saúde Mental e Psiquiatria). A iniciativa contou com o apoio da presidência da Fundação Oswaldo Aranha (FOA) e reuniu estudantes de diferentes cursos da área da saúde.
Para o presidente da FOA, Eduardo Prado, um dos destaques da iniciativa foi justamente a integração entre diferentes formações. Segundo ele, embora a organização tenha partido de estudantes de Medicina, a proposta ultrapassou os limites do curso e envolveu acadêmicos de outras áreas.
“Não estão só os alunos do curso de Medicina. Os cursos de Enfermagem, Odontologia e da área da saúde como um todo entenderam essa proposta de inovar em saúde e contribuíram para a construção da programação e das discussões que aconteceram aqui”, destacou.
A participação dos estudantes também foi ressaltada pelo vice-presidente da FOA e professor, Dr. Walter Luiz Fonseca. Para ele, a realização do simpósio pelas três ligas acadêmicas demonstra o envolvimento dos alunos com questões que ultrapassam a formação técnica e alcançam temas como gestão, tecnologia e ética.
“Estamos com três grupos de estudantes que estão participando ativamente da preocupação com a gestão, com a tecnologia e com a ética”, afirmou.
Além do conteúdo técnico, o evento proporcionou aos acadêmicos uma experiência prática de organização, liderança e trabalho em equipe. Para Thaíssa Gomes, integrante das ligas, participar da organização de uma iniciativa como essa contribui para o desenvolvimento profissional ainda durante a graduação.
“Para mim, como estudante, é muito importante participar desse tipo de evento, porque agrega à carreira e à formação acadêmica. É uma preparação para o futuro, seja na organização de um evento, no trabalho em equipe, na liderança ou na possibilidade de fazer networking com professores, palestrantes e patrocinadores”, relatou.
A relação entre saúde e gestão também foi um dos pontos destacados pelos estudantes. A compreensão de que a atuação profissional na área da saúde envolve, cada vez mais, conhecimentos relacionados à gestão amplia a formação oferecida durante a graduação.
“Eu nunca imaginei que entraria na faculdade e falaria sobre gestão. O que tem a ver Medicina com gestão? Hoje, as duas áreas estão muito ligadas. Poder aprender isso ainda na graduação, com profissionais que têm experiência em gestão, é muito importante”, acrescentou a estudante.
A programação contou ainda com a participação de professores e profissionais convidados, que contribuíram para as discussões sobre inovação e os diferentes caminhos para a transformação da área da saúde. Thaíssa Gomes também pontua que a diversidade de participantes e a qualidade dos convidados reforçaram a proposta do simpósio como um espaço de aprendizado e troca de experiências.
“Temos um grupo excelente de palestrantes, que contribuiu para as discussões ao longo do evento. A proposta é proporcionar um momento de aprendizado e troca para todos”, afirmou.
Ao aproximar estudantes de diferentes cursos e colocar em debate temas que fazem parte das transformações atuais da saúde, o I Simpósio de Gestão e Inovação em Saúde reforçou a importância da formação acadêmica conectada às mudanças tecnológicas, científicas e de gestão que impactam a atuação dos profissionais.










Na Medicina, aprender também significa praticar. Por isso, a formação precisa ir além do conteúdo apresentado em sala de aula e oferecer ao estudante oportunidades para desenvolver habilidades, testar conhecimentos e conhecer diferentes realidades da profissão. No Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), esse processo acontece em uma estrutura que reúne laboratórios de saúde, ambientes de simulação, hospital próprio e uma rede de hospitais e clínicas conveniadas.
A infraestrutura é pensada como parte da formação. Ao longo da graduação, o estudante passa por diferentes espaços de aprendizagem e amplia gradualmente o contato com situações que fazem parte da rotina médica.
“Na Medicina, o estudante precisa aprender muito além do conteúdo teórico. Ele precisa desenvolver habilidades, segurança, capacidade de decisão, comunicação e trabalho em equipe. Por isso, ter uma infraestrutura diversificada faz toda a diferença”, explica o pró-reitor Acadêmico do UniFOA, Bruno Gambarato.
