O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) recebeu, recentemente, representantes da Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN) para um encontro com os estudantes do 11º e 12º períodos do curso de Medicina. O objetivo da visita foi apresentar as possibilidades de atuação médica nas Forças Armadas — Marinha, Exército e Aeronáutica — e os caminhos para integrar os quadros de saúde dessas instituições.
A iniciativa foi conduzida pelo Capitão Médico Gabriel Vassalo de Souza, egresso da 43ª turma de Medicina do UniFOA, atualmente integrante do Exército Brasileiro, e pela Capitão-Tenente Médica Nicolle Pimentel, da Marinha do Brasil. Durante a apresentação, os profissionais compartilharam suas experiências e destacaram o papel estratégico da Medicina nas missões das Forças Armadas, tanto em território nacional quanto em ações internacionais.
“Voltar ao UniFOA e poder compartilhar minha trajetória com os futuros médicos é uma experiência especial. A formação sólida que recebi aqui foi essencial para os desafios da vida militar e do exercício da Medicina. As Forças Armadas oferecem uma carreira estruturada, com oportunidades únicas de crescimento profissional e pessoal, sempre com foco na missão de servir ao país”, destacou o Capitão Gabriel.
Já a Capitão-Tenente Nicolle Pimentel ressaltou a amplitude de atuação da carreira médica militar, que vai além dos hospitais: “A Medicina nas Forças Armadas nos permite vivenciar contextos muito distintos, em que o preparo técnico se alia ao espírito de missão. Já atuei em regiões remotas, como a Antártica, e participei de missões internacionais, como a operação na costa da África. São vivências que enriquecem nossa prática e ampliam nosso olhar sobre o cuidado com o ser humano, mesmo em situações extremas”, afirmou.
A atividade integrou a agenda de ações institucionais voltadas para o fortalecimento do vínculo entre a formação acadêmica e as diversas possibilidades de atuação médica, reforçando o compromisso do UniFOA com a preparação de profissionais éticos, qualificados e aptos a contribuir com a sociedade em diferentes frentes.
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A pesquisa clínica é uma das principais ferramentas para o avanço da ciência e o desenvolvimento de novas tecnologias voltadas ao diagnóstico e tratamento de doenças, sobretudo na área da oncologia. Ciente da importância desse campo para a saúde pública, o Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), por meio da Liga Acadêmica de Oncologia, do curso de Medicina, realiza no dia 26 de abril o IV Simpósio de Pesquisa Clínica do Sul Fluminense.
O evento tem como proposta fomentar a troca de conhecimentos entre estudantes, professores, profissionais da saúde e a sociedade. Além de atualizar a comunidade acadêmica sobre as tendências e inovações em pesquisa clínica, o simpósio também busca estimular o desenvolvimento científico como ferramenta de transformação social.
Com uma programação rica e diversificada, o simpósio será dividido em três módulos principais:
Todos os módulos contarão com momentos dedicados à discussão dos temas, incentivando o pensamento crítico, a interdisciplinaridade e o aprofundamento dos conteúdos apresentados.
O simpósio é uma excelente oportunidade para atualização científica e networking. As inscrições estão abertas até o dia 20 de abril e podem ser realizadas pelo link: clique aqui.
O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) anunciou a abertura do processo seletivo para concessão de bolsas de incentivo destinadas ao desenvolvimento de pesquisa clínica no Centro de Estudos e Atenção à Saúde Humana Jardim Amália. A iniciativa é fruto de uma parceria com a Associação Instituto Projeto Cura e tem como objetivo fomentar a participação dos estudantes do curso de Medicina em atividades de pesquisa científica.
As inscrições estarão abertas de 1º de abril a 2 de maio de 2025 e poderão ser realizadas gratuitamente por meio do formulário disponível no link: https://forms.office.com/r/TcGhaj8Y7S .
Critérios de participação e etapas do processo seletivo
Podem se inscrever estudantes matriculados entre o primeiro e o décimo semestre do curso de Medicina do UniFOA, desde que tenham disponibilidade para cumprir a carga horária semanal de 3 horas estipulada no Termo de Compromisso.
