Na tarde dessa segunda-feira (29), a coordenadora do curso de Serviço Social do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), Karin Alves do Amaral Escobar tomou posse como membro do Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa de Volta Redonda (CMDDPI). O evento foi realizado no Auditório da Prefeitura de Volta Redonda, no bairro Aterrado, dando continuidade à Política Nacional do Idoso, de acordo com a Lei Federal 8.842/94 e o Estatuto do Idoso – Lei Federal 10.741/03. O vice-prefeito de Volta Redonda, Sebastião Faria e o deputado estadual Munir Neto conduziram a posse a cerimônia de posse.
O UniFOA ocupa um assento no Conselho e, em conjunto com as demais instituições, tem a função de acompanhar as políticas de atenção à pessoa idosa buscando a sua efetivação e os atendimentos das demandas dessa população. Karin Escobar fala sobre a sua participação no Conselho:
“Vou trabalhar no sentido de promover uma educação intergeracional que valorize e respeite a diversidade, para que as diferenças - dentre as quais a diferença de idade -, não se torne desigualdade. A minha experiência acadêmica será importante para fazer uma leitura da realidade e do cenário em que se encontra as políticas públicas, buscando ampliar a rede de proteção para a pessoa que envelhece”, salientou.
A professora ressalta ainda que a tecnologia é fundamental na vida de todos hoje em dia, além de ser um instrumento de inclusão e de exclusão social da pessoa idosa:
“A universidade tem um papel educacional importante nesse processo, de pensar ferramentas de acessibilidade e inclusão. O Unifoa tem ampliado suas estratégias para contribuir com esse desenvolvimento, a exemplo da reativação da Universidade Aberta à Terceira Idade, que busca ofertar atividades voltadas para esse público, fomentando espaços de socialização, intergeracionalidade, conforme as diretrizes previstas no Estatuto da Pessoa Idosa, Política Nacional da Pessoa Idosa.”
O vice-prefeito Sebastião Faria disse aos presentes que o governo do prefeito Neto tem um olhar especial com a Melhor Idade:
“Temos trabalhado incansavelmente para dar dignidade, segurança e lazer para a terceira idade, ao longo desses anos. Quero parabenizar a todos os novos diretores, que estão dispostos a ajudar essa parcela da população através de projetos e sugestões para avançar cada vez mais com os cuidados aos idosos.”
Já o deputado Munir Neto, que é presidente da comissão de Assuntos da Criança, do Adolescente e da Pessoa Idosa da Assembleia Legislativa (Alerj), declarou a importância do Conselho:
“Na Alerj venho mostrando o excelente trabalho que é desenvolvido na nossa cidade, para que seja ampliado a todo o estado do Rio de Janeiro e, com certeza, o Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa é fundamental para que os investimentos em projetos e programas para a pessoa idosa sejam vitoriosos”, afirmou.
A coordenadora Karin encerra a participação na cerimônia de posse explicando que “o assento do UniFoa no Conselho da Pessoa Idosa materializa a função social da universidade de se aproximar das necessidades da comunidade, contribuindo para que os conhecimentos acadêmicos produzidos possam retornar para a sociedade e promover a transformação social tão necessária.”
O CMDDPI, regulamentado pela Lei Municipal nº 5.855/2021, é vinculado à Secretaria Municipal de Ação Comunitária. O órgão colegiado tem caráter consultivo, deliberativo, normativo e fiscalizador, e é responsável pelo estabelecimento das diretrizes e metas da Política Municipal do Idoso. Também pela supervisão, acompanhamento, fiscalização e avaliação da política e das ações pela melhoria da qualidade de vida das pessoas idosas de Volta Redonda.
O conselho é um órgão colegiado composto por 16 membros titulares e seus respectivos suplentes. Do total, são 8 titulares e 8 suplentes representantes do Poder Público Municipal, sendo um representante do Gabinete do Prefeito; e um de cada uma das seguintes secretarias: Ação Comunitária (SMAC); Cultura (SMC); Esporte e Lazer (SMEL); Saúde (SMS); Políticas para Mulheres e Direitos Humanos (SMDH); Transporte e Mobilidade Urbana (STMU); além de um representante da Fundação Educacional de Volta Redonda (FEVRE).
Os outros titulares e suplentes são do Sindicato dos Trabalhadores Metalúrgicos do Sul Fluminense (SIND-MET); Sindicado Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos (SINDNAPI); Associação de Pais e Amigos dos Deficientes Físicos de Volta Redonda (APADEFI); Lar dos Velhinhos de Volta Redonda (LVVR); Associação dos Aposentados e Pensionistas de Volta Redonda (AAP/VR); Federação das Associações de Moradores de Volta Redonda (FAM/VR); Legião da Boa Vontade (LBV), Fundação Oswaldo Aranha (FOA) e Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA).
