O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) sediou, nos dias 8 e 9, mais uma edição do Congresso Médico Acadêmico, promovido anualmente pelo Conselho de Ligas Acadêmicas de Medicina da instituição. Neste ano, o evento contou com a organização da Liga Acadêmica de Suporte Emergencial e Intensivo, em parceria com professores do curso de Medicina, reforçando o papel ativo dos estudantes na promoção do conhecimento científico e da formação prática. 

Com foco na capacitação de futuros médicos para o cuidado crítico em emergências e terapia intensiva, o congresso trouxe palestras e discussões voltadas ao diagnóstico e tratamento em contextos que exigem rapidez, precisão e preparo técnico. A programação incluiu temas fundamentais para o desenvolvimento acadêmico e profissional dos participantes, abordando desde protocolos clínicos até vivências interdisciplinares na medicina intensiva. 

Para o coordenador do curso de Medicina do UniFOA, professor Júlio Aragão, cada edição do congresso médico representa um novo marco na trajetória acadêmica dos alunos. “A medicina está em constante evolução, e a cada encontro surgem novos desafios e temas a serem explorados. Nossos estudantes estão diretamente envolvidos na produção e na atualização desses conteúdos”, destacou. 

Júlio também ressaltou a importância da experiência prática na organização do evento. “Esse momento vai além do conhecimento técnico. Eles aprendem a planejar, montar a estrutura, organizar os trabalhos científicos... Tudo isso contribui de forma significativa para a formação deles como profissionais preparados e engajados.” 

O protagonismo estudantil também foi enfatizado pelo presidente da Fundação Oswaldo Aranha (FOA), Eduardo Prado. Para ele, o papel da instituição é o de apoiar e incentivar a autonomia acadêmica. “A FOA é apenas uma coadjuvante nesse processo. As verdadeiras estrelas são os alunos e os professores. Esse congresso médico nasce dentro do ambiente acadêmico, organizado pelos próprios estudantes, com apoio dos docentes”, afirmou. 

Eduardo Prado reforça que a atividade extrapola os limites da sala de aula, preparando os alunos para desafios reais da profissão. “Ainda que seja uma ação quase extracurricular, ela traz temas relevantes tanto para a matriz curricular quanto para questões transversais que os futuros médicos certamente enfrentarão. Ver esse nível de envolvimento e iniciativa nos enche de orgulho.” 

A professora Alessandra Patrícia Costa, que atua como orientadora da liga responsável pela edição de 2025, falou emocionada sobre o reencontro com o congresso médico, agora em uma nova posição. “É uma grande satisfação retornar a esse evento como docente, após tê-lo vivenciado como aluna. Estar ao lado de uma equipe tão organizada e comprometida é gratificante. Eles conduzem todo o processo com autonomia, e nós, professores, atuamos como guias. É um prazer fazer parte disso.” 

O sentimento de realização também marcou o depoimento da estudante do 7º período, Beatriz Oliveira de Paula, presidente da Liga Acadêmica de Suporte Emergencial e Intensivo. “Esse momento é muito especial para mim. Estou no quarto ano do curso e sempre sonhei em fazer parte da organização do Congresso Médico. Nossa liga tem apenas um ano de existência, nasceu da fusão de outras duas, e já está à frente de um evento como esse. É extremamente realizador.” 

A cada nova edição, o Congresso Médico Acadêmico do UniFOA reforça seu compromisso com a formação integral dos futuros médicos, ao promover conhecimento técnico, experiências práticas e valores como protagonismo, responsabilidade e trabalho em equipe, pilares que, sem dúvida, os acompanharão por toda a carreira. 

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A cidade de Volta Redonda se destacou nacionalmente na área da saúde pública graças ao trabalho desenvolvido por duas estudantes do curso de Medicina do UniFOA, Luana Maragoni e Bianca Mattos. Orientadas pela médica Thais Junqueira Ferraz Villela — coordenadora da Pediatria do Hospital São João Batista e preceptora do internato médico — e coorientadas pelo professor Renato Teixeira, as alunas apresentaram no 23º Congresso Brasileiro de Infectologia Pediátrica uma análise epidemiológica da sífilis congênita no município e sua comparação com o cenário nacional. 

