Os estudantes do primeiro período do curso de Direito do UniFOA tiveram uma experiência lúdica na disciplina de Preliminares Processuais e Práticas. No dia 26 de março, a turma participou de um quiz interativo como estratégia de revisão para as avaliações semestrais, promovendo aprendizado dinâmico e colaborativo. 

A atividade, baseada na metodologia ativa, foi estruturada para revisar os principais conteúdos da disciplina por meio de perguntas e respostas. Dessa forma, os estudantes foram incentivados a participar ativamente, desenvolvendo o raciocínio rápido e consolidando os conhecimentos adquiridos ao longo do semestre. 

De acordo com o coordenador do curso de Direito, professor Alan Pançardes, a aproximação das avaliações foi um fator determinante para a escolha da dinâmica. "Percebi que era o momento ideal para revisar o conteúdo com os alunos. Mas, em vez de seguir o formato tradicional, quis trazer mais dinamismo à aula com a metodologia ativa", explicou. 

Para tornar a experiência mais envolvente, a turma foi dividida em grupos e desafiada a responder às questões em formato de quiz. "Transformamos a revisão em uma competição saudável, estimulando a participação ativa e o raciocínio rápido. O resultado foi extremamente positivo: os alunos se envolveram, reforçaram o conteúdo e ainda se divertiram durante o processo de aprendizagem", destacou Pançardes. 

A iniciativa reforça o compromisso do curso de Direito com metodologias inovadoras, proporcionando uma formação acadêmica sólida e alinhada às novas práticas pedagógicas. 

O último sábado (15) marcou o início de uma nova etapa para muitos estudantes que sonham com a graduação em Direito, mas que, devido à rotina agitada, não conseguiam encaixar os estudos durante a semana. O Curso de Direito aos Sábados teve sua primeira aula no UniFOA, reunindo alunos em busca de qualificação e novas oportunidades profissionais.

Para Alan Pançardes, coordenador do curso de Direito, ver o projeto sair do papel foi um momento de grande realização.

"Foi muito gratificante poder ver concretizada a ideia de levar o ensino superior a quem mais precisa. Nosso público é diverso, com alunos em segunda graduação, trabalhadores que não possuem disponibilidade ao longo da semana, mães e muitos outros que agora têm a chance de realizar esse sonho", comentou Alan.

A iniciativa amplia o acesso à formação jurídica, permitindo que mais pessoas possam se capacitar para o mercado de trabalho. Além da advocacia, o curso de Direito abre portas para diversas carreiras, como concursos públicos e áreas que exigem conhecimento jurídico.

"O curso de Direito é uma grande porta para mudança e transformação de vida. Além das oportunidades profissionais, os conhecimentos adquiridos podem complementar a formação e a atuação de quem já está no mercado. Poder proporcionar essa inclusão e igualdade à população trabalhadora nos dá o sentimento de dever cumprido," destacou Alan Pançardes.

As inscrições para o Curso de Direito aos Sábados seguem abertas, oferecendo uma oportunidade única para quem deseja ingressar no ensino superior sem comprometer sua rotina semanal.

Para mais informações e inscrições, acesse o site do UniFOA ou entre em contato com a instituição pelo WhatsApp (24)33408445.

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Na última quinta-feira, 5, o Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) realizou o Exame de Aferição da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), uma avaliação essencial para alunos concluintes ou já formados no curso de Direito. O evento contou com a presença de Matheus Alves Moreira, representante da presidente da OAB, Carolina Patitucci, além de professores e alunos da instituição, promovendo uma avaliação prática essencial para a carreira jurídica. 

Para estudantes de Direito, o Exame de Aferição da OAB representa mais do que uma simples avaliação: é um marco que reflete a preparação e o esforço investidos ao longo de anos de estudo. Combinando teoria e prática, a banca de aferição não apenas mede os conhecimentos adquiridos, mas também projeta os futuros profissionais no cenário jurídico, consolidando sua confiança e abrindo portas para o mercado de trabalho.  

