No intuito de debater a garantia dos direitos da infância e da juventude, o UniFOA realizou, nesta segunda-feira (25/05), um evento interdisciplinar em homenagem ao Dia Nacional da Adoção. A programação contou com uma palestra central ministrada por uma representante do Grupo de Apoio à Adoção de Volta Redonda, que trouxe a vivência prática e os desafios reais enfrentados pelas famílias adotivas na região.
A iniciativa, que faz parte da extensão por meio da disciplina de Projetos Integrados, reuniu acadêmicos e profissionais para discutir a importância de assegurar o direito à convivência familiar para crianças e adolescentes em situação de acolhimento institucional.
Como resultado prático da união dos cursos de Direito, Serviço Social e Design, foram desenvolvidas e lançadas duas cartilhas informativas. Os materiais abordam o processo de habilitação jurídica para a adoção e o papel fundamental desempenhado pelos grupos de apoio às famílias adotivas.
A idealizadora da iniciativa, professora Daniele Doval, detalhou o propósito do evento e a importância de aumentar o acesso as informações claras sobre o processo legal da adoção:
"Esse evento é em alusão ao Dia Nacional de Adoção, que é comemorado hoje mesmo, dia 25 de maio. Em vários lugares do país, a gente tem eventos acontecendo justamente para discutir essa temática e a importância de se assegurar o direito à convivência familiar de crianças e adolescentes que, por motivos diversos, estão em instituições de acolhimento, não têm a possibilidade de conviver com a sua família biológica e estão disponíveis para adoção", explicou a professora.
O material desenvolvido uniu o conteúdo jurídico do Direito e o olhar humanizado do Serviço Social, enquanto o curso de Design ficou responsável pela identidade visual, layout e diagramação das cartilhas. O projeto dá continuidade a um histórico de ações que o UniFOA realiza em conjunto com o Grupo de Apoio à Adoção de Volta Redonda.
"A proposta das cartilhas é justamente trazer informações iniciais e dar um panorama do percurso que as famílias que querem adotar podem trilhar. E o foco no grupo de apoio é porque nós temos uma previsão legal, inclusive estabelecida pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, o ECA, de termos grupos que possam contribuir no fortalecimento dessas famílias. Então é uma rede mesmo de apoio, de solidariedade e de troca de experiências", concluiu Daniele Doval.
O encontro, que contou com a presença de famílias adotivas e representantes locais, reafirma o papel do UniFOA em utilizar a extensão universitária como ferramenta de transformação social, conectando a produção acadêmica das salas de aula às demandas reais de garantia de direitos na comunidade.



Os estudantes de curso de Direito do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) vivenciaram uma experiência única: conhecer de perto as grandes instituições da justiça brasileira. 11 alunos do 10º período e uma do 9º visitaram, entre os dias 05/05 e 07/05, o Supremo Tribunal de Justiça (STJ), Supremo Tribunal Federal (STF), Tribunal Superior do Trabalho (TST), Planalto e Congresso Nacional, em Brasília. Além de conhecer grandes nomes das instituições, como Ministros, os estudantes puderam acompanhar de perto plenárias e julgamentos realizados por essas instituições.
No olhar da advogada e professora Tania Cristina Prado, responsável pelas visitas, a experiência é fundamental para os estudantes, uma vez que tem acesso a um riquíssimo aprendizado dos institutos de direito estudados em sala de aula e as suas aplicabilidades práticas. “A aproximação dos alunos com essas instituições tem grande importância devido aos ensinamentos obtidos em relação às estratégias utilizadas pelos envolvidos em suas defensas e no desenvolvimento dos julgamentos que eles puderam acompanhar”, afirmou.
A proposta surgiu, ainda em dezembro de 2025, com a professora Tania Cristina Prado, que vivenciou um projeto similar em outro estado e decidiu trazer a iniciativa ao UniFOA, que rapidamente foi abraçado pelos estudantes e pelo corpo acadêmico, como a docente Ariadne Yurkin, que expediu ofícios aos órgãos para promover essa aproximação.
No primeiro dia em Brasília, 05/05, os estudantes puderam visitar o gabinete do Ministro João Otávio de Noronha, do STJ. Durante o encontro, os alunos receberam do Ministro uma brilhante aula sobre Direito Constitucional e, também, foram convidados a participaram de uma plenária que ele presidiria no dia.

