Aprender a utilizar um equipamento no laboratório, discutir uma dúvida com o professor, desenvolver um projeto em grupo, participar de uma atividade com a comunidade ou entrar em contato com situações próximas daquelas que serão encontradas na profissão: parte da formação universitária acontece justamente nesses encontros que não se limitam ao conteúdo apresentado em sala de aula ou a tela do computador. 

No Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), a graduação presencial coloca o estudante em contato com diferentes experiências ao longo do curso. A sala de aula e os laboratórios são um desses espaços, mas não os únicos. Projetos de extensão, visitas técnicas, atividades práticas, eventos acadêmicos e ações desenvolvidas em parceria com organizações e empresas também fazem parte da formação. 

Essa convivência permite que o conhecimento trabalhado em aula seja testado, questionado e aplicado em situações diferentes. Em vez de esperar o fim da graduação para se aproximar da profissão, o estudante passa a construir essa relação durante o próprio percurso acadêmico. 

Para o pró-reitor Acadêmico do UniFOA, Bruno Gambarato, essa combinação entre diferentes ambientes de aprendizagem é parte importante da experiência universitária. 

“A formação presencial cria oportunidades que vão além do conteúdo previsto em uma disciplina. O estudante aprende quando pergunta, quando experimenta, quando trabalha com outras pessoas e quando precisa aplicar o conhecimento diante de uma situação concreta. É essa combinação de experiências que ajuda a construir uma formação mais completa”, afirmou. 

A presença do professor também ganha outro significado nesse processo. O contato quase que diário abre espaço para perguntas, acompanhamento, orientação de trabalhos e discussões que surgem muitas vezes durante a própria atividade prática. É uma relação que permite ao estudante não apenas receber o conteúdo, mas conversar sobre ele e compreender como pode ser aplicado. 

A estrutura disponível no campus Olezio Galotti amplia essas possibilidades. A Cidade Universitária reúne cursos de diferentes áreas, laboratórios e espaços acadêmicos que permitem experiências dentro e fora da sala de aula, além do contato entre estudantes e profissionais de formações distintas. 

Esse princípio também está presente nos cursos semipresenciais oferecidos pela instituição. Neles, atividades realizadas em ambiente digital se combinam com encontros presenciais voltados às experiências previstas em cada formação. 

A proposta não é colocar o presencial e o digital em lados opostos, mas compreender que diferentes momentos da aprendizagem podem exigir recursos e formas de interação distintas. Nos cursos semipresenciais, os encontros no campus permitem que determinadas práticas, trocas e atividades ocorram em contato direto com professores, colegas e estruturas acadêmicas. 

“A tecnologia amplia as possibilidades de aprendizagem e oferece flexibilidade, mas existem experiências em que a presença tem um papel importante. Mesmo nos cursos semipresenciais, há momentos em que a prática, a troca com o professor e o convívio com outros estudantes fazem parte da construção daquele conhecimento”, destacou Bruno. 

Essa troca também aparece nos projetos desenvolvidos durante a graduação. Atividades de extensão levam estudantes para perto da comunidade, enquanto visitas, eventos e experiências com empresas ajudam a apresentar problemas e situações que fazem parte do mercado de trabalho. 

Ao longo desse percurso, conhecimentos técnicos passam a dividir espaço com outras competências que também serão exigidas depois da formação, como comunicação, autonomia, trabalho em equipe e capacidade de tomar decisões. 

“Quando falamos em formação universitária, não estamos falando apenas daquilo que o estudante precisa saber ao final do curso. Estamos falando também das experiências que ele vive, das relações que constrói e da forma como aprende a lidar com os desafios da profissão. A universidade é um espaço importante para que tudo isso aconteça”, destacou Bruno. 

Nesse percurso, os conhecimentos técnicos passam a dividir espaço com outras competências que também serão exigidas depois da formação, como comunicação, autonomia, trabalho em equipe e capacidade de tomar decisões. 

É nesse ponto que a experiência presencial deixa de significar simplesmente estar fisicamente na universidade. Presença também é participar, experimentar, perguntar, trabalhar com outras pessoas e aprender a lidar com situações concretas. 

Para quem está escolhendo uma graduação, olhar para a grade curricular é uma parte importante da decisão. Mas também vale entender como aquele conhecimento será vivido ao longo dos próximos anos. Afinal, a formação profissional não é construída apenas pelo que o estudante aprende. Ela também passa pelos lugares em que esteve, pelas experiências que acumulou e pelas pessoas com quem aprendeu durante o caminho. 

As inscrições para o Vestibular dos cursos de graduação do UniFOA estão abertas. Mais informações estão disponíveis em unifoa.edu.br. 

