Em um mundo onde os humanos já não existem, a pequena robô H.O.P.E. desperta de um longo sono para cumprir uma missão essencial: convencer seus amigos mecânicos a viverem em harmonia com a natureza. Essa é a proposta de Little H.O.P.E., jogo desenvolvido pela equipe Forja Umbra Studios durante o Hackathon LAB CN 2025 que agora alcança um novo marco: o lançamento da sua página oficial na Steam, a principal plataforma de games independentes do mundo.
O ponto de partida foi o tema do Hackathon — “Por um futuro sustentável”. Para Pedro Amando, estudante do último período de Sistemas de Informação do UniFOA e integrante da equipe, a ideia nasceu da vontade de criar um jogo que unisse diversão e mensagem, provando que entretenimento e conscientização podem caminhar juntos:
“Queríamos fugir da lógica dos jogos educativos que focam só no conteúdo e acabam deixando a experiência de lado. Nossa meta era criar algo envolvente, com atmosfera lúdica, puzzles criativos e um design carismático para a H.O.P.E., de modo que a mensagem fosse transmitida de forma natural, enquanto o jogador se diverte”, explica Pedro.
No game, o jogador assume o papel da protagonista Little H.O.P.E., que precisa aprender uma linguagem de símbolos para se comunicar com robôs e com a fauna de um mundo abandonado pelos humanos. A partir dessa interação, ela tenta restaurar o equilíbrio e trazer esperança ao planeta.
O desenvolvimento não foi fácil. O Hackathon deu apenas três dias para a criação do protótipo, exigindo dos participantes jornadas intensas de trabalho. Depois, os projetos selecionados tiveram três meses para transformar a ideia em um jogo completo.
“O maior desafio foi o tempo. Tivemos só três dias para entregar o protótipo e, depois, três meses para finalizar tudo. Foi corrido, mas aprendemos demais nesse processo. Apesar de termos que cortar parte do planejamento original, conseguimos um resultado muito bom”, conta o estudante.
Essa foi a primeira experiência definitiva da Forja Umbra Studios com o desenvolvimento de um jogo, o que tornou o desafio ainda maior. Mesmo assim, o esforço coletivo resultou em uma entrega sólida, reconhecida e premiada.
Além da parte técnica, a experiência trouxe aprendizados em organização, logística e comunicação de equipe:
“Atuar como game designer e narrative designer me ensinou a transmitir ideias e feedback de forma eficiente. Isso é algo que vou levar para toda a minha trajetória”, destaca Pedro.
A conquista também tem um significado especial para a formação acadêmica do estudante. Segundo ele, a prática complementou de forma decisiva a teoria aprendida em sala de aula:
“O curso de SI me deu a base em programação, mas principalmente a vivência com o projeto integrado de Game Jam, no primeiro ano, ao lado da professora Luciane Jasmin. Sem essa experiência inicial, eu não teria conseguido avançar tanto”, afirma.
Com o projeto finalizado e já disponível na Steam, a equipe começa a pensar nos próximos passos:
“O jogo está pronto, apenas com ajustes de manutenção e correção de erros. Mas já estamos nos movendo para um novo projeto, aplicando tudo o que aprendemos no desenvolvimento do Little H.O.P.E. para criar algo ainda mais impactante”, revela Pedro.
Mais do que um game, Little H.O.P.E. reflete o potencial criativo dos jovens desenvolvedores brasileiros. Ele une tecnologia, narrativa envolvente e conscientização ambiental mostrando que boas ideias podem sair do papel e ganhar o mundo.
Confira a página oficial do jogo na Steam: Little H.O.P.E.
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A 3ª Semana Acadêmica da Escola de Gestão e Negócios (EGN) do UniFOA reuniu uma programação intensa e variada, pensada para aproximar teoria e prática e oferecer aos alunos experiências que vão além da sala de aula. Ao longo da semana, os estudantes participaram de atividades voltadas para o empreendedorismo, a pesquisa, a inovação e o protagonismo estudantil, sempre em sintonia com as demandas do mercado atual.
A proposta do evento foi justamente estimular a reflexão sobre temas fundamentais, como liberdade financeira, carreira e uso de novas tecnologias, entre elas, a inteligência artificial aplicada à pesquisa científica. Além disso, os alunos tiveram a oportunidade de apresentar seus próprios projetos na Feira de Negócios e participar do I Startup Challenge, que incentivou a criação de modelos de negócios inovadores com impacto social.