Já no dia 06/05, o grupo conheceu o TST, com direito à visita ao gabinete da Ministra Delaide Alves Miranda Arantes, que recebeu os estudantes. Em seguida, os alunos foram ao STJ, onde também puderam conhecerem o gabinete da Ministra Daniela Teixeira, que também tratou o grupo de forma atenciosa. Ao fim do dia, o grupo pode participar da plenária de julgamento do governador do Acre, que foi julgado sob a presidência do Ministro João Otávio de Noronha – que agradeceu a presença da professora e dos alunos.

No último dia da visita, 07/05, foram ao Planalto, onde puderam conhecer a Secretaria Geral da Presidência e o Congresso Nacional. E, por fim, os estudantes visitaram o STF, no qual os estudantes participaram do julgamento do Agravo em Recurso Extraordinário (ARE 1.537.713, tema 1412 de repercussão geral), que discutiu a possibilidade de extensão das medidas protetivas previstas na Lei Maria da Penha aos casos de violência de gênero ocorridos fora do ambiente doméstico e familiar. No dia 08/05, fechando as atividades em Brasília, os estudantes se dedicaram a criar vídeos de conteúdos jurídicos e a elaboração de relatórios sobre a experiência.

A professora Tania Cristina ressaltou à participação do vice-presidente do Diretório Acadêmico, Wesley César da Silva, que não poupou esforços para a visita ao STF, que não havia sido previamente agendada com os ofícios enviados em dezembro. “Fomos levados pela paixão do Wesley, que não se conteve em não tentar fechar com chave de ouro o ciclo de visitações e conseguiu abrir às portas do Supremo para nós e, também, a participação no julgamento do ARE”, pontuou.
Wesley César, que além de presidente do diretório-acadêmico está cursando o 10º período, comentou sobre sua jornada para conseguir a visita ao Supremo, no qual colocou em práticas técnicas que aprendeu durante a faculdade: “A coragem de me posicionar, a capacidade de argumentação e a habilidade de sustentar um pedido com respeito, clareza e convicção”, elaborou.
O estudante comentou, também, que este momento representou a aplicação real dos conhecimentos que foram adquiridos durante a formação: “Foi a prova de que o Direito também se constrói com iniciativa, preparo e coragem para defender aquilo em que acreditamos. Uma experiência que ficará marcada para sempre na minha trajetória acadêmica e pessoal”, concluiu.
Já a aluna do 10º período, Luísa Alves Rosas, definiu a experiência como um dos momentos mais marcantes da sua trajetória acadêmica ao poder ter contato direto com importantes órgãos do poder judiciário e legislativo do país. Para a estudante, o maior aprendizado é compreender que o Direito vai muito além da teoria estudada em sala de aula. “Acredito que participar dessas visitas contribuirá imensamente para minha vida profissional, principalmente pelo plano de carreira que possuo. Poder conhecer de perto os tribunais superiores, observar a atuação dos ministros, compreender o funcionamento das instituições e vivenciar momentos tão relevantes para a história do Direito brasileiro fortaleceu ainda mais minha certeza sobre o caminho que desejo seguir”, comentou.
Estudante do 10º período, Victor Hugo Vilete almeja carreira na advocacia e viu essa experiência como norteadora fundamental para compreender os caminhos e desafios para alcançar os mais altos escalões do judiciário brasileiro. “
Tivemos contato com três Ministros do STJ que ascenderam à magistratura por meio do Quinto Constitucional, evidenciando carreiras sólidas e exitosas na advocacia. Essa observação reforça a percepção de que o êxito profissional no Direito é alcançável por meio de força de vontade inabalável, dedicação contínua e, acima de tudo, a coragem de iniciar e perseverar nos primeiros passos rumo às múltiplas possibilidades que o universo jurídico oferece”, afirmou.
Em reta final da faculdade, João Pedro Ramos Florencio viu às visitas como o fechamento perfeito para o ciclo acadêmico. O estudante relata que além dos aprendizados vivenciados na prática, uma experiência como essa trazem um diferencial na trajetória no Direito. “Para nós, que estamos ingressando no mercado, entender como se posicionar frente aos ministros é vital. Aprendi que o advogado precisa saber apresentar os riscos de uma decisão de forma que o tribunal realmente o escute. Dominar essa dinâmica estratégica e saber transitar nas instâncias superiores é o que separa um profissional comum de um advogado de alta performance”, concluiu.
