Anos atrás, eles estavam sentados entre os estudantes, ouvindo profissionais falarem sobre carreira e tentando imaginar onde o Design poderia levá-los. Agora, voltaram ao UniFOA ocupando outro lugar: o de profissionais de mercado convidados para compartilhar as próprias experiências com quem ainda está construindo esse caminho.
Essa foi a proposta da Semana do Design do UniFOA, que reuniu egressos do curso atuantes em diferentes segmentos para discutir empreendedorismo, mercado de trabalho e possibilidades profissionais. A programação foi pensada justamente para mostrar aos estudantes trajetórias que começaram dentro da própria instituição e hoje se desdobram em escritórios, empresas, inovação, produção para grandes marcas e projetos internacionais.
Segundo o coordenador do curso de Design, Sílvio Wander Machado, a escolha dos convidados partiu da intenção de apresentar aos alunos histórias que tivessem uma relação direta com a formação que eles vivem hoje.
“Queríamos trazer vitórias do nosso curso. Todos os palestrantes são egressos que estão atuando no mercado e construindo suas trajetórias profissionais. A ideia é mostrar essa passagem da faculdade para o mercado e ampliar a visão dos alunos sobre as possibilidades do Design”, explicou.
Entre os convidados esteve Pedro Oliveira, CEO e fundador da Mamutus LAB, escritório de design de Volta Redonda. Egresso da terceira turma, ele retornou ao UniFOA para falar não apenas sobre atuação profissional, mas também sobre empreendedorismo e branding.
Para Pedro, a experiência de voltar à instituição permite também devolver parte do repertório construído ao longo da carreira.
“Quanto mais informação e repertório a gente consegue reunir, mais forte se torna como profissional. Hoje, estar do outro lado e poder dividir experiências, trazer conhecimento e também absorver o que os alunos têm para mostrar é algo muito importante para mim”, afirmou.
Durante a palestra, Pedro utilizou uma metáfora entre relacionamentos e marcas para abordar branding de maneira mais acessível. A ideia foi mostrar que comunicação também depende de troca e de uma relação construída entre marca e público.
A programação também recebeu Gabriel Siqueira Dias, 3D Character Artist na Roarty Digital. Egresso do curso, ele passou de espectador da Semana do Design a palestrante, levando aos estudantes uma área que ainda pode parecer distante para quem está começando: a produção de personagens para jogos, filmes e séries.
“Durante o curso, eu sempre acompanhava a Semana do Design como espectador e ficava admirado com a experiência dos profissionais. Participar agora como palestrante ainda soa um pouco diferente. Quero mostrar como funciona essa área e ajudar quem tem interesse em produções de jogos, filmes e séries a entender por onde começar”, contou.
Gabriel também falou sobre disciplina, estudo constante e preparação para as oportunidades do mercado. Segundo ele, trabalhar com produção de personagens exige domínio de diferentes fundamentos, como anatomia, escultura, luz e cor, além de conhecimento de outros idiomas e construção de networking.
A trajetória profissional já o levou a trabalhos ligados a produções como o jogo Fortnite, ao universo de O Mandaloriano e a capas de quadrinhos do Homem-Aranha. Para Gabriel, experiências que hoje fazem parte da carreira ainda seriam difíceis de imaginar para o estudante que um dia frequentou eventos de games apenas como fã.
Outro egresso convidado foi Lucas de Britto, que atualmente lidera a área de inteligência de consumidor do Cubo Itaú. Mais de dez anos depois da graduação, ele ainda relaciona parte da atuação profissional à formação recebida no UniFOA.
“O curso de Design é a minha casa. É a base metodológica que utilizo até hoje, mesmo com mais de dez anos de formado”, afirmou.
Lucas lembrou que o contato com profissionais de mercado durante a própria graduação também influenciou sua trajetória. Em 2012, ainda nos primeiros dias de curso, participou de uma aula magna com a Tátil Design sobre o trabalho desenvolvido para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro de 2016.
“Ver aquilo mudou a minha vida. Quando um aluno tem acesso às possibilidades de mercado que outros profissionais vivem, consegue sonhar além do que os próprios olhos enxergam. Foi assim que consegui sonhar e ir atrás dos meus objetivos”, contou.
Para os estudantes que hoje ocupam essa mesma posição, ouvir quem já percorreu esse caminho produz um efeito diferente.
Milena Lima, do 6º período de Design, disse que acompanhar egressos trabalhando com grandes projetos ajuda a tornar essas possibilidades mais concretas.
“A gente vê pessoas que também vieram do Design do UniFOA, trabalhando com nomes gigantes e eventos enormes. Isso traz aquele gás que a gente precisa e a sensação de pensar: ‘Eu também posso chegar lá’”, afirmou.
Milena também participou, ao lado de Gustavo, Ana e Caio e com orientação do professor Jackson, do processo criativo relacionado à Semana. Para ela, ver o trabalho sendo compartilhado e reconhecido por estudantes, professores e pessoas de outros cursos também fez parte da experiência de formação.
