
O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) sediou, no dia 26 de setembro, o I Simpósio de Gestão e Inovação em Saúde, evento que reuniu estudantes, professores e profissionais para discutir as transformações e os desafios do setor da saúde. A programação abordou temas como Inteligência Artificial, HealthTechs, biotecnologia, liderança, pesquisa e inovação tecnológica, aproximando diferentes áreas do conhecimento e incentivando a participação acadêmica na construção de novas perspectivas para a saúde.
O simpósio foi promovido pelas ligas acadêmicas LAGEB (Liga Acadêmica de Genética Médica e Biotecnologia), LACMS (Liga Acadêmica de Clínica Médica e Semiologia) e LASMEP (Liga Acadêmica de Saúde Mental e Psiquiatria). A iniciativa contou com o apoio da presidência da Fundação Oswaldo Aranha (FOA) e reuniu estudantes de diferentes cursos da área da saúde.
Para o presidente da FOA, Eduardo Prado, um dos destaques da iniciativa foi justamente a integração entre diferentes formações. Segundo ele, embora a organização tenha partido de estudantes de Medicina, a proposta ultrapassou os limites do curso e envolveu acadêmicos de outras áreas.
“Não estão só os alunos do curso de Medicina. Os cursos de Enfermagem, Odontologia e da área da saúde como um todo entenderam essa proposta de inovar em saúde e contribuíram para a construção da programação e das discussões que aconteceram aqui”, destacou.
A participação dos estudantes também foi ressaltada pelo vice-presidente da FOA e professor, Dr. Walter Luiz Fonseca. Para ele, a realização do simpósio pelas três ligas acadêmicas demonstra o envolvimento dos alunos com questões que ultrapassam a formação técnica e alcançam temas como gestão, tecnologia e ética.
“Estamos com três grupos de estudantes que estão participando ativamente da preocupação com a gestão, com a tecnologia e com a ética”, afirmou.
Além do conteúdo técnico, o evento proporcionou aos acadêmicos uma experiência prática de organização, liderança e trabalho em equipe. Para um dos estudantes envolvidos na iniciativa, participar de eventos dessa natureza contribui para a formação profissional ao permitir o desenvolvimento de competências que serão importantes também depois da graduação.
Além do conteúdo técnico, o evento proporcionou aos acadêmicos uma experiência prática de organização, liderança e trabalho em equipe. Para Thaíssa Gomes, integrante das ligas, participar da organização de uma iniciativa como essa contribui para o desenvolvimento profissional ainda durante a graduação.
“Para mim, como estudante, é muito importante participar desse tipo de evento, porque agrega à carreira e à formação acadêmica. É uma preparação para o futuro, seja na organização de um evento, no trabalho em equipe, na liderança ou na possibilidade de fazer networking com professores, palestrantes e patrocinadores”, relatou.
A relação entre saúde e gestão também foi um dos pontos destacados pelos estudantes. A compreensão de que a atuação profissional na área da saúde envolve, cada vez mais, conhecimentos relacionados à gestão amplia a formação oferecida durante a graduação.
“Eu nunca imaginei que entraria na faculdade e falaria sobre gestão. O que tem a ver Medicina com gestão? Hoje, as duas áreas estão muito ligadas. Poder aprender isso ainda na graduação, com profissionais que têm experiência em gestão, é muito importante”, acrescentou a estudante.
A programação contou ainda com a participação de professores e profissionais convidados, que contribuíram para as discussões sobre inovação e os diferentes caminhos para a transformação da área da saúde. Thaíssa Gomes também pontua que a diversidade de participantes e a qualidade dos convidados reforçaram a proposta do simpósio como um espaço de aprendizado e troca de experiências.
“Temos um grupo excelente de palestrantes, que contribuiu para as discussões ao longo do evento. A proposta é proporcionar um momento de aprendizado e troca para todos”, afirmou.
Ao aproximar estudantes de diferentes cursos e colocar em debate temas que fazem parte das transformações atuais da saúde, o I Simpósio de Gestão e Inovação em Saúde reforçou a importância da formação acadêmica conectada às mudanças tecnológicas, científicas e de gestão que impactam a atuação dos profissionais.











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