Antes mesmo de receber o diploma, estudantes do curso de Engenharia Civil do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) já vivem a rotina da profissão em empresas, obras e ambientes técnicos da área. A inserção no mercado ainda durante a graduação tem permitido que os acadêmicos relacionem teoria e prática, desenvolvam segurança profissional e compreendam, na prática, os desafios que farão parte da carreira. 

Para quem está nos últimos períodos do curso, o estágio representa mais do que uma etapa obrigatória da formação. É o momento em que o estudante começa a se enxergar como profissional, passa a lidar com responsabilidades reais e percebe que os conteúdos trabalhados em sala de aula fazem parte da rotina da Engenharia. 

Bruna Alves Moreira, estudante do 10º período de Engenharia Civil, afirma que atuar na área antes da conclusão do curso tem sido uma experiência decisiva para sua formação. 

“É muito gratificante poder vivenciar a realidade da Engenharia antes mesmo da formatura. O estágio me permite entender a profissão na prática, aprender com profissionais mais experientes e desenvolver mais segurança para o futuro. Também é importante perceber que a teoria estudada na faculdade não fica distante da realidade, já que muitos conteúdos aparecem no dia a dia do trabalho, inclusive em situações ligadas às novas tecnologias e às demandas atuais da área”, destacou. 

Segundo Bruna, a percepção de que sua carreira já estava em construção surgiu quando ela começou a relacionar as experiências do estágio com os conteúdos aprendidos na graduação. 

“Em muitos momentos, tive contato no trabalho com situações que ainda nem tinha estudado em sala de aula. Depois, quando esses conteúdos apareciam na graduação, eu conseguia compreender melhor, porque já tinha visto aquilo acontecer na prática. Esse processo mostrou que eu já estava construindo minha carreira profissional”, contou. 

A estudante Vitória Cardoso, também do 10º período, viveu uma experiência semelhante. Para ela, o estágio mudou a forma como passou a enxergar a própria formação. 

“Nos dois primeiros anos do curso, eu me via apenas como estudante de Engenharia Civil. A partir do momento em que comecei a atuar na área, passei a enxergar a profissão de outra forma. Vivenciar a rotina da Engenharia, aplicar os conhecimentos adquiridos na faculdade e participar de decisões e planejamentos me fez perceber que eu já estava construindo minha trajetória profissional”, afirmou. 

No dia a dia de trabalho, Vitória já utiliza conhecimentos adquiridos na graduação em atividades como planejamento, elaboração de cronogramas, análise de custos de materiais e dimensionamento de perfis metálicos. Um dos diferenciais, segundo ela, foi o minicurso de pilotagem de drones oferecido pelo UniFOA. 

“Hoje utilizo esse conhecimento para realizar inspeções fotográficas em estruturas industriais de Alto-Forno, avaliando locais de difícil acesso com mais segurança, agilidade e eficiência, muitas vezes sem a necessidade de montagem de andaimes. Essa experiência agregou muito valor à minha atuação profissional”, explicou. 

Para Larissa Viana, estudante do 10º período, atuar na área antes da formatura acelera o aprendizado e ajuda a desenvolver responsabilidade profissional. 

“Atuar antes de concluir a graduação é uma oportunidade de transformar o conhecimento teórico em prática. Isso acelera muito o meu aprendizado, me permite desenvolver responsabilidade profissional e me dá mais segurança para enfrentar os desafios da Engenharia Civil. É gratificante ver que estou construindo minha carreira enquanto ainda estou na faculdade”, afirmou. 

A estudante destaca que atividades como interpretação de projetos, leitura de normas técnicas, planejamento, orçamento e conceitos de materiais e processos construtivos já fazem parte da sua rotina profissional. 

“A faculdade me proporciona uma base técnica importante, que consigo aplicar diariamente no ambiente de trabalho. As atividades práticas, os trabalhos em equipe, os estudos de caso e os projetos desenvolvidos ao longo da graduação foram fundamentais para minha preparação. Essas experiências me ensinaram a resolver problemas, lidar com prazos e desenvolver um olhar mais técnico”, contou. 

Além da formação técnica, as estudantes destacam que o UniFOA contribui para aproximar os alunos do mercado por meio de aulas práticas, projetos, visitas técnicas, contato com empresas, divulgação de oportunidades e orientação dos professores. 

Para Bruna, essa proximidade ajuda o aluno a enxergar melhor os caminhos possíveis dentro da profissão. 

“O UniFOA contribuiu ao aproximar os alunos do mercado desde o início do curso. As visitas técnicas, aulas práticas, contato com empresas e conversas com profissionais da área ajudam muito nesse processo. Além disso, os professores sempre compartilham experiências, orientam e mostram caminhos possíveis. Essa proximidade faz diferença para quem está começando”, afirmou. 

Vitória também atribui à instituição um papel importante em sua entrada no mercado. 

“O UniFOA teve um papel fundamental nesse processo. A instituição mantém uma forte parceria com empresas da região e divulga constantemente oportunidades de estágio e emprego aos estudantes. Esse apoio foi essencial para que eu participasse de um processo seletivo e conquistasse meu estágio ainda durante a graduação”, destacou. 

