
Publicitária formada pelo UniFOA, Louyse Gerardo lança, nesta quinta-feira (08), às 19 horas no Auditório William Monachesi, o filme “O bloco da latinha” para cerca de 140 alunos e professores do Colégio Marizinha Felix, de Três Poços.
Louyse é doutoranda em Ciências da Comunicação, mestre em Comunicação, Arte e Cultura e pós-graduada em Discurso Fotográfico.
O filme apresenta valores como a amizade, companheirismo, responsabilidade social, busca pela tradição e produção de cultura.
Para os estudantes de Jornalismo, Publicidade e Propaganda e para alunos de outros cursos do UniFOA, o evento vale cinco horas de atividade complementar.
O Dia Mundial de Prevenção do Suicídio, no próximo sábado (10), será marcado no Centro Universitário de Volta Redonda - UniFOA por um bate-papo com o jornalista André Trigueiro. O encontro, gratuito e aberto ao público, terá como tema “A arte de seguir em frente: força, coragem e fé” e acontecerá no Auditório William Monachesi, no Campus Olezio Galotti, em Três Poços, às 10 horas.
Há 23 anos engajado na causa de prevenção ao suicídio, Trigueiro já esteve no UniFOA, em 2019, para abordar sobre o assunto e retorna ao local, a convite da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa) da FOA, e com a colaboração da empreendedora social Zenaide Rocha, em uma data emblemática do Setembro Amarelo – o mês dedicado à campanha de valorização à vida.