Brinquedos arrecadados por estudantes, professores e funcionários do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) ganharam um novo destino nesta quinta-feira, 8. As doações reunidas pela Escola de Gestão e Negócios (EGN) foram entregues à Secretaria Municipal de Assistência Social de Volta Redonda (SMAS) para serem destinadas a crianças em comemoração ao Dia das Crianças. 

A arrecadação mobilizou os cursos de Administração e Ciências Contábeis e integra o “EGN do Bem”, ação de extensão idealizada pelo professor Rodrigo da Costa Alves. 

A proposta aproxima a comunidade acadêmica de demandas da cidade por meio de atividades que estimulam participação e responsabilidade social. Nesta edição, a mobilização teve como foco a arrecadação de brinquedos que agora seguirão para distribuição pela rede de Assistência Social do município. 

Para Patricia Nunes, coordenadora dos cursos, o resultado foi construído pela participação coletiva de diferentes pessoas da instituição. 

“Minha gratidão à FOA, ao UniFOA e a todos os professores, estudantes e funcionários que contribuíram para essa realização. Que cada brinquedo entregue se transforme em um sorriso e que a solidariedade continue inspirando nossas ações”, afirmou. 

Além da destinação das doações, o EGN do Bem também coloca os estudantes em contato com uma dimensão da formação que ultrapassa os conteúdos trabalhados em sala de aula. A participação em ações de extensão permite observar necessidades da comunidade e compreender como diferentes áreas podem contribuir para iniciativas de impacto social. 

Formar um médico é um processo que exige tempo, atualização constante e contato com diferentes realidades da profissão. Desde 1968, quando foi criada como a primeira faculdade de Ciências Médicas do Sul Fluminense, o curso de Medicina do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) constrói uma trajetória voltada à formação de profissionais para diferentes áreas da saúde. Ao longo desse período, mais de 4.600 médicos foram formados pela instituição. 

Mais do que representar uma marca histórica, essa trajetória reúne experiências acumuladas por diferentes gerações de professores, estudantes e profissionais. Ao mesmo tempo em que preserva conhecimentos fundamentais à formação médica, o curso acompanha as transformações da ciência, da tecnologia e das próprias necessidades da sociedade. 

“Esse histórico, de mais de 50 anos formando médicos, todos bem colocados em sua profissão, revela que continuamos acertando ao longo dos anos com compromisso e uma formação de excelência e qualidade, ao mesmo tempo que vamos nos atualizando e incorporando novos conhecimentos e tecnologias”, afirma o coordenador do curso de Medicina, Luiz Antônio Neves. 

Experiência para acompanhar uma Medicina em transformação 

A Medicina passa por mudanças constantes. Novos conhecimentos científicos, tecnologias, métodos, diagnósticos e formas de cuidado surgem em um ritmo cada vez mais acelerado. Nesse cenário, a experiência acumulada por uma instituição de ensino também tem um papel importante: ajudar a identificar quais conhecimentos são fundamentais para a formação e como eles devem ser incorporados à prática profissional. 

Para Luiz Antônio, esse equilíbrio entre experiência e atualização é essencial para preparar o estudante para uma profissão que exige aprendizado contínuo. 

“Os conhecimentos, a ciência e a tecnologia se desenvolvem cada vez mais rápido. É necessário ter experiência acumulada no corpo de professores e na instituição para identificar o que deve ser aprendido, como aprender ao longo de toda a vida e o que é essencial para cuidar bem das pessoas”, explica. 

A proposta, portanto, não é escolher entre tradição e inovação, mas utilizar a experiência construída ao longo dos anos como base para acompanhar as transformações da área médica. 

A formação também é influenciada pela variedade de ambientes nos quais o estudante pode aprender. No UniFOA, a graduação está inserida em um ecossistema que reúne educação e saúde, com laboratórios, diferentes cenários de prática, hospitais e unidades de saúde. 

Essa integração permite que o conhecimento seja desenvolvido a partir de diferentes perspectivas e situações. O estudante pode vivenciar ambientes acadêmicos e, ao longo da formação, ampliar o contato com a realidade da assistência. 

“Ter um ecossistema de educação e saúde como tem o UniFOA faz toda a diferença, pois essa diversidade, calcada na realidade, com ensino, laboratórios diversos, hospitais e unidades de saúde permite uma formação com múltiplos olhares e vivência, o que aumenta muito a qualidade”, destaca o coordenador. 

Entre os espaços que fazem parte dessa estrutura está o Hospital da Fundação Oswaldo Aranha (H.FOA), hospital próprio da Fundação Oswaldo Aranha (FOA), que integra assistência e ensino. O estudante também conta com diferentes campos de prática e uma rede de instituições conveniadas, ampliando o contato com realidades distintas da área da saúde. 

Teoria e prática em diferentes cenários 

A experiência acumulada pela instituição também se reflete na maneira como o conhecimento é organizado durante a graduação. O currículo passa por atualizações para acompanhar as transformações da Medicina e as necessidades da sociedade, sem deixar de lado os fundamentos científicos e pedagógicos da formação. 