As experiências das acadêmicas mostram como a formação em Engenharia Civil ganha força quando o aprendizado ultrapassa a sala de aula e se conecta à realidade profissional. Ao ingressarem no mercado ainda durante a graduação, elas não apenas aplicam conhecimentos técnicos, mas desenvolvem postura, responsabilidade, autonomia e capacidade de resolver problemas reais. 

Mais do que preparar para o futuro, o curso tem permitido que esse futuro comece a ser construído antes mesmo da formatura. Para as estudantes, cada estágio, projeto, visita técnica e atividade prática representa um passo concreto na formação de engenheiras mais seguras, preparadas e conectadas às demandas do mercado. 

O UniFOA divulgou o resultado dos editais do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC/CNPq) e do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica para o Ensino Médio (PIBIC-EM).

Os programas incentivam a participação de estudantes em projetos de pesquisa, fortalecendo a formação científica, a produção de conhecimento e a integração entre ensino, pesquisa e extensão.

O PIBIC/CNPq é voltado a estudantes de graduação, enquanto o PIBIC-EM aproxima alunos do Ensino Médio da vivência universitária e do universo da pesquisa científica.

Os candidatos devem consultar a relação dos projetos aprovados e acompanhar as próximas etapas previstas nos editais.

O resultado completo está disponível nos canais oficiais do UniFOA.

RESULTADO GRADUAÇÃO Edital PIBIC CNPq 2026-2027Baixar
RESULTADO EM Edital PIBIC CNPq 2026-2027Baixar

Enquanto Volta Redonda comemora mais um aniversário, quem planeja iniciar uma graduação também ganhou um motivo para celebrar. Entre os dias 13 e 24 de julho, o Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) oferecerá uma condição especial para ingresso nos cursos da Graduação Digital 2026: a primeira mensalidade por R$ 49

A ação integra o período comemorativo da cidade e amplia as oportunidades para quem deseja começar uma formação superior com mais flexibilidade para conciliar os estudos com o trabalho e os compromissos do dia a dia. 

Com mais de dez opções de cursos em diferentes áreas do conhecimento, a Graduação Digital do UniFOA foi pensada para estudantes que buscam autonomia para organizar a própria rotina de aprendizagem, com a possibilidade de estudar de onde estiver e adaptar os estudos aos diferentes momentos da vida profissional e pessoal. 

Entre as opções estão formações em áreas como Logística, Comércio Exterior, Administração, Ciências Contábeis e Gestão, conectadas a setores presentes no mercado de trabalho de Volta Redonda e do Sul Fluminense. 

A modalidade digital também se tornou uma alternativa para profissionais que já estão inseridos no mercado, mas encontram dificuldades para frequentar diariamente uma sala de aula. Com maior flexibilidade de horários, o estudante pode organizar os estudos de acordo com a própria rotina sem abrir mão da formação superior. 

Mais do que acompanhar as transformações do mercado de trabalho, escolher uma graduação também significa encontrar uma formação possível para a realidade de cada estudante. No mês em que Volta Redonda celebra sua história, a oportunidade pode ser o primeiro passo para quem quer começar a construir os próximos capítulos da própria trajetória profissional. 

Os interessados devem consultar os cursos participantes e as condições em unifoa.edu.br

Uma doença que muitas vezes avança silenciosamente no rebanho pode reduzir a produção, comprometer a qualidade do leite e gerar prejuízos aos produtores rurais. A mastite está entre os desafios enfrentados pela cadeia leiteira e foi a partir desse problema concreto que uma pesquisa desenvolvida com participação do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) avançou do laboratório para uma solução de base biotecnológica. 

O projeto coordenado pelo professor Dr. Paulo Roberto de Amoretty, docente do UniFOA, empreendedor e fundador da OmniBiotec, foi contemplado em dois editais da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (FAPERJ): Doutor Empreendedor 2025 e Programa Agro do Futuro: Tecnologia e Soberania Alimentar (FoodTechs e AgriTechs) RJ 2026. 

A proposta integra diagnóstico molecular, gestão de dados e capacitação técnica para identificar problemas relacionados à produção leiteira, reduzir perdas no campo e contribuir para o aumento da produtividade e da qualidade do leite. 

Segundo Paulo Amoretty, a aprovação nos dois editais reconhece o potencial científico e tecnológico do projeto e evidencia o espaço que a biotecnologia vem conquistando no desenvolvimento de novas soluções. 

“A aprovação nos dois editais da FAPERJ demonstra o reconhecimento da qualidade do projeto e reforça a importância da biotecnologia como área estratégica para o desenvolvimento do Brasil. Para o UniFOA, que possui um curso de Ciências Biológicas com ênfase em Biotecnologia, essas conquistas indicam que estamos formando profissionais e desenvolvendo projetos alinhados às demandas do futuro”, afirmou. 

