A exigência por profissionais especializados, capazes de atuar com segurança tanto no ambiente clínico quanto no esportivo, tem redefinido o perfil de quem se destaca na área da Educação Física. É nesse cenário que o Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), em parceria com a RPX, anunciou o lançamento de quatro novas pós-graduações voltadas às áreas que mais crescem no setor.
A proposta dos cursos é direta: formar profissionais preparados para atuar com base científica, domínio técnico e visão prática, acompanhando as demandas reais do mercado e ampliando as possibilidades de atuação na Educação Física.
As novas especializações contemplam diferentes frentes de atuação. A pós-graduação em Educação Física no Ambiente Hospitalar é voltada para quem deseja atuar diretamente no suporte ao tratamento de pacientes, com foco na prescrição segura de exercícios em contextos clínicos.
Já o curso de Treinamento Desportivo: da Formação de Talentos à Performance direciona o profissional para o desenvolvimento de atletas e praticantes, utilizando metodologias baseadas em evidências e conceitos modernos de periodização.
Outra frente importante é a pós-graduação em Musculação Terapêutica e Personal Trainer, que propõe o uso do treinamento de força como ferramenta no controle da dor, na reabilitação e no tratamento de diferentes patologias, ampliando o papel do profissional para além do condicionamento físico tradicional.
Fechando o conjunto de cursos, a especialização em Gerontologia Aplicada à Educação Física mira um dos segmentos que mais cresce no país: o envelhecimento ativo. A formação prepara o profissional para atuar na promoção da funcionalidade, autonomia e qualidade de vida da população idosa.
Com foco na aplicação prática do conhecimento, os cursos foram estruturados para aproximar teoria e realidade profissional, preparando especialistas capazes de responder a desafios complexos e atuar com segurança em diferentes contextos.
As inscrições já estão abertas e representam uma oportunidade para profissionais que buscam avançar na carreira e se posicionar em um mercado cada vez mais exigente.
A história da Nadejda Maria Ávila da Silva Varginha com o Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) não começa na sala de aula da medicina, começa antes, e se estende por décadas. Mais do que uma trajetória acadêmica, sua jornada se funde com a própria evolução da instituição, traduzindo, na prática, o conceito que hoje norteia a formação médica do UniFOA: um legado de excelência.
Desde a adolescência, Nadejda já demonstrava vocação para a docência, iniciando sua atuação como professora ainda muito jovem. Esse interesse pelo ensino a acompanhou ao longo da vida e se consolidou em sua primeira graduação, em Educação Física, concluída na FOA. Foi nesse período que aprofundou sua relação com a sala de aula e desenvolveu a base pedagógica que marcaria sua trajetória profissional.
Posteriormente, ao buscar ampliar seu campo de atuação, encontrou na medicina a oportunidade de unir conhecimento técnico e impacto social, dando início a uma nova etapa em sua carreira.
A decisão de ingressar no curso médico surgiu da busca por algo além e da influência familiar. Filha de médico e com irmãos na área, Nadejda ingressou no curso de Medicina e se formou em 1987. Desde então, construiu uma carreira sólida, ancorada em formação contínua e atuação prática.
Após a graduação, especializou-se em Otorrinolaringologia por meio de residência na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), conquistando, em seguida, o título de especialista pela Sociedade Brasileira de Otorrinolaringologia. Sua trajetória acadêmica avançou com mestrado pela Santa Casa de São Paulo e doutorado pela Universidade de São Paulo (USP), consolidando-se como uma das poucas doutoras na área no estado do Rio de Janeiro.
Mesmo com a projeção nacional, a médica manteve vínculos com Volta Redonda, onde atua até hoje em consultório próprio e como cirurgiã. Sua clínica, inclusive, tornou-se espaço de acolhimento e desenvolvimento para novos profissionais, muitos deles egressos do próprio UniFOA.
O retorno à instituição como docente não foi um ponto de virada, mas uma continuidade natural. Ainda durante a residência, Nadejda já colaborava com atividades de ensino, até ser oficialmente integrada ao corpo docente no início da década de 1990. Hoje, soma mais de 30 anos dedicados à formação de novos médicos.
Sua prática docente é resultado de uma combinação rara: base pedagógica estruturada, experiência clínica consolidada e constante atualização acadêmica. Para ela, ensinar vai além da transmissão de conteúdo técnico, envolve postura, ética e prática profissional.
