O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) dá mais um passo em direção à inovação acadêmica, atento às necessidades e exigências do mercado e à formação de profissionais preparados para os novos desafios. A instituição acaba de lançar três novos cursos, Pedagogia e Engenharia Computacional (Semipresencial), Farmácia (Presencial) e anuncia também a transição dos cursos de Engenharia e Design para a modalidade Semipresencial, ampliando as possibilidades de aprendizagem com flexibilidade e qualidade com mensalidade a partir de R$546,48*.
As novas ofertas reforçam o objetivo do UniFOA com a integração entre tecnologia, humanização e conhecimento científico, pilares que sustentam seu ecossistema de educação superior. Com projetos pedagógicos orientados por competências, as graduações valorizam o equilíbrio entre teoria e prática, o pensamento crítico e o protagonismo do estudante.
O curso de Pedagogia Semipresencial foi desenvolvido para formar profissionais capazes de atuar com sensibilidade social, autonomia e visão inovadora em diferentes espaços educativos da Educação Infantil e dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental até a Educação de Jovens e Adultos e ambientes não escolares. A modalidade combina metodologias ativas, encontros presenciais e o uso do Ambiente Virtual de Aprendizagem LXP, que proporciona experiências dinâmicas e acompanhamento personalizado.
Já o curso de Farmácia Presencial amplia a contribuição do UniFOA para o fortalecimento da área da saúde. Com sólida base científica e formação humanista, o curso prepara profissionais para atuar de forma ética e responsável em todos os níveis do sistema de saúde, promovendo o uso racional de medicamentos, a pesquisa e a melhoria da qualidade de vida da população.
A chegada do curso de Engenharia Computacional reflete o avanço da instituição no campo da tecnologia e da inovação. A formação prepara profissionais capazes de integrar conhecimentos de engenharia, ciência da computação e inteligência artificial para desenvolver soluções que impactem positivamente setores como indústria, saúde, energia e educação.
Além das novas graduações, o UniFOA anuncia a migração dos cursos de Engenharia e Design para a modalidade Semipresencial, ampliando o acesso a metodologias ativas e recursos digitais avançados, sem abrir mão da vivência prática nos laboratórios e espaços tecnológicos da instituição.
Com essas iniciativas, o UniFOA reafirma sua posição como instituição de excelência e transformação humana, comprometida em formar profissionais multiqualificados, éticos e socialmente engajados, preparados para atuar em um mundo cada vez mais dinâmico e interconectado.
O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), por meio da Pró-Reitoria de Planejamento e Desenvolvimento (PROPED), conquistou um importante reconhecimento nacional ao ter dois projetos aprovados no edital PAEP-EB (Programa de Apoio a Eventos no País para a Educação Básica), promovido pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES).
O resultado representa um avanço importante na estratégia institucional de ampliar a participação em editais de fomento de órgãos como CNPq, FAPERJ e CAPES. Ao todo, o UniFOA teve duas das três propostas submetidas contempladas, garantindo um financiamento total de R$ 96 mil, sendo R$ 48 mil para cada projeto aprovado.
Os recursos serão destinados à realização de eventos voltados à formação de professores da Educação Básica, reforçando o compromisso da instituição com o ensino, a pesquisa e a extensão de excelência.
Para o Pró-Reitor de Planejamento e Desenvolvimento, professor Washington Lemos, a conquista é fruto de um esforço coletivo e contínuo para fortalecer a captação de recursos e consolidar o protagonismo do UniFOA no cenário acadêmico nacional.
“Assumimos esse compromisso junto à reitoria do UniFOA e à presidência da FOA de desenvolver cada vez mais nossa capacidade institucional de captar recursos para nossas atividades. Temos participado de editais de fomento de modo obsessivo em 2025, e esses resultados são prova de que estamos no caminho certo”, afirmou o professor.
Um dos projetos contemplados é o I Congresso de Práticas e Produtos Inovadores na Educação Básica, coordenado pelo professor Gildo Felipe Bernardo em parceria com a professora Bruna Casiraghi, Coordenadora do Mestrado Profissional em Ensino em Ciências da Saúde e do Meio Ambiente (MECSMA), que tem como objetivo promover um espaço regional de discussão, socialização e reflexão sobre práticas e produtos educacionais inovadores, reunindo docentes da Educação Básica dos estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo.
