Lesões de pele estão entre as queixas mais frequentes na Atenção Primária e, muitas vezes, podem ser resolvidas no próprio atendimento, desde que haja segurança no diagnóstico. Foi com esse foco que estudantes e profissionais da área participaram de um workshop de Dermatologia organizado pelo curso de Medicina do UniFOA, voltado ao reconhecimento e manejo das dermatoses mais comuns.
Realizado no Centro Histórico-Cultural Dauro Aragão, no campus Olezio Galotti, em Três Poços, a proposta foi qualificar o atendimento, reduzir encaminhamentos desnecessários para especialistas e fortalecer a atuação das equipes multiprofissionais na Atenção Primária à Saúde (APS).
Entre os temas abordados, estiveram condições recorrentes no dia a dia dos serviços, como dermatoviroses, a exemplo de molusco contagioso, herpes simples e varicela, além de micoses, piodermites e dermatoses não infecciosas, como dermatite atópica e eczema de contato. Em grande parte dos casos, essas condições podem ser resolvidas com diagnóstico clínico adequado.
Apesar disso, ainda são comuns desafios na rotina das equipes, como a dificuldade na descrição morfológica das lesões, insegurança no diagnóstico diferencial, desconhecimento de protocolos terapêuticos e o excesso de encaminhamentos para a dermatologia.
O conteúdo também incluiu dermatoses frequentes na pediatria, como dermatite atópica, urticária, psoríase inicial e assaduras, reforçando a importância de uma abordagem centrada na pessoa e de orientações adequadas para o cuidado domiciliar.
Um dos responsáveis pelo evento, o professor Luciano Costa, destacou a relevância da iniciativa para o fortalecimento da Atenção Primária.
“Quando capacitamos os profissionais para reconhecer e manejar as principais dermatoses, conseguimos reduzir encaminhamentos desnecessários, agilizar o início do tratamento e oferecer um atendimento mais resolutivo. Isso impacta diretamente na qualidade do cuidado e na experiência do paciente dentro do sistema de saúde”, afirmou.
A iniciativa contribui para um atendimento mais seguro e eficiente, além de fortalecer o papel da Atenção Primária como porta de entrada do sistema de saúde e espaço fundamental para a promoção e o cuidado integral da população.

Com mais de 8 mil cirurgias cardíacas realizadas e uma trajetória consolidada na medicina de alta complexidade, o cardiologista Ricardo Miguel construiu uma carreira que começou muito antes da faculdade. Filho de Antônio Francisco, um cirurgião geral renomado de Barra do Piraí, conhecido na região como “pai dos pobres”, pela dedicação à comunidade, cresceu acompanhando de perto o cuidado com os pacientes. Foi dessa convivência que nasceu uma trajetória marcada pela excelência técnica e pelo compromisso humano com a profissão.
“Cresci acompanhando esse trabalho e aquilo me marcou profundamente. Era algo muito bonito cuidar das pessoas com humanidade”, relembra.
O interesse pela Medicina não ficou apenas na admiração. Antes mesmo de ingressar na faculdade, começou a atuar como instrumentador, vivenciando a rotina hospitalar, cuidando de materiais e aprendendo na prática, experiência que considera decisiva para sua formação.
A escolha pelo Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) foi motivada pela proximidade de seu pai mantinha relação próxima com Tarcísio Cavalieri, figura importante na história da instituição.
“Tenho muito carinho pelo UniFOA, não só pela formação técnica, mas também pela formação humana e moral que recebi ali. Isso fez toda a diferença na minha trajetória”, destaca.
Durante a graduação, destacou-se pela dedicação intensa aos estudos, muitas vezes sendo o último a deixar a biblioteca, e pela busca constante por aprendizado além da sala de aula. Um dos episódios mais marcantes ocorreu ainda no quinto ano, ao participar de um curso de cardiologia voltado para médicos especialistas.
Único estudante presente no curso, foi avaliado junto aos profissionais e conquistou o primeiro lugar. “Foi um momento importante na minha trajetória. Fui o único a avaliar corretamente um exame entre diversos profissionais”, conta.
Além da rotina acadêmica, também aproveitava os períodos livres para retornar a Barra do Piraí e acompanhar o pai em cirurgias, ampliando ainda mais sua experiência prática.
