A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) agraciou o curso de Direito, do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) com o Selo de Qualidade OAB Recomendada, que em sua 8ª edição enalteceu ‘O Fortalecimento da Advocacia Brasileira a Partir do Ensino Jurídico de Excelência’, em cerimônia realizada no Clube de Engenharia, em Brasília, nessa quarta-feira, dia 19. O evento contou com as presenças da Reitora Ivanete Oliveira; do Pró-reitor Acadêmico, Bruno Gambarato e do Coordenador do curso, Alan Pançardes.
O UniFOA é a única instituição particular a receber o Selo de Qualidade OAB em toda a região Sul Fluminense.
O Selo é uma distinção de grande importância para as instituições de ensino superior no país e um reconhecimento merecido que valida a excelência dos cursos de Direito. Ele é concedido pela principal entidade de representação jurídica do país após uma avaliação rigorosa, considerando aspectos como o desempenho dos estudantes no Exame de Ordem e os índices do Ministério da Educação (Enade).
O curso de Direito do UniFOA se destaca entre os melhores do país. Para se ter uma ideia, dos 1.258 cursos de Direito oferecidos por instituições públicas e privadas no Brasil, o UniFOA está entre os 15% que receberam o prestigioso Selo de Qualidade da OAB. No estado do Rio de Janeiro, dos 94 cursos de Direito, apenas 19 foram agraciados com este selo, sendo 10 de instituições privadas e 9 de instituições públicas.
“Para nós do UniFOA, o Selo OAB é um reconhecimento da qualidade do curso de Direito oferecido, garantindo credibilidade e competitividade no mercado educacional e alta empregabilidade para nossos graduados”, comemorou a reitora Ivanete.
Ainda de acordo com ela, “o objetivo do Selo OAB é parabenizar os cursos de Direito com altos índices de qualidade. Ele é atribuído às instituições que investem na melhoria de seus Projetos Pedagógicos, incluindo o aperfeiçoamento da matriz curricular, capacitação docente, estímulo à pesquisa, atividades de extensão e infraestrutura acadêmica”, complementou.
O coordenador Alan Pançardes falou entusiasmado sobre mais essa conquista, que mostra que o UniFOA está no caminho certo, comprometido com os alunos e capacitando todos para o exercício profissional, para a OAB, possibilitando a atuação no mundo jurídico como advogados e, também, para a realização de concursos, formando um aluno completo e habilitado.
“O Selo de Qualidade da OAB é de extrema importância para a nossa instituição porque não é uma atitude política. A OAB analisa o índice de aprovação na OAB, o resultado do Enade, a satisfação dos estudantes, a estrutura da instituição, a regulamentação da instituição junto ao MEC. Esse selo foi concedido a cerca de 15% de todas as instituições do Brasil, o que coloca o UniFOA num nível restrito que a OAB recomenda para os cursos de Direito”, celebrou.
Motivo de orgulho para a nossa região Sul Fluminense, essa conquista mostra o compromisso da instituição em promover a excelência acadêmica e a qualidade do ensino jurídico oferecido aos seus alunos. O selo simboliza a certificação de trabalho árduo desenvolvido pelo UniFOA na capacitação de profissionais éticos e preparados para atuarem e contribuírem para um mundo mais justo.
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As artes finais do projeto “EmbalARTE” do curso de Publicidade e Propaganda do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) foram apresentadas pelos estudantes do 4º período do curso, como a prática final da disciplina de Gestão de Marketing. Em uma exposição realizada na noite da última segunda-feira (10) no prédio 9 do campus Universitário Olezio Galotti, em Três Poços, os acadêmicos exibiram quadros artísticos elaborados por meio da iniciativa realizada ao longo do primeiro semestre, proposta pelo professor Edilberto Venturelli e o coordenador do curso Douglas Gonçalves.
O intuito da atividade era de criar obras artísticas a partir do uso de embalagens e resíduos sólidos recicláveis, com o propósito de fomentar a responsabilidade social e sustentabilidade através de artes recicladas, além de incentivar a conscientização ambiental por meio de conhecimentos aprendidos nas aulas. Cada aluno confeccionou um quadro, totalizando 15 obras, utilizando materiais que, comumente, costumam ser descartados após serem utilizados uma única vez no cotidiano, tal qual plástico, papel e papelão.