Ao mesmo tempo, os estudantes têm acesso a diferentes ambientes para desenvolver conhecimentos e habilidades, permitindo que o conteúdo teórico seja relacionado a situações concretas da prática profissional. 

“Temos um currículo que vai se ajustando com o evoluir do tempo e das necessidades, calcado na ciência e na boa prática educacional”, explica Luiz Antonio. 

Segundo o coordenador, essa integração também está relacionada à diversidade de campos de prática oferecidos aos estudantes. 

“Além de um ambiente adequado para absorção do conhecimento teórico, com professores de qualidade, temos uma grande diversidade de campos de prática, cenários e realidades diferentes que dão muita experiência do mundo real aos estudantes, resultando num equilíbrio importante para a profissão”, completa. 

Essa combinação entre trajetória e atualização também está presente no reconhecimento externo conquistado pela Medicina UniFOA. O curso recebeu, por três vezes consecutivas, o Selo de Qualidade SAEME-CFM, concedido pelo Sistema de Acreditação de Escolas Médicas do Conselho Federal de Medicina. 

A experiência, nesse contexto, não está apenas no tempo de existência do curso. Está também no conhecimento acumulado, na capacidade de adaptação e na construção de diferentes caminhos para preparar o estudante para a realidade da profissão. 

É uma trajetória que começou em 1968 e continua sendo construída a cada nova geração de médicos. 

Transformar uma necessidade identificada no ambiente de trabalho em uma solução aplicada à realidade dos serviços de saúde, é uma das propostas do Mestrado Profissional em Ensino em Ciências da Saúde e do Meio Ambiente (MECSMA) e que agora pode ser observada na prática por meio do trabalho desenvolvido pelo egresso Walas Oliveira. 

Psicólogo, especialista em Cuidados Paliativos e em Saúde Pública e da Família, Walas concluiu o mestrado pelo Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) desenvolvendo uma proposta de formação voltada à capacitação de profissionais de saúde em cuidados paliativos. Nos dias 4 e 25 de setembro, o projeto foi aplicado no Hospital da Fundação Oswaldo Aranha (H.FOA), por meio da Trilha Formativa Multiprofissional em Cuidados Paliativos. 

A proposta surgiu a partir de uma situação observada por Walas em seu contexto profissional. Durante sua atuação na área da saúde, ele identificou uma necessidade de formação entre os profissionais para lidar com questões relacionadas aos cuidados paliativos. A partir dessa percepção, o problema foi transformado em objeto de pesquisa durante o mestrado. 

“O curso foi desenvolvido a partir da minha dissertação de mestrado. É um curso de ensino em cuidados paliativos em nível multiprofissional, que estou trazendo para o H.FOA como uma possibilidade de treinar e capacitar a equipe para que possa oferecer um cuidado ainda melhor dentro da instituição”, explica Walas. 

Da identificação do problema à aplicação 

De acordo com a coordenadora do MECSMA, Bruna Casiraghi, a experiência representa uma das características centrais de um mestrado profissional: partir de problemas concretos encontrados no mundo do trabalho e buscar soluções fundamentadas em pesquisa. 

“O mestrado profissional tem como característica trabalhar um problema do mundo real, das condições que enfrentamos no trabalho, e buscar soluções para esse problema. O Walas faz exatamente isso”, destaca. 

Segundo Bruna, o desenvolvimento da proposta passou por diferentes etapas de pesquisa antes de chegar à aplicação. O trabalho incluiu análise documental e pesquisa de campo para verificar a existência da demanda e compreender as necessidades dos profissionais em relação aos cuidados paliativos. 

“A pesquisa mostrou que essa era uma demanda dos profissionais, que tinham menos conhecimento sobre o tema do que consideravam necessário. A partir disso, foi desenvolvido um produto de formação no formato de curso de curta duração, que era uma demanda tanto dos profissionais quanto das instituições”, explica a coordenadora. 

O produto educacional foi estruturado a partir de fundamentação teórica, pesquisa e avaliação por especialistas da área. A etapa de aplicação no H.FOA representa, portanto, um novo momento do projeto, permitindo observar sua utilização em um contexto real. 

“Ele passou por uma série de etapas anteriores que garantem que esse produto foi construído academicamente, a partir de pesquisa e fundamentação teórica. É um produto muito bem estruturado, validado, e agora entra em uma etapa de aplicação para que possamos medir, inclusive, sua aplicabilidade e efetividade na prática”, afirma Bruna. 

Conhecimento que ultrapassa a sala de aula 

Para a coordenadora, a trajetória de Walas durante o mestrado também demonstra como a formação profissional pode ampliar a atuação do estudante no campo acadêmico e profissional. 