Após a palestra, o jornalista fará uma sessão de autógrafos também no auditório, onde quatro livros de André Trigueiro estarão à venda: “Viver é a melhor opção”, “A força do um”, “Espiritismo e Ecologia” e “Cidades e Soluções: Como construir uma sociedade sustentável”, título homônimo ao programa de TV que ele apresenta pela GloboNews.
Em entrevista prévia ao evento, que receberá público de Volta Redonda e região, o palestrante conta sobre seu comprometimento com a causa, como trabalha o assunto, ressalta a importância do envolvimento na prevenção do suicídio em um contexto geral, principalmente em relação ao acolhimento.
Venho fazendo isso desde 1999. Meu trabalho como jornalista e comunicador é tentar traduzir os saberes e conhecimentos dos especialistas na área da saúde que se debruçam sobre o fenômeno do suicídio. Há muita informação relevante que remete à prevenção do suicídio. Portanto, a experiência da gente com esse trabalho revela que informação pode fazer a diferença para pessoas que estão fragilizadas psíquica ou emocionalmente e principalmente às pessoas que dão assistência, convivem, conhecem alguém que esteja vivenciando uma crise e que essa crise eventualmente abre espaço para a ideação suicida.
É uma palestra aberta a todos os seguimentos, todas as faixas de público, de diferentes credos, diferentes visões de mundo. Eu não tenho, portanto, nenhuma pretensão de segmentar a abordagem desse assunto para um nicho, um recorte, um segmento. Todos são bem-vindos. Eu espero que as informações compartilhadas sejam de alguma maneira úteis a quem estiver presente.
Toda escola, toda universidade tem uma importância estratégica, especialmente em momentos de crise. São faróis na neblina, sinalizando rumo e perspectiva, em termos ideais, portanto, o espaço do saber e do conhecimento deve apontar um caminho, deve usar os recursos para ajudar o maior número possível de pessoas. Pressão faz parte da vida, todos nós experimentamos ao longo da existência diferentes citações de pressão.
A pressão e o estresse não são necessariamente negativos. Por vezes, a gente precisa entender que um determinado gênero de estresse ou determinada situação em que nos sintamos pressionados, embora não seja confortável num primeiro momento, tem uma função positiva. É como colesterol, tem o bom e o ruim. Portanto, existem as situações de pressão e estresse que são a nosso favor, não são contra nós. Agora, tudo em demasia, tudo em exagero, gera um desequilíbrio. Portanto, a pressão ou estresse exagerados causam distúrbios, causam anomalias e isso não favorece a nossa saúde, o nosso equilíbrio e serenidade.
Então, a gente precisa, sim, em qualquer circunstância, em qualquer lugar, em qualquer tempo, estar muito atento ao momento. Como nós estamos, que fatores eventualmente nos predispõem a um desalento, a um desânimo, a uma afobação, eventualmente uma ansiedade, uma angústia. Nós podemos atenuar o impacto de fatores que são hostis ao nosso psiquismo a partir da consciência. E podemos reconhecer que por vezes não reunimos sozinhos a força, as melhores condições, para reagir a esses fatores hostis. É quando a gente deve procurar ajuda especializada, sem hesitar, sem medo, pelo contrário: dando graças de vivermos em um tempo em que isso é possível.
Os profissionais de saúde são os verdadeiros heróis da pandemia, suportaram inúmeras pressões, antes da vacinação, principalmente. Foram privados do conforto da família, ficaram expostos a riscos importantes, muitos partiram durante a pandemia, outros ficaram de alguma forma sequelados pelas condições, em boa parte dos casos, impróprias para o melhor desempenho profissional. Então, a gente precisa reconhecer o valor dos enfermeiros, dos médicos, dos funcionários das redes hospitalares pública e privada. É um exército, um contingente numeroso de pessoas, as quais devemos uma profunda gratidão. E são seres humanos como nós. Eles cuidam da gente nos momentos difíceis. A pergunta é: quem cuida deles? A gente precisa ter essa noção. O respeito e o acolhimento a esses profissionais.
O público pode esperar um trabalho que não tem outra pretensão ou objetivo além de levar informação que seja útil para consciência do problema do suicídio, enquanto caso de saúde pública no Brasil e no mundo, o entendimento de que o suicídio é prevenível, a necessidade de todos nós nos entendermos como agentes de saúde informais, o conhecimento nos dá essa condição, a informação pode salvar vidas e eu espero apenas repassar essa informação adiante. O que cada um vai fazer com a informação é assunto de cada um, a minha parte é essa. Eu fui buscar informação onde ela foi elaborada, investigada, cientificamente produzida, seguindo os protocolos na área do conhecimento científico, na área da psicologia, psiquiatria, suicidologia, relatórios da Organização Mundial da Saúde, da Organização Pan-Americana da Saúde, do Ministério da Saúde. Eu sou jornalista, a minha função é comunicar informações de utilidade pública. E é o que eu estou fazendo, espero apenas ser útil.
É a minha função. Nenhum de nós é uma ilha, eu estou inserido numa comunidade. E cada um de nós deveria se sentir parte integrante de algo maior, uma célula inserida num tecido aonde cada parte desse tecido está interligada com as outras. Nós somos seres interligados, interdependentes, interagimos o tempo todo. Então, estou cumprindo minha função de comunicador, de jornalista, sou espírita cristão, tenho essa visão da importância da vida, da existência que tem um propósito, tem um significado, a gente não veio ao mundo por obra do acaso, sorte ou azar, eu não acredito nisso. Sinceramente entendo que a vida tem um significado, um sentido, um propósito. E que o suicídio, de fato, não traz a rigor mudanças para melhor na realidade de quem deliberadamente se lança na direção do autoextermínio. Então, em resumo, me parece todos deveríamos nos sentir comprometidos com essa nobre causa da vida, da saúde e do equilíbrio. A gente deve fazer isso por uma questão de princípios, de ética, de valores. É o que me move, é o que me faz estar no Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio em Volta Redonda, mais uma vez.