As artes continuarão expostas no mesmo local da apresentação, para que todos os docentes, discentes e funcionários do UniFOA e FOA (Fundação Oswaldo Aranha) sejam impactados pelos princípios sociais e conscientizadores dessa prática. Para destacar ainda mais as vantagens da reciclagem e a sustentabilidade, todos os estudantes adicionaram informações claras sobre esses propósitos, estimulando o consumo assertivo desses materiais.
De acordo com a plataforma Central de Custódia, que coleta e analisa dados de logística reversa de embalagens na América Latina, mais de 1,8 milhão de toneladas de embalagens foram reutilizadas no Brasil. Apesar do progresso, o país recicla apenas 4% desses resíduos, índice muito abaixo de outros países da América do Sul, como Chile e Argentina, que apresentam média de 16% de reciclagem, segundo dados da ISWA (International Solid Waste Association).
O desenvolvimento do EmbalARTE visava justamente incentivar a prática de reciclar resíduos e embalagens alinhada à criatividade dos alunos, que utilizaram técnicas adquiridas em sala, como a harmonia da mistura de determinadas cores em um quadro, que podem transmitir sensações de poder e energia, por exemplo. Os acadêmicos elaboraram suas artes como figuras representando animais, plantas, pessoas e personagens fictícios a partir da reciclagem e o acabamento com pincéis, colas, tesouras e outros instrumentos artísticos.
“A elaboração do projeto e a exposição serve como uma plataforma para que os discentes de publicidade apliquem suas habilidades de comunicação e marketing em um contexto real, promovendo a conscientização sobre sustentabilidade”, afirmou Edilberto Venturelli, um dos professores proponentes da iniciativa. Ele ainda expressou sua gratidão em poder proporcionar esses momentos de muito aprendizado e transformação acadêmica aos seus estudantes, garantindo os impactos da conscientização ambiental e social ampla dos participantes:
“Me sinto completando a formação desses alunos de forma abrangente. Observo que todos eles podem potencializar uma informação "trocada", além das quatro paredes da instituição. Acredito que formamos, verdadeiramente, para a vida, por isso sinto-me responsável em proporcionar uma compreensão ampla da caminhada que esse aluno já tem ou terá no mercado e na vida”.
A exposição foi um sucesso por conseguir conscientizar a todos do Centro Universitário acerca da reutilização de materiais em prol da responsabilidade ambiental através de artes criativas produzidas pelos estudantes de Publicidade e Propaganda, estimulando o aprendizado por meio da teoria e a prática sustentável. Matheus Jordão, estudante do curso, que confeccionou um quadro que representa um personagem do jogo LEGO, afirmou que potencializou muito suas habilidades em atividades artesanais, sendo um processo desafiador, mas de muito aprendizado:
“Foi desafiador participar dessa experiência e iniciativa nobre, pois não tenho muitas habilidades com a confecção de artes elaboradas manualmente, por isso tive que me adaptar e superar minhas limitações ao longo desse processo. Mas, sempre gostei muito de LEGO, por isso juntei essa minha paixão ao grande desafio proposto nessa atividade para desenvolver um quadro que achasse interessante”.
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No dia 18 de junho, o campus Olezio Galotti do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) foi palco de uma importante ação de conscientização sobre a doação de sangue, em parceria com a Fundação Sérgio Loureiro. O evento, que contou com a presença de um caminhão adesivado especialmente para a ocasião, teve como objetivo sensibilizar a comunidade FOA/UniFOA sobre a importância desse gesto solidário que salva vidas.
Durante dois períodos do dia, o caminhão esteve estacionado em pontos estratégicos do campus, atraindo a atenção de estudantes, professores e funcionários. Voluntários e representantes da Fundação Sérgio Loureiro distribuíram panfletos informativos, destacando a importância da doação de sangue, os requisitos para se tornar um doador e os benefícios que esse ato pode proporcionar para quem precisa de transfusões.
A ação buscou desmistificar receios e mitos associados à doação de sangue, incentivando mais pessoas a se tornarem doadores regulares. Bem recebida por todos os presentes, muitos demostraram interesse em se tornarem doadores de sangue e contribuírem para salvar vidas.
A turma da disciplina Projeto Integrado, ministrada pela professora Aline Viviane de Oliveira, desenvolveu uma cartilha sobre os cuidados necessários para manicures. Os alunos estiverem no curso de manicure oferecido pela Associação Social Cultural e Esportiva Cria de Santa Cruz para apresentarem o trabalho.
O grupo mostrou os benefícios e a importância do cuidado em diversos processos de execução da profissão de manicure e pedicure. Cerca de 20 mulheres puderam assistir e conversar mais sobre procedimentos necessários e seguros tanto para a profissional quanto para a cliente.
