O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), foi um dos locais escolhidos para receber o 3º Simpósio de Auxiliares e Técnicos de Enfermagem do Rio de Janeiro (Simpaterj). Organizado pelo Conselho Regional de Enfermagem do Rio de Janeiro (Coren-RJ), o evento, trouxe à tona o tema “Enfermagem e a Transformação do Cuidado: Empoderamento profissional de auxiliares e técnicos de enfermagem para novos horizontes”. A iniciativa percorreu várias regiões do estado do Rio de Janeiro entre os dias 19 e 26 de agosto, consolidando-se como um marco na valorização dos profissionais da enfermagem.
Durante a semana, o Simpaterj focou em reconhecer e valorizar o papel crucial dos auxiliares e técnicos de enfermagem, que representam 63,8% dos recursos humanos da saúde, segundo dados do Ministério da Saúde. A coordenadora do curso técnico de enfermagem da Escola Técnica da Fundação Oswaldo Aranha (EtecFOA), Ana Lúcia Devezas, destacou a importância de receber um evento dessa magnitude na instituição, sublinhando a valorização da equipe técnica em enfermagem e a parceria contínua com o Coren. “É um momento de valorização da equipe técnica, onde o Coren se faz presente, agregando outras instituições e aproximando para a qualificação do cuidado,” comentou Ana Lúcia.
O evento contou com a presença de diversas autoridades e especialistas na área da saúde, incluindo a presidente do Coren-RJ, Dra. Lilian Behring, que enfatizou a relevância da formação técnica na prevenção de negligência, imprudência e imperícia no atendimento de saúde. Segundo Lilian, “a formação do técnico de enfermagem é crucial para salvaguardar a vida da sociedade, e o UniFOA tem sido um parceiro técnico e científico fundamental nessa missão”.
Para Pedro Henrique Santos, técnico de enfermagem, participar de eventos como o Simpaterj é uma oportunidade única de crescimento profissional. “Além de demonstrar técnica, é uma chance de capacitação e de conhecer melhor a profissão,” afirmou.
O diretor financeiro do Coren-RJ e coordenador do evento, Dr. Leilton Coelho, ressaltou a estratégia de descentralização do simpósio, visando aproximar o conhecimento das diversas regiões do estado. “Pensamos em uma forma descentralizada para que as pessoas tenham acesso ao conhecimento completo, com deslocamento e gastos reduzidos,” explicou.
A 3ª edição do Simpaterj reforça o compromisso do Coren-RJ e do UniFOA com a excelência na formação e na valorização dos técnicos de enfermagem, contribuindo para o fortalecimento da saúde pública no estado do Rio de Janeiro.
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Estudantes do curso de Enfermagem do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) organizaram um aulão sobre Imunização da Criança para os alunos do curso técnico em Enfermagem da Escola Técnica da Fundação Oswaldo Aranha (EtecFOA). O encontro, realizado no laboratório de habilidades do campus Olezio Galotti, em Três Poços, foi uma iniciativa da Liga Acadêmica de Enfermagem em Saúde da Mulher, presidida pela estudante Bárbara Britto.
A ideia de realizar a aula surgiu durante a Semana da Enfermagem, em maio de 2024, em uma conversa entre Bárbara Britto, a coordenadora do curso técnico, Ana Lúcia Devezas, e a professora Márcia Bastos. "Já queríamos realizar uma aula conjunta, mas na época não foi possível. Como técnica de enfermagem e agora concluindo a graduação, sei da importância de abordar esse tema com os alunos. A sala de vacina é um espaço crucial nas unidades básicas de saúde, e tanto os técnicos quanto os enfermeiros precisam estar bem-preparados para atuar nesse ambiente", explicou Bárbara.
A reação dos alunos ao saberem dessa iniciativa foi extremamente positiva. "A diretoria da liga, composta por cinco alunas, apoiou a ideia imediatamente, e quando fizemos o convite aos estudantes, percebemos o entusiasmo deles em participar. Destacamos que a sala de vacina é um local de atuação fundamental para eles, e essa interação entre os cursos só fortalece a formação", acrescentou Bárbara.
A integração entre os diferentes níveis de formação é vista como uma oportunidade de capacitação e fortalecimento do trabalho em equipe desde o início da trajetória profissional. "Acredito que, ao incentivar essa interação desde a formação, estamos preparando profissionais mais comunicativos, capacitados e dominantes da prática. A equipe de enfermagem é composta por técnicos e enfermeiros, e essa união deve ser estimulada desde a base", ressaltou Bárbara.
A professora Márcia Bastos, que leciona tanto no curso de graduação quanto no curso técnico de Enfermagem, elogiou a iniciativa dos alunos. "É extremamente gratificante ver a Liga Acadêmica de Enfermagem em Saúde da Mulher tomar a iniciativa de promover um aulão sobre imunização para os futuros técnicos em Enfermagem. Essa integração é essencial para fortalecer o conhecimento e as práticas de enfermagem. Vi tanto os estudantes do técnico quanto os da graduação engajados e aproveitando ao máximo o conteúdo. Tenho muito orgulho de participar desses momentos, e acredito que essa interação desde a formação é crucial para construir uma equipe de enfermagem de excelência e qualidade", concluiu a professora.