A formação começa nos espaços acadêmicos, onde os estudantes podem aplicar conteúdos aprendidos em sala e desenvolver habilidades necessárias à atuação profissional. A Medicina conta com mais de 15 laboratórios de saúde, além de ambientes destinados à simulação e ao uso de tecnologias aplicadas ao ensino.
Entre os espaços estão laboratórios voltados ao estudo da Anatomia, Morfofuncional e Microbiologia, além de ambientes para o desenvolvimento de habilidades clínicas e cirúrgicas. A instituição também utiliza a Simulação Realística e recursos de realidade virtual como ferramentas de aprendizagem.
A proposta é permitir que o estudante pratique em ambientes controlados antes de enfrentar situações reais de atendimento. Assim, procedimentos e condutas podem ser treinados, repetidos e aprimorados durante a graduação.
“Quando o aluno passa por laboratórios, ambientes de simulação e diferentes cenários reais de assistência, ele consegue relacionar aquilo que aprende em sala com o que vai encontrar na profissão. Isso torna a formação mais completa, mais segura e muito mais próxima da realidade médica”, afirma Bruno.
A experiência prática ganha outra dimensão no Hospital da Fundação Oswaldo Aranha (H.FOA), hospital próprio da FOA. O espaço integra assistência e ensino e permite que os estudantes acompanhem diferentes situações da rotina hospitalar.
O H.FOA conta com atendimento de alta complexidade e reúne serviços que contemplam diferentes áreas da Medicina, incluindo especialidades cirúrgicas. A estrutura também conta com recursos como a cirurgia robótica, realizada com o sistema da Vinci X, e a Unidade de Alta Complexidade em Oncologia (UNACON), voltado ao atendimento oncológico de pacientes da região.
Já o Centro Médico oferece atendimento ambulatorial em diversas áreas, com mais de 30 especialidades somadas às áreas de atuação cirúrgica do hospital. Essa diversidade amplia os cenários de contato dos estudantes com diferentes especialidades e perfis de atendimento.
Para Bruno Gambarato, a integração entre esses ambientes é fundamental para que a experiência prática seja construída de forma progressiva.
“Nos laboratórios e na simulação, o estudante pode aprender, treinar e repetir procedimentos em um ambiente seguro. No H.FOA, ele vivencia a rotina hospitalar e o cuidado ao paciente em um cenário real. E, na rede conveniada, ele tem contato com outros serviços, diferentes níveis de atenção e diversos perfis de pacientes”, explica.
Além do H.FOA, a Medicina do UniFOA conta com uma rede conveniada de hospitais e clínicas que amplia as possibilidades de vivência prática. Essa diversidade complementa a experiência adquirida nos laboratórios e no Hospital da FOA.
Em vez de concentrar a formação em um único cenário, o estudante pode conhecer diferentes contextos de atendimento e compreender como o trabalho médico se desenvolve em cada um deles.
“Mais do que oferecer vários espaços, o que buscamos é fazer com que esses cenários se complementem e contribuam para uma formação médica mais integrada”, destaca o pró-reitor Acadêmico.
A própria transformação da Medicina exige que os espaços de ensino acompanhem novas tecnologias e metodologias. Recursos de simulação e realidade virtual, por exemplo, ampliam as possibilidades de treinamento e permitem novas formas de interação com o conteúdo.
Para o UniFOA, investir em infraestrutura significa também acompanhar as mudanças da profissão e preparar o estudante para uma realidade em constante atualização.
“A Medicina muda o tempo todo, e o ensino médico precisa acompanhar esse movimento. Novas tecnologias, novas formas de diagnóstico, novas metodologias de ensino e até novas necessidades dos pacientes exigem uma formação cada vez mais atualizada”, ressalta Bruno.
A estrutura disponível ao estudante reúne, portanto, diferentes etapas de aprendizagem: o conhecimento construído em sala, o treinamento nos laboratórios e ambientes de simulação e a experiência adquirida em cenários reais de assistência.
É nessa integração entre estrutura, prática e experiência que a infraestrutura deixa de ser apenas um conjunto de espaços físicos e passa a fazer parte da própria formação médica.



Em uma situação de emergência, saber como agir nos primeiros minutos pode fazer diferença até a chegada do atendimento especializado. Foi esse conhecimento que estudantes do curso de Medicina do UniFOA compartilharam durante a XXVIII EXPOCANPIX SEMATE, realizada no Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ), Campus Pinheiral.
