A declaração do Imposto de Renda de Pessoa Física (IRPF) é uma obrigação anual dos brasileiros e uma importante ferramenta do Governo Federal para acompanhar a evolução patrimonial da população, garantindo maior controle sobre os rendimentos e gastos dos contribuintes. Em 2025, o prazo para envio da declaração vai até o dia 30 de maio, e devem declarar aqueles que tiveram rendimentos tributáveis superiores a R$ 33.888 em 2024.

Para ajudar a população neste processo, o Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) mantém, desde 2015, o “Projeto de Ensino: Plantão Imposto de Renda”, vinculado ao Escritório da Cidadania, gerenciado atualmente pela Escola de Gestão e Negócios em parceria com o Núcleo de Práticas Contábeis. A iniciativa oferece atendimento gratuito para preenchimento da declaração de IRPF, voltado a contribuintes que receberam até R$ 40.000 em rendimentos no último ano.

O plantão acontece às quartas-feiras, das 15h30 às 17h, no campus Olezio Galotti, em Três Poços, e conta com a participação de estudantes do curso e professores orientadores. Os atendimentos são feitos de forma prática, com foco no aprendizado acadêmico e no compromisso social da instituição.

Para ser atendido, o contribuinte deve apresentar os seguintes documentos:

Entendendo o Imposto de Renda

Muitas pessoas acreditam que declarar o Imposto de Renda significa automaticamente pagar o tributo, mas nem sempre isso ocorre. A declaração é, na verdade, um informe detalhado dos rendimentos — sejam eles tributáveis ou isentos — recebidos ao longo do ano, como salários, aluguéis, investimentos e aposentadorias. Mesmo quem não precisa pagar nada deve declarar, pois o documento permite ao governo acompanhar a movimentação financeira e a evolução do patrimônio do contribuinte.

Além disso, em alguns casos, o contribuinte pode ter valores retidos pela Receita Federal ao longo do ano, e ao fazer a declaração corretamente, pode ter direito à restituição, ou seja, receber parte desse valor de volta.

O Imposto de Renda é um tributo federal obrigatório. Os valores arrecadados são utilizados pelo governo para custear despesas da máquina pública e investir em setores como saúde, educação, segurança e infraestrutura. Não realizar a declaração no prazo pode gerar multas e sanções legais ao contribuinte.

Em tempos em que inovação é palavra de ordem, a Fundação Oswaldo Aranha (FOA), por meio do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), soma forças a uma iniciativa que transforma ideias em soluções e conhecimento para promover impacto social. Isso, é o que caracteriza o Vírgula Hub de Inovação, um espaço colaborativo que se consolida como uma verdadeira vitrine do potencial criativo e tecnológico da região Sul Fluminense. 

Localizado no Shopping Park Sul, o Vírgula Hub de Inovação é fruto de uma articulação entre diversas instituições públicas e privadas, com liderança da Universidade Federal Fluminense (UFF) e apoio da Prefeitura Municipal de Volta Redonda. O UniFOA é parceiro estratégico do projeto e tem atuação direta na gestão e ocupação do espaço, representado pelos professores Washington de Macedo Lemos, pró-reitor acadêmico, e Rafael de Paiva Lima, docente e elo da instituição no Hub. 

Com a missão de promover o desenvolvimento econômico, tecnológico e social da região por meio da inovação e do empreendedorismo, o Virgula Hub de Inovação oferece uma infraestrutura moderna voltada à experimentação, à troca de ideias e ao apoio ao surgimento de novos negócios. Os ambientes foram pensados para estimular a criatividade e o aprendizado contínuo, incluindo: 

Além da estrutura física, o Vírgula Hub promove oficinas, capacitações, consultorias gratuitas e eventos com foco em inovação, empreendedorismo, tecnologia e sustentabilidade. A proposta é criar um ambiente dinâmico onde universitários, professores, startups, pesquisadores e empresas locais possam interagir, testar soluções e desenvolver competências essenciais para o século XXI. 

