O engenheiro projetista João Altenir Lopes e egresso do Mestrado Profissional em Materiais (MEMAT) do UniFOA acaba de conquistar um marco relevante para a pesquisa acadêmica e para a inovação na indústria pesada. A patente concedida pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) em abril de 2025 reconhece oficialmente a invenção de uma tinta refratária de alta eficiência, capaz de aumentar drasticamente a vida útil das lanças de oxigênio utilizadas em conversores LD (Linz-Donawitz) no processo de produção de aço.  

A invenção que foi desenvolvida pelo aluno do sob orientação do professor doutor Bruno Chaboli Gambarato, é resultado de uma longa trajetória de observação e aprimoramento técnico. Segundo o autor do projeto, a ideia teve origem em 2014, quando foi chamado por uma empresa da região para redesenhar um equipamento patenteado que apresentava deficiências. A partir dessa experiência, João criou um sistema de raspagem para lanças de oxigênio usado inicialmente na Companhia Siderúrgica Nacional (CSN). “O equipamento chegou a aumentar a durabilidade das lanças de 12 para 200 corridas”, comentou. 

No entanto, a remoção da escória metálica ainda não era completamente eficiente. “A composição da escória varia muito conforme os elementos utilizados no controle térmico do forno. Quando ela se torna mais metálica, o raspador tradicional não consegue atuar com eficiência total. Foi aí que surgiu a ideia de um revestimento protetor que pudesse evitar a aderência do material à lança”, explica João. 

A tinta desenvolvida é à base de água e utiliza insumos reaproveitados da própria indústria siderúrgica, como escória de alto-forno, óxido de magnésio, finos de carvão e pó de diatomita. Um dos diferenciais técnicos da formulação é a presença da vermiculita, um mineral com propriedades de expansão térmica que permite o craquelamento controlado da superfície. Isso impede a adesão da escória mesmo em ambientes que operam a temperaturas superiores a 1.600°C. 

De acordo com o professor Bruno Gambarato, a inovação combina sustentabilidade, aplicabilidade industrial e um alto potencial de retorno econômico. “A proposta vai muito além de um revestimento eficiente. Estamos falando de uma solução que reduz paradas não programadas, evita desperdícios e aumenta a produtividade do forno com um custo operacional extremamente baixo. É uma contribuição real e mensurável para o setor”, destaca. 

O processo de pesquisa, no entanto, não foi isento de dificuldades. Para chegar a uma composição segura, João precisou driblar a escassez de dados técnicos detalhados e protegidos por segredos industriais. A escolha dos materiais também exigiu cautela, uma vez que qualquer alteração na composição química do aço comprometeria sua integridade. “Foi necessário encontrar componentes que não reagissem com o metal líquido, mas que pudessem se integrar à escória sem causar interferência no processo”, relata. 

A pandemia de Covid-19 foi outro obstáculo enfrentado durante o desenvolvimento. Com o fechamento dos laboratórios universitários, João precisou montar um espaço experimental em casa, onde realizou testes, misturas e protótipos. Mesmo com as restrições, conseguiu concluir a pesquisa e dar início ao processo de patenteamento junto ao INPI em 2022. O registro foi aprovado em apenas dois anos, um prazo curto considerando que a média de concessão gira em torno de quatro a cinco anos. 

“Receber essa patente ainda durante o mestrado foi uma surpresa gratificante. Eu já tinha outras patentes anteriores, mas nenhuma delas tramitou tão rapidamente. Isso reforça o valor inovador dessa invenção e a solidez do projeto desenvolvido com apoio do UniFOA”, afirma João. 

Além dos ganhos operacionais, a tinta representa um avanço em termos de segurança e sustentabilidade. Por ser formulada à base de água, reduz os riscos de exposição a solventes agressivos e facilita o manuseio por parte dos operadores. A utilização de coprodutos também reduz o impacto ambiental e dá nova finalidade a resíduos que, muitas vezes, são descartados sem aproveitamento. 

