A partir de agora, por determinação do Ministério da Educação (MEC), a emissão de diploma de graduação nas instituições de ensino superior será 100% digital. A mudança, que entrou em vigor no dia 1º de julho com a Portaria nº 70/2025, representa um avanço na modernização da educação superior brasileira, trazendo mais segurança, agilidade e confiabilidade à certificação dos egressos. 

No entanto, no Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), essa realidade já faz parte da rotina acadêmica desde 2022. A instituição se antecipou à obrigatoriedade e implantou, de forma estruturada, um sistema de emissão digital que hoje se destaca pela eficiência e praticidade. 

A decisão do MEC atende à necessidade de tornar o processo mais seguro contra fraudes, mais rastreável e integrado aos padrões tecnológicos que já regem grande parte dos serviços públicos e privados. Além disso, busca agilizar a entrega dos documentos aos estudantes e reduzir custos operacionais para as Instituições. 

Segundo a reitora do UniFOA, professora Dra. Ivanete da Rosa Silva de Oliveira, a medida fortalece não apenas a segurança jurídica e a celeridade nos processos acadêmicos, mas também alinha o Brasil às melhores práticas internacionais. 

“Trata-se de uma iniciativa que fortalece a modernização, a segurança jurídica e a celeridade dos processos acadêmicos, conferindo maior autenticidade, rastreabilidade e transparência à certificação dos egressos. Além de alinhar o país às melhores práticas internacionais, a medida contribui para a eficiência operacional das instituições de ensino, promovendo uma gestão acadêmica mais inovadora”, destaca a reitora. 

Uma transição já consolidada no UniFOA 

A implantação do diploma digital no UniFOA começou em 2022, seguindo as etapas técnicas previstas pelo MEC. De acordo com Camila da Silva Felicio, responsável pela Divisão de Registro Acadêmico da Instituição, o processo teve início com a emissão do diploma em formato digital e, posteriormente, passou a incluir o histórico escolar e outros documentos complementares. 

“Esse sistema trouxe mais segurança ao processo, principalmente porque o diploma é gerado a partir de um arquivo XML (Extensible Markup Language), que só aceita dados precisos e confiáveis. Isso reduz drasticamente a margem para erros e aumenta a segurança documental”, explica Camila. 

A principal vantagem, no entanto, está na agilidade do processo para o estudante. Antes da digitalização, o registro dos diplomas era feito manualmente, com caneta, em livros físicos, uma prática que demandava tempo e esforço. Com a criação de um sistema interno desenvolvido por analistas do próprio UniFOA, os registros passaram a ser automatizados, aproveitando os dados já presentes no sistema acadêmico. 

Com isso, os prazos foram significativamente reduzidos. Se antes o diploma levava até 90 dias para ser entregue, agora, com o processo digital, esse período caiu para até 60 dias — ou seja, 50% a menos que o limite de 120 dias estipulado pelo MEC. 

Beneficiado pela nova modalidade, o egresso do curso de Sistemas de Informação, Leonardo Feliciano Teixeira, afirma ter recebido o diploma com agilidade e sem burocracia. 

“Foi tudo muito prático. Achei o processo ágil e eficiente. Com certeza, a digitalização trouxe mais comodidade para quem está saindo da graduação e precisa do diploma com rapidez”, destaca Leonardo, que recebeu o documento por e-mail poucos meses após concluir o curso. 

Mais praticidade para os estudantes 

Além da agilidade, os diplomas digitais oferecem praticidade. Os egressos recebem o documento por e-mail ou podem acessá-lo na área restrita do portal acadêmico. A verificação de autenticidade é feita pelo site do UniFOA ou pelo validador nacional do MEC, garantindo validade jurídica e evitando deslocamentos ou envios físicos. 

Segundo Camila, a recepção dos alunos foi bastante positiva. “Houve um período de adaptação, principalmente em relação ao arquivo XML, que possui características técnicas e visuais diferentes do diploma impresso. Mas, com o devido suporte, os estudantes compreenderam rapidamente as vantagens do novo modelo”, afirma. 

A maioria dos órgãos de classe e empregadores já reconhece o diploma digital como válido. Contudo, em casos específicos, o documento pode ser materializado em cartório, conforme previsto em lei. 

Compromisso com a inovação 

Para a reitora, a antecipação do UniFOA à obrigatoriedade legal reflete o compromisso da instituição com a transformação digital e a excelência na gestão acadêmica. 

“Desde 2022, o UniFOA já emite diplomas digitais com excelência, em conformidade com os mais altos padrões técnicos e regulatórios. Essa postura proativa é reflexo de nossa missão de oferecer uma educação moderna, segura e alinhada aos desafios do mundo contemporâneo”, conclui a professora Ivanete. 