O processo seletivo será realizado em duas etapas:
A nota final será calculada com base na soma das notas da prova escrita (peso 8) e da análise curricular (peso 2). Os dois candidatos com maior pontuação serão selecionados para as bolsas.
Os selecionados receberão uma bolsa no valor total de R$ 4.800,00, dividida em 12 parcelas mensais de R$ 400,00. Os pagamentos serão feitos diretamente na conta bancária dos estudantes contemplados pela Associação Instituto Projeto Cura.
O resultado final será divulgado no dia 26 de maio nos canais oficiais do Instituto Projeto Cura e do Centro de Pesquisa Jardim Amália.
Oportunidade para crescimento acadêmico
A bolsa de incentivo à pesquisa clínica representa uma excelente oportunidade para os estudantes aprofundarem seus conhecimentos e contribuírem para o avanço científico na área da saúde. Ao integrar o programa, os selecionados terão contato direto com a prática da pesquisa clínica, um diferencial importante para a formação profissional no campo da Medicina.
Para mais informações, os interessados podem acessar o edital completo ou entrar em contato pelo e-mail proppg@foa.org.br.
Na última segunda-feira (24), o UniFOA promoveu um momento marcante na jornada acadêmica dos ingressantes de Medicina: a cerimônia de entrega do 1º jaleco. O evento aconteceu no auditório William Monachesi e contou com a presença de familiares, docentes e representantes institucionais, consolidando a importância deste rito de passagem para os futuros médicos.
Para compor a mesa de honra, estiveram presentes o presidente da Fundação Oswaldo Aranha (FOA), doutor Eduardo Prado; a pró-reitora de extensão, professora doutora Ana Carolina Callegario, representando a reitora do UniFOA, professora doutora Ivanete Oliveira; o diretor de ensino e educação permanente do H.FOA, professor doutor Igor Braz; o coordenador adjunto do curso de Medicina do UniFOA, professor doutor Luiz Antonio Neves; e o gestor de acolhimento do curso de Medicina, professor doutorando Ailton Carvalho.
Em sua fala, o presidente da FOA, Eduardo Prado, enfatizou o significado da cerimônia e a importância do 1º jaleco na construção da identidade médica:
"Isso tem um significado muito importante para o UniFOA, para a Fundação Oswaldo Aranha. É algo que a mantenedora já sonhava há algum tempo, mas não tinha oportunidade de realizar. Hoje, estamos muito felizes de poder receber as famílias e os estudantes. O diploma é a chave para o corporativo, mas o jaleco é a personificação do médico e da médica no mundo moderno ", destacou.
Sendo a primeira vez que o UniFOA realiza esse evento para o curso de Medicina, a ocasião foi marcada pela emoção de estudantes e familiares que vieram de diversas regiões do Brasil. "Tem gente de Brasília, do norte do estado, do sul do país, que se deslocou para cá junto com seus filhos, buscando proporcionar a melhor educação possível para eles. Sentimos muito orgulho de saber que o UniFOA é a casa desses estudantes", completou Eduardo Prado.
O coordenador adjunto do curso de Medicina, professor doutor Luiz Antonio Neves, destacou o simbolismo da cerimônia como um divisor de águas na trajetória dos futuros médicos:
"Esse evento representa uma mudança significativa na vida dos estudantes. Eles deixam para trás o período de estudos preparatórios para o vestibular e ingressam em uma jornada de formação profissional. A entrega do primeiro jaleco simboliza essa transição, marcando o compromisso com o aprendizado, a ética e a dedicação à profissão. No curso de Medicina, essa passagem tem um significado ainda maior, pois carrega a expectativa de contribuir para a saúde e o bem-estar da sociedade", explicou.
O evento foi especialmente emocionante para os familiares, que acompanharam com orgulho e felicidade esse importante marco na trajetória dos estudantes. Júlio César Trindade Pereira, pai da estudante Giovanna de Luca Pereira, expressou sua emoção ao ver as duas filhas vestindo o jaleco pela primeira vez:
"É uma alegria indescritível. Ver minhas filhas iniciando essa caminhada no UniFOA é a realização de um sonho. Sempre desejei que elas seguissem um caminho de excelência, e espero que, no futuro, se tornem profissionais de destaque, trabalhando juntas para construir uma Medicina ainda melhor".
