Com o propósito de motivar o empreendedorismo e inovação na Região Sul Fluminense, o Inova San é um dos programas educacionais mais respeitados do país. Fundado em 2019 pelo Instituto Nissan, a ação propõe temáticas a universidades e escolas com assuntos relacionados à tecnologia, colaboração e conteúdo. Nesta 3ª edição, a transmissão será pelo canal do YouTube do Inova San.
A primeira fase do programa, titulada Sparking Festival, aconteceu entre os meses de setembro e outubro. Nesta etapa os inscritos participaram de eventos que ajudaram na definição e desenvolvimento de seus projetos, palestras e sessões de bate papos. Na segunda fase, Feeding, os participantes realizarão a trilha de modelagem de negócios e contam com a orientação personalizada para os projetos escolhidos. Este trecho acontece entre os meses de outubro e dezembro. Por último, a fase Growth, no ano de 2022, os vencedores dos 3 grupos, sendo um de cada categoria (Mulheres & Inovação, Meio Ambiente e Mobilidade Inteligente), receberão como prêmio todo suporte para desenvolverem seus projetos, além do curso de extensão para aprimorar seus conhecimentos.
Segundo o professor Alexis Aragão, o estudante precisa aprender a desenvolver projetos, mas também a fortalecer a iniciativa de metodologia mais adequada ao mercado de trabalho, perfil empreendedor, além das habilidades como altruísmo, liderança, gestão e comunicação.
Segunda fase (Feeding)
Dois grupos de estudantes da instituição foram classificados para a segunda fase do programa. A equipe é composta por alunos dos cursos de Design, Publicidade e Propaganda e Jornalismo. Um dos projetos chama-se “Mapi”, onde os acadêmicos Lucas Guedes, Paula Machado, Gabrielle Moraes, Juliana Souza e Leonardo Castilho arquitetaram uma forma mais segura para que as pessoas pudessem se locomover de um ponto a outro da cidade.
O professor do curso de Design, Marcos Kazuiti mentor do projeto, diz que a ideia se trata de inclusão de inovação social que tende a crescer, pois os processos de metodologia estão chegando às comunidades, impactando os microcosmos que não eram atingidos e que são mais carentes se tratando de segurança, principalmente no Rio de Janeiro e algumas localidades de Volta Redonda e Barra Mansa. “A violência é algo sistêmico de resolver, mas pequenas atitudes podem fazer com que tenhamos um vetor regional. A relevância do projeto é a capacidade de usar a mundo digital para impactar no assessoramento nas comunidades”, disse Kazuiti.
O segundo grupo, cujo nome do projeto é “Líder Las”, das alunas Gabrielle Matos e Bruna Brito focam no desenvolvimento e espaço igualitário das mulheres no mercado de trabalho. Bruna diz que escolheram esse tema pois perceberam que na região Sul Fluminense há muitas empresas e a maior parte composta por funcionários homens e com isso acaba tendo uma desigualdade de gênero muito grande. Sobre a mentoria feita também pelo professor Marcos Kazuiti, o projeto das alunas destaca-se por entender a importância da inclusão feminina, que por sua vez, teve por bastante tempo um protagonismo invisível por conta do sistema machista imposto.
Por Ana Bonifácio - Estagiária de Comunicação
Representantes do UniFOA e da Biosolvit assinaram, neste mês de novembro um termo de colaboração para a realização de pesquisa e desenvolvimento nas instalações na universidade. Wagner Martins, biólogo e egresso do UniFOA e co-fundador da empresa desenvolveu um produto natural, a partir de resíduos vegetais, capaz de absorver petróleo e derivados. Essa pesquisa resultou no que hoje é o Absorvedor Natural Bioblue Ecofast, reconhecido como o mais eficiente do mundo pelo Instituto Cedre, da França. A parceria sela definitivamente uma história de sucesso e que certamente irá inspirar outros futuros profissionais:
“Estamos fazendo algo completamente novo no ambiente universitário valorizando muito a pesquisa cientifica junto a uma empresa que nasceu dentro do UniFOA e está ganhando o mundo, então isso está além da curva e está num modelo internacional da apropriação da produção científica”, declarou Eduardo Prado, presidente do UniFOA.
“Esse pontapé que demos hoje de poder apoiar outros alunos é fabuloso, é deixar um legado para as próximas gerações. É um orgulho. Meu sonho sempre foi atuar na área da Biotecnologia e o UniFOA foi a primeira universidade privada a ter Biotecnologia ligada à Biologia. Para nós isso foi muito importante. Além de eu ter a possibilidade de criar algo junto à minha orientadora que trabalhava aqui na época, Daniela Molinari e posteriormente, conseguir criar a Biosolvit.