A abertura contou com a palestra de Renata Alarcão, consultora do Sebrae, sobre o tema “Negócios que transformam – Empreender com propósito em tempos de mudança”. Para ela, a iniciativa do UniFOA representa um elo fundamental entre a academia e o mercado de trabalho, sem abrir mão da formação crítica dos futuros profissionais.
“Num mundo cada vez mais tecnológico, promover o conhecimento e as habilidades comportamentais é um grande diferencial para os alunos. Fiquei extremamente honrada com a presença em massa dos estudantes e ainda mais feliz com a qualidade das perguntas. Como egressa e ex-professora da instituição, sinto-me privilegiada em contribuir para o desenvolvimento de futuros profissionais comprometidos com a transformação social”, afirmou.
A coordenadora da Escola de Gestão e Negócios, professora Patrícia Nunes, reforçou que a Semana Acadêmica é um momento privilegiado para ampliar horizontes e vivenciar na prática os conceitos discutidos em sala.:
“É o momento de vivenciar na prática o empreendedorismo, a inovação e a pesquisa, ampliando a rede de contatos e desenvolvendo competências como liderança, visão estratégica e criatividade. A diversidade da programação foi planejada para contemplar diferentes dimensões da formação, aproximando os estudantes do mercado e fortalecendo o propósito da EGN: formar profissionais completos, críticos e preparados para os desafios contemporâneos”.
Ela também destacou o trabalho coletivo na organização do evento:
“Contamos com uma equipe de professores engajados, a participação da Atlética e dos representantes de turma, que assumiram responsabilidades conosco. Um agradecimento especial à professora Mestre Débora Cristina Lopes Martins, idealizadora da Semana, que conduziu cada etapa com excelência, unindo criação, logística e articulação de pessoas de forma impecável”.
Já a professora Débora Martins, responsável pelo Eixo de Extensão e uma das organizadoras, ressaltou o envolvimento dos alunos como diferencial desta edição:
“Foi incrível ver os alunos participando de verdade, apresentando ideias, interagindo e se envolvendo nos desafios. Tivemos a contribuição ativa da recém-criada Liga Acadêmica Carreira, Negócios e Tecnologia, além da Feira de Negócios, que reuniu estudantes empreendedores com seus projetos. A sensação é de que aprendemos juntos e que a Semana se consolidou como um espaço vivo de troca e crescimento”.
O engajamento e a participação estudantil também foram lembrados por Arnaldo Júnior, representante do diretório acadêmico da EGN:
“Claro que deu trabalho e responsabilidade, mas no fim valeu muito a pena. Aprendemos muito com a organização, fizemos conexões e vimos os colegas participando ativamente. Para mim, significa sentir que nossa opinião importa, e isso motiva a contribuir cada vez mais”.
Com palestras, painéis, feiras e desafios, a 3ª Semana Acadêmica da Escola de Gestão e Negócios deixou sua marca: mais do que um evento acadêmico, tornou-se um espaço vivo de aprendizado, troca e inovação, onde estudantes, professores e mercado caminham juntos para transformar realidades.
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Na última sexta-feira (22), o bairro Retiro recebeu a 2ª edição do Conexão Mega Cidadania, uma iniciativa que reúne serviços gratuitos de assistência social, saúde, educação e lazer, com foco na inclusão e no bem-estar da comunidade. O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) marcou presença com as equipes dos cursos de Nutrição e Odontologia, levando orientação, acolhimento e informação à população.
O evento também contou com a presença do programa “RJ Para Todos”, do Governo do Estado, além da participação de diversas secretarias municipais.
Segundo a pró-reitora de Extensão, professora Ana Carolina Callegario, a participação do UniFOA nesses eventos é estratégica tanto para a comunidade quanto para a formação dos estudantes:
“Acho essencial estarmos presentes em iniciativas como essa, porque nossos cursos têm muito a contribuir. Essa parceria com a Prefeitura e o Governo do Estado permite que nossos alunos coloquem em prática o que aprendem em sala de aula, vivenciem a realidade da população e cresçam não apenas profissionalmente, mas também pessoalmente. É um aprendizado que vai além dos livros.”
Os alunos também destacaram a experiência de aproximação com a comunidade. Pedro Shai, do terceiro período de Nutrição, explicou as atividades desenvolvidas pelo curso: “Realizamos avaliações de índice de massa corporal e oferecemos orientações sobre saúde nutricional. Também distribuímos materiais com informações sobre projetos do curso, com o objetivo de levar mais conhecimento sobre alimentação para a população.”