A prova, aplicada anualmente, tem como objetivo avaliar os conhecimentos práticos dos candidatos adquiridos ao longo da sua formação. Segundo Matheus Alves Moreira, o exame verifica o nível de preparação dos alunos em relação à prática jurídica, incluindo a atuação ética e o domínio do Estatuto da Advocacia. “Essa aferição analisa se o aluno teve contato com a prática e se ele domina os conhecimentos necessários para o exercício da profissão. É um processo que envolve questões éticas e o respeito às normas que regem a advocacia”, explicou. 

Alan Pançardes da Rocha, coordenador do curso de Direito do UniFOA, explicou o formato do exame, que consiste em uma prova oral aplicada por uma banca composta por um representante da OAB e três professores da instituição. “Os alunos avaliados são questionados sobre práticas profissionais, abrangendo conhecimentos adquiridos nos estágios e na graduação”, ressaltou o coordenador. 

Para os alunos, a aprovação no exame representa um grande avanço, contribuindo para o fortalecimento do currículo e ampliando as possibilidades no mercado de trabalho. “A aprovação na banca de aferição confere ao aluno um diploma que equivale a dois anos de prática jurídica. Esse reconhecimento é fundamental não apenas para compor o currículo e facilitar o ingresso no mercado de trabalho, mas também para atender requisitos de concursos públicos, como os da Magistratura, Ministério Público e Defensoria Pública”, completou Alan. 

Além de preparar os alunos para a prática jurídica, o Exame de Aferição reflete o comprometimento do UniFOA e da OAB com a qualidade do ensino e a capacitação profissional, promovendo uma formação completa que alia teoria e prática, garantindo que os futuros advogados estejam aptos a enfrentar os desafios da profissão com ética e competência. O Núcleo de Prática Jurídica (NPJ) do UniFOA desempenha um papel essencial nesse processo, oferecendo experiências reais de atuação na advocacia, um diferencial durante o evento. 

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O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) lançou uma novidade para o ensino superior em Volta Redonda: o curso de Direito aos sábados, especialmente projetado para atender às demandas de pessoas com rotinas profissionais e pessoais intensas. Com carga horária integral e programação de aulas das 8h às 18h20, o curso combina flexibilidade com excelência acadêmica, mantendo a mesma estrutura e qualidade da matriz semanal, incluindo a curricularização da pesquisa e o foco na prática jurídica desde o primeiro período. 

Segundo a professora Ivanete Oliveira, reitora do UniFOA, o curso representa uma resposta inovadora às necessidades da comunidade:
"Este curso é mais do que uma oportunidade educacional; é uma porta aberta para aqueles que, muitas vezes, são impedidos de realizar o sonho da formação superior devido às exigências do trabalho durante a semana." 

O formato foi pensado para atender trabalhadores, pais e profissionais que enfrentam desafios para conciliar os estudos com a rotina semanal. Seja para quem realiza plantões, pais que não têm com quem deixar seus filhos no período noturno ou para aqueles que buscam uma segunda graduação, o modelo de aulas aos sábados oferece uma alternativa viável e inclusiva. 

Para a reitora, a iniciativa reflete o compromisso do UniFOA com a inclusão e a transformação social:
"Volta Redonda e região ganham, com essa proposta, uma alternativa inclusiva e acessível, que reconhece e respeita as jornadas e os desafios enfrentados pelos trabalhadores. O Direito aos sábados simboliza a crença de que a educação é transformadora e deve estar ao alcance de todos, independentemente das limitações de horário." 

O curso de Direito aos sábados mantém o mesmo rigor acadêmico e práticas jurídicas essenciais do formato semanal. Ele é também uma oportunidade para quem busca uma segunda graduação ou deseja se especializar sem abrir mão de sua rotina. 