Com a consolidação do diploma digital, o UniFOA segue investindo em soluções tecnológicas que valorizam a experiência acadêmica, promovem a sustentabilidade institucional e preparam seus egressos para um mercado cada vez mais dinâmico e digitalizado. 

Na última sexta-feira (08), o Centro Hitórico-Cultural Dauro Aragão, no campus Olezio Galotti, em Três Poços, foi palco do IV SIMPATERJ – Simpósio de Valorização Profissional da Enfermagem. O evento reuniu técnicos, auxiliares, enfermeiros e estudantes para um dia de debates, rodas de conversa e trocas de experiências sobre os desafios e avanços da profissão.  

Com o tema “Cuidando de quem cuida – Valorização e Inovação na Enfermagem”, o encontro abordou questões essenciais como saúde mental dos profissionais, inovações tecnológicas, ética, violência no exercício da função e atendimento em urgência e emergência. 

A programação contou com palestras e discussões sobre valorização profissional, primeiros passos na carreira, impactos da violência na rotina da enfermagem, inteligência artificial aplicada à área e a importância de fortalecer a formação contínua. A escolha de Volta Redonda e do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) como sede do evento reforça o protagonismo da instituição na promoção de conhecimento e na integração entre o meio acadêmico e as demandas do setor de saúde. 

Representando o presidente da Fundação Oswaldo Aranha (FOA), Eduardo Prado, o pró-reitor de Educação a Distância, Rafael Teixeira, destacou o alinhamento entre o tema central e a missão da instituição: 

“O simpósio está totalmente articulado ao que desenvolvemos no UniFOA, pois reflete o cuidado que temos com nossos alunos, técnicos administrativos e professores. Abrimos as portas para receber conteúdos de qualidade e profissionais qualificados, reforçando nosso compromisso com a formação e o fortalecimento da enfermagem.” 

A conselheira titular do Coren-RJ e professora do UniFOA, Miriam Salles Pereira, ressaltou a importância de um espaço voltado especialmente para técnicos e auxiliares de enfermagem: “O SIMPATERJ é o único evento científico do estado do Rio de Janeiro pensado para que esses profissionais possam se atualizar e estabelecer parcerias em temas relevantes.” 

O evento também contou com a participação de autoridades políticas que atuam na defesa da categoria. A Deputada Federal Enfermeira Rejane de Almeida, que já esteve no UniFOA em outras ocasiões, reforçou a relevância de debater a valorização da profissão em diferentes esferas: 

“Não são apenas heróis; os profissionais de enfermagem precisam ser valorizados financeiramente, com acesso à formação e pós-graduação. Nosso papel no parlamento é criar leis e articular políticas públicas que garantam esse reconhecimento.” 

Para a Deputada Estadual e presidente do Coren-RJ, Lilian Behring, a parceria com o UniFOA é estratégica: “O UniFOA é referência não só em Volta Redonda, mas em toda a região do Médio Paraíba. Este é o quarto ano que realizamos o evento na universidade, sempre com grande adesão e qualidade nas discussões.” 

Ao reunir profissionais, estudantes, representantes institucionais e parlamentares, o IV SIMPATERJ consolidou-se como um espaço de fortalecimento da enfermagem no estado. Mais do que um evento, a iniciativa reafirma a importância de cuidar de quem dedica a vida ao cuidado dos outros, com foco em inovação, valorização e qualidade na formação. 

[elementor-template id="11211"]

O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) marcou presença no XVII Simpósio Brasileiro de Automação Inteligente (SBAI), promovido pela Sociedade Brasileira de Automática (SBA), com dois trabalhos que evidenciam a força da pesquisa aplicada e do ensino baseado em metodologias ativas na Engenharia. 

O primeiro projeto, Development and Implementation of a Didactic Plant for Temperature and Humidity Control Using a PID-Based Strategy (Desenvolvimento e implementação de uma planta didática para controle de temperatura e umidade utilizando uma estratégia baseada em PID), foi desenvolvido pelos egressos Marcus Vinicius Rocha Oliveira, João Vitor Freitas da Costa, Carlos Eduardo de Oliveira Silva e Ramon Jaques Mageste Pereira, junto aos estudantes de Engenharia Elétrica Polyanna Gomes Martins, Wellington Pereira de Matos e João Gabriel dos Santos Dias Moura Matos, sob orientação dos professores Ítalo Pinto Rodrigues e Péricles Guedes Alves. 