Da mesma forma, os estudantes de Odontologia estiveram em contato direto com o público. Leandro Souza, aluno do quinto período, relatou: “Nosso trabalho foi orientar sobre saúde bucal, especialmente com foco nas crianças, mas também esclarecendo dúvidas de todas as idades. É um momento importante para promover prevenção e conscientização.”
Além do impacto social, a iniciativa também tem valor acadêmico. A professora Paula Alves Leoni, do curso de Nutrição, ressaltou a importância do combate às informações falsas sobre alimentação: “Hoje em dia existem muitos mitos e fake news sobre nutrição circulando nas redes sociais. Por isso, é fundamental que estejamos nesses espaços para compartilhar informações científicas e seguras”.
“Para os alunos, essa vivência é muito enriquecedora, porque eles aprendem a lidar com a população, a desenvolver empatia e ainda trocam experiências entre si, já que alunos mais avançados ajudam aqueles que estão começando”, completou a professora.
O Conexão Mega Cidadania ofereceu uma ampla gama de serviços, como atualização do Cadastro Único, emissão da Carteira do Idoso Interestadual e orientações sobre programas da assistência social. Também foram divulgadas ações de prevenção ao trabalho infantil, apoio a pessoas em situação de rua, cuidados voltados para idosos e pessoas com deficiência, além de campanhas educativas sobre o combate ao abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes.
Com a participação ativa dos estudantes e professores, o UniFOA reforça seu compromisso com a comunidade, unindo conhecimento acadêmico à promoção da cidadania e à transformação social.
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A III Jornada Sul Fluminense de Geriatria e Gerontologia se consolidou como um dos principais eventos científicos da região dedicados à saúde da pessoa idosa. O encontro reuniu no Auditório William Monachesi, no campus Olezio Galotti, em Três Poços, especialistas, profissionais da saúde, estudantes e gestores públicos com o propósito de discutir desafios, avanços e estratégias no cuidado com o envelhecimento. Com uma programação diversificada, foram abordados temas como demências, envelhecimento ativo e políticas públicas, fortalecendo a rede de atenção voltada ao idoso no Sul Fluminense.
A reitora do UniFOA, professora Ivanete Oliveira, destacou a satisfação em receber a Jornada no Centro Universitário. “Eu fico aqui duplamente satisfeita. Primeiro porque sei que o UniFOA desenvolve diversas atividades voltadas para o idoso há décadas. É a concretização de um sonho ver pessoas reunidas com o mesmo objetivo: discutir o envelhecimento digno e saudável. E, segundo, porque sou gerontóloga de formação e me sinto prestigiada em participar de um evento como esse”, afirmou.
Durante sua fala, a reitora ressaltou ainda a importância das relações humanas no processo de envelhecimento. “O envelhecimento não é apenas biológico ou cronológico. Ele é cultural e social. Relações de acolhimento e vínculos humanizados desaceleram esse processo. Quando o idoso se sente abraçado, representado e parte ativa da sociedade, ele envelhece com dignidade.”
Para um dos organizadores da III Jornada, o geriatra José Roberto Barros Arantes, o evento representa a união de esforços em prol da saúde do idoso. “A emoção é grande, porque realizamos um encontro em parceria com a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia e com o UniFOA, que forma novos profissionais que, com certeza, transformarão o nosso país. Em Volta Redonda, já desenvolvemos um trabalho diferenciado, que vai além da área médica e envolve direitos, lazer e proteção social da pessoa idosa”, ressaltou.
O presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia do Rio de Janeiro (SBGG-RJ), Ivan Teixeira, destacou a relevância estratégica da região para o fortalecimento da geriatria e gerontologia. “O papel da sociedade é semear conhecimento, e a universidade é um polo fundamental para isso. O maior desafio ainda é o combate ao idadismo, o preconceito com a idade. Precisamos mostrar que o envelhecimento pode ser saudável e bem-sucedido, sem estar necessariamente associado a doenças”, afirmou.
A Jornada também foi marcada por depoimentos emocionantes que reforçaram a conexão entre ciência e vivência prática. O médico cirurgião Evandro de Moraes Silva lembrou que saúde e tempo são os maiores patrimônios que o idoso pode ter. “Tenho 65 anos e um filho de 9. O que mais quero é saúde e tempo para acompanhá-lo em suas escolhas. Por isso acredito tanto na importância desse evento, que nos ajuda a refletir sobre o que realmente importa.”