Na visão do professor Bruno, o projeto simboliza o papel estratégico do MEMAT na geração de soluções práticas e aplicáveis à realidade produtiva. “Nosso mestrado tem esse foco: formar profissionais com visão técnica apurada, capazes de enxergar os gargalos da indústria e propor soluções eficazes. O trabalho do João é exemplo disso e mostra como a universidade pode ser protagonista da inovação”, conclui. 

A invenção já está em fase de testes industriais avançados e pode representar, nos próximos anos, uma mudança significativa na forma como se realiza o controle térmico e a manutenção preventiva em siderúrgicas. Com tempo de retorno estimado entre quatro e seis meses, a nova tecnologia se apresenta como uma aliada estratégica da competitividade no setor metalúrgico.

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Estudantes dos cursos de Comunicação Social e da Escola de Gestão e Negócios do UniFOA conquistaram o segundo e o terceiro lugar na Maratona de Ideias, promovida pelo Vírgula Hub – o primeiro hub de inovação de Volta Redonda e região, no final do mês passado. O evento contou com a participação de diversas instituições de ensino, como UniFOA, IFRJ, UFF e UGB, além de empresas parceiras como FAPERJ, SEBRAE e CDL, com o objetivo de fomentar a inovação e o desenvolvimento local. 

A equipe premiada com o terceiro lugar apresentou o projeto Fleet Rise – o copiloto emocional que cuida de quem move o país, voltado à saúde mental de caminhoneiros. O grupo foi contemplado com um cheque de mil reais. A proposta oferece suporte emocional aos motoristas por meio de mensagens motivacionais, práticas de relaxamento e atividades físicas durante o descanso obrigatório. Dados da Polícia Rodoviária Federal (PRF) indicam que cerca de 30% dos acidentes nas rodovias federais estão relacionados à saúde mental, o que evidencia a relevância da iniciativa. 

“O mais importante foi perceber o impacto que nossa ideia pode ter na vida real. A colocação foi incrível, mas o sentimento de contribuir com algo significativo é o maior prêmio”, afirmou o estudante Jotah Barros, um dos idealizadores do Fleet Rise. 

Já o grupo que ficou em segundo lugar desenvolveu uma solução voltada à segurança e ao bem-estar de caminhoneiros, com um sistema de assistência em situações de risco e emergência nas estradas. 

“Queríamos criar algo que realmente fizesse diferença na vida desses profissionais. A experiência foi enriquecedora, colaborativa e cheia de aprendizados. Ser reconhecido entre tantas boas ideias foi uma sensação única”, declarou Pedro Mateus, aluno da Escola de Comunicação. 

O professor Eduardo Carreiro, mentor das equipes do UniFOA, destacou a importância da vivência prática proporcionada pelo evento. “A maratona reuniu estudantes de várias instituições, em equipes interdisciplinares, desafiadas a resolver problemas reais com base em ferramentas como o Lean Canvas. Foi uma oportunidade valiosa de aplicar os conhecimentos acadêmicos em situações concretas, com apoio de mentores, profissionais da empresa Excelsior e do SEBRAE.” 

Durante o evento, os participantes assistiram a palestras, interagiram com motoristas e representantes da empresa parceira, e desenvolveram suas propostas em tempo real, encerrando o dia com apresentações para uma banca avaliadora e o público presente. 

A participação expressiva e o reconhecimento conquistado reforçam o compromisso da Escola de Comunicação do UniFOA com a formação crítica, criativa e voltada para os desafios da sociedade.

Adryan Aguiar (sob supervisão) - Aluno de Jornalismo da Escola de Comunicação

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A cidade de Volta Redonda se destacou nacionalmente na área da saúde pública graças ao trabalho desenvolvido por duas estudantes do curso de Medicina do UniFOA, Luana Maragoni e Bianca Mattos. Orientadas pela médica Thais Junqueira Ferraz Villela — coordenadora da Pediatria do Hospital São João Batista e preceptora do internato médico — e coorientadas pelo professor Renato Teixeira, as alunas apresentaram no 23º Congresso Brasileiro de Infectologia Pediátrica uma análise epidemiológica da sífilis congênita no município e sua comparação com o cenário nacional. 

