A declaração do Imposto de Renda de Pessoa Física (IRPF) é uma ferramenta do Governo Federal para acompanhar a evolução do patrimônio dos brasileiros e verificar se os contribuintes estão pagando mais ou menos tributos do que deveriam, tendo um controle maior em relação à renda da população e seus gastos. Este ano, o prazo de entrega vai até o dia 31 de maio e são obrigados a declarar quem obteve rendimentos tributáveis acima de R$ 30.639,90 até R$ 40.000,00.
Em 2015, o Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) criou, através do Escritório da Cidadania, o “Projeto de Ensino: Plantão Imposto de Renda”, que atualmente é gerenciado pela Escola de Gestão e Negócios em parceria com o Núcleo de Práticas Contábeis, oferecendo gratuitamente o serviço de preenchimento do formulário de declaração do IR. O plantão funciona às quartas-feiras, das 15h30 às 17h30, no prédio 14, laboratório 14, do Campus Olezio Galot, em Três Poços e é aberto aos colaboradores da instituição e à comunidade em geral.
De acordo com a coordenadora do curso de Administração, Patrícia Nunes, a proposta é permitir que os discentes dos cursos de Administração, Ciências Contábeis e Escola de Gestão e Negócios possam colocar em prática o ensino aprendizagem teórico realizado em sala de aula, no que tange à legislação tributária vigente referente ao IRPF. Os interessados têm até o dia 29 de maio para procurar o serviço gratuito, sendo que, no ano passado, 110 contribuintes foram beneficiados. Quem se encaixa nas exigências e não enviar a declaração dentro do prazo, irá pagar multa pelo atraso.
Os estudantes que participam do projeto utilizam uma ferramenta gerida pelo Governo Federal para promover a inserção de dados e informes dos contribuintes, assim como analisar os resultados do processamento dessas informações e/ou eventuais pendências que necessitem de regularizações perante o Fisco, tudo com a supervisão dos professores Rodrigo da Costa Alves e Luciana Porto de Matos.
A prática de preencher o formulário do IRPF profissionaliza os alunos em vários aspectos, como: educação financeira e fiscal; habilidades práticas; consciência financeira; preparação para o futuro; cultura da legalidade; desenvolvimento de competências de resolução de problemas, além de estarem envolvidos em uma disciplina que faz a prestação de serviço à comunidade.
“Ter essa prática no currículo, contribui para o desenvolvimento de competências amplas e importantes para os estudantes”, explicou Patrícia.
Aprender a preencher o formulário de declaração do IRPF ajuda os estudantes a compreender melhor o sistema tributário do país e as obrigações fiscais, além de ser uma excelente base para a formação de cidadãos conscientes sobre seus direitos e deveres.
“O serviço gratuito do IRPF é um projeto bem-sucedido da instituição, idealizado pelo saudoso professor Hyder Marcelo Araújo Lima junto ao Escritório da Cidadania, há 9 anos. De lá para cá, centenas de pessoas receberam essa ajuda de forma gratuita e, sem dúvida, é um ótimo estágio, pois fornece ao aluno o entendimento necessário sobre o sistema de tributação do Brasil, além de promover o ensino humanizado, e o UniFOA incentiva isso”, salientou o coordenador do Escritório da Cidadania, Dario Aragão Neto.
Muita gente atribui a declaração do Imposto de Renda ao pagamento do tributo, mas nem sempre é dessa forma. Ela serve, basicamente, para informar os rendimentos que foram recebidos, sejam eles, tributáveis ou não tributáveis. Ao longo do ano, recebemos os rendimentos, sejam através de salário, investimentos, dividendos e demais ganhos e, mesmo que não tenha que pagar nada, é essencial declará-los.
Em muitos casos, a Receita Federal já retém parte desses ganhos por meio do Imposto de Renda e o contribuinte pode receber parte do dinheiro de volta, que é chamada de restituição. A declaração serve também para realizar o acompanhamento da evolução do patrimônio dos brasileiros, uma vez que são informados os bens adquiridos no último ano como carros, casas, títulos, entre outros.
Como o imposto de renda é um tributo obrigatório, o valor é destinado ao governo federal, que usa para quitar despesas administrativas do Estado e investe em áreas como educação, segurança, transporte, saúde, entre outras. O não cumprimento pode ocasionar diversas multas e até mesmo punições legais.
