O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) anunciou a abertura das inscrições para a formação de cadastro de reserva do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID). O programa, vinculado ao Ministério da Educação (MEC) e à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), tem como principal objetivo incentivar a formação de novos docentes para a educação básica, promovendo a integração entre ensino superior e escolas públicas.
A iniciativa busca elevar a qualidade da formação inicial de professores das licenciaturas, oferecendo aos estudantes uma experiência prática e inovadora no ambiente escolar. Além disso, o programa valoriza a docência, proporcionando aos bolsistas a oportunidade de desenvolver e aplicar metodologias pedagógicas interdisciplinares que contribuam para a melhoria do ensino-aprendizagem.
O processo seletivo é voltado para estudantes regularmente matriculados nos cursos de Educação Física (Licenciatura) e Ciências Biológicas (Licenciatura) do UniFOA. Os candidatos selecionados irão compor um cadastro de reserva e, caso convocados, poderão permanecer no programa por até 19 meses, conforme previsto no Edital CAPES nº 10/2024.
Os contemplados receberão uma bolsa mensal no valor de R$ 700,00, paga diretamente pela CAPES por meio de crédito bancário. Durante a participação no PIBID, os bolsistas terão a oportunidade de vivenciar o cotidiano escolar, criar projetos metodológicos e interagir com professores da educação básica, atuando como futuros docentes em formação.
As inscrições estarão abertas de 3 de abril a 5 de maio de 2025, e os interessados deverão apresentar a documentação necessária conforme descrito no edital.
O PIBID é uma excelente oportunidade para os alunos das licenciaturas aprimorarem sua prática pedagógica e se prepararem para os desafios da docência. O UniFOA reafirma, por meio dessa iniciativa, seu compromisso com a excelência na formação de professores, contribuindo para a educação básica e para o desenvolvimento do ensino no país.
Confira o edital completo clicando aqui.
A Fundação Oswaldo Aranha (FOA) foi reconhecida com o "Selo Empresa Amiga da Mulher", uma certificação concedida pelo Estado do Rio de Janeiro a empresas que promovem e defendem os direitos das mulheres no ambiente de trabalho. Instituído pela Lei Nº 9.173 de 2021, o selo destaca organizações que implementam ações concretas para a igualdade de gênero e o bem-estar das mulheres.
Neste ano, 64 empresas conquistaram a certificação, e a FOA, única instituição de ensino a receber o selo, se destacou pelo conjunto de iniciativas já desenvolvidas, alinhadas à sua missão institucional, recebendo a categoria ouro. Para obter o selo, as empresas devem atender a uma série de critérios, como manter um ambiente seguro e inclusivo, garantir equidade salarial, apoiar vítimas de violência e promover informações sobre os direitos das mulheres. A certificação é concedida em três categorias – bronze, prata e ouro – de acordo com o nível de cumprimento dos requisitos.
Segundo Karla Portugal, da Assessoria de Conformidade da FOA, a decisão de buscar o selo surgiu porque a instituição já realizava diversas ações voltadas aos direitos das mulheres. “A maioria das práticas exigidas pelo edital já faz parte do propósito da FOA e do UniFOA. Além disso, sabemos que os casos de violência contra a mulher vêm aumentando, e sentimos a necessidade de participar de mais projetos para apoiar funcionárias, estudantes e mulheres da comunidade”, explica.
Para obter a certificação, a FOA envolveu diversos setores em um trabalho colaborativo. Dentre as ações implementadas, destacam-se palestras sobre a Lei Maria da Penha, a realização da SIPAT com temas voltados à segurança das mulheres no trabalho, a inauguração de um centro de atendimento jurídico e psicológico para funcionárias vítimas de violência doméstica e a criação de um espaço de acolhimento no setor de Recursos Humanos.
Além disso, a FOA mantém programas contínuos voltados ao bem-estar das mulheres, como eventos sobre saúde mental, campanhas de prevenção de doenças, consultas médicas gratuitas na Policlínica, projetos de conscientização sobre IST’s e dignidade menstrual, além de oferecer estrutura de esporte e lazer para suas colaboradoras.