O estudo abordou a evolução dos casos de sífilis congênita entre 2018 e 2023, descrevendo o perfil sociodemográfico dos casos registrados em Volta Redonda e em todo o Brasil. Além disso, analisou os principais fatores que contribuem para a persistência da doença no país, como falhas no diagnóstico precoce e nos protocolos de acompanhamento pré-natal. A pesquisa também evidenciou os avanços do município na prevenção da transmissão vertical da sífilis, ou seja, da mãe para o bebê durante a gestação ou parto. 

De acordo com o levantamento, Volta Redonda conseguiu uma redução de 83% nos casos da doença no período analisado — uma conquista atribuída à atuação eficaz da Secretaria Municipal de Saúde, com ampliação da cobertura do pré-natal, testagem precoce e tratamento gratuito via SUS. Entre 2018 e 2023, foram registrados 217 casos, sem nenhum óbito. Em 2024, até o momento, foram contabilizados apenas cinco casos, número muito inferior aos anos anteriores: 13 em 2023, 27 em 2022 e 22 em 2021. 

Enquanto isso, o cenário nacional ainda é preocupante: o Brasil notificou mais de 166 mil casos de sífilis congênita entre 2018 e 2024. Apenas este ano, já são 12.177 registros da doença, com a Região Sudeste liderando as estatísticas — 72.476 casos nesse intervalo. 

Para a aluna Bianca Mattos, participar do congresso foi mais do que um marco acadêmico — foi uma experiência transformadora. “Foi uma experiência incrível participar deste estudo sobre o perfil epidemiológico da sífilis congênita em Volta Redonda. Ver de perto a redução significativa dos casos, resultado das políticas públicas eficazes de prevenção e diagnóstico precoce, nos fez perceber o impacto real dessas ações na saúde da população. Apresentar nossa pesquisa em um congresso de grande importância foi uma oportunidade valiosa de aplicar o conhecimento acadêmico a questões concretas da realidade brasileira”, afirmou. 

Sua colega Luana Maragoni compartilhou o mesmo entusiasmo: “Participar da construção deste estudo foi uma experiência acadêmica e um compromisso com a saúde coletiva. Compartilhar esses dados no Congresso Brasileiro de Infectologia Pediátrica foi uma oportunidade ímpar. A orientação cuidadosa da Dra. Thais Villela e do Prof. Renato Teixeira foi essencial para conectar o olhar técnico ao impacto social do que analisávamos. Somos gratas pela oportunidade de representar o UniFOA.” 

A médica Thais Villela também destacou o papel fundamental da estrutura de saúde da cidade nesse resultado positivo. “Todas as gestantes atendidas na maternidade do Hospital São João Batista realizam testes rápidos para sífilis, HIV e hepatites. Em casos positivos, o tratamento é iniciado de forma imediata, inclusive nos recém-nascidos, quando necessário”, explicou a coordenadora. 

O diretor-geral do hospital e vice-prefeito de Volta Redonda, Sebastião Faria, enalteceu a relevância do estudo. “A presença das alunas no congresso reforça como o ensino voltado à prática pode gerar impactos reais na saúde pública. É motivo de orgulho ver nossos futuros profissionais contribuindo com soluções relevantes para o país. Com investimentos contínuos em educação em saúde, prevenção e ampliação do acesso aos serviços, Volta Redonda se consolida como referência nacional no enfrentamento à sífilis congênita.” 

A participação das estudantes no evento nacional não apenas levou o nome do UniFOA a um dos mais importantes congressos da área, como também reforçou o compromisso da instituição com a formação de profissionais engajados nas transformações sociais e na promoção da saúde coletiva. 

Leandro Ribeiro, egresso do Mestrado em Ensino em Ciências da Saúde e do Meio Ambiente (MECSMA) do UniFOA, está entre os indicados ao Prêmio iBest 2025 na categoria Influenciador de Educação. A premiação, considerada uma das mais relevantes do ambiente digital brasileiro, reconhece personalidades e projetos que se destacam por seu impacto positivo na internet. 

A indicação de Leandro celebra o alcance e a relevância de seu trabalho como divulgador científico, voltado especialmente para temas de Geografia, Geologia, mudanças climáticas e educação ambiental. Com forte presença no YouTube e no Instagram, ele tem mobilizado um público cada vez maior em torno da ciência acessível, utilizando uma linguagem simples, mas tecnicamente precisa. 