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Fotos: Hércules Marques e Cris Oliveira-Secom PMVR
O próximo sábado (27) celebra uma das muitas especializações da Medicina: o Dia Nacional do Pediatra. O médico perito no campo da pediatria é responsável por acompanhar o crescimento e desenvolvimento das crianças, desde o nascimento até a adolescência, sendo o especialista encarregado por diagnosticar, tratar doenças e orientar os pais acerca dos aspectos relacionados à saúde infantil, como a nutrição e vacinação.
A Pediatria é a esfera com maior número de profissionais entre de Medicina do país. Dos mais de 320 mil médicos especializados, cerca de 48 mil são pediatras, de acordo com dados divulgados pela Demografia Médica no Brasil 2023, produzida em parceria entre a Associação Médica Brasileira e a Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).
Criado em 1880, o termo “pediatria” tem origem na junção de duas palavras gregas: paidos (criança) e iatreia (processo de cura). Os primeiros centros médicos de atendimentos dedicados a esse campo foram criados em 1802, em Paris, na França.
A prática clínica como base para a formação profissional do pediatra se intensificou em 1882, quando Carlos Artur Moncorvo, considerado o “pai da Pediatria no Brasil”, inaugurou a Policlínica Geral do Rio de Janeiro, ao lado de Dom Pedro II, criando o primeiro curso regular da especialização no país. Em 1910, alguns médicos se organizaram numa associação que deu origem à centenária Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) que, a partir de então, tem atuado como a representante máxima dos interesses dessa esfera no país.
Desde então, a área tem passado por inovações que possibilitam a evolução do atendimento do Pediatra. O desenvolvimento tecnológico cada vez maior na Medicina nas últimas décadas oferece novos recursos de ponta para os profissionais da área, como telemedicina e os prontuários eletrônicos. O incremento dessas ferramentas se tornou essencial, pois permite um acompanhamento mais eficiente e acessível, seja em casos mais emergenciais e ou em exames de rotina de determinado paciente:
“Também não podemos esquecer da humanização do atendimento, que tem impacto significativo durante cada consulta. A empatia, sem julgamentos, ajuda a reduzir a ansiedade do paciente e familiares. Isso faz com que o seguimento do tratamento tenha melhor adesão, além de fortalecer o vínculo entre pediatra, responsáveis e a criança”, declarou Gustavo Baylao, chefe do Centro de Atendimento Intensivo (CTI) Pediátrico do Hospital da Fundação Oswaldo Aranha (H.FOA), acerca de como alinhar as novas tendências tecnológicas da Pediatria ao lado humano da relação entre os envolvidos em cada atendimento.
Gustavo, que atua no campo da Pediatria do H.FOA há 11 anos, também esmiuçou os principais cuidados que cada pediatra precisa se atentar. Ele explicou que o foco tem sido cada vez maior na prevenção de doenças através de vacinas, nutrição adequada e balanceada, e promoção de hábitos saudáveis desde a infância, pontos chaves de Medicina preventiva. Além disso, outro ponto importante está no cuidado da saúde mental das crianças e adolescentes, em parceria com a Psicologia.
Assim, durante a especialização nessa esfera das ciências da saúde, o estudante de Medicina precisa ser preparar para enfrentar os desafios que um pediatra enfrenta diariamente, com o propósito de ser um profissional exemplar:
“O ponto principal está no estudo intensivo, desde o básico no desenvolvimento normal da criança, até o aprofundamento nas doenças. Seguindo com estágios práticos, leituras de artigos atualizados e se envolvendo, também, em projetos de pesquisa. A cobrança é muito grande, seja pelos pais dos pacientes ou a correria intensa que qualquer médico vivencia. Por isso, os alunos precisam estar prontos para atuar de fato na área que escolheram, para que não aconteça um desequilíbrio pessoal e profissional”, completou o pediatra, enfatizando a importância dos estudos aprofundado para a formação integral do discente.
O chefe do CTI de Pediatria do H.FOA também é egresso do curso de Medicina do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA). Sua formação foi vital para o seu desenvolvimento profissional, pelas oportunidades de capacitações técnica, teórica e prática que foram oferecidas ao longo de sua graduação:
“O UniFOA teve um papel fundamental na minha formação e conquistas na especialidade. A base sólida plantada por professores engajados e dedicados, a qualidade de ensino, com uma estrutura curricular teórica e prática ampla através de contato com ambientes colaborativos, como postos de saúde da família, maternidade, acompanhamento clinico e cirúrgico. É um orgulho, como egresso, ver a instituição adquirir um centro próprio de atenção terciário e multidisciplinar", finalizou Gustavo.
Júlio Aragão, coordenador do curso de Medicina do UniFOA, evidenciou a qualidade da formação entregue aos futuros médicos, relembrando um dos professores mais respeitados da instituição:
“É uma área que exige dedicação, empatia e um profundo conhecimento técnico, atributos que nossos estudantes e profissionais buscam aprimorar constantemente. Sempre gosto de destacar que vários dos nossos professores e egressos são exemplos de pediatras dedicados e destacados em nossa comunidade. Em especial, homenageamos o professor Albino Moreira Torres, que nos deixou recentemente. Sua contribuição para a pediatria e para a formação dos nossos alunos foi inestimável”.