O impacto dessas iniciativas é perceptível no dia a dia da instituição. “A FOA promove um ambiente de trabalho seguro e acolhedor para as mulheres. Saber que temos esse apoio nos dá mais tranquilidade para exercer nossas funções”, comenta Karla.
Entre os projetos de maior destaque está o “Mulheres na Obra”, voltado para capacitação de mulheres na Construção Civil. “Esse projeto possibilitou a contratação da colaboradora Aline, que hoje faz parte do nosso quadro de funcionários. Ver esse impacto real na vida das pessoas é motivo de orgulho”, ressalta Karla.
O presidente da FOA, Eduardo Prado, destacou a importância desse reconhecimento para a instituição. “Receber o ‘Selo Empresa Amiga da Mulher’ reforça nosso compromisso em criar um ambiente de trabalho cada vez mais inclusivo e respeitoso, ressaltando a grande contribuição que as mulheres têm em todos os nossos processos. Esse selo não é apenas um reconhecimento, mas um incentivo para seguirmos ampliando nossas ações em prol da equidade dos gêneros. Queremos que a FOA, o UniFOA e o H.FOA sirvam de exemplo para outras empresas e instituições. ”
Para a reitora do UniFOA, professora Ivanete Oliveira, a certificação representa um marco na trajetória da FOA, reafirmando seu papel como agente de transformação social e sua responsabilidade na promoção de um ambiente mais justo e igualitário para todas as mulheres. Conquistar o selo “Empresa Amiga da Mulher” é resultado de políticas assertivas que possuem um propósito genuíno: transformar a sociedade para melhor.
“Com determinação e sensibilidade, a FOA/UNIFOA avança em direção à equitatividade, à equiparação de oportunidades e ao reconhecimento do papel fundamental da mulher em todos os espaços. Eu e o Eduardo Prado consideramos essa conquista como inegociável, porque acreditamos que promover um ambiente respeitoso, seguro e igualitário é dever de todas as instituições comprometidas com o futuro”, destacou.
Para os próximos anos, a FOA pretende expandir suas iniciativas por meio de novas parcerias com o setor público e privado. Atualmente, a instituição já colabora com a Secretaria Municipal de Políticas para Mulheres e Direitos Humanos de Volta Redonda, priorizando a contratação de mulheres em situação de vulnerabilidade social, e com o Centro de Atendimento Integrado Oswaldo Aranha, que oferece atividades físicas para mulheres com deficiência.
A certificação representa um marco na trajetória da FOA, reafirmando seu papel como agente de transformação social e sua responsabilidade na promoção de um ambiente mais justo e igualitário para todas as mulheres.
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Os estudantes do primeiro período do curso de Direito do UniFOA tiveram uma experiência lúdica na disciplina de Preliminares Processuais e Práticas. No dia 26 de março, a turma participou de um quiz interativo como estratégia de revisão para as avaliações semestrais, promovendo aprendizado dinâmico e colaborativo.
A atividade, baseada na metodologia ativa, foi estruturada para revisar os principais conteúdos da disciplina por meio de perguntas e respostas. Dessa forma, os estudantes foram incentivados a participar ativamente, desenvolvendo o raciocínio rápido e consolidando os conhecimentos adquiridos ao longo do semestre.
De acordo com o coordenador do curso de Direito, professor Alan Pançardes, a aproximação das avaliações foi um fator determinante para a escolha da dinâmica. "Percebi que era o momento ideal para revisar o conteúdo com os alunos. Mas, em vez de seguir o formato tradicional, quis trazer mais dinamismo à aula com a metodologia ativa", explicou.
Para tornar a experiência mais envolvente, a turma foi dividida em grupos e desafiada a responder às questões em formato de quiz. "Transformamos a revisão em uma competição saudável, estimulando a participação ativa e o raciocínio rápido. O resultado foi extremamente positivo: os alunos se envolveram, reforçaram o conteúdo e ainda se divertiram durante o processo de aprendizagem", destacou Pançardes.
A iniciativa reforça o compromisso do curso de Direito com metodologias inovadoras, proporcionando uma formação acadêmica sólida e alinhada às novas práticas pedagógicas.