“A aprovação desse projeto representa um marco importante para a instituição, reforçando nossa atuação na formação docente e no fortalecimento da Educação Básica na região Sul Fluminense. Além de incentivar o debate sobre inovação pedagógica, o Congresso terá impacto direto na captação de estudantes para os cursos de licenciatura e para o MECSMA. O UniFOA se consolida como polo formador e articulador de conhecimento aplicado à realidade escolar”, destacou Gildo.
O professor também ressaltou o papel essencial da PROPED na viabilização da proposta.
“A Pró-Reitoria foi fundamental, não apenas divulgando o edital, mas também oferecendo suporte na escrita e revisão do projeto. Esse apoio garantiu a qualidade e a competitividade da nossa proposta”, completou.
Com uma programação qualificada e inclusiva, o evento buscará aproximar professores, gestores e estudantes, fortalecendo a integração entre graduação, pós-graduação e escola básica.
O segundo projeto aprovado é o Encontro Regional de Formação e Inovação na Educação Básica do Sul Fluminense, coordenado pelo professor Luciano de Azedias Marins. A iniciativa é resultado de uma parceria entre o UniFOA e a Secretaria Municipal de Educação e Inovação de Pinheiral, consolidando o diálogo entre universidade e gestão pública.
“Essa conquista é fruto de um trabalho conjunto, construído com base em planejamento técnico e compromisso institucional. O suporte da PROPED foi essencial para garantir a aderência plena às diretrizes da CAPES, reforçando o compromisso do UniFOA com a excelência acadêmica e a inovação educacional”, destacou Luciano.
O investimento permitirá o fortalecimento de ações de pesquisa, formação docente e disseminação científica, com impacto direto nas práticas pedagógicas e na valorização dos educadores da rede pública. As atividades do projeto contarão com o apoio tecnológico dos Estúdios UniFOA, que irão registrar, transmitir e documentar todas as etapas do evento, garantindo qualidade técnica e ampliando o alcance das produções em toda a região.
“O impacto regional do projeto é expressivo: fortalece o protagonismo do Sul Fluminense como polo de inovação educacional e contribui para uma educação pública mais moderna, inclusiva e conectada às demandas do século XXI”, completou Washington.
Com essas aprovações, o UniFOA reafirma seu papel na valorização do magistério, o fortalecimento da formação docente e o desenvolvimento sustentável da região Sul Fluminense. O resultado também evidencia o papel estratégico da PROPED na consolidação de uma cultura institucional voltada à inovação, à pesquisa e à busca constante pela excelência acadêmica.
O curso de Medicina do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) promoveu uma simulação realística com múltiplas vítimas, reunindo estudantes de diferentes períodos em um cenário de emergência que envolveu também a participação do curso de Educação Física. A atividade teve como objetivo aproximar os alunos da vivência prática em situações críticas, em um ambiente controlado, mas com alto grau de realismo.
De acordo com o coordenador do curso de Medicina, professor Júlio Aragão, o exercício foi planejado para desafiar os participantes a pensarem de forma estratégica diante de um grande número de vítimas.
“Estamos preparando uma simulação complexa, em que os estudantes precisam raciocinar não apenas sobre quem está mais grave, mas sobre quem tem maior chance de sobrevivência. Às vezes, é necessário priorizar três pacientes em estado moderado para salvar mais vidas, em vez de dedicar todo o tempo a um caso extremamente crítico. É uma experiência que exige raciocínio rápido e tomada de decisão sob pressão”, explicou.
O professor destacou ainda o envolvimento coletivo dos alunos na organização do evento.
“Eles mesmos se dividem entre os papéis de vítimas e socorristas, revezando a cada rodada. Temos também uma equipe de maquiadores que trabalha nas simulações de ferimentos, tornando o cenário ainda mais realista”, completou.
A simulação também marcou a integração entre os cursos de Medicina e Educação Física, fortalecendo o aprendizado interdisciplinar.