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O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), através dos cursos de Medicina e Odontologia, está comemorando o sucesso de um trabalho científico que foi aprovado no Congresso Nacional em Saúde e, posteriormente, publicado na revista internacional Research, Society and Development, neste mês de julho. O congresso é inovador e reúne especialistas, pesquisadores, profissionais da saúde e estudantes de todo o mundo, proporcionando um ambiente único para a troca de conhecimentos, experiências e avanços científicos.
Com o título “Protocolo para uso de antibiótico terapia profilática em condutas odontológicas, uma revisão de literatura”, o estudo foi desenvolvido pela aluna do 12º período da Medicina Sophia Lobo em parceria com seu pai, professor de periodontia e coordenador da pós-graduação do curso de Odontologia, Sérgio Luiz Manes Lobo, que abraçou a ideia da filha em publicar um trabalho científico. Depois de muito debate, pesquisa e análise, eles chegaram a um consenso sobre o tema que inter-relacionasse as duas áreas da saúde, que passou a ser elaborado.
A dissertação científica analisou sobre “Antibiótico Terapia Profilática”, que é a prática de uso de antibióticos previamente à realização de procedimentos odontológicos, que podem vir a causar infecção em nível sistêmico, por propiciar uma condição denominada bacteremia. O professor Sérgio explica:
“Visando esse objetivo, a administração prévia de antibióticos baseia-se em doses de alta concentração nos tecidos, no momento de condutas que possam causar uma infecção nos chamados pacientes suscetíveis. O principal objetivo é a prevenção da endocardite bacteriana, que é quando a bactéria entra na corrente sanguínea e causa infecção.”
A estudante Sophia complementa: “Os pacientes indicados à profilaxia são: portadores de próteses valvares, endocardite bacteriana prévia, cardiopatia congênita cianótica, disfunção valvular, prolapso da valva mitral, cardiomiopatia hipertrófica, febre reumática com disfunção valvular, transplantados e portadores de próteses ortopédicas recentes (um ano). O propósito desta revisão é contribuir com a classe odontológica no que diz respeito aos pontos chaves para se realizar a ‘antibiótico terapia profilática’, de maneira lúcida e eficaz, sem banalizá-la”.
O coordenador do curso de Medicina, Julio Aragão, fez um depoimento emocionante sobre mais esta conquista da instituição:
“O sucesso do trabalho científico desenvolvido no UniFOA, em diversas instâncias científicas, é motivo de grande orgulho para todos nós. Este marco reflete a relevância da produção científica promovida em nossa instituição, consequente ao brilhantismo de nossos docentes e discentes. A aprovação e publicação de um estudo são testemunhos do espírito de investigação científica que buscamos fomentar em nossos cursos. Este reconhecimento não apenas fortalece a reputação do UniFOA no cenário acadêmico nacional e internacional, mas também serve como inspiração para todos os nossos alunos e professores, incentivando-os a continuar contribuindo para o avanço do conhecimento na área da saúde”.
A futura médica Sophia Lobo, que se forma em dezembro deste ano, conta que o mais importante no Congresso foi poder compartilhar ideias inovadoras e aprender também com as informações por meio de outros trabalhos, além de pontuar no currículo para a residência médica, tendo sido um passo muito significativo:
“A nossa parceria surgiu quando eu decidi que faria um artigo científico e, ao perceber que poderíamos inter-relacionar as duas áreas da saúde, tudo evoluiu de forma natural. Quando o trabalho foi aprovado, minha reação não foi de surpresa, porque já tinha certeza que, com os ensinamentos dele, a chance da aprovação era enorme. O sentimento foi de gratidão principalmente, por ter meu pai, a pessoa mais importante pra mim, junto com a minha mãe, como meu maior aliado nessa etapa importante. A aprovação no congresso foi um momento muito marcante, assim como a publicação na revista internacional.”
Embalado com a conquista, o professor Sérgio conta que já conversam sobre o próximo trabalho.
“Já estamos pensando na próxima dissertação científica, que tenha um diferencial como este, que acredito ter sido aprovado justamente pela importância de inter-relacionar as profissões de saúde, uma auxiliando a outra, mas onde quem ganha - e muito - é o paciente. Também chamamos a atenção para a relevância das disciplinas ditas básicas, como farmacologia e fisiologia.”
Ele ainda complementa que, “ser professor e orientador são minha paixão profissional, agora ser professor e orientador de minha filha, tem um ar todo especial, palavra de pai”, ressaltou, visivelmente emocionado.