Essa ação reforça a importância de iniciativas que promovam a troca de experiências e o aprendizado contínuo, contribuindo para a formação de profissionais de enfermagem cada vez mais preparados e colaborativos.
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Na última quinta-feira (8), o Escritório da Cidadania do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) realizou uma significativa ação social em parceria com a Defensoria Pública, em comemoração aos 70 anos de fundação da instituição. A Defensoria, que tem promovido comemorações itinerantes em diversos municípios, escolheu Volta Redonda para realizar essa parceria especial, que remonta a 2008 e inclui a realização de cursos, palestras e eventos conjuntos.
Durante a ação, defensores públicos e suas equipes ofereceram orientação jurídica e ajuizamento de ações, com a participação de estudantes do curso de Direito. Além disso, o Detran esteve presente emitindo documentos, enquanto alunos dos cursos de Ciências Biológicas, Educação Física, Enfermagem, Nutrição e Odontologia, além dos estudantes do Técnico em Enfermagem da Escola Técnica da Fundação Oswaldo Aranha (EtecFOA) realizaram diversas atividades para o público que participou do evento.
Dario Aragão, coordenador do Escritório da Cidadania, expressou seu orgulho em poder promover essa ação conjunta com a Defensoria, especialmente em um momento tão significativo para a instituição. Ele já vislumbra um futuro repleto de novas iniciativas em benefício da população de Volta Redonda:
"É um orgulho imenso ter essa instituição parceira conosco hoje, realizando essa ação dentro da nossa instituição. Isso demonstra a solidez da nossa parceria e nos motiva a planejar ainda mais ações futuras em prol da população de Volta Redonda", afirmou Dario Aragão.
Desde 2008, mais de 5.000 estudantes do UniFOA já realizaram estágio junto à Defensoria Pública, seja de forma direta ou voluntária, evidenciando a força dessa colaboração. O coordenador regional da Defensoria Pública, Dr. Felipe Cambraia, destacou a importância dessa parceria:
"O UniFOA desempenha um papel fundamental na região para a Defensoria Pública. É uma grande alegria participar deste evento, que reflete o nosso compromisso com a população. Quando fui convidado pela Dra. Isabela, coordenadora geral de programas sociais da Defensoria, não hesitei em reorganizar minha agenda para estar aqui, pois é motivo de muita satisfação", declarou Dr. Felipe Cambraia.
Além dos atendimentos, a Defensoria Pública trouxe uma exposição que contou a história dos 70 anos da instituição, despertando curiosidade e entusiasmo entre os visitantes que passaram pelo Centro Histórico-Cultural. Dra. Isabela Menezes, coordenadora de Programas Institucionais da Defensoria Pública (COGPI) e idealizadora do projeto, expressou sua satisfação com o sucesso da ação em parceria com o UniFOA:
"Fiquei agradavelmente surpresa ao conhecer a estrutura e o histórico do UniFOA em promover serviços de assistência à população. Isso contribuiu muito para o sucesso do nosso projeto, que busca acolher e atender a comunidade de forma eficaz", avaliou Dra. Isabela Menezes.
Encerrando o dia de atividades, cerca de 300 crianças e adultos atendidos pela Associação Projeto Amor em Ação, de Três Poços, foram agraciados com um jantar solidário. Estudantes do curso de Nutrição prepararam um cardápio especial que incluiu macarrão à bolonhesa, suco de caju e sorvete como sobremesa, encerrando a ação com um gesto de carinho e solidariedade.
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Unir para ficar mais forte. É com esse espírito que uma parte da população elegeu o mês de junho para levantar a bandeira LGBTQIAPN+, mostrando orgulho do pertencimento e rechaçando o preconceito. Esse mês tem como objetivo reforçar a importância de discutir as temáticas que envolvem gênero e sexualidade, bem como de promover uma maior equidade social e redução da discriminação direcionada a esse grupo.
O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), por meio do Programa de Educação pelo Trabalho (PET-Saúde), abriu o debate através de uma roda de conversa com o tema “Saúde LGBTQIAPN+ - Um olhar necessário”, que foi realizado no Centro Histórico-Cultural Dauro Aragão, no campus Olezio Galotti, em Três Poços, nos dias 17 e 18. O evento reuniu cerca de 200 participantes, entre funcionários, professores, coordenadores de curso e estudantes dos cursos de Medicina, Nutrição, Odontologia, Educação Física, Enfermagem, Direito, Mestrado em Ciências da Saúde e Meio Ambiente, Serviço Social e demais cursos.
Com a constante evolução e mudança da sociedade, temas emergentes como a saúde da população LGBTQIAPN+ se faz importante, de acordo com um dos organizadores do encontro e professor do curso de Medicina, Arthur Villela:
“Exemplos como processos transexualizador e as saúdes mental e integral desta população devem ser aprendidos e empregados por todos os profissionais de saúde, principalmente os envolvidos com a saúde básica. Existe uma lacuna entre o profissional de saúde e essa população, que os afasta dos serviços de atendimento, aumentando assim as comorbidades. É urgente discutir cada vez mais essa sigla e tudo que ela envolve, dentro das universidades. Estamos cansados de falar, mas fazer pouco. Precisamos parar de sentir medo de nos expressar, de mostrar quem somos e o caminho é a abertura desse diálogo”.
