Na tarde da última terça-feira (27), o curso de Enfermagem do UniFOA realizou mais uma ação do projeto de extensão “Educação em Saúde: semeando ações ambientais junto a crianças e adolescentes”, na sede do Projeto Missionário “Amor em Ação”, localizado no bairro Colorado, em Três Poços. A atividade, desenvolvida sob a orientação da professora Márcia Figueira Canavez, reuniu alunos de diferentes períodos do curso para promover, por meio de dinâmicas lúdicas e educativas, temas essenciais de saúde pública e educação ambiental.
O projeto atua há cerca de quatro anos na comunidade e tem como objetivo principal contribuir para a formação de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social, por meio do conhecimento e do cuidado. A atividade foi dedicada à prevenção de doenças como a dengue e as infecções respiratórias, com o uso de fantoches, brincadeiras educativas e até música, encerrando a tarde com uma apresentação ao violão feita por uma das alunas de Enfermagem.
“Essa ação vai muito além de ensinar sobre saúde”, afirma a professora Márcia Figueira Canavez. “Ela toca fundo em quem participa. O bairro de Três Poços cresceu muito nos últimos anos, mas ainda carrega profundas marcas da desigualdade. Como enfermeira e professora, essa realidade sempre me incomodou. Já estagiei na unidade de saúde da região e via de perto a carência das famílias. Quando surgiu o convite para atuar nesse projeto, abracei com todo o coração.”
A professora relata que a experiência tem forte impacto emocional tanto para os alunos quanto para as crianças atendidas. “Nós trabalhamos com estudantes do terceiro e do oitavo período, unindo quem está começando a formação com quem já está na reta final. A reação deles ao chegar ao local é sempre de muita emoção. As crianças são extremamente afetuosas. É uma experiência que marca, transforma e amplia nosso entendimento sobre o papel social do profissional de saúde.”
O projeto é realizado em parceria com o Projeto Missionário “Amor em Ação”, que atua na região promovendo atividades socioeducativas voltadas ao resgate de crianças e jovens em situação de risco. O público atendido pelo projeto são moradores do conjunto habitacional Minha Casa Minha Vida, e inclui cerca de 120 crianças e adolescentes entre 4 e 17 anos. A missão do “Amor em Ação” é despertar valores morais, sociais e espirituais por meio de ações que resgatem a infância e promovam o protagonismo juvenil como instrumento de transformação social.
Além das ações no território, as crianças também são recebidas quinzenalmente no UniFOA, na Sala +Verde, espaço voltado à Educação Ambiental em consonância com a Política Nacional de Educação Ambiental (PNEA) e as diretrizes do Ministério do Meio Ambiente. Nessas visitas, são abordados temas como cuidado com o meio ambiente, consumo consciente e sustentabilidade.
O coordenador do curso de Enfermagem, professor Carlos Marcelo Balbino, reforça a importância da iniciativa: “O projeto ‘Educação em Saúde e Meio Ambiente’ tem uma relevância ímpar tanto para a comunidade quanto para a formação dos nossos estudantes. Ele atua em frentes essenciais como a promoção da saúde, a prevenção de doenças, a conscientização ambiental e, principalmente, na formação de profissionais mais humanos, comprometidos com a transformação social. Ao envolver as crianças de forma participativa, o projeto estimula o protagonismo infantojuvenil, transformando essas crianças em multiplicadoras do conhecimento dentro de suas famílias e comunidades.”
A integração entre universidade e comunidade, entre ciência e sensibilidade, é o que torna essa ação um verdadeiro exemplo de como o ensino superior pode ser uma ponte concreta entre o saber e o fazer. O cuidado com o próximo, a escuta ativa e a educação como ferramenta de transformação são os pilares que sustentam esse trabalho, que planta hoje as sementes de um futuro mais justo, saudável e consciente.