A iniciativa resultou no desenvolvimento de uma planta didática de baixo custo (R$ 378,14) para controle de temperatura e umidade, utilizando um sistema TITO (Two-Input Two-Output) com microcontrolador ESP32 e monitoramento em tempo real via Arduino IoT Cloud. Além de permitir a experimentação prática da sintonia de controladores PID, o projeto acumula uma trajetória de destaque: já foi tema de Trabalho de Conclusão de Curso, apresentado em eventos científicos nacionais, premiado como melhor trabalho da área de Exatas no Tudo é Ciência 2023, vencedor do XII Prêmio Crea-RJ de Trabalhos Científicos e Tecnológicos, e origem de múltiplas iniciações científicas — duas delas em andamento em 2025. 

O segundo trabalho, Fault Detection in Three-Phase Induction Motors Using Artificial Neural Networks: A Practical Approach for Engineering Education (Detecção de falhas em motores de indução trifásicos utilizando redes neurais artificiais: uma abordagem prática para o ensino de engenharia), foi desenvolvido pelas egressas de Engenharia Elétrica Caroline Fernandes, Julia Gabriel e Lizandra Alves, sob orientação dos professores Ítalo Pinto Rodrigues e Aloano Régio de Almeida Pereira. 

A pesquisa nasceu do interesse das autoras em aplicar Inteligência Artificial (IA) no contexto da manutenção preditiva, área ainda não abordada formalmente na matriz curricular. Para viabilizar a solução, a equipe desenvolveu um setup capaz de simular falhas reais, como perda de fase, sobrecarga, superaquecimento e desalinhamento, coletando dados para treinar redes neurais no MATLAB. O modelo apresentou alta acurácia, com erro MRSE de apenas 7,22%, demonstrando relevância técnica e potencial de aplicação industrial. 

Além dos resultados técnicos, o projeto possibilitou às estudantes o desenvolvimento de competências como pensamento crítico, resolução de problemas e trabalho em equipe. “Tenho profunda admiração pelo trabalho realizado por elas, não apenas pelo rigor técnico, mas pela postura profissional e pela capacidade de lidar com problemas complexos”, destacou o professor Ítalo. 

Para o docente, participar do SBAI foi também uma oportunidade de integrar um ambiente de discussão de alto nível. “É um privilégio estar em um espaço onde se debate uma área tão estratégica para o avanço tecnológico e industrial do país. Esta é a segunda vez que o UniFOA participa do simpósio, e foi possível perceber o quanto estamos alinhados com pesquisas desenvolvidas nas melhores universidades do Brasil”, completou. 

Considerado um dos eventos mais relevantes da área de automação inteligente no país, o SBAI reuniu apresentações e debates sobre as principais tendências e avanços tecnológicos. A participação do UniFOA reforça o compromisso da instituição com a produção científica e a inovação, apoiada pelo seu programa de incentivo à pesquisa. 

[elementor-template id="11211"]

O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) está com inscrições abertas para o processo seletivo do Mestrado Profissional em Materiais (MEMAT), com ingresso no segundo semestre de 2025. A seleção tem como objetivo o preenchimento de vagas, com ou sem concessão de bolsas sociais, conforme normas previstas no edital e em conformidade com a legislação educacional vigente. 

O UniFOA concederá quatro bolsas sociais parciais (50%) sobre o valor das mensalidades, destinadas exclusivamente aos candidatos ingressantes no segundo semestre deste ano. A iniciativa busca ampliar o acesso à pós-graduação e fomentar a qualificação de profissionais na área de Materiais, seguindo critérios socioeconômicos definidos no edital. 

Podem concorrer às bolsas os candidatos que apresentem renda familiar bruta mensal per capita igual ou inferior a três salários mínimos federais, mediante comprovação por meio da documentação exigida para análise socioeconômica. 

Os interessados em ingressar no Mestrado Profissional em Materiais (MEMAT) devem realizar suas inscrições até o dia 27 de agosto. O prazo máximo para envio da documentação no Ambiente Virtual é 28 de agosto. 

Mais informações sobre o processo seletivo, incluindo critérios de participação, prazos e documentação necessária, estão disponíveis no edital completo, publicado no site oficial do UniFOA. 

Informações e inscrições: https://www.unifoa.edu.br/mestrado/memat/#inscricao  

Acesse o edital completo: Edital do MeMat - 2025.2 - Bolsa Social

Entre os dias 6 e 8 de agosto, o Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) realizou o Start MedVR 2025.2, programação de boas-vindas voltada aos ingressantes do segundo semestre do curso de Medicina. A iniciativa marcou o início da trajetória acadêmica dos estudantes do primeiro período com atividades de integração, apresentação da nova matriz curricular e orientações sobre ferramentas essenciais para a vida universitária. 