O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) anunciou a abertura do processo seletivo para concessão de bolsas de incentivo destinadas ao desenvolvimento de pesquisa clínica no Centro de Estudos e Atenção à Saúde Humana Jardim Amália. A iniciativa é fruto de uma parceria com a Associação Instituto Projeto Cura e tem como objetivo fomentar a participação dos estudantes do curso de Medicina em atividades de pesquisa científica.
As inscrições estarão abertas de 1º de abril a 2 de maio de 2025 e poderão ser realizadas gratuitamente por meio do formulário disponível no link: https://forms.office.com/r/TcGhaj8Y7S .
Critérios de participação e etapas do processo seletivo
Podem se inscrever estudantes matriculados entre o primeiro e o décimo semestre do curso de Medicina do UniFOA, desde que tenham disponibilidade para cumprir a carga horária semanal de 3 horas estipulada no Termo de Compromisso.
O processo seletivo será realizado em duas etapas:
A nota final será calculada com base na soma das notas da prova escrita (peso 8) e da análise curricular (peso 2). Os dois candidatos com maior pontuação serão selecionados para as bolsas.
Os selecionados receberão uma bolsa no valor total de R$ 4.800,00, dividida em 12 parcelas mensais de R$ 400,00. Os pagamentos serão feitos diretamente na conta bancária dos estudantes contemplados pela Associação Instituto Projeto Cura.
O resultado final será divulgado no dia 26 de maio nos canais oficiais do Instituto Projeto Cura e do Centro de Pesquisa Jardim Amália.
Oportunidade para crescimento acadêmico
A bolsa de incentivo à pesquisa clínica representa uma excelente oportunidade para os estudantes aprofundarem seus conhecimentos e contribuírem para o avanço científico na área da saúde. Ao integrar o programa, os selecionados terão contato direto com a prática da pesquisa clínica, um diferencial importante para a formação profissional no campo da Medicina.
Para mais informações, os interessados podem acessar o edital completo ou entrar em contato pelo e-mail proppg@foa.org.br.
O curso de Ciências Biológicas realizou sua Aula Magna no Centro Histórico-Cultural, na última quinta-feira (27), proporcionando uma experiência enriquecedora para os estudantes. O evento contou com uma palestra de um egresso do curso, um bioquiz interativo e uma exposição de fotografias relacionadas aos projetos de levantamento de fauna da região.
A palestra principal foi conduzida por Yan, egresso do curso, que abordou o tema "Água + Tecnologia + Biologia = Um novo horizonte no mercado de trabalho". Ao lado de Wagner Martins, Diretor Comercial da Biosolvit, ele destacou como os biólogos podem se qualificar para um mercado amplo, mas que ainda carece de profissionais da área, sendo muitas vezes ocupado por engenheiros. Durante a apresentação, Yan ressaltou a importância de se especializar em questões relacionadas à água e exemplificou soluções desenvolvidas por sua empresa, a Bio, para diferentes desafios ambientais.
"É sempre uma sensação boa poder retornar ao UniFOA e compartilhar conhecimento com os estudantes. O nervosismo antes de apresentar sempre existe, mas a oportunidade de mostrar novos caminhos que às vezes eles nem imaginam ser possíveis é gratificante", afirmou Yan. Ele também destacou o impacto positivo de iniciativas como essa, que trazem ex-alunos para compartilhar suas experiências e ajudam os estudantes a ampliar sua visão sobre o mercado de trabalho.
Além da palestra, os estudantes puderam conhecer mais sobre o Projeto EcoFauna, que busca registrar cientificamente mamíferos silvestres e aves da região. João Pedro Alcântara, um dos responsáveis pelo projeto, enfatizou o valor da pesquisa para a conservação ambiental. "Foi muito gratificante expor os resultados do nosso trabalho para amigos e professores. Esse é um momento de incentivo para novas pesquisas e para mostrar que não é preciso ser formado para desenvolver projetos científicos relevantes", explicou.
A iniciativa surgiu da falta de registros científicos sobre a fauna local, um problema que impacta diretamente os esforços de preservação. "Muitos habitantes desconhecem as espécies ameaçadas da nossa região. Nosso objetivo é promover a conservação por meio da educação ambiental, começando dentro do ambiente universitário", completou João Pedro.
