
Em uma situação de emergência, saber como agir nos primeiros minutos pode fazer diferença até a chegada do atendimento especializado. Foi esse conhecimento que estudantes do curso de Medicina do UniFOA compartilharam durante a XXVIII EXPOCANPIX SEMATE, realizada no Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ), Campus Pinheiral.
Convidados para participar da programação, os acadêmicos conduziram a atividade “Imersão em primeiros socorros”, assumindo a responsabilidade de preparar e apresentar o conteúdo aos participantes do evento.
A EXPOCANPIX SEMATE é uma semana acadêmica, tecnológica e cultural que reúne palestras, minicursos, oficinas e apresentações de trabalhos ligados às atividades de ensino, pesquisa e extensão desenvolvidas no campus, além de ações artísticas e culturais abertas a estudantes e visitantes.
Para a professora Márcia Bastos, docente do curso de Medicina do UniFOA, o convite permitiu que uma experiência construída dentro da graduação alcançasse outro espaço de formação.
“É muito significativo perceber que o trabalho que desenvolvemos dentro da faculdade também pode ultrapassar os muros da instituição e contribuir de alguma forma com a comunidade”, afirmou.
A preparação e a condução da oficina ficaram a cargo dos próprios estudantes, que precisaram organizar o conhecimento técnico e encontrar maneiras de transmiti-lo de forma clara aos participantes.
“Gostaria de destacar o empenho dos estudantes, que foram responsáveis por elaborar e conduzir a oficina. Foi um momento muito valioso, não só pela possibilidade de compartilhar conhecimentos sobre primeiros socorros, mas também pela troca de experiências e pelo interesse demonstrado por todos”, destacou Márcia.
Para Cecília Sobral Bonifácio, estudante de Medicina, ocupar o lugar de quem ensina também trouxe aprendizado para a própria formação.
“Dar a oficina de primeiros socorros foi uma experiência muito importante e gratificante. Foi uma oportunidade de compartilhar conhecimentos e, ao mesmo tempo, aprender com as dúvidas e experiências dos participantes. Poder ensinar algo que pode ser útil em situações de emergência tornou a atividade ainda mais significativa e contribuiu muito para minha formação”, contou.
Lucas Bugalho Rodrigues Paulino, também estudante de Medicina, destacou a oportunidade de compartilhar parte do conhecimento desenvolvido ao longo do curso.
“Gostei muito de participar da oficina. Ter a oportunidade de compartilhar, mesmo que um pouco, de tudo que aprendi na faculdade com todos os presentes foi gratificante. Fiquei muito feliz pelo interesse que todos demonstraram e pela forma como contribuíram durante a atividade”, afirmou.
Para Márcia, experiências como essa ampliam a formação médica ao colocar os estudantes em contato com públicos e contextos diferentes daqueles encontrados na rotina acadêmica.
“Levar esse tipo de conhecimento para diferentes espaços é muito importante, porque são informações que podem fazer diferença diante de uma situação de emergência. Saímos dessa experiência muito felizes e, principalmente, com a certeza de que estamos contribuindo para uma formação que vai além da sala de aula”, completou.
Ao assumirem a condução da oficina, os estudantes vivenciaram outra dimensão da formação médica: transformar conhecimento técnico em informação compreensível e útil para outras pessoas. No IFRJ, aprender e ensinar passaram a fazer parte da mesma experiência.

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