Foguetes experimentais, semáforos inteligentes, soluções para mobilidade urbana e projetos voltados à sustentabilidade. O que para muitos estudantes poderia ser apenas conteúdo de sala de aula se transformou em experiências práticas que ajudaram a conectar teoria, inovação e impacto social. Esse trabalho rendeu ao professor Italo Pinto Rodrigues, dos cursos de Engenharia do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), uma homenagem na premiação “Educação Transforma SIM!”, realizada onte, 18 de junho, na Câmara Municipal de Volta Redonda. 

A iniciativa reconhece profissionais, coletivos e organizações que desenvolvem ações capazes de transformar vidas por meio da educação. O professor foi homenageado pelo projeto “Engenharia Centrada no Estudante: projetos para formação, inovação e impacto”, que reúne experiências desenvolvidas nos cursos de Engenharia do UniFOA desde 2022. 

A proposta tem como base metodologias ativas de aprendizagem, com foco no protagonismo estudantil, na aprendizagem baseada em projetos e na resolução de problemas reais. O objetivo é aproximar os alunos dos desafios contemporâneos da Engenharia, estimulando o pensamento crítico, a criatividade e a aplicação prática do conhecimento. 

Entre as iniciativas desenvolvidas estão projetos voltados à sustentabilidade na Indústria 4.0, sistemas experimentais de lançamento de foguetes e o desenvolvimento de protótipos para cidades mais inteligentes, sustentáveis e acessíveis. 

Desde a implantação da proposta, mais de 100 projetos estudantis foram desenvolvidos. Os resultados incluem soluções voltadas ao monitoramento da qualidade do ar, sistemas de carregamento para veículos elétricos, semáforos inteligentes para pessoas com deficiência e bueiros com indicadores de necessidade de limpeza, entre outras aplicações. 

Para Italo, formar engenheiros para um mundo em constante transformação exige uma educação que vá além da transmissão de conteúdo. 

“Os países que mais investem em Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática, as áreas STEM, são aqueles que têm conseguido ampliar sua capacidade de desenvolvimento econômico e tecnológico. A matriz curricular do UniFOA compreende essa necessidade e organiza a educação em Engenharia em sintonia com as transformações do mundo atual. Dessa forma, nossos estudantes são preparados para contribuir com o avanço da ciência, da tecnologia e da sociedade”, destacou. 

A homenagem “Educação Transforma SIM!” é uma iniciativa do vereador Raone Ferreira e busca valorizar projetos educacionais que geram impacto social e fortalecem a formação cidadã. Entre os homenageados da noite também esteve o ex-deputado federal Marcelo Freixo. 

Para a reitora do UniFOA, professora Ivanete Oliveira, o reconhecimento evidencia um movimento que vem sendo construído pela instituição nos últimos anos. 

“Este reconhecimento é muito importante para o UniFOA, que vem investindo em uma formação organizada por competências e conectada às demandas da sociedade. A homenagem valoriza esse movimento institucional e também destaca o papel do professor como condutor de projetos que mobilizam os estudantes, integram conhecimentos e fortalecem a formação profissional”, afirmou. 

Mais do que a conquista de uma homenagem, o reconhecimento destaca uma forma de ensinar que coloca o estudante no centro do processo de aprendizagem. Em vez de apenas estudar problemas já resolvidos, os alunos são desafiados a criar soluções, testar ideias e compreender como a Engenharia pode contribuir para transformar a realidade ao seu redor. 

Mudanças no clima, problemas ambientais e seus efeitos sobre a saúde da população deixaram de ser temas distantes da prática profissional. Eles já atravessam o atendimento, a prevenção de doenças e a organização dos serviços públicos de saúde. É nesse cenário que o Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) foi aprovado para mais um ciclo do Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde (PET-Saúde), agora na edição 2026/2028. 