Ao abrir o encontro, o professor e orientador de serviço do PET-Saúde UniFOA, Ailton Carvalho lembrou que o Brasil é o país que mais mata a população LGBT e isso é muito sério e precisa ser mudado.
“Como o tema do PET é a equidade, estamos aproveitando a oportunidade para dar visibilidade a todos os alunos e funcionários que compõem essa sigla tão importante, além de capacitá-los para que tenham esse olhar diferenciado e perceber o que o outro realmente necessita e não o que acha que é de direito. Essa é a formação que os nossos alunos precisam ter, para que, dentro de um pensamento equânime, conseguirem identificar que o outro necessita dentro da diferença e da diversidade dele. É a lisura dos direitos humanos”.
Durante a roda de conversa foi possível acompanhar alguns relatos de professores e estudantes sobre as vivências e dificuldades como pessoas LGBT na faculdade, além das políticas públicas que existem e que deveriam existir para que o acesso à saúde seja de fato integral. Esses coletivos, em contrapartida, vêm alcançando melhor qualidade na vida acadêmica, através de apoio como este evento e de outros programas na instituição que permitem melhor suporte aos universitários.
O estudante do 5º período do curso de Medicina, Caio Tulio Esteves, que também atuou na organização da mesa redonda, destacou que passou da hora de discutir essa temática e capacitar os futuros profissionais para mudar a realidade.
“Atualmente, não existe mais espaço para piadinhas ou olhar atravessado em sala de aula, pois defendemos essa sigla, não aceitamos o desrespeito e protestamos na hora. Por isso precisamos desses debates, pois hoje a universidade já se mostra bem diferente do que a minha primeira graduação, há 14 anos, mas a luta ainda está no início. Apesar de maior aceitação, muitas pessoas ainda sofrem de ansiedade, depressão, riscos iminentes da própria vida e ainda encontramos pessoas passando por isso”.
O aluno do 7º período do curso de Serviço Social, Yuri Willow Candido, explicou que a sigla LGBTQIAPN+ mostra que essa parcela da população se organizou politicamente pelos seus direitos, reforçando que cada letra tem a sua peculiaridade, especificidade e demandas pessoais, com destaque e representatividade.
“Cada letra dessa representa um coletivo de pessoas que vivencia as mazelas, mas apenas temos um corpo que não está dentro do padrão convencional. Desde os 9 anos fui questionado pela minha sexualidade, enquanto eu só queria ser criança, coisa que não vemos acontecer com uma criança considerada hetera. As minhas infância e adolescência foram marcadas pela falta de criatividade, espontaneidade e até mesmo a minha fala foi prejudicada, pois desenvolvi uma gagueira porque era cobrado para agir de outra forma que não era eu”, desabafou.
Ele ainda acrescentou: “é muito importante este debate e fiquei contente por hoje, pois estamos num espaço coletivo onde temos a possibilidade de propor mudanças significativas e estruturais que vão impactar. Isso é muito bom. Essa sigla é um coletivo de pessoas que entendem que, para além do LGBTQIAPN+, tem outros seres que precisam de visibilidade, principalmente nas políticas públicas”.
Danielli Lima de Carvalho, do 7º período do curso de Odontologia contou que está no UniFOA há 3 anos e é a segunda vez que participa de uma discussão dessa temática. “Este momento é muito importante, pois muitos se sentem como um peixe fora d’água, mas esse constrangimento está diminuindo graças a eventos como este. Para quem atende a pacientes é muito importante saber em qual realidade ele se encaixa, para facilitar toda a convivência que temos de ter com quem a gente cuida. É importante reconhecer a sexualidade do outro”, finalizou.
A luta e os movimentos por direitos da população LGBTQIAPN+ se fortaleceram no final da década de 1970, com o Grupo Somos como precursor da luta homossexual.
Esse início ainda não contava com a pluralidade existente atualmente, sendo protagonizado majoritariamente pelos homens homossexuais. Com a epidemia da AIDS/HIV, nos anos 1980, houve uma mobilização por parte do governo, a fim de atuar na prevenção dessa doença.
Com isso, esse grupo conquistou ainda mais espaço e trouxe outras reivindicações ao cenário político. Nessa mesma época, as mulheres lésbicas, até então ainda invisíveis, começaram a se alinhar ao movimento feminista e a denunciar o machismo presente nos mais diversos grupos sociais.
Somente na década de 1990, o movimento de travestis conseguiu mais espaço. Ele institui-se em coletivos, como no caso da Associação das Travestis e Liberados do RJ (Astral), pautando o governo para o atendimento de suas demandas específicas, além de atuarem nas ações de prevenção da aids. Na mesma época, a causa de transexuais foi incluída na agenda deste movimento.