Estudantes dos cursos de Medicina e Enfermagem do UniFOA participaram de uma roda de conversa sobre as atualizações no calendário vacinal infantil, promovida pela Liga Acadêmica de Neonatologia, Infância e Adolescência (LANIA), em parceria com a Liga Acadêmica da Saúde da Mulher e da Criança (LASMC). O encontro, marcado por uma rica troca de saberes, contou com a presença da pediatra Paula Brandão, do ginecologista e obstetra Arthur Villela, e da enfermeira Ana Lúcia Devezas, que compartilharam reflexões importantes sobre os desafios e avanços na cobertura vacinal no Brasil.
Para Bianca Mattos, presidente da LANIA, a atividade reforçou o valor do trabalho interdisciplinar. “Organizar esse evento em parceria com o curso de Enfermagem foi uma experiência muito enriquecedora. A atividade evidenciou como a atuação conjunta entre Medicina e Enfermagem é essencial para oferecer uma assistência integral e humanizada às crianças. Além disso, o tema é de extrema relevância, especialmente diante dos desafios atuais relacionados à cobertura vacinal.”
A professora Márcia Bastos, orientadora da LASMC, também destacou o papel formativo do encontro. “A roda de conversa foi um momento de grande aprendizado. Criamos um espaço de escuta ativa, no qual os acadêmicos puderam refletir sobre as constantes atualizações no tema da vacinação – um cuidado essencial no acompanhamento do paciente”.
A professora ainda reforçou que eventos como este fortalecem não apenas o aprendizado técnico, mas também promovem uma formação mais humana, colaborativa e conectada com a realidade do trabalho em equipe no cotidiano do sistema de saúde.
“A integração entre as ligas foi fundamental para romper barreiras, aproximar trajetórias e construir um ambiente de respeito, parceria e crescimento mútuo”, reforçou.
Maria Eduarda Marcelino Araújo, estudante do 5º período de Medicina, ressaltou a importância da vivência multiprofissional durante a graduação. “Foi ótimo participar desse encontro, não só pelo aprendizado, mas também pela integração entre os cursos, que fez toda a diferença. Os palestrantes trouxeram conteúdos relevantes, apresentados de forma clara e didática, tornando a experiência ainda mais rica. Vivenciar o trabalho multiprofissional na graduação agrega muito — tanto no conhecimento quanto na forma como entendemos o cuidado em saúde.”
Raiane Oliveira, estudante do curso de Enfermagem, elogiou a parceria entre as ligas e a troca de informações médicas e como a enfermagem participa das atividades e campanhas.
“Entender como podemos trabalhar juntos e em equipe para trazer o melhor para o paciente foi de grande importância e como é preciso ter um cuidado para cada vacina e a idade para que devemos realizar em cada criança e a forma que faremos isso”, comentou.
A atividade reforça em como o UniFOA se dedica com a formação de profissionais preparados para atuar de forma integrada, com empatia, conhecimento atualizado e foco na saúde pública. A abordagem interprofissional e colaborativa é um dos pilares da educação em saúde, e eventos como esse são fundamentais para o desenvolvimento dessas competências desde os primeiros períodos da graduação.
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A 24ª Semana Brasileira de Enfermagem do UniFOA reuniu coordenadores, professores, estudantes, técnicos e profissionais de enfermagem de clínicas e hospitais da região no campus Olezio Galotti, em Três Poços. Com o tema "Saúde Planetária: desafios e a atuação crítica da enfermagem", o evento promoveu workshops, palestras e debates, conectando participantes e proporcionando aprendizados relevantes.
O objetivo da Semana é fortalecer a conexão entre a profissão e o cuidado, destacando o papel da enfermagem na promoção da saúde. Segundo o coordenador do curso, Carlos Marcelo Balbino, o evento reforça a saúde como direito do cidadão e dever do Estado, além de incentivar reflexão e união da classe.
“A Semana celebra a profissão, promove o reconhecimento da enfermagem, fortalece os laços com a comunidade e oferece experiências educativas que contribuem para o desenvolvimento profissional”, explicou Marcelo.