“Walas foi um excelente orientando desde o começo. Ele é um profissional muito capacitado e muito apaixonado pelo trabalho dele. Durante o mestrado, evoluiu muito como pesquisador e hoje tem uma visão muito boa sobre pesquisa e sobre o que é necessário para desenvolvê-la”, ressalta. 

A aplicação da Trilha Formativa no H.FOA aproxima, assim, a produção acadêmica desenvolvida no MECSMA das necessidades encontradas nos serviços de saúde, mostrando como uma pesquisa pode ultrapassar os limites da universidade e chegar ao cotidiano profissional. 

Para Walas, a aplicação do projeto representa justamente essa possibilidade de colocar em prática o conhecimento construído ao longo do mestrado, contribuindo para a formação dos profissionais e para a qualificação do cuidado oferecido aos pacientes. 

Quatro em cada cinco colisões registradas em Volta Redonda envolvem motocicletas. As estimativas apresentadas pelo Corpo de Bombeiros indicam ainda que 2026 pode terminar com cerca de 709 ocorrências de colisões no município, crescimento de 13,4% em relação ao ano anterior. Os números ajudaram a colocar a prevenção no centro do 1º Workshop do 22º GBM/2026, realizado no Centro Histórico-Cultural Dauro Aragão, no campus Olezio Galotti, do UniFOA. 

Com o tema voltado à prevenção de acidentes automobilísticos envolvendo motocicletas, o encontro reuniu representantes do Corpo de Bombeiros, Secretaria Municipal de Transporte e Mobilidade Urbana, Guarda Municipal, Polícia Militar, SAMU, CMOP, motociclistas de resgate e integrantes de motoclubes. 

Segundo o comandante do 22º Grupamento de Bombeiro Militar, Anderson Cardoso, a ideia do workshop começou a ser discutida durante uma visita à instituição, a partir da preocupação com o crescimento das ocorrências no município. 

“Conversamos sobre essa estatística negativa crescente em Volta Redonda e entendemos que era necessário fazer um evento preventivo. A educação salva vidas. Em 2026 já são mais de 500 ocorrências e, quando olhamos para o estado, são quase 20 mil envolvendo motocicletas, entre quedas, colisões e outras situações. Precisamos contribuir de alguma forma para reduzir esses números”, afirmou. 

O levantamento apresentado durante o encontro também estima que uma em cada 150 pessoas possa sofrer um acidente rodoviário em Volta Redonda. Para o comandante, discutir o problema antes que ele se transforme em ocorrência é uma das formas de atuar sobre esse cenário. 

A aproximação com o UniFOA, segundo Anderson, também abre espaço para que a prevenção dialogue com pesquisa, formação e produção de conhecimento. 

“Esse tipo de estudo de inteligência operacional realizado pelo quartel tem muita relação com aquilo que a universidade desenvolve. Precisamos estreitar esses laços, aprender uns com os outros e somar forças para reduzir essas estatísticas”, destacou. 

A programação colocou no mesmo ambiente instituições que atuam em diferentes momentos da mobilidade urbana, desde a organização e fiscalização do trânsito até o atendimento às vítimas. 

A programação colocou no mesmo ambiente instituições que atuam em diferentes etapas da mobilidade urbana, da prevenção e organização do trânsito ao atendimento das ocorrências. 

Na perspectiva da extensão universitária, a participação do UniFOA também criou uma oportunidade de aproximar a formação acadêmica de uma situação concreta vivenciada no município. 

“Ter esse contato direto com o Corpo de Bombeiros, com a Guarda Municipal, com o SAMU e com todos os órgãos que participam desse projeto é importante porque nos permite atuar de forma benéfica para a comunidade e ainda possibilita aos nossos estudantes, principalmente os da área da Saúde, uma experiência prática e uma percepção da realidade local. Eles estão vivenciando uma situação concreta de Volta Redonda”, afirmou a pró-reitora de Extensão do UniFOA, Ana Carolina Callegario. 

Para Geane Citeli, diretora de Gestão de Processos da Secretaria de Transporte e Mobilidade Urbana de Volta Redonda, a articulação entre os órgãos tem ganhado espaço nas ações realizadas durante a Semana Nacional do Trânsito. 

“A parceria com o Corpo de Bombeiros teve uma repercussão muito positiva junto à população. A participação da FOA também amplia essa possibilidade de trabalho conjunto, e esperamos que outras ações possam surgir a partir dessa aproximação”, afirmou. 

Entre os participantes estavam ainda motociclistas dos grupos Águias de Cristo e Falcões de Aço, que levaram para a discussão a experiência de quem convive diariamente com os riscos sobre duas rodas. 

Presidente do motoclube Águias de Cristo, Markym Rangel lembrou a participação do grupo em uma simulação de acidente realizada anteriormente e o impacto provocado pela atividade. 