A formação no UniFOA foi marcada pelo contato próximo com professores que, segundo ele, tiveram papel decisivo em sua construção profissional.
“Tive professores extraordinários, muito empenhados e acessíveis. Naquela época, tínhamos liberdade para acompanhar os professores inclusive fora do ambiente acadêmico, em consultórios e atendimentos. Sempre acreditei que uma escola é feita pelos professores e pelos alunos.”
Foi no sexto ano que começou a direcionar sua carreira ao ingressar em um hospital no Rio de Janeiro. Aprovado em quinto lugar na residência do Hospital da Lagoa, iniciou sua especialização em cirurgia geral, passando posteriormente pela área vascular.
A busca por evolução o levou a São Paulo, onde encontrou uma estrutura mais avançada para se dedicar à cirurgia cardíaca, área que definiria sua trajetória.
Em 1981, conquistou mais um marco importante ao ser aprovado em concurso público com desempenho máximo.
Com mais de 25 anos de atuação como cirurgião cardíaco, Ricardo Miguel consolidou-se como um dos nomes reconhecidos na área no estado do Rio de Janeiro, com atuação em procedimentos de alta complexidade. Ao longo da carreira, já integrou equipes responsáveis pelo atendimento de pacientes de grande notoriedade, como o cirurgião plástico Ivo Pitanguy.
Seu consultório integra a seleção de clínicas que atuam em parceria com hospitais na região do Leblon, um dos principais polos de saúde da capital fluminense.
Apesar dos números expressivos, Ricardo faz questão de destacar que a Medicina vai além da técnica.
“A formação moral é essencial. A Medicina exige responsabilidade, humanidade e compromisso com o paciente. Não é só técnica, é caráter”, afirma, ao reforçar o papel da formação recebida no UniFOA.
Para os novos estudantes, ele deixa um conselho direto: investir em uma formação sólida, manter a humildade para aprender e aproveitar todas as oportunidades práticas.
“Comece com uma formação completa, tenha humildade para aprender e aproveite cada oportunidade. Hoje, as vagas são mais limitadas, mas quem é bem-preparado sempre encontra seu espaço.”
Depois de décadas de atuação, o que continua movendo sua trajetória é simples e poderoso: o amor pela Medicina.
“É continuar fazendo o que sempre fiz: estudar, evoluir e buscar avanços. Mas, acima de tudo, é gostar verdadeiramente do que faz.”
Mais do que números ou marcos na carreira, sua trajetória revela o resultado de uma formação de excelência que ultrapassa a técnica e se sustenta, sobretudo, na forma de cuidar e nos valores que fazem da Medicina do UniFOA contar com um legado de excelência.
O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) realizará, entre os meses de abril e maio, o projeto de extensão Plantão do Imposto de Renda 2026, oferecendo atendimento gratuito para a comunidade acadêmica e o público externo. A iniciativa tem como objetivo orientar contribuintes no preenchimento e envio da declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF), cujo prazo final neste ano se encerra em 29 de maio de 2026.
A ação será destinada a pessoas com rendimentos tributáveis de até R$ 40 mil anuais e acontecerá sempre às quartas-feiras, nos dias 01, 08, 15 e 29 de abril, e 06, 13, 20 e 27 de maio, das 15h30 às 17h, no Campus Olezio Galotti, Prédio 14, Laboratório 13.
Serviço à comunidade e formação prática
Mais do que um atendimento pontual, o projeto reforça o papel social da instituição ao oferecer suporte técnico qualificado à população, especialmente àqueles que enfrentam dificuldades no cumprimento das obrigações fiscais. Ao mesmo tempo, proporciona aos estudantes envolvidos uma experiência prática alinhada à realidade do mercado, sob supervisão especializada.
Entenda a importância da declaração
O Imposto de Renda é uma das principais formas de arrecadação do governo federal e incide sobre os rendimentos de pessoas físicas e jurídicas. A declaração anual é obrigatória para quem se enquadra nos critérios estabelecidos pela Receita Federal e tem como finalidade ajustar possíveis diferenças entre o imposto pago ao longo do ano e o efetivamente devido.
Não entregar a declaração dentro do prazo pode resultar em multa mínima e outras penalidades, além de restrições no CPF, o que, na prática, pode travar desde financiamentos até a emissão de documentos. Em outras palavras: deixar para depois é um clássico erro brasileiro e um dos mais caros.