Scale Up brasileira de biotecnologia aplicada ao desenvolvimento de novos materiais, fundada em 2014, a Biosolvit é a desenvolvedora do Absorvedor de petróleo e derivados 100% natural, mais eficiente e econômico que todos os concorrentes de mercado, cuja principal característica é a possibilidade de recuperação e reaproveitamento do material absorvido.
“Como eu era estudante do curso de Ciências Biológicas, precisava fazer estágio então fiz em uma empresa que trabalhava com materiais de contenção e absorção de óleo, foi quando eu conheci esse mundo. Só que todo absorvedor profissional até aquele momento, era derivado do próprio petróleo. O que o mundo faz hoje é uma retrocontaminação. Quando a gente cria um produto natural para fazer isso, que devolve o óleo depois de absorvido, a gente faz um material de ciclo fechado, que sempre foi a ideia que avaliamos nesses anos de pesquisa no UniFOA. Criamos um produto que faz bem para o meio ambiente, além dele ter uma maior capacidade de absorção, ele não contamina o meio, como os absorvedores de nível sintético que têm hoje no mercado”.
Em visita à universidade, Ana Catarina, diretora de produtos e inovação da Biosolvit, se impressionou com a estrutura, equipamentos e os laboratórios onde serão desenvolvidos os processos e pesquisas.
“Realmente tudo muito bem montado, não se compara a nenhuma universidade pública ao qual eu já passei e o que mais me impressionou e me deixou mais feliz de estar aqui hoje é a flexibilidade e a questão de pensar o novo. Em uma universidade pública isso não é fácil e aqui a gente conseguiu um campo fértil então isso fará toda a diferença.”
Guilhermo Queiroz, diretor executivo da Biosolvit fez questão de frisar a confiança na parceria e a liberdade de ideias que os alunos têm:
“A universidade (UniFOA) deu liberdade, deixou o fluxo acontecer e é justamente essa atitude de deixar com que os alunos determinem para onde eles querem levar suas tecnologias é que vai fazer a transformação que a gente espera, porque um aluno que é dono da sua tecnologia, que constrói através daquela tecnologia a presença dentro de uma companhia como o Wagner, que hoje é sócio da Biosolvit, é aquele que é dono do próprio destino, é o que não vai embora, o que não vende sua tecnologia para uma grande multinacional e que não aceita 50 mil dólares para pagar pela pesquisa. Aqui estamos gerando divisa para o nosso país e fazendo as coisas acontecerem. Isso é biocolaboração.
O Banco Santander em parceria com o Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) prorrogou para 30 de novembro as inscrições para o Programa de Bolsas do Santander Metodologias Ativas - Edição 2021.
O programa disponibiliza para os professores, coordenadores e gestores cursos de capacitação em Metodologias Ativas oferecidos pela Secretaria de Modalidades Especializadas de Educação (Semesp), na modalidade de Ensino a Distância.
Serão oferecidas duas bolsas de estudos. Cada uma delas terá um total de 5 cursos em Problem Based-Learning, Peer Instruction, Flipped (PBL). As inscrições devem ser realizadas pelo site. Confira o edital.
O que são Metodologias Ativas?
Nesse método, os estudantes são instigados a participar das aulas e atividades, ou seja, não ficam como meros ouvintes do professor que escreve na lousa ou exibe slides. Também chamado de aprendizagem ativa, esse modelo propõe que os conteúdos sejam vivenciados, partindo da premissa de que o estudante é o protagonista do processo de construção do saber e o professor, o mediador.
Nessa interação os conceitos são compartilhados e o aluno ganha autonomia, o que favorece o pensamento crítico e a autonomia em tomada de decisões e resolução de problemas. Além disso, o uso de tecnologias, que fazem parte do universo dessa geração de estudantes, é muito bem-vindo nessa forma de ensino-aprendizagem. Conheça o PBL no Podcast Papo de Educador.
Por Yngrid Marcate - Estagiária da Comunicação.
O Conselho de Ligas Acadêmicas promove, nos dias 11 e 12 de novembro, mais uma edição do Congresso de Medicina, evento anual em parceria com uma Liga Acadêmica, junto aos professores da instituição. O tema desta edição é o Cuidado Integral ao Paciente Crítico.