Ao longo dessas décadas, acompanhou de perto as transformações do curso de Medicina, participando de mudanças curriculares e contribuindo ativamente para o aprimoramento da formação oferecida pela instituição.
Ao avaliar sua própria formação no UniFOA, a médica é categórica: trata-se de uma base “impecável”. Desde o começo destacou a qualidade do corpo docente e a consistência da matriz curricular como diferenciais determinantes.
Segundo ela, “o compromisso institucional com a excelência permanece ao longo dos anos, refletido na constante busca por atualização, inovação e melhoria dos processos de ensino”. Esse movimento, na sua avaliação, impacta diretamente o desempenho dos alunos, que se destacam em programas de residência médica e no mercado profissional.
A docente também ressalta o orgulho ao acompanhar a trajetória de ex-alunos, muitos dos quais seguiram carreira na Otorrinolaringologia e hoje atuam em importantes centros do país. Para ela, esse reconhecimento externo é um dos indicadores mais consistentes da qualidade da formação.
A formação inicial em Educação Física, longe de ser um desvio de rota, tornou-se um diferencial na sua atuação médica. A experiência contribuiu para o desenvolvimento de habilidades de comunicação, abordagem humanizada e maior sensibilidade no atendimento a diferentes perfis de pacientes.
Essa integração de saberes reflete uma visão ampliada da medicina, mais próxima, acessível e centrada no cuidado integral.
Ao refletir sobre o conceito de “um legado de excelência”, a médica resume: “trata-se da história que construí dentro da instituição”.
Com quase cinco décadas de vínculo com o UniFOA, Nadejda associa esse legado ao compromisso diário com a prática médica, à responsabilidade na formação de novos profissionais e à capacidade de inspirar gerações por meio do exemplo.
“É uma trajetória da qual me orgulho. Eu faria tudo novamente, e faria aqui”, afirma.
Mais do que uma carreira consolidada, sua história evidencia um ciclo que se retroalimenta: o UniFOA forma profissionais que retornam para formar outros, perpetuando conhecimento, valores e excelência.
A trajetória da Dra. Nadejda Varginha demonstra que o impacto de uma formação de qualidade vai além do diploma. Ele se manifesta ao longo do tempo, na prática profissional, na produção de conhecimento e, sobretudo, na capacidade de transformar vidas, dentro e fora da sala de aula.
No UniFOA, esse legado não é apenas discurso. É história construída, geração após geração.



O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) amplia as possibilidades de ingresso no curso de Medicina para o segundo semestre de 2026. Além das vagas já disponíveis para candidatos que desejam ingressar por meio da nota do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) e para portadores de diploma de curso superior, a instituição passa a oferecer também a opção de seleção por prova tradicional.
A nova modalidade representa mais uma oportunidade para candidatos que desejam conquistar uma vaga no curso, ampliando o acesso à formação médica em uma instituição reconhecida pela excelência no ensino.
As inscrições para o processo seletivo por prova estão abertas a partir do dia 15 de abril, e a avaliação está prevista para o dia 14 de junho de 2026. Já para ingresso via ENEM, seguem válidas as edições entre 2016 e 2025, com inscrições abertas até o dia 21 de maio de 2026.
As vagas são destinadas ao ingresso no 1º período do curso, com início no segundo semestre letivo de 2026. Podem se inscrever candidatos que estejam concluindo o Ensino Médio ou que já tenham certificado de conclusão, obtido pela via regular ou por suplência, além de portadores de diploma de curso superior.
Não será permitida a participação de treineiros, nem haverá reserva de vagas neste processo seletivo.
As inscrições devem ser realizadas exclusivamente pelo Portal do Candidato, disponível no site do UniFOA (www.unifoa.edu.br/vestibular-medicina/), respeitando os prazos estabelecidos para cada modalidade de ingresso.
Com 58 anos de tradição, o curso de Medicina do UniFOA já formou mais de 4 mil médicos que atuam no Brasil e no exterior, oferecendo uma formação sólida que integra teoria, prática desde os primeiros períodos e uma estrutura voltada aos desafios reais da profissão, consolidando uma trajetória pautada em responsabilidade, preparo técnico e compromisso com o cuidado.
O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), em parceria com a Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) Sul Fluminense e com apoio do Programa de Apoio a Eventos no País para a Educação Básica (PAEP-EB/Capes), realizará, no mês de agosto, o I Congresso de Práticas e Produtos Inovadores na Educação Básica, integrado ao II Encontro de Educação Inclusiva das Escolas Públicas da Região Sul Fluminense.