A professora Ivanete Oliveira também destacou o impacto do curso no fortalecimento da missão institucional do UniFOA:
"Ao proporcionar essa possibilidade, reafirmamos nosso compromisso com a inclusão e a justiça social, oferecendo um curso de excelência que prepara cidadãos críticos, éticos e prontos para atuar em benefício de uma sociedade mais justa e igualitária." 

Com essa novidade, o UniFOA reafirma sua posição de destaque no ensino superior, conectando inovação, qualidade e acessibilidade para transformar vidas e contribuir com o desenvolvimento da região. 

Docentes e discentes do curso de Direito do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), em parceria com os cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda, lançaram a cartilha “Despertar Para Mudança: Prevenção Contra Violência Doméstica”, um projeto de extensão para a conscientização e combate à violência doméstica. Segundo o último censo realizado em 2023 pelo Instituto DataSenado, em parceria com o Observatório da Mulher contra a Violência (OMV), 30% das mulheres no Brasil já sofreram algum tipo de violência doméstica ou familiar causada por um homem. 

O projeto surgiu da necessidade de enfrentar o aumento dos casos de violência doméstica e de levar informações claras e objetivas à comunidade, de forma acessível. O objetivo principal vai além de promover o empoderamento das vítimas; visa também conscientizar a sociedade sobre o tema, contribuindo para a desmistificação de preconceitos e a redução das barreiras que impedem as vítimas de denunciarem seus agressores, com o intuito de romper o ciclo de violência. 

“Muitas vezes, as vítimas desconhecem as formas de buscar apoio e o amparo legal que possuem. A cartilha foi idealizada como uma ferramenta educativa para dúvidas claras, orientar sobre como identificar diferentes formas de violência e mostrar os caminhos de proteção previstos pela lei, como as medidas protetivas e o acesso à rede de apoio”, explica Alan Pançardes, professor e coordenador do Curso de Direito. 

Com uma abordagem interdisciplinar, a iniciativa também beneficia os estudantes envolvidos, promovendo uma visão colaborativa e completa sobre o conteúdo a ser compartilhado. O curso de Direito contribuiu com a precisão e esclarecimento das informações jurídicas; o curso de Jornalismo garantiu a construção de uma comunicação acessível e sensível, ampliando o alcance do projeto e abordando o tema com ética e cuidado; já o curso de Publicidade e Propaganda foi essencial na criação de uma estratégia visual e de divulgação eficiente, tornando o conteúdo mais atraente e com maior alcance. 

“Essa troca de saberes não só aproximou diferentes áreas, mas também permitiu que cada grupo compreendesse melhor o papel de sua profissão no combate à violência doméstica, formando uma abordagem mais completa e humana para apoiar as vítimas e sensibilizar a sociedade”, complementa Alan. 

A expectativa é que o projeto promova uma mudança significativa na conscientização da comunidade local sobre a violência doméstica, incentivando um entendimento mais profundo sobre o que constitui abuso e quais são os direitos das vítimas. “Queremos que as pessoas se sintam mais informadas e preparadas para reconhecer e denunciar casos de violência, sabendo que têm amparo legal e apoio de uma rede de serviços locais”, reforça o coordenador. 

Além disso, a iniciativa visa estimular a divulgação e sensibilizar a sociedade, procurando desmistificar o tema e fortalecer a cultura de acolhimento e proteção às vítimas, incentivando a construção de relações mais saudáveis e seguras. 

Para os estudantes, a experiência vai além da teoria. Maria Eduarda Bodstein, aluna do 2º período de Direito, compartilha sua experiência: “Tem ampliado meu senso de responsabilidade e me proporcionado um olhar mais atento sobre questões de justiça e apoio social. Esse projeto também enriquece minha formação acadêmica ao me expor a pesquisas e discussões que não fazem parte da grade curricular tradicional, contribuindo para uma formação mais humana e completa.” 