“Os estudantes de Educação Física têm aulas de primeiros socorros, então é uma parceria natural. Queremos ampliar ainda mais essa integração nas próximas edições, trazendo inclusive alunos de Comunicação para realizarem a cobertura jornalística em tempo real”, acrescentou Júlio.
O professor Rodolfo Silva, do curso de Educação Física, ressaltou a importância da vivência prática e da maturidade emocional desenvolvida nesse tipo de experiência:
“A maturidade técnica geralmente vem antes da maturidade emocional. Simulados como esse ajudam a trazer essa maturidade emocional para quem já domina a parte técnica. É impossível ter equilíbrio emocional sem base técnica e a simulação realística cria essa condição, porque o ambiente é intenso, com vítimas gritando, chorando, reclamando de dor, algumas inconscientes. Isso tudo prepara os futuros profissionais para lidar com situações reais de forma segura e responsável.”
Ele também destacou o valor da integração entre as áreas da saúde:
“O primeiro socorro pode ser realizado por qualquer pessoa, e aqui temos duas áreas trabalhando em conjunto, Educação Física e Medicina. O profissional de Educação Física, inclusive, precisa se capacitar em primeiros socorros a cada dois anos. Ver essas áreas atuando lado a lado no atendimento pré-hospitalar é incrível. É uma vivência rica, que amplia a percepção de ambos os grupos e fortalece o cuidado com a sociedade.”
Para o estudante Theo Fonseca, diretor científico da Liga Acadêmica de Suporte Emergencial e Intensivo (LASEI) e um dos responsáveis pela organização, o evento representa um marco na formação médica.
“É uma experiência muito próxima da realidade. Tivemos apoio de instrutores experientes, do pessoal do SAMU, que realizou um treinamento teórico, e conseguimos simular um ambiente de urgência. Isso nos prepara para o trabalho em equipe e para reagir com segurança em situações de crise”, destacou.
As alunas do curso de Educação Física também participaram ativamente da ação, tanto como vítimas quanto como socorristas.
“É uma vivência muito rica, porque nos coloca em contato direto com o que pode acontecer de verdade. Assim, conseguimos relembrar técnicas de primeiros socorros e compreender como agir diante de um acidente real”, contou uma das estudantes.
Outra participante relatou que as aulas de primeiros socorros já foram fundamentais fora da faculdade:
“Meu filho se engasgou com uma pedra e eu soube exatamente o que fazer. Essa experiência mostra o quanto esse tipo de atividade é importante para a vida real.”
A estudante Marcela Martins, do 6º período de Medicina e integrante da LASEI, também destacou o valor da experiência:
“Participei da primeira simulação como socorrista e agora estou vivendo o outro lado, como vítima. É uma oportunidade incrível, porque o contato realístico faz a gente fixar melhor o que aprende em sala. A maquiagem e o realismo da cena aumentam a adrenalina e nos preparam para a prática profissional.”
A atividade reforça a formação completa e humanizada em saúde que o UniFOA promove, unindo teoria e prática em experiências inovadoras que desenvolvem habilidades técnicas, emocionais e de trabalho em equipe competências essenciais para o futuro profissional.









A reitora do UniFOA, professora Ivanete Oliveira, que também é nossa Procuradora Institucional, participou do X Encontro Nacional do Censo da Educação Superior, evento promovido pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), que reuniu cerca de 300 participantes de todo o país, em Brasília. A edição especial, que celebrou os dez anos da iniciativa, contou com três dias de atividades voltadas ao diálogo entre Instituições de Educação Superior (IES), Inep e demais órgãos ligados à educação, promovendo a troca de experiências e boas práticas sobre o Censo da Educação Superior.
A programação apresentou os resultados do Censo da Educação Superior 2024 e as perspectivas para a coleta de 2025, além de debates conduzidos por especialistas da Diretoria de Estatísticas Educacionais e da Diretoria de Avaliação da Educação Superior do Inep. Também foram realizadas exposições sobre a obra temática “Censo da Educação Superior no Brasil: metodologia, políticas públicas e gestão educacional” e oficinas sobre temas estratégicos para o aprimoramento da gestão educacional.