Segundo o professor Washington Lemos, o envolvimento do UniFOA no Vírgula Hub de Inovação está alinhado ao compromisso da instituição com a formação integral dos estudantes: 

“O espaço é uma ponte entre o saber acadêmico e os desafios do mundo real. Queremos que nossos alunos vivenciem a inovação não apenas como conceito, mas como prática cotidiana, com protagonismo e criatividade”, afirma o professor. 

Já o professor Rafael Lima reforça que o espaço é, sobretudo, um ambiente de oportunidades: 

“Ali, os estudantes podem tirar ideias do papel, conhecer outras iniciativas e até mesmo receber apoio para empreender. É uma vitrine de talentos e um campo fértil para o networking profissional”, destaca. 

A presença do UniFOA no Vírgula Hub de Inovação é também uma oportunidade para fortalecer projetos interdisciplinares, parcerias com o setor produtivo e ações de extensão universitária, ampliando o alcance do conhecimento gerado dentro da instituição. Estudantes e professores de todos os cursos podem usufruir dos recursos do espaço, mediante interesse e agendamento. 

Com dois anos de funcionamento, o Vírgula Hub de Inovação já impactou inúmeras pessoas com suas ações e se consolida como uma referência regional em fomento à cultura da inovação. E o melhor: é gratuito e aberto à comunidade. 

Quer participar do Vírgula Hub de Inovação? Entre em contato:

Professor Rafael de Paiva Lima
📧 rafael.lima@foa.org.br 

Professor Washington de Macedo Lemos
📧 washington.lemos@foa.org.br 

Para saber mais sobre o Vírgula Hub e acompanhar a programação de eventos, acesse: www.virgulahub.com.br 

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Nos dias 15 e 16 de abril, o AudiSmart, no campus Olezio Galotti, foi palco de mais uma rodada de apresentações dos estudantes de Engenharia ABI. Alunos dos módulos 3 e 4 demonstraram o avanço técnico e prático conquistado ao longo do curso por meio da exibição de projetos que aliam teoria e aplicação real. 

Segundo Samantha Grisol, coordenadora dos cursos de Engenharia ABI, essa metodologia de ensino, iniciada em 2022, tem trazido resultados cada vez mais significativos para a formação dos futuros engenheiros. “Os projetos têm agregado muito no aprendizado dos alunos. Desde que demos início a essa abordagem, ficamos muito felizes com os resultados. Já nas primeiras entregas, percebemos o nível de conhecimento e o interesse deles em executar algo com profundidade e responsabilidade. Os resultados têm sido tão positivos que muitos trabalhos já se aproximam do nível de um Trabalho de Conclusão de Curso”, destacou Samantha. 

Ela também comentou sobre a importância da complexidade crescente dos projetos à medida que os alunos avançam nos módulos. “Estamos vendo apresentações dos alunos do terceiro e quarto módulos, com conteúdos cada vez mais técnicos e integrados à realidade da engenharia. Isso nos enche de alegria, orgulho e satisfação”, completou. 

O professor Italo Pinto Rodrigues também ressaltou o quanto os projetos contribuem para a evolução dos estudantes. “É possível perceber claramente como eles crescem diante dos desafios propostos. Desde o primeiro período, com essa proposta inovadora de currículo, os estudantes vão construindo um portfólio robusto. Já no terceiro módulo, vemos a maturidade na forma como desenvolvem projetos complexos, passando por todas as etapas, desde a concepção até a aplicação prática. Eles estão aprendendo a resolver problemas reais com base em conhecimentos técnicos e teóricos”, afirmou. 

A aluna Anastasia Roncolato, do 5º período de Engenharia de Produção ABI, também acompanhou as apresentações e ficou impressionada com a qualidade dos projetos. “Achei tudo muito bem desenvolvido. Mesmo com termos técnicos, a explicação foi clara e acessível. Sempre que surgia alguma dúvida, os alunos conseguiam aprofundar mais, principalmente com o apoio dos professores. Foi visível o quanto pesquisaram e se dedicaram. A maioria dos projetos que vi hoje me surpreendeu positivamente.” 

