Organizar um congresso com mais de 1.500 estudantes de Medicina, representantes de mais de 25 escolas médicas, 120 trabalhos científicos e 20 minicursos práticos exige mais do que interesse acadêmico. Exige liderança, tomada de decisão, comunicação, rede de contatos e capacidade de lidar com responsabilidades que também fazem parte da formação profissional. 

Foi nesse lugar que Fernanda Perez, estudante do 9º período do curso de Medicina do UniFOA, esteve à frente do Congresso Carioca de Estudantes de Medicina (CCMED), um dos maiores eventos voltados à graduação médica no Rio de Janeiro. Durante três dias, o congresso reuniu atualização científica, atividades práticas, networking e discussões sobre os desafios da residência médica e do futuro da profissão. 

Fernanda já conhecia o funcionamento do congresso pelas edições anteriores, mas a presidência colocou a estudante em uma posição diferente. Além da responsabilidade pelo evento, ela precisou conciliar a organização com a rotina do internato médico. 

“Foi bem desafiador organizar o CCMED. Eu já havia participado das outras duas edições como parte da comissão organizadora, mas este ano, sendo presidente e responsável geral por tudo, foi bem mais intenso. Ainda mais já estando no internato, que demanda uma grande entrega da nossa parte. Mas, ao mesmo tempo, me fez crescer demais”, contou. 

A organização também teve participação de outros estudantes do UniFOA. Davi Coelho, que acompanha o CCMED desde a primeira edição, esteve ao lado de Fernanda. Neste ano, o grupo também contou com Maria Eduarda Araújo, Isabella Marongio e Ariana Valle. 

A experiência acadêmica construída no UniFOA ajudou Fernanda a chegar ao congresso com repertório. Antes de presidir o CCMED, ela participou de ligas acadêmicas, atuou no Diretório Acadêmico Paulo Mendes (DAPAM), foi diretora de ensino, presidente do diretório e integrou a organização de eventos do curso de Medicina da instituição. 

“Acho que ter me envolvido com ligas e diretório acadêmico desde o início da faculdade me deu uma boa bagagem. Já havia organizado alguns congressos de Medicina da FOA, então já tinha uma noção para o CCMED. E ter atuado como diretora de ensino e, posteriormente, como presidente do DAPAM me ajudou bastante com as várias demandas que temos quando trabalhamos com pessoas diferentes e somos responsáveis pelas decisões finais”, explicou. 

Para a estudante, a formação médica também acontece quando o aluno circula por outros espaços, conhece profissionais, participa de eventos e desenvolve habilidades que não aparecem apenas no conteúdo curricular. 

“Acredito que a Medicina vai muito além da faculdade. A gente precisa sair da sala de aula e dos ambientes comuns para aprender mais, fazer networking e desenvolver novas habilidades. É incrível poder conhecer de perto grandes nomes da Medicina, conversar com eles, falar sobre os nossos medos e receios ao longo do curso. É como se eu recebesse um gás a mais para seguir”, afirmou. 

A presença do UniFOA no CCMED também apareceu na programação. Fernanda convidou profissionais formados ou ligados à instituição para atividades que tiveram grande participação dos congressistas. Entre elas, a palestra da médica egressa Caroline Magalhães sobre “O Corpo em Alta Performance: o papel dos suplementos e os riscos dos anabolizantes”; o curso de ACLS ministrado por Gleicy Rocha; e o minicurso sobre comunicação de notícias difíceis na Medicina, conduzido por Bruna Casiraghi e Stéfanie Peloggia. 

“Tanto a palestra quanto os minicursos ficaram lotados e foram muito elogiados. É muito bom poder ver os colegas que se formaram na FOA, e nossos professores sendo reconhecidos fora de Volta Redonda. E poder contribuir para que isso aconteça é incrível”, destacou Fernanda. 

O convite para Bruna Casiraghi nasceu de uma experiência anterior em sala de aula. Os estudantes haviam participado de uma oficina conduzida pela professora no UniFOA e entenderam que aquele conteúdo também poderia contribuir com alunos de outras instituições. 

“Foi muito legal receber o convite dos alunos. Eles tinham participado da nossa oficina durante uma aula e acharam que seria interessante levar para o congresso. Saber que a nossa aluna é presidente de um congresso desse vulto, com uma participação fantástica dos alunos, é muito gratificante”, afirmou Bruna. 

No evento, a oficina sobre comunicação de notícias difíceis exigiu envolvimento dos participantes em uma atividade prática, com dramatização e discussão sobre uma das situações mais delicadas da atuação médica. 

“A nossa oficina era prática, envolvia dramatização e tratava de um assunto complexo, difícil de ser trabalhado. Tivemos uma participação muito boa, não só em número, mas em envolvimento dos alunos. O retorno no final foi muito interessante”, avaliou. 

Bruna dividiu a atividade com Stéfanie Peloggia, médica psiquiatra, professora do UniFOA e sua ex-aluna. A parceria também mostrou outro ciclo da formação acadêmica: quem antes participou como estudante hoje retorna como docente. 

“A Stéfanie foi minha aluna de iniciação científica, depois minha orientanda no mestrado, e hoje é professora do UniFOA. Ela é peça essencial nessa oficina, porque traz o olhar médico para a atividade. Ver que ela teve essa experiência como aluna e hoje reproduz isso como professora é muito emocionante e gratificante”, destacou. 