A campanha “Julho Amarelo” foi instituída no Brasil pela Lei nº 13.802/2019 e tem por finalidade reforçar as ações de vigilância, prevenção e controle das hepatites virais. De acordo com o Ministério da Saúde, as hepatites virais são doenças muitas vezes silenciosas, pois nem sempre apresentam sintomas visíveis, fazendo com que evolua sem o devido diagnóstico. Dependendo do tipo de hepatite, o paciente pode vir a óbito.
A hepatite é um processo inflamatório no fígado causado pela infecção por vírus. Existem alguns tipos de hepatites, as infecciosas, que são mais comuns, causadas pelos vírus: A (HAV), B (HBV) e C (HCV), como mais usuais. Outros vírus que causam hepatite são: D (HDV) e vírus E (HEV). O vírus da Herpes, citomegalovirus, Epstein Barr vírus (EBV) e o vírus da imunodeficiência humana (HIV) também podem causar hepatite. Até o vírus da Dengue pode ser responsável por casos de hepatite.
De acordo com o gastroenterologista do Hospital da Fundação Oswaldo Aranha (H.FOA), Paulo Braga, a campanha Julho Amarelo é uma excelente oportunidade para falar sobre essa doença, que é passível de prevenção, a começar pelas formas de transmissão:
“No caso da hepatite A, a propagação é por via fecal-oral, ou seja, através da ingestão de alimentos ou água contaminada pelo vírus. As hepatites virais B e C podem ser transmitidas através de sangue e fluidos corporais (como no compartilhamento de seringas e itens pessoais como alicate, lâminas de barbear, ou em relações sexuais desprotegidas), e via transfusão de sangue não testado”, explicou.
As formas da doença podem ser agudas, causando uma lesão no tecido hepático mais intensa, gerando complicações como a insuficiência hepática e sua falência. Ou, ainda, podem causar um acometimento lento e contínuo, produzindo um dano progressivo e evoluindo para uma hepatite crônica, que também vai levar a uma insuficiência hepática. Os dois mecanismos de lesão são potencialmente graves e podem levar à morte, caso não forem adequadamente tratados.
É bom deixar claro que contágio via transfusão de sangue já foi muito comum no passado, mas, atualmente é considerado raro, tendo em vista o maior controle e a melhoria das tecnologias de triagem de doadores, além da utilização de sistemas de controle de qualidade mais eficientes.
Paulo Braga esclarece que, quando o caso é de hepatite aguda, o paciente pode apresentar sintomas como febre, fadiga, dor abdominal, náuseas, perda de apetite. Com a evolução da doença, podem ainda causar icterícia (pele e olhos amarelados), coceira na pele, escurecimento da urina, fezes claras e aumento do tamanho do fígado.
E, nos casos de hepatite crônica, os sintomas serão decorrentes da insuficiência hepática, com aumento do volume abdominal devido a líquido (ascite); sangramento digestivo por varizes de esôfago; perda do apetite; dor abdominal; icterícia e confusão mental.
O tratamento vai depender do tipo de vírus, podendo ser apenas de controle dos sintomas, como é praticado nos casos da hepatite A. Para os diagnósticos de hepatites B e C existem o tratamento com medicamentos antivirais, que são fornecidos por centros especializados, sem custos, pelo governo. A vacina é o melhor método de prevenção para as hepatites A e B. Infelizmente para a hepatite C ainda não existe vacina para prevenir.
Mas, a melhor forma de evitar as hepatites virais é a prevenção, por isso é preciso redobrar os cuidados sanitários para casos de hepatite A, como higienização das mãos e dos alimentos. Para prevenir as hepatites B e C, deve-se usar preservativos em relações sexuais; não compartilhar seringas e objetos de uso pessoal, como alicate e cortador de unha, lâminas de barbear e procurar locais oficiais na hora de realizar testes sorológicos pré-transfusionais.
Como são doenças com potencial de prevenção, a informação é a melhor tática para a conscientização de funcionários de uma empresa, por exemplo. Por isso é tão necessário e importante falar sobre o assunto, para despertar a consciência de todos.
“O Julho Amarelo é uma campanha de conscientização de estrema importância. Através da informação conseguimos reduzir a exposição pessoal ao vírus, diminuir o número de pessoas contaminadas e, consequentemente, os óbitos. Peça ao seu médico a vacina para as hepatites A e B”, recomendou o gastroenterologista Paulo Braga.
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Nesta segunda-feira, dia 29, inicia o Start 2024.2, que dá as boas-vindas do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) aos ingressantes e veteranos para o próximo semestre letivo, com ações e palestras. O evento acontece no Auditório William Monachesi, às 19h, voltado para os discentes e acompanhantes, que assistirão à apresentação sobre a história da Fundação Oswaldo Aranha (FOA) e toda a sua estrutura atual.
Participe do nosso acolhimento e conheça mais sobre a instituição que te ajudará a alcançar suas conquistas.