Ao reunir profissionais que saíram das mesmas salas de aula e hoje atuam em caminhos tão diferentes, a Semana do Design permitiu que os estudantes enxergassem o mercado não como algo distante, mas como uma trajetória possível de ser construída.
Para quem ainda está escolhendo especialidades, montando portfólio e descobrindo onde deseja atuar, ouvir um egresso dizer “eu também comecei aqui” talvez seja uma das formas mais concretas de perceber que o próximo passo já começou a ser construído.
Ouvir sons pulmonares, conhecer como é feita uma massagem cardíaca e ter contato com a simulação de uma intubação. Para estudantes da 3ª série do Ensino Médio do Colégio Sesi, em Barra Mansa, a apresentação do curso de Medicina do UniFOA saiu da conversa sobre profissões e ganhou uma dimensão prática.
A atividade reuniu acadêmicos de diferentes períodos da graduação e foi pensada para aproximar os estudantes do cotidiano da Medicina, justamente em uma fase em que muitos começam a definir os caminhos que pretendem seguir depois da escola.
Durante a ação, os alunos participaram de estações práticas e puderam conhecer procedimentos e situações que fazem parte da formação médica. A proposta também abriu espaço para perguntas sobre o curso, rotina acadêmica e experiências vividas pelos estudantes do UniFOA.
Para Magda Tavares, professora da disciplina Projeto de Vida do Colégio Sesi, esse tipo de contato pode ajudar principalmente aqueles que ainda não fizeram uma escolha profissional.
“Muitos alunos da terceira série já têm certeza do que querem, mas outros ainda estão bastante indecisos. Quando eles conhecem na prática como funciona um curso, isso pode despertar um interesse e fazer com que queiram conhecer melhor aquela profissão. Achei a proposta muito válida e interessante”, afirmou.
A atividade também levou a universidade até um público que nem sempre consegue visitar o campus durante a preparação para vestibulares e para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
Isabela Carvalho Andrade, estudante do Sesi, percebeu justamente esse diferencial.
“Às vezes a gente está estudando para o Enem e para outras provas e não tem tempo de ir até a faculdade. Então foi muito importante vocês terem vindo até aqui. Eu gostei bastante porque aprendemos coisas que muitas vezes vemos médicos fazendo em filmes, mas nunca tivemos contato de perto”, contou.
Para ela, a experiência também mostrou que alguns conhecimentos apresentados durante a atividade podem ter utilidade para além de quem pretende seguir carreira na Medicina.
“Achei muito esclarecedor porque não foi só uma apresentação do curso. Também aprendemos coisas que podem ser úteis em uma situação em que alguém passe mal e precise de ajuda”, completou.
Entre os acadêmicos que participaram da ação estava Lucas Reis, estudante do 9º período de Medicina do UniFOA. Para ele, a visita teve um significado particular: o Sesi de Barra Mansa foi também o colégio onde concluiu o Ensino Médio.
“Sempre gostei muito de participar de atividades nas escolas. Desde o início da faculdade faço parte de projetos de extensão e, quando surgiu a oportunidade de voltar ao Sesi para apresentar um pouco do curso de Medicina, aceitei na hora. Tenho muito carinho pelo colégio e pelos professores que ainda estão aqui”, afirmou.
A presença de estudantes de diferentes períodos também permitiu que os alunos do Ensino Médio ouvissem experiências de momentos distintos da graduação.
“Essa troca é essencial porque cada um consegue contar um pouco daquilo que já viveu no curso. Foi muito importante voltar aqui agora como estudante de Medicina e conversar com quem está justamente naquele momento de escolher o que pretende fazer”, destacou Lucas.
Para Magda, a maneira como os estudantes receberam a atividade também mostrou o valor de levar esse tipo de experiência para dentro da escola.
“Eles se sentem importantes quando uma instituição vem até aqui para conversar e oferecer essa oportunidade. Dá para perceber isso pela participação e pela forma como ficaram felizes durante as atividades. É uma proposta que podemos repetir outras vezes”, afirmou.
Para Lucas, retornar ao lugar onde viveu as próprias dúvidas sobre o futuro e, desta vez, ocupar o papel de quem apresenta uma possibilidade de carreira fechou um pequeno ciclo. Para os estudantes que participaram da atividade, a escolha profissional ainda está sendo construída, mas agora a Medicina deixou de ser apenas uma profissão vista de fora e ganhou sons, práticas, perguntas e experiências concretas.
Para uma pessoa acamada ou hospitalizada, tarefas simples do cotidiano podem depender do auxílio de familiares, cuidadores ou profissionais de saúde. A higiene da boca está entre esses cuidados e, quando comprometida, pode favorecer o aparecimento de diferentes alterações na saúde bucal.
Esse cenário será trabalhado por estudantes de Jornalismo, Publicidade e Propaganda e Odontologia do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) no projeto “Cuidando de Vidas: Procedimentos odontológicos em pacientes acamados”. A iniciativa reunirá conhecimentos das áreas de Saúde e Comunicação para produzir materiais de orientação destinados a pacientes, familiares e cuidadores.