Convidados para participar da programação, os acadêmicos conduziram a atividade “Imersão em primeiros socorros”, assumindo a responsabilidade de preparar e apresentar o conteúdo aos participantes do evento.
A EXPOCANPIX SEMATE é uma semana acadêmica, tecnológica e cultural que reúne palestras, minicursos, oficinas e apresentações de trabalhos ligados às atividades de ensino, pesquisa e extensão desenvolvidas no campus, além de ações artísticas e culturais abertas a estudantes e visitantes.
Para a professora Márcia Bastos, docente do curso de Medicina do UniFOA, o convite permitiu que uma experiência construída dentro da graduação alcançasse outro espaço de formação.
“É muito significativo perceber que o trabalho que desenvolvemos dentro da faculdade também pode ultrapassar os muros da instituição e contribuir de alguma forma com a comunidade”, afirmou.
A preparação e a condução da oficina ficaram a cargo dos próprios estudantes, que precisaram organizar o conhecimento técnico e encontrar maneiras de transmiti-lo de forma clara aos participantes.
“Gostaria de destacar o empenho dos estudantes, que foram responsáveis por elaborar e conduzir a oficina. Foi um momento muito valioso, não só pela possibilidade de compartilhar conhecimentos sobre primeiros socorros, mas também pela troca de experiências e pelo interesse demonstrado por todos”, destacou Márcia.
Para Cecília Sobral Bonifácio, estudante de Medicina, ocupar o lugar de quem ensina também trouxe aprendizado para a própria formação.
“Dar a oficina de primeiros socorros foi uma experiência muito importante e gratificante. Foi uma oportunidade de compartilhar conhecimentos e, ao mesmo tempo, aprender com as dúvidas e experiências dos participantes. Poder ensinar algo que pode ser útil em situações de emergência tornou a atividade ainda mais significativa e contribuiu muito para minha formação”, contou.
Lucas Bugalho Rodrigues Paulino, também estudante de Medicina, destacou a oportunidade de compartilhar parte do conhecimento desenvolvido ao longo do curso.
“Gostei muito de participar da oficina. Ter a oportunidade de compartilhar, mesmo que um pouco, de tudo que aprendi na faculdade com todos os presentes foi gratificante. Fiquei muito feliz pelo interesse que todos demonstraram e pela forma como contribuíram durante a atividade”, afirmou.
Para Márcia, experiências como essa ampliam a formação médica ao colocar os estudantes em contato com públicos e contextos diferentes daqueles encontrados na rotina acadêmica.
“Levar esse tipo de conhecimento para diferentes espaços é muito importante, porque são informações que podem fazer diferença diante de uma situação de emergência. Saímos dessa experiência muito felizes e, principalmente, com a certeza de que estamos contribuindo para uma formação que vai além da sala de aula”, completou.
Ao assumirem a condução da oficina, os estudantes vivenciaram outra dimensão da formação médica: transformar conhecimento técnico em informação compreensível e útil para outras pessoas. No IFRJ, aprender e ensinar passaram a fazer parte da mesma experiência.
Aprender uma manobra de desengasgo, acompanhar simulações de parto, reanimação e intubação e conversar com quem já vive a rotina do curso de Medicina. Foi assim que alunos do 3º ano do Colégio Interativo tiveram um primeiro contato com experiências da graduação durante o Medicina em Ação, novo projeto do UniFOA voltado a estudantes do ensino médio.
A iniciativa foi criada para aproximar jovens que estão no período de escolha profissional da realidade universitária. Na primeira edição, os participantes conheceram espaços do campus Olezio Galotti, visitaram laboratórios e participaram, no AudiSmart, de estações práticas preparadas por estudantes e ligas acadêmicas do curso de Medicina.
A proposta permitiu que os alunos conhecessem não apenas a estrutura da instituição, mas também parte da dinâmica acadêmica vivenciada por quem escolhe a Medicina.
Para a orientadora do Ensino Médio do Colégio Interativo, Elaine Rosestolato, experiências desse tipo ajudam os estudantes a tomar decisões com mais conhecimento sobre a profissão que pretendem seguir.
