Para muitos jovens atendidos por projetos sociais, a chegada à vida adulta costuma trazer uma escolha difícil: continuar estudando ou ingressar precocemente no mercado de trabalho. Quando educação, cultura e ação social caminham juntas, esse cenário pode ganhar novas possibilidades. Foi com esse olhar que representantes do Instituto Dagaz visitaram o Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) para discutir futuras iniciativas em parceria.
O encontro reuniu representantes das duas instituições para apresentar projetos e identificar oportunidades de cooperação nas áreas de educação, cultura e impacto social. A proposta é construir ações capazes de beneficiar estudantes, crianças, adolescentes e a comunidade, aproximando o conhecimento acadêmico de experiências práticas já desenvolvidas no território.
A presidente do Instituto Dagaz, Marinez Fernandes, destacou que a aproximação com a Fundação Oswaldo Aranha (FOA) e o UniFOA dialoga diretamente com a missão da instituição, que atua na promoção da cidadania por meio de projetos sociais e culturais.
“Fomos convidadas para conhecer os novos projetos que a Fundação Oswaldo Aranha está desenvolvendo. Essa abertura de um espaço histórico, com olhar para a cultura e para a formação do cidadão, tem tudo a ver com o que fazemos no Instituto Dagaz”, afirmou.
Segundo Marinez, a construção de iniciativas conjuntas pode representar uma oportunidade concreta para jovens que participam de projetos sociais, especialmente em uma fase da vida marcada por decisões importantes sobre estudo e trabalho.
“Quando muitos jovens chegam aos 18 anos, a tendência é buscar trabalho e, muitas vezes, interromper o aprendizado. Por isso, uma parceria com uma universidade, com possibilidades como bolsas de estudo, nos alegra muito. Isso mostra que pode existir um futuro diferente”, destacou.
Ela também ressaltou a importância de oferecer caminhos que permitam aos jovens enxergar novas perspectivas para suas trajetórias.
“A vida é feita de escolhas, mas essas escolhas precisam existir. Quando um jovem se dedica, se interessa e leva a sério uma oportunidade, ele pode mudar a própria história e quebrar um ciclo. Essa parceria pode ser uma grande chance para isso”, completou.
A visita também abriu espaço para discutir formas de aproximar estudantes universitários de projetos sociais e culturais já desenvolvidos pelo Instituto Dagaz, fortalecendo experiências de aprendizado e ampliando o impacto das ações junto à comunidade.
Para Beatriz Henriques, a Bibi, Curadora do Casarão FOA, iniciativas como essa reforçam o papel transformador da educação na construção de uma sociedade mais participativa.
“O papel da educação é criar pontes entre conhecimento, identidade e participação social. O jovem que participa de projetos culturais e ações comunitárias se torna protagonista no lugar onde vive. O Instituto Dagaz tem diretrizes importantes para capacitar e promover esses jovens”, afirmou.
Mais do que uma visita institucional, o encontro marcou o início de um diálogo voltado à construção de oportunidades. Ao aproximar universidade, cultura e ação social, UniFOA e Instituto Dagaz passam a explorar caminhos capazes de ampliar horizontes, fortalecer a formação cidadã e gerar impactos positivos para toda a comunidade.
Apesar de pouco conhecido fora do ambiente previdenciário, o Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS) desempenha um papel fundamental na vida do trabalhador brasileiro incluindo a possibilidade de acesso a bolsas de estudo de 50% e 100% durante toda a graduação, como o caso da Bolsa Social do UniFOA. O documento reúne, em um único sistema, informações sobre vínculos empregatícios, contribuições ao INSS e remunerações ao longo da vida profissional, funcionando como um histórico oficial utilizado na análise de direitos e benefícios.
Na prática, o CNIS permite que órgãos públicos e instituições tenham acesso a um retrato detalhado da trajetória profissional de uma pessoa. É por meio desse cadastro que são avaliados pedidos de aposentadoria, auxílio-doença, pensões e outros benefícios previdenciários. O documento também contribui para garantir que as informações apresentadas estejam alinhadas aos registros oficiais, oferecendo mais segurança e transparência nos processos de análise.