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O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) está com inscrições abertas para o Processo Seletivo de Transferência Interna e Externa, Análise Curricular, Reingresso e Portadores de Diploma de Curso Superior para os Cursos de Graduação na modalidade Educação a Distância (EaD), referentes aos semestres 2024.1 e 2024.2.
O edital, de número 03/2024, divulgado pela Reitora da instituição, estabelece as condições para ingresso nos cursos oferecidos pelo UniFOA, em conformidade com as normativas regimentais da FOA/UniFOA, a Lei nº 9.394/96, o Decreto Federal nº 9.235/17 e demais legislações pertinentes.
Modalidades de Ingresso:
Transferência Interna e Externa: Destinada a candidatos matriculados nos cursos do UniFOA, tanto na modalidade presencial quanto EaD, que desejam realizar transferência.
Análise Curricular: Voltada para candidatos de cursos EaD de outras instituições de ensino superior, que tenham cursado pelo menos o primeiro período ou um ano com aprovação mínima de 75% dos componentes curriculares.
Reingresso: Para candidatos que tenham cursado pelo menos o primeiro período ou um ano com aprovação mínima de 75% dos componentes curriculares em cursos EaD, e desejam retornar ao mesmo curso antes do desligamento/abandono.
Portadores de Diploma de Curso Superior: Destinado a candidatos que possuam diploma de curso superior nas modalidades presencial ou EaD, registrados em instituições reconhecidas pelo MEC, e desejam fazer um novo curso de graduação no UniFOA, na modalidade EaD.
As inscrições para o Processo Seletivo serão realizadas exclusivamente através do Portal do Candidato, no link www.unifoa.edu.br/portaldocandidato, no período de 25/03/2024 até às 21h do dia 22/04/2024. É importante observar a disponibilidade de vagas e seguir as regras estabelecidas nos Editais n° 03/2024 e Complementar n° 01/2024.
Com esse processo seletivo, o UniFOA reafirma seu compromisso com a educação de qualidade e a oferta de oportunidades de formação para estudantes de diferentes perfis e trajetórias acadêmicas. A instituição busca promover o acesso ao ensino superior e contribuir para o desenvolvimento pessoal e profissional de seus alunos.
Para mais informações sobre os cursos oferecidos, vagas disponíveis e demais detalhes do processo seletivo, os interessados podem acessar o site oficial da instituição ou entrar em contato com a central de atendimento ao estudante.
O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) reafirma sua posição de protagonismo no cenário educacional brasileiro ao conquistar, pela décima primeira vez consecutiva, um lugar entre as melhores Instituições de Ensino Superior do país no Índice Geral de Cursos (IGC), divulgado pelo Ministério da Educação (MEC).
A avaliação, realizada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e referente ao ano de 2022, atribuiu ao UniFOA a nota 4 (em uma escala que vai de 1 a 5). Esse reconhecimento reflete o compromisso da instituição com a excelência acadêmica e a qualidade do ensino oferecido aos seus estudantes.
O IGC é uma importante ferramenta de mensuração da qualidade do ensino superior no Brasil, calculada periodicamente com base na média do Conceito Preliminar de Curso (CPC) do último triênio, abrangendo os cursos de graduação avaliados.
Na última avaliação, o UniFOA teve seis de seus cursos submetidos à análise, dos quais quatro alcançaram a nota quatro e dois receberam a nota três.
Serviço Social: nota 4 (o melhor curso entre os Centros Universitários públicos e privados do Brasil);
Ciências Contábeis: nota 4 (o 2º melhor curso do Estado do Rio entre Centro Universitário, Faculdade, Instituto e Universidade);
Publicidade e Propaganda: nota 4 (o 3º melhor curso entre os Centros Universitários privados do Estado do Rio);
Direito: nota 4 (o 6º melhor curso entre os Centros Universitários privados do Estado do Rio);
Jornalismo: nota 3 (o 5º melhor curso entre os Centros Universitários privados do Estado do Rio);
Administração: nota 3 (o 11ª melhor curso entre os Centros Universitários privados do Estado do Rio).
Esses resultados demonstram o comprometimento do UniFOA com a qualidade do ensino, a formação acadêmica sólida e a busca contínua pela excelência, consolidando sua posição como uma das principais referências no ensino superior do país.
Entre os dias 4 e 7 de abril, das 09h às 22h, a Ilha São João, em Volta Redonda, será palco da 5ª Bienal do Livro de Volta Redonda. Com o tema "Gentileza gera gentileza", esta edição promete proporcionar uma experiência única de acessibilidade, cultura e arte, reunindo diversos apaixonados pelo mundo dos livros.