Entre os momentos mais simbólicos esteve a homenagem a idosos que são sinônimo e exemplo de vitalidade, como Seu Jorge, funcionário da FOA que completou 100 anos de vida. Emocionado, ele celebrou sua trajetória de mais de cinco décadas na instituição. “Fiz 100 anos graças a meu bom Deus. Estou há 53 anos na FOA e só tenho a agradecer. Sempre fui recebido com abraços e amizade, nunca tive um problema aqui. Participar desse encontro, cercado de carinho, me enche de alegria. Todo mundo aqui é meu amigo”, disse com entusiasmo.
A realização da III Jornada reforça como é importante ter uma sociedade mais inclusiva e atenta às demandas do envelhecimento populacional. Mais do que um espaço de atualização científica, o evento mostra a importância de práticas humanizadas, do fortalecimento das políticas públicas e da valorização da pessoa idosa como protagonista da própria história.
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A partir de agora, por determinação do Ministério da Educação (MEC), a emissão de diploma de graduação nas instituições de ensino superior será 100% digital. A mudança, que entrou em vigor no dia 1º de julho com a Portaria nº 70/2025, representa um avanço na modernização da educação superior brasileira, trazendo mais segurança, agilidade e confiabilidade à certificação dos egressos.
No entanto, no Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), essa realidade já faz parte da rotina acadêmica desde 2022. A instituição se antecipou à obrigatoriedade e implantou, de forma estruturada, um sistema de emissão digital que hoje se destaca pela eficiência e praticidade.
A decisão do MEC atende à necessidade de tornar o processo mais seguro contra fraudes, mais rastreável e integrado aos padrões tecnológicos que já regem grande parte dos serviços públicos e privados. Além disso, busca agilizar a entrega dos documentos aos estudantes e reduzir custos operacionais para as Instituições.
Segundo a reitora do UniFOA, professora Dra. Ivanete da Rosa Silva de Oliveira, a medida fortalece não apenas a segurança jurídica e a celeridade nos processos acadêmicos, mas também alinha o Brasil às melhores práticas internacionais.
“Trata-se de uma iniciativa que fortalece a modernização, a segurança jurídica e a celeridade dos processos acadêmicos, conferindo maior autenticidade, rastreabilidade e transparência à certificação dos egressos. Além de alinhar o país às melhores práticas internacionais, a medida contribui para a eficiência operacional das instituições de ensino, promovendo uma gestão acadêmica mais inovadora”, destaca a reitora.
A implantação do diploma digital no UniFOA começou em 2022, seguindo as etapas técnicas previstas pelo MEC. De acordo com Camila da Silva Felicio, responsável pela Divisão de Registro Acadêmico da Instituição, o processo teve início com a emissão do diploma em formato digital e, posteriormente, passou a incluir o histórico escolar e outros documentos complementares.
“Esse sistema trouxe mais segurança ao processo, principalmente porque o diploma é gerado a partir de um arquivo XML (Extensible Markup Language), que só aceita dados precisos e confiáveis. Isso reduz drasticamente a margem para erros e aumenta a segurança documental”, explica Camila.
A principal vantagem, no entanto, está na agilidade do processo para o estudante. Antes da digitalização, o registro dos diplomas era feito manualmente, com caneta, em livros físicos, uma prática que demandava tempo e esforço. Com a criação de um sistema interno desenvolvido por analistas do próprio UniFOA, os registros passaram a ser automatizados, aproveitando os dados já presentes no sistema acadêmico.
Com isso, os prazos foram significativamente reduzidos. Se antes o diploma levava até 90 dias para ser entregue, agora, com o processo digital, esse período caiu para até 60 dias — ou seja, 50% a menos que o limite de 120 dias estipulado pelo MEC.
Beneficiado pela nova modalidade, o egresso do curso de Sistemas de Informação, Leonardo Feliciano Teixeira, afirma ter recebido o diploma com agilidade e sem burocracia.
“Foi tudo muito prático. Achei o processo ágil e eficiente. Com certeza, a digitalização trouxe mais comodidade para quem está saindo da graduação e precisa do diploma com rapidez”, destaca Leonardo, que recebeu o documento por e-mail poucos meses após concluir o curso.
Além da agilidade, os diplomas digitais oferecem praticidade. Os egressos recebem o documento por e-mail ou podem acessá-lo na área restrita do portal acadêmico. A verificação de autenticidade é feita pelo site do UniFOA ou pelo validador nacional do MEC, garantindo validade jurídica e evitando deslocamentos ou envios físicos.