Durante a programação, os ingressantes participaram de um tour guiado pela biblioteca e receberam instruções sobre o uso de recursos do portal do aluno, como CAIP, LXP, Teams e Sagres, plataformas que serão fundamentais no acompanhamento de aulas, conteúdos e informações acadêmicas. 

A agenda incluiu também uma visita técnica ao Hospital da Fundação Oswaldo Aranha (H.FOA), possibilitando aos novos alunos conhecerem de perto a infraestrutura e o funcionamento de um hospital e a participação no projeto Samuzinho, que oferece noções iniciais sobre atendimento primeiros socorros de forma lúdica e educativa. 

Para o diretor de ensino, professor Igor Dutra, o Start MedVR é uma oportunidade valiosa para que os estudantes entendam, desde o início, o que a instituição oferece e como será sua vivência acadêmica: 

“Essa é uma ação de acolhimento para apresentar aos estudantes de primeiro período tudo o que a instituição disponibiliza e o que estamos preparando para tornar a experiência deles a melhor possível. No curso de Medicina, buscamos proporcionar contato com a maior variedade de consultas, procedimentos e ações em saúde desde cedo. É gratificante ver a empolgação e a vontade de aprender desses alunos e transformar essa energia em algo positivo para sua formação, tanto profissional quanto pessoal.” 

A experiência foi marcante para quem está dando os primeiros passos na formação médica. Raylla Duarte, de 27 anos, advogada e agora estudante de Medicina, relatou que ingressar no curso representa a realização de um sonho adiado: 

“Fazer Medicina sempre foi uma vontade, mas por questões da vida não foi possível antes. Agora estou encantada. Cada aula, cada momento e cada experiência aqui me aproximam mais desse sonho. Foi a primeira vez que conheci o Hospital H.FOA e achei a estrutura incrível. Essa imersão logo nos primeiros dias é muito valiosa, pois já nos coloca em contato com a realidade da profissão e com a humanização no atendimento.” 

Outra ingressante, Ana Carolina Rodrigues, também advogada, destacou a importância dessa aproximação precoce com a prática médica: 

“Já no terceiro dia de aula, tivemos contato com ambientes hospitalares e aprendemos sobre a postura do médico e a humanização no atendimento. Venho do Direito e sempre tive esse sonho. A vida familiar e a dedicação aos meus filhos acabaram adiando esse projeto, mas agora estou muito feliz por poder realizá-lo e orgulhosa por mostrar a eles que nunca é tarde para seguir um objetivo.” 

A professora de acolhimento, Márcia Bastos, ressaltou o cuidado na elaboração da programação: “Iniciar uma nova etapa é sempre desafiador, especialmente quando se trata de um sonho tão grande como ingressar no curso de Medicina. A Semana de Start foi pensada com muito carinho e dedicação. Conseguimos realizar atividades diferenciadas, acolhedoras e inspiradoras. Foram dias de escuta, troca, integração e conexão, planejados para marcar esse início de forma positiva, humana e inesquecível”. 

Com atividades dinâmicas e integradoras, o Start MedVR 2025.2 reforçou o compromisso do UniFOA em proporcionar uma formação acadêmica sólida, que alia teoria, prática e valores humanizados desde o primeiro contato dos futuros médicos com a instituição. 

A professora Ana Paula Cunha Pereira, docente dos cursos de Licenciatura em Educação Física, Ciências Biológicas e do Mestrado Profissional em Ensino em Ciências da Saúde (MECSMA) do UniFOA, representou a instituição e o Brasil na Conferência Anual da Leisure Studies Association (LSA), realizada em julho, na York St. John University, no Reino Unido. O destaque de sua participação foi a apresentação de um capítulo de sua autoria no livro Research Handbook of the Sociology of Leisure, em tradução livre (Manual de Pesquisa em Sociologia do Lazer), publicado pela renomada editora Edward Elgar Publishing.

Com o tema “Leisure and social justice in changing and challenging times” (Lazer e justiça social em tempos de mudança e desafios), a conferência celebrou os 50 anos da LSA, uma das mais prestigiadas associações acadêmicas dedicadas aos estudos do lazer, reunindo especialistas de diversas áreas do conhecimento, como sociologia, educação física, psicologia, geografia, economia, arquitetura, turismo, gestão de eventos e políticas públicas.