A trajetória que levou à criação da OmniBiotec começou a partir de conversas com a bióloga Luanda Vitória Ribeiro, egressa do UniFOA e integrante da equipe da empresa. Com mais de 20 anos de experiência como produtora rural, ela apresentou ao professor uma realidade conhecida por quem vive da produção de leite: os impactos da mastite na produtividade e na rentabilidade das propriedades. 

“A OmniBiotec nasceu de uma situação muito comum na inovação: a identificação de um problema real que poderia ser resolvido com ciência. Essas conversas me fizeram perceber que havia uma oportunidade de aplicar conhecimentos de Biologia Molecular e diagnóstico por qPCR para enfrentar um problema que gera prejuízos significativos aos produtores”, relatou Paulo. 

Foi nesse encontro entre a experiência de quem conhece o campo e o conhecimento desenvolvido na pesquisa que uma linha de investigação começou a ganhar contornos de solução tecnológica. 

“A OmniBiotec surgiu exatamente dessa união entre a experiência do campo e o conhecimento gerado na universidade. Nosso objetivo é desenvolver tecnologias que saiam do laboratório e contribuam efetivamente para resolver desafios reais”, completou. 

O projeto é desenvolvido em colaboração com instituições como a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e o UniFOA, além do apoio da FAPERJ e da Incubadora do Sul Fluminense. A articulação reúne diferentes áreas de conhecimento, infraestrutura de pesquisa e profissionais em torno do desenvolvimento da tecnologia. 

“Nenhuma instituição faz inovação de alto impacto sozinha. A parceria entre UniFOA, Fiocruz e UERJ permite reunir diferentes expertises, infraestrutura de excelência e profissionais qualificados em torno de um objetivo comum: transformar conhecimento científico em inovação”, explicou Paulo. 

Entre os editais conquistados, o Programa Agro do Futuro tem papel estratégico por estimular o desenvolvimento de FoodTechs e AgriTechs no estado do Rio de Janeiro. A iniciativa apoia soluções relacionadas à eficiência produtiva, sustentabilidade e segurança alimentar, áreas diretamente ligadas aos desafios da cadeia do leite. 

Para Paulo, o avanço da pesquisa até a criação de uma empresa de base tecnológica também passa pela existência de um ambiente universitário capaz de estimular pesquisadores a enxergar aplicações para o conhecimento produzido. 

“No meu caso, o apoio do UniFOA foi fundamental para que uma ideia nascida da pesquisa aplicada pudesse avançar em direção ao empreendedorismo. A instituição tem incentivado seus pesquisadores a buscar soluções para problemas reais da sociedade, aproximando a universidade do setor produtivo”, afirmou. 

O pró-reitor de Planejamento e Desenvolvimento do UniFOA, Washington Lemos, destacou que o apoio aos professores na captação de recursos e na participação em editais amplia as possibilidades de transformar pesquisas em novos projetos e negócios de base científica. 

“Trata-se de uma ação fundamental para o desenvolvimento institucional. Os professores conseguem recursos para suas pesquisas e, a partir delas, podem desenvolver negócios, fomentando o empreendedorismo de deeptechs. Isso torna o ambiente universitário mais dinâmico, inovador e focado em resultados”, afirmou. 

Da identificação de um problema enfrentado diariamente pelos produtores à aplicação da Biologia Molecular no desenvolvimento de uma solução, a trajetória da OmniBiotec mostra um caminho possível para a pesquisa aplicada. Neste caso, a ciência encontrou no campo a pergunta que precisava responder e, a partir dela, começou a construir uma tecnologia para reduzir perdas em uma das cadeias produtivas mais importantes do setor agropecuário. 

Enquanto pacientes do SUS eram atendidos no mutirão de cirurgias de hérnia do Hospital da Fundação Oswaldo Aranha (H.FOA) em parceria com a Sociedade Brasileira de Hérnia (SBH), estudantes de Medicina do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) acompanhavam, em tempo real, cada etapa dos procedimentos diretamente do Núcleo de Atividade Virtual de Ensino (NAVE), no campus Olezio Galotti, em Três Poços. A iniciativa marcou um momento inédito na integração entre assistência, tecnologia e formação médica, reunindo cuidado à população, aprendizado prático e recursos avançados em uma mesma experiência. 

A transmissão das cirurgias permitiu que os acadêmicos observassem os procedimentos com riqueza de detalhes, acompanhando decisões da equipe médica, técnicas utilizadas e a dinâmica do centro cirúrgico a partir de uma vivência imersiva. Para os estudantes, a atividade ampliou o contato com situações reais da profissão ainda durante a graduação. 

O presidente da Fundação Oswaldo Aranha (FOA), Eduardo Prado, destacou que a iniciativa representa um marco para o ecossistema formado pela FOA, UniFOA e H.FOA. 

“No mutirão de cirurgias de hérnia do H.FOA, além de atender com a melhor tecnologia que o mundo pode ofertar, levando essa tecnologia aos pacientes do SUS, estamos vivendo um momento especial: pela primeira vez, estudantes de Medicina do UniFOA acompanham as cirurgias ao vivo, diretamente do NAVE. Nenhuma outra instituição educacional ou hospitalar oferece, hoje, essa mesma oportunidade e tecnologia à população e aos estudantes. É o nosso ecossistema funcionando com a sincronicidade planejada. Estamos fazendo história”, afirmou. 