Entre as produções previstas estão uma cartilha, vídeos, conteúdos para redes sociais e podcasts. Os materiais abordarão temas como higiene bucal, cuidados com próteses, alterações da cavidade oral, sinais de alerta e situações que exigem atenção profissional.
A proposta considera as dificuldades enfrentadas por pessoas com mobilidade reduzida ou menor capacidade de autocuidado. Nessas condições, a higiene pode se tornar mais difícil e favorecer o acúmulo de biofilme e o surgimento de alterações como gengivite, periodontite, cáries, candidíase, xerostomia e halitose.
O conteúdo também tratará da atuação do cirurgião-dentista no ambiente hospitalar e domiciliar, além de cuidados relacionados a pacientes internados em Unidades de Terapia Intensiva (UTI), pessoas com disfagia, pacientes oncológicos, indivíduos em cuidados paliativos e pessoas com limitações cognitivas.
Para construir os materiais, os estudantes de Odontologia ficarão responsáveis principalmente pelo conteúdo técnico e científico. Já os alunos da Escola de Comunicação atuarão no planejamento, na adaptação das informações para diferentes formatos, na produção audiovisual, na edição e na divulgação.
Para o professor Edilberto Venturelli, da Escola de Comunicação, o contato entre áreas diferentes também amplia aquilo que o estudante aprende durante o desenvolvimento da atividade.
“É extremamente importante trabalhar com áreas diversas, porque essa troca permite diversificar os pensamentos e ter contato com conhecimentos que não fazem parte da nossa área de expertise. Isso nos ajuda a desenvolver novas habilidades e conhecer novas técnicas”, afirmou.
A professora Fernanda Baião, do curso de Odontologia, explica que essa divisão de responsabilidades foi pensada desde a estruturação do projeto.
“Nosso projeto foi pensado justamente para que cada curso pudesse contribuir com o que tem de melhor. A Odontologia entra com o conhecimento técnico e científico, enquanto a Comunicação contribui para transformar esse conteúdo em uma comunicação mais acessível, moderna e atrativa”, declarou.
Além da cartilha, o projeto prevê acompanhamento presencial das atividades, produção e edição de fotografias e vídeos, conteúdos para as redes sociais dos cursos e registros de bastidores.
Os podcasts também farão parte dessa produção e deverão reunir estudantes e professores das duas áreas para ampliar as discussões sobre saúde bucal de pacientes acamados e hospitalizados.
Ao trabalhar com públicos que nem sempre conseguem realizar sozinhos a própria higiene, os estudantes também precisarão pensar além do conteúdo técnico. A informação precisa chegar de maneira compreensível a quem estará diretamente envolvido no cuidado.
É justamente nesse ponto que o projeto transforma o conhecimento produzido no ambiente acadêmico em materiais educativos que irão contribuir na orientação de pacientes, familiares e cuidadores sobre a importância dos cuidados com a saúde bucal durante o período de recuperação.
A escolha por um curso de Medicina envolve muito mais do que o momento da prova. Para quem está prestes a iniciar uma formação de seis anos, entram nessa decisão a experiência da instituição, os espaços de aprendizagem, o contato com a prática e as oportunidades encontradas ao longo da graduação.
Quem pretende ingressar no curso de Medicina do UniFOA tem até o dia 4 de novembro para realizar a inscrição no processo seletivo.
Com 58 anos de história, o curso de Medicina do UniFOA já formou mais de 4.500 médicos. Ao longo desse período, a graduação acompanhou mudanças na própria formação médica e incorporou novos ambientes, tecnologias e metodologias ao percurso dos estudantes.
No UniFOA, a vivência prática começa desde os primeiros períodos, com atividades compatíveis com cada etapa da formação e acompanhadas por professores e preceptores. O estudante passa por diferentes cenários de aprendizagem, que incluem laboratórios, ambientes de simulação, unidades de saúde e serviços conveniados. A proposta é fazer com que o estudante encontre, ao longo do curso, experiências que aproximem conhecimento acadêmico, prática e realidade do cuidado.
Essa estrutura também ganhou uma nova dimensão com o Hospital da Fundação Oswaldo Aranha (H.FOA). Como hospital próprio da instituição, o H.FOA amplia o contato dos estudantes com equipes multiprofissionais, pacientes, tecnologias e diferentes situações da assistência em saúde.
O curso também possui nota máxima no Ministério da Educação (MEC) e acreditação pelo Sistema de Acreditação de Escolas Médicas (SAEME-CFM), reconhecimento voltado à qualidade da formação médica.
Para quem ainda está avaliando onde iniciar essa trajetória, as inscrições para o Processo Seletivo de Medicina do UniFOA seguem abertas até 4 de novembro. Os interessados podem consultar as informações sobre o processo seletivo e realizar a inscrição pelo site unifoa.edu.br.