Devido ao cenário pandêmico, o evento será realizado de forma on-line e contará com duas palestras de abertura, transmitidas simultaneamente. O acesso às demais palestras estará disponível por uma semana.
Na semana anterior ao Congresso haverá o pré-congresso, organizado junto à equipe do projeto de extensão Jogos Semiológicos do curso de Medicina. As ligas acadêmicas de todo o Brasil que se inscreveram para participar da Batalha de Ligas Acadêmicas estarão concorrendo a prêmios e obterão certificado de participação.
Para a professora do curso de Medicina do UniFOA, Sônia Moreira, discutir o assunto eleito é essencial neste período. “Na realidade pandêmica em que vivemos, esse cuidado ao paciente crítico mostra-se muito mais relevante, exatamente pela complexidade com que muitos de nós nos deparamos diante do adoecimento pela Covid19. Esse cenário é propício para as ações de cuidado”, disse a professora.
O Egresso do curso de Medicina Antônio Guilherme, será um dos palestrantes e irá dissertar sobre os erros e acertos frente à Covid-19. Em entrevista, ele falou: “Já participei do evento enquanto estudante e fui organizador de alguns congressos na época em que estava no UniFOA. É uma experiência maravilhosa para todo acadêmico do curso de Medicina. Espero passar um pouco da minha visão enquanto residente de Infectologia e futuro infectologista, quanto às questões da pandemia no que diz respeito ao manejo de pacientes”, relatou Antônio.
Caroline Magalhães, estudante de medicina e membro da comissão organizadora do Congresso desde a edição anterior, relatou: “Fazer parte do evento atuando na comissão é um desafio, principalmente desde a última edição, onde tivemos que adaptar o modelo do Congresso, que acontecia de forma presencial. O nosso objetivo é que a experiência do ouvinte se equipare, ou até mesmo supere a experiência de uma participação presencial. A expectativa é que o público tenha uma experiência enriquecedora e amplie ainda mais o conhecimento dentro da Medicina Intensiva”, contou Caroline.
Por Yngrid Marcate - Estagiária da Comunicação.
Com palestras, minicursos, roda de conversas com egressos e muito aprendizado, o evento contou com uma programação variada e pensada especialmente para o aluno do UniFOA, o professor e toda a comunidade que se interessa por informação, comunicação e mercado de trabalho. A abertura aconteceu com Isabel Ramalho, coordenadora de conteúdo digital do canal GNT e líder de criação de audiovisual e multiplataforma e gestão de pessoas.
O coordenador do curso de Publicidade e Propaganda, Douglas Gonçalves, falou sobre a importância do projeto. “Tivemos a oportunidade de falar sobre diversos temas e conteúdos, além de trazer profissionais de fora da instituição para compartilhar conhecimentos, buscamos nos aproximar dos nossos egressos que estão fazendo sucesso no mercado de trabalho. O curso está com 14 anos e segue promovendo diversos eventos”.
No segundo dia aconteceu o bate papo com egressos de jornalismo e publicidade e propaganda. Sexta-feira aconteceram minicursos importantes pro pessoal da área.
Angélica Arieira, coordenadora do curso de Jornalismo, diz que todos os anos há uma preocupação em trazer profissionais, professores e cursos que enriqueçam a formação do aluno. “O cenário da comunicação, do jornalismo é altamente mutável e buscamos acompanhar estas transformações. A participação do nosso aluno é extremamente importante, pois o mesmo tem a chance de perceber as variadas formas de atuação de sua profissão e participar das discussões que envolvem o cenário do jornalismo”, explicou.
O encerramento acontece no sábado (dia 06), com duas feras da comunicação: Maurício Bastos, apresentador do Jornal Band News Rio Terceira Edição e o Podcast Dois e Felipe Piris, líder do VIPy no T. Group, que lançou um aplicativo e falou sobre isso durante a palestra.
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Formada em Engenharia ambiental pelo UniFOA, Isvilaine da Silva é ativista por justiça climática, racial e de gênero. Atualmente, é articuladora do Engajamundo compondo o time lobby. Mediante suas atividades, terá a oportunidade de se reunir com líderes de 196 países em Glasgow, na Escócia, entre os dias 1º e 12 de novembro para a 26ª Conferência sobre Mudanças Climáticas da ONU (COP26).