Uma cartilha de prevenção a infecções sexualmente transmissíveis em gestantes, feita através do projeto “Pode ser Bonito Nascer no SUS” foi lançada nesta sexta-feira (02), na Maternidade do Hospital São João Batista, localizada no bairro São Geraldo, em Volta Redonda.
A ideia da criação da cartilha nasceu a partir da solicitação dos idealizadores do projeto “Pode Ser Bonito Nascer no SUS”, dos médicos ginecologistas e obstetras no Hospital São João Batista Débora Shalaguti, Mariana Marinho e Arthur Vilela, este último também professor de Medicina no UniFOA, para atender o público das UBSF. A cartilha é um material de apoio às gestantes, com orientações sobre o tratamento e prevenção de Sífilis e AIDS, além de instruções sobre nutrição, enfermagem e odontologia.
Por orientação da professora Patrícia Rocha, docente responsável pela disciplina de Projetos Integrados do curso de Design, os alunos dos cursos de Enfermagem, Nutrição e Odontologia foram convidados a colaborar com o projeto, sob a orientação de suas respectivas professoras, Paula Balbi (Nutrição), Paula Chagas (Odontologa) e Márcia Canavez (Enfermagem). Ao todo, 155 alunos participaram do projeto.
Os estudantes da Nutrição elaboraram conteúdo sobre orientação para as gestantes portadoras de Sífilis e AIDS atendidas nas UBSF quanto à alimentação adequada para essas patologias. Já os alunos da Odontologia fizeram esclarecimentos das manifestações na cavidade oral das gestantes e tratamentos pertinentes e como as doenças podem afetar o feto em relação ao desenvolvimento dos dentes. A Enfermagem gerou material de apoio em relação à prevenção das doenças e diagnóstico.
Patrícia explica que os alunos do curso de Design partiram do conceito de que uma cartilha elaborada com os princípios do Design poderia despertar o interesse pela leitura. “É importante proporcionar às gestantes atendidas no projeto, informações sobre métodos, prevenção e diagnóstico de Sífilis e AIDS, através de uma linguagem gráfica ilustrada e diagramação leve, para despertar a vontade da leitura”, analisou na professora.

Para ter acesso à cartilha, basta acessar o QR Code exposto em cartazes em todas as UBSFs e no Hospital São João Batista. Não haverá uma versão impressa da cartilha.
“O resultado da cartilha, além de útil para as nossas pacientes, foi incrível. O cuidado com os detalhes, as ilustrações e o conteúdo estão perfeitos”, afirmou satisfeito o Dr Arthur Vilela.
O Projeto tem como objetivo e meta de Ação de Extensão na Formação do Estudante, proporcionar aos alunos a formação e o desenvolvimento de habilidades, crescimento profissional e pessoal, conhecer novas práticas, trocas de experiências, obter visão crítica sobre a realidade e as desigualdades da sociedade e trabalho em equipe. Ter consciência de que ações de extensão proporcionam formação e um currículo diferenciado, qualificando o conhecimento científico e popular, promovendo a transformação social.
Reilaine da Silva Oliveira, 32 anos, grávida de oito meses diz que achou a ideia da cartilha muito importante: “Porque a gente fica com dúvida, medo, quando a gente vê os casos que acontecem. E ver a cartilha pelo celular através do QR Code também é muito importante, facilita muito”.
O aluno Samuel Jordão de Freitas Maia, do 4º período de Design gostou bastante da experiência de participar do projeto: “Participar foi bastante interessante, pois consegui desenvolver minhas habilidades em diagramação e ao mesmo tempo aprendi um pouco mais sobre a nossa própria saúde”. Sensivelmente na formação acadêmica dos estudantes
“O projeto impacta sensivelmente na formação acadêmica dos estudantes, oportunizando vivências e situações que não seriam possíveis apenas em discussões teóricas em sala de aula, tornando-os mais críticos acerca da realidade e dos contextos locais, mais atuantes e participativos. E promovem a formação interdisciplinar, proporcionando um currículo diferenciado, qualificando o conhecimento científico e popular”, finaliza a professora Patrícia Rocha.
Clique Aqui para acessar a Cartilha.
As fotos são de Cris Oliveira - PMVR