O estudo abordou a evolução dos casos de sífilis congênita entre 2018 e 2023, descrevendo o perfil sociodemográfico dos casos registrados em Volta Redonda e em todo o Brasil. Além disso, analisou os principais fatores que contribuem para a persistência da doença no país, como falhas no diagnóstico precoce e nos protocolos de acompanhamento pré-natal. A pesquisa também evidenciou os avanços do município na prevenção da transmissão vertical da sífilis, ou seja, da mãe para o bebê durante a gestação ou parto. 

De acordo com o levantamento, Volta Redonda conseguiu uma redução de 83% nos casos da doença no período analisado — uma conquista atribuída à atuação eficaz da Secretaria Municipal de Saúde, com ampliação da cobertura do pré-natal, testagem precoce e tratamento gratuito via SUS. Entre 2018 e 2023, foram registrados 217 casos, sem nenhum óbito. Em 2024, até o momento, foram contabilizados apenas cinco casos, número muito inferior aos anos anteriores: 13 em 2023, 27 em 2022 e 22 em 2021. 

Enquanto isso, o cenário nacional ainda é preocupante: o Brasil notificou mais de 166 mil casos de sífilis congênita entre 2018 e 2024. Apenas este ano, já são 12.177 registros da doença, com a Região Sudeste liderando as estatísticas — 72.476 casos nesse intervalo. 

Para a aluna Bianca Mattos, participar do congresso foi mais do que um marco acadêmico — foi uma experiência transformadora. “Foi uma experiência incrível participar deste estudo sobre o perfil epidemiológico da sífilis congênita em Volta Redonda. Ver de perto a redução significativa dos casos, resultado das políticas públicas eficazes de prevenção e diagnóstico precoce, nos fez perceber o impacto real dessas ações na saúde da população. Apresentar nossa pesquisa em um congresso de grande importância foi uma oportunidade valiosa de aplicar o conhecimento acadêmico a questões concretas da realidade brasileira”, afirmou. 

Sua colega Luana Maragoni compartilhou o mesmo entusiasmo: “Participar da construção deste estudo foi uma experiência acadêmica e um compromisso com a saúde coletiva. Compartilhar esses dados no Congresso Brasileiro de Infectologia Pediátrica foi uma oportunidade ímpar. A orientação cuidadosa da Dra. Thais Villela e do Prof. Renato Teixeira foi essencial para conectar o olhar técnico ao impacto social do que analisávamos. Somos gratas pela oportunidade de representar o UniFOA.” 

A médica Thais Villela também destacou o papel fundamental da estrutura de saúde da cidade nesse resultado positivo. “Todas as gestantes atendidas na maternidade do Hospital São João Batista realizam testes rápidos para sífilis, HIV e hepatites. Em casos positivos, o tratamento é iniciado de forma imediata, inclusive nos recém-nascidos, quando necessário”, explicou a coordenadora. 

O diretor-geral do hospital e vice-prefeito de Volta Redonda, Sebastião Faria, enalteceu a relevância do estudo. “A presença das alunas no congresso reforça como o ensino voltado à prática pode gerar impactos reais na saúde pública. É motivo de orgulho ver nossos futuros profissionais contribuindo com soluções relevantes para o país. Com investimentos contínuos em educação em saúde, prevenção e ampliação do acesso aos serviços, Volta Redonda se consolida como referência nacional no enfrentamento à sífilis congênita.” 

A participação das estudantes no evento nacional não apenas levou o nome do UniFOA a um dos mais importantes congressos da área, como também reforçou o compromisso da instituição com a formação de profissionais engajados nas transformações sociais e na promoção da saúde coletiva. 

Estão abertas as inscrições para o Processo Seletivo de Medicina do UniFOA para o segundo semestre de 2025. Essa é a sua chance de ingressar no curso nota 5 (máxima) na avaliação do MEC e um dos cursos mais completos da região e iniciar sua jornada na área da saúde com excelência desde o primeiro semestre. 

A MedVR, como é carinhosamente conhecida, oferece aos estudantes uma estrutura diferenciada que une tecnologia, prática e inovação. Um dos principais destaques é o Hospital da Fundação Oswaldo Aranha (H.FOA) – hospital próprio da instituição –, que permite aos alunos vivenciarem a prática médica desde o início da graduação. Além disso, o curso conta com convênios com instituições de saúde, prefeituras municipais, órgãos públicos ampliando ainda mais as possibilidades de aprendizagem prática em ambientes reais. 