“Muitos deles desejam fazer Medicina e nem sempre têm uma dimensão do que vem a ser essa profissão. Nós trabalhamos a escolha profissional com imersões em universidades e cursos, e essa parceria tem sido excelente porque eles entram em contato com a universidade, conhecem os ambientes e começam a entender melhor o que vão encontrar pela frente”, afirmou.
Quem conduziu boa parte dessa aproximação foram os próprios acadêmicos. Aline El Jurdi, estudante de Medicina do UniFOA, participou da preparação das atividades e destacou a identificação criada entre quem já está na graduação e os jovens que ainda estão escolhendo o próximo passo.
“A gente mostrou como é a nossa vivência, a nossa rotina, trocou experiências e tentou quebrar um pouco essa barreira. Um dia nós já fomos eles e hoje estamos aqui construindo o nosso sonho de nos tornar médicos. Agora colocamos esses alunos para colocar a mão na massa de verdade, e é muito gratificante ver a alegria deles, se reconhecendo e descobrindo um novo mundo”, contou.
Nas estações práticas, os visitantes puderam experimentar situações diferentes da rotina escolar. Para Juan Mantilla, aluno do Colégio Interativo, o contato ajudou a tornar mais concreta a ideia de estudar Medicina.
“Aprendemos até a manobra de desengasgo. Isso mostra um pouco da prática e do que eu imagino que seja estudar aqui no UniFOA. Está sendo uma experiência muito marcante”, afirmou.
Já Maria Eduarda Toniolo destacou a dinâmica das atividades e a proximidade com os universitários durante o percurso.
“Os alunos são muito atenciosos e estão dando bastante dica para a gente. Passamos por todas as estações, vimos parto, como desengasgar uma criança, reanimação e intubação. Está bem dinâmico e eu gostei muito”, contou.
O Medicina em Ação também faz parte de um movimento do UniFOA para aproximar a instituição das escolas da região e permitir que estudantes conheçam o ambiente universitário antes mesmo do processo seletivo.
Para Alexis Aragão, assessor de Marketing da Fundação Oswaldo Aranha (FOA), abrir o campus para esse contato ajuda os jovens a fazerem escolhas a partir de experiências reais.
“Queremos estar cada vez mais próximos das escolas e abrir as portas do UniFOA para que os estudantes possam conhecer de verdade o que acontece aqui. Não apenas visitar o campus, mas entrar nos laboratórios, conversar com nossos alunos, participar de atividades e vivenciar um pouco da rotina universitária. O Medicina em Ação nasce com esse propósito: aproximar, proporcionar experiências e ajudar esses jovens em um momento tão importante de escolha profissional”, destacou.
A primeira edição mostrou essa aproximação acontecendo na prática. Enquanto estudantes do ensino médio puderam experimentar parte da rotina de quem cursa Medicina, os acadêmicos assumiram outro papel: o de compartilhar a própria trajetória com quem, há pouco tempo, estava exatamente no lugar daqueles visitantes.
















Organizar um congresso com mais de 1.500 estudantes de Medicina, representantes de mais de 25 escolas médicas, 120 trabalhos científicos e 20 minicursos práticos exige mais do que interesse acadêmico. Exige liderança, tomada de decisão, comunicação, rede de contatos e capacidade de lidar com responsabilidades que também fazem parte da formação profissional.
Foi nesse lugar que Fernanda Perez, estudante do 9º período do curso de Medicina do UniFOA, esteve à frente do Congresso Carioca de Estudantes de Medicina (CCMED), um dos maiores eventos voltados à graduação médica no Rio de Janeiro. Durante três dias, o congresso reuniu atualização científica, atividades práticas, networking e discussões sobre os desafios da residência médica e do futuro da profissão.
Fernanda já conhecia o funcionamento do congresso pelas edições anteriores, mas a presidência colocou a estudante em uma posição diferente. Além da responsabilidade pelo evento, ela precisou conciliar a organização com a rotina do internato médico.
“Foi bem desafiador organizar o CCMED. Eu já havia participado das outras duas edições como parte da comissão organizadora, mas este ano, sendo presidente e responsável geral por tudo, foi bem mais intenso. Ainda mais já estando no internato, que demanda uma grande entrega da nossa parte. Mas, ao mesmo tempo, me fez crescer demais”, contou.