Durante o evento, a Professora Ivanete foi convidada pelo INEP, para em nome da Associação Nacional dos Profissionais da Educação Superior (ANPI-IES), prestar uma homenagem ao servidor do Inep, Carlos Eduardo Moreno Sampaio, que se despede da carreira pública após décadas de contribuição à educação brasileira.
Em seu discurso, a Professora destacou o legado de Moreno e sua relevância para o fortalecimento do ensino superior:
“Hoje, como representante da ANPI-IES, presto esta homenagem ao nosso querido Carlos Eduardo Moreno Sampaio, ou simplesmente Moreno, que encerra sua trajetória profissional deixando um legado grandioso para a educação superior brasileira. Sua aposentadoria não marca um fim, mas a celebração de uma vida dedicada ao serviço público, à técnica e ao diálogo como instrumentos de transformação.”
A Professora Ivanete também ressaltou o papel fundamental de Moreno na consolidação do Censo da Educação Superior como uma ferramenta estratégica para o diagnóstico e o desenvolvimento das políticas públicas:
“O Censo foi, para Moreno, mais do que um compromisso institucional — foi uma missão de vida. Sob sua liderança, o Censo se consolidou como instrumento essencial de planejamento, fortalecendo instituições e profissionais que, como ele, acreditam na educação como um projeto coletivo.”
Em sua fala, Ivanete lembrou ainda que o Censo é uma construção contínua, que une técnica, ética e humanidade:
“Moreno foi um símbolo de competência e generosidade. Transformou números em histórias e dados em ações concretas. Ele nos ensinou que a educação é feita de informações, mas também de pessoas, compromissos e sonhos.”
A reitora mencionou, ainda, o papel histórico de outras lideranças do Inep, como Laura Bernardes e Katia Cristina da Silva Vaz, que, junto a Moreno, consolidaram uma rede de diálogo técnico e colaborativo entre o Ministério da Educação e as instituições privadas, resultando na criação da ANPI-IES em 2017.
Encerrando sua fala, Ivanete destacou a importância de dar continuidade ao legado de dedicação e excelência deixado por Moreno:
“Seguiremos firmes em nossa missão, convictos de que o caminho trilhado por Carlos Eduardo Moreno Sampaio continuará nos inspirando. O Censo da Educação Superior é, acima de tudo, uma expressão viva de compromisso público e de amor pela educação.”
A participação da professora reforça o engajamento do UniFOA nas discussões nacionais sobre a educação superior e seu compromisso permanente com a qualidade, a transparência e o aprimoramento dos processos educacionais.
A Semana do Design do UniFOA tem se consolidado como um dos eventos mais importantes do curso, reunindo profissionais, egressos e especialistas do mercado para discutir as tendências, desafios e transformações da área. A edição deste ano trouxe uma programação diversificada, com palestras, workshops e atividades que ampliam a visão dos estudantes sobre o papel do design em diferentes contextos profissionais.
De acordo com a coordenadora do curso, professora Aline Botelho, o evento é um momento oportuno para integrar teoria e prática, promovendo experiências que vão além da sala de aula.
“A Semana do Design é um evento muito importante para a gente, que acontece anualmente. Buscamos trazer temáticas diversas da área do design, e não apenas palestras com designers. Nosso objetivo é mostrar como o design se conecta com diferentes áreas, como gestão, tecnologia e inovação”, explica.
Entre os convidados, esteve Victor Berbert, funcionário da Casa da Moeda do Brasil, com 15 anos dedicados ao departamento de moedas e medalhas. Ele foi o gerente do projeto das Moedas e Medalhas Olímpicas dos Jogos Rio 2016 e compartilhou bastidores sobre o processo criativo e técnico dessa produção histórica.
“Uma moeda, uma medalha ou uma cédula são como um livro, mas com apenas dois lados e um espaço limitado. O desafio é contar uma história, comunicar com o cidadão e ainda garantir todos os elementos de segurança. As técnicas de design entram em tudo: na diagramação, na escolha das fontes, nas imagens e no equilíbrio entre estética e funcionalidade”, contou.