Outro grande diferencial é o laboratório de realidade virtual, um espaço interativo e dinâmico que proporciona maior compreensão dos conteúdos, permitindo que o estudante desenvolva autonomia e pensamento clínico de forma mais ágil e aprofundada. As salas de aula são otimizadas para o aprendizado colaborativo, com um currículo que estimula a construção sólida do conhecimento. 

A estrutura física do curso impressiona: prédio moderno, laboratórios equipados com tecnologia de ponta e ambientes que favorecem o desenvolvimento acadêmico em todas as etapas da formação médica. 

Os candidatos podem se inscrever utilizando a nota do Enem ou como portadores de diploma. As inscrições estão abertas e devem ser feitas pelo site www.unifoa.edu.br. 

Você a um passo do seu sonho. 

O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), por meio da Liga Acadêmica de Oncologia do curso de Medicina, realizou no dia 26 o IV Simpósio de Pesquisa Clínica do Sul Fluminense. O evento teve como proposta principal fomentar a troca de conhecimentos entre estudantes, professores, profissionais da saúde e a sociedade, além de atualizar a comunidade acadêmica sobre as tendências e inovações em pesquisa clínica. 

A programação foi dividida em três módulos principais: Tecnologias digitais aplicadas à pesquisa clínica e assistência médica, Câncer de mama: manejo sistêmico e novas terapias e Câncer de próstata. Cada módulo contou com espaços para debates e discussões, incentivando o pensamento crítico e a interdisciplinaridade. 

Para Nataline Freitas, presidente da Liga Acadêmica de Oncologia, a realização do simpósio representa a maior conquista da Liga: " Buscamos sempre inovar e estamos muito orgulhosos e animados com a quarta edição. A cirurgia robótica, por exemplo, é uma das maiores tecnologias atuais na medicina e quisemos valorizá-la. Apesar do simpósio ser organizado pela Liga de Oncologia, o foco é sempre a pesquisa clínica e as inovações", explicou. Nataline também destacou a importância de os estudantes se aproximarem da pesquisa desde a graduação: "Muita gente acha que pesquisa é algo distante, só dos Estados Unidos, mas não é. Todas as decisões médicas, desde a escolha de um medicamento até a definição da dose, precisam ser baseadas em evidências científicas. É essencial entender isso desde a faculdade". 

A professora do curso de Medicina do UniFOA e oncologista do H.FOA, Heloisa Resende, reforçou a importância do evento para o ecossistema de saúde e educação da instituição: "O simpósio é um momento especial para integrar o corpo discente ao corpo clínico, usando a cirurgia robótica como ponto de partida. A pesquisa torna o aluno protagonista, e esse engajamento ainda na graduação semeia a autonomia e a qualidade na assistência médica". Para Heloisa, o futuro da medicina está diretamente ligado à pesquisa: "O médico completo, hoje, atua tanto na assistência quanto na pesquisa. Não há mais separação entre essas áreas". 

O presidente da FOA, Eduardo Prado, também destacou o impacto do simpósio: "Tenho muito carinho por este evento. O câncer está se tornando uma pandemia e precisamos conscientizar as pessoas de que a prevenção ainda é o melhor caminho. Nosso trabalho aqui é dar visibilidade para novas terapias e mostrar que, com diagnóstico precoce, a pessoa pode ter uma vida longa e ativa. Fico muito feliz em ver nossos estudantes sendo formados com essa consciência", afirmou. 

Responsável pela coordenação da Cirurgia Robótica no H.FOA, o cirurgião Heitor Santos foi um dos palestrantes do evento. Ele apresentou a experiência do hospital com a plataforma da Vinci X, a primeira adquirida na região que se estende de Guarulhos (SP) a Duque de Caxias (RJ). "O simpósio é fundamental para trazer aos estudantes temas atuais da medicina e mostrar como a tecnologia e a pesquisa são parte do dia a dia da atuação médica. Essa troca de informações qualifica ainda mais a formação dos nossos alunos", destacou. 

O estudante Guilherme Figueiredo, do oitavo período de Medicina, compartilhou a importância dessa vivência para os acadêmicos: "Participar do simpósio é sempre muito bom. É uma oportunidade de nos inserirmos no meio da pesquisa e nos aproximarmos de profissionais que admiramos. Isso nos motiva e nos mostra que também podemos alcançar esse nível". 