Ao consultar o CNIS, o cidadão encontra registros de empregos com carteira assinada, períodos trabalhados, contribuições realizadas como autônomo ou facultativo, além das remunerações informadas ao longo do tempo. Essas informações são importantes para diferentes situações que exigem comprovação de renda e histórico profissional.
O acesso ao documento é gratuito e pode ser realizado pela plataforma Meu INSS, disponível em site e aplicativo. Após acessar a conta vinculada ao Gov.br, basta procurar a opção de extrato de contribuição para visualizar ou baixar o documento.
Nos últimos anos, o CNIS também passou a ser utilizado em iniciativas voltadas à inclusão educacional. Por reunir informações oficiais sobre vínculos de trabalho e remuneração, o documento auxilia na análise socioeconômica de candidatos que buscam programas de apoio estudantil e bolsas de estudo.
É nesse contexto que o CNIS ganha relevância para estudantes interessados em oportunidades de acesso ao ensino superior. Em processos seletivos que consideram critérios socioeconômicos, o documento pode contribuir para comprovar a realidade financeira do candidato e de seu núcleo familiar, permitindo uma avaliação mais precisa das condições apresentadas.
Entre os documentos que podem ser utilizados durante a análise socioeconômica está o CNIS, tornando importante que os candidatos conheçam o documento e mantenham suas informações atualizadas antes de iniciar o processo de inscrição.
Mais do que um registro previdenciário, o CNIS se tornou uma ferramenta que pode auxiliar o cidadão em diferentes etapas da vida, desde o acesso a benefícios sociais até oportunidades educacionais que contribuem para a transformação de trajetórias pessoais e profissionais.
A Bolsa Social é um programa de incentivo e acesso ao ensino superior que oferece bolsas de estudo de 50% ou 100% durante toda a graduação, favorecendo todos àqueles que desejam cursar uma graduação, mas não tem acesso.
As bolsas são concedidas a partir de uma análise que combina critérios financeiros e sociais e é calculado com base a renda per capita familiar, ou seja, na média de renda mensal de cada integrante do grupo familiar.
Antibiótico não é resposta para qualquer febre, dor ou suspeita de infecção. Quando usado sem critério, pode perder força justamente no momento em que o paciente mais precisa. Em um cenário em que a resistência bacteriana desafia médicos, hospitais e serviços de saúde, uma obra de referência para a prática clínica chega à sua 5ª edição pelas mãos de um professor que ajudou a formar gerações de médicos no UniFOA.
O livro Antibióticos e Quimioterápicos para o Clínico, do médico infectologista e professor aposentado de Medicina Walter Tavares, foi lançado na última sexta-feira (12), no Centro Histórico-Cultural, no campus Olezio Galotti, em Três Poços. A atividade, promovida pelo curso de Medicina do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), reuniu estudantes, internos, residentes, docentes, preceptores e profissionais da área da saúde em um encontro voltado à atualização científica e à valorização da produção acadêmica.
Professor com Honra ao Mérito do UniFOA, Walter Tavares tem uma trajetória diretamente ligada à história da instituição. Durante 26 anos, lecionou no curso de Medicina e participou da formação de inúmeras turmas.
“Trabalhei e lecionei aqui durante 26 anos, ajudando a formar inúmeras turmas de Medicina. Agora tenho a felicidade de lançar a quinta edição do meu livro, aos 87 anos. É uma alegria poder contribuir ainda para a formação de médicos, não apenas infectologistas, mas de todas as especialidades”, destacou Walter.
Publicada pela Editora Atheneu, a 5ª edição reúne 33 capítulos revisados e ampliados. A obra apresenta atualizações sobre terapêutica antimicrobiana, classes de antibióticos, formas de uso, efeitos colaterais, indicações clínicas e abordagens específicas para diferentes perfis de pacientes, como crianças, idosos e pessoas com obesidade.