As apresentações reforçam o compromisso do UniFOA com uma formação sólida e inovadora, que prepara os estudantes para os desafios do mercado por meio da prática, da resolução de problemas reais e do estímulo ao pensamento crítico desde os primeiros períodos do curso. 

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O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) recebeu, recentemente, representantes da Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN) para um encontro com os estudantes do 11º e 12º períodos do curso de Medicina. O objetivo da visita foi apresentar as possibilidades de atuação médica nas Forças Armadas — Marinha, Exército e Aeronáutica — e os caminhos para integrar os quadros de saúde dessas instituições. 

A iniciativa foi conduzida pelo Capitão Médico Gabriel Vassalo de Souza, egresso da 43ª turma de Medicina do UniFOA, atualmente integrante do Exército Brasileiro, e pela Capitão-Tenente Médica Nicolle Pimentel, da Marinha do Brasil. Durante a apresentação, os profissionais compartilharam suas experiências e destacaram o papel estratégico da Medicina nas missões das Forças Armadas, tanto em território nacional quanto em ações internacionais. 

“Voltar ao UniFOA e poder compartilhar minha trajetória com os futuros médicos é uma experiência especial. A formação sólida que recebi aqui foi essencial para os desafios da vida militar e do exercício da Medicina. As Forças Armadas oferecem uma carreira estruturada, com oportunidades únicas de crescimento profissional e pessoal, sempre com foco na missão de servir ao país”, destacou o Capitão Gabriel. 

Já a Capitão-Tenente Nicolle Pimentel ressaltou a amplitude de atuação da carreira médica militar, que vai além dos hospitais: “A Medicina nas Forças Armadas nos permite vivenciar contextos muito distintos, em que o preparo técnico se alia ao espírito de missão. Já atuei em regiões remotas, como a Antártica, e participei de missões internacionais, como a operação na costa da África. São vivências que enriquecem nossa prática e ampliam nosso olhar sobre o cuidado com o ser humano, mesmo em situações extremas”, afirmou. 

A atividade integrou a agenda de ações institucionais voltadas para o fortalecimento do vínculo entre a formação acadêmica e as diversas possibilidades de atuação médica, reforçando o compromisso do UniFOA com a preparação de profissionais éticos, qualificados e aptos a contribuir com a sociedade em diferentes frentes. 

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Os estudantes do curso de Engenharia Civil do UniFOA realizaram uma visita técnica às obras de ampliação do Sider Shopping. O objetivo da atividade foi aproximar os alunos da realidade do canteiro de obras, promovendo a integração entre os conhecimentos teóricos vistos em sala de aula e a prática profissional. Participaram da atividade estudantes da Área Básica de Ingresso (ABI) das Engenharias e do Ciclo Profissional, fases essenciais para a formação acadêmica dos futuros engenheiros.

Durante a visita, os estudantes puderam acompanhar de perto o andamento dos trabalhos, observar técnicas construtivas, sistemas de segurança, soluções de mobilidade e acessibilidade, além de compreenderem, na prática, como conceitos como sustentabilidade, planejamento e eficiência são aplicados em uma grande obra de engenharia. Também foram abordados aspectos relacionados ao Desenho Universal, especialmente para os alunos da ABI com o professor Zito, ampliando a visão sobre a importância da inclusão no ambiente urbano.

Para o coordenador do curso de Engenharia Civil, professor Sergio Taranto, esse tipo de atividade representa uma oportunidade valiosa para consolidar a formação dos discentes. “Com certeza, a triangulação entre o mercado de trabalho, as ações observadas na visitação e a percepção dos estudantes propicia aos docentes um ambiente vigoroso de exemplos, cases e experiências. Vivenciar ao vivo, no ambiente legítimo, a Engenharia, é fundamental para fortalecer o aprendizado”, destacou. Segundo ele, a experiência prática em um contexto real de obra permite uma compreensão mais profunda dos processos, materiais e técnicas utilizados, ao mesmo tempo em que estimula a reflexão sobre responsabilidade profissional, segurança e sustentabilidade.