Orientação qualificada e acesso ampliado
Com o Plantão do Imposto de Renda, o UniFOA amplia o acesso à informação e promove educação fiscal de forma direta, contribuindo para que mais pessoas cumpram suas obrigações com segurança e tranquilidade.
A recomendação é que os interessados compareçam ao local nas datas indicadas com todos os documentos necessários em mãos, como:
Já estão abertas as inscrições para o processo seletivo de Medicina do UniFOA para o segundo semestre de 2026 com ingresso via ENEM e para portadores de diploma de curso superior.
A seleção será realizada por meio do aproveitamento das notas do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), considerando edições entre 2016 e 2025. As vagas são destinadas ao ingresso no 1º período do curso, com início no segundo semestre letivo de 2026.
Podem se inscrever candidatos que estejam concluindo o Ensino Médio ou que já tenham certificado de conclusão, obtido pela via regular ou por suplência. Além disso, o processo também está aberto a portadores de diploma de curso superior, ampliando as possibilidades de acesso ao curso.
Não será permitida a participação de treineiros, nem haverá reserva de vagas neste processo seletivo.
As inscrições devem ser realizadas exclusivamente pelo Portal do Candidato, disponível no site do UniFOA (www.unifoa.edu.br/portaldocandidato), no período de 23 de março até dia 21 de maio de 2026.
Com 58 anos de tradição, o curso de Medicina do UniFOA já formou mais de 4 mil médicos, que hoje atuam em diversas regiões do Brasil e também no exterior. A formação alia base teórica consistente, prática desde os primeiros períodos e uma estrutura voltada à preparação para os desafios reais da profissão.
Mais do que o ingresso em um curso, o processo seletivo representa o início de uma trajetória construída com responsabilidade, preparo técnico e compromisso com o cuidado, pilares que orientam a formação médica no UniFOA.
Confira o edital:
Levar conhecimento para além da sala de aula e impactar diretamente a comunidade foi o objetivo de uma ação realizada por estudantes da Liga Acadêmica de Suporte Emergencial e Intensivo do curso de Medicina do UniFOA, que promoveram uma oficina de primeiros socorros para colaboradores da Fundação Beatriz Gama (FBG).
A iniciativa reuniu colaboradores da instituição em uma oficina de primeiros socorros, com abordagem teórica e prática voltada para situações de emergência no dia a dia.
O convite para a realização da atividade surgiu de forma orgânica. Segundo a presidente da Liga Acadêmica, Eduarda Batista, o contato foi intermediado por uma ex-integrante do grupo, que indicou a equipe à Fundação.
“A partir disso, fomos convidados a realizar essa oficina para os cuidadores da instituição”, explica.
Durante o encontro, os participantes tiveram acesso a conteúdos essenciais para o atendimento inicial em situações críticas, como ressuscitação cardiopulmonar (RCP), engasgo, convulsões, afogamento e queimaduras. A proposta foi não apenas apresentar os conceitos, mas também permitir que os colaboradores praticassem as técnicas, fortalecendo a confiança para agir em possíveis emergências.
Para a presidência da liga, Eduarda Batista, a experiência reforça o papel social da formação acadêmica.
“É muito gratificante ver que o conhecimento adquirido dentro da sala de aula pode ser útil para tantas pessoas que nunca tiveram contato com o tema. É motivo de orgulho ver a diretoria e os membros se disponibilizando para ensinar, tirar dúvidas e praticar junto, preparando todos para situações de urgência”, destaca. Ela também ressalta a importância do apoio institucional. “O suporte do UniFOA e da nossa orientadora Alessandra Patrícia nos motiva ainda mais a continuar levando esse tipo de atividade para a comunidade.”
A recepção dos colaboradores da Fundação Beatriz Gama foi marcada pelo interesse e participação ativa. De acordo com a funcionária Ethiene Correia, o aprendizado tem impacto direto na rotina da instituição. “Trabalhamos com crianças e adolescentes em situação de acolhimento, então saber agir em emergências é fundamental para garantir a proteção deles. O que aprendemos aqui é extremamente importante para o nosso dia a dia”, afirma.