Com a presença de convidados nacionais e internacionais, o IV Simpósio de Pesquisa Clínica do Sul Fluminense reforçou a missão do UniFOA de formar médicos preparados não apenas para a prática clínica, mas também para a transformação da sociedade por meio da ciência. 

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Com o objetivo de contribuir para a promoção da saúde de caminhoneiros e a prevenção de acidentes nas estradas, o Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) participou, na última semana, da ação “Comando em Saúde”, idealizado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) em parceria com o Centro Universitário, além de entidades como o SEST SENAT, o CEREST (Centro de Referência em Saúde do Trabalhador) e a Secretaria Municipal de Saúde de Volta Redonda e Barra do Piraí. 

A ação, que ocorreu no posto da PRF na BR-393, em Barra do Piraí, ofereceu atendimentos gratuitos em saúde com foco em prevenção, orientação e bem-estar para caminhoneiros. A equipe foi composta por professores e estudantes dos cursos de Medicina, Odontologia, Nutrição, Enfermagem e outros profissionais da saúde, que realizaram aferição de pressão arterial, testes de glicemia, cálculo de IMC - índice de massa corporal -, vacinação, triagem auditiva e visual, além de orientações clínicas e nutricionais. 

Segundo a professora doutora Lucrécia Loureiro, o objetivo é ir além da fiscalização e promover um cuidado efetivo com a saúde dos trabalhadores das estradas. “Esse é um projeto que só acontece graças às parcerias. Sem o UniFOA, seria praticamente inviável, pois são os nossos alunos que compõem a linha de frente. Os caminhoneiros passam por uma sequência de atendimentos, desde vídeos educativos até a avaliação médica final. É um serviço completo que beneficia tanto os profissionais da estrada quanto nossos estudantes em formação”, destaca. 

A relevância da ação também foi pontuada pela professora Kamila Nascimento, do curso de Nutrição do UniFOA, que comentou sobre o desafio alimentar da categoria. “A maioria dos caminhoneiros tem uma alimentação desregulada, com horários irregulares e excesso de produtos ultraprocessados. Nosso papel aqui é mostrar que é possível fazer escolhas mais saudáveis mesmo na rotina puxada das estradas”, explicou. 

Durante a ação, os alunos também colocaram em prática seus aprendizados em contextos reais. Os estudantes de Medicina realizaram atendimentos clínicos básicos e deram encaminhamentos quando necessário. O aluno Lucas Reis, do sexto período, contou que a experiência o emocionou por motivos pessoais: “Meu avô foi caminhoneiro. Estar aqui hoje, cuidando da saúde de pessoas como ele, é especial. A gente escuta, orienta, e isso contribui muito para nossa formação humanizada”. 

Já os alunos de Odontologia, como Cayo Gabriel, do sétimo período, realizaram orientações sobre saúde bucal e escovação adequada. “A gente sabe que muitos caminhoneiros não conseguem manter uma rotina de higiene oral. Aqui, além de ensinar, a gente aprende também. É um ambiente completamente diferente da clínica e que amplia nossa visão como futuros profissionais”, comentou. 

A iniciativa é bem recebida pelos profissionais da estrada. Segundo a gestora do projeto “Comando de Saúde” na PRF, Sônia Cristina Honorato, os caminhoneiros participam voluntariamente e, em muitos casos, até buscam o serviço ativamente. “Tem caminhoneiro que já participou antes e faz questão de parar de novo, até vindo na contramão só para não perder a oportunidade. Isso mostra como a ação é valorizada por eles”, destacou a oficial. 

Sônia Cristina também reforçou a importância do trabalho em rede: “Essa parceria é fundamental para levar saúde ao trabalhador do transporte. Oferecer esse cuidado é uma forma de reconhecer a importância desses profissionais para o país”. 

Para o UniFOA, participar de ações como essa fortalece o compromisso institucional com a responsabilidade social, a formação prática e cidadã dos alunos e a integração com a comunidade. “São iniciativas como essa que demonstram o quanto o ensino superior pode impactar positivamente na vida das pessoas”, reforça Lucrécia. 

