O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) anunciou a abertura das inscrições para a formação de cadastro de reserva do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID). O programa, vinculado ao Ministério da Educação (MEC) e à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), tem como principal objetivo incentivar a formação de novos docentes para a educação básica, promovendo a integração entre ensino superior e escolas públicas. 

A iniciativa busca incentivar a formação de docentes em nível superior para a educação básica, contribuir para a valorização do magistério oferecendo aos estudantes uma experiência prática e inovadora no ambiente escolar. Além disso, o programa valoriza a docência, proporcionando aos bolsistas a oportunidade de desenvolver e aplicar metodologias pedagógicas interdisciplinares que contribuam para a melhoria do ensino-aprendizagem. 

O processo seletivo é voltado para estudantes regularmente matriculados no curso de Ciências Biológicas (Licenciatura) do UniFOA. 

Benefícios para os bolsistas

Os contemplados receberão uma bolsa mensal no valor de R$ 700,00, paga diretamente pela CAPES por meio de crédito bancário. Durante a participação no PIBID, os bolsistas terão a oportunidade de vivenciar o cotidiano escolar, criar projetos metodológicos e interagir com professores da educação básica, atuando como futuros docentes em formação. 

Período de inscrição

As inscrições estarão abertas de 16 de setembro a 23 de setembro, e os interessados deverão apresentar a documentação necessária conforme descrito no edital. 

O PIBID é uma excelente oportunidade para os alunos das licenciaturas aprimorarem sua prática pedagógica e se prepararem para os desafios da docência. O UniFOA reafirma, por meio dessa iniciativa, seu compromisso com a excelência na formação de professores, contribuindo para a educação básica e para o desenvolvimento do ensino no país. 

Confira o edital completo clicando Edital 03-25 PIBID-Iniciação à Docência.

O curso de Educação Física marcou presença nas comemorações cívicas do Dia da Independência do Brasil, realizadas na manhã de domingo (7), na Avenida Paulo de Frontin, no Aterrado, em Volta Redonda. O evento, que contou com grande participação popular, reforçou o vínculo entre a instituição e a comunidade, além de proporcionar aos estudantes e professores uma experiência prática ligada à organização de atividades de caráter cívico e social. 

A participação no desfile não apenas amplia a visibilidade da FOA/UniFOA, como também oferece aos alunos do curso uma vivência formativa importante. Segundo o coordenador do curso, professor Silvio Vilela, a atividade dialoga diretamente com a atuação profissional: 

“Organizar ou participar de um desfile é uma ação que pode fazer parte da rotina do futuro professor ou profissional de Educação Física. Essa experiência representa um mergulho direto no campo profissional, fortalecendo a formação dos nossos alunos.” 

Para os estudantes, o momento também teve um significado especial. A aluna Maryana Meira, que participou do desfile pela última vez como estudante, destacou a emoção da experiência: 

“Foi um momento muito especial, que vai ficar marcado com carinho na memória como parte de toda a história que vivi nesses quatro anos de faculdade. Sou muito grata por tudo.” 

Ao unir prática acadêmica, engajamento social e valorização da cidadania, a presença do curso de Educação Física no desfile de 7 de setembro reforça o compromisso da FOA/UniFOA em formar profissionais preparados para atuar com responsabilidade, ética e conexão com a comunidade. 

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O curso de Educação Física promoveu o XVI Congresso de Educação Física, um evento que reforça o compromisso do curso em articular teoria e prática, ampliando a formação acadêmica dos estudantes e promovendo o diálogo científico. A programação reuniu mesas-redondas, oficinas, atividades culturais e apresentações de trabalhos, criando um espaço rico para troca de experiências e atualização profissional. 

O congresso teve como principal objetivo contribuir para o desenvolvimento dos estudantes, estimulando competências como liderança, comunicação, trabalho em equipe e protagonismo. Mais do que um evento científico, o congresso se consolidou como um ambiente de formação crítica e reflexiva, reafirmando o papel social da Educação Física na promoção da saúde, da inclusão e do bem-estar. 

Segundo a organização, a participação dos professores na condução das atividades foi essencial para fortalecer a integração entre ensino, pesquisa e extensão. Os docentes, além de orientar os alunos no planejamento e execução do congresso, também puderam refletir sobre suas próprias práticas pedagógicas e dialogar com as demandas contemporâneas da profissão. 