Neste ano, o tema "Saúde Planetária" destacou a interconexão entre a saúde humana e o meio ambiente. Para Carlos Marcelo, a enfermagem é uma profissão essencial que desempenha papel crucial na promoção de práticas sustentáveis e na conscientização sobre os impactos ambientais na saúde coletiva. “Essa abordagem crítica e reflexiva é fundamental para formar profissionais de enfermagem conscientes de seu papel na construção de um futuro mais saudável e sustentável”, destacou.
A Semana também proporcionou aos estudantes a chance de participar da organização do evento, promovendo experiências práticas e o fortalecimento do senso de pertencimento.
“Foi um momento de muita emoção e reconhecimento por toda a entrega, dedicação e ensinamentos recebidos”, afirmou Djanira Chaves, presidente do Diretório Acadêmico Anna Nery.
O Dia da Enfermagem e do Enfermeiro é celebrado em 12 de maio em homenagem a Florence Nightingale, pioneira da enfermagem moderna, que nasceu nesta data em 1820. No Brasil, entre 12 e 20 de maio, celebra-se a Semana da Enfermagem, instituída nos anos 1940 em reconhecimento a Florence e a Ana Néri, a primeira enfermeira brasileira a atuar voluntariamente em combates militares.
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Estudantes dos cursos de Design e Enfermagem do UniFOA realizaram uma atividade de extensão com foco na transformação social: o Projeto Integrado II – Educação em Saúde: semeando ações ambientais junto a crianças e adolescentes. A proposta promove, de forma lúdica e acessível, a Educação em Saúde e Ambiental entre o público infantojuvenil atendido pelo Projeto Amor em Ação, no bairro Três Poços.
Com criatividade e sensibilidade, os alunos desenvolveram atividades interativas que abordaram temas essenciais para o bem-estar individual e coletivo, estimulando hábitos saudáveis e consciência ecológica. Jogos, oficinas e materiais visuais produzidos com elementos recicláveis tornaram o processo de aprendizagem mais leve, divertido e engajador.
A professora Patricia Rocha, do curso de Design, destaca a relevância da ação tanto para a formação dos alunos quanto para o impacto gerado na comunidade:
“A participação ativa em projetos extensionistas como este qualifica a formação acadêmica ao oferecer experiências que dificilmente seriam possíveis apenas em sala de aula. Ao integrar o cuidado em saúde com a criatividade do design, o projeto se torna um exemplo de como a interdisciplinaridade pode gerar soluções inovadoras e transformar tanto quem ensina quanto quem aprende.”
Segundo Patricia, o envolvimento dos estudantes vai além da criação de materiais:
“O contato direto com a população permite aos alunos identificar seu papel dentro da sociedade e entender como suas ações podem promover impactos positivos. Essa vivência contribui para a construção de um currículo mais completo, que valoriza a integração entre conhecimento científico, saberes populares e responsabilidade social.”
A professora Márcia Canavez, do curso de Enfermagem, coordena o projeto há cerca de quatro anos e reforça o quanto a ação tem significado pessoal e profissional. Com mais de 20 anos como docente no UniFOA, ela acompanhou de perto o crescimento do bairro Três Poços e a construção do conjunto habitacional Minha Casa, Minha Vida:
“Sempre me incomodou muito ver a carência da localidade, praticamente vizinha à nossa instituição. Já dei estágio nesse território, fazia visitas domiciliares ali, e percebia o quanto era necessário fazer algo por essa comunidade.”
Ao ser convidada para coordenar a ação, Márcia não hesitou:
“Agarrei esse projeto porque ele dialoga diretamente com minha formação em saúde pública. Hoje, levo alunos do terceiro e do oitavo período de Enfermagem. Juntamos os que estão começando com os que estão finalizando, e todos vivem experiências marcantes.”
Ela também ressalta o envolvimento emocional dos estudantes:
“Eles ficam comovidos com o carinho das crianças. São pequenos muito carentes, não apenas do ponto de vista social, mas também afetivo. Assim que chegamos, eles querem nos dar as mãos, nos abraçar. Isso toca profundamente os alunos e reforça o papel humano da Enfermagem.”