A proposta dos eventos é clara e necessária: fortalecer a formação docente, incentivar a inovação pedagógica e ampliar o diálogo entre universidade, escolas e redes de ensino, reunindo educadores, pesquisadores e profissionais da área em um espaço colaborativo de construção de conhecimento.
Com uma programação voltada à prática, o Congresso abordará desafios estruturais da educação básica, como evasão escolar, defasagem de aprendizagem e inclusão educacional, por meio de conferências, mesas-redondas, oficinas e apresentação de experiências exitosas desenvolvidas em escolas públicas.
Para o pedagogo Gildo Felipe Bernardo, a iniciativa se destaca por promover uma aproximação efetiva entre teoria e prática. Segundo ele, essa conexão tem potencial de transformar o cotidiano escolar:
“Quando professores da educação básica têm acesso a pesquisas, metodologias e produtos educacionais desenvolvidos na universidade, eles ganham ferramentas que podem contribuir para resolver problemas reais da sala de aula. Mas o impacto vai além: essa troca cria um diálogo horizontal onde a universidade aprende com a experiência acumulada dos professores.”
Ainda de acordo com Gildo, essa interação contribui para tornar as soluções educacionais mais aplicáveis à realidade das escolas, ao mesmo tempo em que valoriza o professor como protagonista no processo de inovação.
Desafios reais, soluções possíveis
A construção de estratégias eficazes para a educação básica passa, inevitavelmente, pelo enfrentamento de desafios históricos, muitos deles intensificados nos últimos anos.
Entre os principais pontos de atenção, Gildo destaca a evasão escolar, a defasagem de aprendizagem e as condições de trabalho docente:
“A evasão escolar, muitas vezes associada a fatores socioeconômicos e à falta de engajamento, e a defasagem de aprendizagem, agravada pelas desigualdades no acesso a recursos, são desafios centrais. Soma-se a isso a precarização da profissão, que limita o tempo e as condições para a formação continuada.”
Nesse cenário, o Congresso surge como uma resposta prática, ao promover a troca de experiências entre profissionais que enfrentam realidades semelhantes:
“O evento cria espaços onde professores conhecem metodologias e práticas que já funcionaram em contextos similares, reduzindo o isolamento profissional e fortalecendo redes de apoio entre educadores.”, completa.
Inclusão em foco e integração estratégica
Integrado ao Congresso, o II Encontro de Educação Inclusiva amplia o debate sobre práticas pedagógicas voltadas a estudantes com deficiência, Transtorno do Espectro Autista (TEA) e altas habilidades ou superdotação.
A professora Bruna Casiraghi destaca que, na região Sul Fluminense, já é possível observar avanços significativos na área, impulsionados por iniciativas das redes municipais e pelo diálogo com instituições de ensino superior:
“Temos acompanhado diversos trabalhos em secretarias de educação da região sobre inclusão e acessibilidade, e a qualidade dos trabalhos desenvolvidos é inquestionável. Existe um esforço para atender e incluir os diferentes perfis de estudantes, com estratégias que tornam o trabalho do professor mais efetivo e promovem ambientes educativos mais acolhedores.”
Apesar dos avanços, ela reconhece que ainda há desafios a serem superados, o que reforça a importância de espaços de troca como os promovidos pelo evento.
A integração entre o Congresso e o Encontro, segundo Bruna, ocorreu de forma natural, dada a convergência de objetivos:
“São eventos que abordam os mesmos assuntos: a melhoria da qualidade da educação básica por meio da formação dos professores. A inclusão é um dos eixos do Congresso e, dessa forma, a união com o Encontro permite ampliar e, ao mesmo tempo, aprofundar as discussões.”
Com inscrições gratuitas para docentes da rede pública, estudantes e pesquisadores, o evento já está com participação aberta e pode ser garantida por meio do link: https://www.even3.com.br/i-congresso-regional-de-ptaticas-e-produtos-inovadores-na-educacao-basica. A programação também contempla recursos de acessibilidade, como tradução em Libras e audiodescrição, além de oferecer um espaço de recreação destinado aos filhos dos participantes.
Mais do que um encontro acadêmico, a proposta é consolidar uma rede colaborativa capaz de gerar impacto direto na educação básica da região Sul Fluminense e de estados vizinhos.
A educação de qualidade não se constrói no improviso, ela nasce do diálogo, da troca e, principalmente, da disposição de transformar prática em ação. E é exatamente esse o terreno que o UniFOA pretende cultivar com a iniciativa.