Segundo Camila, a recepção dos alunos foi bastante positiva. “Houve um período de adaptação, principalmente em relação ao arquivo XML, que possui características técnicas e visuais diferentes do diploma impresso. Mas, com o devido suporte, os estudantes compreenderam rapidamente as vantagens do novo modelo”, afirma.
A maioria dos órgãos de classe e empregadores já reconhece o diploma digital como válido. Contudo, em casos específicos, o documento pode ser materializado em cartório, conforme previsto em lei.
Para a reitora, a antecipação do UniFOA à obrigatoriedade legal reflete o compromisso da instituição com a transformação digital e a excelência na gestão acadêmica.
“Desde 2022, o UniFOA já emite diplomas digitais com excelência, em conformidade com os mais altos padrões técnicos e regulatórios. Essa postura proativa é reflexo de nossa missão de oferecer uma educação moderna, segura e alinhada aos desafios do mundo contemporâneo”, conclui a professora Ivanete.
Com a consolidação do diploma digital, o UniFOA segue investindo em soluções tecnológicas que valorizam a experiência acadêmica, promovem a sustentabilidade institucional e preparam seus egressos para um mercado cada vez mais dinâmico e digitalizado.
Na última sexta-feira (08), o Centro Hitórico-Cultural Dauro Aragão, no campus Olezio Galotti, em Três Poços, foi palco do IV SIMPATERJ – Simpósio de Valorização Profissional da Enfermagem. O evento reuniu técnicos, auxiliares, enfermeiros e estudantes para um dia de debates, rodas de conversa e trocas de experiências sobre os desafios e avanços da profissão.
Com o tema “Cuidando de quem cuida – Valorização e Inovação na Enfermagem”, o encontro abordou questões essenciais como saúde mental dos profissionais, inovações tecnológicas, ética, violência no exercício da função e atendimento em urgência e emergência.
A programação contou com palestras e discussões sobre valorização profissional, primeiros passos na carreira, impactos da violência na rotina da enfermagem, inteligência artificial aplicada à área e a importância de fortalecer a formação contínua. A escolha de Volta Redonda e do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) como sede do evento reforça o protagonismo da instituição na promoção de conhecimento e na integração entre o meio acadêmico e as demandas do setor de saúde.
Representando o presidente da Fundação Oswaldo Aranha (FOA), Eduardo Prado, o pró-reitor de Educação a Distância, Rafael Teixeira, destacou o alinhamento entre o tema central e a missão da instituição:
“O simpósio está totalmente articulado ao que desenvolvemos no UniFOA, pois reflete o cuidado que temos com nossos alunos, técnicos administrativos e professores. Abrimos as portas para receber conteúdos de qualidade e profissionais qualificados, reforçando nosso compromisso com a formação e o fortalecimento da enfermagem.”
A conselheira titular do Coren-RJ e professora do UniFOA, Miriam Salles Pereira, ressaltou a importância de um espaço voltado especialmente para técnicos e auxiliares de enfermagem: “O SIMPATERJ é o único evento científico do estado do Rio de Janeiro pensado para que esses profissionais possam se atualizar e estabelecer parcerias em temas relevantes.”
O evento também contou com a participação de autoridades políticas que atuam na defesa da categoria. A Deputada Federal Enfermeira Rejane de Almeida, que já esteve no UniFOA em outras ocasiões, reforçou a relevância de debater a valorização da profissão em diferentes esferas:
“Não são apenas heróis; os profissionais de enfermagem precisam ser valorizados financeiramente, com acesso à formação e pós-graduação. Nosso papel no parlamento é criar leis e articular políticas públicas que garantam esse reconhecimento.”
Para a Deputada Estadual e presidente do Coren-RJ, Lilian Behring, a parceria com o UniFOA é estratégica: “O UniFOA é referência não só em Volta Redonda, mas em toda a região do Médio Paraíba. Este é o quarto ano que realizamos o evento na universidade, sempre com grande adesão e qualidade nas discussões.”
Ao reunir profissionais, estudantes, representantes institucionais e parlamentares, o IV SIMPATERJ consolidou-se como um espaço de fortalecimento da enfermagem no estado. Mais do que um evento, a iniciativa reafirma a importância de cuidar de quem dedica a vida ao cuidado dos outros, com foco em inovação, valorização e qualidade na formação.
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O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) marcou presença no XVII Simpósio Brasileiro de Automação Inteligente (SBAI), promovido pela Sociedade Brasileira de Automática (SBA), com dois trabalhos que evidenciam a força da pesquisa aplicada e do ensino baseado em metodologias ativas na Engenharia.