Egressa do curso de Medicina do UniFOA, Caroline Magalhães também reencontrou no CCMED uma parte da própria trajetória. Durante a graduação, ela participou da organização de eventos e do diretório acadêmico. Desta vez, voltou como palestrante. 

“Foi um prazer gigantesco. Durante a faculdade, tive a oportunidade de organizar vários congressos, mas foi minha primeira vez como palestrante. É muito legal poder compartilhar um pouco do nosso conhecimento com estudantes que vão se tornar médicos em breve, ainda mais sobre um assunto tão em alta e tão importante para profissionais e futuros profissionais”, contou. 

O convite feito por Fernanda teve significado especial para Caroline. As duas ocuparam, em momentos diferentes, espaços semelhantes dentro da vida acadêmica do curso. 

“A Fernanda entrou no diretório assumindo uma posição que um dia foi minha. Ela foi diretora de ensino, como eu também fui. Então a gente já tinha uma relação de admiração. Quando ela me chamou, fiquei muito feliz. Vê-la organizando e conduzindo o evento me fez lembrar muito da minha época e trouxe um sentimento de casa”, afirmou. 

Para Caroline, as experiências vividas no UniFOA ajudaram a desenvolver habilidades que seguem presentes em sua atuação profissional, inclusive na comunicação com pacientes, na presença em eventos e na construção de oportunidades no mercado. 

“Durante a faculdade, desempenhei muitas funções. Desde a graduação, eu já estava acostumada a lidar com esse ambiente. A FOA sempre me permitiu estar em posição de protagonismo, participando da abertura e da organização de eventos importantes. Isso foi um diferencial não só para participar de novos eventos, mas também no meu trabalho, na comunicação com pacientes, nas redes sociais e na abertura de portas no mercado”, explicou. 

À medida que se aproxima do fim da graduação, Fernanda também enxerga a participação em eventos como parte da construção da própria identidade profissional. 

“Quanto mais perto do final da faculdade chega, mais a gente percebe o quanto somos observados o tempo inteiro. Como nos comportamos diante das situações, nossa dedicação, empenho, disciplina e proatividade. Tudo isso vai compondo a nossa imagem diante de médicos que vão abrir ou fechar portas para a gente. Acredito que as oportunidades vão aparecendo conforme a gente se mostra pronta para elas”, afirmou. 

A atuação de Fernanda no CCMED evidencia uma dimensão importante da formação médica: o estudante também se desenvolve quando assume responsabilidades, organiza projetos, representa sua instituição e aprende a dialogar com diferentes profissionais. No congresso, essa trajetória apareceu em forma de liderança estudantil, presença de egressos e docentes do UniFOA e reconhecimento da formação construída dentro e fora da sala de aula. 

Escolher onde cursar Medicina é uma decisão que envolve mais do que aprovação no processo seletivo. É também uma escolha sobre trajetória, segurança, estrutura e confiança no diploma que acompanhará o futuro médico por toda a vida. Com essa proposta, o Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) abre inscrições para o processo seletivo do curso de Medicina. 

O curso de Medicina do UniFOA reúne tradição acadêmica, vivência prática desde o início da graduação, hospital próprio e atuação integrada a diferentes cenários de saúde, oferecendo ao estudante uma formação conectada aos desafios reais da profissão. 

Reconhecido com nota máxima pelo MEC, o curso também conta com chancela internacional SAEME-CFM, diferencial que coloca o UniFOA em posição de destaque na formação médica. Ao longo de sua trajetória, a instituição já formou mais de 4.500 médicos, profissionais que atuam em diferentes regiões do Brasil e também no exterior. 

Para quem deseja ingressar na Medicina, esses indicadores representam mais do que números. Eles reforçam a segurança de escolher uma instituição com experiência consolidada, reconhecimento acadêmico e compromisso com a qualidade da formação. 

A estrutura do UniFOA também fortalece esse percurso. O estudante conta com o maior ecossistema de saúde e educação da região, que integra salas de aula, laboratórios, ambientes de simulação, unidades de saúde, parceria com municípios e o Hospital da Fundação Oswaldo Aranha (H.FOA), hospital próprio da instituição. 

Essa integração permite que a formação médica aconteça em contato com diferentes realidades do cuidado. Desde os primeiros períodos, o aluno participa de vivências práticas compatíveis com sua etapa de aprendizagem, sempre com supervisão, ampliando gradualmente sua compreensão sobre o paciente, os serviços de saúde e a responsabilidade da atuação médica. 

O H.FOA também representa um diferencial importante na formação. Como hospital próprio, amplia a relação entre ensino e assistência, aproximando o estudante de uma estrutura de saúde em funcionamento e de práticas que envolvem cuidado, tecnologia, equipes multiprofissionais e diferentes níveis de complexidade. 

Além disso, as parcerias com municípios da região ampliam os cenários de aprendizagem e fortalecem o contato dos estudantes com a realidade do Sistema Único de Saúde, da atenção básica, da rede hospitalar e das demandas concretas da população. 

Para os candidatos, o processo seletivo representa a possibilidade de ingressar em uma instituição com tradição na formação médica, reconhecimento acadêmico e atuação consolidada no Sul Fluminense. A proposta é formar profissionais preparados para os desafios da Medicina, com base em experiência, prática supervisionada e contato permanente com a realidade da saúde. 