“Fico extremamente honrado e feliz com a indicação ao Prêmio iBest 2025. Ser reconhecido como influenciador na área da educação é um reflexo de um trabalho feito com muita seriedade, dedicação e amor ao ensino”, afirma Leandro. “Ver que o conteúdo que produzo está impactando positivamente outras pessoas, especialmente estudantes e professores, é o maior retorno que eu poderia ter. Essa indicação me motiva ainda mais a continuar produzindo conteúdos de qualidade e acessíveis”, completa. 

Entre os fatores que contribuíram para a indicação, ele destaca a constância na produção de conteúdo e o compromisso com a divulgação científica responsável. “Busco traduzir assuntos complexos de forma que qualquer pessoa consiga compreender, sem perder o rigor técnico. Além disso, mantenho um diálogo próximo com o público, respondendo dúvidas, incentivando o pensamento crítico e promovendo um ambiente colaborativo nas redes”, explica. 

Leandro também destaca o papel fundamental do MECSMA em sua trajetória acadêmica e profissional. Foi durante o mestrado que ele aprofundou os estudos sobre práticas pedagógicas e o uso das tecnologias digitais na educação, especialmente por meio da pesquisa com o Google Earth no ensino de Geografia. “O mestrado me ajudou a ver a divulgação científica como uma extensão do trabalho educacional. E não posso deixar de agradecer à minha orientadora, a professora Dra. Ana Paula, que foi um pilar essencial nessa jornada. Seu apoio, orientação e incentivo foram determinantes para o sucesso da minha dissertação.” 

Com a votação aberta ao público até o dia 13 de junho, Leandro está na disputa para entrar no seleto grupo dos TOP 20 da categoria. “Caso eu alcance essa posição, quero intensificar ainda mais meu trabalho, ampliar os formatos de conteúdo, criar novos quadros no canal, estabelecer parcerias com outros educadores e desenvolver materiais gratuitos para professores da educação básica. Mais do que um reconhecimento pessoal, estar entre os TOP 20 será uma oportunidade de dar ainda mais visibilidade à importância da educação científica no Brasil”, finaliza. 

A votação do Prêmio iBest 2025 é aberta, pode ser feita diariamente e leva apenas alguns segundos. Para apoiar Leandro, basta acessar: https://premioibest.vote/565068893 

A 26ª edição da Semana Jurídica do curso de Direito do UniFOA reforçou o compromisso da instituição com a formação completa de seus estudantes. O evento, realizado ao longo da última semana, foi marcado pela pluralidade de temas, atividades práticas, discussões acadêmicas e ações de cidadania.

A abertura ficou por conta da Secretaria Municipal de Ordem Pública, que apresentou ao público a Patrulha de Proteção ao Idoso, e como o Direito se materializa na prática e atua em defesa de uma das parcelas mais vulneráveis da sociedade: a população idosa. O secretário da pasta, Coronel Henrique, destacou a importância do trabalho desenvolvido em Volta Redonda por meio do Núcleo de Atendimento ao Idoso (Nuai), na 93ª DP, e da criação da Patrulha, em 2022.

"Apresentamos os principais eixos de atuação do nosso trabalho, que envolvem mediação, prevenção e repressão aos abusos contra pessoas acima de 60 anos, além da disseminação de informações através de palestras que já capacitaram mais de 10 mil pessoas. Entendemos que a participação dos estudantes de Direito é fundamental, pois são eles que farão valer esses direitos que tanto defendemos hoje", afirmou o Coronel, agradecendo a oportunidade ao presidente da FOA, Eduardo Prado, e ao coordenador do curso de Direito, professor Alan Pançardes.

Além do secretário, participaram da abertura a advogada Adriele Gama, que apresentou detalhes sobre o Estatuto da Pessoa Idosa, e a equipe da Ordem Pública, que encenou um teatro ilustrando situações de abuso e negligência.