Segundo a estudante Djanira de Fátima Faria, é muito relevante o conhecimento da esterilização dos materiais, a importância de fazer a anamnese para saber mais sobre o cliente. “É essencial essa conversa inicial. Não vemos muito nas mídias, mas acontece com frequência, vemos nos hospitais, casos graves que poderiam ser evitados com esses cuidados”.
A intenção do trabalho é preservar a saúde tanto da profissional quanto da cliente. As alunas falaram sobre a importância de dominar o assunto, conhecer os processos e poder evitar complicações futuras. “Ninguém vai se cuidar e quer sair pior de onde entrou", explicou Djanira.
O módulo do curso já está no Avançado, e dessa vez, abrange a extensão de unhas, processo que requer cuidados especiais. As estudantes frisaram também a utilização da máscara no manuseio das confecções das unhas em gel. "A frequência da cliente é menor, mas a manicure, que trabalha diariamente com esse material, precisa de atenção para evitar aquele pó, tem que ter o aparelho sugador, porque pode causar problemas respiratórios, além da máscara. Esse pó faz muito mal para saúde".
A receptividade das manicures para o projeto, foi um fator que ganhou muito público na tarde chuvosa da palestra. O evento aconteceu no salão da Igreja Metodista do bairro para atender melhor as participantes. "A aceitação foi muito bacana, o projeto nos acolheu muito bem", comemorou Djanira. Para ela, o UniFOA sempre está apoiando a relação aluno x professor com muito carinho. “Ela abraça tudo. É igual coração de mãe, sempre ajudando a comunidade discente e docente".
-Eles abrem o leque de um campo vasto com os projetos integrados, que nos permite sair de sala de aula, fazer trabalho de campo e conhecer como é na prática. A FOA tem esse olhar com a gente - finalizou a aluna.
A atividade extra sala de aula abrange não apenas a turma do curso de Enfermagem, é uma ação interdisciplinar que linka os alunos de Design, da disciplina Projeto Integrado da professora Patrícia Rocha. Eles produziram a arte final da cartilha e identidade visual do projeto e também o curso de Serviço Social, com a professora Daniele Ribeiro, que estreitou o contato das participantes ao grupo discente.
O curso de manicure é oferecido gratuitamente à comunidade pelo grupo Crias do Santa Cruz, existente desde 2018, da Associação Social Cultural e Esportiva Cria de Santa Cruz, liderado por Adriano Marcelo, mais conhecido por Tetel. Com a criação despretensiosa do grupo, a união foi tomando formato, ficou mais séria, e hoje faz diversas ações sociais e atendimentos aos moradores locais. "Aqui é a comunidade pela gente e a gente pela comunidade", comemora Tetel.
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No final do mês de maio, os estudantes de Medicina do UniFOA esticaram as mangas e foram às ruas trabalhar em prol dos moradores em situação de rua. Durante a tarde, o grupo ajudou na preparação de 100 refeições para distribuírem aos mais necessitados pela cidade de Volta Redonda.
A ação faz parte do projeto liderado por Ayran Mandela, na Paróquia Santa Cecília, através da Pastoral Santa Dulce dos Pobres. Esse é o segundo ano que eles vivenciam a experiência. “A gente como sociedade civil da Paróquia fica muito feliz em despertar em futuros médicos o desejo de ajudar os próximos. Já é um contato direto com pessoas que eles vão, no decorrer da trajetória profissional, encontrar”, explica o líder social.
O grupo se dividiu em dois momentos de trabalho: a produção das refeições e a entrega do jantar. O primeiro, no qual puderam utilizar a estrutura do Centro Social Santa Cecília e posteriormente, ao entardecer, na entrega do jantar aos moradores em situação de rua.
- Fica aqui no nosso agradecimento pela empatia dos jovens que poderiam estar em um sábado descansando ou envolvidos com tarefas pessoais, que disponibilizaram algumas horas pra estar conosco - agradece Ayran - Estamos com as portas sempre abertas, que possamos realizar mais vezes. Gostamos bastante da interação dos jovens com a boa vontade, que muitos não sabiam cozinhar e se disponibilizaram a aprender e ajudar, no amor na preparação, na triagem e na entrega.