A nova aprovação mantém uma trajetória iniciada em 2015, com participação consecutiva do UniFOA no programa do Ministério da Saúde. Ao longo dos anos, a instituição desenvolveu projetos voltados à integração entre ensino, serviço e comunidade, aproximando estudantes da realidade do Sistema Único de Saúde (SUS) e das demandas dos territórios atendidos. 

No novo ciclo, o projeto do UniFOA será desenvolvido dentro da temática “PET Clima”, com foco nos impactos das questões ambientais na saúde da população. A proposta amplia o olhar dos estudantes para desafios que exigem atuação integrada entre diferentes áreas do conhecimento, especialmente em um contexto em que saúde pública e meio ambiente caminham cada vez mais juntos. 

De acordo com o professor Alden dos Santos Neves, coordenador do curso de Nutrição e responsável institucional pelo PET no UniFOA, a aprovação mostra a consistência do trabalho desenvolvido pela instituição em parceria com os municípios de Pinheiral e Volta Redonda. 

“Ser aprovado em mais um edital do PET, de forma consecutiva desde 2015, mostra que nosso modelo de atuação em conjunto com duas secretarias de saúde é uma experiência comprovadamente exitosa. Para trabalhar as questões do PET Clima, nosso desafio para os próximos dois anos, contaremos com o apoio da Sala Verde do UniFOA, que será um grande diferencial para o projeto”, afirmou. 

A Sala Verde do UniFOA, referendada pelo Ministério do Meio Ambiente no Sul Fluminense para ações ligadas à educação ambiental, deve contribuir diretamente para fortalecer a abordagem interdisciplinar da proposta. A parceria aproxima saúde e meio ambiente e amplia as possibilidades de atuação dos estudantes nos territórios. 

O projeto seguirá sendo desenvolvido em parceria com as secretarias de saúde de Volta Redonda e Pinheiral. As ações devem envolver estudantes, docentes, profissionais da rede e a comunidade, criando espaços de aprendizagem prática e contribuindo para a qualificação da assistência nos municípios. 

Para Alden, o início do novo ciclo também representa a continuidade de uma experiência que já produz resultados acadêmicos e impacto direto na população. 

“Já estamos iniciando os trabalhos de seleção dos componentes do novo PET, com todo o apoio institucional necessário, para continuarmos produzindo conhecimento para nossos discentes, mas principalmente para seguirmos fazendo diferença na vida da população de Volta Redonda e Pinheiral, que são os principais beneficiários das ações do PET-Saúde”, completou. 

Mais do que uma aprovação em edital, a participação no PET-Saúde 2026/2028 coloca o UniFOA diante de um desafio atual da formação em saúde: preparar profissionais capazes de compreender que o cuidado com o paciente também passa pelo território onde ele vive, pelas condições ambientais que o cercam e pela capacidade de atuar de forma integrada com o SUS. 

Para muitos estudantes da educação básica, a escolha profissional ainda parece distante. Mas esse caminho pode começar a ganhar forma quando a escola se aproxima da universidade e apresenta novas possibilidades de futuro. Foi com esse olhar que o Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) recebeu representantes do Colégio Verbo Divino, de Barra Mansa, e do Colégio Nossa Senhora do Rosário, de Volta Redonda, em uma visita voltada à construção de parcerias educacionais. 

O encontro promoveu um momento de diálogo entre as instituições, com foco em iniciativas que possam aproximar alunos do ensino básico do ambiente universitário. Durante a visita, os representantes das escolas conheceram a estrutura do UniFOA, suas propostas pedagógicas e possibilidades de atuação conjunta em projetos educacionais, ações de integração e experiências formativas. 

Para a reitora do UniFOA, professora Ivanete Oliveira, essa aproximação fortalece a relação entre escola e universidade e contribui para a construção de percursos formativos mais conectados às demandas dos jovens. 

“Ao abrir suas portas para esses estudantes, o UniFOA amplia o acesso ao conhecimento, à vivência acadêmica, à ciência, à inovação e às diferentes possibilidades profissionais. Isso contribui para que os jovens construam projetos de vida com mais consciência, autonomia e perspectiva de futuro”, destacou. 