Ao final da abertura, foram entregues os prêmios às melhores monografias jurídicas e às melhores produções científicas de 2024. Entre os premiados, o estudante Márcio Vinícius Coelho, do 3º período, que conquistou o primeiro lugar na premiação de produção científica, celebrou a conquista e destacou o papel transformador da pesquisa no curso. "A nova grade curricular do curso de Direito incorporou a pesquisa desde o primeiro período. Isso fez com que eu e meus colegas desenvolvêssemos um pensamento mais crítico. Ganhamos voz como pensadores do Direito, e não apenas como reprodutores de conteúdo", disse o aluno, agradecendo aos professores Alan Pançardes e Rebeca Baltazar pelo apoio.

Na terça e na quarta-feira, a programação se dividiu em múltiplos ambientes com oficinas e palestras simultâneas, permitindo que os estudantes escolhessem os temas mais alinhados com seus interesses. As atividades abrangeram desde aspectos técnicos do Direito, como registros de marca, direito penal e direito de família, até temas voltados ao desenvolvimento pessoal, como oratória e controle de estresse.

Um dos grandes destaques desta edição foi a estreia do Interjúri, o primeiro júri simulado promovido por estudantes de todos os períodos. A iniciativa foi idealizada pelo Diretório Acadêmico Ayrton da Costa Paiva (DAACP) e acolhida prontamente pela coordenação do curso. "O Interjúri promoveu a integração acadêmica, o exercício prático da profissão e reforçou nosso compromisso em formar juristas capazes de atuar com competência e empatia", explicou o professor Alan Pançardes.

O estudante Márcio Vinícius também comemorou a inclusão do júri simulado na programação. "A sensibilidade da coordenação ao ouvir os alunos e colocar o Interjúri na principal semana do curso mostra que estamos em uma instituição que realmente acredita no protagonismo estudantil."

As atividades aconteceram tanto no Centro Histórico quanto no auditório Smart, com destaque para as palestras da defensora pública Dra. Luciene Torres Pereira, da professora Danielle do Amaral sobre autismo no Direito de Família, da Dra. Lívia sobre registro de marcas e do Dr. Everton sobre patronato penal.

Para o professor Alan Pançardes, a 26ª Semana Jurídica cumpriu plenamente sua missão de conectar teoria, prática e reflexão. “Foi um momento de integrar a prática, a pesquisa e o pensar jurídico. Trouxemos temas diversos, fortalecendo não só a formação técnica, mas também o desenvolvimento humano e científico dos nossos alunos.”

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Estão abertas as inscrições para o Processo Seletivo de Medicina do UniFOA para o segundo semestre de 2025. Essa é a sua chance de ingressar no curso nota 5 (máxima) na avaliação do MEC e um dos cursos mais completos da região e iniciar sua jornada na área da saúde com excelência desde o primeiro semestre. 

A MedVR, como é carinhosamente conhecida, oferece aos estudantes uma estrutura diferenciada que une tecnologia, prática e inovação. Um dos principais destaques é o Hospital da Fundação Oswaldo Aranha (H.FOA) – hospital próprio da instituição –, que permite aos alunos vivenciarem a prática médica desde o início da graduação. Além disso, o curso conta com convênios com instituições de saúde, prefeituras municipais, órgãos públicos ampliando ainda mais as possibilidades de aprendizagem prática em ambientes reais. 

Outro grande diferencial é o laboratório de realidade virtual, um espaço interativo e dinâmico que proporciona maior compreensão dos conteúdos, permitindo que o estudante desenvolva autonomia e pensamento clínico de forma mais ágil e aprofundada. As salas de aula são otimizadas para o aprendizado colaborativo, com um currículo que estimula a construção sólida do conhecimento. 

A estrutura física do curso impressiona: prédio moderno, laboratórios equipados com tecnologia de ponta e ambientes que favorecem o desenvolvimento acadêmico em todas as etapas da formação médica. 

Os candidatos podem se inscrever utilizando a nota do Enem ou como portadores de diploma. As inscrições estão abertas e devem ser feitas pelo site www.unifoa.edu.br. 

Você a um passo do seu sonho. 

Em uma iniciativa que uniu educação, afeto e criatividade, os estudantes do curso de Nutrição do UniFOA que participam do Projetos Integrados III realizaram uma ação especial com os alunos da escola do Quilombo Santana, em Quatis. Como parte do projeto desenvolvido no local, a turma criou uma música educativa para falar sobre alimentação saudável de forma lúdica e divertida com as crianças.