O projeto promove uma rica troca de conhecimentos, permitindo que os alunos aprimorem valores éticos e uma consciência social mais profunda. “A violência doméstica é uma questão de grande importância para a nossa sociedade e uma realidade difícil enfrentada por muitos brasileiros. Participar e elaborar um projeto de extensão desde o início é essencial para entendermos e construirmos nosso papel na sociedade”, afirma Gabriel Viana, aluno do 1º período de Jornalismo. 

A cartilha “Despertar Para Mudança: Prevenção Contra Violência Doméstica” exemplifica como a educação pode ser um agente transformador na sociedade. Ao integrar teoria e prática, os alunos não apenas expandem seu conhecimento, mas também são treinados para a construção de uma comunidade mais justa e consciente. 

CARTILHA VIOLÊNCIA DOMÉSTICA

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Na última quarta-feira (30), os estudantes do décimo período do curso de Direito do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) participaram de uma visita técnica ao Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ), em uma atividade que enriqueceu a formação acadêmica com experiências do mundo real. Organizada pela professora Rebeca Baltazar como parte da disciplina de Direito Processual Administrativo, a visita permitiu que os estudantes assistissem a uma sessão plenária, observando de perto os procedimentos e as discussões envolvendo licitações, contratos de concessão e a prestação de contas governamentais. 

A professora Rebeca Baltazar destacou o impacto dessa experiência prática, pois torna tangível o que é falado em sala de aula: 

“Elas conseguiram observar como são tratados problemas em processos licitatórios, questões sobre a anulação de contratos de concessão e prestações de contas – temas que abordamos de forma teórica em sala. Visualizar os advogados realizando sustentações e os conselheiros apresentando suas teses faz com que percebam a aplicabilidade dos dispositivos que estudamos, que, muitas vezes, embora compreendidos, não são reconhecidos em sua totalidade.” 

Entre as alunas participantes, Julia Miranda destacou a relevância da visita para seu desenvolvimento acadêmico e profissional, ressaltando a maneira como a experiência conectou os conceitos teóricos às práticas observadas: 

“A experiência proporcionou a oportunidade de vivenciar, na prática, diversos conhecimentos que, até então, nos eram transmitidos apenas de forma teórica em sala de aula. A observação direta do funcionamento de uma instituição tão importante para o controle das contas públicas nos permitiu ampliar nossa compreensão sobre o papel fiscalizador e o impacto do Tribunal nas esferas governamentais.” 

Julia também elogiou a condução da professora Rebeca Baltazar, cuja abordagem didática facilitou a absorção do conteúdo e a compreensão dos processos: 

“A professora habilmente nos guiou na conexão entre os conceitos discutidos nas aulas e as práticas institucionais que testemunhamos, o que foi fundamental para o pleno aproveitamento da visita.” 

A visita ao TCE-RJ exemplifica a importância das iniciativas de campo promovidas pelo UniFOA, que busca complementar o aprendizado teórico com experiências práticas. Momentos como esse não só expandem a visão crítica dos alunos como também os preparam para os desafios futuros da carreira, desenvolvendo competências fundamentais para sua atuação no mercado jurídico. 

Em resposta ao aumento alarmante dos casos de violência doméstica contra mulheres no Brasil, o Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) lançou um projeto pioneiro na região: um centro de atendimento permanente exclusivo para funcionárias vítimas de violência doméstica. Em 2023, o Brasil registrou 258.941 mulheres vítimas de lesão corporal dolosa praticada por seus parceiros, representando um aumento de 9,8% em relação ao ano anterior em comparação com a 18ª edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública. Este número equivale a cerca de 709 casos por dia, evidenciando a urgência de ações efetivas de apoio às vítimas. 

O novo centro de atendimento oferecerá um espaço seguro e especializado, onde as funcionárias poderão receber atendimento jurídico e psicológico, além de acompanhamento contínuo pelo Núcleo de Prática Jurídica (NPJ), pelo Escritório da Cidadania e pelo Saúde Integral. O serviço também inclui suporte administrativo, proporcionando um ambiente de trabalho mais acolhedor e inclusivo para as vítimas. 