Sobre o projeto olímpico, Victor destacou os desafios de gestão e coerência visual:
“Foram três tipos de produtos, moedas comemorativas, medalhas comemorativas e de premiação e três clientes diferentes. O maior desafio foi manter a unidade entre os projetos e, ao mesmo tempo, respeitar os prazos. Nossa equipe foi brilhante nesse equilíbrio entre criatividade e gestão.”
A programação também contou com a participação de egressos do curso, que retornaram à instituição como palestrantes e facilitadores de workshops, um dos diferenciais do evento. Para Aline, essa é uma das partes mais significativas da Semana do Design.
“O mais bacana é que nossos ex-alunos se candidatam para ministrar workshops, compartilhando suas expertises do mercado de trabalho. É um retorno muito bonito e valioso, porque eles trazem experiências reais e inspiram os estudantes que estão vivendo agora a fase acadêmica.”
Entre os convidados, o designer e egresso Daniel Ramalho ministrou um workshop sobre branding. Ele destacou a emoção de retornar ao UniFOA como palestrante:
“É uma sensação muito especial poder voltar à Fundação, um lugar que fez parte da minha trajetória acadêmica e profissional. Estar de volta, agora ministrando um workshop, é muito gratificante. Esse contato entre o ambiente acadêmico e o profissional é essencial para ampliar a visão dos estudantes e prepará-los melhor para os desafios da área.”
Daniel também destacou o cenário atual do design e o papel do branding nesse contexto:
“O mercado está passando por uma transformação profunda com o avanço das inteligências artificiais. Isso exige que o designer desenvolva um olhar mais estratégico. O futuro da profissão está em conectar negócios, comportamento e cultura, e o branding é o caminho para construir conexões genuínas entre empresas e pessoas.”
Outro egresso que marcou presença foi Cadu Souza, que palestrou sobre Design e Mercado Internacional. Emocionado, ele contou que voltar ao UniFOA foi como revisitar as origens de sua carreira.
“Foi aqui que eu entendi que talento e criatividade não bastam se não vierem acompanhados de técnica, método e propósito. Voltar agora como palestrante me faz olhar para trás com gratidão. Esse lugar me ajudou a deixar de ser alguém que ‘fazia design’ para me tornar um profissional que entende o impacto do que cria.”
Cadu também refletiu sobre o futuro do mercado:
“Hoje não basta saber criar. É preciso pensar estrategicamente, se posicionar e agir com profissionalismo. O design está cada vez mais conectado com negócios, comportamento e tecnologia. O futuro é de quem entende que design não é só estética, é solução.”
Com uma programação que ainda incluiu palestras sobre design de serviço e inteligência artificial, processos gráficos, ilustração e carreira, a Semana do Design reforçou o compromisso do UniFOA com uma formação voltada para a inovação e a empregabilidade.
“Queremos que nossos alunos saiam daqui não apenas dominando ferramentas, mas compreendendo o impacto social e econômico do design. Esse é o papel da nossa Semana: inspirar, conectar e transformar”, conclui a coordenadora Aline Botelho.












A curricularização da extensão no Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) consolida um movimento já presente nos cursos da instituição: o reconhecimento da interdisciplinaridade como eixo estruturante da formação acadêmica e do compromisso social da Instituição de Ensino Superior com a comunidade. Ao integrar ensino, pesquisa e extensão, as ações extensionistas ampliam os repertórios de análise de docentes e discentes, fortalecem o diálogo entre diferentes áreas do conhecimento e materializam o compromisso ético e social da universidade com o desenvolvimento humano, equitativo e sustentável.
Esse compromisso torna-se ainda mais relevante diante do crescimento acelerado da população idosa no Brasil, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Nesse cenário, o Estatuto da Pessoa Idosa (Lei nº 10.741/2003, atualizada pela Lei nº 14.423/2022) representa um importante marco legal na garantia de direitos das pessoas com 60 anos ou mais. Ainda assim, muitos idosos enfrentam dificuldades para exercer plenamente esses direitos, seja pela falta de informação, pela linguagem pouco acessível ou pela ausência de apoio técnico — especialmente no ambiente digital.