Para o professor Zito “A visita contribui de maneira significativa para a formação de engenheiros qualificados, com visão crítica e holística sobre os projetos que os estudantes desenvolvem no curso com nosso inovadora matriz.”

A estudante Ana Julia Odorisi, do 7º período, reforça o impacto positivo da visita técnica em sua formação. “Eu achei muito interessante essa visita, porque o que a gente já conversou em sala de aula, como a questão da estrutura e da movimentação, a gente pôde ver na prática. É possível entender onde e por que se usa determinado tipo de alvenaria ou material, seja por eficiência, custo ou qualidade. Como futura engenheira, acredito que isso vai me ajudar a fazer escolhas melhores, seja no planejamento, no orçamento ou em qualquer área da engenharia civil, que é muito ampla”, comentou.

Além de enriquecer o conteúdo acadêmico, a ação também contribuiu para o desenvolvimento de habilidades comportamentais importantes para a atuação no mercado, como análise crítica, trabalho em equipe e resolução de problemas. Outro ponto importante foi a possibilidade de os alunos interagirem com profissionais do setor, ampliando sua rede de contatos e compreendendo as exigências e oportunidades do mercado de trabalho atual.

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O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) alcançou, pela 12ª vez consecutiva, a nota 4 no Índice Geral de Cursos (IGC), uma das principais avaliações realizadas pelo Ministério da Educação (MEC) para medir a qualidade das instituições de ensino superior em todo o país. Em uma escala que vai de 1 a 5, a nota 4 representa um patamar de excelência e reforça o UniFOA como uma das instituições mais bem avaliadas do Brasil.

O presidente da Fundação Oswaldo Aranha (FOA), Eduardo Prado, destacou que a conquista reflete o esforço coletivo de toda a comunidade acadêmica. “Receber novamente a nota 4 reafirma o compromisso da FOA e do UniFOA com uma educação superior de qualidade, voltada à formação integral dos nossos estudantes. É o reflexo do empenho diário de professores, coordenadores, técnicos e estudantes que acreditam no poder transformador do ensino”, afirmou ainda, que muitas e novas reformas acadêmicas surgirão no próximo ciclo avaliativo.

A reitora do UniFOA, professora Ivanete Oliveira, destacou a relevância dos indicadores e o que eles representam para a instituição.

“A avaliação do MEC, cujos resultados se referem ao ciclo de 2023, leva em conta critérios como a percepção dos estudantes sobre o projeto pedagógico, a infraestrutura e o corpo docente. Ela é uma fotografia de um momento importante, mas já estamos avançando ainda mais. Nos últimos dois anos, implementamos diversas melhorias acadêmicas e estruturais com foco na inovação, na qualidade do ensino e na experiência do aluno. Nosso compromisso é constante: elevar ainda mais o patamar do UniFOA e garantir que essa trajetória de excelência continue sendo fortalecida a cada ano", destacou.

A nota 4 no IGC reafirma o comprometimento do UniFOA com uma formação acadêmica sólida, conectada às demandas do mercado e baseada em valores éticos e humanistas. Mais do que um número, esse reconhecimento é a confirmação de que o caminho trilhado pela instituição está pautado na seriedade, na inovação e na busca constante por excelência.

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O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) recebeu, na última semana, representantes da recém-criada Secretaria Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional (SESAN) de Volta Redonda para oficializar uma parceria voltada à capacitação de servidores públicos e instituições que atuam no combate à fome no município. A visita marcou o início do projeto para capacitação de servidores públicos que contará com o apoio acadêmico do curso de Nutrição do UniFOA, já foi aprovado institucionalmente. 

Estiveram presentes o secretário de segurança alimentar, Fábio Buchecha; a subsecretária da SESAN, Wherica Teodoro; a pró-reitora de extensão do UniFOA, Ana Carolina Callegario; a reitora do UniFOA, professora Ivanete Oliveira; o coordenador do curso de Nutrição, professor Alden Neves; e o professor Marcelo Mendes. O encontro consolidou o alinhamento entre as duas instituições na construção de ações voltadas à promoção da segurança alimentar. 