Realizada pelo Instituto Dagaz em parceria com a prefeitura e outras instituições, a Bienal do Livro oferecerá mais de 100 atrações culturais e literárias, garantindo quatro dias repletos de aprendizado, diversão e conhecimento para todos os visitantes.
Com uma programação diversificada e envolvente, o evento contará com cinco espaços distintos, cada um oferecendo uma experiência única:
Jovens & Professores: Este espaço será dedicado aos jovens e educadores, oferecendo atividades especialmente pensadas para esse público, como oficinas, palestras e debates sobre temas relevantes da atualidade.
Mesas de Debate: Aqui, os visitantes poderão participar de discussões enriquecedoras com autores renomados, abordando uma variedade de assuntos que vão desde literatura até questões sociais e culturais.
Infantil/Saraus: Voltado para as crianças, este espaço será um verdadeiro paraíso literário, com contação de histórias, apresentações teatrais e saraus poéticos, estimulando o gosto pela leitura desde cedo.
Palco Gentileza: Um ambiente acolhedor e inclusivo, onde serão realizadas apresentações artísticas, música ao vivo e atividades culturais que promovem a gentileza e a valorização do próximo.
Palco Principal: O coração da Bienal, onde acontecerão os grandes eventos, como lançamentos de livros, sessões de autógrafos com autores consagrados e debates sobre os principais temas do universo literário.
Além disso, o Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) marcará presença no evento com um estande próprio, onde serão apresentados trabalhos acadêmicos e outras iniciativas desenvolvidas pela instituição. Será uma oportunidade única para os visitantes conhecerem o talento e a criatividade dos estudantes e professores do UniFOA.
Com estandes de livrarias e editoras, o pavilhão da Ilha São João se transformará em um verdadeiro oásis literário, proporcionando aos visitantes a oportunidade de explorar novos mundos através das páginas dos livros.
Seja você um aficionado por literatura, um educador em busca de novos conhecimentos ou uma família em busca de diversão, a 5ª Bienal do Livro de Volta Redonda promete oferecer uma experiência inesquecível para todos os públicos. Venha fazer parte deste universo de cultura, diversão e gentileza!
A neurociência, área do conhecimento que se dedica a compreender os mecanismos biológicos e estruturas cerebrais, vem ganhando cada vez mais espaço na educação, visto que as descobertas nesse campo podem ajudar a compreender os princípios da aprendizagem humana. A neurociência proporciona ferramentas que permitem aos educadores entender o processo de aprendizagem, considerando as necessidades dos alunos, e desenvolver estratégias de ensino mais eficientes.
Nesse ponto de vista, Sônia Moreira, professora do curso de Medicina do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) teve uma contribuição grandiosa na elaboração do livro “Neurociências: um instrumento teórico epistemológico e metodológico interdisciplinar”. A convite da doutora e professora Cristina Novikoff, ela escreveu o capítulo "AS NEUROCIÊNCIAS, A VIDA E A MORTE HUMANIZADA", que fala sobre a relação da neurociência com o processo de humanização da morte, que foi o principal objeto de estudo pela professora nesse recorte do livro.
A proposta do livro, organizado pela professora Cristina, além dos professores Carlos Alberto Schettini, Márcio Vieira Xavier, Sérgio Pavanelli e Tigernaque Pergentino surgiu nas discussões instigadas ainda em 2021, nas aulas do curso de Psicopedagogia Escolar do CEP/FDC. O livro contempla várias temáticas, como a neurobiologia do estresse pós-traumático até a relação entre memória, cognição e consciência, bem como funções executivas e regulação emocional, além de aprofundar sobre os efeitos provocados pela neurociência na resiliência emocional, na tecnologia em diferentes ambientes e na aprendizagem:
“A aprendizagem é um processo complexo que envolve criar, fortalecer ou modificar sinapses, região de conexão entre neurônios onde há troca de informações entre essas células. Dessa forma, adquirir novas habilidades ou um novo comportamento sempre gera uma modificação no cérebro. Essas capacidades de se modelar e remodelar são aspectos que conhecemos como plasticidade cerebral, ou neuroplasticidade, que acontece pela neurociência”, destacou Sônia Moreira, sobre os impactos que podem ser causados pela neurociência na vida de cada indivíduo.
