
Na porta de despedida de 2022, o Projeto Coluna Reta, agora em parceria com o UniFOA, não parou nem mesmo com o recesso das aulas. No último sábado, 17 de dezembro, alunos de Medicina do UniFOA assistiram a cirurgias do projeto que acontece em Volta Redonda, atendendo crianças e adolescentes. A operação aconteceu no Hospital São João Batista, HSJB.
A cirurgia faz parte das etapas do Coluna Reta, um processo complexo e delicado, que exige alta competência de profissionais. Recém firmada a nova parceria com o UniFOA, o ortopedista Juliano Coelho realizou a cirurgia de correção de escoliose com participação de acadêmicos.
Maria Eduarda Matuck Ribeiro de Avelar e Felipe de Almeida Lima, ambos do 3⁰ ano de Medicina, Módulo 5 vivenciaram de perto a experiência médica. “Foi muito incrível!!! Eu sou uma grande fã da área cirúrgica”, comemorou Maria Eduarda. “Foi muito proveitoso pra mim ter a oportunidade de conhecer como tudo funciona na prática”. Foram mais de cinco horas de cirurgia. “Fiquei apaixonada por cada segundo”. Segundo ela, Juliano foi muito atencioso e explicou tudo minuciosamente. “Sempre muito didático e prestativo”, assim como ele, o neurologista Júlio Meyer, professor do UniFOA, também estava no centro cirúrgico.
- Eu estou amando participar do projeto. Acho a iniciativa sensacional, com um objetivo muito claro e protocolos eficientes para atingi-los. É muito enriquecedor para nós, enquanto acadêmicos, ter esse contato com as pessoas para além da sala de aula, no qual é possível ver e materializar a diferença que podemos fazer em suas vidas. Eu pretendo continuar no projeto e, em parceria com o Dr. Juliano e com a equipe de organização e pesquisa do UniFOA ampliá-lo para atingir, cada vez mais, o maior número de pessoas possível - planeja a futura médica.
Para Felipe, foi uma experiência única. “Além de ficar impressionado com o alto grau de competência dos cirurgiões, vi na prática que muitas crianças com escoliose podem evitar tal procedimento com o Coluna Reta”. Segundo o estudante, foi possível perceber, que ao implementar a logística do projeto nas escolas, com o diagnóstico precoce da escoliose, será possível evitar esse procedimento cirúrgico altamente invasivo para o paciente. “Esse projeto se mostra como um otimizador da saúde pública em Volta Redonda”, onde a cidade juntamente com o projeto poderá servir de exemplo para outras. “E até mesmo para outros Estados”, amplia o futuro médico, tendo a visão da grandiosidade que o projeto carrega.
- Quero destacar que estou muito feliz e empenhado ao fazer parte de um projeto de tamanha importância para a saúde de nossa cidade”, comemora Felipe.
O Coluna Reta, idealizado pelo médico ortopedista, egresso do UniFOA, Juliano Coelho, existe há pouco mais de 1 ano e faz parte de uma parceria com a Prefeitura Municipal de Volta Redonda, PMVR.
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O estudante de Medicina Danilo Devezas participou na manhã de hoje (8) do Programa Fato Popular, na Rádio 88 FM. O tema da entrevista foi o MedTech: a nova metodologia de realidade virtual, por meio de óculos 3D, que será implantada no curso a partir de 2023. Ao longo do bate-papo, Danilo explicou sobre o projeto que ele fez em parceria com o professor Walter Luiz da Fonseca e contou que funcionários, professores e alunos já estão passando por treinamentos no laboratório de Morfofuncional.
Confira a entrevista na íntegra
Uma novidade tecnológica promete transformar a experiência e o aprendizado dos acadêmicos de Medicina do UniFOA. Graças às pesquisas do estudante Danilo Devezas, do 9º módulo, numa parceria com o professor Walter Luiz da Fonseca, será implantada uma metodologia com uso da realidade virtual para estudos mais interativos e aprofundados do corpo humano.
Inicialmente, o projeto nomeado como MedTech foi apresentado à Pró-reitoria de Planejamento e Desenvolvimento que, percebendo o potencial para ampliar a experiência dos estudantes, promoveu o encontro entre os idealizadores e o presidente da instituição, Eduardo Prado, que encantado, aprovou a proposta. Inclusive, o primeiro treinamento com os professores, alunos e técnicos no laboratório Morfofuncional aconteceu nesta sexta-feira (25).