Serviço: 

Processo Seletivo Medicina UniFOA:

Formas de ingresso:

 Os interessados devem realizar a inscrição pelo unifoa.edu.br/portaldocandidato e acompanhar o edital completo, com informações sobre prazos, critérios, formas de ingresso e demais orientações. 

Confira o edital:

Processo Seletivo Medicina 2027

Processo Seletivo Medicina 2027 - Portadores de Diploma
Processo Seletivo Medicina 2027 - Edital complementar Portadores de Diploma

Processo Seletivo Medicina 2027 - Enem

Processo Seletivo Medicina 2027 - Edital complementar Enem

Processo Seletivo Medicina 2027 - Conteúdos Programáticos da prova objetiva

A saúde não depende apenas do atendimento ao paciente. Por trás de cada serviço, também existem decisões de gestão, uso de tecnologia, organização de processos e inovação. Esses temas estarão no centro do I Simpósio de Gestão e Inovação em Saúde, promovido pelas ligas acadêmicas de Genética, Clínica Médica e Psiquiatria e Saúde Mental, do curso de Medicina do UniFOA.  

O evento será realizado no dia 26 de setembro, sábado, às 8h30, no Centro Histórico-Cultural Dauro Aragão, no campus Três Poços. A proposta é reunir estudantes e profissionais da área da saúde para discutir como diferentes áreas podem contribuir para uma saúde mais integrada, eficiente e preparada para os desafios atuais. 

A programação contará com temas ligados à inovação, tecnologia e gestão, inteligência artificial, biotecnologia e medicina de precisão, além da participação de representantes do Hospital da Fundação Oswaldo Aranha (H.FOA). 

A proposta é aproximar diferentes áreas do conhecimento em um mesmo espaço de debate, mostrando que os desafios da saúde exigem olhares complementares. 

A iniciativa também fortalece o protagonismo das ligas acadêmicas na construção de espaços complementares de formação. Ao propor um encontro sobre gestão e inovação, os estudantes ampliam o debate para além da assistência direta e aproximam a universidade de discussões presentes no cotidiano dos serviços de saúde. 

As inscrições custam R$ 10 para membros das ligas e R$ 15 para o público geral

O Simpósio abre espaço para uma discussão cada vez mais necessária: como formar profissionais capazes de cuidar, mas também de compreender os sistemas, os processos e as soluções que ajudam a transformar a saúde. 

I Simpósio de Gestão e Inovação em Saúde 

Dia: 26/09 

Hora: 8h30 às 17h 

Local: Centro Histórico-Cultural Dauro Aragão, no campus Olezio Galotti, em Três Poços. 

Valor: R$ 10 para membros das ligas e R$ 15 para o público geral. 

Inscrição: clique aqui 

Confira a programação

08h30 às 09h30: Credenciamento e Welcome Coffee

09h30 às 10: Cerimônia de Abertura

10h às 10h50: 1. Pesquisa, Ética e Inovação Tecnológica - Prof. Walter Fonseca

10h50 às 11h20: 2. Educação em Tempos de IA - Max Damas

11h20 às 11h50: 2.1 Health Techs, Empreendedorismo e Ecossistemas de Inovação - Alessandro Orofino

11h50 às 13h: Almoço

13h às 13h50: 3. Gestão em Saúde e Liderança na Área da Saúde - Profa. Adriana Braga

14h às 14h50: 4. Inteligência Artificial e Transformação Digital - Dr. Danilo Devezas

14h50 às 15h40: - 5. Biotecnologia e Medicina de Precisão - Profa. Claudia Utagawa

15h40 às 16h: Perguntas, Considerações Finais e Encerramento Oficial

16h às 17h: Coffee

O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) realizou, em agosto, a quinta edição do Simpósio de Pesquisa Clínica do Sul Fluminense. Com o tema “Construindo a Pesquisa Clínica através de 'end points' que importam para os pacientes”, o evento reuniu estudantes, professores e profissionais da área da saúde em uma programação voltada à discussão sobre pesquisa clínica, formação profissional e práticas de cuidado centradas nas necessidades dos pacientes. 

Realizado por meio da Liga Acadêmica de Oncologia do curso de Medicina, o simpósio integra as iniciativas da instituição voltadas à aproximação entre ensino, pesquisa e assistência. Ao longo da programação, os participantes tiveram contato com discussões relacionadas à condução de pesquisas clínicas e à importância de produzir evidências que contribuam efetivamente para a tomada de decisões na área da saúde. 

O tema desta edição colocou em evidência um dos aspectos fundamentais da pesquisa clínica: a escolha dos 'end points', ou desfechos utilizados para avaliar os resultados de um estudo. A proposta é ampliar a compreensão sobre a necessidade de considerar, além de indicadores estritamente clínicos, aquilo que efetivamente representa benefício para quem está no centro do cuidado: o paciente. 

Para o presidente da Fundação Oswaldo Aranha (FOA), Eduardo Prado, a formação de profissionais da saúde deve estar associada não apenas ao conhecimento técnico, mas também à capacidade de compreender e ouvir as pessoas. Segundo ele, a diversidade de pensamentos faz parte desse processo e contribui para a formação de profissionais preparados para lidar com diferentes realidades. 

