O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) está com inscrições abertas para a 1ª Mostra de Pesquisa e Extensão, evento que reunirá trabalhos desenvolvidos por estudantes da graduação e da Escola Técnica da Fundação Oswaldo Aranha (EtecFOA) nas áreas de pesquisa e extensão.
A iniciativa tem como objetivo incentivar a produção científica, promover a troca de conhecimentos e dar visibilidade aos projetos desenvolvidos pela comunidade acadêmica.
A participação é gratuita e as inscrições podem ser realizadas até o dia 27 de outubro. A programação acontecerá on-line, com apresentação dos trabalhos nos formatos oral e e-pôster, e todos os participantes receberão certificado.
Nesta primeira edição, a Mostra será dedicada exclusivamente à apresentação dos trabalhos, sem a realização de palestras, proporcionando um espaço para que estudantes compartilhem os resultados de suas pesquisas e ações de extensão com a comunidade acadêmica.
As inscrições e o regulamento podem ser acessados pela página oficial do evento através do link: 1ª Mostra de Pesquisa e Extensão do UniFOA.
Entre a medicina e a música, o professor e médico Dr. Geraldo Cardoso encontrou um ponto de equilíbrio que o acompanha há décadas. Especialista em Clínica Médica, Geriatria e Gerontologia, egresso e professor do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), ele também é bandolinista do grupo Arte do Choro, que se apresenta no próximo domingo, 26, durante mais uma edição do Festival Vale do Café, no Casarão da Fazenda Três Poços.
O concerto "O Choro e Suas Histórias" será realizado às 11h, no Centro Histórico-Cultural, reunindo clássicos do repertório do choro brasileiro e curiosidades sobre compositores e obras que ajudaram a construir um dos gêneros mais tradicionais da música nacional.
Embora seja reconhecido pela atuação na medicina e pela contribuição à formação de gerações de profissionais de saúde, a música faz parte da história de Geraldo muito antes da carreira médica.
"Eu toco violão desde adolescente. Depois que entrei para o curso de Medicina, acabei me afastando um pouco da música. Alguns anos depois de formado, minha esposa me presenteou com um bandolim. Meu avô e meu tio tocavam o instrumento, então resolvi aprender. E quem toca bandolim acaba encontrando naturalmente o choro", conta.
O reencontro com a música também marcou o início de uma nova trajetória artística. Ao lado de amigos apaixonados pelo gênero, ajudou a fundar o grupo Arte do Choro, que mantém sua formação atual há cerca de 16 anos e hoje reúne sete músicos.
O nome do conjunto também carrega uma história. Segundo o professor, a homenagem surgiu a partir de um dos primeiros integrantes do grupo, o luthier Maurício Barros, responsável pela construção artesanal de instrumentos musicais.
"Resolvemos chamar o conjunto de Arte do Choro por causa dele. Maurício fabrica violões, cavaquinhos e bandolins, inclusive alguns dos instrumentos que utilizo foram feitos por ele."
Ao longo dos anos, o grupo participou de apresentações em diferentes cidades do estado, incluindo edições anteriores do próprio Festival Vale do Café e do tradicional Café, Cachaça e Choro, em Vassouras.
Mais do que executar um repertório, o objetivo sempre foi preservar e apresentar o choro às novas gerações.
"O que caracteriza nossas apresentações é justamente reviver o choro. Queremos fazer com que os mais jovens conheçam essa genuína música brasileira. Tocamos em vários lugares para que o choro continue vivo."
Foi esse compromisso com a valorização do gênero que motivou o convite para integrar novamente a programação do Festival Vale do Café. Durante o espetáculo, além das interpretações musicais, o público conhecerá histórias sobre a origem das composições, curiosidades sobre seus autores e o contexto em que nasceram algumas das obras mais importantes do repertório brasileiro.
Para Geraldo, a música nunca esteve distante da profissão que escolheu exercer. Pelo contrário, ambas compartilham características que considera fundamentais.
"Eu vejo a medicina como ciência e técnica, mas também como arte. Ela envolve sensibilidade e relação entre pessoas. A música desenvolve essa sensibilidade e me ajuda a relaxar, a ficar mais tranquilo. Isso facilita muito a minha vida como médico e também como professor."