“Ali a gente percebeu como as pessoas começaram a entender a gravidade real de um acidente de moto. Essa conscientização é importante, principalmente para quem está começando e acha que pilotar uma motocicleta é algo simples. Existem regras, equipamentos de proteção e uma responsabilidade muito grande envolvida”, afirmou. 

Para Markym, a prevenção também passa por uma mudança de comportamento entre os próprios motociclistas. 

“Muita gente não dá a devida importância aos equipamentos ou às regras e é aí que os acidentes acontecem. Quem utiliza uma motocicleta, seja para trabalhar ou passear, precisa fazer isso com responsabilidade, pensando em ir e voltar para casa e para a família”, completou. 

Ao reunir quem pesquisa os dados, organiza o trânsito, atende às ocorrências e circula diariamente sobre duas rodas, o workshop colocou diferentes experiências diante do mesmo problema. Em um cenário no qual as motocicletas aparecem em grande parte das colisões registradas no município, a proposta é fazer com que a prevenção aconteça antes da sirene, do resgate e da chegada ao hospital. 

O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) sediou, no dia 26 de setembro, o I Simpósio de Gestão e Inovação em Saúde, evento que reuniu estudantes, professores e profissionais para discutir as transformações e os desafios do setor da saúde. A programação abordou temas como Inteligência Artificial, HealthTechs, biotecnologia, liderança, pesquisa e inovação tecnológica, aproximando diferentes áreas do conhecimento e incentivando a participação acadêmica na construção de novas perspectivas para a saúde. 

O simpósio foi promovido pelas ligas acadêmicas LAGEB (Liga Acadêmica de Genética Médica e Biotecnologia), LACMS (Liga Acadêmica de Clínica Médica e Semiologia) e LASMEP (Liga Acadêmica de Saúde Mental e Psiquiatria). A iniciativa contou com o apoio da presidência da Fundação Oswaldo Aranha (FOA) e reuniu estudantes de diferentes cursos da área da saúde. 

Para o presidente da FOA, Eduardo Prado, um dos destaques da iniciativa foi justamente a integração entre diferentes formações. Segundo ele, embora a organização tenha partido de estudantes de Medicina, a proposta ultrapassou os limites do curso e envolveu acadêmicos de outras áreas. 

“Não estão só os alunos do curso de Medicina. Os cursos de Enfermagem, Odontologia e da área da saúde como um todo entenderam essa proposta de inovar em saúde e contribuíram para a construção da programação e das discussões que aconteceram aqui”, destacou. 

A participação dos estudantes também foi ressaltada pelo vice-presidente da FOA e professor, Dr. Walter Luiz Fonseca. Para ele, a realização do simpósio pelas três ligas acadêmicas demonstra o envolvimento dos alunos com questões que ultrapassam a formação técnica e alcançam temas como gestão, tecnologia e ética. 

“Estamos com três grupos de estudantes que estão participando ativamente da preocupação com a gestão, com a tecnologia e com a ética”, afirmou. 

Além do conteúdo técnico, o evento proporcionou aos acadêmicos uma experiência prática de organização, liderança e trabalho em equipe. Para Thaíssa Gomes, integrante das ligas, participar da organização de uma iniciativa como essa contribui para o desenvolvimento profissional ainda durante a graduação. 

“Para mim, como estudante, é muito importante participar desse tipo de evento, porque agrega à carreira e à formação acadêmica. É uma preparação para o futuro, seja na organização de um evento, no trabalho em equipe, na liderança ou na possibilidade de fazer networking com professores, palestrantes e patrocinadores”, relatou. 

A relação entre saúde e gestão também foi um dos pontos destacados pelos estudantes. A compreensão de que a atuação profissional na área da saúde envolve, cada vez mais, conhecimentos relacionados à gestão amplia a formação oferecida durante a graduação. 

“Eu nunca imaginei que entraria na faculdade e falaria sobre gestão. O que tem a ver Medicina com gestão? Hoje, as duas áreas estão muito ligadas. Poder aprender isso ainda na graduação, com profissionais que têm experiência em gestão, é muito importante”, acrescentou a estudante. 

A programação contou ainda com a participação de professores e profissionais convidados, que contribuíram para as discussões sobre inovação e os diferentes caminhos para a transformação da área da saúde. Thaíssa Gomes também pontua que a diversidade de participantes e a qualidade dos convidados reforçaram a proposta do simpósio como um espaço de aprendizado e troca de experiências. 

“Temos um grupo excelente de palestrantes, que contribuiu para as discussões ao longo do evento. A proposta é proporcionar um momento de aprendizado e troca para todos”, afirmou. 