Com o passar dos anos, o movimento, antes protagonizado pelos homens homossexuais, passou a ser integrado e protagonizado por outros grupos também marginalizados pela sua orientação sexual e ou identidade de gênero, como lésbicas, bissexuais, transexuais, entre outros.
Em 2004, o governo, em conjunto com a sociedade civil, instituiu o “Brasil sem Homofobia – Programa de Combate à Violência e à Discriminação contra LGBT e de Promoção da Cidadania Homossexual” (BRASIL, 2004), que foi elaborado pela Secretaria Especial de Direitos Humanos (SEDH) da Presidência da República.
Nesse mesmo ano, o Ministério da Saúde constituiu o Comitê Técnico de Saúde da População LGBT, e em 2006 o Conselho Nacional de Saúde (CNS) passou a incluir representantes da população LGBTQIAPN+. Ambas essas conquistas são marcos importantes da luta pelo acesso à saúde e pelo atendimento humanizado, integral e livre de preconceitos.
Nas últimas décadas, alguns direitos já foram conquistados, a exemplo a criminalização da homofobia, porém essa parte da população ainda enfrenta muitos desafios, como a falta de acesso aos serviços de saúde. Isso porque, o sistema de saúde ainda hoje possui entraves que impedem o amplo acesso ao cuidado desses indivíduos. (Fonte: Movimento LGBTQIAPN+).
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Unir para ficar mais forte. É com esse espírito que uma parte da população elegeu o mês de junho para levantar a bandeira LGBTQIAPN+, mostrando orgulho do pertencimento e rechaçando o preconceito. Esse mês tem como objetivo reforçar a importância de discutir as temáticas que envolvem gênero e sexualidade, bem como de promover uma maior equidade social e redução da discriminação direcionada a esse grupo.
O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), por meio do Programa de Educação pelo Trabalho (PET-Saúde), abriu o debate através de uma roda de conversa com o tema “Saúde LGBTQIAPN+ - Um olhar necessário”, que foi realizado no Centro Histórico-Cultural Dauro Aragão, no campus Olezio Galotti, em Três Poços, nos dias 17 e 18. O evento reuniu cerca de 200 participantes, entre funcionários, professores, coordenadores de curso e estudantes dos cursos de Medicina, Nutrição, Odontologia, Educação Física, Enfermagem, Direito, Mestrado em Ciências da Saúde e Meio Ambiente, Serviço Social e demais cursos.
Com a constante evolução e mudança da sociedade, temas emergentes como a saúde da população LGBTQIAPN+ se faz importante, de acordo com um dos organizadores do encontro e professor do curso de Medicina, Arthur Villela:
“Exemplos como processos transexualizador e as saúdes mental e integral desta população devem ser aprendidos e empregados por todos os profissionais de saúde, principalmente os envolvidos com a saúde básica. Existe uma lacuna entre o profissional de saúde e essa população, que os afasta dos serviços de atendimento, aumentando assim as comorbidades. É urgente discutir cada vez mais essa sigla e tudo que ela envolve, dentro das universidades. Estamos cansados de falar, mas fazer pouco. Precisamos parar de sentir medo de nos expressar, de mostrar quem somos e o caminho é a abertura desse diálogo”.
Ao abrir o encontro, o professor e orientador de serviço do PET-Saúde UniFOA, Ailton Carvalho lembrou que o Brasil é o país que mais mata a população LGBT e isso é muito sério e precisa ser mudado.
“Como o tema do PET é a equidade, estamos aproveitando a oportunidade para dar visibilidade a todos os alunos e funcionários que compõem essa sigla tão importante, além de capacitá-los para que tenham esse olhar diferenciado e perceber o que o outro realmente necessita e não o que acha que é de direito. Essa é a formação que os nossos alunos precisam ter, para que, dentro de um pensamento equânime, conseguirem identificar que o outro necessita dentro da diferença e da diversidade dele. É a lisura dos direitos humanos”.
Durante a roda de conversa foi possível acompanhar alguns relatos de professores e estudantes sobre as vivências e dificuldades como pessoas LGBT na faculdade, além das políticas públicas que existem e que deveriam existir para que o acesso à saúde seja de fato integral. Esses coletivos, em contrapartida, vêm alcançando melhor qualidade na vida acadêmica, através de apoio como este evento e de outros programas na instituição que permitem melhor suporte aos universitários.
O estudante do 5º período do curso de Medicina, Caio Tulio Esteves, que também atuou na organização da mesa redonda, destacou que passou da hora de discutir essa temática e capacitar os futuros profissionais para mudar a realidade.
“Atualmente, não existe mais espaço para piadinhas ou olhar atravessado em sala de aula, pois defendemos essa sigla, não aceitamos o desrespeito e protestamos na hora. Por isso precisamos desses debates, pois hoje a universidade já se mostra bem diferente do que a minha primeira graduação, há 14 anos, mas a luta ainda está no início. Apesar de maior aceitação, muitas pessoas ainda sofrem de ansiedade, depressão, riscos iminentes da própria vida e ainda encontramos pessoas passando por isso”.