O evento objetiva ainda potencializar o desenvolvimento profissional dos alunos para o mercado de trabalho e orientá-los quanto às plataformas e ferramentas utilizadas durante as aulas. As atividades, durante a semana, acontecerão nas modalidades presencial e on-line
No dia 30, será dado início ao projeto “O dia a dia do seu curso”, com palestras para os alunos dos cursos presenciais, na sala de aula do 1º período de cada curso, sobre a instituição que escolheram para os seus futuros; sua infraestrutura e toda a tecnologia inovadora, que dará habilidades para o seu futuro e o mercado de trabalho.
Para os cursos de Educação a Distância (EaD), a coordenação do seu curso te auxilia nessa nova jornada, realizando um bate-papo e apresentando tudo que a FOA oferece de suporte à sua formação, além de te explicar a matriz, formas de avaliação e muito mais. São os cursos: Escola de Engenharia, Escola de Tecnologia e Escola de Gestão.
Nesse mesmo dia 30, às 19h, os veteranos assistirão à palestra “Vida e Carreira”, num encontro online sobre a sua profissão e que esperar do mercado de trabalho.
No dia 31, às 19h, haverá a explanação sobre o tema “Sua rotina de estudos”, uma live realizada pelo Centro de Aprendizagem e Inovação Pedagógica (CAIP) e pela Pró-reitoria de Educação a Distância e Tecnologias de Ensino (PRO-EAD), sobre metodologias de ensino e como utilizar a nossa plataforma virtual de estudos, a Learning Experience Plataform (LXP).
No dia 1º, às 19h, será proferida a palestra, de forma online, “A experiência UniFOA”, pela egressa do curso de Publicidade e Propaganda, Bianca Brito, que conquistou um lugar de destaque na sua área de atuação. De volta à instituição, falará sobre carreira profissional e como se colocar no mercado de trabalho.
No dia 2, às 19h, será realizada novamente o evento “Sua rotina de estudos”, caso tenha perdido a live promovida pelo CAIP e PRO-EaD, para que nesse segundo momento, possa ficar informado desse importante conteúdo
O curso de Engenharia ABI (Área Básica de Ingresso) do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) tem tido grande sucesso em proporcionar aos estudantes oportunidades que ampliam os horizontes do aprendizado.
Após dois artigos do curso serem aceitos no Congresso Nacional de Engenharia Mecânica (CONEM) e outros oito no Congresso Brasileiro de Educação em Engenharia (COBENGE), o trabalho dos discentes Gabriel Rodrigues e Bruno Lima, do 4º período da Área Básica de Ensino (ABI), foi aceito pelo Congresso Brasileiro de Automática (CBA), que será realizado em outubro. A pesquisa desenvolvida pelos acadêmicos, liderados pelo professor Italo Pinto Rodrigues, explora uma aplicação inédita de um algoritmo de otimização utilizado para configurar uma Inteligência Artificial de modo a proporcionar melhor controle de equipamento na indústria siderúrgica.
O CBA, sediado no Centro de Convenções Windsor da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro (RJ), é uma realização da Sociedade Brasileira de Automática (SBA), sendo organizado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com apoio do Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (CEFET/RJ) e da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). É considerado, desde 1976, o maior Congresso de Engenharia Elétrica do país.
O encontro é uma grande chance para alunos da Engenharia do UniFOA entrarem em contato com profissionais consolidados da área e observarem novas tendências da profissão atualmente e para o futuro:
“A oportunidade direcionada aos estudantes de desenvolver novos conhecimentos científicos e maximizá-los de forma a complementar a sua formação curricular são os grandes impactos gerado pela participação deles no Congresso. A matriz da engenharia ABI permite e fortalece o engajamento dos acadêmicos na pesquisa, tecnologia e inovação”, declarou Samantha Grisol, coordenadora da Engenharia ABI do UniFOA, orgulhosa pelos resultados alcançados pelos alunos.
Ao longo do artigo aprovado, os membros da equipe destrincharam o algoritmo de Otimização Extrema Generalizada (GEO) sendo aplicado, pela primeira vez, na indústria siderúrgica, na busca por soluções para melhorar a eficiência e a qualidade dos processos de produção. O objetivo principal era encontrar uma forma de utilizar esse recurso como um potencializador da produção de aço, visando reduzir custos e melhorar a qualidade do produto final.
Para concretizar essa ideia, eles realizaram diversos experimentos e simulações, ajustando parâmetros críticos e comparando os resultados com métodos tradicionais.
“Os resultados foram promissores. Eles nos mostraram que podemos trazer melhorias significativas para a indústria siderúrgica, sobretudo para diversificar a produção, trazendo mais eficiência para aumentar a quantidade e qualidade daquilo que é produzido na indústria siderúrgica”, explicou Gabriel, satisfeito com o desenvolvimento do trabalho e sua aprovação em um Congresso Nacional.