Ao aproximar estudantes de diferentes cursos e colocar em debate temas que fazem parte das transformações atuais da saúde, o I Simpósio de Gestão e Inovação em Saúde reforçou a importância da formação acadêmica conectada às mudanças tecnológicas, científicas e de gestão que impactam a atuação dos profissionais. 

Entre a doação feita por uma mãe e o leite que chega a um recém-nascido existe um processo que envolve coleta, controle de qualidade, armazenamento, preparo, segurança e uma equipe especializada. Essa rotina foi apresentada aos estudantes da Liga de Enfermagem em Saúde da Mulher e da Criança do UniFOA, orientada pela professora Márcia Bastos, durante uma atividade sobre o trabalho desenvolvido pelo Banco de Leite Humano do Hospital São João Batista.  

 O encontro foi conduzido pelo enfermeiro André Luiz e aproximou os estudantes das diferentes etapas que garantem que o leite doado possa ser utilizado com segurança. Além dos aspectos técnicos, a conversa também abordou acolhimento às gestantes e puérperas, orientação durante a amamentação e o papel da equipe de Enfermagem na identificação precoce de dificuldades.  

 “Conversamos sobre a importância de acolher gestantes e puérperas, ouvir suas dúvidas e oferecer orientações práticas e apoio contínuo”, explicou André.  

 Segundo o enfermeiro, o trabalho realizado no Banco de Leite Humano se conecta diretamente à rede de apoio à amamentação.  

 “O enfermeiro tem um papel fundamental nesse processo, ajudando a construir confiança, identificando dificuldades precocemente e acompanhando cada mulher em sua experiência de amamentar. Também conseguimos mostrar a importância do Banco de Leite dentro dessa rede de cuidado, oferecendo apoio especializado às famílias e possibilitando que o leite doado chegue, com segurança, aos bebês que mais precisam”, destacou.  

 Para Samilly Alves Gonçalves, estudante do 4º período, a atividade ajudou a revelar uma estrutura que nem sempre é percebida por quem conhece o banco de leite apenas pelo nome.  

 “Quando falamos sobre um banco de leite, muitas vezes não conseguimos compreender totalmente a grandeza e a complexidade de todo o processo, desde a coleta, o armazenamento e o preparo até a chegada do leite ao recém-nascido que necessita dele”, afirmou.  

 A estudante também destacou a responsabilidade dos profissionais envolvidos em cada etapa.  

 “Foi uma experiência muito enriquecedora e uma oportunidade de conhecer de perto um trabalho tão importante para a saúde e para a vida de tantos recém-nascidos”, completou.  

 Ana Clara F. Rodrigues, do 10º período, ressaltou a importância de conhecer os procedimentos que garantem a qualidade do leite ofertado aos bebês.  

 “Achei muito interessante e esclarecedor conhecer todo o processo, desde a forma correta de coletar o leite até o controle de qualidade, armazenamento e distribuição”, contou.  

 Já Isabella Cristina, estudante do 6º período, chamou atenção para a relação entre técnica e acolhimento dentro desse trabalho.  

 “Pude entender que esse setor vai muito além das técnicas. Assim como elas, o acolhimento e o cuidado integral são extremamente importantes para que todo o processo aconteça”, afirmou.  

 Para Isabella, a apresentação também ajudou a compreender de forma mais concreta a atuação do enfermeiro dentro do Banco de Leite Humano.  

 “Conheci como é realizado o processo de coleta e classificação do leite ofertado pelas doadoras e pude perceber a importância do trabalho da Enfermagem nesse espaço. Foi um conteúdo muito rico para a nossa formação”, destacou.  

 Aproximar os estudantes dessa rotina, mostra que o cuidado com a amamentação envolve diferentes etapas e profissionais. Da orientação à mãe até a segurança do leite que será oferecido ao bebê, cada processo exige conhecimento técnico, escuta e responsabilidade.  

 “Fortalecer a amamentação é cuidar, ao mesmo tempo, de quem amamenta e de quem recebe esse alimento tão importante para a nutrição e o desenvolvimento”, completou André. 

Controlar a dor, lidar com infecções e definir corretamente o uso de medicamentos fazem parte da rotina do cirurgião-dentista. Foi a partir dessa necessidade prática que o UniFOA iniciou a primeira turma do curso de aperfeiçoamento da pós-graduação em Farmacologia Clínica na Odontologia, voltada ao aprofundamento de conhecimentos aplicáveis ao atendimento diário. 

Coordenado pelo professor Sérgio Lobo, o curso foi estruturado para trabalhar diferentes tópicos da farmacologia utilizados na prática odontológica, com uma abordagem direcionada às situações encontradas no consultório. 

“O curso foi motivado pela necessidade cada vez mais clara de que o cirurgião-dentista precisa de um arsenal farmacológico bem diversificado”, explicou Sérgio. 