Além do conteúdo técnico, a troca de experiências também foi um dos pontos altos da oficina. Os participantes compartilharam vivências e esclareceram dúvidas, tornando o momento ainda mais enriquecedor. Para Ethiene, iniciativas como essa demonstram o valor da extensão universitária. “É um trabalho incrível. Quando a universidade apoia projetos assim, ela devolve para a sociedade todo o aprendizado construído dentro dela”, completa.
A ação terá continuidade. Uma nova edição da oficina já está prevista para o dia 24 de março, com outra turma de colaboradores da Fundação. A expectativa é ampliar ainda mais o alcance da iniciativa e fortalecer a cultura de prevenção e cuidado.
A Liga Acadêmica também reforça que está aberta a novos convites. “Acreditamos que o conhecimento em primeiros socorros deve ser disseminado para todos. Saber agir com rapidez e eficiência pode salvar vidas. Se temos esse conhecimento, é nossa responsabilidade compartilhá-lo, e fazemos isso com muita satisfação”, conclui Eduarda.


A formação médica é, por essência, o primeiro grande passo de uma jornada que pode atravessar fronteiras. Para o médico Sergio Perocco, esse percurso começou em Volta Redonda e hoje se desdobra em uma atuação estratégica no cenário global da saúde, com base na Alemanha.
Egresso do curso de Medicina do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), Sergio construiu uma trajetória marcada pela busca contínua por conhecimento, pela integração entre ciência e prática clínica e pela capacidade de transformar formação acadêmica em impacto real na vida de pacientes ao redor do mundo.
Os primeiros passos: ciência, curiosidade e base sólida
Ainda no primeiro ano da graduação, Sergio já demonstrava interesse além da sala de aula. Como bolsista do Programa de Iniciação Científica, teve contato precoce com o método científico, experiência que, segundo ele, redefiniu sua forma de pensar a Medicina.
“Pude compreender a importância do pensamento crítico e do rigor científico como pilares fundamentais da formação médica”, destaca.
O interesse pelas áreas básicas também se manifestou desde cedo. Disciplinas como Bioquímica e Neuroanatomia não apenas despertaram curiosidade, mas orientaram decisões importantes ao longo da graduação. Sob orientação do professor Marcelo Genestra, iniciou sua trajetória na pesquisa científica, enquanto o estágio em Neurocirurgia com o professor Júlio Meyer, acompanhado ao longo de cinco anos, garantiu uma vivência prática consistente.
Essa combinação entre teoria, prática e investigação científica consolidou um entendimento essencial: a Medicina exige atualização constante, preparo técnico e, sobretudo, sensibilidade diante da complexidade humana.
Mais do que o domínio científico, a experiência universitária foi ampliada por vivências culturais e acadêmicas diversas. A atuação como monitor, o contato com diferentes áreas do conhecimento e o interesse por Ciências Sociais contribuíram para uma formação mais abrangente.
“Exercer a Medicina é fascinante justamente porque envolve compreender a natureza humana em sua totalidade”, afirma.
Esse olhar, que integra ciência, cultura e sensibilidade, reflete diretamente na forma como o profissional compreende o cuidado com o paciente.
Da clínica à estratégia global
Após a graduação, Sergio especializou-se em psiquiatria e expandiu sua formação em instituições de referência no Brasil e no exterior, com passagem pelo King's College London, uma das mais renomadas instituições de pesquisa em Neurociências do mundo. A experiência internacional despertou o interesse pela carreira acadêmica e abriu caminho para novos horizontes.
O ingresso na indústria farmacêutica marcou uma virada estratégica em sua trajetória. Ele atuou em grandes multinacionais, como a GSK e a Johnson & Johnson, ocupando posições de liderança na área de Assuntos Médicos, com foco em neurociências.
Nesse contexto, participou de projetos relevantes, como o lançamento de terapias inovadoras para o tratamento de transtornos mentais, consolidando sua atuação na interface entre ciência, inovação e desenvolvimento de medicamentos.
Atualmente, Sergio integra a equipe da Boehringer Ingelheim, na Alemanha, onde atua em uma posição estratégica global voltada à saúde mental e às neurociências. Seu trabalho envolve o desenvolvimento e a implementação de estratégias médicas com impacto direto na vida de pacientes em diferentes países.