Apresentação de dança
Um talk show marcou, nesta quinta-feira (01/09), no Auditório William Monachesi a XXIV edição do Encontro de Professores e Alunos de Educação Física (EPAEF), evento que acontece a cada dois anos no Centro Universitário de Volta Redonda, campus Três Poços, cujo público alvo são os estudantes recém-chegados à instituição. O título do evento foi Empregabilidade em Educação Física: Profissionais de sucesso. O evento coincidiu com a celebração pelo Dia Nacional do Profissional de Educação Física (Lei Federal nº 9696 em 1998).
Estiveram presentes o assessor da presidência da FOA, Márcio Lins; o pró-reitor de Educação a Distância e Tecnologias de Ensino do UniFOA, professor mestre Rafael Teixeira dos Santos; Rose Vilela, professora e secretária municipal de Esporte e Lazer de Volta Redonda e professor mestre Paulo Celso Magalhães, ex-Coordenador dos cursos de Educação Física do UniFOA.
“O encontro se justifica pela busca no encantamento dos discentes pelo curso e pela profissão, através do contato deste discente com egressos que, formados em diferentes momentos dos últimos 50 anos, conseguiram atingir o sucesso na profissão atuando em diversos vieses profissionais dentro da área", explicou o coordenador do curso, professor Silvio Vilela.

Estudantes
O EPAEF reuniu profissionais da Educação Física, egressos do UniFOA, que atuam em escolas, academias, como personal training, gestores, empresários e acadêmicos, incluindo os que estão atuando na área da saúde, cujo nicho tem se mostrado excelente e ainda pouco explorado. Três apresentações musicais feitas por estudantes da Educação Física, sob o comando dos professores Beatriz Rennó Chaves e Cláudio Delunardo serviram para animar ainda mais a plateia já entusiasmada.
O talk show aconteceu sob o comando do professor Rodolfo Silva e reuniu sete profissionais da área, de diversos nichos, que também estavam no palco, contaram suas experiências e responderam perguntas dos estudantes, mediadas pelo professor doutor Cláudio Delunardo Severino, que também esteve responsável pela apresentação do evento e números musicais. A exceção foi o ex-professor do UniFOA Helton de Sá, cuja participação aconteceu de forma remota, diretamente de Viçosa (MG). Os demais profissionais que participaram de forma presencial foram: Aline Malta, Carolina Magalhães, Fabrício Carvalho, Denilson Aparecido, Pedro Hermano e Igor de Souza.

Os egressos Fabrício Carvalho, Denilson Aparecido, Pedro Hermano e Igor de Souza.
Um destes profissionais, Aline Malta é gestora de pessoas em uma academia em Volta Redonda e contou um pouco de sua experiência: “Hoje estou completando um ano no cargo. Eu comecei no estágio e resolvi colar com os melhores da academia, comprei serviços deles pra saber como trabalhavam, fazia mais do que me pediam, entregava mais do que esperavam e ficava mais tempo do que o básico do estágio. Neste processo eu recebi muita ajuda, empréstimos de livros, orientações, dei todas as aulas coletivas e isso me ajudou muito a descobrir o que eu gostava e o que não gostava. E descobri que adorava organizar coisas e resolver problemas. Gostava de organizar as aulas, providenciar o espaço, o horário e informar os professores. Então minha dica para os estagiários é: não faça um estágio apenas pela remuneração ou pelas horas que tem que entregar na faculdade. Faça com o coração, faça enxergando o futuro”, ela explica.

As egressas Aline Malta (à esquerda) e Carolina Magalhães
Confira outras fotos do evento:





Um convênio assinado entre o UniFOA e o Banco Cooperativo do Brasil (Sicoob) vai dar oportunidade para que os estudantes ou futuros universitários tenham chance de estudar sem pesar no bolso. Esse é o Faça Acontecer, um programa de crédito estudantil com contrato de financiamento que vale tanto para um período (semestre) ou vários, quanto para toda a duração da graduação.
O estudante interessado deve entrar no link do programa, fazer o cadastro e, em seguida, uma simulação do financiamento do curso. É preciso que haja ao menos um avalista, cuja renda mínima é disponibilizada no site.
Confira algumas vantagens do convênio:
- Todo o processo é online;
- Possibilidade de contratação a qualquer hora;
- O dobro do tempo do curso para pagar.
O assessor da Superintendência Geral da FOA, Sandro Aliani, acredita que o Faça Acontecer pode ser a tão sonhada viabilização da faculdade:
“O financiamento estudantil é mais uma oportunidade que o UniFOA oferece aos seus alunos em parceria com o Banco Sicoob, a fim de viabilizar o diploma de curso superior para quem tem renda insuficiente no momento para custear seus estudos. Sendo assim, o financiamento pode ser a solução para que o estudante não abra mão do sonho de fazer o curso desejado”, incentiva.
Todas as informações e o passo a passo para fazer o cadastro podem ser conferidos no site: https://facaacontecer.sicoobes.com.br/.