A apresentação do Arte do Choro integra a programação oficial do Festival Vale do Café e convida o público a percorrer, por meio da música e das histórias, parte importante do patrimônio cultural brasileiro, tendo como cenário o histórico Casarão da Fazenda Três Poços.
Para muitos estudantes, a matrícula em uma faculdade representa mais do que o início de um curso. É a abertura de um novo caminho, a chance de mudar a própria trajetória e, em muitos casos, realizar um sonho que parecia distante. Por meio do Bolsa Social do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), essa oportunidade já começa a transformar a vida de novos universitários.
Entre eles está Otto de Oliveira Brandão, morador do bairro Três Poços, que ingressa no curso de Enfermagem. Primeiro da família a chegar ao ensino superior, ele conta que a possibilidade de estudar por meio do Bolsa Social foi recebida como uma surpresa pela comunidade e pela família.
“Foi uma oportunidade muito boa. O bairro não esperava por isso. A gente vê a FOA muito próxima da gente, acompanhando os trabalhos, mas não imaginava que teria uma oportunidade como essa. Para mim, foi bom demais”, contou.
Para Otto, começar a graduação representa um privilégio e também uma forma de, no futuro, contribuir com a comunidade onde vive. A escolha pela Enfermagem está ligada ao desejo de cuidar das pessoas e oferecer acolhimento.
“Para mim, é um privilégio muito grande. Espero que esse curso possa me ajudar no futuro e que eu possa contribuir com o bairro também. Acho a Enfermagem muito importante, porque lida diretamente com as pessoas. É uma área que tem tudo a ver comigo, porque gosto de ajudar, acolher e oferecer conforto”, afirmou.
A conquista também emocionou a família. Segundo Otto, as filhas ficaram especialmente felizes ao saber que ele iniciaria a faculdade.
Outra nova universitária que encontrou no UniFOA uma oportunidade de recomeço foi Camila Miranda Rodrigues. Ela conheceu a iniciativa pelas redes sociais e conta que, em um primeiro momento, chegou a duvidar que a possibilidade fosse real.
“Eu achei maravilhoso. Ainda estou processando que é verdade. Quando apareceu o anúncio no Instagram, pensei: ‘não é possível’. Fui pessoalmente tirar as dúvidas e, quando vi que era verdade, fiquei muito feliz. A ficha ainda não caiu”, relatou.
Camila vai cursar Odontologia, uma área que sempre desejou seguir. Já inserida no campo da saúde, ela vê na graduação a chance de ampliar sua atuação profissional e realizar um projeto antigo.
“É um curso que eu sempre quis fazer. Eu já sou da área da saúde, mas a Odontologia é outro ramo, voltado para a saúde bucal. Estou criando muita expectativa e acredito que vai dar tudo certo, porque me identifico muito com a área”, afirmou.
Para ela, estudar no UniFOA torna esse momento ainda mais significativo, pela credibilidade da instituição e pelo reconhecimento de egressos e profissionais formados no Centro Universitário.
“É uma faculdade que tem credibilidade. Os alunos que já se formaram aqui elogiam muito e falam super bem. Para mim, essa oportunidade está sendo muito importante”, completou.
A Bolsa Social integra as ações do UniFOA voltadas à ampliação do acesso ao ensino superior, permitindo que mais pessoas possam iniciar uma graduação e construir novas perspectivas acadêmicas e profissionais. Além do impacto individual, a iniciativa contribui para a formação de profissionais que poderão atuar em diferentes áreas e fortalecer o desenvolvimento da região.
As inscrições para a Bolsa Social seguem abertas. Os interessados podem consultar o edital, verificar os critérios de participação e acompanhar os prazos pelos canais oficiais do UniFOA.
Mais do que garantir o acesso à universidade, a Bolsa Social ajuda a transformar expectativa em matrícula, matrícula em recomeço e recomeço em futuro. Para estudantes como Otto e Camila, a oportunidade marca o início de uma nova etapa: o momento em que o sonho da graduação deixa de parecer distante e passa a fazer parte da vida real.
Enquanto Volta Redonda comemora mais um aniversário, quem planeja iniciar uma graduação também ganhou um motivo para celebrar. Entre os dias 13 e 24 de julho, o Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) oferecerá uma condição especial para ingresso nos cursos da Graduação Digital 2026: a primeira mensalidade por R$ 49.