Entre os projetos de destaque está a participação no desenvolvimento de uma terapia digital para pacientes com esquizofrenia, cujo programa clínico avançado aguarda avaliação regulatória internacional.
Paralelamente, segue investindo em sua formação acadêmica em instituições como a University of Basel, na Suíça, reforçando o compromisso com a atualização contínua.
Uma trajetória construída com consistência
Ao revisitar sua história, o médico relembra o período em que, ainda estudante, observava com admiração os autores de livros clássicos da Medicina e suas afiliações a universidades internacionais.
Hoje, ao atuar ao lado de profissionais formados em instituições como Stanford, Oxford e Charité Berlin, reconhece o caminho percorrido, da formação no interior do estado do Rio de Janeiro à atuação em um dos centros mais relevantes da indústria farmacêutica global.
“Gerar impacto e produzir valor é, de certa forma, uma responsabilidade diante de todo o apoio e incentivo que recebi ao longo dessa trajetória”, reflete.
Excelência como prática cotidiana
Para estudantes que almejam uma carreira internacional, Sergio reforça que o ponto de partida não está necessariamente em grandes oportunidades, mas na forma como se conduz o presente.
“Uma carreira internacional não começa em grandes posições, mas na capacidade de realizar bem as tarefas mais simples, com excelência, onde quer que se esteja.”
Ele destaca ainda a importância do autoconhecimento, da consistência e da disposição para agir, elementos que, ao longo do tempo, constroem trajetórias sólidas.
Histórias como a de Sergio demonstram como a formação médica pode impulsionar trajetórias que ultrapassam fronteiras e contribuem de forma relevante para a evolução da saúde em escala global.
Nesse contexto, iniciativas como a acreditação pelo Sistema de Acreditação de Escolas Médicas (SAEME) reforçam o compromisso com padrões de qualidade alinhados às exigências contemporâneas da formação médica. Ao incorporar referências reconhecidas internacionalmente, essas certificações ampliam horizontes acadêmicos e profissionais, preparando médicos para atuar em cenários cada vez mais diversos e dinâmicos.
Mais do que uma conquista individual, a trajetória do egresso reflete a força de uma formação que integra excelência técnica, pensamento crítico e responsabilidade social, pilares que se mantêm presentes ao longo de toda a sua atuação profissional.
O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), divulgou o edital do Processo Seletivo de Transferência Interna e Externa, Análise Curricular, Reingresso e Portadores de Diploma de curso superior para graduações no formato digital, com ingresso limitado ao primeiro semestre de 2026.
As vagas são destinadas aos candidatos que se enquadram nas seguintes opções:
Os interessados devem realizar suas inscrições por meio do Portal do Candidato, preenchendo o formulário disponível até 12/05/2026. É necessário consultar o edital para obter todas as informações pertinentes, como cronograma das inscrições, quadro de cursos e vagas ofertadas, resultados e matrícula também estão disponíveis.
A dedicação de profissionais da enfermagem da Região Sul Fluminense foi reconhecida na premiação “Heróis da Enfermagem 2026”, promovida pelo Conselho Regional de Enfermagem do Rio de Janeiro (Coren-RJ). Entre os homenageados estão professores do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) e da Escola Técnica da Fundação Oswaldo Aranha (EtecFOA), reconhecidos pela atuação na assistência, no ensino e na formação de novos profissionais da área.
A cerimônia realizada no dia 5 de março, no auditório da UGB, reuniu profissionais da Região Sul Fluminense e teve como objetivo valorizar publicamente a atuação da enfermagem na assistência, na gestão e na formação de novos profissionais.
O evento contou com a presença da presidente do Coren-RJ, Lilian Behring, acompanhada por conselheiros e integrantes da equipe técnica do conselho. Também participaram da cerimônia a professora Mirian Salles, coordenadora da subseção do Coren-RJ no Médio Paraíba, além de outras autoridades da área da saúde.
A premiação integra uma iniciativa estadual que percorre diferentes regiões do Rio de Janeiro, como Costa Verde, Médio Paraíba e Centro-Sul Fluminense, destacando profissionais que fazem a diferença no cuidado e no fortalecimento da enfermagem.