Segundo Eduardo, a experiência mostra como o cuidado com os pacientes e a formação de futuros médicos podem caminhar juntos. 

“É uma oportunidade de aprender com casos reais, observar cada decisão da equipe em tempo real e entender, na prática, o que faz a diferença na formação de um bom médico. Quando conseguimos cuidar das pessoas e, ao mesmo tempo, preparar profissionais mais capacitados, todos saem ganhando. Esse é o grande diferencial da FOA, do UniFOA e do H.FOA”, completou. 

Para a acadêmica de Medicina e monitora do NAVE, Thaíssa Gomes, a transmissão representa uma oportunidade diferenciada de aprendizado. Ela destacou que, mesmo em vivências presenciais no centro cirúrgico, nem sempre o estudante consegue acompanhar o campo operatório com tanta nitidez. 

“Um dos grandes diferenciais da FOA é esse contato direto que o acadêmico tem com o H.FOA. Poder assistir a uma cirurgia dessa forma é uma experiência muito importante. Quando estamos no centro cirúrgico, muitas vezes não conseguimos ficar próximos do campo operatório. Pelo NAVE, com a transmissão, conseguimos ter uma visão limpa, detalhada e muito próxima do procedimento. Isso faz diferença para entendermos o que vamos encontrar mais à frente na nossa formação”, explicou. 

A estudante Gabriela São Thiago, do 9º período de Medicina, também ressaltou o quanto a experiência contribui para a formação de quem já está em uma etapa mais avançada do curso. 

“Eu acho muito interessante, porque esse tipo de tecnologia permite que a gente veja a cirurgia de perto, com muito mais detalhe. Conseguimos observar melhor a anatomia e aspectos que, muitas vezes, não conseguimos acompanhar tão bem durante o internato, porque nem sempre ficamos próximos ao campo cirúrgico. É uma experiência muito enriquecedora para a formação médica”, afirmou. 

Para Gabriela, esse contato antecipado com procedimentos reais pode fazer diferença nas próximas etapas da trajetória profissional. 

“Eu sou apaixonada pela cirurgia e vejo isso como um diferencial muito grande. Quando eu estiver em uma residência, por exemplo, já vou chegar com uma noção maior do que quem não teve essa experiência. Isso agrega muito para a nossa formação”, destacou. 

O estudante Carlos Eduardo Soares, do 7º período de Medicina, avaliou a transmissão como um avanço para a experiência acadêmica. 

“Essa iniciativa do UniFOA com os estudantes é muito interessante. Mesmo não estando dentro da sala de cirurgia, conseguimos acompanhar o procedimento com muitos detalhes, por diferentes ângulos. É uma experiência virtual muito rica e que integra o sistema do NAVE, uma tecnologia avançada da faculdade, que acrescenta muito à nossa carreira acadêmica”, afirmou. 

Para Gabriela Ribeiro Lourenço, que concluiu o 1º período de Medicina, o contato com a transmissão logo no início da graduação mostrou novas possibilidades de aprendizado. 

“A experiência foi muito enriquecedora. Tenho certeza de que trouxe muitos conhecimentos. Foi muito interessante participar e espero que aconteçam outras vezes. A faculdade nos proporciona esse contato com equipamentos tecnológicos e o NAVE é um espaço onde a gente consegue aprender sobre vários sistemas e ampliar nossa visão sobre a Medicina”, contou. 

A iniciativa evidencia a integração entre FOA, UniFOA e H.FOA, aproximando ensino, assistência e tecnologia em uma mesma experiência. Ao acompanhar cirurgias reais em tempo real, os estudantes têm acesso a uma vivência que amplia a compreensão sobre a prática médica e fortalece a formação profissional. 

Mais do que assistir a um procedimento, os acadêmicos puderam observar o cuidado acontecendo enquanto ele era realizado. Para quem está em formação, esse tipo de experiência ajuda a transformar tecnologia em aprendizado, rotina hospitalar em sala de aula viva e assistência à população em oportunidade concreta de formar médicos mais preparados. 

A Psicologia não é uma área restrita aos consultórios particulares, tendo um campo de atuação bem mais amplo, que engloba escolas, empresas, serviços públicos, hospitais, famílias e diferentes espaços da vida em sociedade. Em um cenário marcado pela necessidade de profissionais preparados para atuar em contextos cada vez mais complexos, o Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) lança o curso de Psicologia, com uma proposta interdisciplinar, prática e conectada aos desafios contemporâneos.

O novo curso surge como resposta às demandas atuais da saúde mental, do bem-estar coletivo e do exercício da cidadania. A formação foi estruturada adotando um modelo baseado em competências, com integração entre teoria, prática, pesquisa, extensão e vivências em diferentes campos de atuação.