Ao todo, foram mais de 20 pessoas envolvidas na ação, dentre eles os alunos: Pedro Diniz, Eduardo Gevisiez, Guilherme Siqueira, João Vitor Siqueira, Clara Fontes, Rafael Junqueira, Camila Midori, Marcos Vinícius de Brito, Daniela Fernandes, Ana Clara Militão, Letícia Rodrigues, Miguel Freitas, Welderson Rikcharddy, Maria Eduarda Adário e Laísa Alves.
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Alunos do curso de Medicina debateram, estudaram e realizaram trabalhos de conscientização, durante vários meses, sobre a nomofobia (neologismo de “no mobile” phobia), que pode ser traduzido como o medo de ficar sem o aparelho celular, sem acesso à tecnologia, de não estar conectado. É considerado um transtorno psicológico pela Organização Mundial da Saúde (OMS), mas muitos médicos atendem em seus consultórios como se fosse uma doença, tal a gravidade de alguns sintomas.
Diante dessa realidade, o professor do curso de Medicina do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), Luiz Bernardo Curvo, iniciou o trabalho com a 77ª turma da graduação, através do Project-Based Learning (PjBL), uma metodologia de ensino que utiliza projetos práticos para engajar os alunos em aprendizagem ativa, focando no desenvolvimento de habilidades como resolução de problemas, pensamento crítico e trabalho em equipe.
“Dessa forma, os estudantes aprendem aplicando conhecimentos teóricos em situações reais. Grande parte das atividades foi realizada no semestre passado, mas nas próximas semanas organizaremos as ações que deverão ser desenvolvidas durante as férias e ao longo do próximo semestre. Estas atividades devem contemplar trabalhos artísticos para sensibilização dos demais alunos da Instituição, através de miniexposições e de um livro sobre Nomofobia”, explicou.
A nomofobia é tratada como um transtorno de ansiedade e classificado como transtorno fóbico-ansioso – CID-10 (Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde) da Psicologia. Esse distúrbio é caracterizado por medo intenso e irracional de objetos ou situações específicas, levando à evitação e ansiedade significativa. No caso da nomofobia há medo e sofrimento em ficar afastado do celular.
“O tratamento inclui, entre outras abordagens, a terapia cognitivo-comportamental, usados para aplacar a ansiedade. Além disso existem aplicativos de controle podem ajudar na gestão do uso do celular, mas a nomofobia pode estar associada a outros transtornos e a questões individuais que vão além do uso deste”, salientou Luiz Bernardo, sugerindo que cada caso é estudado individualmente.
De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no ano passado, 160,4 milhões de pessoas tinham aparelho de telefone celular para uso pessoal no Brasil, 86,5% da população com 10 anos ou mais. Os smartphones agora são nossos companheiros no trabalho, na vida social, no lazer e até mesmo no âmbito familiar. Jovens adultos, entre 18 e 24 anos, tendem a ser os mais viciados em seus celulares, com 77% incapazes de permanecer separados por mais de alguns minutos, e aqueles com idade entre 25 e 34 anos, seguidos por 68%.
A nomofobia, ainda segundo as estimativas, atinge uma média de 66% de todos os adultos, que sofrem com o medo irracional de ficar sem o seu celular ou ser impedido de usá-lo por algum motivo, como uma bateria fraca. Por isso, ficar longe do celular ou de outra forma de comunicação, ocasiona o medo de estar perdendo algo importante ou de não conseguirem fazer contato, em caso de emergência. É assim que surge a sensação do transtorno da nomofobia.
Nos consultórios médicos especializados existem testes que ajudam a avaliar o grau de dependência do celular ou da internet. Através das análises das respostas será possível compreender o nível de pendência e a diminuição gradativa do uso do celular vai ajudar no controle dessa ansiedade e sofrimento. Por exemplo, não usar nos primeiros 30 minutos após acordar e nos últimos 30 minutos antes de dormir, além de desligar o aparelho durante a noite.
O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) alcançou um marco histórico ao conquistar a nota máxima, 5, na avaliação do Ministério da Educação (MEC). Este resultado ressalta a excelência acadêmica e o compromisso da instituição com a qualidade do ensino superior no Brasil.
A reitora do UniFOA, Professora Ivanete Oliveira, ao comentar sobre o relatório do MEC, destacou: “Ele se constitui em uma celebração da educação democrática, inclusiva, transformadora e, acima de tudo, de qualidade que a nossa instituição oferece”. Ela acrescentou que a nota 5 reflete não apenas o amadurecimento acadêmico, mas também a contínua necessidade de evolução da instituição: “Esse conceito deve refletir diariamente a excelência dos nossos processos de ensino, pesquisa e extensão, garantindo que a qualidade ofertada aos nossos estudantes se traduza em contribuições significativas para a sociedade”.