"Quando entrei na Medicina, o Laboratório Morfofuncional tinha acabado de ser implementando e eu fiquei encantando com a interação que podíamos ter com um corpo humano virtual. Através da Plataforma 3D Csanmek, pela primeira vez eu via as duas áreas que eu tanto amava juntas: Medicina e Computação", lembra Danilo, que desde pequeno é apaixonado por tecnologia e chegou a iniciar a graduação em Sistemas de Informação, mas se encontrou de fato na área da saúde.
Segundo o acadêmico interno, de 28 anos, a ideia de utilizar os óculos de realidade virtual surgiu durante a pandemia. "Com o ensino remoto, percebi que instituições em outros países começaram a oferecer um ambiente virtual 3D, para o ensino de anatomia e fisiologia humana, nos cursos de saúde, através do uso de óculos de realidade virtual. Comentei com o professor Walter sobre este uso e questionei se não seria possível trazer esse tipo de ensino para o UniFOA", conta.

Foto: Vinícius Vinci
Aos poucos, ele começou a auxiliar o docente durante as aulas, utilizando a plataforma, e juntos começaram a estruturar um projeto que pudesse estimular e facilitar o ensino médico, utilizando as tecnologias já disponíveis no curso. Assim, nasceu o MedTech.
Como Walter sempre foi um grande estimulador do uso de tecnologias para o ensino médico, prontamente aceitou o desafio de ajudar Danilo a planejar como poderiam implementar a metodologia no Centro Universitário de Volta Redonda.
A realidade virtual, os óculos 3D se tornaram populares pelos jogos, como contextualiza o professor. "Atualmente, são várias as utilidades. O ensino começa a utilizar essa ferramenta. Você pode perguntar: por que tanto tempo depois? E a explicação é simples: por causa do custo. Não basta ter a ferramenta. É preciso ter software", destaca.
De acordo com ele, são softwares que envolvem muitos fatores: ciências da computação, ciências médicas: anatomia, fisiologia, patologia e outras áreas, pedagogia, didática, além do espaço físico, além de professores e técnicos.

Foto: Vinícius Vinci
"É um programa complexo, que tem custo, mas a previsão dos benefícios é enorme. Sempre ouvimos que uma boa imagem vale mais que mil palavras. Essa é a proposta: levar o conhecimento científico através de imagens em ação, transformar os livros em imagens e as imagens em ação, transformar o aluno de mero receptor em agente, fazendo que o estudo fique vivo e compreensível", avalia esperançoso com o sucesso do projeto. "A realidade virtual é uma experiência para ser vivida", evidencia.
Juntos, estudante e professor, pesquisaram por meses, a fim de encontrar mecanismos de redução de gastos e desenhar um projeto que fosse viável e inovador. Do projeto inicial até o aprovado, ocorreu uma redução de quase 80% do valor inicialmente estipulado, trazendo uma solução que agregará muito mais para o UniFOA.
"Na primeira etapa do projeto utilizaremos programas de anatomia e simulação já disponíveis no mercado de realidade virtual. Todos que utilizaremos são disponibilizados em português e inglês. Posteriormente, em conjunto com outros cursos, iremos implementar um laboratório de desenvolvimento interno. Ou seja, passaremos a desenvolver na própria instituição os programas que poderão ser utilizados no ensino da Medicina e também em outros cursos das áreas da saúde e de exatas", antecipa Danilo.