Segundo a reitora, a parceria também cria um espaço de cooperação entre instituições comprometidas com a formação integral. 

“Essa relação fortalece o processo educacional ao promover diálogo, cooperação e troca de experiências. Para o UniFOA, essa aproximação reafirma nosso papel como centro universitário de referência regional, comprometido com a qualidade da educação e com o desenvolvimento humano”, afirmou. 

Diretor do Colégio Nossa Senhora do Rosário, Robson Fernandes destacou que o contato dos alunos com o ambiente universitário pode ampliar horizontes em uma fase decisiva da formação. 

“Muitos jovens vivem uma geração do imediatismo e pensam apenas no agora. Quando a escola consegue se aproximar da universidade, esse aluno passa a enxergar um mundo que talvez ainda não conheça. Ele descobre possibilidades, rumos e caminhos que podem fazer diferença na vida dele”, avaliou. 

Para Robson, a parceria pode gerar benefícios para os dois lados. Enquanto os alunos das escolas passam a conhecer melhor as possibilidades do ensino superior, estudantes do UniFOA podem encontrar novos espaços de aprendizagem prática, especialmente em áreas ligadas à educação e à saúde. 

“Parceria é uma via de mão dupla. A escola pode abrir espaço para que o UniFOA apresente seus cursos aos nossos alunos, e também pode receber estudantes da universidade em experiências práticas, como estágios e ações relacionadas à educação básica e à saúde. Isso pode gerar bons frutos para as duas instituições”, explicou. 

O diretor também chamou atenção para o potencial de iniciativas ligadas ao acesso ao ensino superior, especialmente por meio de programas de bolsas. 

“Se conseguirmos construir uma parceria que ajude um aluno bolsista a chegar à universidade, isso já será de grande valor. Imagine um estudante que começa na alfabetização, passa pela escola básica e consegue concluir uma graduação, mesmo sem condições financeiras. Isso pode mudar uma trajetória”, afirmou. 

A visita abriu caminho para novas conversas entre o UniFOA e as escolas, com a possibilidade de construção de projetos que aproximem estudantes da realidade universitária e fortaleçam a orientação acadêmica desde a educação básica. 

No fim, mais do que conhecer prédios, salas e laboratórios, a aproximação mostrou algo maior: quando escola e universidade conversam, o futuro deixa de ser uma ideia distante e começa a parecer um caminho possível. 

A aproximação entre universidade e sociedade ganhou mais um capítulo na noite da última segunda-feira (15), quando estudantes do 7º eixo do curso de Administração da Escola de Gestão e Negócios do UniFOA apresentaram propostas de marketing digital para a Sede Campestre da Associação dos Aposentados e Pensionistas de Volta Redonda (AAPVR). 

A iniciativa integra a metodologia baseada em projetos adotada pela Escola de Gestão e Negócios, na qual os estudantes desenvolvem soluções para desafios reais apresentados por organizações parceiras. Ao longo do semestre, os grupos realizaram pesquisas, diagnósticos e análises para construir estratégias voltadas ao fortalecimento da presença digital da instituição. 

A Sede Campestre da AAPVR tem como missão promover lazer, convivência, bem-estar e qualidade de vida para associados e comunidade. Apesar de contar com infraestrutura que inclui área de camping, restaurante, parquinho e pesque-pague, o espaço ainda possui baixa visibilidade, inclusive entre os próprios associados da entidade. 

Para a professora Débora Martins, responsável pela disciplina, a metodologia proporciona aos estudantes uma experiência prática que os prepara para os desafios profissionais. “A metodologia baseada em projetos contribui principalmente para preparar os estudantes para o mercado de trabalho, ou, como costumamos dizer, para o mundo do trabalho. A teoria é importante e faz parte da formação, mas ela é aplicada dentro da própria universidade por meio de demandas reais de empresas parceiras”, destacou. 