“O que espero deles é que sejam profissionais éticos, competentes, que escutem o paciente e que escutem a família”, destacou Eduardo. 

A importância da pesquisa clínica para a formação acadêmica também foi ressaltada pelo diretor de Ensino, Igor Dutra. Para ele, a pesquisa amplia as possibilidades de contato dos estudantes com uma medicina baseada em evidências e contribui para a qualificação da assistência oferecida aos pacientes. 

“A pesquisa dá a oportunidade de vocês terem contato com uma medicina de ponta, uma medicina baseada em evidências. Do mesmo jeito, ela nos permite oferecer um excelente tratamento aos nossos pacientes”, afirmou. 

Igor também destacou a integração entre saúde e educação como parte desse processo. “Esse ecossistema entre saúde e educação faz com que a gente melhore a nossa assistência e nós ficamos melhores com isso também”, completou. 

Formação acadêmica e aproximação com a pesquisa 

Para João Pedro, presidente da Liga Acadêmica de Oncologia e um dos organizadores do simpósio, a realização da quinta edição representa a continuidade de uma iniciativa que contribui para aproximar os estudantes da pesquisa e ampliar seus conhecimentos em diferentes áreas da Medicina. 

“É uma honra poder organizar um evento com tanta história na nossa instituição e que ajuda tanto os estudantes a entenderem sobre pesquisa e a aprofundarem seus conhecimentos em diversas áreas da oncologia, da carreira médica e de outras áreas”, afirmou. 

A participação dos estudantes em atividades como o simpósio permite que conteúdos discutidos em sala de aula sejam relacionados à prática profissional e ao desenvolvimento científico. Nesse contexto, a pesquisa clínica passa a fazer parte da formação acadêmica não apenas como campo de produção de conhecimento, mas como instrumento para qualificar a tomada de decisões em saúde. 

A médica oncologista e professora do UniFOA, Dra. Heloísa Resende, destacou justamente essa perspectiva ao comentar uma das atividades da programação. Segundo ela, a discussão sobre ética e escolha de 'end points' contribui com a prepararação os futuros profissionais para a condução de pesquisas clínicas mais alinhadas às necessidades dos pacientes. 

“Ela nos explicou princípios essenciais de ética e de escolha de 'end points' que atendem muito bem às necessidades dos pacientes”, explicou. 

Para Heloísa, a formação de novos profissionais também passa pela preparação para atuar na produção de conhecimento científico. “Estamos trabalhando na formação de novos profissionais, novos médicos, e pretendemos que eles sejam qualificados para conduzir processos de pesquisa clínica”, afirmou. 

A professora ressaltou ainda o papel do UniFOA na integração entre formação acadêmica e inovação na área da saúde. “O UniFOA, mais uma vez, inovando em educação”, concluiu. 

Ao colocar o paciente no centro da discussão, o V Simpósio de Pesquisa Clínica do Sul Fluminense reforçou a importância de aproximar a produção científica das necessidades concretas encontradas na assistência. A definição dos desfechos avaliados em uma pesquisa influencia diretamente a forma como os resultados são interpretados e, consequentemente, como novas evidências podem contribuir para a prática médica. 

Nesse sentido, a realização do evento amplia o espaço para que estudantes e profissionais discutam não apenas os avanços da ciência, mas também os critérios utilizados para avaliar se esses avanços representam, de fato, benefícios relevantes para os pacientes. 

Um caso clínico raro, acompanhado de perto por estudantes e professores do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), ultrapassou os limites da sala de aula e do ambiente hospitalar para se tornar produção científica. O trabalho, desenvolvido por alunos do curso de Medicina em parceria com docentes da instituição, foi publicado na Revista Brasileira de Cancerologia, periódico científico do Instituto Nacional de Câncer (INCA). 

O artigo “Ressecção Abdominoperineal do Reto em Paciente com Vírus da Imunodeficiência Humana e Carcinoma Espinocelular do Canal Anal: Relato de Caso” tem como autores Gabriela Caravana Silva São Thiago, Lara Francisca Vaz de Oliveira, Gabriel Mohamad Arieira de Souza Ghazzaoui, Biazi Ricieri Assis e Igor Dutra Braz. 

A publicação apresenta o relato de um paciente atendido no Hospital da Fundação Oswaldo Aranha (H.FOA), com diagnóstico de carcinoma espinocelular do canal anal associado à sorologia positiva para HIV. O estudo discute a complexidade do manejo desse tipo de câncer, mais comum em pacientes imunossuprimidos, e chama atenção para a necessidade de vigilância e diagnóstico precoce em grupos de maior risco.  

A ideia de transformar o caso em artigo nasceu durante a rotina acadêmica e assistencial. O potencial científico foi identificado inicialmente pelo professor Biazi Ricieri Assis, cirurgião responsável pelo atendimento do paciente, que convidou os estudantes a acompanharem o caso e avaliarem a possibilidade de desenvolver um relato científico. A proposta foi levada ao professor Igor Dutra Braz, que reconheceu a relevância clínica e acadêmica do estudo e assumiu a orientação do trabalho. 

Segundo Gabriela São Thiago, a vontade de produzir uma pesquisa relevante já existia antes mesmo da definição do tema. 