Para a reitora do UniFOA, professora Ivanete Oliveira, o lançamento do curso de Psicologia representa uma resposta da instituição a uma das demandas mais urgentes da sociedade contemporânea.

“Quando uma instituição de ensino superior decide lançar um curso de Psicologia, ela não está apenas ampliando seu portfólio acadêmico. Ela está assumindo um compromisso com uma necessidade real da sociedade. A saúde mental atravessa a escola, o trabalho, a família, os serviços de saúde, as políticas públicas e os espaços de convivência. Formar psicólogos hoje é preparar profissionais capazes de escutar, compreender e intervir com responsabilidade, ética, conhecimento científico e sensibilidade humana”, destacou.

Segundo Ivanete, a proposta dialoga diretamente com a trajetória do UniFOA na formação em saúde e com a missão institucional de preparar profissionais técnicos, críticos e comprometidos com a transformação social.

“O UniFOA tem uma trajetória consolidada na formação em saúde e entende que o cuidado não se limita ao corpo ou ao atendimento clínico. Ele envolve também a subjetividade, as relações, o sofrimento psíquico, os direitos humanos e a qualidade de vida. O curso de Psicologia nasce com essa compreensão ampla, conectado às demandas de Volta Redonda e da região, mas também atento aos grandes desafios do mundo atual”, afirmou.

A proposta pedagógica foi pensada para formar psicólogos capazes de atuar em diferentes campos, como saúde, clínica, educação, políticas públicas, trabalho, organizações e contextos sociais. A formação valoriza o desenvolvimento de habilidades técnicas, científicas, éticas e humanas, respeitando a diversidade e os direitos fundamentais.

O coordenador do curso de Psicologia, Eduardo Miranda, explica que um dos diferenciais da graduação está na forma como o estudante será inserido na área desde o início da formação.

“O aluno terá contato com a comunidade e vivências práticas desde o primeiro período, contando com uma estrutura moderna de laboratórios e clínicas que só o UniFOA tem. O principal diferencial é que esse curso foi pensado para conectar o estudante com as demandas atuais da sociedade na área da Psicologia”, afirmou.

A matriz curricular foi organizada em Trilhas de Aprendizagem, compostas por unidades curriculares que integram diferentes conhecimentos e rompem com a lógica de disciplinas isoladas. Na prática, o estudante passa a ter contato com a Psicologia desde o primeiro período, articulando conteúdos fundamentais à atuação profissional.

“A gente tem pesquisa curricularizada e trilhas de aprendizagem. As trilhas são importantes porque rompem com a ideia de ‘materiazinhas’ separadas. O acadêmico tem contato com a Psicologia desde o primeiro período. Ele vai estudar filosofia? Vai. Vai estudar anatomia? Vai. Mas tudo isso dentro de uma perspectiva da Psicologia, entendendo como esses conhecimentos dialogam com a formação e com a atuação do psicólogo”, explicou Eduardo.

A organização do curso busca construir uma formação gradual, integrada e conectada a situações reais. Desde os primeiros períodos, os estudantes serão estimulados a desenvolver autonomia, senso crítico, capacidade de investigação científica e envolvimento com os desafios sociais.

Eduardo destaca que o curso foi concebido a partir daquilo que o psicólogo precisa conhecer, desenvolver e praticar para atuar de forma responsável.

“A própria concepção do curso já é diferente, porque pensamos a formação a partir daquilo que o psicólogo vai precisar fazer e conhecer para ser um profissional. O estudante não é visto apenas como alguém que vai receber informação. A formação precisa produzir compromisso social, conhecimento científico e também produção científica, sempre em diálogo com a comunidade”, afirmou.

Além da formação técnica, o curso valoriza temas como diversidade, direitos humanos, ética, bioética, saúde coletiva, políticas públicas e inclusão. A extensão curricularizada também estará presente desde o início da graduação, aproximando os estudantes de experiências com a comunidade e de situações concretas de atuação.

“É um curso pensado o tempo inteiro para dentro da instituição, para fora da instituição e para a sociedade. Instituição, comunidade e sociedade precisam estar conectadas na formação do psicólogo”, completou Eduardo.

Para a reitora Ivanete Oliveira, esse modelo fortalece a formação de profissionais preparados para lidar com os desafios atuais da saúde mental e do desenvolvimento humano.

“Queremos formar psicólogos capazes de atuar em diferentes contextos, com base científica, postura ética e olhar humano. Profissionais que compreendam a complexidade da vida contemporânea e estejam preparados para contribuir com escolas, serviços de saúde, organizações, comunidades e políticas públicas. Esse curso chega para fortalecer ainda mais o papel do UniFOA como uma instituição que escuta a sociedade, identifica suas necessidades e transforma educação em desenvolvimento humano”, completou.

Com inscrições abertas e início das aulas em agosto, o curso de Psicologia do UniFOA chega em um momento em que a sociedade precisa falar mais sobre sofrimento, cuidado, inclusão e relações humanas. Mais do que lançar uma nova graduação, a instituição amplia sua atuação em uma área central para compreender os desafios do presente e formar profissionais preparados para atuar onde a vida acontece: nas escolas, nos serviços de saúde, nas comunidades, nas organizações e nos espaços em que as pessoas buscam apoio para construir caminhos mais saudáveis e humanos.