O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) recebeu, nos dias 24 e 25 de outubro, a segunda edição do Congressaço VR, evento voltado ao treinamento de força, à ciência e à aplicação do conhecimento na prática profissional. Considerado o maior evento do segmento no estado do Rio de Janeiro, o congresso reuniu estudantes e profissionais das áreas de Educação Física, Fisioterapia, Medicina e Nutrição em dois dias de palestras e troca de experiências com pesquisadores e especialistas.
A abertura foi conduzida pela reitora do UniFOA, professora Ivanete de Oliveira, que destacou a importância da integração entre a formação acadêmica, a produção científica e as demandas da sociedade. Segundo ela, o encontro contribui para ampliar o diálogo entre diferentes áreas do conhecimento e fortalecer práticas de cuidado fundamentadas na ciência e na atenção às pessoas.
“Compartilhar conhecimentos entre diferentes profissões amplia nossa capacidade de oferecer um cuidado responsável, fundamentado e humano”, afirmou a reitora. Ela também incentivou os estudantes a aproveitarem a programação para desenvolver a curiosidade científica e relacionar os conteúdos apresentados à prática profissional.
Idealizado pelo mestre Rodrigo Peixoto, o Congressaço chegou à segunda edição com uma proposta ampliada. Enquanto o primeiro encontro foi direcionado às áreas de Educação Física e Fisioterapia, a programação deste ano incorporou também Medicina e Nutrição, com o objetivo de promover uma abordagem interdisciplinar da saúde, do exercício físico e da performance.
“Eu acho que esse evento está sendo um divisor de águas para a nossa região Sul Fluminense”, destacou Rodrigo. Para o idealizador, aproximar estudantes de pesquisadores e profissionais com diferentes especialidades permite apresentar novas possibilidades de atuação e demonstrar como o conhecimento científico pode contribuir para a qualidade dos serviços oferecidos à população.
Rodrigo também ressaltou a importância do estudo contínuo para a formação profissional. “É o estudar que faz a diferença para o nosso cliente, é o estudar que vai impactar a vida dessas pessoas”, afirmou. A proposta do congresso, segundo ele, é ampliar os horizontes dos participantes, estimular a busca por conhecimento e fortalecer a integração entre as áreas da saúde.
Entre os palestrantes esteve Eduardo Lattari, professor e pesquisador com doutorado em Psiquiatria e Saúde Mental pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Em sua participação, ele abordou técnicas de neuromodulação e seus efeitos no desempenho físico, com foco na aplicação do tema à Educação Física.
O pesquisador destacou a satisfação em participar do evento e conhecer a estrutura do UniFOA, além de contribuir para a atualização dos estudantes e profissionais da região. Para ele, levar esse tipo de discussão ao congresso é uma oportunidade de aproximar o público de conhecimentos científicos que, embora já sejam explorados na pesquisa, ainda podem representar novidades para parte dos profissionais.
A programação também contou com a participação de especialistas e pesquisadores de diferentes instituições, reforçando a proposta de aproximar a produção científica da atuação profissional. Ao reunir áreas complementares, o encontro favoreceu a discussão sobre possibilidades de aplicação do conhecimento em contextos como o treinamento físico, a reabilitação e a promoção da saúde.
A realização do Congressaço também contou com o apoio das prefeituras de Volta Redonda, Barra Mansa, Rio Claro e Porto Real, além da parceria entre a organização do evento, a Fundação Oswaldo Aranha e o Centro Universitário. Para Rodrigo Peixoto, a união entre instituições de ensino, iniciativa privada e poder público é importante para fortalecer iniciativas que contribuam para o desenvolvimento regional.
A segunda edição do congresso reforça a importância de aproximar a formação acadêmica das discussões científicas contemporâneas, oferecendo aos estudantes e profissionais oportunidades de atualização e contato com diferentes perspectivas de atuação.
Ao sediar o encontro, o UniFOA amplia os espaços de diálogo entre universidade, pesquisa e sociedade, valorizando a formação continuada e a construção de práticas profissionais orientadas pelo conhecimento científico.
Dezoito cursos avaliados e 70 estrelas conquistadas. O resultado do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) no Guia da Faculdade mostra um desempenho distribuído entre diferentes áreas de formação: 16 graduações receberam quatro estrelas e outras duas conquistaram três estrelas na avaliação realizada pelo Estadão em parceria com a Quero Educação.
Alcançaram quatro estrelas os cursos de Ciências Contábeis, Administração, Serviço Social, Direito, Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Ciências Biológicas – Bacharelado, Ciências Biológicas – Licenciatura, Educação Física – Bacharelado, Educação Física – Licenciatura, Design, Sistemas de Informação, Odontologia, Medicina, Enfermagem e o Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos.
Nutrição e o Curso Superior de Tecnologia em Marketing receberam três estrelas.
O Guia da Faculdade avalia graduações de instituições de ensino superior de todo o país por meio de um processo de avaliação por pares, no qual professores e coordenadores analisam cursos de suas respectivas áreas de conhecimento.