O Engajamundo é uma organização liderada por jovens que acreditam na sua responsabilidade como parte fundamental da solução para enfrentar os maiores desafios socioambientais do Brasil e do mundo. A organização atua como um canal para a participação efetiva da juventude em decisões importantes que afetam seu presente e futuro, relacionadas às temáticas de mudanças climáticas, cidades sustentáveis, biodiversidade, gênero e desenvolvimento sustentável. Sua missão é conscientizar os jovens brasileiros de que mudando a si mesmos, se engajando em sua comunidade e politicamente, eles podem transformar suas realidades.
Composta por 13 jovens entre 18 e 27 anos de quatro regiões do Brasil a delegação do Engajamundo foi selecionada por meio de um longo processo de democracia profunda, envolvendo os voluntários que fazem parte da comunidade do Engaja. Os principais pontos de escolha dos jovens foram a diversidade e a representatividade, balanço de gênero e histórico de trabalho com o tema de mudanças climáticas. Ao todo, o time é formado em sua maioria por pessoas negras e indígenas das regiões norte e nordeste, além de representação de Pessoa com Deficiência (PcD) e LGBTQIA+ em sua composição.
Para viabilizar a participação no evento, a delegação estipulou a meta de R$30.000, visando garantir custos mínimos de hospedagem durante as duas semanas de Conferência.
Segundo a egressa, o que se espera é que sejam negociadas ações para limitar as mudanças climáticas e seus efeitos, que já estão impactando a vida, segurança e saúde de pessoas de todo o mundo: “discutir sobre clima é discutir o nosso futuro e do nosso planeta, estou muito feliz de poder estar no maior espaço de tomada de decisão representando a juventude brasileira, levando nossas pautas e pedindo mais ambição dos nossos governantes. Não podemos esperar até 2050 para zerar a emissão de CO2. Precisamos de ação climática agora e para todos”, declarou a egressa.
A Pro-Reitora de Extensão Ana Carolina Callegario, relata a satisfação de ter uma egressa da instituição representando o país em um evento de tamanha importância mundial. “Trabalhamos para que nosso curso desperte no aluno o desejo de ir além das suas capacidades, de modo a fazê-lo pensar em seu potencial para propor mudança eficientes que vão além das fronteiras nacionais. Certamente o exemplo da Isvilaine reforça esse nosso compromisso”, disse Ana Carolina
Por Jeniffer Marcato -Estagiária da Comunicação.
Inscritos no XV Colóquio Técnico-Científico do UniFOA, estudantes do ensino médio, profissionais e pesquisadores de todo o país apresentaram projetos inovadores de pesquisa técnico-científica. O evento aconteceu nos dias 29 e 30 e contou com palestras, minicursos e oficinas em diversas áreas de conhecimento.
Cinco trabalhos foram premiados, sendo estes: Assédio sexual no esporte – uma realidade para muitos atletas de alta performance; Desenvolvimento do sistema automatizado utilizando o processo de soldagem MIG para realização de brasagem; Interceptação de anomalias dentárias em crianças com síndrome de down: relato de caso; Embriogame: sistema cardiovascular e serius games no processo de ensino aprendizagem e o quinto trabalho, Entrevista familiar assertiva para captação de órgãos e tecidos: site como lócus de formação profissional.
A abertura da palestra foi com o professor Dr. Sérgio A. S. Camargo Jr. (COPPE/UFRJ). Este ano o tema foi Ciência, tecnologia e inovação no Brasil: situação atual e perspectivas, que abordou a transdisciplinaridade entre a ciência, a tecnologia e a inovação.
Os trabalhos foram submetidos seguindo as normas estabelecidas pela Comissão Organizadora do evento e avaliados pelo Comitê Científico, que indicou o modelo de apresentação do trabalho. As apresentações, realizadas por meio da plataforma Microsoft Teams, abrangeram as áreas de Ciências Biológicas; da Saúde e de Exatas; Engenharias e Tecnologias; Ciências Humanas e Sociais Aplicadas; Educação, Ensino e Aprendizagem; Medicina e Produtos e Inovação.
No segundo dia, o acervo virtual da carreira acadêmica brasileira foi a discussão inicial.
O Colóquio é um encontro científico realizado pela Pró-reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação do UniFOA, que visa promover uma troca de ideias e conhecimentos entre os participantes e discursadores, além de estimular e divulgar a pesquisa científica da instituição e da região Sul-fluminense e compartilhar ideias e conhecimento entre os participantes do evento.