A estudante Giovanna também falou sobre a importância do momento e a emoção de compartilhar essa experiência com colegas e familiares:
"Estou muito feliz por viver esse dia tão especial. É um momento que ficará marcado na minha memória, pois representa o início de uma jornada que sempre sonhei. Ter meus amigos e minha família aqui torna tudo ainda mais significativo".
Mais do que um símbolo, a entrega do 1º jaleco representa os valores que nortearão a trajetória acadêmica e profissional desses estudantes, preparando-os para os desafios e responsabilidades da carreira médica.
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Nos últimos anos, o número de diagnósticos de autismo infantil cresceu significativamente, trazendo à tona um desafio para profissionais da saúde: a detecção precoce e o tratamento adequado. Com uma estimativa global de que 1 a cada 36 indivíduos esteja dentro do espectro autista, o transtorno deixou de ser considerado uma condição rara e se tornou uma realidade que impacta milhões de famílias. Diante desse cenário, a Liga Acadêmica de Neurologia e Neurocirurgia do curso de Medicina promoveu uma palestra para discutir o tema, reunindo acadêmicos no auditório do curso de Medicina.
A neuropediatra Clarisse Drumond enfatizou a importância do conhecimento sobre o espectro autista, citando sua alta prevalência. “Hoje, estima-se que o autismo afete entre 3% e 4% da população. Isso significa que não se trata apenas de uma questão de inclusão como algo raro, mas sim de uma necessidade real. Precisamos diminuir o preconceito, melhorar a qualidade do convívio e da assistência”, destacou a especialista.
O presidente da Liga, Eduardo Gevisiez, destacou a relevância da discussão dentro do Centro Universitário. “Estudar o autismo infantil é essencial, pois o transtorno tem atingido um número crescente de crianças e indivíduos em geral. O médico generalista, além do especialista, precisa saber interpretar e identificar os sinais iniciais, pois um diagnóstico precoce melhora significativamente o prognóstico e a qualidade de vida do paciente”, afirmou.
Ainda segundo Eduardo, trazer esse tema para o ambiente acadêmico fortalece a formação dos futuros médicos. “Nós seremos os primeiros a atender essas crianças, seja na unidade básica de saúde ou até mesmo dentro do nosso círculo social. Saber identificar os primeiros sintomas nos permite encaminhar para o especialista adequado e garantir o melhor cuidado”, completou.
Clarisse também ressaltou que o conhecimento sobre o transtorno deve estar presente em todas as áreas médicas. “Independentemente da especialidade que cada aluno escolher no futuro, ele conviverá com pessoas dentro do espectro autista, tanto como médico quanto em sua vida pessoal. Compreender as particularidades, as comorbidades e as necessidades desses pacientes é essencial para uma assistência mais humanizada e eficaz”, concluiu.
Proporcionar espaços para discussões fundamentais na formação médica, garantem que os futuros profissionais estejam preparados para atuar de maneira consciente e inclusiva na sociedade.
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"Seus rins estão ok? Faça exame de creatinina para saber". Esse é o tema da campanha global do Dia Mundial do Rim deste ano que busca alertar a população sobre a importância da saúde renal. A iniciativa destaca a relevância do diagnóstico precoce e da prevenção da Doença Renal Crônica (DRC), condição que afeta cerca de 850 milhões de pessoas em todo o mundo.
A nefrologista e professora do curso de Medicina do UniFOA, Alessandra Vieira Vargas, reforça que a DRC é uma doença silenciosa e frequentemente detectada em estágios avançados. "Muitas pessoas não sabem que estão com a função renal comprometida porque os sintomas só aparecem quando a doença já está em um grau elevado. Por isso, é fundamental realizar exames preventivos, principalmente quem possui fatores de risco", alerta a especialista.