Em áreas de risco, um capacete esquecido, um óculos de proteção deixado de lado ou uma entrada liberada sem conferência podem transformar segundos de descuido em acidente. Foi a partir desse problema real da indústria que o grupo de Vitor Oliveira, Nicolle Alves, Samuel Pires, Artur Aguiar, Roberto Neto e Matheus Martins, estudantes de Engenharia do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), desenvolveu um protótipo de catraca inteligente capaz de reconhecer o uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) antes de permitir o acesso a determinados ambientes. 

A ideia nasceu da vontade de aplicar a tecnologia a uma situação concreta da segurança do trabalho. Em vez de depender apenas da conferência visual feita por uma pessoa, o sistema utiliza visão computacional, inteligência artificial e automação para verificar se o trabalhador está usando os equipamentos obrigatórios antes de liberar a entrada. 

“A ideia surgiu da vontade de tirar a tecnologia da tela do computador e usar ela para resolver um problema bem real: a segurança do trabalhador. Eu queria juntar visão computacional com controle de acesso físico, garantindo que as regras de segurança fossem cumpridas de forma automática, sem depender da atenção humana. Foi a chance perfeita de unir a teoria da engenharia com a prática do código”, explicou Vitor. 

Na prática, o protótipo funciona a partir da integração entre software e hardware. Uma câmera captura a imagem da pessoa em tempo real. Em seguida, um código desenvolvido em Python, com uso do modelo YOLOv8, analisa se os EPIs exigidos estão sendo utilizados. Caso tudo esteja correto, o sistema envia um sinal ao Arduino, que aciona o mecanismo físico responsável por liberar a catraca ou a porta. Se algum equipamento estiver ausente, o acesso é bloqueado. 

Nesta etapa do projeto, o sistema foi treinado para reconhecer quatro itens considerados essenciais em ambientes industriais e canteiros de obras: óculos de proteção, luva, colete e capacete. 

“Eles cobrem boa parte dos riscos do dia a dia e serviram como prova de conceito ideal para validar a ideia”, destacou o estudante. 

Além do controle de acesso, o projeto também registra cada evento em um banco de dados, com identificação, horário e quantidade de infrações. Para ampliar a capacidade de acompanhamento, Vitor e seu grupo desenvolveram ainda um dashboard em Streamlit, que permite ao supervisor visualizar o histórico de ocorrências, identificar quais funcionários aparecem com mais frequência nos registros e acompanhar, em tempo real, a conformidade no uso de EPIs. 

Para Nicolle Alves, um dos maiores desafios foi fazer a tecnologia sair do ambiente virtual e interagir com o mundo físico. 

“Foi desafiador, mas muito gratificante. A mágica acontece quando você percebe que não está só corrigindo código, mas ajustando como o mundo físico reage a esse código. Fazer o modelo de inteligência artificial em Python conversar com os relés e sensores do Arduino exigiu bastante paciência e muitos testes. Unir a lógica de análise com a visão estrutural da Engenharia Mecânica fez toda a diferença para criar algo que não é só um brinquedo tecnológico, mas uma ferramenta real de segurança do trabalho”, afirmou. 

O professor Italo Pinto Rodrigues, acompanhou o desenvolvimento do projeto e destacou a capacidade do estudante de transformar uma demanda real da indústria em uma solução tecnológica com sustentação técnica. 

“O que mais chamou atenção foi a capacidade dos estudantes de transformar um problema real da indústria em uma solução tecnológica. O projeto não ficou apenas no campo da ideia. Eles conseguiram desenvolver um protótipo baseado em visão computacional para reconhecimento de Equipamentos de Proteção Individual, com potencial de aplicação em diferentes ramos industriais. Isso demonstra maturidade técnica, criatividade e compreensão das demandas atuais do setor produtivo”, avaliou. 

Segundo Italo, protótipos como esse são importantes porque aproximam os alunos da prática profissional da Engenharia. Ao desenvolver uma solução funcional, o estudante precisa integrar diferentes áreas do conhecimento, testar hipóteses com modelagem e simulação, lidar com restrições reais, tomar decisões técnicas e validar resultados. 

“Esse tipo de protótipo contribui para uma formação mais completa. O estudante deixa de ser apenas receptor de conteúdo e passa a atuar como alguém capaz de propor, desenvolver e avaliar soluções para problemas concretos da sociedade e do mercado”, destacou. 

Durante o desenvolvimento, a equipe trabalhou competências ligadas à programação, modelagem, simulação, controle, eletricidade, sensores virtuais, prototipação eletrônica e análise de dados. O projeto também exigiu comunicação técnica e escrita científica, já que foi necessário apresentar o problema, justificar a solução, organizar resultados e demonstrar o funcionamento do sistema. 