Foi a partir dessa realidade que estudantes do curso de Direito desenvolveram, neste semestre, um projeto extensionista voltado à promoção dos direitos da pessoa idosa na era digital, em parceria com a Universidade Aberta à Transformação Intergeracional (Unati). A iniciativa teve como foco a prevenção de golpes virtuais e o estímulo ao uso seguro e consciente da tecnologia por idosos.
Segundo a professora do curso de Direito, Daniele do Amaral, a proposta foi construída de forma prática e personalizada.
“O projeto deste semestre trabalhou especialmente os direitos dos idosos no ambiente digital. Os alunos produziram materiais educativos sobre golpes virtuais e, em uma atividade prática com os idosos da Unati, explicaram passo a passo como utilizar o celular com segurança, desde o uso do WhatsApp até os cuidados com links suspeitos, transações bancárias e pedidos de selfie, frequentemente utilizados em fraudes”, explicou.
Durante a ação, cada estudante acompanhou individualmente um idoso, transformando o encontro em um verdadeiro guia prático.
“Não foi uma palestra expositiva. Cada idoso levou seu próprio celular, e os alunos ensinaram, na prática, como enviar mensagens, gravar áudios, tirar e enviar fotos, baixar arquivos e identificar possíveis golpes. Essa troca individualizada fez toda a diferença”, destacou a professora.
Para Daniele, a experiência é igualmente enriquecedora do ponto de vista formativo.
“A extensão permite que o aluno aplique o conhecimento jurídico à realidade social, desenvolvendo valores éticos, responsabilidade social e empatia. Durante essas ações, eles aprendem tanto quanto ensinam, sendo impactados pelas histórias, vivências e desafios dos idosos.”
O impacto da iniciativa também é reconhecido pela Unati. Para o coordenador do programa, Otávio Mithidiery, a participação dos estudantes do UniFOA potencializa as atividades desenvolvidas com o público idoso.
“Os alunos trazem a expertise adquirida nos cursos de graduação e agregam muito às nossas ações. Os idosos se sentem motivados com a presença dos jovens, e essa relação intergeracional contribui para a formação humana e social de todos”, afirmou.
Otávio ressaltou ainda a importância dessas atividades para a segurança e a autonomia dos idosos.
“O curso de Direito mostrou como utilizar os aplicativos de forma correta, os riscos existentes e os cuidados necessários. Isso faz com que eles se sintam mais seguros e menos vulneráveis a golpes virtuais. São ações que impactam diretamente a qualidade de vida”, pontuou, lembrando também outras iniciativas desenvolvidas em parceria com o UniFOA, como projetos do curso de Enfermagem voltados à saúde mental e ao estímulo cognitivo.
Ao unir teoria e prática, a curricularização da extensão no UniFOA fortalece a formação acadêmica dos estudantes e amplia o alcance social da instituição, promovendo cidadania, inclusão digital e respeito entre gerações. Uma experiência transformadora para quem aprende, para quem ensina e para toda a comunidade envolvida.

O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) foi novamente reconhecido pela qualidade de seu ensino no Guia da Faculdade 2025, obtendo nota 4, equivalente a “muito bom” em 15 de seus cursos de graduação. Ao todo, 21 cursos da instituição foram avaliados na pesquisa, realizada pelo jornal O Estado de S. Paulo em parceria com a startup educacional Quero Educação, uma das principais referências nacionais em avaliação de ensino superior.
O Guia da Faculdade analisa anualmente milhares de cursos em todo o Brasil, atribuindo notas que variam conforme critérios de qualidade acadêmica, corpo docente, estrutura e empregabilidade. No levantamento deste ano, os cursos avaliados com nota 4 foram classificados como “muito bons”, enquanto outros seis cursos do UniFOA receberam nota 3, sendo considerados “bons”.
O resultado reforça o compromisso do UniFOA com a formação de profissionais qualificados, alinhando ensino, pesquisa e prática em um ambiente que valoriza a inovação e a inserção no mercado de trabalho.
“Esses indicadores refletem o trabalho constante de toda a nossa comunidade acadêmica, professores, coordenadores e colaboradores, em manter um ensino de qualidade e uma formação humanizada. O reconhecimento no Guia da Faculdade é mais uma prova de que estamos no caminho certo”, destacou a professora Ivanete Oliveira, Reitora do UniFOA.