A análise considera três dimensões: projeto pedagógico, que observa a proposta de formação, conteúdos e métodos de ensino; corpo docente, relacionado à qualificação dos professores; e infraestrutura, que leva em conta os ambientes e recursos disponíveis para o desenvolvimento das atividades acadêmicas.
Para o pró-reitor Acadêmico do UniFOA, Bruno Gambarato, o fato de todos os cursos avaliados terem alcançado quatro estrelas dá ao resultado uma dimensão que vai além do desempenho individual de cada graduação.
“Ter 16 dos 18 cursos avaliados com quatro estrelas é motivo de muita satisfação para toda a instituição. É um resultado que reconhece o trabalho desenvolvido pelos cursos e por toda uma estrutura acadêmica que envolve professores, coordenadores e equipes comprometidas com a formação dos nossos estudantes”, afirmou.
As quatro estrelas aparecem em cursos das áreas de Saúde, Comunicação, Gestão e Negócios, Ciências Humanas, Tecnologia, Design e Licenciaturas. O desempenho amplia a dimensão do resultado ao mostrar que a avaliação positiva não ficou concentrada em uma única escola ou campo de formação.
Entre os cursos reconhecidos estão Jornalismo e Publicidade e Propaganda. Para João Pedro Barros Carodos, estudante do 3º período de Jornalismo, o resultado também encontra correspondência nas mudanças que percebe desde que iniciou a graduação.
Para João Pedro Barros Carodos, estudante do 3º período de Jornalismo, o resultado também encontra correspondência nas mudanças que ele próprio percebe desde que iniciou a graduação.
“Fico muito feliz por saber da nota do curso e, para mim, faz total sentido. Estou no terceiro período e já sou uma pessoa muito diferente de quem eu era quando entrei. Desde o primeiro dia me senti acolhido, incentivado e motivado a crescer. É um curso que tem contribuído muito para aquilo que quero construir para o meu futuro”, contou.
A avaliação também ganha outro significado para quem ainda está escolhendo onde iniciar a graduação. Na experiência de João, conhecer um reconhecimento externo se soma à segurança construída no cotidiano do próprio curso.
“Tenho tranquilidade em relação à formação que estou recebendo. Sinto que sou acolhido e, ao mesmo tempo, estimulado a avançar cada vez mais. Tenho certeza de que, quando estiver formado, vou olhar para essa trajetória com orgulho e dizer que fiz parte do curso de Comunicação do UniFOA”, afirmou.
A diversidade das graduações avaliadas mostra ainda que os critérios observados pelo Guia atravessam experiências acadêmicas bastante diferentes. Cada curso possui características próprias, mas todos passam pela análise de aspectos relacionados à organização pedagógica, à atuação docente e às condições oferecidas para a aprendizagem.
Para Bruno, avaliações externas também funcionam como uma oportunidade de observar o trabalho realizado e identificar caminhos para a continuidade do desenvolvimento acadêmico.
“O reconhecimento é importante, mas também nos ajuda a olhar para aquilo que estamos construindo e para onde ainda podemos avançar. A qualidade de um curso não é resultado de uma ação isolada. Ela é construída continuamente, na atualização dos projetos pedagógicos, na qualificação dos professores e nas experiências que oferecemos aos estudantes ao longo da graduação”, destacou.
Com 16 cursos avaliados com quatro estrelas e outros dois com três, o UniFOA encerra a edição com 70 estrelas distribuídas entre 18 graduações. Mais do que um resultado isolado de um curso, o desempenho mostra avaliações positivas em formações que vão da Medicina à Comunicação, das Licenciaturas à Tecnologia e da Gestão às Ciências Humanas.
A Inteligência Artificial já entrou nas redações, nas agências e nos processos de criação, planejamento e análise de conteúdo. Mas até onde ela pode ir? O que o mercado espera dos novos profissionais? E, principalmente, o que continua dependendo da capacidade humana de criar, interpretar e tomar decisões?
Perguntas como essas, levantadas pelos próprios estudantes em sala de aula, deram origem ao “Entre Prompts e Pautas – I Simpósio de Jornalismo, Publicidade e Inteligência Artificial da Escola de Comunicação do UniFOA”. A proposta foi colocar futuros jornalistas e publicitários frente a frente com profissionais que já convivem com essas transformações no mercado.
O encontro reuniu três profissionais do Jornalismo e três da Publicidade: Diego Gavazzi, editor-chefe da TV Rio Sul; Jorge Pereira, coordenador do G1 e da TV Rio Sul; Vinicius Ramos Pereira, editor-chefe dos jornais Diário do Vale e Folha do Interior; Frank Borges, Head de Marketing da FBA Consultoria e Negócios e da Eureka Comunicação e consultor de Marketing e Vendas do Sebrae-SP; Camile Teixeira, fundadora e diretora de Marketing e Estratégia da Una Marketing; e Renan Barbosa, fundador da Cut Creative.