Durante a cerimônia, cada profissional homenageado recebeu um certificado e uma comenda em reconhecimento à atuação na região. Entre os profissionais indicados estão docentes do UniFOA, da EtecFOA e profissionais vinculados ao Hospital da Fundação Oswaldo Aranha (H.FOA), além de egressos do curso de Enfermagem que hoje atuam em diferentes áreas da assistência e da gestão em saúde.
Para o coordenador do curso de Enfermagem do UniFOA, Carlos Marcelo Balbino, a homenagem representa o reconhecimento de trajetórias profissionais marcadas pela dedicação ao cuidado e à formação de novos profissionais.
“Ser indicado a essa premiação representa o reconhecimento de uma trajetória construída com responsabilidade, ética e profundo compromisso com a vida. Para o UniFOA, é motivo de orgulho ver nossos docentes sendo valorizados por sua atuação, que inspira estudantes, fortalece a profissão e contribui diretamente para a qualidade da assistência em saúde”, destacou.
Entre os homenageados ligados às instituições da Fundação Oswaldo Aranha estão:
Para a professora Márcia Bastos, docente do curso de Enfermagem e do curso Técnico em Enfermagem, a indicação foi recebida com grande alegria e gratidão.
“Ser lembrada entre profissionais que se destacam na Região Sul Fluminense reforça a importância do trabalho desenvolvido diariamente na assistência, no ensino e na formação de novos profissionais. Para mim, essa indicação confirma que estou no caminho certo, buscando sempre fortalecer a enfermagem e impactar positivamente a vida das pessoas por meio do cuidado e da educação”, afirmou.
Para a coordenadora do curso Técnico em Enfermagem da EtecFOA, professora Ana Lúcia Devezas, o momento foi marcado por emoção e reconhecimento ao trabalho desenvolvido pelos profissionais da área.
“Foi um momento muito gratificante e emocionante, de encontros e reencontros entre profissionais da enfermagem da nossa região. Cada homenageado recebeu uma comenda que simboliza o reconhecimento pela dedicação e pela contribuição para o cuidado em saúde”, destacou.
A participação de docentes e egressos do UniFOA e da EtecFOA entre os homenageados evidencia a contribuição da instituição para a formação de profissionais comprometidos com a qualidade da assistência e com o desenvolvimento da enfermagem na região.


A história do curso de Medicina do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) se confunde com o próprio desenvolvimento do ensino superior na região Sul Fluminense. Pioneira, a graduação nasceu ainda na década de 1960 e tornou-se o curso fundador da Fundação Oswaldo Aranha, consolidando um legado baseado em tradição, compromisso social e formação médica de excelência.
Mais de meio século depois, a MedVR, como é carinhosamente chamada por seus estudantes e egressos, mantém viva a essência que marcou sua criação: formar profissionais preparados tecnicamente, humanizados e comprometidos com a transformação da saúde regional e nacional.
A criação da Faculdade de Ciências Médicas, em 1968, representou um marco histórico para Volta Redonda e cidades vizinhas. A primeira turma iniciou as atividades em 1969 e concluiu sua formação em 1973, inaugurando uma tradição acadêmica que atravessa gerações.
Instalado no Campus Olezio Galotti, na antiga Fazenda Três Poços, o curso estruturou um modelo de ensino fortemente baseado na prática médica, aproximando desde cedo os estudantes da realidade do cuidado em saúde.
Com a transformação institucional em centro universitário, em 1999, o UniFOA ampliou sua estrutura acadêmica, fortaleceu a pesquisa científica e consolidou uma formação alinhada às demandas contemporâneas da Medicina.
Hoje, o curso acumula números que evidenciam sua relevância:
Ensino de excelência reconhecido nacionalmente
O compromisso permanente com a qualidade acadêmica garantiu ao curso importantes reconhecimentos institucionais. O curso de Medicina do UniFOA possui nota máxima (5) junto ao Ministério da Educação (MEC), indicador que reflete excelência em infraestrutura, projeto pedagógico, corpo docente e desempenho discente.
Outro destaque é a acreditação concedida pelo Conselho Federal Medicina, o SAEME-CFM, selo nacional de qualidade do ensino médico, renovado pela terceira vez consecutiva em 2023 e válido até 2029. A certificação reconhece instituições que atendem aos mais elevados padrões de formação médica no Brasil e no exterior. O UniFOA é a única instituição de ensino superior com o selo na região
Esse reconhecimento reforça um modelo pedagógico centrado no desenvolvimento de competências clínicas, pensamento crítico, ética profissional e responsabilidade social.
