Na manhã da última terça-feira (26), o Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) promoveu a tradicional cerimônia de entrega do primeiro jaleco para os alunos ingressantes do curso de Medicina. O evento marcou oficialmente o início da jornada acadêmica da 84ª turma e foi realizado no auditório William Monachesi, no campus Olezio Galotti, em Três Poços. Familiares, docentes e representantes institucionais prestigiaram a solenidade, que reforçou a importância deste rito de passagem na formação médica.
A mesa de honra foi composta pela reitora do UniFOA, professora Ivanete de Oliveira; pelo coordenador do curso de Nutrição, professor Alden Neves, representando o presidente da Fundação Oswaldo Aranha (FOA), doutor Eduardo Prado; pelo coordenador do curso de Medicina, professor Júlio Aragão; pelo coordenador adjunto do curso, professor Luiz Antonio Neves; e pela professora de acolhimento, Márcia Bastos.
Em seu pronunciamento, a reitora destacou a relevância simbólica da cerimônia. “O primeiro jaleco tem uma representação muito forte, não apenas para o estudante, mas também para sua família e para a sociedade. É uma emoção imensa para todos que, juntos, constroem esse sonho. Quando o estudante ingressa no UniFOA, o sonho começa a se concretizar, e nós, enquanto instituição, passamos a fazer parte dessa caminhada”, afirmou.
Ela ressaltou ainda que cada aluno traz consigo uma história única. “São muitos sonhos reunidos em um mesmo espaço, cada um com sua particularidade. Para nós, esse momento tem um significado tremendo. Quando olhamos para os olhos desses jovens e vemos o brilho da conquista, ouvimos deles: ‘eu consegui’. Essa alegria contagia e nos emociona profundamente.”
O coordenador adjunto do curso de Medicina, professor Luiz Antonio Neves, reforçou a importância da acolhida aos novos estudantes. “É essencial que o aluno, ao ingressar, compreenda a dinâmica do curso e se sinta bem recebido. O primeiro jaleco simboliza também para a família o início de uma nova jornada, que marca a transição para a vida profissional e projeta o futuro de cada estudante enquanto médico”, pontuou.
Entre os alunos que vestiram o jaleco pela primeira vez, a emoção foi visível. Para João Filipe de Paula Cunha, o momento representou a concretização de um sonho. “A ficha ainda não caiu. A realização desse sonho mostra que nunca devemos desistir. Cada um aqui tem sua história e, hoje, provamos que tudo tem seu tempo. Agora chegou o nosso momento e que ele seja de muita felicidade nessa jornada brilhante que está só começando.”
A cerimônia do primeiro jaleco reafirma o compromisso do UniFOA em valorizar a trajetória de seus estudantes e em oferecer não apenas formação acadêmica, mas também experiências que fortalecem vínculos e marcam a vida de futuros profissionais da saúde.




