Além das oficinas, o congresso contou com a apresentação de pesquisas, pôsteres e projetos de extensão, valorizando o trabalho desenvolvido pelos estudantes do curso e fomentando novas ideias e colaborações. Outro ponto relevante foi o compromisso com a sustentabilidade, reduzindo o uso de materiais impressos e priorizando ferramentas digitais para inscrições, certificações e divulgação de conteúdo. 

Com mais de cinco décadas de história, o curso de Educação Física do UniFOA reafirma, a cada edição do congresso, sua relevância acadêmica e social. O evento mostrou-se não apenas como espaço de atualização profissional, mas também como uma oportunidade de reflexão sobre o papel da Educação Física na construção de uma sociedade mais saudável, inclusiva e cidadã. 

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A Professora Dra. Ivanete Oliveira, Procuradora Institucional e Reitora do UniFOA, que também atua como Coordenadora do Conselho Estratégico e Consultivo da ANPI-IES, participou do Seminário Internacional da Rede Ibero-americana para Garantia da Qualidade da Educação Superior (RIACES). O evento foi realizado nos dias 3 e 4 de setembro, no Centro Cultural da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro, e reuniu especialistas de diversos países ibero-americanos.

Convidada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), a professora representou o UniFOA em um espaço de diálogo internacional que abordou os desafios e oportunidades do ensino superior na Ibero-América, com ênfase na transformação digital e nos novos caminhos para a acreditação de cursos.

Para a Professora Ivanete, a participação no Seminário Internacional da RIACES foi muito importante para o UniFOA e para a educação superior brasileira.

“Estar presente nesse espaço de diálogo internacional reforça o compromisso da nossa instituição com a qualidade acadêmica e com a inovação no ensino superior. Acredito que discutir os desafios da avaliação da educação é essencial, especialmente em um cenário marcado pela transformação digital e pelas novas formas de aprendizagem. Esses debates ampliam nossa visão e nos ajudam a construir caminhos mais sólidos para a formação dos nossos estudantes. Sinto que o UniFOA ganha ainda mais visibilidade e se fortalece ao participar de iniciativas que conectam experiências globais com a nossa realidade local”, destacou a reitora.

A programação do encontro contou com palestras e painéis de nomes de grande relevância no cenário da educação superior. Entre os destaques, o Professor Dr. Dilvo Ristoff (UFSC) realizou a conferência de abertura com a palestra “Avaliação da Educação Superior: do Tabu ao Totem”, trazendo reflexões sobre os rumos e desafios da avaliação acadêmica. O Professor Dr. Sérgio Franco participou do primeiro painel, que discutiu “Acesso, permanência e conclusão: trajetórias estudantis integrais”, enfatizando os obstáculos enfrentados pelos estudantes em sua jornada formativa.

No segundo painel, o Dr. Rodrigo Capelato (Semesp) falou sobre formação e empregabilidade, ressaltando a importância de indicadores de desempenho e da inserção profissional. Já o Painel 3 abordou as avaliações in loco e contou com a participação do Dr. Rogério Dentello (Inep), avaliadores do Sinaes e do Arcu-Sul, além da Me. Michelle Caçapava Vigueles (Senac SP / ANPI-IES), que apresentou a palestra “Ressignificação da Autoavaliação das CPAs no Brasil”, destacando a autoavaliação como instrumento essencial de aprimoramento institucional. O evento foi concluído com a fala do Professor Dr. Bruno José Betti Galasso (UNIFESP) sobre a transformação digital na educação superior, analisando os impactos e desafios desse processo nas instituições.

O seminário foi marcado pela troca de experiências, pelo fortalecimento da cooperação internacional e pela construção de novas perspectivas para a educação superior na região, ampliando os horizontes e reafirmando o papel das instituições brasileiras nesse cenário global.

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As Ligas Acadêmicas de Medicina representam uma oportunidade única para os estudantes que desejam aprofundar conhecimentos em áreas específicas da profissão, como no curso de Medicina do UniFOA. Sem fins lucrativos e organizadas por acadêmicos e professores, essas organizações surgiram no século XX com o objetivo de complementar a formação dos futuros médicos. 

Cada liga conta com um professor orientador, uma diretoria que organiza as atividades e seus membros efetivos. A experiência, além de agregar à formação acadêmica, contribui para o currículo dos estudantes, já que a participação em ligas soma pontos em processos seletivos de estágios e residências médicas. 