O livro também traz capítulos dedicados a doenças infecciosas de grande prevalência e relevância clínica, como malária, AIDS, tuberculose e hepatites. Para Walter, a atualização constante é indispensável em uma área marcada por mudanças rápidas e pelo surgimento de novas possibilidades terapêuticas.
“Quando eu faço o livro, procuro me antecipar ao que vai acontecer. Há terapêuticas que ainda estão em experimentação clínica e já aparecem citadas na obra. Quando o livro chega ao leitor, ele já traz esse olhar para o que pode vir pela frente”, explicou.
A preocupação com a formação médica também atravessou a fala do professor. Para ele, mesmo em um cenário de avanço tecnológico e presença cada vez maior da inteligência artificial, o livro e o professor seguem ocupando um espaço essencial no processo de aprendizagem.
“O livro jamais morrerá. Assim como o professor que dá aula nunca será substituído, porque faltam à tecnologia a empatia e o calor humano. O livro continua presente, ajudando a detalhar a farmacologia, os efeitos adversos e a utilização clínica dos medicamentos”, afirmou.
Para o coordenador do curso de Medicina do UniFOA, Luiz Antônio Neves, receber o lançamento da 5ª edição dentro da instituição representa um reconhecimento à trajetória do professor e ao papel que ele desempenha na formação médica.
“Estamos falando de um professor da área de antibioticoterapia e infectologia entre os mais renomados do país, uma referência também internacional. Ter o lançamento do livro dentro da nossa instituição é uma honra para a FOA/UniFOA. Ele é uma referência para o Brasil e também para nós”, afirmou.
Luiz Antônio também destacou que a obra chega em um momento em que a atualização médica se tornou ainda mais necessária. “A Medicina exige atualização frequente. Para os estudantes, esse livro representa uma grande oportunidade de estudo e contato com uma produção científica de alto nível”, completou.
Entre os estudantes, o encontro também foi marcado pela dimensão simbólica de estar próximo a profissionais que se tornaram referência na área médica. Para Rafaela Dünkel, aluna do 5º período de Medicina, participar do lançamento foi uma experiência de incentivo e pertencimento.
“Para mim é uma grande alegria participar desse momento. O professor Walter é uma referência na infectologia e estar sentada à mesa com ele e com outros professores tão importantes foi uma oportunidade enorme, especialmente como aluna e integrante da Liga de Infectologia”, contou.
Rafaela também destacou o impacto de ver um professor com décadas de carreira ainda preocupado em contribuir com a formação das novas gerações. “A sensação é de ser abraçada, de ser acolhida. A Medicina evolui sempre pensando no paciente, mas, como aluna e futura médica, também é muito gratificante sentir que existe alguém olhando por nós e torcendo pela nossa formação”, relatou.
Mais do que o lançamento de uma nova edição, o encontro aproximou estudantes da literatura médica de referência e das diretrizes mais recentes sobre antibioticoterapia. O uso racional de antimicrobianos é hoje um dos pontos centrais da segurança do paciente. A escolha inadequada de um medicamento, o tempo incorreto de tratamento ou a prescrição sem necessidade podem comprometer resultados e ampliar riscos para toda a cadeia de cuidado.
Nesse contexto, discutir antibióticos na formação médica vai além da farmacologia. Passa pela responsabilidade clínica, pela leitura crítica das evidências e pela capacidade de decidir com segurança diante de casos reais.
Ao reunir memória institucional, produção científica e formação médica, o lançamento da quinta edição de Antibióticos e Quimioterápicos para o Clínico recolocou no centro do debate uma questão essencial: formar médicos preparados para prescrever melhor, tratar com mais segurança e responder aos desafios de uma prática clínica cada vez mais complexa.