A ideia nasceu em sala de aula, a partir de uma proposta da professora Thais Pontes, que percebeu o potencial artístico de seus alunos desde o início do semestre. “Propus que cada um compartilhasse uma curiosidade sobre si mesmo, e o Ícaro e a Eliza revelaram seu amor pela música — cantam e tocam instrumentos. Quando começamos a planejar nossa ação no Quilombo, veio a inspiração: por que não levar a música como ferramenta de educação nutricional?”, contou Thais. O convite foi recebido com entusiasmo pelos estudantes, que abraçaram o projeto com alegria. O resultado foi um momento memorável, vivido ao ar livre com muita música, interação e aprendizado mútuo.

A professora destaca que esse tipo de experiência proporciona uma transformação profunda nos estudantes de Nutrição. “Eles desenvolvem competências além da técnica — empatia, escuta ativa, criatividade e senso de responsabilidade social. Projetos como este ajudam a formar nutricionistas mais humanos, conscientes de seu papel como agentes de mudança, especialmente em contextos de diversidade cultural como o Quilombo de Quatis”, afirmou.

Para Thais, ensinar sobre educação nutricional de maneira leve e lúdica não apenas facilita o aprendizado, mas o torna mais significativo. “O aprendizado se torna uma experiência cheia de emoção e propósito. Todos aprendem e crescem juntos: estudantes, professores e comunidade.”

O estudante Ícaro Passos, do 5º período de Nutrição, foi um dos responsáveis por criar e apresentar a música. Ele relata que a vivência foi marcante: “Foi uma experiência gigante ver de perto e entender um pouco da realidade das crianças e do local. Pude conversar com elas através das brincadeiras que inventamos, e achei divertido falar sobre nutrição por outras abordagens, como os jogos e a própria música. A conexão que geramos com as crianças foi essencial para abordarmos a educação alimentar.”

A música apresentada, intitulada “Comer Bem É Divertido”, foi composta por Ricardo e harmonizada por Ícaro, que também criou a melodia. A colega Eliza se juntou à apresentação, dando ainda mais vida à ação. “Eu e o Ricardo já conversávamos sobre como a música, os filmes e a arte em geral podiam comunicar sobre nutrição. Foi muito divertido criar essa música e mais ainda poder cantá-la com as crianças”, contou Ícaro.

Para ele, levar a educação alimentar de forma lúdica significa ensinar com leveza e, ao mesmo tempo, reconhecer a seriedade do tema. “Comer é celebrar, como na música, nos jogos e nas brincadeiras. É imprescindível reconhecer a realidade de cada um para falar sobre nutrição no contexto das determinantes sociais delas.”

A ação reafirma o papel transformador da universidade ao promover experiências que extrapolam os muros da sala de aula, fortalecendo o compromisso com a formação integral dos alunos e com o impacto positivo nas comunidades atendidas.

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O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), por meio da Liga Acadêmica de Oncologia do curso de Medicina, realizou no dia 26 o IV Simpósio de Pesquisa Clínica do Sul Fluminense. O evento teve como proposta principal fomentar a troca de conhecimentos entre estudantes, professores, profissionais da saúde e a sociedade, além de atualizar a comunidade acadêmica sobre as tendências e inovações em pesquisa clínica. 

A programação foi dividida em três módulos principais: Tecnologias digitais aplicadas à pesquisa clínica e assistência médica, Câncer de mama: manejo sistêmico e novas terapias e Câncer de próstata. Cada módulo contou com espaços para debates e discussões, incentivando o pensamento crítico e a interdisciplinaridade. 

Para Nataline Freitas, presidente da Liga Acadêmica de Oncologia, a realização do simpósio representa a maior conquista da Liga: " Buscamos sempre inovar e estamos muito orgulhosos e animados com a quarta edição. A cirurgia robótica, por exemplo, é uma das maiores tecnologias atuais na medicina e quisemos valorizá-la. Apesar do simpósio ser organizado pela Liga de Oncologia, o foco é sempre a pesquisa clínica e as inovações", explicou. Nataline também destacou a importância de os estudantes se aproximarem da pesquisa desde a graduação: "Muita gente acha que pesquisa é algo distante, só dos Estados Unidos, mas não é. Todas as decisões médicas, desde a escolha de um medicamento até a definição da dose, precisam ser baseadas em evidências científicas. É essencial entender isso desde a faculdade". 