Confira um pouco mais nas fotos:






O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) promoveu nos dias 8 e 9 de maio, a Semana Acadêmica dos cursos de Direito e Serviço Social. Realizado no auditório William Monachesi, no campus Olezio Galotti, em Três Poços, o evento reuniu estudantes, docentes e convidados em uma programação voltada à reflexão crítica sobre direitos humanos, justiça social e os desafios contemporâneos enfrentados pelas duas áreas.
A iniciativa propôs um diálogo interdisciplinar entre Direito e Serviço Social, destacando a importância da atuação integrada diante de realidades complexas que envolvem desigualdade, violência, vulnerabilidade social e acesso a direitos.
A palestra de abertura abordou o tema “Direitos Humanos e Interseccionalidade: raça, classe e gênero”, promovendo discussões sobre como diferentes formas de exclusão social se conectam e impactam a garantia de direitos na sociedade brasileira.
Ao longo da programação, também foram realizados painéis sobre judicialização das relações sociais, violência contra a mulher e a rede de proteção, além de sistema prisional e ressocialização. Os temas aproximaram os estudantes de debates presentes no cotidiano profissional e reforçaram a necessidade de respostas institucionais mais amplas e humanizadas.
Coordenador do curso de Direito do UniFOA, Alan Pançardes destacou que a Semana Acadêmica contribuiu para aproximar a formação jurídica da realidade social.
“O evento mostrou aos alunos que o Direito não pode ser compreendido de forma isolada. Quando o estudante debate desigualdade, violência, discriminação e vulnerabilidades sociais, ele entende que os desafios atuais exigem leitura crítica, responsabilidade institucional e compromisso com a efetivação de direitos”, afirmou.
Segundo ele, a proposta formativa da instituição vai além do domínio técnico.
“O papel do Direito envolve também a construção de respostas socialmente adequadas, a proteção da dignidade humana e a garantia de direitos fundamentais, especialmente para grupos mais vulnerabilizados. Essa vivência prepara profissionais mais conscientes e éticos”, completou.
A coordenadora do curso de Serviço Social, Karin Escobar, ressaltou o valor da integração entre as áreas para a formação acadêmica.
“A realização da Semana Acadêmica representa um espaço fundamental de reflexão, diálogo e construção coletiva do conhecimento. Em um contexto marcado por desigualdades sociais e violações de direitos, iniciativas como essa se tornam ainda mais relevantes para a formação crítica dos futuros profissionais”, destacou.
Ela também enfatizou o papel complementar entre as profissões.
“Enquanto o Direito oferece instrumentos normativos e jurídicos para a defesa de direitos, o Serviço Social contribui com a análise da realidade social e das formas de intervenção junto aos sujeitos em situação de vulnerabilidade. Essa troca fortalece a compreensão sobre justiça social e cidadania”, explicou.
Entre as convidadas da programação, a advogada Lívia F. Silva, especialista em Gestão da Inovação e Propriedade Intelectual, abordou novas possibilidades de atuação profissional no mercado jurídico, com foco em marcas, inovação e ativos intelectuais.
“A faculdade oferece base teórica, mas eventos como a Semana Acadêmica aproximam o aluno da prática real. Eles colocam os estudantes em contato com profissionais que enfrentam dilemas concretos e decisões que impactam a vida das pessoas”, pontuou.
Segundo ela, também é uma oportunidade para apresentar áreas estratégicas ainda pouco exploradas durante a graduação.
“A propriedade intelectual é um campo com enorme potencial de carreira para quem está entrando no mercado. Quero que os alunos saiam com referências práticas, curiosidade e a percepção de que existem novos caminhos possíveis dentro da profissão”, afirmou.
Ao reunir conhecimento técnico, debate social e experiências de mercado, a Semana Acadêmica reforçou o papel da universidade como espaço de formação crítica e construção de soluções conectadas às transformações da sociedade.






Estudantes dos cursos de Medicina e Direito do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) e representantes da Fundação Oswaldo Aranha (FOA) marcaram presença no evento “Saúde Suplementar: Aspectos Jurídicos e Regulatórios”, organizado pelo Instituto dos Magistrados do Brasil (IMB), que aconteceu na sexta-feira (08/05), no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TRJR).
O encontro, que debateu importantes temas como o papel do poder jurídico na regulação da saúde suplementar, estatuto dos direitos do paciente, análise da jurisprudência mais recentes sobre contratos e cobertura em planos de saúde, contou com a presença de magistrados, juristas de renome, especialistas do setor de saúde suplementar e outras personalidades de destaque na área.