Kauan Florentino, também expositor do projeto, reforçou a importância da iniciativa. "Apresentar o EcoFauna foi uma experiência enriquecedora, pois permitiu compartilhar conhecimento e estimular o interesse dos alunos pela Zoologia e pela conservação da biodiversidade. O apoio institucional fortalece o engajamento acadêmico e amplia o impacto da pesquisa dentro e fora da universidade", disse. Ele ainda explicou que a expansão do projeto para o registro de aves se deu pela necessidade de suprir lacunas no conhecimento da avifauna regional. "As aves são bioindicadores essenciais da qualidade ambiental, além de terem grande potencial para o ecoturismo e a educação ambiental", pontuou.
Gustavo Amorim, outro integrante do projeto, destacou como a exposição dos trabalhos acadêmicos encoraja mais alunos a se dedicarem à pesquisa. "Muitos estudantes não têm coragem ou incentivo para iniciar suas próprias investigações científicas. Espero que nossa experiência mostre que todos têm potencial para fazer a diferença, independentemente da área de atuação", declarou.
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No último dia 20, aconteceu em Volta Redonda a 23ª edição do Talentos da Publicidade, principal premiação de publicidade e propaganda do Sul Fluminense, promovida pela TV Rio Sul, afiliada da Rede Globo. O evento contou com cinco categorias: Valor Social, Campanha, Varejo, Institucional e Estudantes — cujo tema foi “35 anos de TV Rio Sul: O Papel do Meio de Comunicação no Crescimento Regional”. A premiação tem como objetivo estimular a criatividade na produção de comerciais locais e reconhecer o trabalho de agências, produtoras e anunciantes.
Mais uma vez, os alunos do curso de Publicidade e Propaganda e da Escola de Comunicação do UniFOA mostraram sua excelência. Três equipes foram finalistas na categoria Estudantes com os projetos:
O professor Edilberto Venturelli destacou a dedicação e o talento dos estudantes ao longo do processo. “O que nós fizemos foi orientar, ajudar e apoiar, mas todo o trabalho e o mérito são desses alunos. Fico muito feliz com essa vitória, aliás, fico muito, muito feliz porque é importante termos esse exemplo a ser seguido pelos demais alunos e pelos próximos períodos”, afirmou.
Durante o evento, os três comerciais finalistas foram exibidos para empresários, jornalistas e publicitários da região. Ao final, a comissão julgadora — composta por profissionais da TV Globo Rio e de agências vencedoras do Prêmio Profissionais do Ano — elegeu o projeto da Equipe Conexão Criativa como o grande vencedor da categoria. O comercial premiado será exibido na programação da TV Rio Sul, alcançando milhares de telespectadores.
Caio César Nascimento Reis, integrante da equipe campeã, comemorou a conquista e ressaltou a importância do projeto para sua formação. “Fazer esse projeto foi essencial não só na minha formação acadêmica, mas também profissional. O maior desafio foi abordar o tema, pois era ao mesmo tempo uma homenagem à emissora e uma propaganda sobre como ela ajudou a desenvolver a nossa região. Foi uma experiência incrível trabalhar com audiovisual, ver o comercial sendo produzido e depois pronto. E mais importante ainda foi o apoio que recebemos de toda a instituição. Desde o início tivemos suporte dos professores Afrânio e Edilberto, da coordenação com o professor Douglas e dos Estúdios FOA, que nos ajudaram nas filmagens e edições. Tudo isso só foi possível graças à estrutura que a faculdade nos proporciona”.
Hudson Ferreira, responsável pelos Estúdios FOA, destacou os desafios enfrentados pela equipe. “Eles tiveram uma barreira muito grande: o tempo. O intervalo entre a primeira reunião e a gravação foi muito curto para organizarem tudo. Graças ao empenho de todos, foi possível ir longe e conquistar a vitória”, afirmou. Hudson também reforçou a importância da experiência prática para a formação dos estudantes: “Alguns já atuam em agências ou produtoras, mas vivenciar esse processo dentro da universidade aumenta ainda mais a bagagem profissional, sendo um diferencial no mercado de trabalho”.
O coordenador da Escola de Comunicação do UniFOA, Douglas Baltazar Gonçalves, enfatizou o impacto da premiação na motivação dos alunos. “Ganhar esse prêmio incentiva muito os demais estudantes do curso a participarem. Assim que o resultado saiu, já percebemos o interesse de alunos de vários períodos querendo se envolver. Além disso, trabalhar com a história é sempre importante, porque assim nós crescemos cada vez mais”, finalizou.