Foto: Vinícius Vinci
Dessa forma, a introdução do ensino com realidade virtual no UniFOA contribuirá amplamente para o conhecimento e vivência dos estudantes que poderão se envolver no projeto. "Com certeza, essa interação com outras áreas de formação trará uma visão muito mais ampla e multidisciplinar para os profissionais que se formarem pelo UniFOA daqui para frente", vislumbra o futuro médico.
Libânia Nogueira
Jornalista
Vencer o preconceito e se cuidar. É o maior objetivo da campanha que aconteceu na última quinta-feira, dia 17 de novembro, promovida pelos alunos de Medicina e Enfermagem do UniFOA. Foi um dia de atendimento direcionado aos homens, em simbologia ao Novembro Azul, o mês escolhido pela para falar sobre a prevenção do e diagnóstico precoce do câncer de próstata.
Durante a manhã, os alunos do PET Saúde, um programa do UniFOA que envolve alunos no UBSF Eucaliptal atenderam a comunidade masculina para chamar atenção à saúde do homem. Coordenados pela professora e médica Hanna Dineas, preceptora do projeto, os universitários fizeram atendimentos no postinho e pela tarde, se deslocaram para o atendimento direcionado a caminhoneiros na SEST - Serviço Social do Transporte, um espaço direcionado a eles próximo a entrada da CSN, na Ponte Alta.
- Buscamos aproveitar a oportunidade não apenas de falarmos sobre o perigo do cancer mas também a importância de conhecer outras doenças que podem existir. - explica Hanna. “Ainda existe um preconceito muito grande no homem, para se cuidar, mas acredito que tenha valido a pena!”.
A professora é a médica responsável pela Estratégia da Saúde da Família na instalação do bairro, e criou o projeto com a intenção de aproveitar o gancho do assunto, haja vista que os estudantes já fazem parte do PET Saúde naquela unidade. A ação foi uma parceria com CEREST Médio Paraíba.

Folder demonstrativo entregue aos participantes.



O Centro Universitário de Volta Redonda – UniFOA se destacou com nota quatro em 16 graduações na avaliação do Guia da Faculdade 2022, divulgada nesta sexta-feira (4). A instituição teve, ao todo, 21 cursos analisados por essa iniciativa, que é realizada pelo jornal O Estado de S. Paulo em parceria com uma das principais startups da área educacional do país, a Quero Educação.
O Guia da Faculdade concentra avaliações e informações sobre milhares de cursos superiores em todo o país. Aqueles que conquistaram nota quatro são considerados como “muito bom” e os com nota três como “bom”, como no caso de cinco cursos do UniFOA.
Segundo a reitora do UniFOA, Úrsula Fraga, “os resultados se apresentam como efeitos da materialização das políticas de ensino, pesquisa e extensão no cotidiano acadêmico. E ainda, como expressões do compromisso ético do corpo docente, discente e administrativo com a educação superior”.

Úrsula complementa que a Fundação Oswaldo Aranha (FOA) e o Centro Universitário de Volta Redonda investem continuamente para o desenvolvimento, que envolve não apenas a comunidade interna, mas também toda a comunidade externa.
“Agradeço aos professores, coordenadores de curso, membros do Núcleo Docente Estruturante (NDE) e gestores da FOA/UniFOA, que zelam pelo planejamento, execução e avaliação dos processos de trabalho. Eles são fundamentais para concretizar os valores, a missão, as diretrizes e os objetivos que norteiam essa instituição de ensino”, destacou a reitora.
Confira os cursos do UniFOA que foram avaliados com nota 4 (muito bom):
- Ciências Biológicas (Licenciatura)
- Ciências Biológicas (Bacharelado)
- Medicina
- Design
- Nutrição
- Direito
- Educação Física (Bacharelado)
- Educação Física (Licenciatura)
Confira os cursos do UniFOA que foram avaliados com nota 3 (bom):