“Quando iniciei o módulo em que precisaríamos desenvolver o Trabalho de Conclusão de Módulo, eu já tinha um objetivo muito claro: queria produzir uma pesquisa relevante, que agregasse valor ao meu currículo acadêmico e também contribuísse para minha futura residência médica”, contou. 

A partir do convite para acompanhar o caso, o grupo iniciou uma revisão aprofundada da literatura, organizou as informações clínicas e estruturou o manuscrito. Com o amadurecimento da pesquisa, o trabalho também foi transformado em projeto de iniciação científica, ampliando a experiência acadêmica dos estudantes. 

Para Gabriela, uma das decisões mais marcantes foi a escolha da revista. A estudante conta que sugeriu a submissão à Revista Brasileira de Cancerologia mesmo sabendo que se tratava de um periódico de grande prestígio e com processo seletivo criterioso. 

“Sabíamos que era uma revista de grande qualidade e que a aprovação seria um desafio. Mesmo assim, sempre acreditei que o caso tinha relevância suficiente para ser publicado. Costumo dizer que o não eu já tinha; eu estava em busca do sim. Felizmente, todo o empenho da equipe foi recompensado com a aprovação e a publicação do artigo”, afirmou. 

O trabalho começou em agosto de 2024, foi concluído em dezembro de 2025 e publicado em julho de 2026. Durante esse período, os estudantes participaram de diferentes etapas, como revisão da literatura, elaboração do manuscrito, discussões científicas, submissão e acompanhamento do processo editorial. 

Para Lara Francisca Vaz de Oliveira, participar da construção do artigo mostrou como a pesquisa pode estar mais próxima da graduação do que muitos estudantes imaginam. 

“Participar desse trabalho foi uma experiência bem diferente do que eu tinha vivido até então. Por ser um caso pouco comum, foi muito interessante ver como a gente consegue relacionar o que acontece na prática com o que já foi publicado na literatura para construir um trabalho científico”, relatou. 

A estudante também destacou que a experiência permitiu compreender melhor o papel do aluno na produção de conhecimento. 

“Muitas vezes, a gente acaba vendo a pesquisa como algo distante da nossa realidade, mas participar desse trabalho me mostrou que, com a orientação dos professores, é possível fazer parte desse processo. A graduação também é um espaço para aprender, produzir conhecimento e crescer profissionalmente”, afirmou. 

Gabriel Mohamad Arieira de Souza Ghazzaoui acompanhou o caso na prática e, depois, participou da transformação daquela experiência em relato científico. Para ele, o processo exigiu mudar o olhar sobre o mesmo acontecimento. 

“O que mais me marcou foi essa sensação de estar contando a mesma história duas vezes, de formas completamente diferentes. Primeiro eu vivi o caso, as consultas, as dúvidas do paciente, a cirurgia e a recuperação. Depois precisei recontá-lo com outro olhar, mais técnico, pensando em quem fosse ler”, explicou. 

Segundo Gabriel, a publicação também mudou sua percepção sobre a relação entre assistência e pesquisa. 

“A pesquisa deixou de ser algo distante da rotina clínica e passou a ser vista como parte natural do cuidado ao paciente. Cada caso carrega potencial de ensino e contribuição para a comunidade médica”, completou. 

Professor do curso de Medicina do UniFOA e diretor de Ensino do H.FOA, Igor Dutra Braz avaliou que os estudantes assumiram papel ativo em todo o processo. Para ele, a vivência permitiu que o grupo compreendesse etapas que vão muito além da execução de tarefas pontuais. 

“Os estudantes foram protagonistas desde o início do projeto. A participação deles não se limitou à execução de tarefas específicas. Eles acompanharam todas as etapas da produção científica, desde a identificação do caso, coleta e organização dos dados, até a revisão da literatura, discussão dos resultados e redação do manuscrito”, afirmou. 

Igor também destacou a liderança de Gabriela na condução do trabalho, especialmente pela articulação entre estudantes, professores, paciente e serviços envolvidos. 

“A Gabriela exerceu uma liderança natural ao longo de todo o desenvolvimento do trabalho. Ela tomou a iniciativa de dar início ao projeto, fez a articulação entre os estudantes, os professores orientadores, o paciente e os diferentes serviços envolvidos, garantindo que todas as etapas acontecessem de forma organizada”, destacou. 

Para o professor, participar de uma produção científica ainda durante a graduação ajuda o estudante a desenvolver competências que não se limitam ao conteúdo visto em sala de aula. 

“O estudante desenvolve pensamento crítico, capacidade de analisar evidências, raciocínio científico, escrita acadêmica e habilidade para interpretar e comunicar resultados. Também aprende a trabalhar em equipe, gerenciar projetos, cumprir aspectos éticos da pesquisa e dialogar com diferentes profissionais”, explicou. 

A publicação em uma revista científica vinculada ao INCA marca um resultado importante para os estudantes, professores e para o ambiente de formação em saúde do UniFOA. O artigo também evidencia a integração entre ensino, assistência e pesquisa, aproximando o curso de Medicina, o H.FOA e a produção de conhecimento científico. 

Para Igor, o resultado mostra a força desse ecossistema. 