A maior honraria do município de Volta Redonda foi concedida ao presidente da Fundação Oswaldo Aranha (FOA), Eduardo Prado, na última terça-feira, dia 30, na Câmara Municipal. Por indicação do vereador Edson Quinto, Eduardo recebeu a Medalha Getúlio Vargas do Mérito Legislativo, e compôs a mesa da sessão solene.
A homenagem é realizada anualmente pelos parlamentares, que concedem a medalha a pessoas ou instituições que contribuem, com destaque, para uma sociedade melhor e mais justa. E foi pela atuação à frente da FOA, cujo desenvolvimento na formação de novos profissionais e atendimento à população tem se evidenciado cada vez mais, que Eduardo Prado foi uma entre as 26 personalidades contempladas na noite.
“Esse reconhecimento máximo é pela nossa mais simples obrigação, dedicação e trabalho, em favor da nossa amada Volta Redonda”. Após a entrega das medalhas, o presidente da instituição foi um dos escolhidos para discursar em agradecimento, em representação aos demais homenageados.
“A vida sem o reconhecimento do outro não se completa. Nossas conquistas se apoiam na participação da nossa família, amigos e companheiros de jornada, que passaram por muitas dores, deixaram um pouco de si em cada um de nós”, expressou Prado.
O evento solene atraiu grande público ao plenário, composto, inclusive, por funcionários, professores e familiares de Eduardo, que o prestigiaram em mais um momento de reconhecimento. Durante o discurso, o presidente ainda ressaltou a relevância de ser homenageado: “A maior honra que uma pessoa pode receber pelas mãos do nosso povo é a Medalha Getúlio Vargas. Podemos dizer que agora entramos para o livro de história da nossa querida Volta Redonda”, considerou o presidente da FOA.
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Uns minutos de fuga do caos da vida corrida, um tempo para você. Imagine dentro do seu meio de trabalho, poder se permitir relaxar?! Dedicado à prática do bem-estar e autoconhecimento, a Comissão de Prevenção Interna de Acidentes (Cipa) da FOA deu início a um projeto inovador para a instituição. Instantes de yoga serão guiados pela professora Izabel Mota na próxima sexta-feira, dia 2 de setembro.
O encontro acontecerá quinzenalmente às 12h25, na sala de dança do curso de Educação Física, no Campus Universitário Olezio Galotti, em Três Poços. A aula é aberta a funcionários e alunos e promete não passar de 20 minutos. “Poucos minutos que poderão proporcionar horas de trabalho mais proveitosas e eficientes, além de melhorar a sua vida como um todo”, explica a presidente da Cipa, Maria Aparecida Maia. “Tempo é uma grandeza relativa. O importante não é a quantidade e sim a qualidade na entrega ao propósito”, complementa Izabel.
Segundo a professora, a proposta é um momento de conexão entre corpo, mente e espírito. “Eu chamo de Yogaterapia. A prática da Yoga permite uma reconexão com a nossa verdadeira essência”.
- Precisamos de momentos como esse para a melhora da qualidade de vida. A mente não está acostumada a se concentrar. Alcançamos isso com a prática mesmo - comenta a professora, que confessou já ter solicitações para aumentar a frequência dos encontros. “Tem gente que já quer três vezes na semana!”, brinca. Quem sabe a demanda não chega a alcançar o pedido?!