Quem deseja saber se precisa usar aparelho ortodôntico ou avaliar possíveis problemas de alinhamento dentário terá uma oportunidade gratuita no próximo dia 25 de junho. O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) realizará uma triagem ortodôntica aberta à comunidade, com atendimentos voltados a crianças, adolescentes e adultos.
A ação acontecerá das 9h às 11h, na Clínica de Ortodontia, localizada no segundo andar do Prédio 11, no Campus Olezio Galotti, em Três Poços.
Durante a triagem, os participantes passarão por uma avaliação inicial para identificação de possíveis necessidades de tratamento ortodôntico. Além da análise clínica, os pacientes receberão orientações sobre a saúde bucal e poderão ser informados sobre as possibilidades de tratamento oferecidas pela clínica.
A iniciativa busca identificar alterações que podem comprometer não apenas a estética do sorriso, mas também a função da arcada dentária. Problemas de mordida, desalinhamentos e dificuldades na mastigação estão entre as condições que podem ser observadas durante a avaliação.
A ação também contribui para a formação prática dos estudantes do curso de Odontologia, que participam das atividades sob supervisão dos professores da área, vivenciando situações reais de atendimento e cuidado ao paciente.
A avaliação é gratuita. Já os tratamentos eventualmente indicados após a triagem seguem os critérios e condições de atendimento estabelecidos.
Os interessados devem comparecer ao local no horário informado para realizar a avaliação.
Em um cenário marcado por desigualdade social e disputa por oportunidades, um indicador simples tem papel decisivo na definição de quem pode acessar benefícios, programas sociais e até bolsas de estudo: a renda per capita. Presente em editais e processos seletivos, o conceito vai além de um cálculo matemático e se tornou um dos principais critérios para medir a realidade econômica das famílias brasileiras.
A expressão “renda per capita” significa, literalmente, “renda por pessoa”. O cálculo é simples: soma-se toda a renda mensal dos moradores de uma residência e divide-se pelo número total de pessoas que vivem naquele local. Apesar da fórmula direta, o resultado oferece uma leitura mais precisa das condições financeiras de uma família.
Na prática, o indicador ajuda a evitar distorções que poderiam surgir ao analisar apenas a renda total da casa. Uma família com rendimento mensal de R$ 5 mil, por exemplo, pode viver realidades completamente diferentes dependendo da quantidade de moradores. Enquanto um núcleo com duas pessoas teria uma média mais confortável, outro com cinco integrantes dividiria o mesmo valor de forma muito mais limitada. É justamente essa diferença que a renda per capita evidencia.
Para entender melhor, imagine uma família formada por quatro pessoas. Se apenas duas delas trabalham e, juntas, somam uma renda mensal de R$ 3.200, esse valor deve ser dividido pelo total de moradores da residência. Nesse caso, a renda per capita será de R$ 800 por pessoa. É esse número que costuma ser considerado em programas sociais, financiamentos e bolsas de estudo.
No ensino superior, compreender esse cálculo pode fazer toda a diferença para quem busca uma oportunidade de ingresso na universidade. Muitas instituições utilizam a renda per capita como critério para identificar estudantes em situação de vulnerabilidade socioeconômica e ampliar o acesso à formação acadêmica.
É justamente nesse contexto que a Bolsa Social do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) se torna uma oportunidade importante para muitos estudantes. O programa utiliza critérios socioeconômicos, entre eles a renda per capita, para concessão de bolsas de estudo, permitindo que candidatos tenham acesso ao ensino superior com apoio financeiro.
Mais do que um requisito burocrático, a análise da renda per capita funciona como uma ferramenta de inclusão educacional. Ao considerar como a renda familiar é distribuída entre os moradores da casa, o processo consegue identificar de forma mais justa quais estudantes necessitam de suporte para ingressar ou permanecer na graduação.
Em muitos casos, candidatos deixam de buscar o benefício por acreditarem que não se enquadram nos critérios. No entanto, ao realizar corretamente o cálculo da renda familiar, acabam descobrindo que possuem perfil compatível para participação no programa.