A professora do curso de Medicina do UniFOA e oncologista do H.FOA, Heloisa Resende, reforçou a importância do evento para o ecossistema de saúde e educação da instituição: "O simpósio é um momento especial para integrar o corpo discente ao corpo clínico, usando a cirurgia robótica como ponto de partida. A pesquisa torna o aluno protagonista, e esse engajamento ainda na graduação semeia a autonomia e a qualidade na assistência médica". Para Heloisa, o futuro da medicina está diretamente ligado à pesquisa: "O médico completo, hoje, atua tanto na assistência quanto na pesquisa. Não há mais separação entre essas áreas". 

O presidente da FOA, Eduardo Prado, também destacou o impacto do simpósio: "Tenho muito carinho por este evento. O câncer está se tornando uma pandemia e precisamos conscientizar as pessoas de que a prevenção ainda é o melhor caminho. Nosso trabalho aqui é dar visibilidade para novas terapias e mostrar que, com diagnóstico precoce, a pessoa pode ter uma vida longa e ativa. Fico muito feliz em ver nossos estudantes sendo formados com essa consciência", afirmou. 

Responsável pela coordenação da Cirurgia Robótica no H.FOA, o cirurgião Heitor Santos foi um dos palestrantes do evento. Ele apresentou a experiência do hospital com a plataforma da Vinci X, a primeira adquirida na região que se estende de Guarulhos (SP) a Duque de Caxias (RJ). "O simpósio é fundamental para trazer aos estudantes temas atuais da medicina e mostrar como a tecnologia e a pesquisa são parte do dia a dia da atuação médica. Essa troca de informações qualifica ainda mais a formação dos nossos alunos", destacou. 

O estudante Guilherme Figueiredo, do oitavo período de Medicina, compartilhou a importância dessa vivência para os acadêmicos: "Participar do simpósio é sempre muito bom. É uma oportunidade de nos inserirmos no meio da pesquisa e nos aproximarmos de profissionais que admiramos. Isso nos motiva e nos mostra que também podemos alcançar esse nível". 

Com a presença de convidados nacionais e internacionais, o IV Simpósio de Pesquisa Clínica do Sul Fluminense reforçou a missão do UniFOA de formar médicos preparados não apenas para a prática clínica, mas também para a transformação da sociedade por meio da ciência. 

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A Escola de Gestão e Negócios do UniFOA participou de uma ação social realizada em parceria com a Prefeitura Municipal de Volta Redonda (PMVR) e o Conselho Regional de Contabilidade do Rio de Janeiro (CRC-RJ), com o objetivo de orientar a população sobre dúvidas relacionadas à Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF). A atividade aconteceu na Biblioteca Municipal Raul de Leone, na Vila Santa Cecília, e foi voltada para o esclarecimento gratuito da comunidade sobre a obrigatoriedade da declaração, documentos necessários, prazos e possíveis penalidades.

A iniciativa faz parte do projeto “Ação Facilita Imposto de Renda”, promovido pelo CRC-RJ, que percorre municípios do estado com o intuito de oferecer orientações à população e estimular a destinação de parte do imposto devido aos Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente e da Pessoa Idosa. “A gente não faz a declaração no local, mas tiramos dúvidas. As pessoas podem levar seus documentos, e nossa equipe analisa se há obrigatoriedade de declarar e como fazer isso corretamente”, explicou Tamires Barbosa, conselheira do CRC-RJ e coordenadora da Comissão dos Fundos da Criança, do Adolescente e do Idoso.

Tamires destacou ainda a importância da participação dos estudantes universitários na ação. “É fundamental inserir os jovens nesse processo. Eles vivenciam, na prática, o que estudam na faculdade, com o suporte de seus professores. Além disso, passam a compreender melhor a legislação tributária e, em muitos casos, conseguem até gerar renda extra prestando esse serviço futuramente”, afirmou.