“A proximidade entre os serviços assistenciais, os professores e os estudantes cria oportunidades para que casos relevantes sejam identificados, investigados e convertidos em produção científica de qualidade. O mais gratificante é ver os estudantes assumindo esse protagonismo e alcançando uma publicação em um periódico de grande relevância nacional ainda durante a graduação”, afirmou. 

A experiência deixa uma marca importante na formação dos estudantes: mostra que a prática médica também pode gerar perguntas, investigação e conhecimento compartilhado. No UniFOA, um caso acompanhado na rotina hospitalar se transformou em artigo científico, iniciação científica e aprendizado para quem participou de todas as etapas da produção. 

Médicos com mais de 50 anos de formação, muitos deles ainda em atividade, foram homenageados durante a primeira edição do Jubileu da Medicina, realizada no Teatro Municipal Maestro Franklin de Carvalho Júnior, no bairro Laranjal. Em uma mesma noite, o teatro reuniu passado, presente e futuro da Medicina em Volta Redonda. 

A solenidade reconheceu 67 profissionais que atuam ou atuaram por décadas na cidade e prestaram relevantes serviços à população. A homenagem foi criada a partir de uma proposta do neurocirurgião, professor do curso de Medicina do UniFOA e coordenador-geral da residência médica do H.FOA, Júlio Meyer e contou com apoio da Câmara Municipal e da Prefeitura de Volta Redonda, com a intenção de tornar o Jubileu da Medicina uma celebração anual. 

Mais do que marcar o tempo de formação dos homenageados, o evento valorizou trajetórias que acompanharam diferentes fases da estruturação da saúde no município. Muitos dos médicos reconhecidos participaram da formação de gerações de profissionais, atuaram em hospitais, consultórios, instituições de ensino e serviços públicos e privados da região. 

Idealizador do projeto, Júlio Meyer destacou que a homenagem nasceu de um sentimento coletivo de reconhecimento à categoria e à cidade. 

“Eu sempre tive um comportamento e um sentido coletivo dentro da categoria. A cidade tem um DNA de engenharia, mas foi necessário que todas as outras categorias estivessem aqui para dar sustentação e qualidade de vida. Os médicos, junto com outros profissionais de saúde, como assistentes sociais, técnicos de enfermagem, enfermeiros, psicólogos e tantos outros, construíram e deram sustentação à assistência da população”, afirmou. 

Segundo Meyer, o Jubileu também é uma forma de agradecer à cidade que permitiu a cada profissional construir sua história. 

“Eu entendia que a gente precisava homenagear. Fiz uma solicitação ao Legislativo, que abraçou a ideia de imediato, e o Executivo também. Só temos uma coisa a dizer: gratidão. Gratidão a essa cidade, que permitiu que cada um de nós construísse sua história, cada um do seu jeito”, completou. 

A Fundação Oswaldo Aranha (FOA) e o Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) tiveram presença marcante na cerimônia. Grande parte dos homenageados tem ligação com a instituição, seja como egresso, professor, coordenador, conselheiro ou profissional que ajudou a consolidar a formação médica na região. 

Para o presidente da FOA, Eduardo Prado, a homenagem fez parte da própria história da instituição. 

“Está passando um filme na minha mente. É uma grande honra para a FOA e para mim, neste momento da minha vida, ser presidente da instituição e herdar um trabalho feito por tantos médicos, como Dr. Paulo Mendes, André Sarmento Bianco, Dr. Olezio Galotti e tantos outros nomes que construíram essa história”, afirmou. 

O presidente lembrou que a FOA completa 59 anos de existência e que o curso de Medicina chega a 58 anos contribuindo para a formação de profissionais que atuam em Volta Redonda, no Sul Fluminense, no Brasil e em outros países. 

“A FOA tem uma história e uma responsabilidade muito grande no cuidado e na formação médica desses profissionais. Cada vida que eles salvaram é repercussão do impacto social que o UniFOA tem ao longo desses anos”, destacou. 

Eduardo também parabenizou Júlio Meyer pela criação do projeto e agradeceu à Câmara Municipal e à Prefeitura pelo apoio à iniciativa. 

“Hoje é um momento de alegria. Parabenizo o doutor Júlio Meyer, em nome de todos os agraciados, e também a Câmara Municipal por ter acolhido essa ideia e feito essa homenagem aos médicos que tanto contribuíram com seus projetos, suas atividades e salvando vidas”, completou. 

O prefeito de Volta Redonda, Antonio Francisco Neto, também destacou a importância da homenagem aos profissionais que marcaram a história da saúde no município. 

“Essa iniciativa do doutor Júlio é uma iniciativa que nós devemos aplaudir muito. Hoje é um dia muito importante para Volta Redonda. É uma homenagem àqueles que salvaram muitas vidas no nosso município. Parabéns a todos os homenageados”, afirmou. 

Neto também ressaltou a relação da FOA com a formação de muitos dos médicos reconhecidos. 

“A FOA é uma referência para a gente. Mais uma vez está mostrando isso, porque não tenho dúvida de que a grande maioria é oriunda da FOA. Parabéns também à FOA, que merece todos os nossos aplausos”, disse. 

Entre os homenageados estava o doutor Walter Fonseca, professor do curso de Medicina do UniFOA, que recebeu o reconhecimento após mais de cinco décadas de atuação médica. 