Ao longo da formação, os alunos terão contato com conteúdos que vão da analgesia ao manejo farmacológico de infecções mais graves, buscando construir protocolos fundamentados e aplicáveis à prática clínica. 

“Todas as turmas irão aprender os principais tópicos da farmacologia, da analgesia às infecções graves do dia a dia do cirurgião-dentista. A proposta é oferecer um protocolo bem fundamentado e de grande aplicabilidade clínica”, afirmou. 

Para o coordenador, aprofundar o conhecimento farmacológico ajuda o profissional a tomar decisões mais seguras, mas não substitui o domínio técnico necessário para a realização dos procedimentos odontológicos. 

“Hoje, um cirurgião-dentista não se completa sem uma base farmacológica sólida. Mas nenhum protocolo farmacológico substitui a técnica adequada para executar os procedimentos. O cuidado também passa por evitar que o paciente enfrente situações trans e pós-operatórias que poderiam ser prevenidas”, destacou. 

A pós-graduação foi organizada em um formato concentrado, com encontros aos sábados, nos períodos da manhã e da tarde. Segundo Sérgio, a proposta é oferecer uma formação objetiva e compatível com a rotina dos profissionais. 

“É um curso rápido, dinâmico e direto ao ponto. A expectativa é ótima, inclusive porque teremos várias turmas ao longo do ano, sempre aos sábados, o que facilita a participação de professores e alunos”, contou. 

Rodrigo, aluno da primeira turma, buscou a formação como uma oportunidade de ampliar os conhecimentos adquiridos ao longo da trajetória profissional. 

“É uma oportunidade muito boa de aprender, me aperfeiçoar e evoluir cada vez mais na Odontologia”, afirmou. 

Para ele, o conteúdo discutido no curso também deve refletir diretamente na assistência oferecida aos pacientes. 

“Acredito que vai agregar muito conhecimento e prática, me deixando mais preparado para oferecer um atendimento cada vez melhor”, destacou. 

A escolha pelo UniFOA, segundo Rodrigo, também esteve relacionada à experiência que buscava para essa etapa da formação. 

“Escolhi o UniFOA pela qualidade do ensino e por confiar na instituição. Foi uma escolha que fez muito sentido para o que eu buscava profissionalmente. Estou muito satisfeito com o curso, com os professores e, principalmente, com todo o aprendizado que estou tendo”, completou. 

Esta pós-graduação amplia as possibilidades de formação continuada para cirurgiões-dentistas que desejam aprofundar um conhecimento presente diariamente no consultório. Entre prescrição, analgesia e manejo de infecções, a proposta é transformar farmacologia em uma ferramenta mais segura e consciente para a tomada de decisão clínica. 

Os interessados em participar da próxima turma já podem se programar: a previsão é que as aulas tenham início em 5 de dezembro. Para mais informações sobre o curso e inscrições, o contato com o coordenador pode ser feito pelo WhatsApp (24) 98817-8946.

Escolher uma graduação é também decidir que profissional se quer construir para o futuro. É a partir dessa perspectiva que o Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) lança sua campanha de Vestibular 2027 para os demais cursos de graduação, com slogan “Você escolhe o UniFOA, o mercado escolhe você”. 

A proposta da campanha parte da relação entre a escolha da instituição de ensino e a preparação para a vida profissional. Ao longo da graduação, o estudante encontra uma formação que busca aproximar conhecimento acadêmico, experiências práticas e as demandas do mercado de trabalho. 

Para 2027, o processo seletivo oferece oportunidades de ingresso em 17 cursos de graduação, nas modalidades presencial e semipresencial, com possibilidade de entrada no primeiro semestre. Entre as opções estão Administração, Ciências Contábeis, Design, Direito, Educação Física, Enfermagem, Engenharias Civil, de Computação, de Produção, Elétrica e Mecânica, Farmácia, Jornalismo, Odontologia, Psicologia e Publicidade e Propaganda. 

Duas formas de ingresso 

O candidato pode escolher entre duas formas de ingresso. Uma delas utiliza a nota da Prova de Redação do ENEM, considerando os resultados obtidos nas edições de 2015 a 2026. Para essa modalidade, o candidato deve indicar, no momento da inscrição, apenas uma edição do exame para utilização no processo seletivo. 

A outra opção é a Prova de Redação On-line, realizada integralmente pela internet. A avaliação tem duração máxima de duas horas e exige a produção de um texto de autoria própria, com mínimo de 1.000 e máximo de 2.000 caracteres. A prova vale 100 pontos e o candidato precisa alcançar pelo menos 20 pontos para não ser desclassificado. 

As duas formas de ingresso correspondem às vagas previstas nos editais do Processo Seletivo 2027. As inscrições são realizadas pelo Portal do Candidato do UniFOA, de acordo com os períodos e a disponibilidade de vagas estabelecidos nos editais complementares. 