De acordo com o Ministério da Saúde, a prevalência da DRC no Brasil é de aproximadamente 10% da população. Entre 2019 e 2023, houve um aumento de 152,81% no número de registros de atendimentos na Atenção Primária à Saúde (APS) relacionados à DRC. Globalmente, a DRC foi responsável por cerca de 1,5 milhão de óbitos em 2021, ocupando a 28ª posição entre as principais causas de morte.
A DRC pode ser causada por diversas condições, sendo as mais comuns a hipertensão arterial, diabetes mellitus, obesidade, doenças autoimunes e o uso excessivo de anti-inflamatórios não hormonais. "Pessoas com histórico familiar de doença renal também devem ficar atentas", destaca Alessandra.
Para prevenir a DRC, a nefrologista recomenda que as pessoas realizem exames regulares, adotem hábitos saudáveis, como manter uma alimentação equilibrada, praticar atividades físicas, evitar o tabagismo e controlar a pressão arterial. "A saúde dos rins está diretamente ligada ao nosso estilo de vida. Pequenas mudanças no dia a dia podem fazer uma grande diferença na prevenção da doença", ressalta.
De acordo com a especialista, um dos principais exames para avaliar a função renal é a dosagem de creatinina no sangue. "Esse exame simples e acessível permite identificar alterações nos rins antes que os sintomas apareçam", explica a médica. Ela orienta que pessoas sem fatores de risco realizem o teste anualmente, enquanto aquelas com condições predisponentes devem seguir a recomendação médica sobre a periodicidade.
Os sinais de alerta para a DRC incluem inchaço no corpo, fadiga constante, alterações na urina e aumento da pressão arterial. "Infelizmente, a doença renal crônica costuma ser silenciosa e só apresenta sintomas em estágios avançados. Por isso, a prevenção é o melhor caminho", enfatiza.
Complicações e Tratamento
Caso não seja diagnosticada e tratada precocemente, a DRC pode evoluir para insuficiência renal, necessitando de diálise ou transplante. "Os rins desempenham funções essenciais no organismo. Quando eles param de funcionar adequadamente, todo o corpo é impactado, podendo haver complicações como anemia, doenças ósseas, doenças cardiovasculares e até mesmo risco de morte", explica a nefrologista.
Atualmente, o tratamento da DRC busca retardar sua progressão por meio do controle de suas causas e complicações. "O acompanhamento regular com um especialista e a adesão ao tratamento são fundamentais para garantir qualidade de vida aos pacientes", completa Alessandra Vieira Vargas.
Mobilização Nacional e Campanhas
No Brasil, a campanha do Dia Mundial do Rim é coordenada pela Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN) e conta com diversas ações de conscientização, como palestras, caminhadas, iluminação de monumentos e atividades educativas. "A ideia é envolver a população, os profissionais de saúde e os gestores públicos para que juntos possamos reduzir o impacto das doenças renais", afirma a especialista.
Para Alessandra, o mais importante é garantir que informações sobre a prevenção e a importância dos exames cheguem ao maior número de pessoas possível. "Cuidar dos rins é um compromisso que deve ser levado a sério. Quanto mais cedo nos atentarmos à nossa saúde renal, maiores as chances de evitarmos complicações no futuro", finaliza.
O retorno das atividades acadêmicas foi marcado por uma comemoração especial para os estudantes do curso de Medicina do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA). Para celebrar a conquista da nota máxima (5) no MEC, a instituição promoveu, no último dia do Start MedVR 2025.1, uma recepção festiva com distribuição de pipoca em caixas personalizadas e adesivos exclusivos, tornando o início do semestre ainda mais memorável.
Para os alunos, o evento foi uma surpresa positiva e um momento de integração. A ação proporcionou um ambiente descontraído para reencontrar colegas e professores, além de incentivar o sentimento de pertencimento ao curso.
"Achei a iniciativa muito legal! Distribuir pipoca foi uma forma gostosa de comemorar essa conquista. Afinal, quem não gosta de uma pipoquinha, né?! Os adesivos e o painel de recados também foram interativos e divertidos, o que acabou chamando a atenção de boa parte dos alunos para participar", comentou Vitória Macedo, estudante do segundo período.