Com uma proposta itinerante e voltada à promoção da saúde, o projeto “Comando em Saúde” seguirá acontecendo em outros pontos da região, ampliando o acesso a cuidados essenciais e reafirmando a missão educativa e social das instituições envolvidas.

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O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) recebeu, recentemente, representantes da Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN) para um encontro com os estudantes do 11º e 12º períodos do curso de Medicina. O objetivo da visita foi apresentar as possibilidades de atuação médica nas Forças Armadas — Marinha, Exército e Aeronáutica — e os caminhos para integrar os quadros de saúde dessas instituições. 

A iniciativa foi conduzida pelo Capitão Médico Gabriel Vassalo de Souza, egresso da 43ª turma de Medicina do UniFOA, atualmente integrante do Exército Brasileiro, e pela Capitão-Tenente Médica Nicolle Pimentel, da Marinha do Brasil. Durante a apresentação, os profissionais compartilharam suas experiências e destacaram o papel estratégico da Medicina nas missões das Forças Armadas, tanto em território nacional quanto em ações internacionais. 

“Voltar ao UniFOA e poder compartilhar minha trajetória com os futuros médicos é uma experiência especial. A formação sólida que recebi aqui foi essencial para os desafios da vida militar e do exercício da Medicina. As Forças Armadas oferecem uma carreira estruturada, com oportunidades únicas de crescimento profissional e pessoal, sempre com foco na missão de servir ao país”, destacou o Capitão Gabriel. 

Já a Capitão-Tenente Nicolle Pimentel ressaltou a amplitude de atuação da carreira médica militar, que vai além dos hospitais: “A Medicina nas Forças Armadas nos permite vivenciar contextos muito distintos, em que o preparo técnico se alia ao espírito de missão. Já atuei em regiões remotas, como a Antártica, e participei de missões internacionais, como a operação na costa da África. São vivências que enriquecem nossa prática e ampliam nosso olhar sobre o cuidado com o ser humano, mesmo em situações extremas”, afirmou. 

A atividade integrou a agenda de ações institucionais voltadas para o fortalecimento do vínculo entre a formação acadêmica e as diversas possibilidades de atuação médica, reforçando o compromisso do UniFOA com a preparação de profissionais éticos, qualificados e aptos a contribuir com a sociedade em diferentes frentes. 

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A pesquisa clínica é uma das principais ferramentas para o avanço da ciência e o desenvolvimento de novas tecnologias voltadas ao diagnóstico e tratamento de doenças, sobretudo na área da oncologia. Ciente da importância desse campo para a saúde pública, o Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), por meio da Liga Acadêmica de Oncologia, do curso de Medicina, realiza no dia 26 de abril o IV Simpósio de Pesquisa Clínica do Sul Fluminense.

O evento tem como proposta fomentar a troca de conhecimentos entre estudantes, professores, profissionais da saúde e a sociedade. Além de atualizar a comunidade acadêmica sobre as tendências e inovações em pesquisa clínica, o simpósio também busca estimular o desenvolvimento científico como ferramenta de transformação social.

Com uma programação rica e diversificada, o simpósio será dividido em três módulos principais:

  1. Tecnologias digitais aplicadas à pesquisa clínica e assistência médica
    Neste módulo, os participantes terão a oportunidade de conhecer os princípios da cirurgia robótica, apresentados pela Dra. Luciana Guimarães. Também serão abordadas as estratégias para implantação e sustentabilidade da cirurgia robótica em um hospital acadêmico, além do uso de ferramentas digitais aplicadas à pesquisa clínica na última década.
  2. Câncer de mama: manejo sistêmico e novas terapias
    Com foco nos avanços no tratamento do câncer de mama, este módulo irá discutir temas como a quimioterapia sistêmica adjuvante e os critérios para definição de pacientes que podem se beneficiar desse tratamento. Também será apresentado um panorama sobre os anticorpos droga-conjugados (ADCs), uma nova classe de medicamentos que vem transformando o manejo oncológico.
  3. Câncer de próstata
    O último módulo será voltado ao câncer de próstata e contemplará diferentes abordagens cirúrgicas, como a prostatectomia radical por vias convencionais e a abordagem por cirurgia robótica. Além disso, haverá a apresentação de um caso clínico, promovendo a integração entre teoria e prática.