A organização também teve participação de outros estudantes do UniFOA. Davi Coelho, que acompanha o CCMED desde a primeira edição, esteve ao lado de Fernanda. Neste ano, o grupo também contou com Maria Eduarda Araújo, Isabella Marongio e Ariana Valle.
A experiência acadêmica construída no UniFOA ajudou Fernanda a chegar ao congresso com repertório. Antes de presidir o CCMED, ela participou de ligas acadêmicas, atuou no Diretório Acadêmico Paulo Mendes (DAPAM), foi diretora de ensino, presidente do diretório e integrou a organização de eventos do curso de Medicina da instituição.
“Acho que ter me envolvido com ligas e diretório acadêmico desde o início da faculdade me deu uma boa bagagem. Já havia organizado alguns congressos de Medicina da FOA, então já tinha uma noção para o CCMED. E ter atuado como diretora de ensino e, posteriormente, como presidente do DAPAM me ajudou bastante com as várias demandas que temos quando trabalhamos com pessoas diferentes e somos responsáveis pelas decisões finais”, explicou.
Para a estudante, a formação médica também acontece quando o aluno circula por outros espaços, conhece profissionais, participa de eventos e desenvolve habilidades que não aparecem apenas no conteúdo curricular.
“Acredito que a Medicina vai muito além da faculdade. A gente precisa sair da sala de aula e dos ambientes comuns para aprender mais, fazer networking e desenvolver novas habilidades. É incrível poder conhecer de perto grandes nomes da Medicina, conversar com eles, falar sobre os nossos medos e receios ao longo do curso. É como se eu recebesse um gás a mais para seguir”, afirmou.
A presença do UniFOA no CCMED também apareceu na programação. Fernanda convidou profissionais formados ou ligados à instituição para atividades que tiveram grande participação dos congressistas. Entre elas, a palestra da médica egressa Caroline Magalhães sobre “O Corpo em Alta Performance: o papel dos suplementos e os riscos dos anabolizantes”; o curso de ACLS ministrado por Gleicy Rocha; e o minicurso sobre comunicação de notícias difíceis na Medicina, conduzido por Bruna Casiraghi e Stéfanie Peloggia.
“Tanto a palestra quanto os minicursos ficaram lotados e foram muito elogiados. É muito bom poder ver os colegas que se formaram na FOA, e nossos professores sendo reconhecidos fora de Volta Redonda. E poder contribuir para que isso aconteça é incrível”, destacou Fernanda.
O convite para Bruna Casiraghi nasceu de uma experiência anterior em sala de aula. Os estudantes haviam participado de uma oficina conduzida pela professora no UniFOA e entenderam que aquele conteúdo também poderia contribuir com alunos de outras instituições.
“Foi muito legal receber o convite dos alunos. Eles tinham participado da nossa oficina durante uma aula e acharam que seria interessante levar para o congresso. Saber que a nossa aluna é presidente de um congresso desse vulto, com uma participação fantástica dos alunos, é muito gratificante”, afirmou Bruna.
No evento, a oficina sobre comunicação de notícias difíceis exigiu envolvimento dos participantes em uma atividade prática, com dramatização e discussão sobre uma das situações mais delicadas da atuação médica.
“A nossa oficina era prática, envolvia dramatização e tratava de um assunto complexo, difícil de ser trabalhado. Tivemos uma participação muito boa, não só em número, mas em envolvimento dos alunos. O retorno no final foi muito interessante”, avaliou.
Bruna dividiu a atividade com Stéfanie Peloggia, médica psiquiatra, professora do UniFOA e sua ex-aluna. A parceria também mostrou outro ciclo da formação acadêmica: quem antes participou como estudante hoje retorna como docente.
“A Stéfanie foi minha aluna de iniciação científica, depois minha orientanda no mestrado, e hoje é professora do UniFOA. Ela é peça essencial nessa oficina, porque traz o olhar médico para a atividade. Ver que ela teve essa experiência como aluna e hoje reproduz isso como professora é muito emocionante e gratificante”, destacou.