A obra da qual Ana Paula faz parte será lançado no final do ano, reúne 33 capítulos de autores de várias partes do mundo, discutindo como o lazer, o ócio e a indústria do entretenimento se relacionam com dinâmicas sociais, inclusão e exclusão. Seu capítulo, intitulado “Leisure, Resistance Movements and Marginalised Youth: 30 Years of the Cultural Group AfroReggae, a non-governmental organisation in Rio de Janeiro, Brazil” (Lazer, movimentos de resistência e juventude marginalizada: 30 anos do grupo cultural AfroReggae, uma organização não governamental do Rio de Janeiro, Brasil), surgiu a partir de um convite feito pelos organizadores Karl Spracklen (Leeds Beckett University, UK), Brett Lashua (University College London, UK) e Felice Yuen (Concordia University, Canadá).

Segundo Ana Paula, a escolha do tema foi orientada por três pilares: abordar o lazer em interface com a desigualdade social, dar visibilidade à realidade urbana do Rio de Janeiro e articular o conteúdo com as disciplinas que leciona no UniFOA, como “Legislação da Educação e Políticas Educacionais” (licenciatura em Ciências Biológicas em Educação Física) e “Políticas e Práticas de Inclusão” (MECSMA).

“Aceitei o convite em 2023, sem ainda ter uma ideia clara do que escrever. Foi um desafio que me motivou a mergulhar nas políticas públicas voltadas à juventude, movimentos sociais e legislações brasileiras”, relatou. A comemoração dos 30 anos do Grupo Cultural AfroReggae à época da escrita serviu como catalisador para o desenvolvimento da pesquisa.

Durante o evento, Ana Paula participou da mesa “Starting Lines, Turning Points, and Disputational Moments in the Sociology of Leisure” (Linhas de partida, pontos de virada e momentos de disputa na sociologia do lazer), ao lado de nomes de destaque na área, como Felice Yuen (Canadá), Brett Lashua (Reino Unido), Corey W. Johnson (EUA), Holly Thorpe (Nova Zelândia), entre outros pesquisadores de prestígio.

“O mais gratificante foi representar, além da nossa instituição, o meu país em uma mesa internacional tão qualificada. Foi um momento de grande responsabilidade e orgulho profissional”, destacou.

A trajetória de internacionalização da professora já inclui participações anteriores na LSA, a primeira em 2011, durante seu doutorado sanduíche na Leeds Beckett University (UK), e depois como docente do UniFOA em 2013 e 2017. Ela também esteve presente no Congresso Mundial de Sociologia, no Canadá, em 2018.

Ana Paula fez questão de ressaltar o apoio fundamental do UniFOA à sua trajetória acadêmica: “Internacionalizar é um processo constante de resistência. Além de investir na inscrição, a instituição sempre apoiou minhas idas a eventos internacionais. O suporte estrutural, institucional e, inclusive, emocional faz toda a diferença para que possamos continuar produzindo ciência de qualidade”, afirmou.

Ela ainda agradeceu à Pró-Reitora de Pesquisa, Ana Carolina Dornelas; aos coordenadores do MECSMA, Júlio Aragão e Bruna Casiraghi; ao coordenador do curso de Ciências Biológicas, Dimitri Ramos Alves; ao coordenador do curso de Educação Física, Silvio Henrique Vilela; e à reitora, professora Ivanete da Rosa Oliveira, pelo apoio e incentivo ao longo do processo.

A contribuição da professora Ana Paula reforça o compromisso do UniFOA com a produção científica de excelência e com a promoção da internacionalização da pesquisa. Sua atuação no cenário acadêmico global evidencia o impacto e o reconhecimento do trabalho desenvolvido na instituição, ultrapassando fronteiras e conectando o conhecimento local a contextos internacionais.

[elementor-template id="11211"]

A construção de um futuro mais consciente começa dentro da escola. Foi com esse propósito que a oficina “Prototipando Futuros Sustentáveis”, realizada pelo curso de Ciências Biológicas do UniFOA, mobilizou estudantes do 2º e 3º ano do Ensino Médio do CIEP 291 Dom Martinho Schlude, em Pinheiral, por meio de uma proposta de educação ambiental crítica, criativa e prática.

A atividade integra o projeto PIBIC-EM-CNPq, em ação conjunta com o PIBIC-UniFOA, e teve como responsáveis Brisa Marcolan Aragão e a professora Maria Helena Machado. Como parte da iniciativa, foi convidada a professora Denise Celeste Godoy de Andrade Rodrigues, da UERJ, para ministrar a oficina na escola.

A ação contou ainda com a colaboração das alunas Giovanna Lopes Peçanha e Thamirys Ferreira de Almeida, do curso de Ciências Biológicas – Bacharelado, que atuaram como monitoras e auxiliaram no desenvolvimento das atividades durante a oficina.