A ação integra o período comemorativo da cidade e amplia as oportunidades para quem deseja começar uma formação superior com mais flexibilidade para conciliar os estudos com o trabalho e os compromissos do dia a dia.
Com mais de dez opções de cursos em diferentes áreas do conhecimento, a Graduação Digital do UniFOA foi pensada para estudantes que buscam autonomia para organizar a própria rotina de aprendizagem, com a possibilidade de estudar de onde estiver e adaptar os estudos aos diferentes momentos da vida profissional e pessoal.
Entre as opções estão formações em áreas como Logística, Comércio Exterior, Administração, Ciências Contábeis e Gestão, conectadas a setores presentes no mercado de trabalho de Volta Redonda e do Sul Fluminense.
A modalidade digital também se tornou uma alternativa para profissionais que já estão inseridos no mercado, mas encontram dificuldades para frequentar diariamente uma sala de aula. Com maior flexibilidade de horários, o estudante pode organizar os estudos de acordo com a própria rotina sem abrir mão da formação superior.
Mais do que acompanhar as transformações do mercado de trabalho, escolher uma graduação também significa encontrar uma formação possível para a realidade de cada estudante. No mês em que Volta Redonda celebra sua história, a oportunidade pode ser o primeiro passo para quem quer começar a construir os próximos capítulos da própria trajetória profissional.
Os interessados devem consultar os cursos participantes e as condições em unifoa.edu.br.
Estudantes interessados em participar do PET-Saúde 2026-2028 devem ficar atentos à atualização no edital de seleção do programa. O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) publicou uma retificação no documento, com ajustes nas orientações para os candidatos.
A alteração trata dos requisitos para a inscrição dos discentes. Com a mudança, os interessados devem consultar a versão atualizada do edital antes de concluir a inscrição ou enviar qualquer documentação.
O PET-Saúde 2026-2028 terá como tema o “PET Clima” e será desenvolvido pelo UniFOA em parceria com as secretarias municipais de saúde de Volta Redonda e Pinheiral. A proposta aproxima estudantes da realidade do Sistema Único de Saúde (SUS), com ações voltadas à relação entre saúde, território e meio ambiente.
A retificação completa está disponível no arquivo.
Antes de chegar ao estudante, a experiência universitária passa por quem atende, orienta, acolhe e resolve demandas todos os dias. Nos corredores, setores administrativos, recepções e espaços de convivência, são os colaboradores que ajudam a transformar a rotina acadêmica em uma experiência mais humana. É a partir desse olhar que o Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) desenvolve o Projeto Gente, iniciativa interna voltada à valorização, capacitação e bem-estar das equipes da instituição.
O encontro deste mês aconteceu no AudiSmart e teve como tema o gerenciamento das emoções no ambiente de trabalho. A proposta foi abrir espaço para reflexões sobre saúde mental, desenvolvimento pessoal e equilíbrio emocional, temas que impactam diretamente a forma como os profissionais se relacionam entre si e com a comunidade acadêmica.
O Projeto Gente reúne ações integradas em diferentes frentes, como saúde mental no trabalho, experiência do cliente, acolhimento e inclusão. As atividades incluem workshops, treinamentos e capacitações voltados ao fortalecimento do ambiente organizacional e à melhoria da jornada dos estudantes dentro do campus.
Na frente de saúde mental, os encontros buscam quebrar tabus e estimular uma relação mais consciente com as emoções no ambiente profissional. Já nas ações de experiência do cliente, o foco está no alinhamento da cultura institucional e na qualificação do atendimento prestado aos estudantes. O projeto também contempla capacitações voltadas ao acolhimento e à inclusão, preparando equipes administrativas para oferecer um atendimento mais humano, acessível e atento às diferentes necessidades da comunidade interna e externa.
Para Alessandro Orofino, responsável por conduzir o tema deste mês, trabalhar o desenvolvimento emocional dos colaboradores deixou de ser apenas um diferencial dentro das organizações.
“O Projeto Gente visa trabalhar o desenvolvimento emocional e mental dos colaboradores do nosso ecossistema. Neste encontro, a missão foi tratar do gerenciamento das emoções, que hoje não é mais um diferencial nas organizações, mas um pré-requisito”, afirmou.
Segundo ele, profissionais que aprendem a lidar melhor com as próprias emoções tendem a construir relações mais saudáveis, colaborativas e produtivas no ambiente de trabalho.