"O diferencial do nosso projeto é que o atendimento é voltado exclusivamente para as funcionárias. Enquanto outros NPJs da região oferecem suporte à população geral, nós focamos em nossas colaboradoras, oferecendo um espaço dedicado a elas," destacou Alan Pançardes, coordenador do curso de Direito e um dos idealizadores do projeto. 

O objetivo do centro é garantir que essas mulheres tenham acesso a um suporte completo, que vá além do jurídico e envolva também o emocional. A integração entre o apoio jurídico e psicológico visa proporcionar segurança emocional e física, empoderando as mulheres para enfrentarem e superarem os desafios impostos pela violência. 

"A ideia surgiu das discussões sobre como poderíamos proporcionar um ambiente de trabalho mais justo e igualitário para as mulheres, que muitas vezes enfrentam desafios maiores na sociedade," explicou Pançardes. 

Dario Aragão Neto, coordenador do Escritório da Cidadania, comentou sobre a importância de se criar um espaço acolhedor as mulheres de qualquer espécie de violência com apoio técnico jurídico, e da equipe do Saúde Integral. 

“Além disso poderemos encaminhar as nossas assistidas para a autoridade competente e formalizada a ação judicial, acompanhá-las durante todo o processo judicial. 

Com este projeto, o UniFOA reafirma seu compromisso com a promoção da igualdade e do bem-estar de suas colaboradoras, sendo a única instituição da região a oferecer um serviço exclusivo de apoio a funcionárias vítimas de violência doméstica. 

Este é um passo significativo para garantir que mulheres em situações vulneráveis tenham a chance de se sentir seguras, protegidas e amparadas, tanto no ambiente de trabalho quanto em suas vidas pessoais. 

O curso de Direito do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) realizou, na última quarta-feira (02), no Auditório Willian Monachesi, no campus Olezio Galotti, em Três Poços, um evento que discutiu o papel fundamental da advocacia na preservação do estado de direito. A iniciativa contou com a participação de estudantes, docentes e profissionais da área, promovendo um espaço de reflexão sobre a responsabilidade da profissão na manutenção da democracia. 

Alan Pançardes, coordenador do curso de Direito, destacou a importância de abordar esse tema com os acadêmicos. “A advocacia tem papel essencial na manutenção da democracia, por isso a conscientização dos alunos quanto à sua responsabilidade é importante desde o início da graduação,” ressaltou. 

Ao ser questionado sobre o impacto desse tipo de evento na formação dos futuros advogados, o coordenador comentou que ele traz "o senso de responsabilidade necessário à atuação profissional, proporcionando maior comprometimento com o cliente e com a sociedade." 

Durante o evento, foi enfatizado o papel central da advocacia na defesa dos direitos individuais e no combate a abusos de poder. "Os advogados garantem que os direitos dos indivíduos sejam respeitados e defendidos, atuando como intermediários entre a lei e a sociedade," afirmou Alan. Além disso, ele lembrou que a advocacia é "a porta de entrada, quem tem o primeiro contato com as necessidades da população, e deve sempre buscar o meio necessário para garantir seus direitos constitucionais." 

A realização de eventos como esse reafirma o compromisso do curso de Direito do UniFOA com a formação de profissionais conscientes de seu papel social, preparados para atuar em prol da justiça e da defesa dos princípios democráticos. 

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O Núcleo de Prática Jurídica (NPJ) do curso de Direito do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), em parceria com o Escritório da Cidadania do UniFOA são encarregados de receber, orientar e acompanhar diversos processos da população da região Sul Fluminense. Os professores do NPJ, que atuam tanto no campus Três Poços, quanto no Fórum de Volta Redonda em parceria com o TJRJ, orientam as atividades de estágio de Iniciação à Prática Jurídica dos estudantes de Direito.