Explorando as consequências da neurociência na vida e na morte humanizada, a professora Sônia ao longo do seu capítulo escrito no livro, aprofundou conceitos como atenção, memória e emoção como agentes intercessores no processo de aprendizagem, que também dialogam diretamente com as funções executivas, especialmente no curso de Medicina para tratar do tema.
Ainda segundo a docente, a neurociência proporciona ferramentas que permitem aos educadores entender o processo de aprendizagem, considerando as necessidades dos alunos, e desenvolver estratégias de ensino mais eficientes. Essa área tem se expandido e vem ganhando bastante espaço na educação, já que as descobertas nesse campo podem ajudar a compreender os princípios da aprendizagem humana:
“Reforço a alegria de poder trazer o tema 'as neurociências, a vida e a morte humanizada', exatamente no sentido de que uma formação humana se dá de forma integral, e nesse olhar, a morte ensina a quem parte e a quem acompanha a partida e isso é educação. No curso de Medicina do UniFOA, pelas humanidades, apresentamos aos nossos discentes exatamente o processo 'vida e morte e suas nuances', de forma que eles possam internalizar em sua formação médica os conhecimentos acerca das emoções e suas possibilidades mesmo diante dos desfechos não desejados”, completou Sônia, reforçando a satisfação em disseminar seus conhecimentos desse âmbito científico por meio da oportunidade de escrever um capítulo do livro.
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Representantes de turma dos cursos da instituição se reuniram para discutir os aspectos sobre a liderança acadêmica, que serviu como ponto de partida para o “Curso de Liderança e Protagonismo”, idealizado pelo Centro de Aprendizagem e Inovação Pedagógica (CAIP) do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA). A atividade, realizada no AudiSmart do Campus Olezio Galloti, em Três Poços, foi comandada pela professora Maria das Graças e os psicopedagogos Lucas Lima, Adriana Martins, Vânia Ananias e Aline Rebouças com o objetivo de esclarecer as principais funções de um representante de turma como um líder, além de encorajá-los a enfrentar os principais obstáculos desse desafio.
O encontro foi apenas o primeiro da iniciativa, que continuará de forma remota até a 2ª quinzena de abril, via Microsoft Teams, para disponibilizar artigos e atividades sobre as diferentes formas de exercer o papel de protagonista no processo de liderança. Após esse período, os representantes se reunirão para um novo encontro, no final do próximo mês, para refletirem acerca dos aprendizados adquiridos no curso.
Antes do debate, os organizadores promoveram momentos de descontração entre os representantes para maximizar o entrosamento entre todos, por meio da interação. Após 'quebrar o gelo', eles conscientizaram os estudantes sobre os princípios do UniFOA, que giram em torno da missão de formar protagonistas durante todo o processo de capacitação de agentes transformadores da sociedade; da visão necessária para a instituição ser uma referência educacional na criação de novas ideias, soluções e experiência centradas no bem estar humano, além dos valores centrados na inovação, compromisso social e socioambiental, em diversidade alinhada à empatia e ética da instituição.
Todos esses atributos foram tratados como competências primordiais na jornada de um líder, seja qual for o tipo de liderança, profissional ou acadêmica. Ter empatia com atitudes básicas como escutar, absorver e entender as reivindicações da turma foi discutido como um dos caminhos primários para ser representante de classe respeitado por toda a turma.
Os estudantes também compartilharam suas experiências que vivenciaram sendo representantes, como maneira de inspirar todos com diferentes visões e perspectivas de um líder:
“Sinto que minha maior dificuldade é fazer com que as ideias se alinhem em uma direção convergente para todos da turma. Vejo esses encontros como ótimas oportunidades para o compartilhamento de diferentes pensamentos entre nós, representantes de turma, além do conhecimento de novos caminhos sugeridos pelos organizadores do CAIP”, relatou Pedro Reis, representante do 1º período do curso de Enfermagem.
De modo geral, a iniciativa encorajou os discentes a expressarem seus medos, receios e suas principais dificuldades que os desafiam ao longo da trajetória como líderes. Em uma dinâmica acolhedora, todos eles foram direcionados para os melhores caminhos que sustentam a figura de um representante, e fazem dele o exemplo para seu respectivo grupo:
“A liderança pode ser desenvolvida pela prática de habilidades e competências, primordialmente a partir do uso do autoconhecimento, para assim lidar com as demandas dos demais colegas de turma, desde que influencie diretamente na turma toda. Além da empatia e saber escutar os companheiros de classe, é necessário uma boa comunicação assertiva e saber lidar com a própria inteligência emocional, para exercer a liderança por meio protagonismo de forma efetiva”, destacou Vânia Ananias, reforçando a maneira de como o encontro visou atingir a perspectiva de cada representante na trajetória de liderança.