Para Patrícia Reis, coordenadora da Escola de Gestão e Negócios, a parceria entre o UniFOA, o CRC-RJ e a prefeitura reforça o compromisso social da instituição e conecta a formação acadêmica com as necessidades reais da sociedade. “Mesclamos alunos do primeiro, terceiro e quinto eixos para que houvesse uma troca de experiências. Eles se desenvolvem ao mesmo tempo em que contribuem com a comunidade. O Imposto de Renda está diretamente relacionado ao sistema tributário nacional, conteúdo presente nas nossas unidades de competência. Então existe uma forte conexão entre teoria e prática aqui”, pontuou a coordenadora.

Durante a ação, os estudantes, acompanhados por professores e profissionais do CRC-RJ, explicaram também sobre os riscos de cair na malha fina, prazos de restituição, ambientes seguros para fazer a declaração, além de alertar sobre multas e penalidades por omissão ou fraudes. A participação ativa e o engajamento dos alunos evidenciaram o potencial das ações integradas entre universidade, conselhos profissionais e poder público.

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A nossa Instituição recebeu com grande honra visita do Cônsul-geral e da Vice-cônsul do Japão, cujo consulado localiza-se no Rio de Janeiro, Takashi Manabe e Kana Hasegawa. O encontro teve como objetivo aproximar a FOA/UniFOA do governo japonês, abrindo caminhos para futuras parcerias em áreas como pesquisa, intercâmbio acadêmico e cooperação institucional.

Durante a visita, os representantes do consulado puderam conhecer as dependências da FOA/UniFOA, incluindo o parque tecnológico, os laboratórios, os Estúdios FOA e os espaços voltados à inovação e ao ensino. Também foi apresentada a trajetória da instituição, marcada pelo compromisso com a educação de qualidade, o desenvolvimento regional e o fortalecimento da área da saúde.

O cônsul Takashi Manabe destacou a excelência da infraestrutura e o potencial da FOA para estabelecer colaborações com instituições japonesas. “Fiquei muito impressionado com as instalações da Fundação Oswaldo Aranha e com a estrutura da Universidade. Esta visita me proporcionou uma visão do alto comprometimento da instituição com a excelência acadêmica, a inovação tecnológica e o desenvolvimento regional. Fiquei honrado em conhecer o empenho da instituição em prol da valorização da educação, seja na formação de profissionais qualificados, na melhoria da infraestrutura, no aprofundamento da pesquisa acadêmica ou na promoção de serviços de saúde à população local”, afirmou.

Manabe também ressaltou que o contexto atual é muito propício para a criação de pontes entre os dois países. “O Japão e o Brasil têm aprofundado os intercâmbios em diversos campos, e em 2025 celebramos o 130º aniversário do estabelecimento das relações diplomáticas entre as duas nações. Nesse sentido, acreditamos que há um grande potencial para parcerias nas áreas de ciência, educação e inovação. O governo japonês, inclusive, oferece bolsas de estudos para estudantes brasileiros, e os alunos do UniFOA podem participar do processo seletivo realizado pelo Consulado”, complementou.

O cônsul foi guiado pela reitora do UniFOA, professora Ivanete Oliveira, os pró-reitores da instituição e a superintendente executiva da FOA, Josiane Sampaio. Para a reitora, a presença do cônsul representa um marco na trajetória internacional da FOA. “Receber o cônsul do Japão, Takashi Manabe em nossa instituição é motivo de grande alegria e orgulho. Essa visita reforça o papel da FOA/UniFOA no cenário da educação superior como uma instituição aberta ao mundo, interessada em promover parcerias que ampliem as possibilidades acadêmicas e científicas dos nossos estudantes e docentes. Esperamos que este seja apenas o primeiro de muitos passos rumo a colaborações internacionais com o Japão”, afirmou a Professora Ivanete Oliveira.

Com o olhar voltado para o futuro, a FOA segue investindo em conexões que valorizam o conhecimento, fortalecem o intercâmbio cultural e impulsionam a formação de cidadãos globais, prontos para transformar o mundo com responsabilidade, ética e inovação.

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