O projeto corrobora o UniFOA como uma instituição que forma profissionais conscientes e socialmente engajados. Ao levar conhecimento, cuidado e afeto para além dos muros da instituição, a ação amplia horizontes, transforma realidades e evidencia o poder da educação como ferramenta de mudança.
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Garantir a qualidade e a segurança no atendimento em consultórios e clínicas é um desafio constante para os profissionais de saúde. Com o objetivo de enfrentar essa demanda e promover o desenvolvimento contínuo, os cursos de Enfermagem, Odontologia, Escola de Negócios e Publicidade e Propaganda lançaram o projeto de extensão “Boas Práticas em Saúde”, que integra diversos conhecimentos.
O projeto tem como foco a disseminação de boas práticas em saúde, visando garantir maior segurança ao paciente, conformidade com as normas de biossegurança e descarte correto de resíduos. A iniciativa reforça o compromisso da instituição com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, especialmente o ODS 3 (Saúde e Bem-Estar) e o ODS 12 (Consumo e Produção Responsáveis).
A professora Lucrécia Loureiro, do curso de Enfermagem, destacou a importância da ação: “Essa primeira oficina foi um sucesso, pela expressiva adesão, pela qualidade das interações e pelo alinhamento aos princípios da extensão universitária. A continuidade nas próximas semanas ampliará ainda mais os impactos positivos.”
A primeira oficina, realizada na última sexta-feira, 9, foi dedicada aos cirurgiões-dentistas da rede municipal de saúde de Volta Redonda, reunindo 44 participantes, incluindo 16 cirurgiões-dentistas, 8 auxiliares de consultório dentário (ACDs) e 20 estudantes universitários – 6 de Odontologia e 14 de Enfermagem.
Os participantes tiveram acesso a conteúdos atualizados sobre biossegurança, técnicas de atendimento e descarte de resíduos de saúde. Para o cirurgião-dentista Gabriel Azevedo, a experiência foi fundamental para reforçar conhecimentos e atualizar práticas: “É muito bom, porque muitos profissionais que têm muito tempo de prefeitura acabam esquecendo algumas coisas. Essa atualização é essencial.”
Uma das características do projeto é a integração interprofissional. Enquanto os estudantes de Enfermagem e Odontologia abordam aspectos técnicos e clínicos, os alunos da Escola de Negócios e de Publicidade e Propaganda contribuem com estratégias de gestão e comunicação.
Durante a oficina, os alunos de Enfermagem também aplicaram vacinas contra a gripe em 20 participantes, em parceria com a equipe de Saúde do Trabalhador/CEREST, reforçando a importância da prevenção e da imunização. Igor Almeida, estudante do 9º período de Enfermagem, destacou a importância dessa vivência: “É uma responsabilidade muito grande orientar quem já é formado. Essa troca de experiências é uma oportunidade excelente.”
O projeto não apenas promove o aprimoramento técnico, mas também fortalece o compromisso dos profissionais com práticas sustentáveis e responsáveis, como o descarte correto de resíduos. Ao capacitar profissionais e estudantes, o UniFOA contribui diretamente para a melhoria da saúde coletiva e para a redução de riscos ambientais.
A continuidade das oficinas nas próximas semanas reforça o compromisso da instituição com a formação prática e cidadã, promovendo uma educação que ultrapassa os limites da sala de aula e impacta diretamente a comunidade.
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Com o objetivo de contribuir para a promoção da saúde de caminhoneiros e a prevenção de acidentes nas estradas, o Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) participou, na última semana, da ação “Comando em Saúde”, idealizado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) em parceria com o Centro Universitário, além de entidades como o SEST SENAT, o CEREST (Centro de Referência em Saúde do Trabalhador) e a Secretaria Municipal de Saúde de Volta Redonda e Barra do Piraí.
A ação, que ocorreu no posto da PRF na BR-393, em Barra do Piraí, ofereceu atendimentos gratuitos em saúde com foco em prevenção, orientação e bem-estar para caminhoneiros. A equipe foi composta por professores e estudantes dos cursos de Medicina, Odontologia, Nutrição, Enfermagem e outros profissionais da saúde, que realizaram aferição de pressão arterial, testes de glicemia, cálculo de IMC - índice de massa corporal -, vacinação, triagem auditiva e visual, além de orientações clínicas e nutricionais.