“Neste ano recebemos o trabalho do aluno Matheus Torres, do ensino médio. O Colóquio é uma oportunidade muito interessante para que os estudantes tenham os primeiros contatos com a atividade científica, os laboratórios e com o ambiente universitário, colocando em prática tudo o que aprendem no colégio”, contou o professor de Engenharias e orientador de pesquisa do UniFOA, Emanuel Santos, idealizador de um protótipo de robô-submarino para aplicações oceanográficas junto ao estudante. Matheus é um dos contemplados pelo Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica – Ensino Médio (PIBIC-EM) pelo UniFOA, que, por meio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), distribui bolsas de pesquisa a estudantes do ensino médio da rede pública de ensino.
Por Yngrid Marcate - Estagiária da Comunicação
O mercado de trabalho para os jovens está cada vez mais disputado. Pensando nisso, O UniFOA e a Secretaria Municipal de Ação Comunitária (SMAC) de Volta Redonda celebraram um acordo de cooperação para auxiliar jovens na procura por vagas de emprego.
O Secretário Municipal da SMAC, Munir Neto e a Diretora do Departamento de Proteção Social Básica, Rosane Marques de Carvalho estiveram reunidos com a Superintendente Executiva e representante da FOA, Josiane Sampaio, na última semana. Também compareceram o Pró-reitor de Pesquisa e Pós-graduação do UniFOA, professor Bruno Gambarato e a Coordenadora do Programa de Pós-graduação do UniFOA, professora Daniele Archanjo.
A parceria tem por objetivo promover oficinas de desenvolvimento pessoal e profissional aos moradores de Volta Redonda acima de 18 anos, que buscam a inserção no mercado de trabalho. Entre os planos do projeto estão instruções para elaboração de currículos; simulações de entrevistas de emprego e dicas de postura profissional nas redes sociais.
Professores do UniFOA atuarão no projeto para a elaboração de currículos e orientações para entrevistas, que será realizado em unidades do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) definidos pela SMAC, entre os dias 22 e 26 de novembro. Na sequência, do dia 29 de novembro a 3 de dezembro, o evento seguirá no Campus José Vinciprova do UniFOA, na Vila Santa Cecília, onde as pessoas serão orientadas para a criação de um perfil na rede social LinkedIn e para a elaboração de um plano de ação, visando a reinserção no mercado de trabalho.
“Um plano como este tem uma importância enorme, porque além de estimular as pessoas e desenvolvê-las profissionalmente, temos a possibilidade de prepará-las para a inserção no mercado de trabalho, contribuindo com o aumento da empregabilidade na cidade”, relatou a professora Daniele Archanjo.

Por Yngrid Marcate - Estagiária da Comunicação
Por meio de ação interprofissional, os cursos de Jornalismo, Enfermagem e Publicidade e Propaganda foram vencedores do concurso elaborado pelo Ministério da Saúde (MS) e a Organização Pan-Americana da Saúde/ Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) para o chamamento de produções de materiais radiofônicos de prevenção da sífilis.
Com o podcast Saúde e Ciência, o UniFOA entra para um seleto grupo de seis instituições privadas e federais do país vencedoras do chamamento público para a campanha. Ao todo, participaram da ação 18 estados, 51 municípios e 41 instituições de ensino superior. Os vencedores foram anunciados na Semana Nacional de Enfrentamento à Sífilis e à Sífilis Congênita que aconteceu entre os dias 19 e 20 de outubro.
Os trabalhos serão divulgados nas plataformas digitais do Ministério da Saúde e da Organização Pan-Americana de Saúde / Organização Mundial de Saúde, bem como em rádios públicas, universitárias, web rádios e rádios comunitárias, de alcance nacional, estadual e municipal.
A avaliação dos trabalhos, aconteceu ao longo dos primeiros meses de 2020 e contou com profissionais de diversas instituições renomadas do país. Dentre elas, a Rádio Nacional de Brasília (EBC - Empresa Brasileira de Comunicação), Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Conselho Nacional de Saúde (CNS), Associação Brasileira de Rádio e Televisão (ABERT), a Associação Brasileira de Rádios Comunitárias (Abraço), a Rede de Pró-Reitores de Extensão das Universidades Federais e a Rede da Universidade Aberta do SUS (UNA-SUS).
Segundo o Pró-Reitor Acadêmico do UniFOA, professor Luciano Marins o trabalho elaborado na instituição é uma comprovação de excelência no ensino. Ainda de acordo com ele, projetos que envolvam metodologias ativas e a interprofissionalidade são fundamentais para o desenvolvimento profissional. “É muito importante para os estudantes ter contato com as disciplinas curriculares, mas também em projetos nas áreas de ensino, pesquisa e extensão. Dessa forma, desde o primeiro momento o acadêmico estará conectado e engajado com as atividades. Além disso, com a aplicação do trabalho o aluno desenvolverá as hard e soft skills, relevantes para o perfil do futuro profissional”, disse o Pró-Reitor Acadêmico.