Utilizando metodologias ativas e a construção de micromundos com materiais reaproveitáveis, a atividade foi pensada para estimular o pensamento sobre o futuro e o entendimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), propostos pela Agenda 2030 da ONU. Além de promover a consciência socioambiental, a oficina incentivou o engajamento dos jovens na busca por soluções sustentáveis para o ambiente escolar e suas comunidades.

A diretora da escola, Rosana Paula, destacou o impacto positivo da aproximação entre universidade e escola:

“Só a possibilidade da universidade se aproximar da escola e dar ao aluno uma perspectiva de futuro já é suficiente para que a gente apoie. Trazer para o aluno a possibilidade de enxergar que o entorno dele precisa de cuidados é 100%. Quando ele tem esse olhar, ele começa a repensar quem ele é como pessoa, como cidadão e quem ele pode ser lá na frente. A universidade deixa de ser um caminho distante e passa a ser algo possível.”

Rosana também observou uma mudança no comportamento dos estudantes em relação ao espaço escolar:

“Você pode andar nessa escola, não vai ver parede rabiscada. Quando o aluno toma consciência, entende que esse espaço é dele. Se ele estragar, está estragando o que é dele. O olhar muda completamente.”

A estudante Patrícia Mourão, do 3º ano do Ensino Médio, afirmou que a oficina contribuiu para ampliar horizontes e despertar novos interesses:

“É uma ideia muito boa, principalmente para quem não tem tanta informação sobre o assunto. Assim a gente consegue propagar mais conhecimento, inclusive sobre direitos ambientais. Muitos colegas daqui nem sabiam o que queriam para o futuro, e essa experiência começa a mudar isso.”

Já a acadêmica Giovanna Lopes Peçanha, do 6º período de Ciências Biológicas do UniFOA, comentou sobre a importância de levar o conhecimento para além dos muros da universidade:

“É ótimo ver a universidade se expandindo. A Biologia é importante para todo mundo, não só para quem estuda o curso. Quando conseguimos levar esse conteúdo para outros públicos, ajudamos a transformar o nosso futuro. A prática, sem dúvida, é o que faz a diferença na nossa formação.”

A também estudante de Biologia, Tamires Ferreira de Almeida, reforçou esse pensamento ao destacar o papel da juventude na construção de um futuro sustentável:

“Esses alunos são o nosso futuro. Quando a gente pode falar com eles sobre meio ambiente e impacto ambiental, estamos contribuindo diretamente para que eles façam a diferença daqui para frente.”

Ao unir educação ambiental, criatividade e engajamento social, a oficina “Prototipando Futuros Sustentáveis” mostra como iniciativas interdisciplinares podem impactar de forma real a formação de jovens conscientes, protagonistas e preparados para os desafios do século XXI.

Na parte da tarde, os envolvidos na atividade gravaram um podcast falando sobre a experiência.

[elementor-template id="11211"]

Como parte de uma proposta pedagógica do professor Eduardo Carreiro, alunos do 1º período dos cursos de Publicidade e Propaganda e Jornalismo da Escola de Comunicação desenvolveram jogos educativos ao longo do segundo bimestre. A atividade teve como objetivo estimular a criatividade, o trabalho em equipe e a aplicação prática dos conteúdos aprendidos em sala de aula.

Ao todo, foram apresentados 14 jogos, avaliados por uma banca formada pelo professor responsável e docentes convidados. O destaque ficou com o jogo “Cancelado – Segue o fio”, criado pelos alunos Débora Araújo, Isadora Ventura, Mariah Morais, Paula Fernanda, Samuel Gama e Thomas Carter. A proposta conquistou o primeiro lugar e será submetida à Expocom, mostra competitiva que integra a programação da Intercom (Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação) — um dos maiores congressos de comunicação da América Latina.

A equipe representará o UniFOA na etapa regional Sudeste, onde os melhores trabalhos acadêmicos da área são avaliados por uma banca especializada. Caso seja selecionado, o jogo poderá ser apresentado na edição nacional do congresso.

Educação e cultura digital em jogo

O professor Eduardo Carreiro destaca que a proposta busca ir além da criação de um jogo. “A ideia é permitir que os alunos desenvolvam competências fundamentais, como gestão de projetos, empreendedorismo e trabalho em equipe. Além disso, é uma forma de refletir sobre temas contemporâneos da cultura digital — como cancelamento, fake news e inteligência artificial — usando o jogo como ferramenta de aprendizagem”, explica.