Segundo a professora doutora Lucrécia Loureiro, o objetivo é ir além da fiscalização e promover um cuidado efetivo com a saúde dos trabalhadores das estradas. “Esse é um projeto que só acontece graças às parcerias. Sem o UniFOA, seria praticamente inviável, pois são os nossos alunos que compõem a linha de frente. Os caminhoneiros passam por uma sequência de atendimentos, desde vídeos educativos até a avaliação médica final. É um serviço completo que beneficia tanto os profissionais da estrada quanto nossos estudantes em formação”, destaca.
A relevância da ação também foi pontuada pela professora Kamila Nascimento, do curso de Nutrição do UniFOA, que comentou sobre o desafio alimentar da categoria. “A maioria dos caminhoneiros tem uma alimentação desregulada, com horários irregulares e excesso de produtos ultraprocessados. Nosso papel aqui é mostrar que é possível fazer escolhas mais saudáveis mesmo na rotina puxada das estradas”, explicou.
Durante a ação, os alunos também colocaram em prática seus aprendizados em contextos reais. Os estudantes de Medicina realizaram atendimentos clínicos básicos e deram encaminhamentos quando necessário. O aluno Lucas Reis, do sexto período, contou que a experiência o emocionou por motivos pessoais: “Meu avô foi caminhoneiro. Estar aqui hoje, cuidando da saúde de pessoas como ele, é especial. A gente escuta, orienta, e isso contribui muito para nossa formação humanizada”.
Já os alunos de Odontologia, como Cayo Gabriel, do sétimo período, realizaram orientações sobre saúde bucal e escovação adequada. “A gente sabe que muitos caminhoneiros não conseguem manter uma rotina de higiene oral. Aqui, além de ensinar, a gente aprende também. É um ambiente completamente diferente da clínica e que amplia nossa visão como futuros profissionais”, comentou.
A iniciativa é bem recebida pelos profissionais da estrada. Segundo a gestora do projeto “Comando de Saúde” na PRF, Sônia Cristina Honorato, os caminhoneiros participam voluntariamente e, em muitos casos, até buscam o serviço ativamente. “Tem caminhoneiro que já participou antes e faz questão de parar de novo, até vindo na contramão só para não perder a oportunidade. Isso mostra como a ação é valorizada por eles”, destacou a oficial.
Sônia Cristina também reforçou a importância do trabalho em rede: “Essa parceria é fundamental para levar saúde ao trabalhador do transporte. Oferecer esse cuidado é uma forma de reconhecer a importância desses profissionais para o país”.
Para o UniFOA, participar de ações como essa fortalece o compromisso institucional com a responsabilidade social, a formação prática e cidadã dos alunos e a integração com a comunidade. “São iniciativas como essa que demonstram o quanto o ensino superior pode impactar positivamente na vida das pessoas”, reforça Lucrécia.
Com uma proposta itinerante e voltada à promoção da saúde, o projeto “Comando em Saúde” seguirá acontecendo em outros pontos da região, ampliando o acesso a cuidados essenciais e reafirmando a missão educativa e social das instituições envolvidas.
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Na última segunda-feira (17), o Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) sediou mais uma edição do Capacita Coren-RJ, um evento dedicado à capacitação e atualização dos profissionais de enfermagem do Médio Paraíba.
O evento foi dividido em dois momentos, à tarde professores do UniFOA e coordenadores de unidades hospitalares locais participaram de um curso teórico-prático de sutura ministrado por Lilian Bhering, presidente do Conselho Regional de Enfermagem do Rio de Janeiro (Coren-RJ) e Deputada Estadual. O treinamento, pioneiro na região, teve o objetivo de capacitar os profissionais para realizarem o procedimento que foi recentemente regulamentado pelo Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), através da resolução de 2023, que exige a realização de suturas simples por técnicos e enfermeiros.