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Na última terça-feira, 25 de março, estudantes do 6º e 7º períodos do curso de Publicidade e Propaganda e do 7º período de Jornalismo da Escola de Comunicação do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) realizaram uma visita técnica aos Estúdios Globo, em São Paulo. A atividade integrou o projeto de extensão da Escola de Comunicação e do curso de Publicidade e Propaganda.
Durante a visita, os alunos acompanharam a gravação do programa Altas Horas, apresentado por Serginho Groisman, cuja exibição está prevista para o próximo sábado, logo após o Big Brother Brasil. A edição foi marcada por uma homenagem especial aos 40 anos do movimento musical Axé Music, tendo como principal destaque o cantor Luiz Caldas, precursor do gênero e grande homenageado da noite. No palco, Caldas relembrou sucessos como Minha Princesa, Magia, Tieta e O Que Essa Nega Quer?.
A gravação contou ainda com a participação de grandes nomes da música brasileira, como Sandra de Sá, Mari Antunes, Carla Cristina, Paulo Miklos e Zeca Baleiro, que emocionaram o público com apresentações marcantes, transformando a gravação em uma verdadeira celebração da música popular brasileira.
Além do espetáculo, os alunos puderam conhecer os bastidores da produção televisiva, observando de perto aspectos técnicos como iluminação, captação de áudio, operação de câmeras e a dinâmica de uma equipe de produção ao vivo. A atividade proporcionou uma vivência prática enriquecedora, conectando teoria e mercado em um dos principais polos de comunicação do país.
De acordo com o coordenador do curso de Publicidade e Propaganda, Douglas Gonçalves, a produtora do Altas Horas já confirmou a liberação de novas datas para visitas técnicas, possibilitando que mais estudantes da Escola de Comunicação participem dessa experiência única nos Estúdios Globo.
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Na noite da última terça-feira (25), o Campus Olezio Galotti em Três Poços foi palco de mais uma edição do FOA Fest, evento semestral que visa acolher e integrar os estudantes do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) e da Escola Técnica da Fundação Oswaldo Aranha (EtecFOA). A festividade, que já se consolidou como uma tradição acadêmica, reuniu, além de alunos, gestores, professores, funcionários e amigos da FOA em um ambiente vibrante e acolhedor.
Com uma programação diversificada, o FOA Fest trouxe apresentações musicais e barracas de comidas organizadas pelos cursos da instituição. O DJ Pedro Oliveira que animou o público com um repertório variado, enquanto Matheusinho Rosa e seu grupo de pagode trouxeram o ritmo contagiante que garantiu ainda mais energia ao evento.
Além da música, a gastronomia também foi destaque. Barracas organizadas pelos cursos ofereceram uma ampla variedade de opções, incluindo petiscos, doces, sucos e refrigerantes, proporcionando não apenas um atrativo a mais para os participantes, mas também uma oportunidade para as atléticas e diretórios acadêmicos arrecadarem fundos. Esse envolvimento dos estudantes fortaleceu o espírito de colaboração e pertencimento entre os cursos.
A supervisora de Eventos e coordenadora do FOA Fest, Lara Prado, destacou a importância do evento para a comunidade acadêmica e o trabalho coletivo envolvido na organização. Para ela, o sucesso do evento é resultado do esforço conjunto de diversas equipes, que se dedicam meses antes para garantir uma experiência memorável para todos os participantes.
“Ver o FOA Fest ganhando vida é extremamente gratificante, pois sabemos o quanto cada detalhe foi pensado e planejado com dedicação. Esse evento não acontece sozinho, ele é construído por muitas mãos, desde a supervisão de eventos até os professores, funcionários e alunos que se envolvem ativamente na organização. O mais bonito de tudo isso é perceber que a FOA realmente funciona como uma grande família”, afirmou Lara.