Na visão do presidente da FOA, Eduardo Prado, participar de eventos dessa magnitude tem papel fundamental na formação dos estudantes. “Além dos alunos poderem ficar por dentro do que é discutido a nível jurídico e regulatório no campo da saúde, a FOA e o UniFOA se colocam como referência no impacto positivo à sociedade”, afirmou.
O desembargador Vitor Marcelo Aranha Afonso Rodrigues, que coordenou o encontro, agradeceu a participação da instituição e dos alunos. “Os estudantes foram muito atenciosos e atentos a tudo. Voltam com muito conhecimento que irá ajudar tanto na área acadêmica quanto profissional”, apontou.
O Curso de Direito do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) voltou a demonstrar sua força no cenário jurídico do Sul Fluminense ao celebrar, no Tribunal do Júri, no campus Olezio Galotti, em Três Poços, os estudantes aprovados no Exame da Ordem dos Advogados do Brasil antes mesmo da formatura. O resultado reafirma a posição de liderança da instituição e evidencia a consistência de um projeto pedagógico que, há anos, entrega desempenho acima da média regional.
Os números refletem maturidade acadêmica e domínio técnico dos estudantes ainda durante a graduação. No 9º período, 34% dos alunos conquistaram aprovação antecipada. Já no 10º período matutino, 44% dos estudantes garantiram a carteira da OAB antes de concluir o curso, quase metade da turma. Considerando os concluintes, 22% já ingressam no mercado com registro profissional assegurado, diferencial raro entre instituições de ensino jurídico.
Esses índices dialogam diretamente com um dos principais reconhecimentos do curso: o Selo OAB Recomenda, certificação nacional concedida apenas às instituições com excelência comprovada em seus resultados. O UniFOA segue como a única instituição privada do Sul do Estado a receber essa certificação, reforçando a credibilidade do curso e seu compromisso com a formação jurídica de alta qualidade.
A estudante Luísa Alves Rosas, do 10º período, aprovada ainda no 9º período, destacou a relevância da preparação oferecida pelo UniFOA:
“Ser aprovada na prova da Ordem ainda no 9º período representa, além de uma imensa felicidade e alívio, a confirmação de uma trajetória construída com disciplina, entrega e verdadeiro amor pelo Direito. Cada hora de estudo valeu a pena, especialmente diante de uma prova cercada de expectativas. O curso contribuiu de maneira decisiva para minha formação, ampliando minha visão crítica, ética e humana. Tivemos um apoio verdadeiramente comprometido dos professores. O UniFOA foi o espaço onde desenvolvi minhas potencialidades e amadureci como futura profissional”, afirmou.
Outro destaque entre os aprovados, Wesley César, do 9º período, ressaltou que conquistar a aprovação ainda como estudante representou a realização de um objetivo construído desde o início da graduação:
“Essa aprovação é a concretização de um sonho e a certeza de que todo esforço valeu a pena. O curso sempre ofereceu um corpo docente preparado e um suporte constante. Nas semanas que antecederam a prova, tivemos sábados inteiros de revisão, além de um curso on-line gratuito disponibilizado pela coordenação. Esse apoio fez toda a diferença para mim e para os meus colegas.”
O estudante também reforçou a importância das experiências práticas proporcionadas pela instituição ao longo da formação:
“Desde o primeiro período tive a oportunidade de atuar no NADAC, por meio de parceria do UniFOA com o Judiciário. Isso abriu portas para outras vivências e ampliou minha formação. A integração entre prática e teoria é um diferencial do curso, assim como o diálogo constante entre estudantes, coordenação e reitoria. Sempre me senti acolhido e valorizado.”
O Coordenador do curso, Alan Pançardes ressalta que o desempenho alcançado pelos estudantes é reflexo de uma metodologia moderna, integrada e voltada à prática real da advocacia, com atividades simuladas, estudos de caso, acompanhamento acadêmico próximo e um corpo docente qualificado.
“A aprovação antecipada evidencia que nossos estudantes estão sendo preparados não só para a prova, mas para a prática da advocacia com responsabilidade e competência”, afirmou o coordenador.