Egressa do curso de Medicina do UniFOA, Caroline Magalhães também reencontrou no CCMED uma parte da própria trajetória. Durante a graduação, ela participou da organização de eventos e do diretório acadêmico. Desta vez, voltou como palestrante.
“Foi um prazer gigantesco. Durante a faculdade, tive a oportunidade de organizar vários congressos, mas foi minha primeira vez como palestrante. É muito legal poder compartilhar um pouco do nosso conhecimento com estudantes que vão se tornar médicos em breve, ainda mais sobre um assunto tão em alta e tão importante para profissionais e futuros profissionais”, contou.
O convite feito por Fernanda teve significado especial para Caroline. As duas ocuparam, em momentos diferentes, espaços semelhantes dentro da vida acadêmica do curso.
“A Fernanda entrou no diretório assumindo uma posição que um dia foi minha. Ela foi diretora de ensino, como eu também fui. Então a gente já tinha uma relação de admiração. Quando ela me chamou, fiquei muito feliz. Vê-la organizando e conduzindo o evento me fez lembrar muito da minha época e trouxe um sentimento de casa”, afirmou.
Para Caroline, as experiências vividas no UniFOA ajudaram a desenvolver habilidades que seguem presentes em sua atuação profissional, inclusive na comunicação com pacientes, na presença em eventos e na construção de oportunidades no mercado.
“Durante a faculdade, desempenhei muitas funções. Desde a graduação, eu já estava acostumada a lidar com esse ambiente. A FOA sempre me permitiu estar em posição de protagonismo, participando da abertura e da organização de eventos importantes. Isso foi um diferencial não só para participar de novos eventos, mas também no meu trabalho, na comunicação com pacientes, nas redes sociais e na abertura de portas no mercado”, explicou.
À medida que se aproxima do fim da graduação, Fernanda também enxerga a participação em eventos como parte da construção da própria identidade profissional.
“Quanto mais perto do final da faculdade chega, mais a gente percebe o quanto somos observados o tempo inteiro. Como nos comportamos diante das situações, nossa dedicação, empenho, disciplina e proatividade. Tudo isso vai compondo a nossa imagem diante de médicos que vão abrir ou fechar portas para a gente. Acredito que as oportunidades vão aparecendo conforme a gente se mostra pronta para elas”, afirmou.
A atuação de Fernanda no CCMED evidencia uma dimensão importante da formação médica: o estudante também se desenvolve quando assume responsabilidades, organiza projetos, representa sua instituição e aprende a dialogar com diferentes profissionais. No congresso, essa trajetória apareceu em forma de liderança estudantil, presença de egressos e docentes do UniFOA e reconhecimento da formação construída dentro e fora da sala de aula.

Escolher onde cursar Medicina é uma decisão que envolve mais do que aprovação no processo seletivo. É também uma escolha sobre trajetória, segurança, estrutura e confiança no diploma que acompanhará o futuro médico por toda a vida. Com essa proposta, o Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) abre inscrições para o processo seletivo do curso de Medicina.
O curso de Medicina do UniFOA reúne tradição acadêmica, vivência prática desde o início da graduação, hospital próprio e atuação integrada a diferentes cenários de saúde, oferecendo ao estudante uma formação conectada aos desafios reais da profissão.
Reconhecido com nota máxima pelo MEC, o curso também conta com chancela internacional SAEME-CFM, diferencial que coloca o UniFOA em posição de destaque na formação médica. Ao longo de sua trajetória, a instituição já formou mais de 4.500 médicos, profissionais que atuam em diferentes regiões do Brasil e também no exterior.
Para quem deseja ingressar na Medicina, esses indicadores representam mais do que números. Eles reforçam a segurança de escolher uma instituição com experiência consolidada, reconhecimento acadêmico e compromisso com a qualidade da formação.
A estrutura do UniFOA também fortalece esse percurso. O estudante conta com o maior ecossistema de saúde e educação da região, que integra salas de aula, laboratórios, ambientes de simulação, unidades de saúde, parceria com municípios e o Hospital da Fundação Oswaldo Aranha (H.FOA), hospital próprio da instituição.