Segundo ela, a mobilização dos cursos demonstra o forte espírito de união dentro da instituição. “Cada curso se engaja de maneira única, seja organizando barracas, convidando professores ou incentivando colegas a participarem. Esse comprometimento faz com que o evento tenha sempre um ambiente acolhedor e vibrante. A cada edição, os estudantes demonstram um nível de organização e empenho que nos surpreende e emociona. É muito bonito ver o quanto eles abraçam o FOA Fest e fazem dele um verdadeiro sucesso”, completou.
Para os ingressantes, o FOA Fest representa uma oportunidade única de integração e adaptação à vida acadêmica. Lívia Cristina Almeida, estudante do primeiro período de Jornalismo, participou pela primeira vez do evento e destacou a experiência enriquecedora que teve ao interagir com outros cursos.
“O ambiente estava incrível! As músicas foram bem escolhidas, as barracas estavam movimentadas e havia uma energia muito boa entre os estudantes. Foi uma chance especial de conhecer melhor os colegas e de trocar experiências com alunos de outros cursos”, relatou Lívia.
Ela também ressaltou como o evento favoreceu a prática acadêmica de seu curso. “No Jornalismo, temos que estar sempre praticando a comunicação, e o FOA Fest nos deu essa oportunidade. Fizemos entrevistas, gravações e até interagimos com alunos da Nutrição, ajudando na divulgação de suas atividades. Foi uma experiência muito interessante, pois conseguimos unir aprendizado e diversão ao mesmo tempo. Além disso, é uma ótima forma de quebrar barreiras entre os cursos e criar conexões importantes”, destacou.
O FOA Fest integra um conjunto de atividades promovidas pela FOA a cada semestre para recepcionar os alunos do ensino superior e técnico. Além de proporcionar momentos de lazer e diversão, o evento também vale como atividade complementar, incentivando a participação ativa dos estudantes em ações acadêmicas e sociais.
Com mais uma edição bem-sucedida, o FOA Fest se consolida como um dos eventos mais aguardados do calendário acadêmico. A organização já começou a planejar novidades para as próximas edições, garantindo que a tradição continue fortalecendo laços e proporcionando experiências inesquecíveis para toda a comunidade acadêmica.
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O Centro Histórico-Cultural Dauro Aragão, no campus Olezio Galotti, em Três Poços, recebeu, entre os dias 17 e 21 de março, a 1ª Semana de Celebração à Humanização e à Diversidade na Comunicação. O evento, idealizado pelo professor Edilberto Venturelli, da Escola de Comunicação, contou com o apoio dos coordenadores do curso de Jornalismo, professora Angélica Arieira, e da Escola de Comunicação, professor Douglas Gonçalves, além do Diretório Acadêmico e da Casa de Cultura do UniFOA.
A programação trouxe palestras e oficinas que abordaram questões fundamentais para a representatividade e a inclusão na comunicação. Entre os temas discutidos, estavam o “Dia do Povo Preto e Quilombola”, o “Povo Indígena”, o “Povo LGBTQIA+”, o “Poder Feminino” e o “Dia da Pessoa com Deficiência (PcD)”. Além disso, os estudantes do curso de Nutrição participaram com apresentações diárias de receitas típicas relacionadas a cada tema.
O primeiro dia do evento, segunda-feira (17), abordou a representatividade racial na comunicação e no ensino superior, com o tema “Resistência e comunicação: cotas na universidade e a representação do povo preto na mídia”. A mesa foi mediada por Júlia Lopes, estudante do 6º período de Publicidade, e contou com a participação de Pai Sid Soares (líder religioso e pai de santo), da publicitária egressa do UniFOA Priscila Pereira e da jornalista egressa Maju Freitas.
Pai Sid destacou a importância da diversidade na formação acadêmica:
“Se a gente quer profissionais mais capacitados, que tenham uma mente mais inclusiva, que realmente dialoguem com o Brasil profundo, com a diversidade, é nesse espaço aqui da universidade que o debate começa.”
A estudante Júlia Lopes também enfatizou o impacto da representatividade na sua trajetória:
“Muitas vezes, eu não vejo uma pessoa preta nesse lugar (...), então é muita emoção me sentir capaz como uma profissional e ser, no futuro, um exemplo para outras pessoas”, disse a jovem ao comentar sobre o papel de liderança a ela oferecido pelo idealizador do projeto.