Todos os módulos contarão com momentos dedicados à discussão dos temas, incentivando o pensamento crítico, a interdisciplinaridade e o aprofundamento dos conteúdos apresentados.

O simpósio é uma excelente oportunidade para atualização científica e networking. As inscrições estão abertas até o dia 20 de abril e podem ser realizadas pelo link: clique aqui.

O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) anunciou a abertura do processo seletivo para concessão de bolsas de incentivo destinadas ao desenvolvimento de pesquisa clínica no Centro de Estudos e Atenção à Saúde Humana Jardim Amália. A iniciativa é fruto de uma parceria com a Associação Instituto Projeto Cura e tem como objetivo fomentar a participação dos estudantes do curso de Medicina em atividades de pesquisa científica. 

As inscrições estarão abertas de 1º de abril a 2 de maio de 2025 e poderão ser realizadas gratuitamente por meio do formulário disponível no link: https://forms.office.com/r/TcGhaj8Y7S . 

Critérios de participação e etapas do processo seletivo 

Podem se inscrever estudantes matriculados entre o primeiro e o décimo semestre do curso de Medicina do UniFOA, desde que tenham disponibilidade para cumprir a carga horária semanal de 3 horas estipulada no Termo de Compromisso. 

O processo seletivo será realizado em duas etapas: 

A nota final será calculada com base na soma das notas da prova escrita (peso 8) e da análise curricular (peso 2). Os dois candidatos com maior pontuação serão selecionados para as bolsas. 

Os selecionados receberão uma bolsa no valor total de R$ 4.800,00, dividida em 12 parcelas mensais de R$ 400,00. Os pagamentos serão feitos diretamente na conta bancária dos estudantes contemplados pela Associação Instituto Projeto Cura. 

O resultado final será divulgado no dia 26 de maio nos canais oficiais do Instituto Projeto Cura e do Centro de Pesquisa Jardim Amália.  

Oportunidade para crescimento acadêmico 

A bolsa de incentivo à pesquisa clínica representa uma excelente oportunidade para os estudantes aprofundarem seus conhecimentos e contribuírem para o avanço científico na área da saúde. Ao integrar o programa, os selecionados terão contato direto com a prática da pesquisa clínica, um diferencial importante para a formação profissional no campo da Medicina. 

Para mais informações, os interessados podem acessar o edital completo ou entrar em contato pelo e-mail proppg@foa.org.br.

Edital Bolsas CURA - 2025

 

Na última segunda-feira (24), o UniFOA promoveu um momento marcante na jornada acadêmica dos ingressantes de Medicina: a cerimônia de entrega do 1º jaleco. O evento aconteceu no auditório William Monachesi e contou com a presença de familiares, docentes e representantes institucionais, consolidando a importância deste rito de passagem para os futuros médicos. 

Para compor a mesa de honra, estiveram presentes o presidente da Fundação Oswaldo Aranha (FOA), doutor Eduardo Prado; a pró-reitora de extensão, professora doutora Ana Carolina Callegario, representando a reitora do UniFOA, professora doutora Ivanete Oliveira; o diretor de ensino e educação permanente do H.FOA, professor doutor Igor Braz; o coordenador adjunto do curso de Medicina do UniFOA, professor doutor Luiz Antonio Neves; e o gestor de acolhimento do curso de Medicina, professor doutorando Ailton Carvalho. 

Em sua fala, o presidente da FOA, Eduardo Prado, enfatizou o significado da cerimônia e a importância do 1º jaleco na construção da identidade médica: 

"Isso tem um significado muito importante para o UniFOA, para a Fundação Oswaldo Aranha. É algo que a mantenedora já sonhava há algum tempo, mas não tinha oportunidade de realizar. Hoje, estamos muito felizes de poder receber as famílias e os estudantes. O diploma é a chave para o corporativo, mas o jaleco é a personificação do médico e da médica no mundo moderno ", destacou. 

Sendo a primeira vez que o UniFOA realiza esse evento para o curso de Medicina, a ocasião foi marcada pela emoção de estudantes e familiares que vieram de diversas regiões do Brasil. "Tem gente de Brasília, do norte do estado, do sul do país, que se deslocou para cá junto com seus filhos, buscando proporcionar a melhor educação possível para eles. Sentimos muito orgulho de saber que o UniFOA é a casa desses estudantes", completou Eduardo Prado. 