A performance das turmas também reforça o impacto do modelo pedagógico adotado pelo curso, que combina teoria consistente com vivências práticas e incentivo à autonomia intelectual. No 10º período matutino, onde a aprovação chegou a 44%, Alan ressaltou a maturidade dos estudantes:
“Ver quase metade da turma aprovada antes de concluir o curso confirma que estamos no caminho certo. A preparação é constante, estratégica e pensada para transformar os alunos em profissionais completos”.
A cerimônia de homenagem aos aprovados marcou não apenas o reconhecimento individual dos estudantes, mas também a reafirmação do compromisso institucional do UniFOA em formar profissionais preparados para os desafios jurídicos contemporâneos e prontos para ocupar espaços de destaque no mercado. Para os futuros alunos, o resultado se traduz em um indicador claro: escolher o UniFOA é optar por um curso de alto desempenho, com estrutura moderna, acompanhamento efetivo e resultados que realmente se convertem em oportunidades profissionais.
Com desempenho que supera a média nacional e regional, o UniFOA reafirma sua posição de liderança na formação jurídica do Sul Fluminense, fortalecendo a credibilidade construída ao longo de sua trajetória e consolidando-se como referência para quem busca excelência acadêmica e aprovação nos exames da Ordem.
A curricularização da extensão no Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) consolida um movimento já presente nos cursos da instituição: o reconhecimento da interdisciplinaridade como eixo estruturante da formação acadêmica e do compromisso social da Instituição de Ensino Superior com a comunidade. Ao integrar ensino, pesquisa e extensão, as ações extensionistas ampliam os repertórios de análise de docentes e discentes, fortalecem o diálogo entre diferentes áreas do conhecimento e materializam o compromisso ético e social da universidade com o desenvolvimento humano, equitativo e sustentável.
Esse compromisso torna-se ainda mais relevante diante do crescimento acelerado da população idosa no Brasil, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Nesse cenário, o Estatuto da Pessoa Idosa (Lei nº 10.741/2003, atualizada pela Lei nº 14.423/2022) representa um importante marco legal na garantia de direitos das pessoas com 60 anos ou mais. Ainda assim, muitos idosos enfrentam dificuldades para exercer plenamente esses direitos, seja pela falta de informação, pela linguagem pouco acessível ou pela ausência de apoio técnico — especialmente no ambiente digital.
Foi a partir dessa realidade que estudantes do curso de Direito desenvolveram, neste semestre, um projeto extensionista voltado à promoção dos direitos da pessoa idosa na era digital, em parceria com a Universidade Aberta à Transformação Intergeracional (Unati). A iniciativa teve como foco a prevenção de golpes virtuais e o estímulo ao uso seguro e consciente da tecnologia por idosos.
Segundo a professora do curso de Direito, Daniele do Amaral, a proposta foi construída de forma prática e personalizada.
“O projeto deste semestre trabalhou especialmente os direitos dos idosos no ambiente digital. Os alunos produziram materiais educativos sobre golpes virtuais e, em uma atividade prática com os idosos da Unati, explicaram passo a passo como utilizar o celular com segurança, desde o uso do WhatsApp até os cuidados com links suspeitos, transações bancárias e pedidos de selfie, frequentemente utilizados em fraudes”, explicou.
Durante a ação, cada estudante acompanhou individualmente um idoso, transformando o encontro em um verdadeiro guia prático.
“Não foi uma palestra expositiva. Cada idoso levou seu próprio celular, e os alunos ensinaram, na prática, como enviar mensagens, gravar áudios, tirar e enviar fotos, baixar arquivos e identificar possíveis golpes. Essa troca individualizada fez toda a diferença”, destacou a professora.
Para Daniele, a experiência é igualmente enriquecedora do ponto de vista formativo.
“A extensão permite que o aluno aplique o conhecimento jurídico à realidade social, desenvolvendo valores éticos, responsabilidade social e empatia. Durante essas ações, eles aprendem tanto quanto ensinam, sendo impactados pelas histórias, vivências e desafios dos idosos.”
O impacto da iniciativa também é reconhecido pela Unati. Para o coordenador do programa, Otávio Mithidiery, a participação dos estudantes do UniFOA potencializa as atividades desenvolvidas com o público idoso.
“Os alunos trazem a expertise adquirida nos cursos de graduação e agregam muito às nossas ações. Os idosos se sentem motivados com a presença dos jovens, e essa relação intergeracional contribui para a formação humana e social de todos”, afirmou.
Otávio ressaltou ainda a importância dessas atividades para a segurança e a autonomia dos idosos.