Reconhecidas oficialmente pelas Diretrizes Curriculares Nacionais, as ligas cumprem um papel essencial no tripé universitário: ensino, pesquisa e extensão. No ensino, promovem palestras, reuniões e debates que vão além do currículo regular. Na pesquisa, incentivam a produção de artigos científicos e publicações relevantes. Já na extensão, levam ações de saúde e conscientização para a comunidade, aplicando na prática os conhecimentos adquiridos em sala de aula. 

Para Eduardo Gevisiez, estudante de Medicina, as ligas representam uma porta aberta para explorar áreas de interesse: 

“Poder participar de uma liga acadêmica é uma excelente oportunidade. Eu gosto muito de Neurologia e, na Liga Acadêmica de Neurologia e Neurocirurgia, aprendo sobre acometimentos, tratamentos inovadores e ainda conheço colegas que compartilham da mesma paixão. Essa vivência faz diferença quando entramos no mercado de trabalho, porque já estamos mais familiarizados com a área que queremos seguir.” 

Na mesma linha, Fernanda Perez, presidente do Conselho de Ligas do curso de Medicina do UniFOA, reforça o impacto das atividades na construção de carreira: 

“Participar de uma liga é uma excelente maneira de desenvolver novas habilidades. É a chance de se aprofundar em temas pouco abordados na graduação e de confirmar afinidade com uma especialidade. Além disso, o networking aumenta as possibilidades de estágio, produção científica e até mesmo inserção no mercado de trabalho. O currículo também fica mais atrativo, mostrando iniciativa e engajamento.” 

Já do ponto de vista acadêmico, Rodrigo Freitas, professor responsável por dar suporte às ligas, destaca a contribuição dessas instituições na trajetória formativa dos estudantes: 

“As ligas acadêmicas oferecem um cenário extracurricular muito rico, no qual diversas especialidades médicas podem ser exploradas já durante a graduação. Isso ajuda na escolha da residência e desenvolve competências como organização de eventos, liderança e comunicação. Também garantem horas complementares, necessárias para a conclusão do curso, e aproximam os alunos do mercado por meio de palestras com egressos e profissionais da área.” 

Assim, as ligas acadêmicas do curso de Medicina do UniFOA vão além do aprendizado técnico. Elas se consolidam como um espaço de construção de conhecimento, integração entre ensino e comunidade, desenvolvimento de habilidades e fortalecimento da identidade profissional dos futuros médicos. 

E se você quer fazer parte deste universo de conhecimento, aprendizado e capacitações, as inscrições já estão abertas para o Processo Seletivo Medicina UniFOA 2025 pelo site. 

Entre os dias 1 e 5 de setembro, o curso de Direito do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) promoveu o X Simpósio de Pesquisa em Direito, reunindo estudantes, docentes e profissionais para discutir o tema “Direito em movimento: pesquisa, prática, direitos humanos e protagonismo na era digital”. A programação trouxe reflexões sobre o impacto das tecnologias no campo jurídico e abriu espaço para debates sobre inteligência artificial, proteção de dados, cidadania digital e acesso à justiça.  

A abertura do evento teve um significado especial ao coincidir com a comemoração dos 20 anos do Diretório Acadêmico Ayrton da Costa Paiva, marcado pela palestra sobre “Como Escolher Sua Carreira Jurídica: Vocação, Propósito e Caminhos Possíveis no Direito”. Assim, o simpósio não apenas incentivou a pesquisa e a prática acadêmica, mas também resgatou a memória e o papel histórico do movimento estudantil no fortalecimento do curso de Direito. 

Para o coordenador do curso, professor Alan Pançardes, a união dessas duas agendas reforçou a relevância da formação jurídica no UniFOA: “São dois momentos muito importantes: o simpósio, que já é tradicional no nosso curso e integra a pesquisa em toda a matriz curricular, e a comemoração dos 20 anos do Diretório Acadêmico, símbolo da representação estudantil. O diretório sempre esteve ao lado da coordenação, colaborando com o curso, que evolui constantemente por conta dessa parceria”, afirmou. 

A advogada Isabelle Patitucci, conselheira efetiva da OAB e presidente da Comissão de Prerrogativas, representando a doutora Carolina Patitucci, presidente da OAB, destacou o valor da iniciativa. 

“Este evento abre as portas para o movimento estudantil, o que é fundamental para o avanço da sociedade. O simpósio eleva o nível acadêmico ao trazer debates essenciais para os jovens que serão os futuros operadores do Direito. É uma iniciativa que merece ser celebrada, assim como os 20 anos de história do diretório acadêmico”. 