Na terça-feira (18), o tema “Sabedoria Ancestral e Preservação Cultural na Comunicação” trouxe à tona a valorização dos saberes indígenas. O debate contou com a presença do jornalista Lucas Motta, do educador ambiental Pedro Neves e dos indígenas Lino e Jéssica Gonçalves, que participaram por videoconferência de Angra dos Reis.
Pedro Neves ressaltou a importância da diversidade de conhecimentos e a resistência dos povos originários:
“Os indígenas estavam aqui antes dos europeus chegarem. Eles tinham sua organização, sua ciência, sua medicina, seus saberes e sobreviveram. Mas, com a chegada do ‘Jiruá’ (não indígena), passaram a ser minoria.”
A quarta-feira (19) foi dedicada ao debate sobre inclusão e desafios da comunidade LGBTQIA+ no mercado de trabalho, com a mesa “Diversidade na comunicação, visibilidade LGBTQIA+”. Participaram os jornalistas Giovani Rossini e Jeniffer Marcato, além do empresário e publicitário Davi Tedesco.
Os convidados destacaram a dificuldade de se assumirem homossexuais perante a família, mas, principalmente, ante o mercado de trabalho, que ainda se encontra resistente à multiplicidade de orientações sexuais e de identidade de gêneros que se afastem da heteronormatividade.
Rossini acredita que, por parte das empresas, ainda há falhas na comunicação na hora de entender as necessidades de pessoas LGBTs:
“Muitas vezes, a inclusão é apenas uma estratégia para atender requisitos legais, mas falta autenticidade. O que a comunidade quer? Não é um broche no dia do orgulho, uma festa ou um e-mail do RH. Queremos um ambiente acolhedor, onde possamos ser quem somos sem sofrer preconceito.”
Davi Tedesco complementou, reforçando que a autenticidade das políticas em prol da diversidade e a inclusão precisam ser naturalizada dentro das organizações:
“Quando você começa a internalizar o conceito de políticas da diversidade, isso vai ficando mais fácil para as marcas, e aí isso é abraçado por todo o time, por toda a empresa, e vai refletir naturalmente na marca”.
Na quinta-feira (20), o evento trouxe o tema “Mulheres na Comunicação: Desafios e Conquistas”, com a participação da jornalista e influenciadora Mi Oliveira, da empresária Leidiane Rosa e da reitora do UniFOA, professora Ivanete Oliveira.
A violência contra a mulher na mídia e fora dela, o machismo enraizado no mercado de trabalho, a diferença salarial discrepante entre homens e mulheres e o preconceito racial vivido pela mulher negra na sociedade, ainda em 2025, deram coro às palavras das convidadas.
O futuro da mulher na comunicação, no entanto, foi o imo da entrevista feita à influencer: “Eu enxergo um futuro muito diverso [com as redes sociais] e trazendo à tona tudo que foi invisibilizado durante muitos anos, como a jornada dupla, e isso vai trazer mais referências para as novas gerações de mulheres, vai colocar outras mulheres em posições de destaques”, comentou a influenciadora.
Sobre referências femininas em posições de destaque na sociedade, a professora Ivanete comentou que não sabe se é vista como uma inspiração para outras mulheres, reforçou a importância de acreditar no próprio potencial:
“É possível alcançarmos na nossa vida, lugares muito mais altos do que a gente almeja. Eu, por exemplo, sempre tracei metas e objetivos para a minha vida. E eu vou atrás deles. A gente precisa pensar sempre no nosso potencial, naquilo que a gente pode fazer. Então se isso inspira outras mulheres, eu não sei, não faço com a intenção de inspirar outras mulheres. Mas se elas se inspiram, eu só agradeço”, destacou a reitora.
O encerramento da semana, na sexta-feira (21), coincidiu com o Dia Internacional da Síndrome de Down e abordou a inclusão de pessoas com deficiência. O debate contou com a participação da analista sênior de relacionamento com comunidades Brena Lacerda, do presidente da ONG Coopenea Thiago Lopes e da especialista em Libras Andrea Almeida.
Pensar a acessibilidade dos espaços físicos e comunicacionais, o acolhimento de pessoas com deficiências no mercado de trabalho, além de trabalhar o poder de escuta do outro, foram as causas defendidas por Thiago, que ao se tornar cadeirante aos 20 anos de idade, viu-se num mundo defectivo: “Deficiente é o espaço! Se o espaço for eficiente, onde está a deficiência?”.