Uma iniciativa dos professores e alunos do curso de Odontologia do UniFOA pretende trazer de volta o sorriso no rosto de moradores em situação de rua de Barra Mansa. Para se ter uma ideia, no Brasil, pelo menos 26.447 pessoas foram morar nas ruas em 2022. Essa população saltou de 158.191 em dezembro de 2021, para 184.638 no mês passado. Os dados foram retirados do CadÚnico, banco de dados do governo federal que é alimentado pelas prefeituras.
O projeto capitaneado pelas professoras Rosiléa Hartung, coordenadora do curso, e Alice Feres, surgiu a partir do trabalho voluntário em que ambas participam com o grupo “De mãos dadas”. A ação oferece assistência, atendimento básico e grátis aos moradores nas clínicas integradas do curso, no Campus Olezio Galotti, em Três Poços.
“O projeto ‘De mãos dadas’ oferece vários tipos de serviço à população em situação de rua, desde entrega de almoços, ações como entrega de material de higiene bucal, roupa, cobertor, entre outros. É um projeto muito além de só entregar comida. Eles muitas vezes querem apenas serem ouvidos e conversar”, contou Alice.
A partir daí, as professoras tiveram a iniciativa de criar um projeto de pesquisa para fazer um levantamento sobre a qualidade de vida, saúde bucal e de que maneira isso impacta na vida dos moradores. Atualmente, é feito um levantamento epidemiológico pela equipe do projeto, e uma pesquisa com perguntas básicas como “o que sua saúde bucal impacta na sua vida?”, entre outras.
“Para mim foi uma alegria e satisfação, porque eu consegui juntar uma coisa que é pessoal, juntamente com o trabalho: poder ajudar as pessoas e a quem mais precisa”, disse Alice.
Nesse primeiro momento, são atendidas três pessoas que chegam à clínica da instituição em um carro cedido pela prefeitura de Barra Mansa e recebem todos os cuidados dos estudantes do curso com a supervisão dos professores. E conforme os atendimentos forem se encerrando, a ideia é a de que outros moradores sejam contemplados pelo projeto.
“Eu fui conversar com o presidente da FOA, Eduardo Prado, sobre a inciativa, esse projeto e a possibilidade de isenção nas taxas da clínica, e imediatamente ele concordou em isentar as taxas. É uma oportunidade ímpar estarmos oferecendo esse serviço, porque isso é responsabilidade social, e esse é um dos papéis do Centro Universitário”, comentou a coordenadora do curso, Rosiléa Hartung.

Além do trabalho de resgate ao bem-estar e o auxílio na reinserção dos indivíduos na sociedade e mercado de trabalho, também estimula a cidadania nos alunos, pois é um papel fundamental na formação dos novos profissionais.
“Falar de odontologia humanizada é muito óbvio, pois você é um ser humano cuidando de um igual. Quanto mais realidades diferentes nós acompanharmos e observarmos e tentarmos mudar, melhor nos tornamos, como pessoa e profissionais”, observou Laura Damato, que cursa o 6º período.

A aluna do 10º período, Bárbara Siqueira enxerga esse trabalho como uma missão muito grande, pois está desenvolvendo seu papel quanto profissional e devolvendo a autoestima a quem mais precisa. “Eu tenho certeza que qualquer outro paciente que eu for atender agora, irei atender com outros olhos, com ainda mais sensibilidade e uma atenção maior”, disse.
Muitas pessoas se confundem na hora de falar, pois ambas palavras são tidas como sinônimos, mas possuem algumas diferenças. “Morador de rua”, estamos falando de pessoas que vieram a viver nas ruas por diversos motivos. É um termo com mais peso, pois é como se a residência permanente desse indivíduo fosse a rua. Já “pessoa em situação de rua”, é uma forma mais temporária, pois são pessoas que dormem em praças, debaixo de viadutos, mas durante o dia vão para outros lugares.