O conceito máximo obtido pelo UniFOA no processo de recredenciamento institucional presencial realizado pelo MEC representa uma conquista significativa tanto para a comunidade acadêmica quanto para a cidade e a região. Este resultado confirma o compromisso contínuo com a excelência educacional e a dedicação de docentes, discentes e gestores em manter um ambiente de aprendizagem de alta qualidade. Além disso, fortalece a reputação do UniFOA como uma instituição de ensino superior de referência, atraindo novos estudantes e profissionais qualificados, potencializando ainda mais o desenvolvimento intelectual e profissional dos alunos.
O processo de recredenciamento é conduzido pela Secretaria de Regulação e Supervisão do Ensino Superior (SERES), e a avaliação, que resulta no Conceito Institucional (CI), é realizada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Este processo envolve a verificação do cumprimento das exigências legais e de excelência operacional, abrangendo cinco eixos: planejamento e avaliação institucional, desenvolvimento institucional, políticas acadêmicas, políticas de gestão e infraestrutura.
A obtenção do conceito máximo demonstra que o UniFOA não só atendeu às exigências legais de funcionamento, mas também superou as expectativas em termos de qualidade educacional. Isso indica que a instituição está comprometida em promover melhorias contínuas em todas as áreas avaliadas, assegurando que seus processos pedagógicos, administrativos e estruturais sejam constantemente aperfeiçoados.
Para a cidade e a região, a obtenção do conceito máximo pelo UniFOA é um marco que impulsiona o desenvolvimento socioeconômico local. A presença de uma instituição de ensino superior altamente reconhecida contribui para a formação de profissionais capacitados que podem atuar em diversas áreas, promovendo inovação e progresso. Além disso, a valorização da instituição aumenta a atratividade da região para novos investimentos e parcerias, beneficiando a comunidade como um todo.
A Professora Ivanete Oliveira, doutora na área de educação com foco em políticas públicas, definiu uma tríade como diferencial para essa conquista: “A gestão colegiada, a valorização da docência e o protagonismo estudantil têm sido premissas fundamentais da equipe diretiva do UniFOA, viabilizando a formação de pessoas capazes de contribuir de forma diferenciada para o desenvolvimento econômico e social”. Ela concluiu destacando que esta nota é um resultado concreto do esforço coletivo de toda a comunidade da FOA/UniFOA, materializando também o sonho de um futuro promissor. “Agradecemos o apoio irrestrito da Presidência da FOA e dos Conselhos da Mantenedora para fazer com que o UniFOA se destaque como exemplo de grandes conquistas locorregionais”.
Com esta realização, o UniFOA reafirma sua missão de ser um centro de referência no ensino superior, contribuindo significativamente para o desenvolvimento educacional e social do Brasil.
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Em 25 de maio, o Brasil celebra anualmente o Dia Nacional da Adoção, uma data que busca conscientizar a sociedade sobre a importância e o impacto positivo da adoção na vida de crianças e adolescentes. Instituída oficialmente em 2002, a data é um momento crucial para refletir sobre os desafios e avanços no processo de adoção no país. Em 2023, quase 4 mil crianças ainda esperavam por uma família, sendo que a maioria tinha mais de cinco anos de idade.
A adoção é um ato que garante a crianças e adolescentes o direito a um lar amoroso e a convivência familiar. Além do Dia Nacional da Adoção, em 31 de maio de 2022, foi aprovado o projeto de lei que institui a Semana Nacional da Adoção, ampliando ainda mais o espaço para o debate e conscientização sobre o tema.
Ainda existem muitos mitos e preconceitos sobre a adoção. Muitas pessoas enxergam a adoção como uma forma de atender ao desejo de adultos de terem filhos, quando na verdade, trata-se de garantir o direito de crianças a uma família. A legislação brasileira estabelece a adoção como um direito à convivência familiar, uma ação que deve ser debatida para esclarecer dúvidas e romper com paradigmas conservadores.
O Grupo de Apoio à Adoção de Volta Redonda (GAAVR), em parceria com o curso de Serviço Social do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), desempenha um papel fundamental nesse processo. A participação em grupos de apoio à adoção é uma etapa essencial para a habilitação de adotantes, conforme o artigo 197-C do Estatuto da Criança e do Adolescente. Esses grupos são canais de comunicação, aprendizado e troca de experiências que promovem a adoção como uma forma de garantir proteção e convivência familiar para crianças e adolescentes que não podem viver com suas famílias biológicas.