“O curso de Direito mostrou como utilizar os aplicativos de forma correta, os riscos existentes e os cuidados necessários. Isso faz com que eles se sintam mais seguros e menos vulneráveis a golpes virtuais. São ações que impactam diretamente a qualidade de vida”, pontuou, lembrando também outras iniciativas desenvolvidas em parceria com o UniFOA, como projetos do curso de Enfermagem voltados à saúde mental e ao estímulo cognitivo.
Ao unir teoria e prática, a curricularização da extensão no UniFOA fortalece a formação acadêmica dos estudantes e amplia o alcance social da instituição, promovendo cidadania, inclusão digital e respeito entre gerações. Uma experiência transformadora para quem aprende, para quem ensina e para toda a comunidade envolvida.

Entre os dias 1 e 5 de setembro, o curso de Direito do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) promoveu o X Simpósio de Pesquisa em Direito, reunindo estudantes, docentes e profissionais para discutir o tema “Direito em movimento: pesquisa, prática, direitos humanos e protagonismo na era digital”. A programação trouxe reflexões sobre o impacto das tecnologias no campo jurídico e abriu espaço para debates sobre inteligência artificial, proteção de dados, cidadania digital e acesso à justiça.
A abertura do evento teve um significado especial ao coincidir com a comemoração dos 20 anos do Diretório Acadêmico Ayrton da Costa Paiva, marcado pela palestra sobre “Como Escolher Sua Carreira Jurídica: Vocação, Propósito e Caminhos Possíveis no Direito”. Assim, o simpósio não apenas incentivou a pesquisa e a prática acadêmica, mas também resgatou a memória e o papel histórico do movimento estudantil no fortalecimento do curso de Direito.
Para o coordenador do curso, professor Alan Pançardes, a união dessas duas agendas reforçou a relevância da formação jurídica no UniFOA: “São dois momentos muito importantes: o simpósio, que já é tradicional no nosso curso e integra a pesquisa em toda a matriz curricular, e a comemoração dos 20 anos do Diretório Acadêmico, símbolo da representação estudantil. O diretório sempre esteve ao lado da coordenação, colaborando com o curso, que evolui constantemente por conta dessa parceria”, afirmou.
A advogada Isabelle Patitucci, conselheira efetiva da OAB e presidente da Comissão de Prerrogativas, representando a doutora Carolina Patitucci, presidente da OAB, destacou o valor da iniciativa.
“Este evento abre as portas para o movimento estudantil, o que é fundamental para o avanço da sociedade. O simpósio eleva o nível acadêmico ao trazer debates essenciais para os jovens que serão os futuros operadores do Direito. É uma iniciativa que merece ser celebrada, assim como os 20 anos de história do diretório acadêmico”.
Já o presidente do Diretório Acadêmico, Wesley César Silva, lembrou as conquistas ao longo das duas décadas da entidade e a responsabilidade de dar continuidade ao trabalho de quem veio antes.
“O diretório sempre ajudou os estudantes em sua trajetória acadêmica, seja com projetos que proporcionam prática jurídica, seja com grupos de estudo, visitas técnicas e cursos de capacitação. Celebramos 20 anos de protagonismo estudantil, honrando o legado de ex-membros que ocupam posições de destaque no legislativo, no executivo e na advocacia. É motivo de muita alegria e de responsabilidade”, ressaltou.
Durante cinco dias de atividades, o simpósio se propôs a promover o diálogo interdisciplinar sobre os desafios do Direito na era digital, estimular a produção científica que articule teoria e prática, reforçar a centralidade dos direitos humanos nas discussões jurídicas contemporâneas e valorizar o protagonismo acadêmico dos estudantes, ao mesmo tempo em que fomentou a aproximação entre universidade, sociedade civil, setor público e tecnológico.
O encontro mostrou que a pesquisa acadêmica e o engajamento estudantil caminham lado a lado na construção de uma formação jurídica crítica e conectada com os dilemas de um mundo cada vez mais digital, sem perder de vista a dimensão ética e humana que sustenta o Direito.
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Na tarde da última quarta-feira (2), os membros do Diretório Acadêmico do curso de Direito do UniFOA promoveram um café da tarde em agradecimento à Presidência, à Reitoria, à Coordenação do curso e ao professor Carlos Pacheco. O encontro foi marcado por uma Moção de Aplausos, em reconhecimento ao apoio prestado pela instituição às atividades do Diretório.