Para o professor Edilberto Venturelli, a escolha de profissionais que atuam diretamente no mercado permitiu aproximar as discussões acadêmicas daquilo que estudantes encontrarão ao buscar estágios e as primeiras oportunidades profissionais.
“Queríamos ouvir quem está no mercado, quem muitas vezes contrata ou orienta quem chega como estagiário ou novo profissional. Academicamente, sabemos os cuidados que precisamos ter com a IA, mas queríamos entender também como ela está sendo percebida e utilizada no mercado”, explicou.
A discussão passou por possibilidades, limites e impactos da IA nas rotinas de Jornalismo e Publicidade. Ferramentas que já participam de etapas como pesquisa, produção, edição, planejamento e análise de dados também levantam questões relacionadas à autoria, ética, criatividade e às competências que continuarão sendo exigidas dos profissionais da Comunicação.
Mais de 160 estudantes participaram do simpósio. Segundo Edilberto, a quantidade de perguntas e a procura pelos convidados mesmo depois do encerramento mostraram que o tema já faz parte das preocupações de quem está se preparando para entrar no mercado.
“Tivemos muitas perguntas, questionamentos e dúvidas. Vi alunos anotando, gravando respostas e, ao final do debate, vários foram conversar com os profissionais para perguntar um pouco mais. Era um assunto que eles já vinham nos pedindo de alguma forma”, contou.
O protagonismo dos estudantes também apareceu na condução do encontro. Gabriela dos Santos Vidal, do 5º período de Publicidade e Propaganda, e Natália Marques, estudante de Jornalismo, assumiram a mediação do simpósio, experiência que colocou as próprias acadêmicas no centro do diálogo com os convidados.
Para Gabriela, a participação do público foi um dos pontos que mais chamaram sua atenção.
“Geralmente os alunos não tendem a querer falar ou participar muito em palestras. Ver tantas pessoas querendo falar e esclarecer suas dúvidas foi bem legal”, afirmou.
A estudante também reconhece que a chegada da Inteligência Artificial ao mercado provoca insegurança em quem está começando a carreira, mas vê na criatividade humana um elemento que permanece central para a profissão.
“Dá medo vivenciar o mundo da IA sendo comunicadora. Mas precisamos entender que nenhuma máquina ou IA poderá substituir nossa criatividade humana”, disse.
Para Edilberto, justamente aí está um dos principais desafios da formação: incorporar novas ferramentas sem permitir que elas assumam o lugar do desenvolvimento intelectual e criativo do estudante.
“A IA não pode virar uma bengala e fazer com que o aluno deixe toda a parte criativa para ela. Pode ajudar a estudar, organizar informações e otimizar algumas situações, mas o estudante precisa continuar escrevendo, criando, discutindo e desenvolvendo análise crítica”, afirmou.
Segundo o professor, saber utilizar uma ferramenta tecnológica também depende do repertório de quem está diante dela.
“Quem lê, é criativo, debate e conversa com pessoas terá condições de fazer perguntas melhores e utilizar a IA de outra maneira. Ela não é futuro, ela já é presente. Por isso precisamos aprender a usá-la de forma consciente, em determinados momentos, mas não em tudo e para tudo”, completou.
Para Gabriela, a experiência também trouxe um desafio pessoal. A mediação foi sua primeira participação nesse papel em um simpósio.
“Estava muito nervosa, mas acredito que não será o último. Amei fazer parte e isso me encorajou a querer estar cada vez mais presente nas atividades acadêmicas do curso”, contou.
Levar para o debate uma inquietação que começou dentro da sala de aula, o simpósio colocou estudantes, professores e profissionais diante de uma transformação que já está acontecendo. A questão deixou de ser se a Inteligência Artificial fará parte da Comunicação. Para quem está se formando agora, o desafio é compreender como utilizá-la sem abrir mão justamente das capacidades que continuam sendo humanas: repertório, criatividade, senso crítico e responsabilidade sobre aquilo que se comunica.
Quando Luma Falcão entrar pela última vez na sala de aula como estudante de Medicina do UniFOA, uma história iniciada décadas antes dentro da própria família estará ganhando um novo capítulo. Aluna do 12º período e integrante da turma 75, ela segue os passos do pai, médico formado pela instituição na turma 17 e sua principal referência profissional.
A distância entre as duas turmas ajuda a contar também parte da trajetória do próprio curso. O pai viveu uma Medicina do UniFOA de outra época. Luma encontrou novos espaços de aprendizagem, outras tecnologias, diferentes metodologias e, durante a graduação, acompanhou inclusive o desenvolvimento do Hospital da Fundação Oswaldo Aranha (H.FOA), que passou a integrar sua formação prática.
“Minha maior referência na Medicina é o meu pai. Ele é um excelente médico e um excelente ser humano. Saber que ele se formou aqui, na turma 17, e que agora eu sou da turma 75 é muito importante para mim. Tenho orgulho de fazer parte da MedVR como ele fez um dia e de poder continuar esse legado”, afirmou.