“É muito bacana, em todos os aspectos. Primeiro, porque são mais de 50 anos trabalhando. Para ser exato, 56. Segundo, boa parte dos médicos homenageados são meus amigos de muito tempo, muitos deles companheiros até hoje da FOA ou ex-alunos. É muito bom”, contou Wlater. 

Ao falar como vice-presidente da instituição, Walter relacionou a homenagem ao trabalho permanente de formação e cuidado realizado pela FOA. 

“É uma sensação de dever cumprido, mas mais do que dever cumprido: dever sendo cumprido, porque a gente continua lutando”, afirmou. 

Também homenageado, João Antonio Baptista Canavez, professor do curso de Medicina do UniFOA e médico com 53 anos de trajetória em Volta Redonda, falou sobre a realização profissional e pessoal construída na cidade. 

“É uma honra muito grande receber uma homenagem dessa. Estou em Volta Redonda há 53 anos e me sinto muito realizado nessa cidade, na vida acadêmica, médica, particular e familiar”, afirmou. 

Egresso e professor do UniFOA, Canavez destacou a importância de ter participado da formação de outros médicos. 

“Eu entrei na FOA em 1973. Acho que cumpri minha missão lá. Hoje há excelentes médicos em Volta Redonda e pelo Brasil afora que foram meus alunos. Isso é uma honra enorme para mim”, completou. 

A cerimônia também foi acompanhada por estudantes de Medicina do UniFOA. Para Vitor Campbell, interno do curso, estar diante de profissionais com décadas de trajetória foi uma oportunidade de olhar para a própria formação e para o futuro. 

“Aqui temos praticamente todos os bons exemplos que tivemos dentro da faculdade, da cidade e da região. Além da questão técnica, eles ensinam muito sobre humanidade, sobre como você deve se portar. Isso é legado”, afirmou. 

O estudante destacou que prestigiar os homenageados também é uma forma de projetar o caminho que ainda está começando. 

“Estar aqui é uma grande oportunidade. Prestigiar esses grandes mestres é vislumbrar o futuro e ter eles como exemplo para dizer: um dia eu quero estar aqui”, contou. 

Para Vitor, a presença de tantos médicos formados ou ligados à FOA reforça o papel da instituição na trajetória dos futuros profissionais. 

“Tenho certeza de que, por estar fazendo FOA e por estar me formando com esses profissionais ao meu lado, eu já tenho um destaque. A FOA é muito importante para nós, alunos, e também para esse ecossistema da região”, afirmou. 

A primeira edição do Jubileu da Medicina deixou registrada uma homenagem a profissionais que ajudaram a cuidar da população e a formar a história da saúde em Volta Redonda. Ao reunir médicos com mais de 50 anos de formação, professores, egressos e estudantes, a cerimônia mostrou que a Medicina também se constrói pela transmissão de experiência entre gerações. 

No mesmo palco em que trajetórias foram reconhecidas, futuros médicos puderam enxergar o tamanho da responsabilidade que os espera. Entre homenagens, memórias e exemplos, o Jubileu da Medicina celebrou não apenas uma carreira, mas uma vida inteira dedicada ao cuidado. 

Para quem já concluiu uma graduação, mas ainda carrega o desejo de cursar Medicina, o UniFOA abriu uma nova possibilidade de ingresso. O Centro Universitário de Volta Redonda está com inscrições abertas para o Processo Seletivo de Portadores de Diploma de Curso Superior para o curso de Medicina, com entrada imediata no segundo semestre de 2026. 

A modalidade é destinada a candidatos que já possuem diploma de curso superior registrado por Instituições de Ensino Superior nacionais, públicas ou privadas, credenciadas pelo Ministério da Educação (MEC). 

Neste processo seletivo, as vagas são exclusivas para ingresso no 1º período de Medicina. O edital informa que não será permitido o aproveitamento de disciplinas cursadas anteriormente nem a progressão para outros períodos ou módulos do curso. 

As inscrições devem ser realizadas pelo Portal do Candidato, no link www.unifoa.edu.br/portaldocandidato, até as 15h do dia 18 de agosto. 

A taxa de inscrição é de R$ 49,00. 

Os interessados devem consultar o edital completo antes de realizar a inscrição, verificar todos os critérios de participação, reunir a documentação necessária e acompanhar as orientações do processo seletivo. 

Edital - Processo Seletivo de Portadores de Diploma de Curso Superior - Medicina
Edital Complementar - Processo Seletivo de Portadores de Diploma de Curso Superior - Medicina

Estudantes de Medicina de outras instituições ganharam mais prazo para solicitar transferência externa para o Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA). As inscrições para o processo seletivo foram prorrogadas até o dia 10 de agosto

A oportunidade é destinada a candidatos interessados em ingressar no curso de Medicina do UniFOA no segundo semestre de 2026. As vagas estão disponíveis para transferência para o 2º, 3º, 4º e 5º períodos, além do 9º módulo, conforme as condições previstas em edital. 

Podem participar estudantes que atendam aos critérios estabelecidos no documento oficial, incluindo as exigências relacionadas à instituição de origem, documentação acadêmica e demais regras do processo seletivo.  

A transferência permite que estudantes regularmente vinculados a cursos de Medicina em outras instituições possam solicitar continuidade da formação no UniFOA, respeitando as vagas, etapas e critérios definidos para cada período ou módulo ofertado. 