No último sábado, dia 27, o UniFOA +Social atraiu grande público à Praça Brasil, na Vila Santa Cecília. No local, mais de mil pessoas foram atendidas pelos serviços e atividades oferecidos gratuitamente pela Fundação Oswaldo Aranha (FOA) e pelo Centro Universitário de Volta Redonda – UniFOA, em parceria com a Prefeitura Municipal de Volta Redonda.
Com ampla programação para todas as idades, o evento aconteceu das 9h às 14 horas e contou com a participação de mais de 200 estudantes da instituição, que junto a professores estiveram à frente das ações em atendimento ao público. Foram diversas atividades de lazer, atrações musicais, além de orientações jurídicas, de saúde, sobre mercado de trabalho, produções de currículos e cartões de visita, além de doações.
- Nessa oportunidade, nossos estudantes vivenciaram a FOA, com a ação social nos atendimentos gratuitos ao público, e o UniFOA, colocando em prática os conhecimentos da graduação. Esse é o nosso DNA – ressaltou o presidente da FOA, Eduardo Prado.
Os alunos que participaram voluntariamente do UniFOA +Social ficaram felizes justamente com esse momento de integração, como confirmou Caio Pires de Oliveira, que cursa o 4º ano de licenciatura em Educação Física.
- Além da experiência que a gente ganha como aluno, como docente a experiência dobra. Para nós é importante essa junção do social com a nossa formação, traz um valor a mais para nossa graduação. E acho que ajuda bastante no nosso ser. A população veio em peso, e as crianças se divertiram bastante com a gente. É uma vivência essencial, foi muito bacana – expressou o futuro professor, que auxiliou nas atividades de esporte e recreação.
O prefeito de Volta Redonda, Antônio Francisco Neto, também marcou presença no UniFOA +Social e aproveitou o evento para tomar a 4ª dose da vacina contra a Covid-19. Ao lado do presidente da FOA, visitou as tendas e prestigiou a apresentação da Banda e do Coral Municipal de Volta Redonda.
Já conhecedora da qualidade dos atendimentos oferecidos pela FOA, Vanda Albeirice da Rocha, moradora do bairro Ponte Alta, aproveitou o evento para fazer o currículo e obter informações nutricionais.
- Fiquei sabendo do UniFOA +Social por uma amiga e depois vi nas redes sociais. Já participei de atendimento odontológico, consultas, já conheço os serviços da FOA e são muito bons. Já quero saber da próxima ação – declarou Vanda.
A música não parou em nenhum momento com DJ Pedro Oliveira, Figurótico (banda) e Neném Jhonny. Ainda rolou desfile dos "Aumigos do UniFOA" e o encerramento ficou por conta da Bateria Tarja Preta do curso de Medicina.
O evento foi destaque nos telejornais da TV Rio Sul, ao vivo no RJTV 1ª edição, e também na noite de sábado, no RJTV 2ª edição.
























































































O novo laboratório da Federação das Industrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), o FabLab, inaugurado na última quinta-feira (25/08), na unidade do bairro Aero Clube, recebeu a visita do pró-reitor de Planejamento e Desenvolvimento, Max Damas, acompanhado de seu assessor, o professor Alessandro Orofino e Bruno Gambarato, pró-reitor de Pós-graduação e Pesquisa, além do assessor da presidência da FOA, Márcio Lins. O FabLab é um laboratório para inovação e criação de protótipos que visam soluções para a indústria e a comunidade.
Alunos e empresários poderão colocar em prática seus projetos, materializar o que aprenderam - criar peças, produtos, soluções para os desafios da indústria, que naturalmente trarão benefícios à toda a sociedade.

No mesmo dia foi lançado o Canteiro Escola da Firjan/Senai Volta Redonda, um ambiente prático de educação profissional que oferta a qualificação de alunos da instituição.
Atentos aos cenários futuros da educação, a visita serviu para a observação e alinhamento de uma educação voltada para práticas aplicáveis, que visam a melhor formação possível do aluno para o mercado de trabalho, como explica o pró-reitor Max Damas: “Essa troca de experiências e análises de projetos integrados e interligados em engenharia e tecnologia, observando modernas técnicas de oficinas maker e prototipagem é importante para nós, da Educação e para a Firjan, que também trabalha na aplicação dos projetos”.
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