“O curso de sutura contribui para a melhoria da saúde não só da população de Volta Redonda, mas de todo o Médio Paraíba. Com essa qualificação, os enfermeiros passam a contribuir de forma ainda mais efetiva na assistência à saúde da população”, explicou Miriam Salles, conselheira titular do Coren-RJ. Ela também destacou que, antes dessa regulamentação, muitas suturas eram realizadas apenas por prescritores medicamentosos ou ficavam pendentes devido à alta demanda nas unidades de pronto atendimento.
No período da noite, cerca de 600 profissionais acompanharam uma capacitação sobre classificação de risco, também ministrada por Lilian Bhering. A palestra abordou a importância da identificação rápida de casos graves para garantir um atendimento eficiente nas emergências. “Profissionais qualificados nessa área asseguram um atendimento mais ágil e eficaz, beneficiando não só Volta Redonda, mas toda a região do Médio Paraíba”, ressaltou Lilian.
A escolha do UniFOA como sede do evento reflete uma parceria de mais de 20 anos entre a instituição e o Coren-RJ. “Além de formar excelentes profissionais, o UniFOA está sempre aberto a iniciativas que fortaleçam a área da enfermagem”, afirmou Miriam Salles. A capacitação contou com a participação de egressos do UniFOA, enfermeiros formados por outras instituições, técnicos de enfermagem e estudantes de cursos técnicos da região.
Com essa iniciativa o Coren-RJ junto ao UniFOA, reafirmam a importância de investir na atualização profissional para garantir uma assistência cada vez mais qualificada. Eventos como esse elevam o padrão do atendimento e fortalecem a enfermagem como pilar essencial do sistema de saúde.
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Em comemoração ao Outubro Rosa, a Liga de Saúde da Mulher e da Criança (LASMC), formada por acadêmicos do curso de Enfermagem, do UniFOA realizou uma palestra com o objetivo de conscientizar sobre a importância da prevenção e diagnóstico precoce do câncer de mama e do colo do útero. O evento, que trouxe um espaço de aprendizado e discussão, teve como palestrante Gabriela Souza, egressa da graduação e da própria Liga, fortalecendo a ligação entre estudantes e profissionais que já atuam na área.
A professora Márcia Bastos, orientadora da LASMC, destacou o envolvimento da diretoria da Liga em sempre oferecer eventos significativos para o desenvolvimento dos futuros profissionais:
“Foi um momento muito especial. A presença de um egresso como palestrante reforça a ligação entre o que é aprendido na graduação e a prática profissional. É importante ver que esses encontros despertam o interesse e comprometimento dos alunos com temas essenciais para sua formação.”
A palestra, realizada de forma dinâmica e interativa, foi muito bem recebida pelos estudantes. Para Jhennyfer Machado Alves, aluna de Enfermagem, a experiência foi revelada:
“Foi uma aula como eu ainda não tinha visto, muito dinâmica e cheia de conhecimento prático. Fiquei empolgada ao ver o quanto o toque e o preventivo fazem diferença. A Liga nos trouxe um aprendizado que ainda não vimos na faculdade, ampliando meu conhecimento sobre o Outubro Rosa, o preventivo e o câncer de colo de útero. Espero por mais aulas como essa!”
A LASMC busca constantemente enriquecer o aprendizado dos alunos, proporcionando divulgação e práticas que vão além da teoria. Essa iniciativa reforça o papel da liga em promover o desenvolvimento de competências e conscientização sobre temas fundamentais, formando os acadêmicos para um futuro em que poderá transformar o aprendizado em ações concretas e humanizadas em prol da saúde da mulher.
O evento é mais um exemplo de como as ligas acadêmicas contribuem na construção de uma base sólida de conhecimentos e experiências, permitindo que os futuros profissionais compreendam, desde cedo, o valor de cada exame preventivo e da conscientização sobre o cuidado integral com a saúde feminina.