Além do impacto individual, iniciativas como o Bolsa Social contribuem diretamente para ampliar o acesso ao ensino superior e reduzir desigualdades sociais por meio da educação. O programa reforça a importância de criar caminhos para que mais estudantes consigam transformar sua trajetória acadêmica e profissional.
Atualmente, o UniFOA está com inscrições abertas para o Bolsa Social. Os interessados podem consultar o edital e verificar os critérios exigidos para participação no processo seletivo.
O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) está com inscrições abertas para o processo seletivo do Mestrado Profissional em Materiais (MeMat), com ingresso previsto para o segundo semestre de 2026.
Reconhecido pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) com nota 4, o programa é o único da área ofertado na região Sul Fluminense e tem como proposta a formação de profissionais qualificados para atuar em pesquisa aplicada, inovação tecnológica e desenvolvimento de soluções para a indústria e a sociedade.
Ao todo, são oferecidas 15 vagas para candidatos graduados em áreas afins, especialmente nas engenharias e ciências exatas, mantendo o caráter multidisciplinar do programa. As inscrições podem ser realizadas até o dia 24 de agosto, por meio do portal do MeMat no site do UniFOA.
Com duração de dois anos e aulas presenciais no Campus Universitário Olezio Galotti, em Três Poços, o curso tem como área de concentração o processamento e a caracterização de materiais metálicos, cerâmicos e poliméricos, além de materiais reciclados, compósitos, nanomateriais e biomateriais.
A proposta do mestrado é aproximar a pesquisa científica das demandas do setor produtivo, incentivando o desenvolvimento de projetos com potencial de aplicação prática e impacto tecnológico.
O processo seletivo será composto por duas etapas: análise do Currículo Lattes e entrevista individual, realizada de forma virtual. Serão considerados aprovados os candidatos que obtiverem média igual ou superior a 7,0 nas duas avaliações.
Além da qualificação acadêmica, o MeMat oferece aos estudantes acesso a uma infraestrutura laboratorial moderna, corpo docente com experiência em pesquisa e inovação e integração com empresas e instituições parceiras, favorecendo o desenvolvimento de projetos alinhados às necessidades do mercado.
O resultado do processo seletivo será divulgado no dia 1º de setembro de 2026, e as aulas terão início em 12 de setembro.
Mais informações sobre o edital, cronograma e documentação exigida estão disponíveis no portal do programa: www.unifoa.edu.br/mestrado/memat.
As inscrições para o processo seletivo de Medicina do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) já estão abertas, com ingresso para o segundo semestre de 2026 através do ENEM ou portadores de diploma de curso superior. Para realizar sua inscrição, basta clicar no link.
A seleção será realizada por meio do aproveitamento das notas do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), considerando edições entre 2016 e 2025. As vagas são destinadas ao ingresso no 1º período do curso, com início no segundo semestre letivo de 2026.
Não será permitida a participação de treineiros, nem haverá reserva de vagas neste processo seletivo.
As inscrições devem ser realizadas exclusivamente pelo Portal do Candidato, disponível no site do UniFOA (www.unifoa.edu.br/vestibular-medicina/), no período de 02 de junho até às 15h do dia 30 de junho de 2026.
Edital - Processo Seletivo Medicina 2026.2 - Enem
Edital - Processo Seletivo Medicina 2026.2 - Portador de Diploma
Edital Complementar nº 01-26 Referente ao Edital 12-26 Ref. 2026.2.2
Edital Complementar nº 01-26 Referente ao Edital 11-26 Ref. 2026.2.2
Entre os dias 11 e 13 de maio, o curso de Enfermagem do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) em parceria com o curso Técnico em Enfermagem da EtecFOA, realizou a Semana da Enfermagem, . A programação marcou o período em que se celebram o Dia Internacional da Enfermagem e o Dia do Enfermeiro, comemorados em 12 de maio, e reuniu estudantes, professores e profissionais da área em uma agenda voltada à reflexão, atualização e fortalecimento da prática do cuidado.