O curso de Medicina do Centro Universitário de Volta Redonda - UniFOA está em 1º lugar, entre as instituições privadas, na lista que destaca as melhores faculdades de Medicina do estado do Rio de Janeiro divulgada pelo Mundo Vestibular, um site desenvolvido pela Quero Educação.
Foram selecionadas as faculdades que obtiveram as melhores colocações no Ranking Universitário Folha (RUF). Segundo o conteúdo publicado em junho, “no caso do ranking de cursos, a Folha segue dois critérios para sua avaliação: Qualidade de Ensino e Avaliação do Mercado. Cada um desses critérios usa uma série de indicadores, incluindo pesquisas de opinião, dados publicados em periódicos científicos e as notas atribuídas pelo Ministério da Educação (MEC)”.
A Quero Educação é uma startup especializada em marketing educacional, que oferece ao mercado soluções para que universidades maximizem seus resultados e estudantes encontrem as melhores opções de estudos.
O principal produto é o Quero Bolsa, o maior site de busca de cursos e bolsas de estudos do Brasil, com mais de 800 universidades parceiras e mais de 100 mil alunos já matriculados pelo programa: www.querobolsa.com.br.
Na lista geral, com instituições de ensino públicas e privadas, o UniFOA ocupa o 4º lugar em todo o estado do Rio.
E para quem deseja realizar o sonho de cursar Medicina no Centro Universitário de Volta Redonda, as inscrições estão abertas. O processo seletivo é 100% com aproveitamento da nota do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), para ingresso no ano letivo de 2023.