Segundo a docente, o contato com situações reais gera impactos concretos na trajetória dos estudantes. “Já tivemos casos em que projetos apresentados pelos alunos resultaram em oportunidades de estágio e até mesmo em convites de emprego, justamente porque eles desenvolvem a capacidade de resolver problemas reais com base nas competências trabalhadas ao longo dos semestres”, completou. 

Entre os estudantes, a experiência também representou um importante exercício de aplicação prática dos conhecimentos adquiridos em sala de aula. Para o aluno Thales Gonçalves, o maior desafio foi transformar a teoria em soluções viáveis para uma organização real. 

“Os principais desafios foram colocar em prática as ferramentas e estratégias que estudamos na disciplina de Marketing com a professora Débora. Quando trabalhamos com um caso real, a experiência é diferente da teoria e exige mais dedicação e esforço. Mas, quando aplicamos corretamente os conhecimentos adquiridos, os resultados aparecem. Conseguimos obter resultados positivos a partir das ferramentas que foram apresentadas”, afirmou. 

Representando a AAPVR, o superintendente de Planejamento e Controller do grupo, Eduardo Ribeiro Vaz, ressaltou a relevância da parceria com o UniFOA e a contribuição do olhar acadêmico para o desenvolvimento da instituição. 

“São ideias novas que nascem dentro da universidade. Elas trazem um novo gás para aquilo que já realizamos. No dia a dia, muitas vezes deixamos de enxergar algumas oportunidades, enquanto quem está chegando agora consegue perceber aspectos diferentes. Isso contribui para que possamos implantar melhorias e alcançar ainda mais sucesso para a associação”, afirmou. 

Eduardo também destacou o impacto da iniciativa para o futuro da entidade. “Essa parceria tem sido muito importante para revigorar a Associação dos Aposentados”, concluiu. 

As apresentações foram acompanhadas por representantes da AAPVR, entre eles a diretora da Sede Campestre, Rosemary, que conheceram as propostas elaboradas pelos estudantes ao longo dos últimos quatro meses. A expectativa é que as soluções desenvolvidas contribuam para ampliar a visibilidade da Sede Campestre e fortalecer seu relacionamento com associados e comunidade. 

Estão abertas as inscrições para o InterFOA 2026, tradicional campeonato esportivo universitário que reúne estudantes do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) e da Escola Técnica da Fundação Oswaldo Aranha (EtecFOA) em uma programação voltada para o esporte, a integração e o fortalecimento da vida acadêmica. Os interessados poderão se inscrever entre os dias 18 e 25 de junho

Mais do que uma competição, o InterFOA tem como propósito promover o espírito de pertencimento dos estudantes, incentivar a prática esportiva saudável, fortalecer o respeito mútuo e estimular a convivência cooperativa entre os participantes. O evento também busca ampliar a integração entre atletas e torcedores, criando momentos de união e engajamento entre os diferentes cursos e segmentos da comunidade acadêmica. 

As disputas acontecerão nos dias 3, 4, 7 e 8 de agosto, reunindo equipes masculinas e femininas em diferentes modalidades esportivas. 

Entre as modalidades disponíveis estão: 

5 titulares

5 reservas 

7 titulares

5 reservas  

4 titulares  

3 titulares  

1 reserva  

6 titulares

6 reservas  

Os estudantes interessados em participar devem realizar a inscrição dentro do período estabelecido e consultar o regulamento completo da competição para conhecer as regras, critérios de participação e demais orientações. 

As inscrições e todas as informações sobre o InterFOA 2026 estão disponíveis em: 
InterFOA 2026 – Inscrições e Informações 

InterFOA 2026 

Para muitos jovens atendidos por projetos sociais, a chegada à vida adulta costuma trazer uma escolha difícil: continuar estudando ou ingressar precocemente no mercado de trabalho. Quando educação, cultura e ação social caminham juntas, esse cenário pode ganhar novas possibilidades. Foi com esse olhar que representantes do Instituto Dagaz visitaram o Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) para discutir futuras iniciativas em parceria. 