Inspirada na trajetória de Florence Nightingale, referência mundial da enfermagem moderna, e de Ana Néri, pioneira da enfermagem no Brasil, a iniciativa propôs discutir o papel da profissão a partir da integração entre conhecimento técnico, responsabilidade social e humanização no atendimento.
Ao longo da semana, foram realizadas palestras, workshops, debates, exibições e atividades práticas, abordando temas relevantes para o cotidiano da enfermagem e incentivando a troca de experiências entre os participantes. A proposta foi ampliar o olhar sobre o cuidado, compreendendo a enfermagem como uma área essencial para a promoção da saúde e garantia de direitos.
Para o coordenador do curso de Enfermagem do UniFOA, professor Carlos Marcelo Balbino, a Semana da Enfermagem cumpre um papel estratégico na formação dos futuros profissionais. Segundo ele, o evento cria um ambiente que aproxima o estudante da realidade da profissão e amplia sua compreensão sobre o impacto do cuidado na vida das pessoas.
“A Semana Brasileira de Enfermagem é um evento de expressão nacional dentro da comunidade. Ela traz relevância, importância sobre o que é enfermagem e sobre tudo o que acontece dentro da nossa profissão. Apresentando informação e conhecimento para os enfermeiros, acadêmicos, técnicos e toda a comunidade científica.”, destacou.
A relevância do curso para a região foi celebrada com a participação de autoridades do setor. Lilian Behring, Deputada Estadual (RJ) e Presidente licenciada do Coren-RJ, ressaltou a trajetória da instituição:
“É uma honra estar no UniFOA para entregar uma Moção de Aplauso e Louvor em celebração aos 25 anos da Faculdade de Enfermagem. Esta premiação da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (ALERJ) reconhece os serviços prestados pela universidade, que tem um impacto fundamental não apenas na Enfermagem, mas na Saúde de toda a população do Médio Paraíba.”, afirmou.
Mais do que uma programação acadêmica, a Semana da Enfermagem se consolidou como um espaço de construção coletiva, incentivando o pensamento crítico e a evolução das práticas de ensino-aprendizagem. Ao promover esse tipo de iniciativa, o UniFOA amplia as possibilidades de formação e contribui para o desenvolvimento de profissionais mais preparados para os desafios da área da saúde.











Antes de iniciar a prática em campo, conhecer o ambiente hospitalar ajuda o estudante a entender melhor a responsabilidade do cuidado. Com esse objetivo, estudantes do curso de Enfermagem do UniFOA, participaram de uma visita técnica à UTI Neonatal e à UTI Pediátrica do Hospital da Fundação Oswaldo Aranha (H.FOA), em uma atividade voltada à preparação para o estágio.
Durante a visita, os participantes puderam conhecer a estrutura dos setores, observar a rotina das equipes e compreender a dinâmica de funcionamento de ambientes que exigem atenção constante, conhecimento técnico e assistência especializada.
Para Yasmim, estudante do 8º período, a experiência ajudou a transformar expectativa em preparação.
“A visita técnica contribuiu muito para o meu aprendizado, pois, antes mesmo de iniciar o estágio, tivemos a oportunidade de conhecer a UTI Pediátrica e a UTI Neonatal. Foi uma experiência única e muito enriquecedora, pois pude conhecer de perto a estrutura, a rotina e a dinâmica desses setores”, contou.
O acompanhamento de uma profissional durante o percurso também tornou a atividade mais significativa para os estudantes, que puderam tirar dúvidas e compreender melhor a organização dos serviços.
“Contar com o acompanhamento de uma profissional que nos apresentou cada espaço e explicou o funcionamento dos serviços tornou a experiência ainda mais significativa. Essa visita contribuiu para ampliar meus conhecimentos e me preparar melhor para vivenciar a prática durante o estágio”, destacou Yasmim.