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Uma noite inesquecível para quem participou do Jantar Solidário, promovido em parceria entre o Escritório da Cidadania e o curso de Nutrição do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), na noite dessa terça-feira (26), no Campus Olezio Galotti, em Três Poços. O evento reuniu cerca de 100 moradores do entorno da instituição, ligados à associação sem fins lucrativos Projeto Amor em Ação e teve como tema o Mês da Mulher. Foi a segunda edição do projeto, que alcançou um grande sucesso e serviu 250 refeições.
O encontro foi realizado no refeitório do curso de Medicina, e contou com a participação ativa de 26 alunos do curso de Nutrição, além do coordenador do curso, professores e funcionários. Para os estudantes foi uma experiência enriquecedora, que os envolveu por duas semanas, desde a escolha dos alimentos, passando pela aquisição dos ingredientes e materiais, até a confecção da comida que, por ser uma quantidade grande, foi necessário o uso de técnicas específicas de culinária.
O cardápio foi escolhido por ser prático, com baixo custo, bom rendimento e alto poder nutritivo: arroz, estrogonofe e batata palha, além de suco de frutas e sobremesa, com açaí, sorvete e doce de leite, este último doado pela Fundação Oswaldo Aranha (FOA). O coordenador do Escritório da Cidadania, Dario Aragão Neto, explica que o acolhimento é tão importante quanto o alimento em si.
“Procuramos atender ao corpo físico, uma vez que algumas dessas pessoas passam o dia inteiro com uma única refeição, mas o acolhimento é um alimento para a alma, pois procuramos conversar com todos e tentar ajudar, se necessário. A intenção com esse jantar social foi brindar as famílias, mães e crianças pelo mês dedicado à mulher, mas como a data está bem próxima à Páscoa, foi também um momento de pensar no próximo, de fazer valer os pensamentos cristãos e os ensinamentos de Jesus, independente das suas crenças”, refletiu Dario.
De acordo com o coordenador do curso de Nutrição, Alden dos Santos, os estudantes e membros da Liga Acadêmica de Segurança Alimentar e Nutricional (Lasan) se empenharam na organização do jantar, com recursos conquistados através de uma rifa de cesta de chocolate e de doações de alimentos e materiais descartáveis. Os alunos se dividiram entre as partes da manhã, tarde e noite, num trabalho que foi traduzido como empolgante.
“A iniciativa surgiu da parceria bem frutífera do Escritório da Cidadania com o curso de Nutrição e a Lasan, e está sendo um test drive para quando estivermos com a unidade móvel nos preparos das refeições para a população de menor habilidade social e que, em breve, estará levando uma alimentação adequada para a população em situação de rua, em diversos locais da cidade. Vamos ainda preparar mais jantares solidários, aproveitando outras datas emblemáticas”, garantiu.
A estudante de Nutrição e diretora de propaganda e marketing da Lasan, Malu Cordeiro afirmou que participar da Liga Acadêmica está sendo transformador e o projeto foi uma das iniciativas mais gratificantes que já esteve envolvida.
“O dia do Jantar Solidário é um verdadeiro testemunho da união e generosidade da comunidade acadêmica. Estudantes, professores e funcionários se unem para apoiar essa causa, contribuindo com doações e participando do evento. Ver a felicidade estampada nos rostos daqueles que foram beneficiados é emocionante e reafirma o poder que temos quando nos unimos por uma causa nobre”, disse, muito emocionada.
Uma das principais coordenadoras do Jantar Solidário é a professora Paula Leoni, que desde o início trabalhou e acompanhou os estudantes na produção do jantar. De acordo com ela, a primeira coisa a se pensar num projeto como esse é o custo e o valor nutritivo, e o trabalho dos alunos foi fundamental para que tudo desse certo:
“Adultos e crianças repetiram o prato mais de uma vez e ainda levaram quentinhas para casa, que nos deixou muito felizes e sabedores que o nosso objetivo foi alcançado. Vamos promover mais jantares este ano, desde o planejamento até a execução do evento, com cada ação sendo marcada pela solidariedade e comprometimento, visando promover a segurança alimentar e nutricional e doando amor para quem mais precisa”, destacou Paula.