“Um ser humano com melhor gestão emocional se torna mais interativo, colaborativo e focado em resultados. Isso impacta não só a vida profissional, mas também a forma como ele se relaciona com as pessoas ao redor”, completou.
Ao investir em seus colaboradores, a FOA/UniFOA amplia o cuidado para além da estrutura física e dos processos institucionais. O atendimento ao estudante começa na escuta, na postura, na forma de orientar e na capacidade de acolher cada demanda com atenção.
Mais do que uma ação interna de capacitação, o Projeto Gente parte de uma ideia simples e essencial: uma instituição de ensino também se constrói pelas pessoas que sustentam sua rotina. Quando o colaborador é cuidado, preparado e valorizado, esse cuidado aparece no jeito como o estudante é recebido, acompanhado e reconhecido dentro da universidade.
Para muitos jovens atendidos por projetos sociais, a chegada à vida adulta costuma trazer uma escolha difícil: continuar estudando ou ingressar precocemente no mercado de trabalho. Quando educação, cultura e ação social caminham juntas, esse cenário pode ganhar novas possibilidades. Foi com esse olhar que representantes do Instituto Dagaz visitaram o Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) para discutir futuras iniciativas em parceria.
O encontro reuniu representantes das duas instituições para apresentar projetos e identificar oportunidades de cooperação nas áreas de educação, cultura e impacto social. A proposta é construir ações capazes de beneficiar estudantes, crianças, adolescentes e a comunidade, aproximando o conhecimento acadêmico de experiências práticas já desenvolvidas no território.
A presidente do Instituto Dagaz, Marinez Fernandes, destacou que a aproximação com a Fundação Oswaldo Aranha (FOA) e o UniFOA dialoga diretamente com a missão da instituição, que atua na promoção da cidadania por meio de projetos sociais e culturais.
“Fomos convidadas para conhecer os novos projetos que a Fundação Oswaldo Aranha está desenvolvendo. Essa abertura de um espaço histórico, com olhar para a cultura e para a formação do cidadão, tem tudo a ver com o que fazemos no Instituto Dagaz”, afirmou.
Segundo Marinez, a construção de iniciativas conjuntas pode representar uma oportunidade concreta para jovens que participam de projetos sociais, especialmente em uma fase da vida marcada por decisões importantes sobre estudo e trabalho.
“Quando muitos jovens chegam aos 18 anos, a tendência é buscar trabalho e, muitas vezes, interromper o aprendizado. Por isso, uma parceria com uma universidade, com possibilidades como bolsas de estudo, nos alegra muito. Isso mostra que pode existir um futuro diferente”, destacou.
Ela também ressaltou a importância de oferecer caminhos que permitam aos jovens enxergar novas perspectivas para suas trajetórias.
“A vida é feita de escolhas, mas essas escolhas precisam existir. Quando um jovem se dedica, se interessa e leva a sério uma oportunidade, ele pode mudar a própria história e quebrar um ciclo. Essa parceria pode ser uma grande chance para isso”, completou.
A visita também abriu espaço para discutir formas de aproximar estudantes universitários de projetos sociais e culturais já desenvolvidos pelo Instituto Dagaz, fortalecendo experiências de aprendizado e ampliando o impacto das ações junto à comunidade.
Para Beatriz Henriques, a Bibi, Curadora do Casarão FOA, iniciativas como essa reforçam o papel transformador da educação na construção de uma sociedade mais participativa.
“O papel da educação é criar pontes entre conhecimento, identidade e participação social. O jovem que participa de projetos culturais e ações comunitárias se torna protagonista no lugar onde vive. O Instituto Dagaz tem diretrizes importantes para capacitar e promover esses jovens”, afirmou.
Mais do que uma visita institucional, o encontro marcou o início de um diálogo voltado à construção de oportunidades. Ao aproximar universidade, cultura e ação social, UniFOA e Instituto Dagaz passam a explorar caminhos capazes de ampliar horizontes, fortalecer a formação cidadã e gerar impactos positivos para toda a comunidade.
Apesar de pouco conhecido fora do ambiente previdenciário, o Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS) desempenha um papel fundamental na vida do trabalhador brasileiro incluindo a possibilidade de acesso a bolsas de estudo de 50% e 100% durante toda a graduação, como o caso da Bolsa Social do UniFOA. O documento reúne, em um único sistema, informações sobre vínculos empregatícios, contribuições ao INSS e remunerações ao longo da vida profissional, funcionando como um histórico oficial utilizado na análise de direitos e benefícios.