O encontro reuniu representantes das duas instituições para apresentar projetos e identificar oportunidades de cooperação nas áreas de educação, cultura e impacto social. A proposta é construir ações capazes de beneficiar estudantes, crianças, adolescentes e a comunidade, aproximando o conhecimento acadêmico de experiências práticas já desenvolvidas no território. 

A presidente do Instituto Dagaz, Marinez Fernandes, destacou que a aproximação com a Fundação Oswaldo Aranha (FOA) e o UniFOA dialoga diretamente com a missão da instituição, que atua na promoção da cidadania por meio de projetos sociais e culturais. 

“Fomos convidadas para conhecer os novos projetos que a Fundação Oswaldo Aranha está desenvolvendo. Essa abertura de um espaço histórico, com olhar para a cultura e para a formação do cidadão, tem tudo a ver com o que fazemos no Instituto Dagaz”, afirmou. 

Segundo Marinez, a construção de iniciativas conjuntas pode representar uma oportunidade concreta para jovens que participam de projetos sociais, especialmente em uma fase da vida marcada por decisões importantes sobre estudo e trabalho. 

“Quando muitos jovens chegam aos 18 anos, a tendência é buscar trabalho e, muitas vezes, interromper o aprendizado. Por isso, uma parceria com uma universidade, com possibilidades como bolsas de estudo, nos alegra muito. Isso mostra que pode existir um futuro diferente”, destacou. 

Ela também ressaltou a importância de oferecer caminhos que permitam aos jovens enxergar novas perspectivas para suas trajetórias. 

“A vida é feita de escolhas, mas essas escolhas precisam existir. Quando um jovem se dedica, se interessa e leva a sério uma oportunidade, ele pode mudar a própria história e quebrar um ciclo. Essa parceria pode ser uma grande chance para isso”, completou. 

A visita também abriu espaço para discutir formas de aproximar estudantes universitários de projetos sociais e culturais já desenvolvidos pelo Instituto Dagaz, fortalecendo experiências de aprendizado e ampliando o impacto das ações junto à comunidade. 

Para Beatriz Henriques, a Bibi, Curadora do Casarão FOA, iniciativas como essa reforçam o papel transformador da educação na construção de uma sociedade mais participativa. 

“O papel da educação é criar pontes entre conhecimento, identidade e participação social. O jovem que participa de projetos culturais e ações comunitárias se torna protagonista no lugar onde vive. O Instituto Dagaz tem diretrizes importantes para capacitar e promover esses jovens”, afirmou. 

Mais do que uma visita institucional, o encontro marcou o início de um diálogo voltado à construção de oportunidades. Ao aproximar universidade, cultura e ação social, UniFOA e Instituto Dagaz passam a explorar caminhos capazes de ampliar horizontes, fortalecer a formação cidadã e gerar impactos positivos para toda a comunidade. 

Apesar de pouco conhecido fora do ambiente previdenciário, o Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS) desempenha um papel fundamental na vida do trabalhador brasileiro incluindo a possibilidade de acesso a bolsas de estudo de 50% e 100% durante toda a graduação, como o caso da Bolsa Social do UniFOA. O documento reúne, em um único sistema, informações sobre vínculos empregatícios, contribuições ao INSS e remunerações ao longo da vida profissional, funcionando como um histórico oficial utilizado na análise de direitos e benefícios. 

Na prática, o CNIS permite que órgãos públicos e instituições tenham acesso a um retrato detalhado da trajetória profissional de uma pessoa. É por meio desse cadastro que são avaliados pedidos de aposentadoria, auxílio-doença, pensões e outros benefícios previdenciários. O documento também contribui para garantir que as informações apresentadas estejam alinhadas aos registros oficiais, oferecendo mais segurança e transparência nos processos de análise. 

Ao consultar o CNIS, o cidadão encontra registros de empregos com carteira assinada, períodos trabalhados, contribuições realizadas como autônomo ou facultativo, além das remunerações informadas ao longo do tempo. Essas informações são importantes para diferentes situações que exigem comprovação de renda e histórico profissional. 