O aluno do 7º período do curso de Serviço Social, Yuri Willow Candido, explicou que a sigla LGBTQIAPN+ mostra que essa parcela da população se organizou politicamente pelos seus direitos, reforçando que cada letra tem a sua peculiaridade, especificidade e demandas pessoais, com destaque e representatividade.
“Cada letra dessa representa um coletivo de pessoas que vivencia as mazelas, mas apenas temos um corpo que não está dentro do padrão convencional. Desde os 9 anos fui questionado pela minha sexualidade, enquanto eu só queria ser criança, coisa que não vemos acontecer com uma criança considerada hetera. As minhas infância e adolescência foram marcadas pela falta de criatividade, espontaneidade e até mesmo a minha fala foi prejudicada, pois desenvolvi uma gagueira porque era cobrado para agir de outra forma que não era eu”, desabafou.
Ele ainda acrescentou: “é muito importante este debate e fiquei contente por hoje, pois estamos num espaço coletivo onde temos a possibilidade de propor mudanças significativas e estruturais que vão impactar. Isso é muito bom. Essa sigla é um coletivo de pessoas que entendem que, para além do LGBTQIAPN+, tem outros seres que precisam de visibilidade, principalmente nas políticas públicas”.
Danielli Lima de Carvalho, do 7º período do curso de Odontologia contou que está no UniFOA há 3 anos e é a segunda vez que participa de uma discussão dessa temática. “Este momento é muito importante, pois muitos se sentem como um peixe fora d’água, mas esse constrangimento está diminuindo graças a eventos como este. Para quem atende a pacientes é muito importante saber em qual realidade ele se encaixa, para facilitar toda a convivência que temos de ter com quem a gente cuida. É importante reconhecer a sexualidade do outro”, finalizou.
A luta e os movimentos por direitos da população LGBTQIAPN+ se fortaleceram no final da década de 1970, com o Grupo Somos como precursor da luta homossexual.
Esse início ainda não contava com a pluralidade existente atualmente, sendo protagonizado majoritariamente pelos homens homossexuais. Com a epidemia da AIDS/HIV, nos anos 1980, houve uma mobilização por parte do governo, a fim de atuar na prevenção dessa doença.
Com isso, esse grupo conquistou ainda mais espaço e trouxe outras reivindicações ao cenário político. Nessa mesma época, as mulheres lésbicas, até então ainda invisíveis, começaram a se alinhar ao movimento feminista e a denunciar o machismo presente nos mais diversos grupos sociais.
Somente na década de 1990, o movimento de travestis conseguiu mais espaço. Ele institui-se em coletivos, como no caso da Associação das Travestis e Liberados do RJ (Astral), pautando o governo para o atendimento de suas demandas específicas, além de atuarem nas ações de prevenção da aids. Na mesma época, a causa de transexuais foi incluída na agenda deste movimento.
Com o passar dos anos, o movimento, antes protagonizado pelos homens homossexuais, passou a ser integrado e protagonizado por outros grupos também marginalizados pela sua orientação sexual e ou identidade de gênero, como lésbicas, bissexuais, transexuais, entre outros.
Em 2004, o governo, em conjunto com a sociedade civil, instituiu o “Brasil sem Homofobia – Programa de Combate à Violência e à Discriminação contra LGBT e de Promoção da Cidadania Homossexual” (BRASIL, 2004), que foi elaborado pela Secretaria Especial de Direitos Humanos (SEDH) da Presidência da República.
Nesse mesmo ano, o Ministério da Saúde constituiu o Comitê Técnico de Saúde da População LGBT, e em 2006 o Conselho Nacional de Saúde (CNS) passou a incluir representantes da população LGBTQIAPN+. Ambas essas conquistas são marcos importantes da luta pelo acesso à saúde e pelo atendimento humanizado, integral e livre de preconceitos.
Nas últimas décadas, alguns direitos já foram conquistados, a exemplo a criminalização da homofobia, porém essa parte da população ainda enfrenta muitos desafios, como a falta de acesso aos serviços de saúde. Isso porque, o sistema de saúde ainda hoje possui entraves que impedem o amplo acesso ao cuidado desses indivíduos. (Fonte: Movimento LGBTQIAPN+).
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A turma da disciplina Projeto Integrado, ministrada pela professora Aline Viviane de Oliveira, desenvolveu uma cartilha sobre os cuidados necessários para manicures. Os alunos estiverem no curso de manicure oferecido pela Associação Social Cultural e Esportiva Cria de Santa Cruz para apresentarem o trabalho.
O grupo mostrou os benefícios e a importância do cuidado em diversos processos de execução da profissão de manicure e pedicure. Cerca de 20 mulheres puderam assistir e conversar mais sobre procedimentos necessários e seguros tanto para a profissional quanto para a cliente.
Segundo a estudante Djanira de Fátima Faria, é muito relevante o conhecimento da esterilização dos materiais, a importância de fazer a anamnese para saber mais sobre o cliente. “É essencial essa conversa inicial. Não vemos muito nas mídias, mas acontece com frequência, vemos nos hospitais, casos graves que poderiam ser evitados com esses cuidados”.