O coordenador do Curso de Publicidade e Propaganda e professor do Curso de Jornalismo, Douglas Gonçalves destaca que o rádio e a educomunicação possuem relevância no processo de divulgação de informações para a sociedade. Para o professor, se todos tivessem o contato com a ciência teríamos outro cenário no país. “O surgimento do rádio na década de 20 está alinhado com o meio educacional. Divulgar ciência para a sociedade é um dos papeis dos comunicadores, pois é por meio dela possuímos o conhecimento”, explicou Douglas Gonçalves.
No 4°ano do curso de Jornalismo, Matheus Azevedo ressalta a relevância da comunicação em projetos ligados área da saúde. “A comunicação possui papel fundamental em informar a população sobre os fatos relevantes. As ferramentas comunicacionais podem e devem ser utilizadas para o bem da sociedade, como no caso da prevenção da sífilis”, pontuou o acadêmico.
O material radiofônico da campanha foi produzido no laboratório da Rádio UniFOA, espaço extensionista e de produções de conteúdos informativos e educacionais. Estudantes, professores e funcionários podem participar deste espaço para veiculação de ideias e ações.
Participantes do projeto:
Professores Alexis Aragão Douglas Gonçalves (curso de Publicidade e Propaganda e Jornalismo); Matheus Azevedo (Estudante do 4° ano de Jornalismo); Thalles Figueiredo e Larissa de Paula (Egressos do curso de Publicidade e Propaganda); professora Renata Martins (Curso de Enfermagem) e Flávia Selvati e Lohany Ferreira (Egressas do curso de Enfermagem).

Professores e estudantes participantes do projeto - Foto registrada antes da pandemia
Contribuindo para a escolha profissional dos futuros universitários, o UniFOA foi convidado para participar da 18ª edição da Expouni, no Colégio Salesiano, em Resende. Durante a tarde de quarta-feira, 27, os cursos de Odontologia, Medicina e Publicidade e Propaganda explicaram e apresentaram atividades teórico-práticas para os estudantes do 8º ao 3º ano do Ensino Médio.
Respeitando os protocolos de biossegurança recomendados pelo Ministério da Saúde, o evento é uma oportunidade que os alunos dispõem de conhecerem o ambiente universitário e as possibilidades de atuação nas áreas de Ciências Biológicas e da Saúde, Ciências de Tecnologia e Engenharias e Ciências Humanas e Sociais Aplicadas.
Os cursos do UniFOA foram divididos em horários para as apresentações. O primeiro curso a ministrar a exposição foi Medicina com o professor Rodrigo Freitas e os estudantes Carina Lopes e Bernardo Lourenço. A atividade esteve relacionada com a história da profissão, como funciona o curso e um quiz. Na sequência, o curso de Odontologia apresentou uma palestra sobre harmonização facial e um quiz de conhecimentos sobre área. O curso foi representado pelas professoras Alice Melo e Cristiane Carvalho e os estudantes Igor Souza, Sara Aguiar e Fernando Santos. Encerrando a tarde, o curso de Publicidade e Propaganda através da professora Clarisse Netto apresentou as possibilidades de atuação na área e uma dinâmica para a criação de campanhas publicitárias.

“O objetivo da dinâmica foi apresentar o curso e mercado de trabalho para os profissionais da área, compreendendo o papel do publicitário no mundo da comunicação. Ao final da explicação, foi proposta uma atividade prática aos estudantes para a criação de um comercial para as redes sociais com auxílio de aplicativos digitais convencendo o internauta a cursar publicidade”, declarou a professora Clarisse Netto.

Segundo a Orientadora Educacional do Colégio Salesiano, Vânia Noronha, a Expouni apresenta a vida universitária para os estudantes fazendo com que as dúvidas sobre as áreas de atuação sejam esclarecidas. Para isso, foram convidadas instituições de ensino superior. “Escolhemos o UniFOA para participar do evento, pois é uma instituição mencionada pelos estudantes, pela qualidade e referência na região. Temos alunos que já possuem interesse em cursar algum curso do Centro Universitário. Para nós do Salesiano é uma diretriz que temos no colégio”, revelou Vânia Noronha.
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