O acesso ao documento é gratuito e pode ser realizado pela plataforma Meu INSS, disponível em site e aplicativo. Após acessar a conta vinculada ao Gov.br, basta procurar a opção de extrato de contribuição para visualizar ou baixar o documento. 

Nos últimos anos, o CNIS também passou a ser utilizado em iniciativas voltadas à inclusão educacional. Por reunir informações oficiais sobre vínculos de trabalho e remuneração, o documento auxilia na análise socioeconômica de candidatos que buscam programas de apoio estudantil e bolsas de estudo. 

É nesse contexto que o CNIS ganha relevância para estudantes interessados em oportunidades de acesso ao ensino superior. Em processos seletivos que consideram critérios socioeconômicos, o documento pode contribuir para comprovar a realidade financeira do candidato e de seu núcleo familiar, permitindo uma avaliação mais precisa das condições apresentadas. 

Entre os documentos que podem ser utilizados durante a análise socioeconômica está o CNIS, tornando importante que os candidatos conheçam o documento e mantenham suas informações atualizadas antes de iniciar o processo de inscrição. 

Mais do que um registro previdenciário, o CNIS se tornou uma ferramenta que pode auxiliar o cidadão em diferentes etapas da vida, desde o acesso a benefícios sociais até oportunidades educacionais que contribuem para a transformação de trajetórias pessoais e profissionais. 

Conheça a Bolsa Social do UniFOA 

A Bolsa Social é um programa de incentivo e acesso ao ensino superior que oferece bolsas de estudo de 50% ou 100% durante toda a graduação, favorecendo todos àqueles que desejam cursar uma graduação, mas não tem acesso. 

As bolsas são concedidas a partir de uma análise que combina critérios financeiros e sociais e é calculado com base a renda per capita familiar, ou seja, na média de renda mensal de cada integrante do grupo familiar.   

Antibiótico não é resposta para qualquer febre, dor ou suspeita de infecção. Quando usado sem critério, pode perder força justamente no momento em que o paciente mais precisa. Em um cenário em que a resistência bacteriana desafia médicos, hospitais e serviços de saúde, uma obra de referência para a prática clínica chega à sua 5ª edição pelas mãos de um professor que ajudou a formar gerações de médicos no UniFOA. 

O livro Antibióticos e Quimioterápicos para o Clínico, do médico infectologista e professor aposentado de Medicina Walter Tavares, foi lançado na última sexta-feira (12), no Centro Histórico-Cultural, no campus Olezio Galotti, em Três Poços. A atividade, promovida pelo curso de Medicina do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), reuniu estudantes, internos, residentes, docentes, preceptores e profissionais da área da saúde em um encontro voltado à atualização científica e à valorização da produção acadêmica. 

Professor com Honra ao Mérito do UniFOA, Walter Tavares tem uma trajetória diretamente ligada à história da instituição. Durante 26 anos, lecionou no curso de Medicina e participou da formação de inúmeras turmas.

“Trabalhei e lecionei aqui durante 26 anos, ajudando a formar inúmeras turmas de Medicina. Agora tenho a felicidade de lançar a quinta edição do meu livro, aos 87 anos. É uma alegria poder contribuir ainda para a formação de médicos, não apenas infectologistas, mas de todas as especialidades”, destacou Walter. 

Publicada pela Editora Atheneu, a 5ª edição reúne 33 capítulos revisados e ampliados. A obra apresenta atualizações sobre terapêutica antimicrobiana, classes de antibióticos, formas de uso, efeitos colaterais, indicações clínicas e abordagens específicas para diferentes perfis de pacientes, como crianças, idosos e pessoas com obesidade. 

O livro também traz capítulos dedicados a doenças infecciosas de grande prevalência e relevância clínica, como malária, AIDS, tuberculose e hepatites. Para Walter, a atualização constante é indispensável em uma área marcada por mudanças rápidas e pelo surgimento de novas possibilidades terapêuticas. 