A intenção do trabalho é preservar a saúde tanto da profissional quanto da cliente. As alunas falaram sobre a importância de dominar o assunto, conhecer os processos e poder evitar complicações futuras. “Ninguém vai se cuidar e quer sair pior de onde entrou", explicou Djanira.
O módulo do curso já está no Avançado, e dessa vez, abrange a extensão de unhas, processo que requer cuidados especiais. As estudantes frisaram também a utilização da máscara no manuseio das confecções das unhas em gel. "A frequência da cliente é menor, mas a manicure, que trabalha diariamente com esse material, precisa de atenção para evitar aquele pó, tem que ter o aparelho sugador, porque pode causar problemas respiratórios, além da máscara. Esse pó faz muito mal para saúde".
A receptividade das manicures para o projeto, foi um fator que ganhou muito público na tarde chuvosa da palestra. O evento aconteceu no salão da Igreja Metodista do bairro para atender melhor as participantes. "A aceitação foi muito bacana, o projeto nos acolheu muito bem", comemorou Djanira. Para ela, o UniFOA sempre está apoiando a relação aluno x professor com muito carinho. “Ela abraça tudo. É igual coração de mãe, sempre ajudando a comunidade discente e docente".
-Eles abrem o leque de um campo vasto com os projetos integrados, que nos permite sair de sala de aula, fazer trabalho de campo e conhecer como é na prática. A FOA tem esse olhar com a gente - finalizou a aluna.
A atividade extra sala de aula abrange não apenas a turma do curso de Enfermagem, é uma ação interdisciplinar que linka os alunos de Design, da disciplina Projeto Integrado da professora Patrícia Rocha. Eles produziram a arte final da cartilha e identidade visual do projeto e também o curso de Serviço Social, com a professora Daniele Ribeiro, que estreitou o contato das participantes ao grupo discente.
O curso de manicure é oferecido gratuitamente à comunidade pelo grupo Crias do Santa Cruz, existente desde 2018, da Associação Social Cultural e Esportiva Cria de Santa Cruz, liderado por Adriano Marcelo, mais conhecido por Tetel. Com a criação despretensiosa do grupo, a união foi tomando formato, ficou mais séria, e hoje faz diversas ações sociais e atendimentos aos moradores locais. "Aqui é a comunidade pela gente e a gente pela comunidade", comemora Tetel.
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No dia 28 de maio de 2024, foi dada a largada oficial para as atividades do projeto "Pet-Saúde Equidade", uma iniciativa fruto da parceria entre o Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) e as secretarias de saúde dos municípios de Volta Redonda e Pinheiral, além da Secretaria Municipal de Políticas para Mulheres e Direitos Humanos de Volta Redonda (SMDH).
O projeto, intitulado "Agora é a vez delas! Pet-SAÚDE Equidade", busca promover uma abordagem intersetorial em conjunto com as políticas de Direitos Humanos. Ele proporcionará uma prática colaborativa entre profissionais e estudantes dos cursos de ciências da saúde e humanas do UniFOA, fortalecendo a educação interprofissional e contribuindo para as mudanças curriculares necessárias nas formações em saúde, alinhadas aos princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS). O foco do projeto é a valorização das trabalhadoras e futuras trabalhadoras no âmbito do SUS, considerando aspectos como equidade de gênero, identidade de gênero, sexualidade, raça, etnia e deficiências.
O Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde (Pet-SAÚDE) está em sua décima primeira edição e tem como objetivo fortalecer o processo de integração entre ensino, serviço e comunidade, articulando o SUS e as Instituições de Ensino Superior (IES). O programa visa contribuir para a formação de futuros profissionais e criar condições para a valorização das trabalhadoras no SUS, em conformidade com o Programa Nacional de Equidade de Gênero, Raça e Valorização das Trabalhadoras no SUS.
"O Pet-SAÚDE é um programa essencial no universo do Ministério da Saúde. Ele promove a educação pelo trabalho, integrando a formação acadêmica com a prática profissional em saúde. Isso é fundamental para preparar nossos estudantes para os desafios reais do mercado de trabalho e para contribuir efetivamente com o sistema de saúde do país", explicou Alden dos Santos, coordenador do curso de Nutrição, professor dos cursos de Nutrição e Medicina do UniFOA e representante institucional do Pet-SAÚDE.
O lançamento do projeto marca um passo significativo na promoção da equidade e valorização das trabalhadoras da saúde, reforçando o compromisso do UniFOA e das instituições parceiras em oferecer uma formação de qualidade, integrada e alinhada às necessidades do SUS.
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Representantes dos cursos da área da saúde se reuniram recentemente para definir o cronograma inicial das atividades de capacitação destinadas a estudantes, tutores e preceptores no Programa de Educação pelo Trabalho (Pet-SAÚDE), do Ministério da Saúde. A reunião, que contou com a presença dos coordenadores dos cursos de Odontologia, Nutrição e Educação Física, bem como dos coordenadores dos grupos de Medicina e Enfermagem, além do orientador de serviço, professor Ailton Carvalho, foi marcada pela discussão de estratégias para promover o desenvolvimento profissional e aprimoramento dos envolvidos.