Formação prática e impacto social
Um dos grandes diferenciais do curso de Medicina é a forte integração entre ensino e assistência à população, especialmente por meio de parcerias com instituições privadas e públicas, como prefeituras da região.
Essas parcerias permitem que os estudantes vivenciem a prática médica em diferentes níveis de atenção à saúde, participando diretamente de atendimentos supervisionados e ações voltadas ao SUS.
Essa inserção social resulta em milhares de atendimentos gratuitos realizados ao longo dos anos, reafirmando o compromisso institucional de devolver à comunidade o conhecimento produzido dentro do Centro Universitário.
Mais do que formar médicos, o objetivo é formar profissionais conscientes do seu papel social, capazes de atuar com empatia, responsabilidade e visão humanizada do cuidado.
Pesquisa, inovação e formação para o futuro
Além da tradição assistencial, o curso destaca-se pelo incentivo à produção científica e à iniciação acadêmica. Projetos de pesquisa, extensão universitária e inovação pedagógica ampliam o aprendizado para além da sala de aula, estimulando o protagonismo estudantil.
O modelo formativo acompanha a evolução da Medicina contemporânea, integrando:
Essa combinação prepara o estudante para um cenário em constante transformação, no qual aprender continuamente torna-se parte essencial da carreira médica.
Um legado que continua sendo construído
Ao longo de mais de cinco décadas, a Medicina UniFOA consolidou-se como referência regional, nacional e internacional, unindo tradição e inovação em um mesmo propósito: formar médicos preparados para cuidar de pessoas e transformar realidades.
O legado iniciado em 1968 permanece vivo em cada egresso que atua na rede pública, em hospitais privados, na pesquisa científica ou na docência, ampliando o impacto social da instituição.
Mais do que números ou certificações, a história da MedVR é marcada por vidas cuidadas, histórias transformadas e pelo compromisso permanente com a excelência no ensino médico.
Com o objetivo de fortalecer o diálogo com os estudantes e aprimorar continuamente a experiência acadêmica, o Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) iniciou mais um ciclo de monitoramento de satisfação por meio da Pesquisa NPS (Net Promoter Score), que convida os alunos a avaliarem diferentes aspectos da instituição e contribuírem diretamente para o planejamento de melhorias.
O período de participação dos estudantes acontece até 21 de março, e a pesquisa é considerada o canal oficial para que os alunos compartilhem suas percepções sobre a infraestrutura da instituição, o suporte das coordenações e a experiência acadêmica como um todo.
Nesta edição, a pesquisa traz uma novidade em relação aos semestres anteriores: o questionário foi dividido entre ingressantes e veteranos, permitindo uma análise mais precisa das expectativas e necessidades de cada grupo. A mudança busca tornar as perguntas mais direcionadas às experiências vividas pelos estudantes em diferentes momentos da trajetória acadêmica.
Essa nova metodologia de pesquisa permite compreender com mais clareza tanto as primeiras impressões de quem está iniciando a jornada no ensino superior, quanto a percepção dos estudantes que já vivenciam o dia a dia acadêmico há mais tempo, possibilitando identificar pontos fortes e oportunidades de melhoria.
Para garantir que a análise seja ainda mais eficiente, foram disponibilizados links específicos para cada perfil de estudante:
Ingressantes (1º semestre): espaço para avaliar a recepção e as primeiras impressões sobre o UniFOA, faça sua avaliação aqui.
Veteranos (a partir do 2º semestre): voltado para a avaliação da continuidade da formação e do suporte oferecido ao longo da jornada acadêmica, faça sua avaliação aqui.
A participação dos estudantes é considerada essencial para o processo de aprimoramento institucional. Por meio das respostas, a instituição consegue identificar demandas, acompanhar indicadores de satisfação e desenvolver ações que contribuam para a evolução constante do ensino, da estrutura e dos serviços oferecidos.
Mais do que uma pesquisa, a iniciativa demonstra que a opinião dos estudantes se torna parte fundamental na construção de um ambiente acadêmico cada vez mais qualificado.
A comunidade acadêmica é convidada a participar e contribuir com suas percepções. Cada resposta ajuda a construir um UniFOA ainda melhor para todos.
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