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A Liga Acadêmica de Enfermagem em Saúde da Mulher e da Criança (Lasmc) do curso de Enfermagem do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) participou de uma aula enriquecedora ministrada pela professora e orientadora Márcia Bastos. O encontro abordou dois temas de extrema relevância: a Lei Lucas e a Manobra de Heimlich, proporcionando aos acadêmicos a oportunidade de expandir seus conhecimentos e discutir a importância dessas práticas, tanto para profissionais da saúde quanto para a sociedade em geral.
Durante a aula, os estudantes tiveram a chance de entender a origem e o propósito da Lei Lucas, que visa obrigar escolas e espaços públicos a oferecer treinamento em primeiros socorros a seus funcionários, além de debaterem sua aplicabilidade e relevância na rotina de profissionais de saúde, educadores e demais cidadãos.
A professora Márcia Bastos destacou a importância da palestra para a formação dos acadêmicos. "A experiência foi extremamente enriquecedora, tanto pela troca de conhecimento com os membros da Liga Acadêmica quanto pela oportunidade de contribuir para a formação de futuros profissionais da área de saúde. A palestra não só ampliou a compreensão dos participantes sobre a importância das intervenções emergenciais, como também reforçou o compromisso que devemos ter em promover a segurança e o bem-estar da população em geral. Compartilhar essas informações pode impactar diretamente no cuidado com a saúde, principalmente de recém-nascidos e crianças, onde foi o foco dessa aula", afirmou Márcia.
A presidente da Liga Acadêmica, Bárbara Britto, também reforçou a importância da educação em saúde para a formação dos futuros enfermeiros. "Essa aula nos torna cientes de que estamos nos formando para praticar sempre a educação em saúde. Nós, como enfermeiros, somos responsáveis por transmitir à população o que deve ser feito, pois não sabemos em qual momento uma criança ou adulto precisará dos primeiros socorros", explicou Bárbara. Para os alunos que ainda estão no início do curso e não tiveram a disciplina formal sobre essas práticas, a aula foi uma oportunidade valiosa de aprendizado.
Lohanne Silva, diretora científica da Lasmc, ressaltou a alegria em poder oportunizar momentos de aprendizagem como esse para a formação dos acadêmicos. "É muito gratificante para nós, da diretoria da Lasmc, proporcionar esses momentos de imersão à prática de manobras que são de extrema importância, não só para nós, acadêmicos de enfermagem, mas para toda a população. A troca de experiências e vivências entre os alunos fortalece ainda mais o aprendizado, e ficamos extremamente felizes em ver o engajamento deles em se tornarem profissionais capacitados."
A Liga Acadêmica de Enfermagem em Saúde da Mulher e da Criança cumpre um papel fundamental na disseminação de conhecimento e na promoção de práticas além da sala de aula, preparando os futuros profissionais para atuarem de forma segura e eficiente em situações emergenciais.
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Em atividade promovida pelo Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde (PET-Saúde), na última quarta-feira (28), os estudantes dos cursos de Medicina, Nutrição, Enfermagem, Educação Física, Direito e Odontologia do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) tiveram uma tarde reflexiva acerca do filme 'Close'. A iniciativa faz parte da proposta intitulada ‘Cinema em Movimento, que também reúne egressos do UniFOA e mestrandos do Mestrado Profissional em Ensino em Ciências da Saúde (MECSMA), com o propósito de proporcionar aos estudantes a oportunidade de reflexão sobre temáticas que envolvem as discussões abordadas pelo PET-Saúde relacionadas à equidade social e a luta contra o preconceito.
Na última quarta-feira de cada mês, um coordenador de um grupo seleciona um filme que destaque comunidades que sofrem algum tipo de preconceito por parte da sociedade, gerando debates sobre povos originários (nativos), violência contra mulher e seu papel na sociedade, população LGBTQIAPN+, racismo, machismo, entre outros temas. Para dinamizar a prática do Cinema em Movimento, todos os participantes foram divididos em grupos temáticos voltados aos assuntos debatidos pelo programa de educação.