“Cancelado – Segue o fio” é um jogo de tabuleiro que mescla entretenimento e crítica social. Os participantes assumem o papel de influenciadores digitais que precisam manter sua base de seguidores enquanto enfrentam situações típicas da internet, como pronunciamentos polêmicos, publis duvidosas e julgamentos do público.

“Desde o início, eu quis que o jogador se sentisse como um famoso do X (antigo Twitter), prestes a postar algo que pode arruinar a própria carreira (risos). A ideia era misturar humor com uma tensão real — aquele medo de falar uma besteira e ser cancelado”, conta Samuel Gama, responsável pelo design do jogo.

Ao longo da partida, os jogadores avançam pelas casas do tabuleiro, sendo impactados por cartas especiais como “Cancelado”, “Parceria” e “Boa Ação”, que afetam diretamente o número de seguidores. Quem zerar seus seguidores é eliminado — mas continua participando das votações, em uma mecânica que simula o efeito das “canceladas” virtuais que seguem ativas na vida real.

“Apesar de ser um jogo de tabuleiro, eu quis manter os eliminados ainda participando do jogo — como acontece na internet. As pessoas são ‘canceladas’, mas continuam existindo e dando suas opiniões”, explica Isadora Ventura, uma das integrantes do grupo.

 

Estereótipos digitais e criatividade

O jogo apresenta seis personagens inspirados em estereótipos da internet. Cada jogador assume uma dessas personas para interagir nas dinâmicas de julgamento coletivo. Os personagens são:

Curiosamente, as iniciais dos personagens formam o acróstico PPJOCO — uma referência direta aos cursos de Publicidade e Propaganda, Jornalismo e Comunicação. A identidade visual mistura influências de mangás e animes com elementos gráficos de HQs, como Marvel e DC Comics, criando um estilo visual único e atraente para o público jovem.

O aluno Thomas Carter, responsável pela parte publicitária do projeto, optou por uma abordagem irônica e intencionalmente simplificada para a divulgação do jogo:
“Pensei que, se a mensagem fosse boa, a qualidade técnica do vídeo podia ser propositalmente ruim. Isso me pouparia tempo e combinaria com a linguagem debochada do projeto. Foi uma experiência ótima e testou minha capacidade de executar planos com prazos curtos.”

Agora, o grupo se prepara para ajustar o projeto conforme os critérios da Expocom 2026, que exige o enquadramento em categorias específicas, conforme o regulamento oficial. A expectativa é representar o UniFOA entre os melhores projetos acadêmicos da área de comunicação do país.

Texto escrito por: Mariah Clara Rodrigues Morais e Paula Fernanda dos Santos, estudantes de Jornalimo sob supervisão.

[elementor-template id="11211"]

Durante os três dias da ExpoVR 2025, o Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) se destacou com um estande interativo, que apresentou ao público seus cursos, projetos, inovações e serviços nas áreas de educação, saúde, tecnologia e transformação social. O espaço foi pensado para proporcionar uma experiência imersiva, fortalecendo a conexão com os visitantes e demonstrando, na prática, a força das mantidas da Fundação Oswaldo Aranha (FOA). 

O estande contou com entrevistas em formato de podcast, um lounge exclusivo com informações sobre os cursos superiores da instituição, além da distribuição de brindes e uma equipe preparada para receber o público com acolhimento e conteúdo. 

A reitora do UniFOA, professora Ivanete Oliveira, destacou o impacto da participação da instituição no evento: 

“Esse evento, para nós, foi superimportante não só pelo impacto atual, mas também por todo o planejamento. O UniFOA participou ativamente. Estudantes de Engenharia Civil fizeram o mapeamento com drone para definição dos estandes. Alunos de Jornalismo e Publicidade atuaram diretamente na divulgação. Alunos das licenciaturas estão aqui apoiando pessoas com TEA (autismo). Estamos em todos os espaços da Expo, não apenas no nosso estande. Isso mostra o quanto a nossa instituição é parceira de grandes eventos e dos órgãos municipais, colocando nossa mão de obra qualificada a serviço do desenvolvimento regional.” 

Para os estudantes, a experiência tem sido intensa e enriquecedora. Júlia Campos, aluna de Publicidade, compartilhou a emoção de participar de um evento desse porte: 

“Acho que é um sentimento único! A gente não imaginava ter uma oportunidade como essa aqui em Volta Redonda. Viver isso tudo, ainda mais sendo estudante, é muito especial. Aprendemos muito, tanto o que vemos na faculdade quanto na prática do dia a dia. A Expo é um evento gigante, com marcas muito grandes, tanto da região quanto de fora.” 