O primeiro projeto, Development and Implementation of a Didactic Plant for Temperature and Humidity Control Using a PID-Based Strategy (Desenvolvimento e implementação de uma planta didática para controle de temperatura e umidade utilizando uma estratégia baseada em PID), foi desenvolvido pelos egressos Marcus Vinicius Rocha Oliveira, João Vitor Freitas da Costa, Carlos Eduardo de Oliveira Silva e Ramon Jaques Mageste Pereira, junto aos estudantes de Engenharia Elétrica Polyanna Gomes Martins, Wellington Pereira de Matos e João Gabriel dos Santos Dias Moura Matos, sob orientação dos professores Ítalo Pinto Rodrigues e Péricles Guedes Alves.
A iniciativa resultou no desenvolvimento de uma planta didática de baixo custo (R$ 378,14) para controle de temperatura e umidade, utilizando um sistema TITO (Two-Input Two-Output) com microcontrolador ESP32 e monitoramento em tempo real via Arduino IoT Cloud. Além de permitir a experimentação prática da sintonia de controladores PID, o projeto acumula uma trajetória de destaque: já foi tema de Trabalho de Conclusão de Curso, apresentado em eventos científicos nacionais, premiado como melhor trabalho da área de Exatas no Tudo é Ciência 2023, vencedor do XII Prêmio Crea-RJ de Trabalhos Científicos e Tecnológicos, e origem de múltiplas iniciações científicas — duas delas em andamento em 2025.
O segundo trabalho, Fault Detection in Three-Phase Induction Motors Using Artificial Neural Networks: A Practical Approach for Engineering Education (Detecção de falhas em motores de indução trifásicos utilizando redes neurais artificiais: uma abordagem prática para o ensino de engenharia), foi desenvolvido pelas egressas de Engenharia Elétrica Caroline Fernandes, Julia Gabriel e Lizandra Alves, sob orientação dos professores Ítalo Pinto Rodrigues e Aloano Régio de Almeida Pereira.
A pesquisa nasceu do interesse das autoras em aplicar Inteligência Artificial (IA) no contexto da manutenção preditiva, área ainda não abordada formalmente na matriz curricular. Para viabilizar a solução, a equipe desenvolveu um setup capaz de simular falhas reais, como perda de fase, sobrecarga, superaquecimento e desalinhamento, coletando dados para treinar redes neurais no MATLAB. O modelo apresentou alta acurácia, com erro MRSE de apenas 7,22%, demonstrando relevância técnica e potencial de aplicação industrial.
Além dos resultados técnicos, o projeto possibilitou às estudantes o desenvolvimento de competências como pensamento crítico, resolução de problemas e trabalho em equipe. “Tenho profunda admiração pelo trabalho realizado por elas, não apenas pelo rigor técnico, mas pela postura profissional e pela capacidade de lidar com problemas complexos”, destacou o professor Ítalo.
Para o docente, participar do SBAI foi também uma oportunidade de integrar um ambiente de discussão de alto nível. “É um privilégio estar em um espaço onde se debate uma área tão estratégica para o avanço tecnológico e industrial do país. Esta é a segunda vez que o UniFOA participa do simpósio, e foi possível perceber o quanto estamos alinhados com pesquisas desenvolvidas nas melhores universidades do Brasil”, completou.
Considerado um dos eventos mais relevantes da área de automação inteligente no país, o SBAI reuniu apresentações e debates sobre as principais tendências e avanços tecnológicos. A participação do UniFOA reforça o compromisso da instituição com a produção científica e a inovação, apoiada pelo seu programa de incentivo à pesquisa.
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O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) está com inscrições abertas para o processo seletivo do Mestrado Profissional em Materiais (MEMAT), com ingresso no segundo semestre de 2025. A seleção tem como objetivo o preenchimento de vagas, com ou sem concessão de bolsas sociais, conforme normas previstas no edital e em conformidade com a legislação educacional vigente.
O UniFOA concederá quatro bolsas sociais parciais (50%) sobre o valor das mensalidades, destinadas exclusivamente aos candidatos ingressantes no segundo semestre deste ano. A iniciativa busca ampliar o acesso à pós-graduação e fomentar a qualificação de profissionais na área de Materiais, seguindo critérios socioeconômicos definidos no edital.
Podem concorrer às bolsas os candidatos que apresentem renda familiar bruta mensal per capita igual ou inferior a três salários mínimos federais, mediante comprovação por meio da documentação exigida para análise socioeconômica.