“Esse grupo, na verdade, ele tem o objetivo de fortalecer a compreensão do que é adotar para que as famílias que desejem adotar estão em processo de adoção ou que já adotaram, elas possam lidar com todas as questões que vão aparecer nesse processo de convivência”, comentou a professora Daniele Do Val.
O projeto de extensão do curso de Serviço Social do UniFOA, em conjunto com o GAAVR, visa fortalecer a parceria para contribuir com o debate sobre a adoção, refletir sobre seu significado, esclarecer os ritos processuais e conscientizar sobre o direito à convivência familiar de crianças e adolescentes.
Os assistentes sociais são profissionais essenciais nesse processo, responsáveis por habilitar pretendentes à adoção através de estudos sociais que avaliam a capacidade e o preparo dos futuros pais. Esses profissionais, em colaboração com psicólogos, prestam assessoria técnica ao Juiz da Infância e desenvolvem um trabalho que promove a constituição de famílias substitutas por meio da adoção.
O Dia Nacional da Adoção foi celebrado pela primeira vez em 1996, durante o I Encontro Nacional de Associações e Grupos de Apoio à Adoção. Tornou-se uma comemoração oficial no Brasil através da Lei nº 10.447, sancionada em 9 de maio de 2002, durante o governo de Fernando Henrique Cardoso. Esta data serve como um chamado à reflexão e conscientização sobre a importância da adoção, destacando o número considerável de crianças que ainda aguardam por uma família.
Em 31 de maio de 2022, foi aprovado o projeto de lei (PL 3.537/2021) que institui a Semana Nacional da Adoção, reforçando ainda mais a importância desse tema na agenda nacional. Durante essa semana, diversas atividades e debates são promovidos para chamar a atenção da população para a realidade da adoção no Brasil e incentivar ações que facilitem o processo.
A adoção é um gesto de amor que transforma vidas. Com iniciativas como as do UniFOA e do GAAVR, é possível avançar na conscientização e no apoio a famílias que desejam adotar, garantindo que cada vez mais crianças e adolescentes tenham a oportunidade de crescer em um lar amoroso e seguro.
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A Fundação Oswaldo Aranha (FOA), por meio do presidente Eduardo Prado, foi destaque na abertura da 1ª Conferência Municipal e Regional de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, promovida pela Secretaria Municipal de Saúde de Volta Redonda (SMS) e que reuniu cerca de 200 pessoas, entre profissionais, usuários e gestores do Sistema Único de Saúde (SUS) dos municípios que formam a região do Médio Paraíba. O evento foi na última sexta-feira (7), no auditório do Centro Universitário Geraldo Di Biase (UGB), no bairro Aterrado.
Os trabalhos e debates se estenderam durante a noite de sexta e no sábado (8), sobre o tema “Democracia, Trabalho e Educação na Saúde para o Desenvolvimento: Gente que faz o SUS Acontecer”, definido durante a 4ª Conferência de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (CNGTES). O objetivo principal é a valorização dos trabalhadores do SUS, através da conquista dos seus direitos no trabalho, além do reconhecimento desse profissional que faz o SUS acontecer, por meio da atenção aos usuários dos serviços.
A secretária de Saúde de Volta Redonda e presidente do Conselho de Secretarias Municipais do Estado do Rio de Janeiro (Cosems-RJ) e da Assembleia de Gestores do Consórcio Intermunicipal de Saúde do Médio Paraíba (Cismepa), Maria da Conceição de Souza Rocha defendeu os diálogos entre os responsáveis pelo quadrilátero ensino, serviço, gestão e controle social, para que a saúde tenha a atenção devida.
“Precisamos de ver a Saúde de maneira mais integrada, eficiente e qualitativa, para que possamos atender às necessidades vigentes do SUS, que é a maior escola de saúde do mundo”, ressaltou Conceição, reforçando que a conferência leva em conta a Política Nacional de Educação Permanente (Pneps).
Em seu discurso, o presidente da FOA, Eduardo Prado, agradeceu ao convite para participar dessa importante conferência e afirmou que entende que as dificuldades enfrentadas pela prefeitura no início deste governo estão muito ligadas ao que foi debatido: gestão de trabalho e educação em saúde.
“É necessário melhorar o processo na área do trabalho, pois a consequência é o avanço na assistência ao cidadão que busca pelo atendimento na saúde. Falo isso não só como presidente da FOA, mas já fui subsecretario de saúde do município de Rio Claro e naquela oportunidade pude participar de debates sobre o assunto e entender a importância da enfermagem no processo das políticas públicas da atenção à saúde”, contou.