Para Italo, essa combinação mostra que a formação em Engenharia vai além do domínio de conteúdos isolados. 

“Competência não é apenas saber um conteúdo. Competência envolve mobilizar conhecimentos, habilidades e atitudes para resolver situações reais de forma responsável, crítica e eficaz. Esse projeto favoreceu uma aprendizagem aplicada, interdisciplinar e alinhada ao perfil esperado de um engenheiro capaz de atuar em contextos tecnológicos complexos”, explicou. 

O protótipo também aponta para possibilidades de aplicação real em empresas. Para Vitor, a solução tem relação direta com a Indústria 4.0 e pode ser utilizada em fábricas, mineradoras e grandes obras, onde a fiscalização visual pode falhar por cansaço, distração ou volume de pessoas. 

“O que desenvolvi tem cara de Indústria 4.0. É escalável e barato de implementar perto dos benefícios que traz. Em locais onde a fiscalização humana pode falhar, ter um sistema automatizado na portaria que não deixa ninguém entrar sem os EPIs corretos, junto com um dashboard que dá ao supervisor visibilidade total das infrações, é um divisor de águas. Ajuda tanto a evitar acidentes quanto a garantir que normas como a NR-6 sejam cumpridas à risca”, afirmou. 

Para o professor Ítalo, o projeto mostra como a universidade pode atuar como espaço estratégico para a inovação aplicada, aproximando ensino, tecnologia e demandas reais do mercado. 

“Quando os estudantes são desafiados a resolver problemas reais, eles conseguem articular conhecimento acadêmico, criatividade e demandas do mercado. Nesse caso, o desenvolvimento de um protótipo para reconhecimento de EPIs evidencia como a formação em Engenharia pode dialogar diretamente com temas relevantes para a indústria, como segurança do trabalho, automação, inteligência artificial e transformação digital”, afirmou. 

No fim, a catraca inteligente desenvolvida pela equipe de Vitor mostra que a Engenharia ganha força quando deixa de ser apenas cálculo, código ou circuito e passa a responder a uma necessidade concreta. Ao reconhecer EPIs antes de liberar o acesso, o projeto transforma tecnologia em cuidado, aprendizado em solução e inovação em uma forma prática de proteger vidas no ambiente de trabalho. 

Duas décadas podem transformar prédios, ampliar estruturas e renovar espaços. Mas há lembranças que permanecem exatamente onde nasceram. Foi esse sentimento que reuniu os egressos da turma de 2006 do curso de Medicina do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) em um encontro realizado no Auditório William Monachesi. Mais do que rever antigos colegas, eles voltaram ao lugar onde construíram amizades, descobriram vocações e deram os primeiros passos de uma trajetória que hoje se espalha por hospitais, consultórios, centros de pesquisa e universidades. 

Entre abraços, fotografias e muitas histórias, o reencontro também foi uma oportunidade para revisitar a própria formação e conhecer de perto a transformação vivida pelo campus ao longo dos últimos 20 anos. 

Para a médica Aline da Rocha Luz, retornar ao UniFOA foi uma experiência marcada pela gratidão. 

“Eu não imaginava que a minha aprovação na Medicina fosse me levar onde cheguei hoje. Tudo o que vivi aqui, cada desafio, cada noite de estudo e cada aprendizado fizeram parte da construção da profissional que me tornei. Quando volto e vejo o quanto a instituição cresceu, fico muito emocionada. Há vinte anos já tínhamos uma excelente estrutura, mas acompanhar essa evolução é realmente impactante”, afirmou. 

Ao recordar o período da graduação, Aline também destacou a influência dos professores na escolha da especialidade. 

“Cada disciplina despertava uma nova paixão. Entrei querendo fazer Pediatria, me apaixonei pela Anestesiologia e hoje sou dermatologista. Isso mostra como os professores, que sempre foram referências em suas áreas, tiveram papel importante na nossa formação.” 

Quem também reencontrou a instituição com emoção foi Alex Antunes Bezerra, integrante da primeira turma semestral de Medicina do UniFOA. 

“Desde o primeiro dia em que entrei neste campus fui acolhido. Voltar agora e receber esse carinho novamente é emocionante. O método de ensino, os laboratórios e, principalmente, os professores foram fundamentais para construir a base da minha carreira. Tenho muito orgulho de ter feito parte dessa história.” 

Alex destacou ainda que, após a graduação, permaneceu em Volta Redonda para realizar a residência médica, fortalecendo ainda mais os vínculos construídos durante a formação. 

Entre os relatos mais emocionantes do encontro esteve o do médico Keller Santos. Natural de Caraguatatuba (SP), ele lembrou que chegou ao UniFOA ainda muito jovem, sem imaginar até onde aquela escolha o levaria. 

“Receber o diploma de médico mudou completamente a minha vida. Depois da graduação, tive a oportunidade de fazer residência, conhecer grandes centros, operar ao lado de referências da medicina no Brasil, nos Estados Unidos e na Europa. Mas aprendi uma coisa: o que faz um grande hospital não são apenas os equipamentos, são as pessoas. E foi aqui que conheci algumas das melhores pessoas da minha vida.” 