A SESAN tem como missão garantir o direito à alimentação adequada e fortalecer políticas públicas voltadas à população em situação de vulnerabilidade social e econômica. Com o apoio técnico do Centro Universitário, a secretaria pretende capacitar os profissionais do Banco de Alimentos e representantes de instituições cadastradas no Conselho Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional (COMSEA/VR), com foco em boas práticas de manipulação, higienização e reaproveitamento de alimentos. 

“Estamos estruturando a secretaria para chegar até quem mais precisa. Para isso, é fundamental contar com instituições sérias e comprometidas como o UniFOA. Essa parceria nos dá o suporte técnico necessário para ampliar nosso alcance com qualidade e segurança”, destacou o secretário Fábio Buchecha. 

O coordenador do curso de Nutrição, professor Alden Neves, reforçou o papel do UniFOA no desenvolvimento regional: “Essa parceria mostra que a universidade tem um papel essencial para além da sala de aula. Estamos prontos para contribuir com ações que impactam diretamente a saúde e a dignidade da população”. 

Além da capacitação, a parceria também prevê o fortalecimento de iniciativas como hortas comunitárias, cozinhas solidárias, ações de compostagem e inclusão alimentar para crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), entre outros projetos sustentáveis e sociais desenvolvidos pela SESAN. 

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O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) iniciou a edição 2025 da sua Pesquisa de Satisfação e Opinião (PSO), uma importante ferramenta de escuta institucional. A pesquisa estará disponível até o dia 30 de abril e deve ser respondida pelos estudantes da graduação (presencial e EAD), pós-graduação e mestrado, por meio da área restrita no portal do aluno.

A PSO tem como principal objetivo ouvir a comunidade acadêmica e administrativa, identificando percepções e oportunidades de melhoria em diversas áreas da instituição, como ensino, pesquisa, extensão e infraestrutura.

Sérgio Mello, responsável pela Comissão Própria de Avaliação (CPA) do UniFOA, reforça a importância dessa ação para o desenvolvimento contínuo da instituição:

“Com a PSO, é possível identificar oportunidades de melhoria em termos de ensino, pesquisa, extensão e infraestrutura, para garantir e maximizar a satisfação da comunidade acadêmica.”

A CPA é uma comissão autônoma, encarregada de conduzir a avaliação interna da instituição. Os resultados da pesquisa são fundamentais para subsidiar decisões estratégicas e contribuir para o aperfeiçoamento constante dos serviços e da qualidade acadêmica oferecida pelo UniFOA.

A participação de estudantes, professores e colaboradores é essencial para manter o compromisso com a excelência. Por isso, todos são convidados a responder ao questionário e contribuir com sugestões e percepções que ajudarão a fortalecer ainda mais o UniFOA como referência em ensino superior.

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A pesquisa clínica é uma das principais ferramentas para o avanço da ciência e o desenvolvimento de novas tecnologias voltadas ao diagnóstico e tratamento de doenças, sobretudo na área da oncologia. Ciente da importância desse campo para a saúde pública, o Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), por meio da Liga Acadêmica de Oncologia, do curso de Medicina, realiza no dia 26 de abril o IV Simpósio de Pesquisa Clínica do Sul Fluminense.

O evento tem como proposta fomentar a troca de conhecimentos entre estudantes, professores, profissionais da saúde e a sociedade. Além de atualizar a comunidade acadêmica sobre as tendências e inovações em pesquisa clínica, o simpósio também busca estimular o desenvolvimento científico como ferramenta de transformação social.

Com uma programação rica e diversificada, o simpósio será dividido em três módulos principais:

  1. Tecnologias digitais aplicadas à pesquisa clínica e assistência médica
    Neste módulo, os participantes terão a oportunidade de conhecer os princípios da cirurgia robótica, apresentados pela Dra. Luciana Guimarães. Também serão abordadas as estratégias para implantação e sustentabilidade da cirurgia robótica em um hospital acadêmico, além do uso de ferramentas digitais aplicadas à pesquisa clínica na última década.
  2. Câncer de mama: manejo sistêmico e novas terapias
    Com foco nos avanços no tratamento do câncer de mama, este módulo irá discutir temas como a quimioterapia sistêmica adjuvante e os critérios para definição de pacientes que podem se beneficiar desse tratamento. Também será apresentado um panorama sobre os anticorpos droga-conjugados (ADCs), uma nova classe de medicamentos que vem transformando o manejo oncológico.
  3. Câncer de próstata
    O último módulo será voltado ao câncer de próstata e contemplará diferentes abordagens cirúrgicas, como a prostatectomia radical por vias convencionais e a abordagem por cirurgia robótica. Além disso, haverá a apresentação de um caso clínico, promovendo a integração entre teoria e prática.