Uma roda de conversa sobre saúde mental, promovida pelo Setor Pedagógico Institucional (SPI) e o curso de Medicina do UniFOA, foi oferecida a estudantes nesta segunda-feira (10), Dia Mundial da Saúde Mental. O evento ocorreu no Centro Histórico-Cultural Dauro Aragão, localizado no campus Olezio Galotti, em Três Poços. Este ano, o tema da campanha internacional é “Tornar a saúde mental para todos uma prioridade global “, segundo a Federação Mundial de Saúde Mental.
O encontro foi conduzido por duas psicólogas: Soraya Ferreira, do SPI, e Sônia Garcia, da Medicina. Soraya conta que a transição para a vida acadêmica requer muitas habilidades socioemocionais, que às vezes ainda não foram adquiridas pelos estudantes mais jovens. “Esse ambiente novo, acrescido de uma rotina mais exigente pode desencadear neles um transtorno mental”, evidenciou.
Segundo ela, as pesquisas apontam que durante a formação, o aluno vive enfrentamentos variados, que também podem produzir doenças emocionais. “Por isso, precisamos falar sobre o assunto, ajudá-los a encontrar caminhos para superar as dificuldades e oferecer o apoio da IES [Instituição de Ensino Superior] para que seu processo de formação possa ser concluído de forma saudável”, concluiu.
Carolina Almeida de Moraes, aluna de Medicina, participou ativamente da roda de conversa e deu sua opinião sobre a iniciativa: “Acho muito importante a gente falar sobre saúde mental, principalmente para pessoas que fazem parte de um recorte, no meu caso, que sou LGBT, dentro de um curso que a maioria não é. Acaba que a saúde mental é um tema que me atravessa desde muito cedo. Ver que a faculdade se interessa por este tema e nos oferece é muito importante. Mas acho também que a gente precisa de maneiras desse assunto chegar em mais lugares, em pessoas que não pensam sobre isso. Porque, afinal, todo mundo precisa. Eu me sinto acolhida e acredito que sem saúde mental a gente não consegue manter o resto de nossa saúde física”, avaliou a aluna.
No dia 18 deste mês, às 17 horas, haverá uma nova roda de conversa, desta vez com a médica Ângela Guidorene e o psicólogo e aluno de Medicina Caio Tulio Esteves, nas dependências do SPI, também no campus Olézio Galotti, em Três Poços, direcionada à toda comunidade acadêmica.
Mais uma vez, a qualidade do ensino do Centro Universitário de Volta Redonda expande os horizontes e avança a rumos distantes. Dessa vez, três alunos foram aprovados para apresentar trabalhos no 30º SIICUSP - Simpósio Internacional de Iniciação Científica e Tecnológica da Universidade de São Paulo. O evento acontecerá on-line e os alunos deverão produzir um vídeo de 10 minutos para apresentação da banca, no dia 20 de outubro.
A parceria entre o trio de alunos e a professora-orientadora começou no início do curso. Amanda Provietti Cury, João Vitor Matachon, Thiago Tadeu de Almeida esboçaram interesse pela iniciação científica ainda no 5º módulo do curso, quando Maria Cristina do Espírito Santo, professora da disciplina de Infectologia, se juntou para os trabalhos individuais de pesquisas. “Há um ano submetemos e fomos aprovados, os três, na pós-graduação da USP”, explica como começou a ideia. “Todos os projetos são pesquisas com humanos na área clínica, os três fizeram trabalhos distinto, porém dentro do tema”.
Nesse ano ainda, João Vitor , conquistou o primeiro lugar no 13° Congresso Paulista de Infectologia, junto com a professora Dra. Maria Cristina, na Categoria Apresentações Orais. O mesmo trabalho, "Avaliação da eficácia da vacinação de hepatite B em pacientes com esquistossomose mansônica hepatoesplênica severa no Hospital das Clínicas, São Paulo, Brasil", agora, após reanálise de dados, chegaram a novas ideias. "Algumas novas conclusões promissoras e novos desafios que teremos que enfrentar!", comemora o aluno.
- Só que com a experiência que tivemos no Congresso em São Paulo, consegui lidar melhor com meus objetivos dentro do trabalho e acredito estar mais confiante agora para apresentar meus resultados finais no 30° Simpósio da USP - conclui João Vitor.
Os outros dois trabalhos da Amanda e do Thiago, são, respectivamente: "Perfil clínico e laboratorial dos pacientes com neuroesquistossomose do ambulatório de neurologia do Hospital das Clínicas, São Paulo, Brasil" e "Transplantes hepáticos de doadores com esquistossomose: Perfil clínico e epidemiológico de Pacientes do Hospital das Clínicas, São Paulo, Brasil".
Para Amanda, que o tempo de internado e a distância das cidades, foi uma experiência árdua, que exigiu muito esforço e dedicação porém enriquecedora. "A gente aprendeu muito, muito mesmo. Só de pisar no Hospital das Clínicas, a gente é inundada de conhecimento, de todas as formas."
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- Amanda, Thiago e eu estamos dentro dessa linha de pesquisa em esquistossomose mansônica. O simpósio inclui todas as áreas dentro da Medicina e serão oito trabalhos apresentados sobre Moléstias Infecciosas ao todo. A professora Maria Cristina conta com metade dos trabalhos do evento! - explica João Vitor - Além de nós três, ela também é orientadora de mais uma aluna em São Paulo. Ela está desenvolvendo um importante papel como professora para todos nós - completa.
No caso de Thiago, que em 2019 buscou auxílio da professora Maria Cristina com a proposta de um trabalho onde ela acolheu a ideia para fazer um PIC na USP. Desde então os dois inicia reuniões semanalmente para discutir o andamento do trabalho. O projeto aconteceu durante 2 anos, no realizaram um levantamento do perfil do paciente com esquistossomose que foram doadores de fígado para pacientes que precisavam desse órgão. "Ao todo nosso trabalho terminou com vários produtos, sendo eles um vídeo, um resumo na USP e um artigo". O aluno, contou com emoção a experiência de participar do trabalho. "Ao estudar na biblioteca da USP, desfrutei do prazer de ver estudando ao meu lado a pesquisadora Jaqueline Goes de Jesus, qual foi responsável pelo primeiro sequenciamento genético do vírus covid-19 no Brasil. Poder participar desse projeto me abriu novos horizontes", comemorou orgulhoso, pelo desafio e honra poder levar o nome do UniFOA no maior centro médico do País, segundo Thiago.
As inscrições para o simpósio aconteceram nos últimos meses. As apresentações ocorrerão em outubro e a etapa internacional inicia em novembro.