Ao longo do curso, essa herança familiar ganhou características próprias. Luma construiu interesses, encontrou áreas com as quais se identificou e chegou ao internato com a oportunidade de vivenciar diferentes cenários de assistência.
Um dos primeiros foi a UTI Neonatal do H.FOA, durante o internato de Pediatria.
“Quando entrei no internato, o primeiro lugar em que 'rodei' foi a UTI Neonatal e eu simplesmente me apaixonei pela Pediatria e pelos pequenos. Foi muito bom ter contato com profissionais que nos auxiliaram e poder viver de perto essa rotina”, contou.
No hospital, a estudante passou a acompanhar etapas que a aproximaram ainda mais da prática profissional, desde a evolução dos pacientes no sistema até o exame físico e a compreensão da dinâmica de funcionamento de uma unidade hospitalar.
“Aqui pude entender melhor a logística do hospital, ter um contato mais próximo com o paciente e ser tratada pelos professores e preceptores como uma futura colega de profissão. Isso fez muita diferença para mim”, destacou.
Outra experiência importante aconteceu na Oncologia. O interesse pela área já existia desde os primeiros anos da graduação, mas ganhou outra dimensão quando Luma passou a acompanhar pacientes oncológicos durante o internato.
“Eu sempre tive uma afinidade muito grande com a Oncologia Clínica. Aqui pude ter contato tanto com o estudo e o manejo do paciente quanto com aquilo que acontece quando você segura a mão dele, examina, conversa e escuta. Isso foi muito marcante para a minha formação”, afirmou.
Foi também nesse contato mais próximo com os pacientes que conteúdos trabalhados ao longo do curso passaram a ganhar outro significado. Para Luma, as discussões sobre humanização e relação médico-paciente ajudaram a construir uma forma de compreender a profissão que vai além do conhecimento técnico.
“A gente aprende a valorizar a empatia, o contato médico-paciente e o respeito pelo sofrimento do outro. Isso também nos faz evoluir como pessoas. A Medicina é uma profissão difícil, e precisamos nos fortalecer como seres humanos para conseguir entregar o melhor ao paciente”, disse.
Agora, faltando pouco para concluir a graduação, Luma olha para a própria trajetória com a segurança de quem reconhece o quanto mudou desde que entrou no curso.
“Minha experiência foi extremamente satisfatória e ajudou a moldar a médica que eu serei daqui a poucos dias. Tenho muita gratidão por estudar aqui, fazer parte dessa instituição e ter vivido todas essas experiências durante a formação”, contou.
Da turma 17 à turma 75, a história da família Falcão também acompanha parte da transformação da Medicina do UniFOA. O pai viveu uma etapa dessa trajetória. Luma encontrou outra, com novos espaços, novas experiências e um hospital integrado à formação. Agora, quando estiver oficialmente do outro lado da graduação, levará consigo o mesmo nome de curso que um dia fez parte da formação de sua maior referência, mas uma história profissional que começa a construir à própria maneira.
Um estúdio onde o estudante aprende a produzir diante e atrás das câmeras. Um espaço em que futuros profissionais do Direito experimentam a dinâmica de um julgamento. Laboratórios nos quais alunos atendem a população sob supervisão. Ambientes tecnológicos capazes de levar uma cirurgia em tempo real para dentro da universidade.
Quando esses espaços passam a fazer parte da rotina acadêmica, infraestrutura deixa de significar apenas prédios e equipamentos. Ela se transforma em uma das ferramentas utilizadas para aprender uma profissão.
No Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), diferentes ambientes da Cidade Universitária acompanham as particularidades dos cursos e permitem que o estudante encontre, ao longo da graduação, situações que aproximam conhecimento e prática.
Nos Estúdios FOA, por exemplo, estudantes podem vivenciar etapas relacionadas à produção audiovisual e à comunicação em um ambiente estruturado para esse tipo de atividade. No curso de Direito, o espaço de Júri Simulado permite trabalhar argumentação, oratória e situações próximas daquelas encontradas na prática jurídica.
Em outros cursos, a formação acadêmica também se encontra diretamente com a comunidade. Laboratórios utilizados pelo curso de Nutrição possibilita atividades práticas e a clínica odontológica do curso de Odontologia, permite atendimentos à população, sempre dentro das propostas acadêmicas de cada formação.
Essa relação muda o lugar ocupado pelo estudante. O conteúdo discutido em aula passa a ser aplicado diante de situações concretas, pessoas reais e problemas que exigem observação, tomada de decisão e acompanhamento dos professores.
Na área da Saúde, essa rede de aprendizagem se amplia por diferentes cenários. A Policlínica reúne atendimentos e experiências práticas ligados à formação, enquanto o NAVE acrescenta recursos tecnológicos que permitem novas formas de visualizar conteúdos e acompanhar situações profissionais.
Uma dessas possibilidades é a integração com o Hospital da Fundação Oswaldo Aranha (H.FOA). Por meio de recursos tecnológicos, estudantes já puderam acompanhar procedimentos realizados no hospital a partir do ambiente universitário. Ao mesmo tempo, o próprio H.FOA funciona como cenário de formação e aproxima acadêmicos da rotina de equipes, pacientes e diferentes níveis de assistência.