Ainda de acordo com Eduardo Prado, a FOA, na busca dessa excelência na Saúde, entendeu que precisava criar um curso técnico na área de enfermagem para poder ajudar o município e as pessoas. Esses técnicos irão somar aos que fazem as graduações de Enfermagem, Medicina e Nutrição no Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), complementando a educação em saúde da fundação.
“A fundação quer mostrar o quanto é importante a Educação estar ligada à área de Saúde, fazendo a diferença no dia a dia das pessoas. E esse processo ficará mais completo pois em breve, muito breve, contará com duas unidades hospitalares – que são o antigo Centro Médico e o hospital Hinja. A FOA está trabalhando para a aquisição desse hospital, que vamos divulgar quando tudo estiver resolvido”, anunciou, para surpresa e aplausos de muitos presentes.
Ainda de acordo com o presidente, “vamos entrar firme na questão da saúde junto com o município de Volta Redonda, pois temos uma parceria valiosa não só com o prefeito Neto, mas com todas as áreas de desenvolvimento como educação, transporte, segurança pública, porém em especial a área de saúde, pois foi daí que nasceu a FOA, que teve a Medicina como seu primeiro curso. Podem contar com a FOA, UniFOA e, em breve, com o Hospital da Fundação Oswaldo Aranha para trabalhar em prol da saúde de Volta Redonda e de outros municípios vizinhos”, garantiu.
O evento, que pretende conquistar o fortalecimento do controle social como espaço de discussão em torno das políticas voltadas para a valorização das trabalhadoras e trabalhadores da área da saúde, tem como meta implementar a ações que visem equidade, além do acesso da população às ações, serviços de saúde e o cuidado de forma integral. Alunos, tutores e coordenadores do Pet Saúde também participaram dessa conferência.
A coordenadora de Educação Permanente em Saúde do Estado do Rio de Janeiro, Adriana Justo, esclareceu que “essa discussão é fundamental e deve envolver todos os atores que fazem o SUS acontecer, significando melhoria no atendimento aos usuários e evitando a rotatividade dos profissionais, aumentando o comprometimento”.
A superintendente Estadual do Ministério da Saúde, Maria Aparecida Diogo Braga, a Cida Diogo, explicou que fez questão de participar da abertura do evento, pois considera de vital importância “a valorização dos profissionais que atuam no SUS e a discussão de forma participativa sobre a gestão do trabalho. É um grande passo para garantir atenção mais eficiente ao usuário”.
Em seguida, a conferência deu lugar ao debate “Democracia, Trabalho e Educação na Saúde para o Desenvolvimento: Gente que faz o SUS Acontecer”. Durante o sábado foram discutidos e analisados os seguintes temas: “Democracia, controle social e o desafio da equidade na gestão participativa do trabalho e da educação em saúde”; “Trabalho digno, decente, seguro, humanizado, equânime e democrático no SUS: uma agenda estratégica para o futuro do Brasil”, e “Educação para o desenvolvimento do trabalho na produção da saúde e do cuidado das pessoas que fazem o SUS acontecer: a saúde da democracia para a democracia da saúde”.
Participaram ainda da mesa de abertura da conferência: a presidente do Conselho Estadual de Saúde, Daniele Moreti; o representante regional do mesmo conselho, Jayme Filho; a presidente da Comissão Intergestores Regional (CIR), Sônia Regina de Paula; a presidente do Conselho Municipal de Saúde de Volta Redonda, Maria do Carmo Carbogim; a representante da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação em Saúde, Joseana Aparecida Duarte, e a pró-reitora de Assuntos Acadêmicos do UGB, Elisa Ferreira Silva de Alcântara.
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Alunos, funcionários e professores participaram da Aula Magna do curso de Design, no último dia 29, realizada no campus Olezio Galotti do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), que contou com a palestra do egresso Lucas de Britto, que generosamente compartilhou os conhecimentos adquiridos em sua carreira de sucesso - entre agências de publicidade, empresas, shows, eventos internacionais -, e atualmente desenvolve suas habilidades como design de marca do banco Itaú.
De acordo com a professora e coordenadora do curso de Design, Aline Botelho, a Aula Magna é idealizada todo primeiro semestre da graduação, sempre explorando temas de grande relevância para os estudantes, trazendo um conhecimento a mais aos futuros profissionais. Antes da aula magna, Lucas de Britto participou de um podcast sobre a carreira de design e foi entrevistado nos Estúdios FOA.