Os interessados devem reunir a documentação necessária e realizar a inscrição pelo Portal do Candidato até o dia 10 de agosto: www.unifoa.edu.br/portaldocandidato

O edital completo reúne as informações sobre critérios de participação, documentos obrigatórios, etapas do processo, prazos e orientações para matrícula. 

Retificação nº I do Edital nº 15-26 do Processo Seletivo de Transferência Externa Medicina 2026.2.1
Ementas e Referências Bibliográficas para as vagas do 2º período

A Fundação Oswaldo Aranha (FOA) divulgou a abertura das inscrições para a Bolsa AFA. O processo seletivo socioeconômico já está disponível e tem como objetivo ampliar o acesso e a permanência de estudantes no ensino superior, por meio da concessão de descontos nas mensalidades a todos os alunos regularmente matriculados no curso de Medicina do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA).  

Podem se inscrever alunos regularmente matriculados ou rematriculados no UniFOA, desde que atendam aos critérios estabelecidos em edital, incluindo a comprovação da situação socioeconômica e a entrega completa da documentação exigida dentro do prazo estipulado. A Bolsa AFA é destinada a estudantes que necessitam de apoio financeiro para dar continuidade à formação acadêmica.  

De acordo com as regras do programa, o benefício pode variar de 10% a 50% de desconto sobre o valor da mensalidade, conforme análise realizada por uma Comissão de Seleção designada pela Presidência da FOA. O percentual concedido leva em consideração a realidade socioeconômica de cada candidato, respeitando os critérios técnicos e institucionais definidos no edital.  

A bolsa não é cumulativa com outros descontos legais ou contratuais, como o benefício de pontualidade. Em casos específicos, caberá à Divisão de Tesouraria da FOA aplicar a condição mais vantajosa ao aluno, dentro dos limites previstos.  

Com a abertura de mais uma edição da Bolsa AFA, a FOA reforça seu empenho com a inclusão social, a responsabilidade institucional e a valorização da educação como ferramenta de transformação, contribuindo para que mais estudantes tenham condições de ingressar e permanecer no ensino superior.  

As inscrições e demais informações sobre o processo seletivo estão disponíveis no edital. 

Edital Bolsa AFA Medicina 2026.2
ANEXO I - ORIENTAÇÕES PARA COMPROVAÇÃO DE RENDA POR TIPO DE ENQUADRAMENTO
ANEXO-II-MODELO-DE-DECLARACAO-DE-CASA-CEDIDABaixar
ANEXO-III-DECLARACAO-TRABALHADOR-AUTONOMOBaixar

Estudantes de Medicina de outras instituições que desejam continuar a formação no Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) já podem se inscrever no Processo Seletivo de Transferência Externa para o curso de Graduação em Medicina. As vagas são destinadas ao ingresso no segundo semestre de 2026. 

As inscrições estão abertas no Portal do Candidato e podem ser realizadas até as 14h do dia 5 de agosto de 2026

A transferência externa é destinada a candidatos regularmente matriculados em cursos de Graduação em Medicina de Instituições de Ensino Superior nacionais, públicas ou privadas, autorizadas ou reconhecidas pelo Ministério da Educação (MEC). Também poderão participar candidatos com matrícula trancada em curso de Medicina, desde que apresentem a comprovação do trancamento na instituição de origem. 

Para pleitear a vaga, o candidato deverá ter concluído o período ou módulo anterior ao de referência no curso de Medicina da instituição de origem. Também serão aceitas inscrições de candidatos que tenham ingressado no curso por processo seletivo ou por meio do Enem em instituições nacionais. 

O edital prevê ainda que, caso seja classificado, o candidato deverá cursar o período ou módulo para o qual se inscreveu e que foi ofertado no processo seletivo. Não será permitido o aproveitamento de disciplinas para progressão de período ou módulo após a classificação. 

No ato da inscrição, o candidato deverá encaminhar a documentação exigida e aguardar a conferência e validação por parte do UniFOA. Somente após essa etapa será possível realizar o pagamento da taxa de inscrição, no valor de R$ 49, por Pix ou cartão de crédito à vista. 

O Processo Seletivo de Transferência Externa representa uma oportunidade para estudantes que já iniciaram a formação médica em outra instituição e desejam dar continuidade à trajetória acadêmica no UniFOA, em uma estrutura reconhecida pela tradição na área da saúde, pela formação prática e pela integração com os serviços de ensino e assistência. 

Os interessados devem consultar o edital completo, verificar todos os critérios de participação, reunir a documentação necessária e realizar a inscrição pelo Portal do Candidato: www.unifoa.edu.br/portaldocandidato

Confira o edital:

Edital nº 15-26 Transferência Externa Medicina 2026.2.1Baixar
Campus UniFOA
Olezio Galotti
Av. Dauro Peixoto Aragão, 1325 Três Poços - Volta Redonda - RJ CEP 27240-560
Tel.: (24) 3340-8400
Porfírio José de Almeida
Av. Lucas Evangelista, 862 Aterrado - Volta Redonda - RJ CEP 27215-630
Tel.: (24) 3344-1412
Colina | Anexo ao Hospital João Batista
Rua Nossa Senhora das Graças, 273 Colina - Volta Redonda - RJ CEP 27253-223
Tel.: (24) 3340-8437

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