Direito ⭐⭐⭐⭐
Medicina ⭐⭐⭐⭐
Educação Física (Licenciatura) ⭐⭐⭐⭐
Educação Física (Bacharelado) ⭐⭐⭐⭐
Ciências Biológicas (Licenciatura) ⭐⭐⭐⭐
Ciências Biológicas (Bacharelado) ⭐⭐⭐⭐
Enfermagem ⭐⭐⭐⭐
Publicidade e Propaganda ⭐⭐⭐⭐
Engenharia Civil ⭐⭐⭐⭐
Engenharia de Produção ⭐⭐⭐⭐
Serviço Social ⭐⭐⭐⭐
Administração ⭐⭐⭐⭐
Sistemas de Informação ⭐⭐⭐⭐
Ciências Contábeis ⭐⭐⭐⭐
Design ⭐⭐⭐⭐
Nutrição ⭐⭐⭐
Odontologia ⭐⭐⭐
Engenharia Elétrica ⭐⭐⭐
Engenharia Ambiental ⭐⭐⭐
Engenharia Mecânica ⭐⭐⭐
Jornalismo ⭐⭐⭐
O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) realizou a 2ª edição do “Fora da Caixa”, evento promovido pelo lab.CEU, grupo de pesquisa coordenado pelo professor Ítalo Pinto Rodrigues. A ação de extensão reuniu estudantes, professores e profissionais de destaque das áreas de engenharia espacial, automotiva e industrial, em um encontro marcado pela troca de experiências, inovação e reflexão sobre o futuro das profissões tecnológicas.
O evento contou com palestras de Jenny Carolina Asencio, engenheira de sistemas espaciais da iSpace; Vinícius Vannucchi Pierre, pesquisador da Stellantis e especialista em sistemas de bateria lítio e BMS; e André Corsetti, engenheiro de sistemas e diretor da Omega7 Systems, empresa voltada ao desenvolvimento de soluções complexas em software e hardware para aplicações críticas.
Durante a abertura, o professor Ítalo Pinto Rodrigues destacou o papel estratégico da iniciativa na formação acadêmica e profissional dos estudantes:
“Fico muito satisfeito em ver o Fora da Caixa se consolidando como um espaço em que nossos estudantes podem expandir seus horizontes, dialogar com profissionais de diferentes áreas e compreender as novas competências exigidas pelo mercado. Habilidades como pensamento crítico, resiliência, colaboração e domínio das tecnologias emergentes serão cada vez mais valorizadas, e é isso que promovemos com o Fora da Caixa”, afirmou.
Abrindo o ciclo de palestras, Jenny Robledo apresentou o tema “Quando o espaço se torna possível: a força da colaboração na engenharia de sistemas”, enfatizando que o sucesso de projetos espaciais depende da integração multidisciplinar e da cooperação entre profissionais.
Ela compartilhou experiências no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e em startups internacionais, destacando que:
“A colaboração é o motor que torna possíveis os projetos mais complexos da engenharia espacial.”
Na sequência, Vinícius Vannucchi Pierre, da Stellantis, trouxe uma visão aprofundada sobre a transição energética e os avanços em tecnologias de baterias de lítio. Ele explicou que o desenvolvimento de materiais de maior densidade energética e sistemas de gerenciamento térmico mais inteligentes está transformando o setor:
“As baterias estão evoluindo para modelos mais compactos, com ciclos de carga mais longos e menor impacto ambiental. Isso significa veículos mais leves, eficientes e com custos de produção mais equilibrados.”
O pesquisador ressaltou ainda que o engenheiro moderno precisa dominar a integração entre hardware, software e sustentabilidade, destacando que:
“O futuro da engenharia automotiva depende da nossa capacidade de transformar dados em eficiência e energia em mobilidade.”
Encerrando o evento, André Corsetti apresentou uma análise sobre o crescimento do mercado de Inteligência Artificial (IA) e da Internet Industrial das Coisas (IIoT), destacando o potencial econômico e tecnológico dessas áreas até 2035:
“Até 2035, a combinação entre IA e IIoT deve movimentar trilhões de dólares em todo o mundo. Estamos falando de fábricas autônomas, manutenção preditiva e sistemas que aprendem com o próprio ambiente produtivo. A engenharia precisa se adaptar a essa nova lógica, quem entender o dado, dominará o processo.”