Para a reitora do UniFOA, professora Ivanete de Oliveira, a homenagem reflete a sintonia entre a gestão universitária e o movimento estudantil, e reforça valores que orientam a condução da instituição. Segundo ela, receber a Moção de Aplausos representa “um reconhecimento valioso e profundamente significativo” para toda a Reitoria.
A professora destaca que esse gesto vai além de uma simples homenagem, pois demonstra que a universidade está no caminho certo ao construir um ambiente democrático, participativo e acolhedor. “Esse momento consolida um dos pilares da nossa gestão: o protagonismo estudantil. Ver as alunas e os alunos reconhecerem a importância do diálogo e da construção conjunta reforça nosso compromisso com uma educação transformadora, ética e conectada com as necessidades do corpo discente”, completou.
O café da tarde reuniu estudantes, professores e representantes da gestão em um momento de integração e diálogo, evidenciando a importância da participação ativa dos alunos na vida acadêmica e no fortalecimento das ações institucionais.
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Nos dias 26, 27 e 28, o Campus Olézio Galotti em Três Poços, foi palco de reflexões profundas e compromissadas com a justiça social durante a Semana Acadêmica do curso de Serviço Social do UniFOA. Com a participação de estudantes, egressos e profissionais da área, o evento proporcionou debates enriquecedores sobre temas fundamentais para a formação crítica e ética de futuros assistentes sociais, como a atuação na educação básica, os cuidados paliativos, medidas socioeducativas e o direito à convivência familiar.
A abertura do evento contou com uma aula magna ministrada pela Doutora Francine Helfreich Coutinho dos Santos, assistente social e professora da Universidade Federal Fluminense (UFF), que abordou a presença do Serviço Social na educação pública a partir da implementação da Lei nº 13.935/2019. A legislação prevê a inserção de profissionais da Psicologia e do Serviço Social nas redes públicas de educação básica, reforçando o papel essencial dessas categorias na promoção de uma escola mais inclusiva e atenta às múltiplas realidades dos estudantes.
Para a palestrante, a discussão foi fundamental para ampliar a compreensão dos estudantes sobre sua futura atuação profissional. “A palestra teve grande importância ao apresentar aos futuros assistentes sociais as particularidades do trabalho dentro das escolas públicas, em parceria com a rede de proteção da criança e do adolescente. Mais do que abrir espaço no mercado de trabalho, a presença do assistente social nas escolas contribui para a qualidade da educação e para garantir que mais alunos cheguem à universidade”, afirmou Francine.
Outro ponto alto da semana foi a mesa redonda realizada em parceria com o curso de Direito, em alusão ao Dia Nacional da Adoção, celebrado anualmente em 27 de maio. A atividade reuniu especialistas para discutir o direito à convivência familiar de crianças e adolescentes e contou com a presença de representantes do Judiciário, do Grupo de Apoio à Adoção de Volta Redonda (GAAVR) e da docência universitária.
Celi Moreira, coordenadora do GAAVR, emocionou os participantes ao compartilhar sua trajetória pessoal com a adoção. “Levar essa experiência para o ambiente acadêmico é extremamente importante. A universidade é onde se formam os profissionais que vão lidar com essas questões na prática. Adoção envolve múltiplas áreas – Direito, Psicologia, Serviço Social – e poder falar da minha vivência e do papel transformador do grupo de apoio é sempre muito gratificante”, destacou.
A professora Daniele do Val, docente do curso de Serviço Social do UniFOA, também contribuiu com reflexões fundamentais sobre o direito à convivência familiar e comunitária. Em sua fala, ela ressaltou que o assistente social atua diretamente no fortalecimento dos vínculos familiares, buscando garantir o exercício da função protetiva das famílias. “O profissional precisa compreender a complexidade da dinâmica familiar, sem julgamentos, e agir para assegurar os direitos das crianças e adolescentes. Quando a proteção na família de origem não é possível, o instituto da adoção se torna uma medida de cuidado e garantia de direitos”, explicou.
A programação da Semana Acadêmica foi encerrada com uma atividade voltada para a valorização do conhecimento produzido pelos próprios estudantes. Egressos do curso compartilharam suas experiências com os Trabalhos de Conclusão de Curso, fortalecendo a troca de saberes entre gerações e incentivando a produção científica como ferramenta de transformação social.