Italo, docente que norteou os estudantes nesse desafio, celebrou o resultado obtido pelos estudantes ao destacar o comprometimento de todos na elaboração da aplicação inédita:
“A possibilidade de realizar uma pesquisa de ponta é oferecida os estudantes de Engenharia desde os anos iniciais da graduação. Apesar de os estudantes estarem nos ciclos inicias do curso, demonstram bastante dedicação, comprometimento e disponibilidade aos projetos. Então, ficamos bem felizes de estarem conseguindo atingir excelentes repercussões em seus trabalhos”.
Os elogios do professor Italo aos estudantes não são por acaso. Gabriel e Bruno estão acumulando grandes conquistas no decorrer de suas trajetórias acadêmicas no UniFOA, pois também foram selecionados para o CONEM, sendo fruto da dedicação de ambos em suas formações ao intensificarem a busca incessante por novos conhecimentos para aplicá-los em projetos inovadores, apoiados e incentivados pelos docentes.
Bruno rasgou elogios a estrutura disponibilizada pelo curso de Engenharia do UniFOA e o empenho diário dos professores, como Italo:
“O curso de Engenharia do UniFOA, tem nos proporcionado um excelente suporte para participar de Congressos Nacionais na área. Com a ajuda dos professores, como o professor Italo que é altamente qualificado e sempre disponível para orientar e apoiar os alunos, o acesso a recursos acadêmicos é facilitado, incentivando a participação em eventos e pesquisas. Essa combinação de suporte institucional e orientação especializada tem sido fundamental para meu desenvolvimento acadêmico e profissional”.
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O Hospital da Fundação Oswaldo Aranha (H.FOA) realizou, nesta sexta-feira (19), a primeira cirurgia oncológica com a utilização da plataforma robótica Da Vinci X na região, e também a primeira em um paciente privado, que sofria com um tumor de próstata. A FOA anunciou, no início deste mês, a aquisição da plataforma e o início das intervenções cirúrgicas, implantando um avançado sistema robótico que está revolucionando a cirurgia médica em Volta Redonda, Sul Fluminense e todo o Vale do Paraíba. A cirurgia foi um sucesso, o paciente já se encontra no quarto e tem alta programada para pouco mais de 24h.
De acordo com o cirurgião e coordenador do Programa de Cirurgia Robótica do H.FOA, Heitor Santos, as vantagens da cirurgia por robótica são inúmeras:
“O procedimento cirúrgico por robô diminui muito o índice de complicações em intervenções na próstata, como impotência sexual e incontinência urinária, quando comparada à cirurgia convencional ou por videolaparoscopia. A cirurgia foi feita pelo urologista e chefe do Programa de Cirurgia Robótica em Hospital da cidade do Rio de Janeiro e, apesar de ser uma cirurgia delicada, a plataforma Da Vinci X proporciona uma rápida recuperação e alta hospitalar rápida”, explicou.
A cirurgia contou com o acompanhamento do cirurgião Heitor Santos e equipe, e tudo ocorreu dentro do programado:
“A equipe que forma o Comitê Robótico do H.FOA treinou exaustivamente e está altamente capacitada e executar qualquer cirurgia robótica", ressaltou Heitor, que também opera hérnias da parede abdominal por cirurgia robótica no H.FOA. Ele complementou afirmando que "o paciente foi levado para o quarto e está com alta programada para pouco mais de um dia. Foi mais uma etapa vencida e iniciamos mais uma especialidade na plataforma robótica Da Vinci em toda a região, o que demonstra compromisso com excelência do H.FOA", salientou.
O H.FOA atende ao Sistema único de Saúde (SUS) e a primeira cirurgia, realizada no início deste mês, saiu de forma gratuita para o paciente, que se submeteu à retirada de uma hérnia abdominal, com grande sucesso. Entre os benefícios da cirurgia robótica estão a maior precisão nos movimentos e tempo de recuperação mais curto, sendo que essa tecnologia permite realizar procedimentos cirúrgicos complexos com resultados aprimorados.
Estando na vanguarda da região Sul Fluminense, o Hospital da FOA tem a plataforma Da Vinci X instalada entre Guarulhos e (SP) e Duque de Caxias (RJ), com a projeção de ser amplamente utilizada em quase todas especialidades cirúrgicas, que vão do cérebro ao abdômen, sendo as principais: próstata, rim e hérnias abdominais. Isso representa um avanço significativo na cirurgia moderna e minimamente invasiva.
Para o diretor do H.FOA, Leonardo Prado, a cirurgia robótica oferecida pelo hospital – também através do SUS -, mostra a democratização do acesso à tecnologia disponível nos melhores hospitais do mundo:
“Temos uma equipe capacitada para o uso da plataforma Da Vinci X, após intenso treinamento e obtenção da certificação. Sabemos que o investimento inicial da tecnologia robótica é alto, mas se levarmos em conta o tempo reduzido de internação e a diminuição das complicações decorrentes do procedimento, a economia será significativa por meio da menor carga sobre os recursos hospitalares”, complementou.