Na prática, o CNIS permite que órgãos públicos e instituições tenham acesso a um retrato detalhado da trajetória profissional de uma pessoa. É por meio desse cadastro que são avaliados pedidos de aposentadoria, auxílio-doença, pensões e outros benefícios previdenciários. O documento também contribui para garantir que as informações apresentadas estejam alinhadas aos registros oficiais, oferecendo mais segurança e transparência nos processos de análise.
Ao consultar o CNIS, o cidadão encontra registros de empregos com carteira assinada, períodos trabalhados, contribuições realizadas como autônomo ou facultativo, além das remunerações informadas ao longo do tempo. Essas informações são importantes para diferentes situações que exigem comprovação de renda e histórico profissional.
O acesso ao documento é gratuito e pode ser realizado pela plataforma Meu INSS, disponível em site e aplicativo. Após acessar a conta vinculada ao Gov.br, basta procurar a opção de extrato de contribuição para visualizar ou baixar o documento.
Nos últimos anos, o CNIS também passou a ser utilizado em iniciativas voltadas à inclusão educacional. Por reunir informações oficiais sobre vínculos de trabalho e remuneração, o documento auxilia na análise socioeconômica de candidatos que buscam programas de apoio estudantil e bolsas de estudo.
É nesse contexto que o CNIS ganha relevância para estudantes interessados em oportunidades de acesso ao ensino superior. Em processos seletivos que consideram critérios socioeconômicos, o documento pode contribuir para comprovar a realidade financeira do candidato e de seu núcleo familiar, permitindo uma avaliação mais precisa das condições apresentadas.
Entre os documentos que podem ser utilizados durante a análise socioeconômica está o CNIS, tornando importante que os candidatos conheçam o documento e mantenham suas informações atualizadas antes de iniciar o processo de inscrição.
Mais do que um registro previdenciário, o CNIS se tornou uma ferramenta que pode auxiliar o cidadão em diferentes etapas da vida, desde o acesso a benefícios sociais até oportunidades educacionais que contribuem para a transformação de trajetórias pessoais e profissionais.
A Bolsa Social é um programa de incentivo e acesso ao ensino superior que oferece bolsas de estudo de 50% ou 100% durante toda a graduação, favorecendo todos àqueles que desejam cursar uma graduação, mas não tem acesso.
As bolsas são concedidas a partir de uma análise que combina critérios financeiros e sociais e é calculado com base a renda per capita familiar, ou seja, na média de renda mensal de cada integrante do grupo familiar.
Em um cenário marcado por desigualdade social e disputa por oportunidades, um indicador simples tem papel decisivo na definição de quem pode acessar benefícios, programas sociais e até bolsas de estudo: a renda per capita. Presente em editais e processos seletivos, o conceito vai além de um cálculo matemático e se tornou um dos principais critérios para medir a realidade econômica das famílias brasileiras.
A expressão “renda per capita” significa, literalmente, “renda por pessoa”. O cálculo é simples: soma-se toda a renda mensal dos moradores de uma residência e divide-se pelo número total de pessoas que vivem naquele local. Apesar da fórmula direta, o resultado oferece uma leitura mais precisa das condições financeiras de uma família.
Na prática, o indicador ajuda a evitar distorções que poderiam surgir ao analisar apenas a renda total da casa. Uma família com rendimento mensal de R$ 5 mil, por exemplo, pode viver realidades completamente diferentes dependendo da quantidade de moradores. Enquanto um núcleo com duas pessoas teria uma média mais confortável, outro com cinco integrantes dividiria o mesmo valor de forma muito mais limitada. É justamente essa diferença que a renda per capita evidencia.
Para entender melhor, imagine uma família formada por quatro pessoas. Se apenas duas delas trabalham e, juntas, somam uma renda mensal de R$ 3.200, esse valor deve ser dividido pelo total de moradores da residência. Nesse caso, a renda per capita será de R$ 800 por pessoa. É esse número que costuma ser considerado em programas sociais, financiamentos e bolsas de estudo.