E refletir sobre a inclusão de PCDs vai muito além da adaptação dos lugares à cadeira de rodas, é preciso também considerar as deficiências ocultas, como o autismo e a surdez.
Andrea Almeida defendeu a inclusão da Língua Brasileira de Sinais (Libras) no ensino básico:
“A inclusão de Libras nas escolas não beneficia apenas a comunidade surda, mas toda a sociedade, pois promove a comunicação e a empatia.”
A 1ª Semana de Celebração à Humanização e à Diversidade na Comunicação cumpriu seu papel ao promover diálogos essenciais sobre inclusão e representatividade com reflexões e debates essenciais sobre conscientização social, o evento contou com a participação ativa dos alunos da Escola de Comunicação, que enriqueceram as discussões com perguntas pertinentes e atuaram como mediadores dos debates.
Diante do sucesso da iniciativa, o professor Douglas Gonçalves já confirmou a realização da segunda edição do evento em 2026.
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A Fundação Oswaldo Aranha (FOA) recebeu a visita de representantes da Fundação Rota e do Instituto Niemeyer para fortalecer parcerias estratégicas e viabilizar a captação de investimentos voltados para inovação e tecnologia. O encontro marca um passo importante para o desenvolvimento do Centro de Pesquisa e Inovação Tecnológica (CEPIT) do UniFOA, consolidando a instituição como um polo de referência na pesquisa acadêmica e no desenvolvimento tecnológico.
Durante a visita, os representantes das fundações conheceram as instalações da FOA e se surpreenderam com a infraestrutura tecnológica e a qualidade dos projetos desenvolvidos. Carlos Eduardo Fioravanti, presidente da Fundação Rota, destacou sua impressão ao explorar os espaços da instituição. "Eu estive aqui em uma gratíssima surpresa. Já fui pró-reitor de universidades privadas e estou nesse setor há muito tempo, mas não esperava encontrar uma instituição tão bem aparelhada tecnologicamente. O campus é muito bonito e bem tratado, o que torna o ambiente propício para o aprendizado. Universidades maiores, com mais nome, muitas vezes não apresentam o nível de qualidade que encontrei aqui", ressaltou.
João Batista de Morais Jr., superintendente do Instituto Social Oscar Niemeyer, também elogiou a FOA e seu potencial para colaborações futuras. "Tudo começou porque precisávamos desenvolver o museu virtual do Niemeyer, e um amigo indicou a FOA como parceira ideal. O protótipo ficou excelente, e viemos conhecer melhor a instituição. O que encontramos aqui nos impressionou profundamente, e enxergamos muitas oportunidades de parceria, desde projetos de engenharia e arquitetura até neurocirurgia. Vocês têm aqui um pote de ouro. A qualidade do trabalho desenvolvido é modelar e pode servir de referência para a região. ", explicou.
Marcos Siliprandi, CEO da MS2 e um dos gestores do CEPIT, enfatizou a importância do intercâmbio de conhecimento e do financiamento de projetos inovadores para impulsionar o crescimento da FOA/UniFOA. "Queremos transformar a FOA em um grande hub de tecnologia e inovação, conectando nossos estudantes e pesquisadores a oportunidades internacionais. Essa parceria é estratégica para ampliar nosso impacto e fortalecer nossa atuação em pesquisa aplicada", afirmou.
O presidente da FOA, Eduardo Prado, ressaltou que essa aproximação reforça o compromisso da instituição em se tornar uma referência em ciência e tecnologia. "A FOA sempre buscou estar na vanguarda da inovação e do desenvolvimento acadêmico. A visita das fundações nos abre portas para parcerias que podem impulsionar ainda mais nossos projetos, proporcionando novas oportunidades para nossos estudantes e pesquisadores. Estamos confiantes de que essa conexão trará grandes avanços para nossa instituição e para toda a região", destacou.
Com essa parceria, a FOA reforça seu papel como instituição comprometida com a transformação tecnológica e o desenvolvimento regional, ampliando sua atuação e se consolidando como referência no cenário acadêmico, hospitalar e empresarial.
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