Todos os módulos contarão com momentos dedicados à discussão dos temas, incentivando o pensamento crítico, a interdisciplinaridade e o aprofundamento dos conteúdos apresentados.

O simpósio é uma excelente oportunidade para atualização científica e networking. As inscrições estão abertas até o dia 20 de abril e podem ser realizadas pelo link: clique aqui.

Mais uma turma de profissionais de saúde participou da capacitação promovida pela Unevital no campus Olezio Galotti, reforçando o compromisso com a qualificação contínua e o aprimoramento técnico e humano de quem atua nas portas de entrada dos serviços de saúde da rede pública. 

O treinamento, realizado por meio de simulação clínica imersiva, envolveu profissionais de diferentes áreas dos municípios de Barra Mansa e Pinheiral e teve como foco o aperfeiçoamento técnico, a tomada de decisão rápida e precisa, além de aspectos comportamentais no atendimento de emergências. Os participantes vivenciaram situações simuladas do cotidiano hospitalar, utilizando manequins e tecnologias que reproduzem de forma realista o ambiente de uma unidade de saúde. 

Para Igor Dutra, Diretor de Ensino do H.FOA e professor do curso de Medicina do UniFOA, experiências como essa são fundamentais para garantir um atendimento seguro e qualificado à população. “Essa experiência prática é o que vai fazer com que, quando chegar a hora de executar essas atividades, a gente tenha segurança na nossa técnica. Cursos como esse auxiliam muito na formação dos profissionais que atendem nas nossas portas de entrada. Isso gera melhor entrosamento entre as equipes e, claro, resulta em melhor tratamento para os pacientes que mais precisam”, destacou. 

O diretor de cursos e projetos da Unevital, Dr. Roberto de Moraes, reforçou a importância da iniciativa e ressaltou o impacto direto da capacitação na qualidade do atendimento. “Salvar vidas. Esse é o foco. A experiência tem sido incrível. Treinar habilidades técnicas, reforçar o conhecimento e ainda trabalhar a parte comportamental é essencial. A simulação clínica imersiva nos permite preparar esses profissionais para tomarem decisões de forma rápida e assertiva. E o mais gratificante é ver o comprometimento da turma com a melhoria contínua do atendimento”, afirmou. 

Segundo ele, a parceria com o UniFOA demonstra a seriedade e o diferencial da instituição em formar profissionais cada vez mais preparados para o mercado de trabalho. “Já estou há um ano em contato com a universidade e vejo uma instituição sensacional, séria e que realmente entende o serviço de saúde como um espaço formador de excelência.” 

Profissionais que participaram da capacitação também destacaram os ganhos práticos do treinamento. Para Carla da Silva Leite Vieiras Bastos, enfermeira no munícipio de Pinheiral, a experiência foi transformadora. “É uma oportunidade ímpar para nós, que atuamos diretamente com pacientes. Aprimoramos nossos conhecimentos e levamos isso diretamente para a prática, prestando uma assistência de melhor qualidade. Saber utilizar os recursos de forma eficiente faz toda a diferença quando o objetivo é salvar vidas.” 

Karen, enfermeira da Unidade de Pronto Atendimento de Barra Mansa, compartilhou da mesma visão: “Esse tipo de treinamento é fundamental para o atendimento de emergências. Toda a equipe de saúde precisa estar capacitada. A simulação é extremamente realista, com equipamentos computadorizados que recriam cenários semelhantes aos que enfrentamos no dia a dia.” 

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