A dona de casa Rosileia Miranda Gomes, moradora de Três Poços, compareceu ao Jantar Solidário com três dos seus cinco filhos e comentou sobre o evento, feliz por ter sido convidada:
“Este jantar é mais um carinho que o UniFOA tem com a gente, pois eles são uma família, tratando de graça dos dentes dos meus filhos desde que nasceram, e agora eu também estou tratando dos meus. Para a nossa família, o UniFOA é uma benção que Deus nos colocou, porque temos toda a assistência que precisamos, assim como meus vizinhos. Quando ganhei o convite fiquei muito contente, pois eu e meus filhos nos sentimos sempre acolhidos, tendo muita atenção e respeito por parte de todos que trabalham aqui”, testemunhou ela.
Já o atual presidente do Projeto Amor em Ação, Douglas José da Silva explicou que a localidade onde moram essas pessoas necessita de mais atenção do poder público e que a FOA/UniFOA vem suprindo essa carência em muitas áreas. A associação não tem fins lucrativos, sobrevivendo de doações, e oferece atendimentos com psicólogo, psicopedagogo, aulas de reforço escolar e esportes, como futebol e ginástica.
“É uma luta diária para conseguir manter os projetos sem receber nenhuma verba, e gestos como este Jantar Solidário faz toda a diferença. Quando falei que tinha este jantar no UniFOA, todos se animaram e sentiram gratos pela oportunidade. Sabemos que é um trabalho de ‘formiguinha’, mas as políticas públicas são assim mesmo e esperamos poder chegar muito mais longe junto a essa comunidade e a imprescindível ajuda do UniFOA. Somos muito gratos,” finalizou.
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Na manhã do último sábado (23), os mestrandos ingressantes do Mestrado Profissional em Materiais (Memat) do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), tiveram sua aula inaugural. A atividade, realizada de maneira remota, via Microsoft Teams, devido às condições climáticas que assolaram a região Sudeste no último final de semana, abordou os principais conteúdos que serão debatidos durante o curso, além da metodologia de ensino aplicada ao longo dos projetos a serem executados pelos discentes.
O primeiro encontro serviu para recepcionar os novos estudantes ao programa, como forma de apresentá-los às regras e programação das atividades. O intuito é, basicamente, orientar os alunos sobre as linhas de pesquisa a serem exploradas durante as aulas, a partir de um resumo geral do mestrado. Ao longo do encontro, mediado pelo coordenador do Memat, Roberto Magnago, os alunos conheceram as disciplinas, a estrutura que terão acesso no Centro Universitário e os professores do curso.
O contato inicial dos estudantes foi realizado com bastante cautela, pois todos os discentes estão em um período de transição da graduação para o programa de Mestrado, por isso ainda precisam passar por uma adaptação para estarem completamente acostumados com a metodologia de ensino feita anteriormente e uma é bem diferente de outra. Os alunos já sabem as datas e as disciplinas que irão estudar, sendo que no sábado terão duas disciplinas de manhã e duas de tarde, todas presenciais.
“Por ser muito diferente da graduação, na sexta à noite são três eventos: Metodologia da Pesquisa Científica, que é feita de maneira remota; Ciência da Língua Inglesa, que terá uma semana de oficina de conteúdo e uma semana de prova, além da disciplina de Seminários, que é uma aula no início e outra ao final do curso, para que o aluno possa receber instruções de como vai montar o plano de trabalho e de como será cobrado por esse plano”, explicou o coordenador.
Roberto Magnago esclarece que, na programação do Memat, “a nossas aulas principais são no sábado, de maneira presencial, podendo o aluno desfrutar da nossa estrutura física de laboratórios e aulas em prédios modernos. Na realidade, são poucas as atividades feitas de forma remota, uma vez que os professores utilizam do ensino digital apenas como complemento”, salientou.
O Memat prepara o estudante técnica e cientificamente para a realização de um projeto, alinhando as aplicações tecnológicas com o desenvolvimento de materiais para a formação profissional que irá resolver as demandas de empresas. Diferente do mestrado acadêmico, o mestrado profissional focaliza o estudo e técnicas diretamente voltadas para o desempenho do profissional em sua atuação no mercado de trabalho, para atender as reivindicações de diferentes instituições da sua área:
"Me interessei pelo mestrado do UniFOA por já ser um egresso da instituição. Por isso conhecer a qualidade diferenciada da estrutura, dos professores e a boa reputação do Centro Universitário foi determinante para a minha escola. Espero me potencializar por meio da aquisição de conhecimentos, da mentoria científica para que eu possa me diferenciar no mercado de trabalho, me permitindo gerar conhecimento no âmbito da academia e das empresas", afirmou Bruno Silva, estudante do Memat, acerca das expectativas da sua nova jornada acadêmica dentro do UniFOA.