Essa integração permite que a formação médica aconteça em contato com diferentes realidades do cuidado. Desde os primeiros períodos, o aluno participa de vivências práticas compatíveis com sua etapa de aprendizagem, sempre com supervisão, ampliando gradualmente sua compreensão sobre o paciente, os serviços de saúde e a responsabilidade da atuação médica.
O H.FOA também representa um diferencial importante na formação. Como hospital próprio, amplia a relação entre ensino e assistência, aproximando o estudante de uma estrutura de saúde em funcionamento e de práticas que envolvem cuidado, tecnologia, equipes multiprofissionais e diferentes níveis de complexidade.
Além disso, as parcerias com municípios da região ampliam os cenários de aprendizagem e fortalecem o contato dos estudantes com a realidade do Sistema Único de Saúde, da atenção básica, da rede hospitalar e das demandas concretas da população.
Para os candidatos, o processo seletivo representa a possibilidade de ingressar em uma instituição com tradição na formação médica, reconhecimento acadêmico e atuação consolidada no Sul Fluminense. A proposta é formar profissionais preparados para os desafios da Medicina, com base em experiência, prática supervisionada e contato permanente com a realidade da saúde.
Processo Seletivo Medicina UniFOA:
Formas de ingresso:
Os interessados devem realizar a inscrição pelo unifoa.edu.br/portaldocandidato e acompanhar o edital completo, com informações sobre prazos, critérios, formas de ingresso e demais orientações.
A saúde não depende apenas do atendimento ao paciente. Por trás de cada serviço, também existem decisões de gestão, uso de tecnologia, organização de processos e inovação. Esses temas estarão no centro do I Simpósio de Gestão e Inovação em Saúde, promovido pelas ligas acadêmicas de Genética, Clínica Médica e Psiquiatria e Saúde Mental, do curso de Medicina do UniFOA.
O evento será realizado no dia 26 de setembro, sábado, às 8h30, no Centro Histórico-Cultural Dauro Aragão, no campus Três Poços. A proposta é reunir estudantes e profissionais da área da saúde para discutir como diferentes áreas podem contribuir para uma saúde mais integrada, eficiente e preparada para os desafios atuais.
A programação contará com temas ligados à inovação, tecnologia e gestão, inteligência artificial, biotecnologia e medicina de precisão, além da participação de representantes do Hospital da Fundação Oswaldo Aranha (H.FOA).
A proposta é aproximar diferentes áreas do conhecimento em um mesmo espaço de debate, mostrando que os desafios da saúde exigem olhares complementares.
A iniciativa também fortalece o protagonismo das ligas acadêmicas na construção de espaços complementares de formação. Ao propor um encontro sobre gestão e inovação, os estudantes ampliam o debate para além da assistência direta e aproximam a universidade de discussões presentes no cotidiano dos serviços de saúde.
As inscrições custam R$ 10 para membros das ligas e R$ 15 para o público geral.
O Simpósio abre espaço para uma discussão cada vez mais necessária: como formar profissionais capazes de cuidar, mas também de compreender os sistemas, os processos e as soluções que ajudam a transformar a saúde.
Dia: 26/09
Hora: 8h30 às 17h
Local: Centro Histórico-Cultural Dauro Aragão, no campus Olezio Galotti, em Três Poços.
Valor: R$ 10 para membros das ligas e R$ 15 para o público geral.
Inscrição: clique aqui
08h30 às 09h30: Credenciamento e Welcome Coffee
09h30 às 10: Cerimônia de Abertura
10h às 10h50: 1. Pesquisa, Ética e Inovação Tecnológica - Prof. Walter Fonseca
10h50 às 11h20: 2. Educação em Tempos de IA - Max Damas
11h20 às 11h50: 2.1 Health Techs, Empreendedorismo e Ecossistemas de Inovação - Alessandro Orofino
11h50 às 13h: Almoço
13h às 13h50: 3. Gestão em Saúde e Liderança na Área da Saúde - Profa. Adriana Braga
14h às 14h50: 4. Inteligência Artificial e Transformação Digital - Dr. Danilo Devezas
14h50 às 15h40: - 5. Biotecnologia e Medicina de Precisão - Profa. Claudia Utagawa
15h40 às 16h: Perguntas, Considerações Finais e Encerramento Oficial
16h às 17h: Coffee
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