Para os ingressantes, a recepção festiva representou não apenas um gesto de boas-vindas, mas também uma amostra do ambiente acolhedor e do alto padrão de ensino do UniFOA. André Luiz Carvalho, estudante do primeiro período, relatou sua experiência ao escolher a instituição e destacou os diferenciais do curso:
"Eu já sabia que o UniFOA tinha nota 5 no MEC, mas não compreendia exatamente o que isso deveria. O que mais me chamou a atenção foi a estrutura do curso, a dinâmica dos laboratórios e o modelo modular da série curricular, que nos permite ter experiências práticas desde o início. Já no próximo semestre, teremos atividades com a comunidade, proporcionando uma formação muito mais completa", afirmou.
A estrutura curricular diferenciada do curso de Medicina do UniFOA permite que os estudantes tenham contato com a realidade da profissão desde os primeiros períodos. A abordagem modular e a inserção precoce em atividades práticas e comunitárias são diferenciais que impactam diretamente a formação dos futuros médicos. Dessa forma, os alunos não apenas adquirem conhecimentos teóricos, mas também desenvolvem habilidades clínicas e sociais essenciais para a atuação profissional.
A nota máxima, recebida no final do ano passado, é resultado de anos de dedicação do corpo docente, investimentos em infraestrutura e inovações na metodologia de ensino. Para a professora Sonia Moreira, essa conquista reafirma a excelência do curso:
"Somos um curso de referência na formação de médicos, e essa nota simboliza nosso compromisso contínuo com a qualidade. Esse reconhecimento nos motiva a crescer ainda mais, aprimorar nossa matriz curricular e garantir que nossos estudantes saiam daqui prontos para o mercado de trabalho, orgulhosos de levar o nome UniFOA."
O reconhecimento do MEC também é resultado do trabalho conjunto de professores, estudantes e gestores do Centro Universitário, que mantêm um compromisso constante com a inovação acadêmica e a formação de profissionais preparados para atuar no mercado da saúde. Com essa conquista, o curso de Medicina se consolida como uma das melhores opções para aqueles que desejam ingressar na carreira médica com uma base sólida e diferenciada.
O UniFOA segue investindo no aprimoramento de sua infraestrutura, na qualificação do corpo docente e na inovação pedagógica para garantir que a instituição continue sendo referência no ensino superior. Essa dedicação não apenas fortalece o curso de Medicina, mas também impacta positivamente a saúde da população, formando profissionais altamente capacitados para enfrentar os desafios da área médica com competência e humanidade.
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Nos dias 24, 25 e 26 de fevereiro, os novos ingressantes do curso de Medicina do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) participaram do Start MedVR 2025.1, um evento focado na introdução dos estudantes à rotina acadêmica e à estrutura da instituição. O objetivo foi proporcionar um acolhimento qualificado e apresentar os diversos recursos disponíveis para a formação dos futuros médicos.
Durante os três dias de evento, os estudantes conheceram laboratórios, salas de aula, biblioteca e espaços de apoio, além de receberem informações sobre a metodologia de ensino e os critérios acadêmicos do curso. A programação incluiu apresentações institucionais e atividades interativas que ajudaram os ingressantes a se familiarizarem com a dinâmica universitária.
Acolher os novos alunos e proporcionar um ambiente mais seguro e confiante foi um dos pilares do evento. "Esse é um momento importante para o curso, pois conhecer o campus e os recursos disponíveis ajuda os alunos a se sentirem pertencentes", destacou o Professor Gestor de Acolhimento, Ailton Carvalho.
A receptividade dos ingressantes foi positiva, já que as apresentações trouxeram informações essenciais para reduzir a insegurança ao ingressar na universidade. "Saindo do ensino médio e entrando em um ambiente amplo e exigente como o curso de Medicina, é natural sentir receio. Nosso objetivo é acolher e orientar para que essa transição seja mais tranquila", ressaltou Ailton.