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Cinco estudantes e dois professores do Mestrado em Ensino em Ciências da Saúde e Meio Ambiente (Mecsma), do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) realizaram uma vista técnica ao Parque Natural Municipal Fazenda Santa Cecília do Ingá, localizado na Estrada Santa Cecília do Ingá, no bairro Santa Cruz. A visita foi no último dia 16 e está prevista na disciplina de Fundamentos de Ciências Ambientais.
Os mestrandos puderam conhecer o espaço de Unidade de Conservação (UC), para que compreendessem o seu significado e importância da preservação. De acordo com os professores Francisco Gurgel e André Vargas, o objetivo da visita foi conhecer e demonstrar a relevância de uma UC, que é um espaço especialmente assegurado para a proteção dos recursos ambientais bióticos e abióticos e, em especial, para a preservação da fauna e flora de Mata Atlântica.
Também foi evidenciada durante a visita técnica, a importância da UC para a realização de pesquisas científicas e de atividades de Educação Ambiental, conforme disposto na Lei Federal nº9.985/00, que rege o Sistema Nacional de Unidades de Conservação. Ao longo da visita, os professores debateram junto com os estudantes os principais benefícios dos cuidados com a natureza e da conexão do ser humano com o meio ambiente
Toda a área do parque foi percorrida pelos estudantes e professores, enquanto eram abordados detalhes técnicos sobre a proteção ambiental e dimensão que ele pode ter para a saúde do planeta.
“Os alunos puderam conhecer com detalhes e, na prática, as particularidades de uma Unidade de Conservação e seus objetivos; as trilhas existentes; o Centro de Monitoramento; o Centro de Doação de Mudas, bem como os serviços ambientais prestados (fornecimento de ar puro, controle de erosão, banco genético, proteção de espécies ameaçadas de extinção, proteção de corpos hídricos, ecoturismo), além de assistir a vídeos institucionais da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SMMA) acerca da criação da mesma e os projetos para o futuro”, contou Gurgel
A servidora pública do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro e estudante do programa de mestrado Adriana Lourdes da Silva, classificou como positiva a visita técnica em diversos aspectos, por ser a maior área verde de Volta Redonda, além de sua importância como unidade de conservação e como patrimônio histórico. “A visita com certeza nos trouxe mais conhecimento e sensações diversas, cheiros, cores e lembranças da infância. Estar em contato com o meio ambiente é maravilhoso”, enfatizou.
Ainda de acordo com Adriana, “o curso está superando todas as expectativas. O conteúdo das disciplinas é enriquecedor; os professores estão muito bem preparados e o UniFOA tem um campus bem equipado e extenso, com tudo muito completo e uma biblioteca rica. Além disso, a integração entre as profissões é maravilhosa, pois em sala de aula temos médicos, advogado, enfermeira, nutricionista e fisioterapeuta, que traz uma ótima experiência”, enalteceu.
A opção do mestrado pelo UniFOA foi porque “tive ótimas referências e porque quero me aprofundar dentro de uma área de atuação e ir além dos conhecimentos adquiridos no período de graduação e pós, de forma que possa adquirir habilidades voltadas para a pesquisa”, garantiu.
Com uma matriz curricular moderna e atualizada, o Mecsma do UniFOA atende aos profissionais de diferentes áreas que desejam se aprimorar na sua formação e se destacar no mercado de trabalho. Os mestres formados no Mecsma estão aptos a atuar com ensino em diversos níveis, sempre levando as pautas de participação popular, inclusão social, promoção da saúde e do meio ambiente.
O parque possui 211 hectares e abriga uma vasta biodiversidade de fauna e flora da Mata Atlântica. Localiza-se na Estrada Santa Cecília do Ingá, no bairro Santa Cruz, em Volta Redonda. O parque tem como propósito a preservação de ecossistemas naturais; a realização de pesquisas científicas; a realização de atividades de educação ambiental; visitações em contato com a natureza, bem como a produção de doação de espécies nativas.