Formação para além da sala de aula 

O UniFOA também reforça uma proposta de formação que busca colocar o estudante em contato com diferentes experiências acadêmicas ao longo da graduação. De acordo com os editais, os cursos podem utilizar metodologias ativas, tecnologias digitais de informação e comunicação e práticas integradoras, além de atividades como estágio supervisionado, atividades complementares, Trabalho de Conclusão de Curso e extensão curricularizada. 

É nesse contexto que o slogan “Você escolhe o UniFOA, o mercado escolhe você” ganha sentido: a escolha por uma graduação envolve não apenas o curso, mas também o ambiente e as experiências que fazem parte da formação profissional. 

O Vestibular UniFOA 2027 contempla cursos de diferentes áreas do conhecimento, permitindo que o candidato escolha a graduação de acordo com seus interesses e objetivos profissionais. As vagas são destinadas ao primeiro período dos cursos, com ingresso no primeiro ou no segundo semestre de 2027. 

As inscrições e demais informações sobre o Processo Seletivo 2027 estão disponíveis no Portal do Candidato do UniFOA. 

Inscreva-se: www.unifoa.edu.br/portaldocandidato  

Confira os editais e as condições do processo seletivo antes de realizar a inscrição. 

Edital nº 20-26 Processo Seletivo 2027 - ENEM Ref. 2027.1 e 2027.2
Edital nº 21-26 Processo Seletivo 2027 - Redação On-line Ref. 2027.1 e 2027.2
Edital Complementar nº 01-26 Referente ao Edital 20-26 Ref. 2027.1
Edital Complementar nº 01-26 Referente ao Edital 21-26 Ref. 2027.1

Pesquisa jurídica não precisa terminar em um artigo ou ficar restrita à sala de aula. No XI Simpósio de Pesquisa do Curso de Direito do UniFOA, ela apareceu em diferentes formatos: na apresentação de trabalhos acadêmicos, na argumentação de um júri simulado e até no lançamento de um livro nascido de uma trajetória de mestrado e doutorado. 

O evento reuniu estudantes, professores, pesquisadores e participantes externos em uma programação voltada à produção e à circulação do conhecimento jurídico. A proposta foi aproximar investigação acadêmica, formação profissional e discussões sobre temas relacionados aos direitos fundamentais, às políticas públicas e aos desafios contemporâneos do Direito. 

Segundo Alan Pançardes, coordenador do curso, o simpósio foi estruturado em diferentes momentos para que os alunos percebessem a pesquisa para além da produção escrita. 

“Primeiro temos a apresentação de trabalhos, com nossos alunos, estudantes de outras instituições e pesquisadores. Depois, esses trabalhos também podem gerar publicação nos anais do evento. Temos ainda o júri simulado e encerramos com uma palestra. É um evento que proporciona ao aluno uma dimensão ampla da pesquisa e incentiva a produção de novos temas”, explicou. 

Uma das atividades que movimentou os estudantes foi o júri simulado, coordenado pelo professor Marcelo Shad. A dinâmica envolveu alunos de diferentes períodos do curso e colocou em prática competências como argumentação, oratória, construção de estratégias e compreensão dos procedimentos do Tribunal do Júri e da execução criminal. 

Para Marcelo, a participação dos próprios estudantes na construção da atividade é parte importante do aprendizado. 

“A gente faz um trabalho muito dinâmico, fazendo com que eles tenham autonomia para montar grande parte dos casos. Isso faz muita diferença no aprendizado, porque permite unir a teoria à prática e desenvolver a oratória”, afirmou. 

O encerramento trouxe outra dimensão da pesquisa acadêmica. Professor do UniFOA, Edson Amaral lançou durante o simpósio o livro “A questão do populismo na teoria política criminal brasileira” e, em seguida, apresentou uma palestra sobre o tema. 

A obra é resultado de uma pesquisa iniciada durante o mestrado e concluída no doutorado. 

“É um momento muito especial poder lançar o livro aqui no UniFOA. Sou professor da casa, então essa noite fica ainda mais especial. É um trabalho de bastante tempo, uma pesquisa que começou no mestrado e foi concluída no doutorado, e que consegui transformar neste livro”, contou Edson. 

O professor também destacou a presença de colegas e estudantes durante o lançamento. 

“Contar com a participação da professora Isabelle e do professor Alexandre, além de ver a casa cheia, é motivo de muito orgulho. Isso nos motiva e nos move enquanto professores”, afirmou. 

Ao colocar lado a lado produção científica, prática jurídica e divulgação do conhecimento, o XI Simpósio mostrou aos estudantes diferentes caminhos que uma pergunta de pesquisa pode percorrer. Ela pode começar em uma inquietação acadêmica, passar pela argumentação e pelo debate e, com tempo e aprofundamento, transformar-se também em produção capaz de circular para além da universidade. 

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