Ele também reforçou a importância de formar profissionais com pensamento crítico e visão sistêmica, capazes de aplicar IA de forma ética e eficiente.
O 2º Fora da Caixa consolidou-se como um espaço de integração entre ensino, pesquisa e inovação, reafirmando o compromisso do UniFOA com a formação de engenheiros preparados para os desafios do século XXI.
Em uma iniciativa que reforça a relação entre ciência, educação e cidadania, o Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), em parceria com o Instituto de Educação Professor Manoel Marinho, promoveu a Feira da Saúde, ação que transformou a escola em um ambiente de aprendizado prático e interativo. Mais de 530 alunos participaram das atividades conduzidas por docentes e universitários de sete cursos da instituição.
Idealizador do projeto de extensão, o professor Dimitri Ramos Alves, coordenador do curso de Ciências Biológicas do UniFOA e também docente do Colégio Manoel Marinho, destaca a importância da aproximação entre universidade e escola pública.
“Buscamos levar para o ambiente escolar atividades que fazem parte da rotina acadêmica no UniFOA, permitindo que os estudantes vivenciem na prática o que significa o Ensino Superior e se reconheçam como futuros profissionais”, afirma.
Durante a feira, o auditório foi dividido em estações de conhecimento, onde os cursos prepararam demonstrações e oficinas ligadas à prática científica e ao cuidado com a saúde. Os alunos puderam utilizar microscópios, equipamentos médicos e participar de dinâmicas educativas que abordaram biodiversidade, primeiros socorros, saúde bucal, alimentação saudável e bem-estar.
Entre as atividades realizadas:
Além de despertar novos interesses, a Feira da Saúde fortaleceu competências essenciais nos universitários, como comunicação, empatia e liderança, por meio do contato direto com o público.
“Queremos que esses jovens visualizem possibilidades para o futuro e encontrem motivação para seguir estudando. A extensão cumpre um papel fundamental ao aproximar a universidade da comunidade”, reforça Dimitri.
Com a iniciativa, o UniFOA reafirma seu compromisso com o desenvolvimento social da região e com a formação de cidadãos críticos e preparados para transformar o mundo por meio do conhecimento — com cuidado e propósito.


O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), por meio da Reitoria e da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação, anuncia a abertura do Cadastro de Reserva para Docentes Permanentes e Colaboradores do Programa de Mestrado Profissional em Ensino em Ciências da Saúde e do Meio Ambiente (MECSMA). O processo seletivo, regulamentado por edital público, está disponível a docentes internos e externos e segue as diretrizes da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394/1996) e demais legislações aplicáveis.
As inscrições estarão abertas entre 21 de outubro de 2025 e 20 de outubro de 2026, e têm como objetivo compor o corpo docente do Programa, que atua nas linhas de pesquisa Ensino em Ciências da Saúde e Ensino em Ciências do Meio Ambiente.
Poderão se inscrever professores portadores do título de Doutor, com produção acadêmica consolidada na área de Ensino. A inscrição é gratuita e deve ser realizada de forma on-line, por meio do formulário eletrônico disponível no site do UniFOA, utilizando o login e senha indicados no edital.
Durante a inscrição, o candidato deverá anexar em formato PDF os seguintes documentos:
Candidatos com diploma de doutorado obtido no exterior deverão apresentar comprovação de reconhecimento por instituição brasileira de ensino superior.
Entre os requisitos para inscrição, o edital destaca a necessidade de o candidato possuir título de Doutor em área correlata ao Ensino em Ciências da Saúde e do Meio Ambiente, apresentar produção técnico-científica relevante, e demonstrar disponibilidade para orientar estudantes e ministrar aulas nas disciplinas do Programa e também nos cursos de graduação do UniFOA.
Leia o edital completo aqui.
Link de inscrição aqui.
Dados de Acesso
Login: inscricaodocente@unifoa.edu.br
Senha: uniFOA2025
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