O coordenador adjunto do curso de Medicina, professor doutor Luiz Antonio Neves, destacou o simbolismo da cerimônia como um divisor de águas na trajetória dos futuros médicos: 

"Esse evento representa uma mudança significativa na vida dos estudantes. Eles deixam para trás o período de estudos preparatórios para o vestibular e ingressam em uma jornada de formação profissional. A entrega do primeiro jaleco simboliza essa transição, marcando o compromisso com o aprendizado, a ética e a dedicação à profissão. No curso de Medicina, essa passagem tem um significado ainda maior, pois carrega a expectativa de contribuir para a saúde e o bem-estar da sociedade", explicou. 

O evento foi especialmente emocionante para os familiares, que acompanharam com orgulho e felicidade esse importante marco na trajetória dos estudantes. Júlio César Trindade Pereira, pai da estudante Giovanna de Luca Pereira, expressou sua emoção ao ver as duas filhas vestindo o jaleco pela primeira vez: 

"É uma alegria indescritível. Ver minhas filhas iniciando essa caminhada no UniFOA é a realização de um sonho. Sempre desejei que elas seguissem um caminho de excelência, e espero que, no futuro, se tornem profissionais de destaque, trabalhando juntas para construir uma Medicina ainda melhor". 

A estudante Giovanna também falou sobre a importância do momento e a emoção de compartilhar essa experiência com colegas e familiares: 

"Estou muito feliz por viver esse dia tão especial. É um momento que ficará marcado na minha memória, pois representa o início de uma jornada que sempre sonhei. Ter meus amigos e minha família aqui torna tudo ainda mais significativo". 

Mais do que um símbolo, a entrega do 1º jaleco representa os valores que nortearão a trajetória acadêmica e profissional desses estudantes, preparando-os para os desafios e responsabilidades da carreira médica. 

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Nos últimos anos, o número de diagnósticos de autismo infantil cresceu significativamente, trazendo à tona um desafio para profissionais da saúde: a detecção precoce e o tratamento adequado. Com uma estimativa global de que 1 a cada 36 indivíduos esteja dentro do espectro autista, o transtorno deixou de ser considerado uma condição rara e se tornou uma realidade que impacta milhões de famílias. Diante desse cenário, a Liga Acadêmica de Neurologia e Neurocirurgia do curso de Medicina promoveu uma palestra para discutir o tema, reunindo acadêmicos no auditório do curso de Medicina. 

A neuropediatra Clarisse Drumond enfatizou a importância do conhecimento sobre o espectro autista, citando sua alta prevalência. “Hoje, estima-se que o autismo afete entre 3% e 4% da população. Isso significa que não se trata apenas de uma questão de inclusão como algo raro, mas sim de uma necessidade real. Precisamos diminuir o preconceito, melhorar a qualidade do convívio e da assistência”, destacou a especialista. 

O presidente da Liga, Eduardo Gevisiez, destacou a relevância da discussão dentro do Centro Universitário. “Estudar o autismo infantil é essencial, pois o transtorno tem atingido um número crescente de crianças e indivíduos em geral. O médico generalista, além do especialista, precisa saber interpretar e identificar os sinais iniciais, pois um diagnóstico precoce melhora significativamente o prognóstico e a qualidade de vida do paciente”, afirmou. 

Ainda segundo Eduardo, trazer esse tema para o ambiente acadêmico fortalece a formação dos futuros médicos. “Nós seremos os primeiros a atender essas crianças, seja na unidade básica de saúde ou até mesmo dentro do nosso círculo social. Saber identificar os primeiros sintomas nos permite encaminhar para o especialista adequado e garantir o melhor cuidado”, completou. 

Clarisse também ressaltou que o conhecimento sobre o transtorno deve estar presente em todas as áreas médicas. “Independentemente da especialidade que cada aluno escolher no futuro, ele conviverá com pessoas dentro do espectro autista, tanto como médico quanto em sua vida pessoal. Compreender as particularidades, as comorbidades e as necessidades desses pacientes é essencial para uma assistência mais humanizada e eficaz”, concluiu. 

Proporcionar espaços para discussões fundamentais na formação médica, garantem que os futuros profissionais estejam preparados para atuar de maneira consciente e inclusiva na sociedade. 

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