Já o presidente do Diretório Acadêmico, Wesley César Silva, lembrou as conquistas ao longo das duas décadas da entidade e a responsabilidade de dar continuidade ao trabalho de quem veio antes. 

“O diretório sempre ajudou os estudantes em sua trajetória acadêmica, seja com projetos que proporcionam prática jurídica, seja com grupos de estudo, visitas técnicas e cursos de capacitação. Celebramos 20 anos de protagonismo estudantil, honrando o legado de ex-membros que ocupam posições de destaque no legislativo, no executivo e na advocacia. É motivo de muita alegria e de responsabilidade”, ressaltou. 

Durante cinco dias de atividades, o simpósio se propôs a promover o diálogo interdisciplinar sobre os desafios do Direito na era digital, estimular a produção científica que articule teoria e prática, reforçar a centralidade dos direitos humanos nas discussões jurídicas contemporâneas e valorizar o protagonismo acadêmico dos estudantes, ao mesmo tempo em que fomentou a aproximação entre universidade, sociedade civil, setor público e tecnológico. 

O encontro mostrou que a pesquisa acadêmica e o engajamento estudantil caminham lado a lado na construção de uma formação jurídica crítica e conectada com os dilemas de um mundo cada vez mais digital, sem perder de vista a dimensão ética e humana que sustenta o Direito.

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O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) anunciou uma importante mudança no processo seletivo para o curso de Medicina em 2026. Além da tradicional seleção por meio das notas do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), agora os candidatos poderão optar por realizar provas presenciais como forma de ingresso. 

A medida amplia as oportunidades de acesso ao curso, um dos mais concorridos da região, e oferece aos estudantes a possibilidade de demonstrar seu desempenho acadêmico em uma avaliação direta, sem abrir mão da valorização do ENEM como critério de seleção. 

“Estamos sempre atentos às demandas dos estudantes e às melhores práticas de seleção. A oferta das provas presenciais é uma forma de democratizar ainda mais o acesso ao nosso curso de Medicina, mantendo o padrão de excelência que nos caracteriza”, destaca o pró-reitor acadêmico do UniFOA, Bruno Gambarato. 

A prova presencial será aplicada em um único dia, em Volta Redonda e no Rio de Janeiro, conforme cartão de inscrição. O edital completo, com informações sobre conteúdo programático, datas e locais de aplicação, está disponível no site oficial do UniFOA. As inscrições também deverão ser feitas pela página da instituição. 

Ainda segundo o pró-reitor, a iniciativa atende às diferentes realidades dos candidatos e reforça o compromisso do UniFOA com uma formação médica de excelência. “Nosso objetivo é oferecer alternativas que respeitem o perfil e a estratégia de cada estudante, sempre com foco na qualidade acadêmica”, afirma. 

As provas presenciais também representam uma oportunidade para que estudantes que estão concluindo o ensino médio conquistem uma vaga em uma das melhores faculdades de Medicina do país, reconhecida com nota máxima na avaliação do Ministério da Educação (MEC), sem a necessidade de utilizar a nota do ENEM. 

Mais informações sobre o Processo Seletivo de Medicina 2026 estão disponíveis em: www.www.unifoa.edu.br 

As inscrições você faz acessando o link.

Estudantes e professores do curso de Odontologia do UniFOA participaram da 42ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Pesquisa Odontológica (SBPqO), realizada em São Paulo. Considerado o maior e mais importante evento de pesquisa odontológica do Brasil e da América Latina, o encontro reuniu milhares de participantes de diversas instituições nacionais e internacionais, promovendo um ambiente dinâmico de troca de experiências, atualização e inovação científica.

Ao todo, foram 18 trabalhos apresentados pelo UniFOA, envolvendo diferentes áreas da odontologia, desde cariologia até o estudo de materiais restauradores. Essa presença reforça a qualidade e a consistência da produção científica do curso, alinhada ao compromisso institucional de estimular o pensamento crítico, a inovação e a integração entre teoria e prática.

A SBPqO é a Divisão Brasileira da International Association for Dental, Oral, and Craniofacial Research (IADR) e tem como missão incentivar o crescimento e o avanço do conhecimento científico na odontologia. Em cada edição, o evento reúne mais de 4 mil participantes de todas as regiões do Brasil e do mundo, consolidando-se como referência na área.