O encontro teve como objetivo principal estabelecer um plano de ação para a capacitação dos alunos, tutores e preceptores, visando garantir a excelência na formação acadêmica e na prática clínica. Ao reunir coordenadores de diferentes cursos e grupos do PET, a iniciativa busca integrar conhecimentos e experiências, proporcionando uma abordagem interdisciplinar e abrangente.
Foram discutidas formas de incentivar a participação ativa dos alunos nas atividades de capacitação, bem como a importância do papel dos tutores e preceptores no processo de aprendizagem.
Já a Professora Lucrécia Loureiro, coordenadora do grupo da Enfermagem no PET, ressaltou o papel essencial dos tutores e preceptores na orientação e supervisão dos alunos durante as atividades práticas. "Nossos tutores e preceptores desempenham um papel fundamental no desenvolvimento dos futuros profissionais de saúde. Por isso, é importante investir em sua capacitação e atualização constante", enfatizou.
O Professor Ailton Carvalho, orientador de serviço do PET, enfatizou a necessidade de alinhar as atividades de capacitação com as demandas e desafios do mercado de trabalho. "Nosso objetivo é preparar os alunos para enfrentar os desafios da prática clínica e contribuir para o avanço da saúde pública. Para isso, é fundamental que estejamos sempre atualizados e em sintonia com as melhores práticas e tendências do setor", concluiu.
Com a definição do cronograma inicial de atividades de capacitação, a expectativa é que os alunos, tutores e preceptores possam iniciar em breve um processo de aprendizado contínuo e enriquecedor, contribuindo para a formação de profissionais de saúde altamente qualificados e comprometidos com o bem-estar da sociedade.
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O Auditório Willian Monachesi do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), em Três Poços, sediou na noite dessa terça-feira (14), a abertura da 23ª Semana Brasileira de Enfermagem UniFOA e a 85ª edição da Semana Brasileira da Enfermagem, que explorou o tema “Reflexão Filosófica e Sociológica do Fazer Enfermagem”, reunindo um público expressivo formado por coordenadores, professores, estudantes, técnicos e profissionais de enfermagem de clínicas e hospitais da região. O evento se encerra na quinta-feira, dia 16.
O objetivo é promover a união entre a profissão e a dimensão do cuidado, tomando como ponto de vista os próprios profissionais, além de articular o cuidar com o trabalho da enfermagem, buscando reforçar a saúde como direito do cidadão e dever do Estado. Durante esse período serão ministrados workshops, palestras, debates, exibições de vídeos, com ótimos profissionais que se destacam nas diversas áreas, promovendo aprendizados e reflexões importantes.
A data não foi criada por acaso, pois em 12 de maio é comemorado o Dia Mundial da Enfermagem e o Dia do Enfermeiro, em homenagem a Florence Nightingale, marco da enfermagem moderna no mundo e que nasceu em 12 de maio de 1820. No Brasil, além do Dia do Enfermeiro, entre os dias 12 e 20 de maio, comemora-se a Semana da Enfermagem, data instituída em meados dos anos 1940, em homenagem à Anna Nery, enfermeira brasileira e a primeira a se alistar voluntariamente em combates militares.
A superintendente executiva da Fundação Oswaldo Aranha (FOA), Josiane Sampaio representou o presidente da Fundação, Eduardo Prado e a reitora e professora do UniFOA, Ivanete Oliveira.
“Tenho imenso orgulho participar deste importante evento para os profissionais, estudantes e os apaixonados pela enfermagem, pois esta semana contribui para o aprimoramento da prática profissional e para a promoção de uma assistência de saúde mais humanizada e centrada no paciente. A técnica e o senso de empatia, compromisso e bem-estar com o outro que o evento vai transmitir, vai melhorar ainda mais a profissão dessas pessoas, o trabalho e a excelência em tudo que eles fazem”, pontuou.
O coordenador do curso de Enfermagem, professor Carlos Marcelo Balbino explicou que o evento pode ser traduzido como um momento de reflexão, de ensino e de união da classe, pois ele reivindica direitos, levanta questões importantes e traz a ciência aos alunos, pois sempre são convidados profissionais expressivos para as palestras.
“Temos uma semana cultural, científica, de representatividade e não podemos esquecer de enaltecer o técnico de enfermagem, pois sem ele não somos completos. Todos os anos envolvemos os alunos na organização, para que ele possa entender a importância dessa semana e o que pode contribuir para ele como discente e como futuro profissional. Essa participação é fundamental para o network, pois eles terão contato com profissionais das grandes universidades que enviam palestrantes para o evento, numa troca de informações importante. É um evento aberto ao público e esperamos enfermeiros de hospitais e clínicas da região”, garantiu.
Para ministrar a palestra “Enfermagem ontem, hoje e no futuro: desafios na formação de redes e no diálogo interdisciplinar” foi convidada a doutora em enfermagem Glaucia Valente Valadares, que é professora Associada IV da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e professora permanente do mestrado profissional do Instituto de Biodiversidade e Sustentabilidade UFRJ/ Macaé.