Laiza de Oliveira, estudante de Jornalismo, destacou os desafios de aplicar, na prática, o que se aprende em sala de aula: 

“Mais do que qualquer coisa, é desafiador. Na sala de aula, você aprende muita coisa, mas a realidade aqui fora é diferente. Você precisa ser ágil, pensar rápido, principalmente na publicidade, onde tudo muda o tempo todo. Publicidade exige planejamento, mas também jogo de cintura para lidar com crises. Esse contraste entre teoria e prática é o que mais ensina.” 

A participação do UniFOA na ExpoVR 2025 evidencia o papel ativo da instituição na formação de profissionais preparados para os desafios do mercado, reforçando seu compromisso com a educação de qualidade e com o desenvolvimento da região. 

O tradicional Encontro de Docentes do UniFOA saiu do lugar-comum e surpreendeu os professores já na chegada. Acostumados a assistir palestras em auditórios, os docentes foram recepcionados no ginásio do curso de Educação Física, onde vivenciaram uma noite repleta de dinâmicas, integração e metodologias ativas. A iniciativa foi idealizada pela Reitora do UniFOA, professora Ivanete Oliveira, com o propósito de alinhar teoria e prática e proporcionar uma experiência transformadora aos educadores da instituição. 

"A gente fala tanto em metodologias ativas, em avaliação diversificada e em fazer diferente... Então por que não demonstrar isso na prática? Neste ano, quisemos trazer novidades aos nossos professores. A ideia foi mostrar como a ludicidade e a avaliação podem caminhar juntas e como isso impacta diretamente no processo de ensino-aprendizagem", explicou a reitora. 

Ela destacou ainda que a proposta da noite foi uma gincana com a temática da avaliação, uma abordagem dinâmica que pode ser adaptada a qualquer disciplina. "Quando associamos ludicidade à avaliação, o estudante também aprende. Isso é o que queremos ver acontecendo nas salas de aula", reforçou. 

A programação levou os professores a resolver enigmas, participar de desafios sobre o ENADE e elaborar estratégias pedagógicas alternativas à prova escrita tradicional. Tudo isso em clima de descontração, com direito a gritos de guerra, coreografias, canto e trabalho em equipe. “Começaram tímidos, mas saíram empolgados. É muito gratificante ver a entrega de cada grupo, a criatividade, a desenvoltura. Isso tudo estava no regulamento da gincana e valeu pontos, claro, mas, mais do que isso, mostrou o quanto nossos professores estão abertos a inovar”, disse Ivanete. 

A atividade também incluiu um quiz final, exigindo não só conhecimento dos temas abordados, mas também agilidade, raciocínio rápido e espírito de equipe. 

O professor Edilberto Ventureli, do curso de Comunicação, foi um dos mais entusiasmados com a proposta. “Foi muito prazeroso participar. Saímos daquela situação de apenas ouvir alguém falar e fomos desafiados de forma divertida e engajadora. Foi tudo muito bem elaborado. A gente se sentiu motivado e acolhido. O carinho e o respeito que os professores demonstraram pela professora Ivanete também foram muito bonitos. Ela é uma líder essencial para essa instituição. O evento foi inesquecível”, elogiou. 

Para Davison Pereira, professor do curso de Enfermagem, o encontro foi uma oportunidade de fortalecer o trabalho coletivo. “É uma iniciativa muito importante porque nos faz pensar em conjunto, discutir práticas e formas de ensino. A saída do auditório e a quebra do formato tradicional da palestra foram fundamentais. Isso fortalece o nosso vínculo como equipe e, principalmente, a nossa missão como educadores.” 

O 8º Encontro de Docentes mostra a maneira como a instituição pensa ensino, a formação continuada e a valorização do professor, apostando na criatividade, no afeto e na prática ativa como elementos centrais para transformar a educação. 

[elementor-template id="11211"]

Campus UniFOA
Olezio Galotti
Av. Dauro Peixoto Aragão, 1325 Três Poços - Volta Redonda - RJ CEP 27240-560
Tel.: (24) 3340-8400
Porfírio José de Almeida
Av. Lucas Evangelista, 862 Aterrado - Volta Redonda - RJ CEP 27215-630
Tel.: (24) 3344-1412
Colina | Anexo ao Hospital João Batista
Rua Nossa Senhora das Graças, 273 Colina - Volta Redonda - RJ CEP 27253-223
Tel.: (24) 3340-8437

Copyright © – UniFOA | Todos os direitos reservados à Fundação Oswaldo Aranha

Política de Privacidade | Compliance

crossmenu
Escolha abaixo a melhor opção

Olá! Sou seu assistente Virtual. Posso te ajudar?