O Simpósio Internacional de Iniciação Científica e Tecnológica da USP – SIICUSP é um evento anual que tem como objetivo divulgar os resultados dos projetos de iniciação à pesquisa científica e tecnológica realizados por alunos de graduação da USP e de outras instituições nacionais e internacionais.
A intenção do encontro busca contribuir para o desenvolvimento de competências necessárias à pesquisa acadêmica, promovendo a oportunidade de interação entre pesquisadores de todos os níveis e áreas, abrindo campo na pesquisa multidisciplinar no ensino superior,
Desde 2014, o SIICUSP é composto de duas fases. Na primeira, cada Unidade, ou grupo de Unidades, organiza seu próprio evento, com trabalhos de sua área específica. Os estudantes apresentam seus projetos para uma comissão avaliadora, que indica os que forem melhor avaliados para a segunda fase, denominada "Etapa internacional". Nessa fase, os estudantes selecionados têm a oportunidade de apresentar seus trabalhos novamente, em evento com participação de todas as áreas do conhecimento, na Cidade Universitária, em São Paulo.
A programação do evento é aberta a todos os estudantes, docentes, pesquisadores e público geral interessado. Estudantes de universidades estrangeiras também participam apresentando seus projetos, selecionados por comitês de sua instituição. O Simpósio é realizado anualmente pela Pró-reitoria de Pesquisa da Universidade de São Paulo.
Os alunos também estão aguardando resposta de aprovação, que acontecerá no final de outubro, para a participação no Simpósio Internacional de Esquisitossomose de Ouro Preto, em novembro.
Informações complementares: http://siicusp.prp.usp.br/pt/home/

À esquerda, a vice-presidente do Dacam, Júlia Vieitas, e a reitora do UniFOA, Úrsula Amorim.
Um sonho antigo do Diretório Acadêmico Paulo Mendes (Dapam), do curso de Medicina, se realizou nesta semana. Na última segunda-feira, dia 15, o Escritório da Cidadania entregou ao Dapam a ata da última eleição, enfim registrada no cartório.
Para marcar essa conquista, o presidente da FOA, Eduardo Prado, e a reitora do UniFOA, Úrsula Amorim, receberam a vice-presidente do diretório, Júlia Vieitas, estudante do 10º módulo de Medicina, para formalizar a entrega do documento.
"Estou há quatro anos no diretório e desde então estamos tentando regularizar toda a situação jurídica e financeira. Finalmente conseguimos agora, com o trabalho do Escritório da Cidadania e tivemos gratuidade por meio da Defensoria Pública", comemorou Júlia, lembrando que os membros buscaram auxílio para essa questão em dezembro de 2021 e tiveram apoio imediato da instituição.

Da esquerda para a direita: Josiane Sampaio, Cacilda Cruz; o presidente, Eduardo Prado; Júlia Vieitas e a reitora, Úrsula Amorim.
Ainda estiveram no encontro a professora Cacilda Cruz, do Escritório da Cidadania, responsável por resolver o trâmite no cartório, e a superintendente executiva, Josiane Sampaio, que também contribuiu para o andamento dessa regularização.
"Com esse registro, conseguiremos ter conta, nos organizar melhor para participar de torneios, ter lojinha e emitir nota fiscal. É uma conquista muito importante, estamos muito felizes", agradeceu a vice-presidente do Diretório Acadêmico Paulo Mendes.
O próximo passo que o Diretório Acadêmico de Medicina deseja dar é a reformulação do estatuto, a fim de atualizá-lo. E para a próxima eleição, que acontece anualmente, em março, a diretoria já se prepara para garantir que o Dapam siga regularizado.
Estão abertas as inscrições para o Programa de Monitoria Acadêmica destinado aos estudantes de Medicina do UniFOA. Os interessados devem se inscrever pela Área Restrita até sexta-feira, 19 de agosto.
De acordo com o edital, são 125 vagas ao todo para o período letivo 2022.2/2023.1. Dentre elas, 15 são para monitoria bolsista, cujo incentivo total é no valor de R$ 2.500, divido em nove parcelas iguais e sucessivas de R$ 250. Já as outras 110 vagas são para monitoria voluntária.
O total de vagas é distribuído para dez módulos e dividido entre áreas de conhecimento. Os estudantes serão selecionados a partir de prova escrita ou análise curricular, conforme consta de forma detalhada no edital abaixo.
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