“O objetivo maior é falar sobre a história da enfermagem e pensar no futuro, mas para fazer isso vamos discutir conceitos da saúde, como ela vem sendo percebida, que mudanças aconteceram de fato para que pudéssemos ancorar a ideia de uma enfermagem no futuro e como eixo norteador principal: a ideia do cuidado. Para que uma pessoa cuide da outra, é preciso primeiro cuidar de si. Temos enfrentado mudanças climáticas graves e a saúde que estamos pensando é uma que requer a perspectiva do cuidado com o nosso planeta”, explicou.
A aluna do curso de Enfermagem Djanira Chaves resumiu a sua participação no evento: “Como representante do 7º período, não poderia deixar de agradecer, em nome da minha turma, pela oportunidade na organização desta atividade tão importante. A enfermagem escolhe aqueles que têm a coragem de enfrentar desafios, a sensibilidade para compreender o sofrimento alheio e a resiliência para perseverar diante das adversidades”.
Nos dias que antecederam a 23ª Semana da Enfermagem, foi feita uma votação envolvendo todos os discentes do curso do UniFOA, que elegeram a professora Nelita Pereira como a melhor deste ano, imortalizada com uma placa comemorativa. O coordenador Carlos Marcelo Balbino recebeu a homenagem em nome da professora.
Dia 16 de Maio - Público Alvo: Alunos do Curso Técnico em Enfermagem do ETECFOA
Manhã – 9h às 11h30 – Sala de aula e laboratório de habilidades.
Tarde – 14h às 16h30 – Sala de aula e laboratório de habilidades.
Noite – 19h às 21h30 – Sala de aula e laboratório de habilidades.
Oficina 1:
Tema: Preparo do Corpo
Palestrante: Alunos do Curso de Graduação em Enfermagem do UniFOA
Oficina 2:
Tema: Sinais Vitais e Medidas Antropométricas
Alunos do Curso de Graduação em Enfermagem do UniFOA
Oficina 3:
Tema: Higienização das Mãos e Calçagem de Luvas
Palestrante: Alunos do Curso de Graduação em Enfermagem do UniFOA
Oficina 4:
Tema: Arrumação de Leitos e Mudança de Decúbito
Palestrante: Alunos do Curso de Graduação em Enfermagem do UniFOA
Oficina 5:
Tema: Biossegurança
Palestrante: Alunos do Curso de Graduação em Enfermagem do UniFOA
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Em algum momento da sua vida, você já deve ter se deparado com essa fala, “Já lavou a mão?”. E nos últimos anos, o ato de lavar as mãos foi muito importante para diminuir a disseminação do vírus SARS-CoV-2 na pandemia da Covid-19.
O dia 5 de maio, marca-se o início da campanha anual da Organização Mundial da Saúde (OMS): "SALVE VIDAS: Higienize suas mãos", uma iniciativa que coincide com as celebrações do Dia Mundial de Higienização das Mãos. O objetivo dessa campanha é destacar globalmente a importância da higiene das mãos na atenção à saúde e unir esforços para melhorar a prática em todo o mundo.
No Hospital São João Batista (HSJB), o Núcleo de Vigilância Hospitalar, sob a coordenação da enfermeira Andreza Glória Leite de Almeida, em parceria com os professores Carlos Marcelo Balbino, Valquíria Jorge Sepp, Clarissa Pontual, Nelita Pereira, Mariana Bittencourt, Douglas Markonne, e os acadêmicos do 5º ano do curso de Enfermagem do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), realizou uma ação educativa chamada "Pitstop" no dia 09 de maio.
Essa ação consistiu no uso de um jogo chamado "Fato ou Fake", contendo perguntas e respostas relacionadas à higienização das mãos. Os participantes da ação foram desafiados a responder às questões, enquanto eram apresentados indicadores de higienização das mãos e outras informações relevantes conforme a realidade de cada serviço. O objetivo foi proporcionar um momento lúdico e educativo, promovendo o envolvimento e a sensibilização de todos os colaboradores que prestam assistência aos pacientes.
O coordenador do curso de Enfermagem, Carlos Marcelo Balbino, ressaltou a importância da participação dos acadêmicos nesse projeto. Segundo ele, essa vivência proporciona aos estudantes aprendizado prático e enriquecedor, essencial para a formação de profissionais comprometidos com a qualidade do serviço prestado. “A enfermagem, além de praticar a assistência direta, desempenha um papel fundamental na supervisão da higienização das mãos, contribuindo para a redução de infecções e o bem-estar dos pacientes”, comentou Carlos Marcelo.
De acordo com a OMS, a higiene das mãos salva milhões de vidas a cada ano quando realizada de maneira correta e oportuna durante a prestação de cuidados de saúde. Além disso, melhorar a higiene das mãos nos ambientes de atenção à saúde resulta em economia de despesas com o tratamento de infecções relacionadas à má ou não execução da higienização das mãos. Prevenir infecções e sua propagação tem impactos significativos na redução do sofrimento humano e na preservação de vidas.
Essa iniciativa do curso de Enfermagem no HSJB demonstra o compromisso da instituição com a promoção da saúde e a segurança dos profissionais e dos pacientes, destacando a importância da higiene das mãos como uma prática fundamental no ambiente hospitalar e na prevenção de infecções.
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