O Congresso Médico Acadêmico 2026 do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) já tem data marcada: 28 e 29 de maio. O evento promete reunir estudantes e profissionais da área da saúde em uma programação voltada à atualização científica e à prática médica contemporânea.
Promovido anualmente pelo Conselho de Ligas Acadêmicas de Medicina do UniFOA, em parceria com uma liga organizadora e o corpo docente da Instituição, o evento chega à sua edição de 2026 sob a coordenação da Liga Acadêmica de Neonatologia, Infância e Adolescência (LANIA).
Neste ano, o congresso traz como tema central “Saúde da Criança: do olhar inicial ao atendimento especializado”, com foco em conteúdos fundamentais da pediatria, essenciais à formação e atuação do médico generalista. A proposta é oferecer uma visão ampla e integrada do cuidado infantil, conectando teoria e prática em diferentes níveis de atenção à saúde.
A programação principal será realizada de forma presencial, com palestras magnas distribuídas em dois horários ao longo de cada dia. A dinâmica foi pensada para favorecer a interação entre palestrantes, organização e público, estimulando o debate qualificado, algo que faz toda a diferença na formação médica.
Como aquecimento, o evento contará ainda com um pré-congresso no dia 27 de maio, que promete integrar ciência e descontração. A programação inclui apresentações da Bateria Tarja Preta e da equipe de Cheerleading do curso de Medicina, além da já tradicional Batalha de Ligas Acadêmicas, realizada em parceria com o projeto de ensino Jogos Semiológicos.
As inscrições já estão abertas e seguem até o dia 20 de maio, podendo ser realizadas pelo link: https://www.even3.com.br/congresso-de-medicina-2026
O Congresso Médico Acadêmico do UniFOA se consolida, ao longo dos anos, como um espaço estratégico de troca de conhecimento e fortalecimento da formação médica, mantendo viva uma tradição que, em tempos de excesso de informação e superficialidade, continua sendo indispensável: a boa e velha construção sólida do saber científico.
Mais do que um uniforme, o jaleco representa um marco na formação dos estudantes da área da saúde. No Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), esse momento ganhou significado especial com a realização das cerimônias do Primeiro Jaleco dos cursos de Enfermagem, Nutrição e Odontologia, realizadas em dias distintos no Centro Histórico-Cultural Dauro Aragão.
O evento simbolizou a transição dos acadêmicos para uma nova etapa da graduação, mais próxima da prática profissional e do contato direto com pacientes, reforçando valores essenciais como ética, responsabilidade e compromisso com o cuidado.
No curso de Enfermagem, a cerimônia foi marcada pelo significado do início das atividades clínicas e pela construção da identidade profissional dos estudantes. Para o coordenador do curso, Carlos Marcelo Balbino, o momento vai além da prática.
“É uma grande alegria participar deste momento tão especial da vida acadêmica e pessoal dos estudantes. A cerimônia representa o compromisso com o cuidado, com a ética, com a responsabilidade e, acima de tudo, com a vida humana. A partir daqui eles não carregam apenas um uniforme, mas a confiança do paciente, além da responsabilidade de atuar com dedicação e respeito”, destacou.
Na Nutrição, o simbolismo do jaleco assume um significado ainda mais direto com a entrada dos alunos no mercado de trabalho. A cerimônia marcou o início das vivências profissionais dos estudantes, que passam a atuar fora da instituição a partir dessa etapa da formação.
O coordenador Alden Neves ressaltou esse diferencial ao destacar que o momento representa a inserção dos alunos na prática real da profissão.
“Esse é o momento em que os estudantes começam a mostrar ao mercado os profissionais que estão se tornando. É uma etapa muito importante da formação, que também ganha ainda mais significado por poder ser compartilhada com familiares, amigos e professores”, afirmou.
Já na Odontologia, a cerimônia foi conduzida como um verdadeiro rito de passagem, reforçando o compromisso ético e humano que acompanha a atuação profissional na área da saúde.
Segundo a coordenadora Rosilea Hartung, vestir o jaleco é assumir uma responsabilidade que vai além do conhecimento técnico.
“Esse é um momento muito especial e emocionante, porque marca a entrada do estudante na área da saúde. Ao vestir o jaleco, ele assume um compromisso com a ética e com o cuidado com o ser humano, que é o que buscamos na formação dos nossos alunos”, ressaltou.