“Quando eu faço o livro, procuro me antecipar ao que vai acontecer. Há terapêuticas que ainda estão em experimentação clínica e já aparecem citadas na obra. Quando o livro chega ao leitor, ele já traz esse olhar para o que pode vir pela frente”, explicou. 

A preocupação com a formação médica também atravessou a fala do professor. Para ele, mesmo em um cenário de avanço tecnológico e presença cada vez maior da inteligência artificial, o livro e o professor seguem ocupando um espaço essencial no processo de aprendizagem. 

“O livro jamais morrerá. Assim como o professor que dá aula nunca será substituído, porque faltam à tecnologia a empatia e o calor humano. O livro continua presente, ajudando a detalhar a farmacologia, os efeitos adversos e a utilização clínica dos medicamentos”, afirmou. 

Para o coordenador do curso de Medicina do UniFOA, Luiz Antônio Neves, receber o lançamento da 5ª edição dentro da instituição representa um reconhecimento à trajetória do professor e ao papel que ele desempenha na formação médica. 

“Estamos falando de um professor da área de antibioticoterapia e infectologia entre os mais renomados do país, uma referência também internacional. Ter o lançamento do livro dentro da nossa instituição é uma honra para a FOA/UniFOA. Ele é uma referência para o Brasil e também para nós”, afirmou. 

Luiz Antônio também destacou que a obra chega em um momento em que a atualização médica se tornou ainda mais necessária. “A Medicina exige atualização frequente. Para os estudantes, esse livro representa uma grande oportunidade de estudo e contato com uma produção científica de alto nível”, completou. 

Entre os estudantes, o encontro também foi marcado pela dimensão simbólica de estar próximo a profissionais que se tornaram referência na área médica. Para Rafaela Dünkel, aluna do 5º período de Medicina, participar do lançamento foi uma experiência de incentivo e pertencimento. 

“Para mim é uma grande alegria participar desse momento. O professor Walter é uma referência na infectologia e estar sentada à mesa com ele e com outros professores tão importantes foi uma oportunidade enorme, especialmente como aluna e integrante da Liga de Infectologia”, contou. 

Rafaela também destacou o impacto de ver um professor com décadas de carreira ainda preocupado em contribuir com a formação das novas gerações. “A sensação é de ser abraçada, de ser acolhida. A Medicina evolui sempre pensando no paciente, mas, como aluna e futura médica, também é muito gratificante sentir que existe alguém olhando por nós e torcendo pela nossa formação”, relatou. 

Mais do que o lançamento de uma nova edição, o encontro aproximou estudantes da literatura médica de referência e das diretrizes mais recentes sobre antibioticoterapia. O uso racional de antimicrobianos é hoje um dos pontos centrais da segurança do paciente. A escolha inadequada de um medicamento, o tempo incorreto de tratamento ou a prescrição sem necessidade podem comprometer resultados e ampliar riscos para toda a cadeia de cuidado. 

Nesse contexto, discutir antibióticos na formação médica vai além da farmacologia. Passa pela responsabilidade clínica, pela leitura crítica das evidências e pela capacidade de decidir com segurança diante de casos reais. 

Ao reunir memória institucional, produção científica e formação médica, o lançamento da quinta edição de Antibióticos e Quimioterápicos para o Clínico recolocou no centro do debate uma questão essencial: formar médicos preparados para prescrever melhor, tratar com mais segurança e responder aos desafios de uma prática clínica cada vez mais complexa. 

Quem deseja saber se precisa usar aparelho ortodôntico ou avaliar possíveis problemas de alinhamento dentário terá uma oportunidade gratuita no próximo dia 25 de junho. O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) realizará uma triagem ortodôntica aberta à comunidade, com atendimentos voltados a crianças, adolescentes e adultos. 

A ação acontecerá das 9h às 11h, na Clínica de Ortodontia, localizada no segundo andar do Prédio 11, no Campus Olezio Galotti, em Três Poços. 