Uma unidade de conservação, de acordo com a lei 9.985/2000, define como sendo espaço territorial e seus recursos ambientais, incluindo as águas jurisdicionais, com características naturais relevantes, legalmente instituído pelo poder público, com objetivo de conservação e limites definidos, sob regime especial de administração, ao qual se aplicam garantias adequadas de proteção.
Sendo espaços naturais que foram pouco explorados pelo homem, e que hoje são protegidos por lei, tem como importância manter a perpetuação de espécies animais e vegetais, preservando a biodiversidade e conservação de ambiente que guardam tributos ecológico, cênicos, históricos e culturais.
Em 1955, a prefeitura de Volta Redonda adquiriu o Parque do Ingá com o objetivo de aproveitar os seus recursos hídricos para o abastecimento parcial do núcleo urbano. Em 1962 foi assinado um convênio com o Ministério as Agricultura para a criação do Parque Florestal Municipal, visando evitar a degradação da área ou desvio da sua finalidade.
Em 1988 foi transformada em Área de Proteção Ambiental (APA), através da lei orgânica do município. Em 2005, o local foi transformado em Parque Natural Municipal Fazenda Santa Cecília do Ingá, considerado pelo Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (SNUC) como uma Unidade de Proteção Integral.
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As tardes das quartas-feiras são aguardadas com empolgação por estudantes e professores que trabalham na Clínica Odontológica do curso de Odontologia do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), no campus Olezio Galotti, em Três Poços, quando a fisioterapeuta e professora Fausta Rodrigues, ministra a Oficina da Corporeidade na Odontologia, com atividades de exercícios específicos para a postura e articulações, além de alongamentos que trazem alívio aos participantes.
A Clínica Odontológica funciona de segunda a sexta, com atendimento a pacientes da comunidade externa e interna (alunos, professores e funcionários), reúne alunos e professores durante o aprendizado presencial. O trabalho ininterrupto desses profissionais e discentes, da mesma forma como acontece em um consultório odontológico, contribui com o sedentarismo e ficar parado é um problema para as articulações.
“Trabalhamos sempre com o enfoque preventivo. Os alunos acabam escutando dos professores sobre os problemas que têm na coluna, que sofre com o desgaste do tempo e da posição que o profissional é obrigado a ficar, durante o tratamento. Os professores começaram a aderir as atividades propostas e isso animou os alunos. Atualmente, são 12 alunos e três professores que participam da oficina”, afirmou Fausta, animada.
A coordenadora do curso, Rosiléa Hartung Habibe, é uma entusiasta do projeto, que traduziu como sendo “um carinho que o UniFOA tem com os alunos e colaboradores, pois desde que as atividades passaram a ser feitas no nosso espaço de trabalho, a adesão aumentou muito. Tanto os alunos quanto os professores já estavam ansiosos para que o projeto retornasse este semestre”, contou.
De acordo com Fausta, é possível observar se algum dos participantes apresenta uma disfunção postural e o trabalho preventivo vai resultar em uma conscientização do próprio corpo, através da percepção do movimento e de exercícios que auxiliam a correção e posterior alívio de possíveis dores.
“Levo para a oficina uma peça do esqueleto humano, onde destaco o fêmur e a articulação do quadril, justamente para mostrar que precisamos de movimento para mantê-la ativa e com lubrificação. É necessário que tenham consciência e se exercitem sempre, para evitar problemas mais tarde, assim como todos os profissionais que trabalham muito tempo sentados”, alertou.
Falando em nome dos estudantes do 9º período que estavam participando da oficina, Nicolas Braga salientou: “a oficina significa para nós, alunos, um cuidado que os profissionais do UniFOA têm com a gente, pois penso que a nossa profissão causa impacto na saúde e começar a cuidar dela desde a graduação é importante. Aliás, como tem sido para mim, pois já chego na quarta-feira e falo: gente, que horas vai começar a oficina? Porque tenho sentido a eficácia que esses momentos têm trazido e quero levar essa consciência para o resto da vida, pois dá para sentir a diferença do antes e depois desses exercícios”, declarou.
Essa opinião é compartilhada pelo professor do curso de Odontologia, Cláudio Luis de Melo Silva:
“Tem dois semestres que estamos participando dessas oficinas e é muito bom fazer esses alongamentos e exercícios depois da clínica, pois ajudam muito e trazem a sensação de alívio. Penso que para os alunos também é fundamental, pois é um ensinamento que deveriam fazer em toda a vida profissional. E é uma satisfação saber que o UniFOA cuida dos alunos”, enalteceu.
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