Mesmo realizadas em datas diferentes, as cerimônias tiveram em comum a mesma cena: estudantes vestindo o jaleco pela primeira vez diante de familiares e professores, transformando um gesto simples em um símbolo de responsabilidade e de início de uma nova etapa. A partir dali, a formação deixa de ser apenas aprendizado em sala e passa a ganhar forma na prática, no contato com pessoas reais e nas decisões que começam a fazer parte do cotidiano profissional.



















Durante muito tempo, escolher uma graduação significava olhar para tradição, grade curricular e reconhecimento no mercado. Hoje, um novo critério começa a ganhar força entre os estudantes: a possibilidade de vivenciar a profissão ainda nos primeiros períodos do curso.
É a partir desse cenário que o Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) lança sua nova campanha de Vestibular, colocando a experiência prática desde o início da formação no centro da proposta.
Com o mote “Experiência que faz a diferença”, a campanha evidencia um dos principais diferenciais da instituição, a integração entre teoria e prática já nos primeiros períodos da graduação.
Essa mudança acompanha as transformações do mercado de trabalho, que exige profissionais mais preparados para lidar com situações reais, tomar decisões e se adaptar com rapidez. Nesse contexto, a experiência prática deixa de ser um diferencial e passa a ocupar um papel essencial na formação.
Ao longo de seus 58 anos, o UniFOA construiu uma trajetória que associa tradição acadêmica a uma formação voltada para a vivência profissional. A proposta é mostrar que o estudante não precisa esperar os últimos períodos para ter contato com sua área de atuação, iniciando esse processo desde o começo da graduação.
Mais do que apresentar um vestibular, a campanha convida o futuro aluno a refletir sobre o tipo de formação que deseja construir. Nesse contexto, o UniFOA se posiciona com um modelo que integra estrutura, metodologia e prática para aproximar o estudante das exigências do mercado.
Ao colocar a prática como eixo central da formação, a instituição aposta em um ensino que antecipa a vivência profissional e contribui para o desenvolvimento de alunos mais seguros, autônomos e preparados para os desafios da carreira.
Leia o edital:
Com foco na preparação dos estudantes para um dos principais instrumentos de avaliação do ensino superior, o curso de Enfermagem do UniFOA realizou, no dia 7 de abril, um simulado preparatório voltado aos acadêmicos que participarão do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade).
A atividade foi aplicada seguindo as mesmas normatizações do exame oficial, proporcionando aos alunos uma experiência próxima à realidade da avaliação, tanto no formato quanto nas condições de realização.
De acordo com o coordenador do curso, professor Dr. Carlos Marcelo, a proposta vai além da familiarização com a prova.
“O objetivo do simulado é levantar um diagnóstico do desempenho dos acadêmicos, identificando pontos fortes e aspectos que ainda precisam ser aprimorados”, explica.
A professora Dra. Valquíria Jorge Sepp destaca que os resultados servirão como base para ações direcionadas ao fortalecimento do aprendizado.
“A partir dos dados obtidos, serão estruturados planos de ação estratégicos, com foco na melhoria do rendimento dos estudantes e na qualificação contínua do ensino ofertado pelo curso”, afirma.
A iniciativa partiu de membros do Núcleo Docente Estruturante (NDE) e reforça o compromisso da instituição com a preparação dos acadêmicos não apenas para o Enade, mas também para concursos de residência em Enfermagem e multiprofissionais, além de outros processos seletivos da área da saúde.
Ao alinhar diagnóstico, planejamento e acompanhamento, o curso busca contribuir para a formação de profissionais mais preparados para os desafios da prática e para as exigências do mercado.
O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) anunciou a abertura das inscrições para a formação de cadastro de reserva do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID). O programa, vinculado ao Ministério da Educação (MEC) e à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), tem como principal objetivo incentivar a formação de novos docentes para a educação básica, promovendo a integração entre ensino superior e escolas públicas.
A iniciativa busca incentivar a formação de docentes em nível superior para a educação básica, contribuir para a valorização do magistério oferecendo aos estudantes uma experiência prática e inovadora no ambiente escolar. Além disso, o programa valoriza a docência, proporcionando aos bolsistas a oportunidade de desenvolver e aplicar metodologias pedagógicas interdisciplinares que contribuam para a melhoria do ensino-aprendizagem.
O processo seletivo é voltado para estudantes regularmente matriculados nos cursos de Ciências Biológicas (Licenciatura) e Educação Física (Licenciatura) do UniFOA.