Durante a triagem, os participantes passarão por uma avaliação inicial para identificação de possíveis necessidades de tratamento ortodôntico. Além da análise clínica, os pacientes receberão orientações sobre a saúde bucal e poderão ser informados sobre as possibilidades de tratamento oferecidas pela clínica. 

A iniciativa busca identificar alterações que podem comprometer não apenas a estética do sorriso, mas também a função da arcada dentária. Problemas de mordida, desalinhamentos e dificuldades na mastigação estão entre as condições que podem ser observadas durante a avaliação. 

A ação também contribui para a formação prática dos estudantes do curso de Odontologia, que participam das atividades sob supervisão dos professores da área, vivenciando situações reais de atendimento e cuidado ao paciente. 

A avaliação é gratuita. Já os tratamentos eventualmente indicados após a triagem seguem os critérios e condições de atendimento estabelecidos. 

Os interessados devem comparecer ao local no horário informado para realizar a avaliação. 

Em um cenário marcado por desigualdade social e disputa por oportunidades, um indicador simples tem papel decisivo na definição de quem pode acessar benefícios, programas sociais e até bolsas de estudo: a renda per capita. Presente em editais e processos seletivos, o conceito vai além de um cálculo matemático e se tornou um dos principais critérios para medir a realidade econômica das famílias brasileiras. 

A expressão “renda per capita” significa, literalmente, “renda por pessoa”. O cálculo é simples: soma-se toda a renda mensal dos moradores de uma residência e divide-se pelo número total de pessoas que vivem naquele local. Apesar da fórmula direta, o resultado oferece uma leitura mais precisa das condições financeiras de uma família. 

Na prática, o indicador ajuda a evitar distorções que poderiam surgir ao analisar apenas a renda total da casa. Uma família com rendimento mensal de R$ 5 mil, por exemplo, pode viver realidades completamente diferentes dependendo da quantidade de moradores. Enquanto um núcleo com duas pessoas teria uma média mais confortável, outro com cinco integrantes dividiria o mesmo valor de forma muito mais limitada. É justamente essa diferença que a renda per capita evidencia. 

Para entender melhor, imagine uma família formada por quatro pessoas. Se apenas duas delas trabalham e, juntas, somam uma renda mensal de R$ 3.200, esse valor deve ser dividido pelo total de moradores da residência. Nesse caso, a renda per capita será de R$ 800 por pessoa. É esse número que costuma ser considerado em programas sociais, financiamentos e bolsas de estudo. 

No ensino superior, compreender esse cálculo pode fazer toda a diferença para quem busca uma oportunidade de ingresso na universidade. Muitas instituições utilizam a renda per capita como critério para identificar estudantes em situação de vulnerabilidade socioeconômica e ampliar o acesso à formação acadêmica. 

É justamente nesse contexto que a Bolsa Social do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) se torna uma oportunidade importante para muitos estudantes. O programa utiliza critérios socioeconômicos, entre eles a renda per capita, para concessão de bolsas de estudo, permitindo que candidatos tenham acesso ao ensino superior com apoio financeiro. 

Mais do que um requisito burocrático, a análise da renda per capita funciona como uma ferramenta de inclusão educacional. Ao considerar como a renda familiar é distribuída entre os moradores da casa, o processo consegue identificar de forma mais justa quais estudantes necessitam de suporte para ingressar ou permanecer na graduação. 

Em muitos casos, candidatos deixam de buscar o benefício por acreditarem que não se enquadram nos critérios. No entanto, ao realizar corretamente o cálculo da renda familiar, acabam descobrindo que possuem perfil compatível para participação no programa. 

Além do impacto individual, iniciativas como o Bolsa Social contribuem diretamente para ampliar o acesso ao ensino superior e reduzir desigualdades sociais por meio da educação. O programa reforça a importância de criar caminhos para que mais estudantes consigam transformar sua trajetória acadêmica e profissional. 

Atualmente, o UniFOA está com inscrições abertas para o Bolsa Social. Os interessados podem consultar o edital e verificar os critérios exigidos para participação no processo seletivo. 

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