A trama escolhida para ser discutida entre estudantes e professores do PET dessa semana, o filme Close, longa-metragem dirigido e roteirizado pelo cineasta belga Lukas Dhont, conta a história de dois personagens, os jovens Léo e Rémi, que começam a criar uma conexão muito forte, ultrapassando o âmbito da amizade. Mesmo não sendo ‘oficialmente’ um casal, os dois enfrentam o medo de serem julgados por colegas e pessoas próximas sobre o fato de serem homossexuais, representando o mesmo temor de milhões de pessoas da comunidade LGBTQIAPN+ no mundo real:
“O Cinema em Movimento enfatiza o compromisso por promover ações que consigam dialogar diretamente com os temas, trazendo interseções entre os diversos campos do conhecimento envolvidos no PET-Saúde. Essas atividades impactam na formação dos alunos por conseguir elevar os ambientes de aprendizagem para além da sala de aula, mostrando a potencialidade de outros instrumentos na construção do conhecimento científico”, destacou Stella Aragão, egressa do MESCMA, sobre os impactos proporcionados pelo projeto.
O intuito das atividades promovidas pelo Cinema em Movimento é justamente preparar os estudantes em formação para a atuação profissional após a conclusão de seus respectivos cursos. Por meio de discussões e reflexões geradas pelas temáticas abordadas durante esses encontros, os estudantes amadurecem criticamente, sobretudo, por adquirirem novas perspectivas de enxergar e perceber as pessoas e as relações sociais construídas dentro da sociedade:
“Pensamos, enquanto professores, que as discussões em torno de filmes proporcionam a reflexão e discussões muito ricas, já que todos se envolvem na trama, mantendo a concentração na história para depois, em sequência, promover uma discussão direcionada, com professores conduzindo o debate. Dessa forma, nossos alunos do UniFOA saem na frente no mercado de trabalho, já que a prática reflexiva está presente em sua formação profissional”, explicou Aílton Carvalho, docente e egresso do MECSMA.
Para fomentar ainda mais as discussões do encontro, os organizadores da iniciativa convidaram Ramon Costa, mestrando do MECSMA, que contribuiu com pontos de vista transformadores ao longo do debate. Ramon declarou que o impacto do Cinema em Movimento está, principalmente, em proporcionar um olhar de empatia que um profissional de saúde deve ter com todos os indivíduos de uma comunidade específica, ao enxergar a vida por meio da arte:
“O compartilhamento e a construção de conhecimento tem resultados muito enriquecedores. Quando elaboramos algumas reflexões sobre uma ficção, conseguimos observar que muito do que acontece no cinema, acontece no mundo real também, pois a vida imita a arte. Trazendo a discussão voltada para o lado da saúde, podemos estabelecer a importância do profissional de saúde ter consciência sobre esses temas mais delicados, com intuito de se capacitarem integralmente para lidarem com diferentes situações na vida profissional”, pontuou.
Originalmente, o Cinema em Movimento surgiu por meio de idealização da Agência Nacional de Cinema (ANCINE), sendo um projeto apoiado pelo Ministério da Cultura e Governo Federal. Os líderes do programa organizavam a exibição de filmes acerca da luta contra o preconceito em instituições de ensino superior, no intuito de estimular debates transformadores entre os acadêmicos sobre as diferentes temáticas presentes nessa causa.
Lucrécia Helena, professora do MECSMA, foi uma das maiores incentivadoras para que o projeto fosse levado aos estudantes do UniFOA. A iniciativa era realizada na instituição desde o início desse ano, mas a parceria entre o Centro Universitário e a ANCINE tinha duração apenas para o primeiro semestre de 2024.
Com o sucesso da proposta e a adesão massiva dos alunos, a professora decidiu manter o programa ativo até o fim ano, pelos resultados animadores que tem apresentado:
“É um projeto exitoso e inovador, além de tudo. Para mim é uma proposta muito única, pois integra alunos da graduação, egressos e discentes do mestrado em uma atividade que compartilha e dissemina conhecimentos fundamentais para a formação integral de um profissional da saúde”, completou Lucrécia, muito satisfeita com os frutos gerados pelo Cinema em Movimento.
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