“Este ano, o nosso palestrante é egresso do curso, que já veio outras vezes colaborar com a sua experiência de sucesso, mas desta vez mostrou que o design tem várias oportunidades para ingressão no mercado de trabalho. Geralmente, os alunos iniciam o curso pensando no gráfico, no digital e nos produtos e só descobrem que possuem uma gama de oportunidades quando chegam ao mercado”, explicou.
Formado em 2015, Lucas de Britto explicou que o Design é uma disciplina bastante nova no Brasil e, por isso, muitos têm uma visão limitada do que um profissional pode fazer e atuar. Ele mostrou as possibilidades de carreira com três cenários: em agência; no mundo corporativo e em setores de marketing.
“A ideia foi ampliar o repertório desses alunos e apresentar onde podem atuar no mercado de trabalho. Não é porque sou um designer que vou trabalhar apenas em agências de publicidade. A graduação do UniFOA me proporcionou muita bagagem para iniciar no mercado, pois já na primeira semana de faculdade tive uma aula no Estúdio de Design que abriu minha cabeça. E quero passar isso para os alunos sobre os desafios da carreira”.
Para explicar os passos necessários para alcançar o sucesso na carreira, Lucas de Britto contou que iniciou em uma agência, mas em seguida foi trabalhar em setor de marketing de empresas, passando por vários setores até chegar em uma área de marketing diferente, atuando hoje como design de apenas uma marca.
“Minha atuação é cuidar da parte visual, de branding (que trata das estratégias de gestão de uma marca para torna-la mais conhecida, agregando valor e fazendo com que seja cada vez mais desejada) e quando estava na graduação nem imaginava que essa possibilidade existia. Trabalho com uma marca, mas tenho um mundo para explorar, apesar de não parecer”, salientou.
Traçando um paralelo com a sua carreira, a ideia foi mostrar como o profissional pode crescer nesse meio, pois as possibilidades são muitas, como por exemplo o design que é freelancer e não está ligado a nenhuma empresa e tem uma gama de clientes.
“Existe ainda o estúdio de design, onde há a chance de se associar a outros designers e que está em alta atualmente. O mercado corporativo tem tido um crescimento significativo”, apontou.
O aluno do 4º período do curso de Design, João Pedro Olegário Paiva, revelou que “a perspectiva é muito boa em relação ao mercado de trabalho, porque recebemos mais informações a cada ano e acompanhamos o crescimento da tecnologia, que acaba facilitando o trabalho do design e a sua consequente entrada no mercado de trabalho. O UniFOA está sempre oferecendo aos alunos palestras, workshop, seminários e outras formas de manter a atualização dos cursos”.
Já a aluna Ana Luiza Cardoso Alves, do 5º período, afirmou que as palestras são importantes: “em sala vemos alunos que ainda não sabem qual área escolher ou ainda que vêm apenas a parte do design gráfico e o curso do UniFOA oferece outras opções. O leque é muito maior do que a gente pensa e o melhor é ter contato com uma pessoa que já viveu o profissionalismo em várias áreas, passando para a gente e abrindo a mente de todos”, frisou.
Bianca Lopes, funcionária do Marketing do UniFOA, não perdeu a chance de adquirir mais conhecimento na área: “O Lucas tem um portfólio maravilhoso, com experiências admiráveis e ter a oportunidade de ouvir um egresso da mesma instituição que formei e poder vivenciar todas as experiências que ele comentou, nos enche de orgulho. Eu, que trabalho na área de Marketing, poder escutar sobre a importância de defender as estratégias criadas; os desafios que os designers encontram no dia a dia e como os "clientes" gostam de opinar e pedir as alterações mais descabidas, foi interessante, sem contar que foi até divertido poder compartilhar das mesmas ‘dores’. Foi um prazer participar da Aula Magna do Design, mesmo não sendo da área”, enfatizou.
Na opinião da coordenadora Aline, a Aula Magna ultrapassou as expectativas: “Lucas é um profissional atuante em um grande mercado, que é São Paulo, e mostrou novas viabilidades para o aluno conseguir enxergar que existem outras variedades além do gráfico, entre outras expertises. É muito importante ter um egresso falando porque é outro cenário, com o linguajar mais solto, e a história dele é bem interessante, pois galgou os degraus do sucesso com a própria competência, servindo de inspiração para o aluno que não precisa ficar aqui, pois tem um mundo à disposição”, finalizou.
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