O estágio no NPJ tem por finalidade inserir e adaptar o aluno iniciante, facultativamente, no contexto e prática jurídica. Os acadêmicos de Direito podem atuar do início ao fim dos casos que forem designados, realizando diversas atividades, como escrever as petições no começo do processo e o acompanhamento de outros tramites judiciais, sempre sendo supervisionados pelos professores do NPJ e com apoio da Drª Juliana Mercante do Escritório da Cidadania.

Dessa maneira, o Núcleo de Práticas Jurídicas consegue solucionar casos delicados - sobretudo no âmbito familiar - como os processos solicitados por Kleber Jorge, Simone Silva e Washington Rodrigues, vencidos com sucesso pelo NPJ do UniFOA.

Kleber Jorge, buscava a curatela da mãe, que luta contra o Alzheimer. O processo de curatela protege os interesses de pessoas que, por alguma condição física ou mental, são incapazes de responder pelos próprios atos.

Ao entrar em contato com NPJ da instituição, Kleber não só conseguiu entender melhor os seus direitos no caso, como obteve, a tutela de sua mãe:

“Fui muito bem atendido pelo NPJ do UniFOA, pois eles me ajudaram muito no processo de curatela da minha mãe. Eu não sabia de onde partir, mas eles me auxiliaram com toda a parte jurídica e burocrática, sendo fundamentais para que eu vencesse essa luta. Por toda a qualidade do profissionalismo e empenho das pessoas que trabalham no NPJ e dos estudantes do UniFOA que me auxiliaram nesse processo, com certeza indicaria para outras pessoas, pois eles realmente fizeram a diferença”, declarou Kleber, ao agradecer toda a dedicação do NPJ do Centro Universitário de Volta Redonda.

Não é incomum que algumas pessoas desconheçam como conseguir resguardar os direitos de um familiar próximo, ou até mesmo como elas mesmas podem protegê-las por meio da justiça. Foi o caso de Simone Silva, auxiliar de higienização que, graças ao suporte do NPJ do curso de Direito, conseguiu a adoção socioafetiva da guarda da sobrinha, que ela criava sem o apoio do pai da criança.

Simone teve orientação do próprio marido, motorista da Fundação Oswaldo Aranha (FOA), para procurar o Núcleo de Práticas Jurídicas, onde foi muito bem atendida e venceu o processo de adoção:

“A equipe se empenhou muito, me ajudou bastante em todas as dúvidas que eu tinha, por isso me sinto extremamente grata a todos que trabalham no Núcleo de Práticas Jurídicas. Foi graças as pessoas que lideram o NPJ que conquistei a guarda da minha sobrinha, algo que lutava há muito tempo, seja no âmbito pessoal ou jurídico. Realmente só tenho a agradecer a todos”, relatou Simone.

O NPJ é reflexo do compromisso do UniFOA em apoiar projetos e iniciativas que levem a inclusão social e a cidadania a pessoas que necessitem de suporte especializado, sobretudo no campo da justiça social e jurídica. Em busca de uma sociedade mais justa o NPJ em parceria com o Escritório da Cidadania realizaram mais de 500 atendimentos no primeiro semestre de 2024, como o caso de Washington Rodrigues, técnico em eletrônica, que também conseguiu solucionar o seu caso que, de tão complexo por conta da burocracia, se arrastou por mais de cinco anos.

Washington buscava transferir a posse de um inventário da família para o nome dele e de sua irmã, mas obteve uma série de atrasos no processo, pincipalmente por conta da pandemia. Mesmo com todos os desafios enfrentados, o NPJ não desistiu de ajudá-lo até o final do processo, finalizado com sucesso no início do segundo semestre deste ano.

“Agradeço demais ao profissionalismo, pontualidade, cortesia e, sobretudo, dedicação de todos para vencer esse processo. Apesar do longo e cansativo processo, em nenhum momento o NPJ do UniFOA deixou de me apoiar e conceder o suporte necessário para vencer a burocracia desse caso”, pontuou Washington, engradecendo a atuação do Núcleo de Práticas Jurídicas do curso de Direito.