Benefícios para os bolsistas
Os contemplados receberão uma bolsa mensal no valor de R$ 700,00, paga diretamente pela CAPES por meio de crédito bancário. Durante a participação no PIBID, os bolsistas terão a oportunidade de vivenciar o cotidiano escolar, criar projetos metodológicos e interagir com professores da educação básica, atuando como futuros docentes em formação.
Período de inscrição
As inscrições estarão abertas de 13/04/26 a 28/04/2026, e os interessados deverão apresentar a documentação necessária conforme descrito no edital.
O PIBID é uma excelente oportunidade para os alunos das licenciaturas aprimorarem sua prática pedagógica e se prepararem para os desafios da docência. O UniFOA reafirma, por meio dessa iniciativa, seu compromisso com a excelência na formação de professores, contribuindo para a educação básica e para o desenvolvimento do ensino no país.
Nem sempre os cuidado em saúde começa com exame ou receita. Às vezes, começa com escuta, troca e orientação. É essa proposta que vem ganhando espaço na UBS Três Poços, localizada no campus Olezio Galotti com o projeto Peso Saudável.
A unidade passou a promover encontros coletivos com pacientes da atenção primária, reunindo profissionais de saúde, estudantes do curso de Medicina e convidados para discutir temas como alimentação, atividade física e saúde mental. A ideia é ampliar o cuidado para além do consultório e fortalecer o vínculo com a comunidade.
A iniciativa partiu da médica da saúde da família e saúde mental da unidade, Dra. Julia Cruz, que identificou, no dia a dia dos atendimentos, uma demanda que ia além da consulta tradicional.
“A ideia surgiu da necessidade de ter um contato mais próximo com os pacientes e também de envolver os alunos de Medicina. A gente percebeu que era possível promover saúde de outras formas, com um olhar mais integral, abordando alimentação, atividade física e saúde mental dentro de um plano mais personalizado”, explica.
Segundo a médica, os encontros também respondem a uma necessidade clara dos próprios pacientes: a de serem ouvidos e participarem mais ativamente do próprio cuidado.
“No consultório, eu já percebia que eles queriam mais do que a consulta. Queriam tirar dúvidas, conversar, participar. No primeiro encontro tivemos cerca de 10 pacientes. Agora, já tivemos uma adesão maior e a expectativa é que esse grupo continue crescendo”, conta.
A proposta é que os encontros aconteçam de forma contínua e também sirvam como porta de entrada para um acompanhamento mais completo dentro da unidade.
“Queremos manter essa frequência e, a partir desses encontros, encaminhar os pacientes para consultas clínicas, para que possamos trabalhar todas as etapas do cuidado”, completa.
A iniciativa também conta com a participação de profissionais convidados. No encontro mais recente, o professor do curso de Educação Física do UniFOA, Rodolfo Silva, destacou o impacto da proposta.
“É uma iniciativa muito acertada. Falar de atividade física é falar de um dos fatores mais poderosos na prevenção e promoção da saúde. Quando isso se junta a uma alimentação equilibrada, temos uma base muito forte para qualidade de vida. É um modelo que pode e deve inspirar outras unidades”, avalia.
Para os pacientes, o espaço tem se mostrado importante não apenas pelo conteúdo, mas pelo incentivo coletivo. A participante Helena Gonçalves destacou o valor da troca entre os próprios usuários.
“É muito importante ter esse tipo de orientação. Acho que precisa até de mais divulgação, porque as pessoas precisam desse contato, desse incentivo. Às vezes, um motiva o outro. Ter esse grupo ajuda muito”, relata.
Ela também chama atenção para o papel da atenção primária na prevenção, ainda pouco percebido por parte da população.
“Muita gente ainda vê o posto só como lugar para tratar doença, mas não tem noção do quanto ele pode ajudar na prevenção. É fácil reclamar, mas muitas vezes as pessoas não procuram e não participam”, afirma.
Aberta ao público, a iniciativa começa a ampliar seu alcance. Inicialmente voltados para pacientes da região de Três Poços e da comunidade acadêmica, os encontros agora passam a receber qualquer interessado.
Quem quiser participar pode procurar a UBS do UniFOA e se inscrever com a agente comunitária de saúde. As atividades acontecem às terças-feiras, às 10h, em datas previamente definidas.
Ao transformar a unidade básica em um espaço de escuta, orientação e convivência, a ação reforça um princípio essencial da atenção primária: cuidar antes que a doença apareça e, principalmente, cuidar das pessoas de forma completa.




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