No ensino superior, compreender esse cálculo pode fazer toda a diferença para quem busca uma oportunidade de ingresso na universidade. Muitas instituições utilizam a renda per capita como critério para identificar estudantes em situação de vulnerabilidade socioeconômica e ampliar o acesso à formação acadêmica.
É justamente nesse contexto que a Bolsa Social do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) se torna uma oportunidade importante para muitos estudantes. O programa utiliza critérios socioeconômicos, entre eles a renda per capita, para concessão de bolsas de estudo, permitindo que candidatos tenham acesso ao ensino superior com apoio financeiro.
Mais do que um requisito burocrático, a análise da renda per capita funciona como uma ferramenta de inclusão educacional. Ao considerar como a renda familiar é distribuída entre os moradores da casa, o processo consegue identificar de forma mais justa quais estudantes necessitam de suporte para ingressar ou permanecer na graduação.
Em muitos casos, candidatos deixam de buscar o benefício por acreditarem que não se enquadram nos critérios. No entanto, ao realizar corretamente o cálculo da renda familiar, acabam descobrindo que possuem perfil compatível para participação no programa.
Além do impacto individual, iniciativas como o Bolsa Social contribuem diretamente para ampliar o acesso ao ensino superior e reduzir desigualdades sociais por meio da educação. O programa reforça a importância de criar caminhos para que mais estudantes consigam transformar sua trajetória acadêmica e profissional.
Atualmente, o UniFOA está com inscrições abertas para o Bolsa Social. Os interessados podem consultar o edital e verificar os critérios exigidos para participação no processo seletivo.
Garantir canais efetivos de diálogo é um dos pilares para a qualidade no ensino superior. Nesse contexto, a Ouvidoria assume uma função estruturante ao articular comunicação entre a comunidade acadêmica e a gestão institucional. Sua atuação vai além do acolhimento de demandas: envolve a análise de manifestações, a promoção da ética nas relações e a geração de subsídios que orientam decisões e aperfeiçoam os processos educacionais.
“A Ouvidoria é um canal fundamental de escuta, acolhimento e aprimoramento institucional. Mais do que receber manifestações, ela contribui para fortalecer o diálogo entre os estudantes e a Instituição, identificar oportunidades de melhoria e apoiar decisões cada vez mais assertivas”, destaca o ouvidor do UniFOA, Rafael Lima.
De forma independente e imparcial, a Ouvidoria recebe, analisa e encaminha manifestações da comunidade acadêmica, como sugestões, elogios, solicitações e reclamações, sempre assegurando sigilo e responsabilidade no tratamento das informações. Após o recebimento, as demandas são direcionadas aos setores competentes e acompanhadas até a devolutiva, garantindo respostas dentro dos prazos estabelecidos e com o devido cuidado.
Para os estudantes, a Ouvidoria representa um importante instrumento de cidadania e participação ativa na vida acadêmica. Ao utilizar esse canal, o aluno exerce seus direitos, fortalece seus deveres e contribui para a construção de um ambiente universitário mais justo, acolhedor e eficiente. Cada manifestação é compreendida como uma oportunidade de aprimorar processos, serviços e relações institucionais.
Segundo Rafael Lima, a participação da comunidade acadêmica é determinante para esse processo. “Quando o estudante procura a Ouvidoria, ele ajuda o UniFOA a enxergar situações que podem ser ajustadas nos processos, na comunicação, nos serviços e na experiência acadêmica como um todo. Cada manifestação é tratada com responsabilidade, sigilo, imparcialidade e compromisso”, afirma.
Com o objetivo de facilitar o acesso, a instituição disponibiliza diferentes canais de atendimento, como formulário on-line no site oficial, e-mail institucional e atendimento presencial, realizado mediante agendamento. Independentemente do meio escolhido, todas as manifestações são tratadas com imparcialidade, transparência e compromisso com a melhoria contínua, reforçando a confiança da comunidade acadêmica na gestão institucional.
Mais do que ouvir, a Ouvidoria atua como um agente de transformação. Cada sugestão, crítica ou apontamento contribui para a evolução da instituição e para o fortalecimento de uma cultura baseada no diálogo, no respeito e na escuta qualificada. Como reforça o ouvidor, “a Ouvidoria existe para ouvir, mediar e contribuir para soluções, fortalecendo uma cultura de transparência, confiança e melhoria contínua no UniFOA”.
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