Segundo dados da Associação Médica Brasileira, a cirurgia robótica cresceu, em 5 anos, 417% no Brasil e a previsão é que o custo cirúrgico deverá cair para os pacientes por conta da chegada de mais robôs em território brasileiro. Embora ainda restrita a poucos centros médicos no país — quase todos na rede privada —, a cirurgia robótica vive um momento de expansão inédita no Brasil, com o aumento do número de equipamentos.
Ainda de acordo com os hospitais que oferecem a técnica, o aumento da concorrência está permitindo redução de 30% a 50% no custo do procedimento para o paciente e deverá ampliar o número de estabelecimentos de saúde que realizam operações com auxílio de robô. Nos últimos cinco anos, o número de robôs cirúrgicos dobrou no país, passando de 51 em 2018 para os atuais 111.
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O Centro Universitário de Volta Redonda – UniFOA divulgou nesta sexta-feira (19) o Edital para o processo seletivo do Programa de Acolhimento Financeiro ao Aluno (AFA), que ofertará bolsas de estudos de até 50% a estudantes de graduação presencial para o segundo semestre de 2024.
Os interessados podem se inscrever de 24 de julho a 30 de agosto pela área restrita do portal acadêmico, onde deverão preencher a Ficha Socioeconômica de Inscrição Bolsa AFA e anexar os documentos solicitados no Edital.
Podem se candidatar todos os alunos regularmente matriculados, exclusivamente nos cursos presenciais de graduação, desde que o valor da mensalidade efetivamente pago pelo aluno à instituição seja superior a 50% do valor da mensalidade integral. Não incluído qualquer desconto/benefício, além dos demais requisitos e condições previstos em Edital.
O valor da bolsa corresponderá ao percentual variável de 10% a 50% do valor da mensalidade, referente ao período matriculado, e vigorará no período de julho a dezembro de 2024.
Todas as informações podem ser conferidas abaixo, no Edital de seleção socioeconômica para bolsas do Programa de Acolhimento do Aluno, além da respectiva portaria e anexos.
Em caso de dúvidas, o atendimento telefônico é de segunda a sexta-feira (exceto feriados), das 13 às 18 horas, pelo telefone (24) 3512-5555.
Assista ao vídeo de tutorial para saber o passo a passo da inscrição
O Centro Universitário de Volta Redonda – UniFOA divulgou nesta sexta-feira (19) o Edital para o processo seletivo do Programa de Acolhimento Financeiro ao Aluno (AFA), que ofertará bolsas de estudos de até 50% a estudantes de graduação presencial para o segundo semestre de 2024.
Os interessados podem se inscrever de 24 de julho a 30 de agosto pela área restrita do portal acadêmico, onde deverão preencher a Ficha Socioeconômica de Inscrição Bolsa AFA e anexar os documentos solicitados no Edital.
Podem se candidatar todos os alunos regularmente matriculados, exclusivamente nos cursos presenciais de graduação, desde que o valor da mensalidade efetivamente pago pelo aluno à instituição seja superior a 50% do valor da mensalidade integral. Não incluído qualquer desconto/benefício, além dos demais requisitos e condições previstos em Edital.
O valor da bolsa corresponderá ao percentual variável de 10% a 50% do valor da mensalidade, referente ao período matriculado, e vigorará no período de julho a dezembro de 2024.
Todas as informações podem ser conferidas abaixo, no Edital de seleção socioeconômica para bolsas do Programa de Acolhimento do Aluno, além da respectiva portaria e anexos.
Em caso de dúvidas, o atendimento telefônico é de segunda a sexta-feira (exceto feriados), das 13 às 18 horas, pelo telefone (24) 3512-5555.
Assista ao vídeo de tutorial para saber o passo a passo da inscrição
Os acidentes domésticos, segundo o Ministério da Saúde, são a principal causa de óbito entre crianças de até 14 anos de idade. Anualmente, cerca de 3,6 mil crianças morrem vítimas de acidentes em casa e outras 111 mil precisam ser hospitalizadas. Os dados alarmantes chamaram a atenção do curso de Medicina do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) que, desde 2021, fomenta o ‘Projeto Criança Segura’, com ênfase nas áreas de prevenção de acidentes e de primeiros socorros, essenciais para que pais e responsáveis saibam como agir em situações de risco.
É preciso alertar, por exemplo, que a cozinha é um dos lugares de maior risco para acidentes, como cortes, queimaduras e intoxicações e, por isso, é necessário manter facas, garfos e objetos cortantes, como tesouras, em gavetas com travas de segurança e fora do alcance de crianças. Mas o projeto vai muito além dessas noções básicas, pois o objetivo é ensinar e treinar pais e responsáveis em como agir em ocorrências de Urgência e Emergência, além de prevenir situações de risco e o que fazer nos casos em que a prevenção não for suficiente para se evitar o mal à saúde da criança/lactente.