Para Márcia Bastos, a visita técnica cumpre uma função importante na formação, especialmente por aproximar os estudantes de setores hospitalares complexos antes da vivência direta no estágio.
“Considero que a visita técnica à UTI Neonatal e Pediátrica do H.FOA foi uma experiência de grande relevância para a formação dos nossos estudantes. Proporcionar esse contato para os ligantes permite que o estudante conheça previamente o ambiente hospitalar, sua estrutura, sua rotina e a dinâmica de funcionamento de setores que exigem conhecimentos específicos, atenção, responsabilidade e uma assistência altamente qualificada”, afirmou.
Segundo Márcia, esse primeiro contato também ajuda a reduzir inseguranças naturais diante de um novo campo de prática.
“Essa aproximação contribui para diminuir a ansiedade diante do novo e, principalmente, prepara o estudante para vivenciar a prática com mais segurança e consciência”, completou.
A visita ao H.FOA permitiu que os estudantes chegassem mais preparados para o estágio, não apenas pelo reconhecimento dos espaços, mas pela compreensão do cuidado exigido em unidades voltadas a recém-nascidos e crianças. Em setores como a UTI Neonatal e a UTI Pediátrica, cada detalhe da rotina ajuda a formar profissionais mais atentos, seguros e conscientes do impacto da assistência na vida dos pacientes e de suas famílias.
No intuito de fortalecer a formação de futuros profissionais da saúde, o Auditório de Medicina do UniFOA sediou, na última sexta-feira (08/05), o evento Educação em Saúde Materno Infantil. A iniciativa faz parte do Projeto Ouro Líquido, que reuniu especialistas e estudantes para debater a promoção e a proteção do aleitamento materno.
Organizado por alunos da instituição sob a orientação do Prof. Dr. Arthur Villela, o evento focou na integração entre o rigor técnico e o atendimento humanizado. Segundo Thaíssa Gomes, uma estudante de Medicina do 5º período e uma das participantes do projeto, o evento foi pensado como um momento de encontro, diálogo, oficinas e sensibilização. Ela continua: "Reunimos acadêmicos, médicos e gestantes em um espaço onde a informação pudesse circular de forma acessível e humana. Cada etapa foi pensada com cuidado, desde a definição dos temas e a organização do material educativo e das atividades até a construção de um espaço que acolhesse dúvidas, experiências e vivências."
Com uma programação completa, o encontro abordou desde os desafios clínicos do acompanhamento do recém-nascido até os impactos psicológicos e físicos da amamentação.
A iniciativa contou com nomes de referência na área médica, que trouxeram atualizações essenciais para a prática pediátrica e obstétrica:
Além das exposições teóricas, o evento finalizou com orientações importantes sobre a pega correta durante a amamentação.
O Projeto Ouro Líquido surgiu como uma iniciativa dos alunos do UniFOA, em parceria com o Professor Arthur Villela, que tem como propósito promover, proteger e apoiar o aleitamento materno, fortalecendo o vínculo entre conhecimento, cuidado e amor.
Sobre a idealização do projeto, a estudante Thaíssa afirma que ele surgiu a partir da paixão pela pediatria e da compreensão sobre os benefícios da amamentação para o bebê e para a mãe. A estudante continua: "O nome Ouro Líquido traduz aquilo em que acreditamos, o leite materno. Em cada gota existe um potencial de desenvolvimento, fortalecimento imunológico e promoção de saúde que acompanha a criança desde os seus primeiros dias." Ela também afirma que um dos propósitos do projeto é a conscientização sobre os benefícios do leite materno e uma busca por fortalecer a cultura de valorização da amamentação.
"Quando compartilhamos conhecimento sobre os benefícios nutricionais, imunológicos, emocionais e sociais do leite materno, contribuímos para que mães, famílias e rede de apoio possam tomar decisões mais seguras, conscientes e amparadas." finalizou a estudante.
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