Para Rosilea Hartung, coordenadora do curso de Odontologia do UniFOA, a participação dos alunos é uma oportunidade única de vivência acadêmica e científica:

“Esse é o maior evento de pesquisa da América Latina e está ligado a um circuito internacional de ciência. Todos os anos levamos nossos estudantes e professores, e é uma experiência transformadora. Eles têm contato com docentes de diversas instituições do Brasil e do exterior, participam de discussões de alto nível e se inserem em um ambiente que representa a essência da pesquisa odontológica.”

A estudante Rayssa Barbosa destacou a importância de vivenciar o evento pela segunda vez:

“Foi uma oportunidade incrível de estar inserida no universo da pesquisa, trocar experiências e apresentar meus trabalhos. Esse ano apresentei meu TCC, uma revisão de literatura sobre a bioquímica do fluoreto no processo de desmineralização e remineralização dental. Essa vivência me motivou ainda mais a seguir uma trajetória profissional baseada na ciência. Sem dúvidas, foi a melhor oportunidade que o UniFOA me proporcionou.”

Já Larissa Tavares, também estudante, reforçou o impacto acadêmico e pessoal:

“Participar da SBPqO por mais um ano foi uma experiência muito especial. Apresentei meu estudo sobre a comparação da rugosidade superficial de resinas compostas submetidas a desafio ácido, tema de grande relevância clínica. Esses momentos nos incentivam a pesquisar, desenvolver pensamento crítico e compartilhar conhecimento, fortalecendo nossa formação como futuros cirurgiões-dentistas.”

A participação expressiva do UniFOA na SBPqO reforça a identidade do curso de Odontologia como um espaço de estímulo à pesquisa e de formação integral.

Além de consolidar a presença da instituição no maior evento científico da área, a experiência contribui diretamente para o desenvolvimento acadêmico dos estudantes, que ampliam seus horizontes e fortalecem sua preparação para os desafios da prática profissional.

A 16ª Semana da Biologia do UniFOA reuniu estudantes, professores e representantes do ICMBio/IBAMA e INEA no Centro Histórico-Cultural para discutir os desafios e possibilidades da profissão referentes a Conservação da Biodiversidade. O encontro, que envolveu alunos dos cursos de Ciências Biológicas (Licenciatura e Bacharelado com ênfase em Biotecnologia), destacou a importância da consolidação do perfil do biólogo observador, crítico, ético e inovador, comprometido com a produção de conhecimento, a transformação social e a responsabilidade socioambiental. 

Segundo o coordenador do curso de Ciências Biológicas, Dimitri Alves, a programação foi construída de forma colaborativa, ouvindo atlética, diretório acadêmico e estudantes, além do Núcleo Docente Estruturante (NDE). 

“A Semana da Biologia é pensada meses antes, trazendo temas que consideramos essenciais para o desenvolvimento técnico-científico, humanístico e pessoal dos nossos alunos. Buscamos contemplar as diversas áreas em que o biólogo pode atuar, com ênfase em competências que fortaleçam a postura crítica, ética e proativa”, explicou. 

Um dos pontos centrais da edição deste ano foi a discussão da Resolução nº 700/2024 do Conselho Federal de Biologia, que regulamenta as áreas do Conhecimento, das Atividades Profissionais e das Áreas de Atuação do Biólogo no Brasil. A norma atualizou e detalhou os campos de atuação, incorporando a Educação como uma das quatro grandes áreas, ao lado de Meio Ambiente e Biodiversidade, Saúde, e Biotecnologia e Produção Industrial. Para Dimitri Alves, trata-se de um avanço importante: 

“A Resolução amplia a percepção dos nossos alunos quanto às possibilidades de atuação profissional, potencializando a empregabilidade. Além disso, contribui para consolidar o reconhecimento da sociedade sobre a relevância do biólogo.” 

A programação contou com mesa-redonda sobre Conservação da Biodiversidade, oficinas práticas e atividades voltadas tanto à Licenciatura quanto ao Bacharelado. Além das oficinas técnicas em áreas como imunoinformática, ecologia de paisagem e biotecnologia, os estudantes também participaram de atividades voltadas para a empregabilidade, como treinamentos sobre postura em entrevistas de emprego e uso estratégico do LinkedIn. 

“Nos preocupamos em oferecer não só capacitação técnico-científica, mas também ferramentas para que nossos estudantes estejam preparados para o mercado e para o estágio”, destacou o coordenador. 

As oficinas temáticas aproximaram os estudantes dos desafios reais da profissão e da pesquisa científica. Para Rosane Oliva Seabra, aluna do 2º período, as experiências práticas foram fundamentais. 