A diversidade dos espaços também favorece experiências entre áreas distintas. Em uma Cidade Universitária que reúne diferentes cursos, projetos podem colocar lado a lado estudantes e professores com formações variadas, algo cada vez mais presente também no mercado de trabalho.
Pesquisa e inovação completam esse percurso. O Centro de Pesquisa e Inovação Tecnológica (CEPIT), por exemplo, amplia as possibilidades para que ideias de estudantes e professores sejam estruturadas como projetos e possam se conectar a empresas, organizações e demandas da Região Sul Fluminense.
Ter acesso a esses ambientes, porém, é apenas parte da experiência. O que transforma estrutura em formação é a maneira como ela entra no cotidiano acadêmico: na aula que muda de espaço, no projeto que exige colocar uma ideia em prática, no atendimento realizado sob supervisão ou na situação que obriga o estudante a encontrar uma resposta para um problema real.
Por isso, ao escolher uma graduação, conhecer onde e como se aprende pode ser tão importante quanto observar a grade curricular. Laboratórios, estúdios, espaços de prática, tecnologia e serviços voltados à comunidade ajudam a mostrar como aquilo que começa como conhecimento em sala de aula pode ganhar outras dimensões durante a formação.
No UniFOA, a Cidade Universitária reúne justamente essas possibilidades. Diferentes cursos encontram ambientes próprios para experimentar, produzir, atender, pesquisar e construir, ao longo da graduação, uma relação mais próxima com a profissão que escolheram.
As inscrições para o Vestibular dos cursos de graduação do UniFOA estão abertas. Mais informações estão disponíveis em unifoa.edu.br.
A formação profissional envolve mais do que o domínio de conteúdos teóricos. Aplicar o conhecimento em situações práticas, desenvolver habilidades e compreender as responsabilidades da profissão, são etapas importantes da trajetória acadêmica. No Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), essa aproximação acontece desde os primeiros períodos da graduação, por meio de atividades que relacionam os conteúdos estudados às situações encontradas no exercício profissional.
A proposta permite que os estudantes compreendam como os conhecimentos adquiridos podem ser utilizados para analisar problemas, propor soluções e lidar com diferentes contextos de atuação. As experiências variam conforme a área de formação e incluem atividades em laboratórios, experimentos, simulações, projetos e vivências supervisionadas.
Para a reitora do UniFOA, professora Ivanete de Oliveira, a integração entre teoria e prática desde o início do curso contribui para tornar a aprendizagem mais significativa.
“Essa aproximação ajuda o estudante a compreender o sentido do que aprende e a conhecer os desafios e as responsabilidades de sua profissão”, explica.
A aplicação prática do conhecimento pode ser observada em diferentes áreas. Na saúde, ações de educação em saúde e simulações de cuidado permitem relacionar os conteúdos acadêmicos às necessidades das pessoas. Nas engenharias, experimentos e protótipos ajudam a compreender a aplicação dos conceitos na construção de soluções. Já na comunicação, a produção de reportagens e campanhas envolve pesquisa, criatividade e atenção ao público.
Segundo Ivanete, essas experiências, acompanhadas por docentes e adequadas a cada etapa da formação, contribuem para o desenvolvimento gradual da autonomia, do pensamento crítico, da comunicação e do trabalho em equipe.
A nutricionista Carla Santos, recém-formada pelo UniFOA, destaca as atividades realizadas nos laboratórios desde o primeiro período como parte importante de sua formação. Entre as experiências, ela se recorda das aulas de Anatomia com peças anatômicas reais e das atividades no laboratório de dietética, voltadas ao estudo dos alimentos.
Para Carla, a estrutura oferecida pela instituição também contribuiu para o aprendizado. Os estágios, especialmente nas áreas de saúde pública e hospitalar, foram outro momento importante, por permitirem o contato direto com o público e a aplicação dos conhecimentos adquiridos durante o curso.
“De fato fizemos atendimentos ao público e percebi que ali eu precisava dar o meu melhor, que não era só mais teoria, que havia pessoas na minha frente precisando de todo o conhecimento dado em sala de aula”, relata.
A experiência demonstra como o contato com situações reais pode ampliar a compreensão sobre as responsabilidades da profissão. Além do conhecimento técnico, a atuação exige atenção às necessidades de cada pessoa e capacidade de aplicar o que foi aprendido durante a graduação.
Para a reitora, a vivência prática ao longo do curso oferece referências que contribuem para a tomada de decisões e a atuação em equipe. “Esse percurso favorece uma transição mais segura para o trabalho e maior capacidade de adaptação”, afirma.
A integração entre teoria e prática faz parte da proposta de formação do UniFOA, que busca preparar profissionais com conhecimento técnico, pensamento crítico e responsabilidade social, capazes de continuar aprendendo e contribuir com a sociedade.
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