Desde o início até agora, mais de 350 famílias receberam importantes informações e treinamento, que são oferecidos na Unidade Básica de Saúde da Família (UBSF); e na Policlínica Dr. André Bianco, ambas localizadas no campus Olezio Galotti do UniFOA, em Três Poços. Mesmo com a implementação da Lei Lucas, sancionada em 2018, ainda há grande defasagem nas informações sobre primeiros socorros entre a população brasileira, principalmente para a população que apresenta baixa condição social.
“Nosso projeto tem como objetivo a promoção da saúde de forma objetiva e prática, com ênfase na área de prevenção de acidentes e primeiros socorros. A abordagem presencial é realizada seguindo o protocolo de biossegurança das áreas de ciências biológicas e da saúde, criado pelo UniFOA. Outra meta é aproximar o estudante da população que utiliza a policlínica e o UBSF de Três Poços”, informou o professor Luciano Costa.
Um dos mais entusiastas do projeto é o coordenador do curso de Medicina, Júlio César Soares Aragão:
“Um projeto como esse é relevante por várias razões, pois permite que nosso estudante tenha a vivência de educação em saúde e de vinculação de conhecimentos teóricos em situações reais, fortalecendo a sua formação acadêmica e profissional. Além disso, presta um serviço relevante à comunidade e exemplifica a integração entre ensino e extensão no UniFOA. Esse é um papel fundante da nossa instituição - atender às necessidades da comunidade, promovendo o avanço do conhecimento científico e reafirmando nosso compromisso em formar profissionais com competência e responsabilidade social.”
Todo início de semestre, 25 alunos passam por uma capacitação interna, que é oferecida pela Liga Acadêmica de Primeiros Socorros (LAPS) em parceria com os acadêmicos do curso de Medicina. Eles são divididos em grupos, sendo que cada um realiza duas intervenções na Policlínica e no Posto de Saúde, com as abordagens feitas na sala de espera, enquanto os responsáveis pelas crianças aguardam o atendimento médico. Cada grupo utiliza bonecos para praticar as manobras e facilitar a compreensão.
O projeto foi criado por duas alunas do curso de Medicina, após uma aula sobre acidentes na faixa etária pediátrica. As alunas observaram a necessidade de propagar as informações sobre segurança da criança para os responsáveis que procuram o atendimento em Três Poços. O interesse e a receptividade por parte dos responsáveis têm sido um sucesso e, por isso, o projeto é reeditado a cada semestre.
O professor Rodolfo Mendes, que acompanhou de perto as várias edições do Criança Segura, explica que “o projeto fornece ferramentas ao aluno para que possa praticar a educação em saúde, onde aprende o conteúdo, teórico e prático, em como manejar e informar a população acerca dos primeiros socorros pediátricos. Proporciona também um maior contato com a população, possibilitando a rica troca de conhecimentos e experiências”, salientou.
A aluna Larissa Azevêdo conta que entrou para o Projeto Criança Segura quanto estava em seu primeiro semestre de faculdade e, desde então, nunca mais saiu:
“Estou indo para o módulo 5 e continuo apaixonada por cada pedacinho do projeto. Participar dos treinamentos foi uma oportunidade de aprender o que só veria mais tarde na graduação. Isso foi muito importante para mim, pois hoje, após participar várias vezes dos treinamentos, me sinto menos ansiosa e mais preparada para enfrentar situações reais de emergência, que podem ocorrer a qualquer momento.”
Ainda de acordo com Larissa, “a outra parte do projeto, as intervenções, onde transmitimos o que aprendemos à população, sempre supera minhas expectativas. Ver as pessoas tão interessadas em aprender, poder conversar com elas, prepará-las para lidar com situações de perigo e, quem sabe, ajudar a salvar uma vida, é algo que torna o Criança Segura tão especial e emocionante para mim. Esse projeto me fez crescer muito, tanto pessoal quanto profissionalmente. Por isso, amo fazer parte dele”, finalizou, emocionada.
A Lei Lucas é uma Lei federal (13.722/18), que obriga as escolas (públicas e privadas) e os espaços de recreação infantil a se prepararem para atendimentos de primeiros socorros.
A criação dessa lei aconteceu em decorrência de uma fatalidade. Lucas Begalli tinha apenas 10 anos, quando se engasgou com um pedaço de cachorro quente num passeio escolar e veio a óbito, no ano de 2017. O tempo onde os primeiros socorros serão realizados é fundamental para salvar a vida da vítima.
A principal diretriz da Lei Lucas é a obrigatoriedade de escolas e estabelecimentos similares a possuírem pelo menos um profissional capacitado em noções básicas de primeiros socorros, a fim de prestar atendimento imediato em casos de emergência envolvendo alunos. Os profissionais que podam aplicar a Lei Lucas são: médicos, enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem, além de policial militar do Corpo de Bombeiros. (Fonte: Ministério da Saúde).
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