“Estou muito feliz de estar aqui no UniFOA, porque é uma universidade em que conseguimos colocar a mão na massa. Na Oficina de Xaxim, por exemplo, aprendi sobre sua importância ecológica e os desafios da preservação. Descobri coisas que nunca imaginei sobre como a natureza nos oferece soluções incríveis e a necessidade de preservarmos o que temos. Foi enriquecedor”, relatou. 

Com uma programação diversificada e conectada às demandas atuais, a 16ª Semana da Biologia reforça como o UniFOA se preocupa em formar profissionais tecnicamente capacitados, sensíveis às questões socioambientais e preparados para atuar de forma criativa e empreendedora na construção de sociedades mais sustentáveis. 

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Apesar de proibidos no Brasil pela Anvisa desde 2009, os cigarros eletrônicos, também conhecidos como vapes ou pods, têm ganhado popularidade, sobretudo entre adolescentes e jovens adultos. A legislação vigente proíbe a comercialização, importação, fabricação, propaganda e transporte desses dispositivos e seus acessórios, mas a facilidade de acesso, principalmente pela internet, tem contribuído para o crescimento preocupante do uso. 

Para se ter uma ideia, o número de usuários desses dispositivos cresceu 600% nos últimos seis anos, alcançando quase 3 milhões de consumidores com idades entre 18 e 64 anos. 

Estudos já indicam que o uso de vapes entre adolescentes pode ser até cinco vezes maior do que o de cigarros tradicionais. Atraídos por sabores adocicados e pela falsa percepção de que esses dispositivos são menos nocivos, muitos jovens acabam se tornando dependentes rapidamente, como explica o pneumologista e professor do curso de Medicina do UniFOA, Dr. Gilmar Zonzin. 

“A velocidade com que o cigarro eletrônico gera dependência nicotínica é muito maior do que a do cigarro convencional. Os jovens se tornam dependentes com muita facilidade e enfrentam enorme dificuldade para abandonar o uso”, alerta o especialista. 

O uso de cigarros eletrônicos também já foi diretamente associado a casos graves de lesões pulmonares, como a EVALI (lesão pulmonar associada ao uso de produtos de cigarro eletrônico), que pode provocar insuficiência respiratória aguda, exigindo internação em UTI, uso de respiradores artificiais e, em alguns casos, levando à morte. 

“É como uma roleta-russa: não se sabe quem, quando e com qual dispositivo alguém pode desenvolver um quadro pulmonar agudo gravíssimo. A associação entre vapes e essas lesões já é amplamente comprovada”, destaca o pneumologista. 

Dr. Gilmar também chama atenção para os efeitos ainda desconhecidos a longo prazo, sobretudo entre adolescentes. Ainda que o tempo de uso seja relativamente recente em comparação ao cigarro convencional, já existem evidências do impacto negativo sobre os sistemas respiratório e cardiovascular. 

“Inicialmente se pensava que o cigarro eletrônico poderia ser inofensivo, mas essa ideia já caiu por terra. Os dispositivos estão associados à dependência severa, à ansiedade e a uma série de prejuízos à saúde”, explica. 

Outro ponto preocupante é o marketing agressivo voltado ao público jovem. Muitos acabam usando os vapes para se sentir parte de um grupo ou parecerem “modernos” e “descolados”, mas acabam aprisionados a um vício difícil de abandonar. 

“Há jovens que, depois de um tempo, percebem o quanto estão presos ao uso do dispositivo. Muitos até querem parar, mas não conseguem. Criaram uma dependência brutal”, afirma Dr. Gilmar. 

Sobre os sintomas associados ao uso dos cigarros eletrônicos, o médico destaca que a percepção da dependência, como a dificuldade em ficar sem usar o dispositivo, já é um sinal de alerta. Tosse persistente, cansaço, perda de rendimento físico e falta de ar também podem indicar comprometimento pulmonar. 

“Nosso maior desafio hoje é libertar essas pessoas da dependência. Estamos diante de um problema de saúde pública que movimenta fortunas e envolve interesses econômicos poderosos. Precisamos de ações firmes dos órgãos reguladores para conter esse avanço.” 

Enquanto o debate sobre regulamentação e fiscalização continua, a orientação dos especialistas é clara: não existe uso seguro de cigarro eletrônico. A falsa sensação de segurança pode ter consequências irreversíveis. Informação, conscientização e educação são as principais ferramentas para proteger as novas gerações dessa ameaça silenciosa.

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