Mesmo após construir uma carreira consolidada, Keller contou que escolheu Volta Redonda quando precisou cuidar da própria família. 

“Quando minha mãe precisou ser operada, não tive dúvidas. Voltei para Volta Redonda. Porque eu sabia da qualidade dos profissionais que trabalham aqui. Sempre digo que o UniFOA transforma vidas. Transformou a minha.” 

Ao longo do encontro, os egressos também visitaram diferentes espaços do campus e puderam acompanhar de perto a expansão da estrutura acadêmica construída nas últimas décadas. Laboratórios modernos, novos ambientes de ensino e investimentos em tecnologia evidenciaram uma instituição que cresceu sem perder aquilo que os antigos alunos mais fizeram questão de destacar: o acolhimento. 

Antes de encerrar o reencontro, Keller deixou uma mensagem aos estudantes que hoje percorrem os mesmos corredores por onde sua turma passou. 

“O UniFOA mostra o caminho. Aqui você encontra professores comprometidos, pessoas que acreditam no seu potencial e uma formação que permite chegar onde você quiser. O resto depende da dedicação de cada um. Para mim, Medicina UniFOA significa orgulho, paixão, alegria e, acima de tudo, gratidão.” 

Mais do que celebrar os 20 anos de formatura, o encontro mostrou que algumas conexões permanecem vivas mesmo com o passar do tempo. Para quem voltou ao Auditório William Monachesi, rever os colegas foi importante. Mas reencontrar o lugar onde a história começou fez com que, por algumas horas, o tempo parecesse voltar duas décadas. 

Estão abertas as inscrições para o processo seletivo do Mestrado Profissional em Ensino em Ciências da Saúde e do Meio Ambiente (MECSMA) do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), com ingresso previsto para o segundo semestre de 2026. O programa é destinado a profissionais graduados nas áreas biomédicas, ambientais, humanas, sociais aplicadas, educacionais e áreas afins que desejam ampliar sua atuação por meio da pesquisa, da inovação e da produção de conhecimento. 

Com proposta interdisciplinar, o MECSMA busca formar profissionais capazes de desenvolver pesquisas, produtos educacionais e recursos tecnológicos voltados ao ensino em Ciências da Saúde e do Meio Ambiente. Ao integrar diferentes áreas do conhecimento, o programa estimula a construção de soluções inovadoras conectadas às demandas da educação e da sociedade. 

Nesta edição, o processo seletivo oferece 12 vagas distribuídas entre as linhas de pesquisa Formação, Saberes e Práticas Educativas e Profissionais e Ensino, Políticas Públicas e Formação Humana, conduzidas por um corpo docente com ampla experiência acadêmica e científica. 

As inscrições podem ser realizadas até o dia 22 de agosto de 2026, por meio do portal do programa. O processo seletivo será composto por três etapas: entrevista, exame escrito e análise do Currículo Lattes, todas com caráter classificatório e eliminatório. 

As entrevistas serão realizadas de forma on-line, pela plataforma Microsoft Teams. Já o exame escrito acontecerá presencialmente no Campus Universitário Olezio Galotti, em Três Poços. Os candidatos também deverão apresentar a documentação comprobatória referente à trajetória acadêmica e profissional para análise curricular. 

Com duração de 24 meses, o curso possui aulas presenciais às sextas-feiras e aos sábados e é voltado à pesquisa aplicada, incentivando o desenvolvimento de projetos capazes de gerar impactos concretos nos contextos educacionais, profissionais e sociais em que os mestrandos atuam. 

O cronograma prevê a realização das entrevistas no dia 28 de agosto, do exame escrito em 29 de agosto, a divulgação do resultado em 4 de setembro, as matrículas entre 8 e 16 de setembro e o início das aulas em 19 de setembro de 2026. 

O edital completo, as linhas de pesquisa, os docentes orientadores e todas as orientações para inscrição estão disponíveis no portal do MECSMA: https://www.unifoa.edu.br/mestrado/mecsma/

Edital MECSMA - Processo Seletivo 2026.2 - assinadoBaixar

A Reitoria do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), por meio da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação, anunciou a retificação do item 11 dos Editais de Bolsas PIBIC e PIBIC Ensino Médio CNPQ – Vigência 2026/2027. A atualização estende o prazo final de inscrições, agora até 6 de julho.

A prorrogação tem como objetivo ampliar as oportunidades para que estudantes e professores pesquisadores concluam seus projetos e realizem a submissão dentro de um prazo mais adequado. Com isso, o UniFOA reforça seu compromisso com o incentivo à pesquisa científica, ao desenvolvimento acadêmico e à formação de novos pesquisadores.

Retificação PIBIC - CNPQ ENSINO MÉDIO

Prorrogação do EDITAL PIBIC-ENSINO MÉDIO-CNPq 2026-2027Baixar

Retificação PIBIC - CNPQ

Prorrogação do EDITAL PIBIC-CNPq 2026-2027 - AssinadoBaixar
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