A Semana Acadêmica do curso de Serviço Social reafirma o compromisso do UniFOA com a formação de profissionais sensíveis às questões sociais e preparados para intervir de forma ética, crítica e propositiva em diferentes contextos. Mais do que um evento acadêmico, foi um espaço de escuta, troca de experiências e construção coletiva do saber comprometido com os direitos humanos.
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A 26ª edição da Semana Jurídica do curso de Direito do UniFOA reforçou o compromisso da instituição com a formação completa de seus estudantes. O evento, realizado ao longo da última semana, foi marcado pela pluralidade de temas, atividades práticas, discussões acadêmicas e ações de cidadania.
A abertura ficou por conta da Secretaria Municipal de Ordem Pública, que apresentou ao público a Patrulha de Proteção ao Idoso, e como o Direito se materializa na prática e atua em defesa de uma das parcelas mais vulneráveis da sociedade: a população idosa. O secretário da pasta, Coronel Henrique, destacou a importância do trabalho desenvolvido em Volta Redonda por meio do Núcleo de Atendimento ao Idoso (Nuai), na 93ª DP, e da criação da Patrulha, em 2022.
"Apresentamos os principais eixos de atuação do nosso trabalho, que envolvem mediação, prevenção e repressão aos abusos contra pessoas acima de 60 anos, além da disseminação de informações através de palestras que já capacitaram mais de 10 mil pessoas. Entendemos que a participação dos estudantes de Direito é fundamental, pois são eles que farão valer esses direitos que tanto defendemos hoje", afirmou o Coronel, agradecendo a oportunidade ao presidente da FOA, Eduardo Prado, e ao coordenador do curso de Direito, professor Alan Pançardes.
Além do secretário, participaram da abertura a advogada Adriele Gama, que apresentou detalhes sobre o Estatuto da Pessoa Idosa, e a equipe da Ordem Pública, que encenou um teatro ilustrando situações de abuso e negligência.
Ao final da abertura, foram entregues os prêmios às melhores monografias jurídicas e às melhores produções científicas de 2024. Entre os premiados, o estudante Márcio Vinícius Coelho, do 3º período, que conquistou o primeiro lugar na premiação de produção científica, celebrou a conquista e destacou o papel transformador da pesquisa no curso. "A nova grade curricular do curso de Direito incorporou a pesquisa desde o primeiro período. Isso fez com que eu e meus colegas desenvolvêssemos um pensamento mais crítico. Ganhamos voz como pensadores do Direito, e não apenas como reprodutores de conteúdo", disse o aluno, agradecendo aos professores Alan Pançardes e Rebeca Baltazar pelo apoio.
Na terça e na quarta-feira, a programação se dividiu em múltiplos ambientes com oficinas e palestras simultâneas, permitindo que os estudantes escolhessem os temas mais alinhados com seus interesses. As atividades abrangeram desde aspectos técnicos do Direito, como registros de marca, direito penal e direito de família, até temas voltados ao desenvolvimento pessoal, como oratória e controle de estresse.
Um dos grandes destaques desta edição foi a estreia do Interjúri, o primeiro júri simulado promovido por estudantes de todos os períodos. A iniciativa foi idealizada pelo Diretório Acadêmico Ayrton da Costa Paiva (DAACP) e acolhida prontamente pela coordenação do curso. "O Interjúri promoveu a integração acadêmica, o exercício prático da profissão e reforçou nosso compromisso em formar juristas capazes de atuar com competência e empatia", explicou o professor Alan Pançardes.
O estudante Márcio Vinícius também comemorou a inclusão do júri simulado na programação. "A sensibilidade da coordenação ao ouvir os alunos e colocar o Interjúri na principal semana do curso mostra que estamos em uma instituição que realmente acredita no protagonismo estudantil."
As atividades aconteceram tanto no Centro Histórico quanto no auditório Smart, com destaque para as palestras da defensora pública Dra. Luciene Torres Pereira, da professora Danielle do Amaral sobre autismo no Direito de Família, da Dra. Lívia sobre registro de marcas e do Dr. Everton sobre patronato penal.
Para o professor Alan Pançardes, a 26ª Semana Jurídica cumpriu plenamente sua missão de conectar teoria, prática e reflexão. “Foi um momento de integrar a prática, a pesquisa e o pensar jurídico. Trouxemos temas diversos, fortalecendo não só a formação técnica, mas também o desenvolvimento humano e científico dos nossos alunos.”
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