A professora Ariadne e a advogada Juliana enalteceram o trabalho do Núcleo de Práticas Jurídicas, que segue concedendo apoio a toda população sul fluminense:

“Como docente do curso ajudando os alunos nessa integração prática do âmbito jurídico, me sinto grata tanto em proporcionar aprendizado aos nossos acadêmicos, como por poder ajudar diversas pessoas na região. O sentimento é gratificante de conseguir levar auxilio jurídico a aqueles que solicitam apoio do NPJ, por isso seguimos nessa jornada de muita luta por justiça”, declarou Ariadne. Juliana completou a fala da professora, ao afirmar sua satisfação de impactar positivamente a vida de inúmeras pessoas:

“Me sinto muito feliz de cumprir com o meu trabalho e propósito como advogada, principalmente por saber que ele está solucionando os problemas de uma parcela da população. Todos nós que nos esforçamos diariamente aqui no NPJ ficamos genuinamente realizados quando conseguimos fazer a justiça acontecer, como no caso do Kleber, Washington e da Simone”, finalizou.

Estudantes do 1º período do curso de Direito do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) participaram de uma atividade prática inovadora na última terça-feira (17), que envolveu a gravação de podcasts sobre Golpes Virtuais. A atividade ocorreu nos Estúdios FOA e foi parte de uma proposta interdisciplinar, integrando as disciplinas Prática da Comunicação e Metodologia Científica, ministrada pela professora Rebeca Baltazar, e Juizado Especial Aplicado ao Direito do Consumidor, da professora Daniele do Amaral.

De acordo com a professora Rebeca Baltazar, responsável pelo acompanhamento dos alunos, a iniciativa surgiu da necessidade de desenvolver as habilidades de comunicação dos futuros advogados, alinhando-as às demandas contemporâneas do mercado, que envolve, cada vez mais, a produção de conteúdo audiovisual.

Além disso, Rebeca destacou a importância de trabalhar com os alunos os diferentes tipos de comunicação, adequando-os aos variados contextos profissionais do Direito. "Durante as aulas, discutimos a comunicação verbal e não verbal, e a importância de adaptar a linguagem ao meio. Por exemplo, a forma como um advogado se comunica com um cliente é muito diferente da forma como ele se apresenta diante de um juiz ou elabora uma peça processual. Precisamos desenvolver essas competências ao longo da graduação", completou a professora.

Experiência Apropriada e Atual

Os alunos também expressaram sua satisfação com a atividade. Anthoniel Pereira, destacou a relevância da experiência: "Achei a proposta do podcast extremamente inovadora e relevante. A iniciativa de utilizar essa plataforma para discutir temas jurídicos contemporâneos e compartilhar conhecimentos é uma excelente forma de complementar o aprendizado teórico com debates práticos e dinâmicos."

Ele também elogiou o processo de gravação, desde o planejamento até a execução: "Todo o processo foi conduzido de maneira profissional e organizada. A equipe de produção foi muito acolhedora e prestativa, o que facilitou a adaptação ao formato do podcast. A interação com os colegas e a professora durante a gravação permitiu a troca de ideias e a construção de um diálogo construtivo."

Anthoniel ainda reforçou a importância da iniciativa para a formação acadêmica: "Acredito que essa experiência tem grande potencial para continuar contribuindo para a formação dos alunos de Direito, promovendo o debate e a reflexão sobre temas importantes da área jurídica."

Projeto Integrado

A gravação dos podcasts também faz parte do Projeto Integrado “Consumidor Consciente” deste semestre, que tem como uma das temáticas os Golpes Digitais. O material produzido será utilizado na elaboração de uma cartilha sobre o assunto, e os ouvintes poderão acessar os episódios por meio de um QR Code.

Essa ação interdisciplinar reforça o compromisso do UniFOA em proporcionar aos seus estudantes uma formação que une teoria e prática, preparando-os para os desafios da carreira jurídica em um mundo cada vez mais digital.

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