Os interessados em ingressar no Mestrado Profissional em Materiais (MEMAT) devem realizar suas inscrições até o dia 27 de agosto. O prazo máximo para envio da documentação no Ambiente Virtual é 28 de agosto.
Mais informações sobre o processo seletivo, incluindo critérios de participação, prazos e documentação necessária, estão disponíveis no edital completo, publicado no site oficial do UniFOA.
Informações e inscrições: https://www.unifoa.edu.br/mestrado/memat/#inscricao
Entre os dias 6 e 8 de agosto, o Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) realizou o Start MedVR 2025.2, programação de boas-vindas voltada aos ingressantes do segundo semestre do curso de Medicina. A iniciativa marcou o início da trajetória acadêmica dos estudantes do primeiro período com atividades de integração, apresentação da nova matriz curricular e orientações sobre ferramentas essenciais para a vida universitária.
Durante a programação, os ingressantes participaram de um tour guiado pela biblioteca e receberam instruções sobre o uso de recursos do portal do aluno, como CAIP, LXP, Teams e Sagres, plataformas que serão fundamentais no acompanhamento de aulas, conteúdos e informações acadêmicas.
A agenda incluiu também uma visita técnica ao Hospital da Fundação Oswaldo Aranha (H.FOA), possibilitando aos novos alunos conhecerem de perto a infraestrutura e o funcionamento de um hospital e a participação no projeto Samuzinho, que oferece noções iniciais sobre atendimento primeiros socorros de forma lúdica e educativa.
Para o diretor de ensino, professor Igor Dutra, o Start MedVR é uma oportunidade valiosa para que os estudantes entendam, desde o início, o que a instituição oferece e como será sua vivência acadêmica:
“Essa é uma ação de acolhimento para apresentar aos estudantes de primeiro período tudo o que a instituição disponibiliza e o que estamos preparando para tornar a experiência deles a melhor possível. No curso de Medicina, buscamos proporcionar contato com a maior variedade de consultas, procedimentos e ações em saúde desde cedo. É gratificante ver a empolgação e a vontade de aprender desses alunos e transformar essa energia em algo positivo para sua formação, tanto profissional quanto pessoal.”
A experiência foi marcante para quem está dando os primeiros passos na formação médica. Raylla Duarte, de 27 anos, advogada e agora estudante de Medicina, relatou que ingressar no curso representa a realização de um sonho adiado:
“Fazer Medicina sempre foi uma vontade, mas por questões da vida não foi possível antes. Agora estou encantada. Cada aula, cada momento e cada experiência aqui me aproximam mais desse sonho. Foi a primeira vez que conheci o Hospital H.FOA e achei a estrutura incrível. Essa imersão logo nos primeiros dias é muito valiosa, pois já nos coloca em contato com a realidade da profissão e com a humanização no atendimento.”
Outra ingressante, Ana Carolina Rodrigues, também advogada, destacou a importância dessa aproximação precoce com a prática médica:
“Já no terceiro dia de aula, tivemos contato com ambientes hospitalares e aprendemos sobre a postura do médico e a humanização no atendimento. Venho do Direito e sempre tive esse sonho. A vida familiar e a dedicação aos meus filhos acabaram adiando esse projeto, mas agora estou muito feliz por poder realizá-lo e orgulhosa por mostrar a eles que nunca é tarde para seguir um objetivo.”
A professora de acolhimento, Márcia Bastos, ressaltou o cuidado na elaboração da programação: “Iniciar uma nova etapa é sempre desafiador, especialmente quando se trata de um sonho tão grande como ingressar no curso de Medicina. A Semana de Start foi pensada com muito carinho e dedicação. Conseguimos realizar atividades diferenciadas, acolhedoras e inspiradoras. Foram dias de escuta, troca, integração e conexão, planejados para marcar esse início de forma positiva, humana e inesquecível”.
Com atividades dinâmicas e integradoras, o Start MedVR 2025.2 reforçou o compromisso do UniFOA em proporcionar uma formação acadêmica sólida, que alia teoria, prática e valores humanizados desde o primeiro contato dos futuros médicos com a instituição.
A professora Ana Paula Cunha Pereira, docente dos cursos de Licenciatura em Educação Física, Ciências Biológicas e do Mestrado Profissional em Ensino em Ciências da Saúde (MECSMA) do UniFOA, representou a instituição e o Brasil na Conferência Anual da Leisure Studies Association (LSA), realizada em julho, na York St. John University, no Reino Unido. O destaque de sua participação foi a apresentação de um capítulo de sua autoria no livro Research Handbook of the Sociology of Leisure, em tradução livre (Manual de Pesquisa em Sociologia do Lazer), publicado pela renomada editora Edward Elgar Publishing.