O Start MedVR 2025.1 foi um sucesso ao proporcionar uma recepção estruturada e fortalece o compromisso do UniFOA em oferecer suporte desde os primeiros passos dos alunos na graduação. A iniciativa contribuiu para que a adaptação ao ambiente universitário fosse mais tranquila e confiante.
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Na última quarta-feira (12), os estudantes de Medicina do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) foram recepcionados no Auditório William Monachesi com um seminário especial de boas-vindas. O evento marcou o início de mais um semestre acadêmico e foi conduzido pelo coordenador do curso, Julio Aragão, junto com o coordenador adjunto, Luiz Antônio Neves.
O momento foi dedicado a acolher os veteranos, proporcionando um espaço de diálogo e integração entre os alunos e a coordenação. Além de apresentar as novidades do semestre, o seminário abordou temas importantes sobre a estrutura do curso, processos acadêmicos e abriu espaço para que os estudantes pudessem tirar dúvidas e compartilhar sugestões.
Diferente do Start dos calouros, voltado para a introdução ao ambiente universitário, o encontro com os veteranos teve um caráter mais participativo e dinâmico. “O Start de Medicina para veteranos é um momento de acolhimento e diálogo entre os discentes e a coordenação. Esse encontro reforça o caráter democrático e participativo da gestão do curso de Medicina, garantindo que as decisões acadêmicas estejam sempre alinhadas com as necessidades dos alunos”, destacou o coordenador Julio Aragão.
A ocasião também proporcionou um clima de reencontro e troca de experiências entre os estudantes, fortalecendo o espírito de comunidade acadêmica. Esse contato próximo com os alunos é fundamental para o desenvolvimento de um ambiente de aprendizagem saudável e colaborativo, promovendo a escuta ativa e o acolhimento dentro do curso.
Marcado por momentos de interação e troca de experiências, o evento reforça o sentimento de pertencimento entre os estudantes. Para muitos, o acolhimento no início do semestre representa uma oportunidade de retomar a rotina acadêmica com motivação renovada e um maior entendimento sobre os desafios e conquistas que estão por vir.
Com esse acolhimento especial, o curso de Medicina do UniFOA proporcionou um início de semestre acolhedor e motivador, fortalecendo o relacionamento próximo e transparente com os estudantes, criando um ambiente favorável ao aprendizado e ao crescimento acadêmico.
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O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) anuncia a abertura do Processo Seletivo de Transferência Externa para o curso de Medicina, que conquistou a nota máxima (cinco) em avaliação do MEC. O edital, divulgado nesta sexta-feira (10), traz 17 vagas disponíveis para o primeiro semestre de 2025.
As vagas estão distribuídas entre os 2º, 4º, 5º, 6º, 7º, 8º, 9º, 10º, 11º e 12º períodos do curso, que é ministrado de forma presencial no campus universitário Olezio Galotti, localizado no bairro Três Poços, em Volta Redonda – RJ.
Podem se candidatar estudantes regularmente matriculados em cursos de Medicina reconhecidos pelo MEC. É necessário ter concluído os períodos anteriores sem dependências e comprovar situação de aluno regular ou trancamento de matrícula no curso de origem.
As inscrições estão abertas de 10 a 29 de janeiro de 2025, até às 14h, e devem ser realizadas no Portal do Candidato. Além de preencher a ficha de inscrição, o candidato deve enviar documentação completa, incluindo histórico escolar atualizado, ementas das disciplinas cursadas e documentos pessoais.
O processo seletivo será realizado em duas etapas, ambas de caráter classificatório e eliminatório:
Os gabaritos e resultados serão divulgados no dia 12 de fevereiro de 2025, a partir das 14h, no Portal do Candidato.
Os candidatos classificados e convocados deverão realizar a matrícula presencialmente na Secretaria Geral do UniFOA, nos dias 17 e 18 de fevereiro de 2025.
Com a nota máxima no MEC, o curso de Medicina do UniFOA reafirma seu compromisso com a qualidade acadêmica, preparando profissionais altamente qualificados para os desafios da saúde. Alunos transferidos terão acesso a uma estrutura moderna e um corpo docente de excelência.
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