Com o tema “Leisure and social justice in changing and challenging times” (Lazer e justiça social em tempos de mudança e desafios), a conferência celebrou os 50 anos da LSA, uma das mais prestigiadas associações acadêmicas dedicadas aos estudos do lazer, reunindo especialistas de diversas áreas do conhecimento, como sociologia, educação física, psicologia, geografia, economia, arquitetura, turismo, gestão de eventos e políticas públicas.
A obra da qual Ana Paula faz parte será lançado no final do ano, reúne 33 capítulos de autores de várias partes do mundo, discutindo como o lazer, o ócio e a indústria do entretenimento se relacionam com dinâmicas sociais, inclusão e exclusão. Seu capítulo, intitulado “Leisure, Resistance Movements and Marginalised Youth: 30 Years of the Cultural Group AfroReggae, a non-governmental organisation in Rio de Janeiro, Brazil” (Lazer, movimentos de resistência e juventude marginalizada: 30 anos do grupo cultural AfroReggae, uma organização não governamental do Rio de Janeiro, Brasil), surgiu a partir de um convite feito pelos organizadores Karl Spracklen (Leeds Beckett University, UK), Brett Lashua (University College London, UK) e Felice Yuen (Concordia University, Canadá).
Segundo Ana Paula, a escolha do tema foi orientada por três pilares: abordar o lazer em interface com a desigualdade social, dar visibilidade à realidade urbana do Rio de Janeiro e articular o conteúdo com as disciplinas que leciona no UniFOA, como “Legislação da Educação e Políticas Educacionais” (licenciatura em Ciências Biológicas em Educação Física) e “Políticas e Práticas de Inclusão” (MECSMA).
“Aceitei o convite em 2023, sem ainda ter uma ideia clara do que escrever. Foi um desafio que me motivou a mergulhar nas políticas públicas voltadas à juventude, movimentos sociais e legislações brasileiras”, relatou. A comemoração dos 30 anos do Grupo Cultural AfroReggae à época da escrita serviu como catalisador para o desenvolvimento da pesquisa.
Durante o evento, Ana Paula participou da mesa “Starting Lines, Turning Points, and Disputational Moments in the Sociology of Leisure” (Linhas de partida, pontos de virada e momentos de disputa na sociologia do lazer), ao lado de nomes de destaque na área, como Felice Yuen (Canadá), Brett Lashua (Reino Unido), Corey W. Johnson (EUA), Holly Thorpe (Nova Zelândia), entre outros pesquisadores de prestígio.
“O mais gratificante foi representar, além da nossa instituição, o meu país em uma mesa internacional tão qualificada. Foi um momento de grande responsabilidade e orgulho profissional”, destacou.
A trajetória de internacionalização da professora já inclui participações anteriores na LSA, a primeira em 2011, durante seu doutorado sanduíche na Leeds Beckett University (UK), e depois como docente do UniFOA em 2013 e 2017. Ela também esteve presente no Congresso Mundial de Sociologia, no Canadá, em 2018.
Ana Paula fez questão de ressaltar o apoio fundamental do UniFOA à sua trajetória acadêmica: “Internacionalizar é um processo constante de resistência. Além de investir na inscrição, a instituição sempre apoiou minhas idas a eventos internacionais. O suporte estrutural, institucional e, inclusive, emocional faz toda a diferença para que possamos continuar produzindo ciência de qualidade”, afirmou.
Ela ainda agradeceu à Pró-Reitora de Pesquisa, Ana Carolina Dornelas; aos coordenadores do MECSMA, Júlio Aragão e Bruna Casiraghi; ao coordenador do curso de Ciências Biológicas, Dimitri Ramos Alves; ao coordenador do curso de Educação Física, Silvio Henrique Vilela; e à reitora, professora Ivanete da Rosa Oliveira, pelo apoio e incentivo ao longo do processo.
A contribuição da professora Ana Paula reforça o compromisso do UniFOA com a produção científica de excelência e com a promoção da internacionalização da pesquisa. Sua atuação no cenário acadêmico global evidencia o impacto e o reconhecimento do trabalho desenvolvido na instituição, ultrapassando fronteiras e conectando o conhecimento local a contextos internacionais.
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