Para muitos jovens atendidos por projetos sociais, a chegada à vida adulta costuma trazer uma escolha difícil: continuar estudando ou ingressar precocemente no mercado de trabalho. Quando educação, cultura e ação social caminham juntas, esse cenário pode ganhar novas possibilidades. Foi com esse olhar que representantes do Instituto Dagaz visitaram o Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) para discutir futuras iniciativas em parceria. 

O encontro reuniu representantes das duas instituições para apresentar projetos e identificar oportunidades de cooperação nas áreas de educação, cultura e impacto social. A proposta é construir ações capazes de beneficiar estudantes, crianças, adolescentes e a comunidade, aproximando o conhecimento acadêmico de experiências práticas já desenvolvidas no território. 

A presidente do Instituto Dagaz, Marinez Fernandes, destacou que a aproximação com a Fundação Oswaldo Aranha (FOA) e o UniFOA dialoga diretamente com a missão da instituição, que atua na promoção da cidadania por meio de projetos sociais e culturais. 

“Fomos convidadas para conhecer os novos projetos que a Fundação Oswaldo Aranha está desenvolvendo. Essa abertura de um espaço histórico, com olhar para a cultura e para a formação do cidadão, tem tudo a ver com o que fazemos no Instituto Dagaz”, afirmou. 

Segundo Marinez, a construção de iniciativas conjuntas pode representar uma oportunidade concreta para jovens que participam de projetos sociais, especialmente em uma fase da vida marcada por decisões importantes sobre estudo e trabalho. 

“Quando muitos jovens chegam aos 18 anos, a tendência é buscar trabalho e, muitas vezes, interromper o aprendizado. Por isso, uma parceria com uma universidade, com possibilidades como bolsas de estudo, nos alegra muito. Isso mostra que pode existir um futuro diferente”, destacou. 

Ela também ressaltou a importância de oferecer caminhos que permitam aos jovens enxergar novas perspectivas para suas trajetórias. 

“A vida é feita de escolhas, mas essas escolhas precisam existir. Quando um jovem se dedica, se interessa e leva a sério uma oportunidade, ele pode mudar a própria história e quebrar um ciclo. Essa parceria pode ser uma grande chance para isso”, completou. 

A visita também abriu espaço para discutir formas de aproximar estudantes universitários de projetos sociais e culturais já desenvolvidos pelo Instituto Dagaz, fortalecendo experiências de aprendizado e ampliando o impacto das ações junto à comunidade. 

Para Beatriz Henriques, a Bibi, Curadora do Casarão FOA, iniciativas como essa reforçam o papel transformador da educação na construção de uma sociedade mais participativa. 

“O papel da educação é criar pontes entre conhecimento, identidade e participação social. O jovem que participa de projetos culturais e ações comunitárias se torna protagonista no lugar onde vive. O Instituto Dagaz tem diretrizes importantes para capacitar e promover esses jovens”, afirmou. 

Mais do que uma visita institucional, o encontro marcou o início de um diálogo voltado à construção de oportunidades. Ao aproximar universidade, cultura e ação social, UniFOA e Instituto Dagaz passam a explorar caminhos capazes de ampliar horizontes, fortalecer a formação cidadã e gerar impactos positivos para toda a comunidade. 

Apesar de pouco conhecido fora do ambiente previdenciário, o Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS) desempenha um papel fundamental na vida do trabalhador brasileiro incluindo a possibilidade de acesso a bolsas de estudo de 50% e 100% durante toda a graduação, como o caso da Bolsa Social do UniFOA. O documento reúne, em um único sistema, informações sobre vínculos empregatícios, contribuições ao INSS e remunerações ao longo da vida profissional, funcionando como um histórico oficial utilizado na análise de direitos e benefícios. 

Na prática, o CNIS permite que órgãos públicos e instituições tenham acesso a um retrato detalhado da trajetória profissional de uma pessoa. É por meio desse cadastro que são avaliados pedidos de aposentadoria, auxílio-doença, pensões e outros benefícios previdenciários. O documento também contribui para garantir que as informações apresentadas estejam alinhadas aos registros oficiais, oferecendo mais segurança e transparência nos processos de análise. 

Ao consultar o CNIS, o cidadão encontra registros de empregos com carteira assinada, períodos trabalhados, contribuições realizadas como autônomo ou facultativo, além das remunerações informadas ao longo do tempo. Essas informações são importantes para diferentes situações que exigem comprovação de renda e histórico profissional. 

O acesso ao documento é gratuito e pode ser realizado pela plataforma Meu INSS, disponível em site e aplicativo. Após acessar a conta vinculada ao Gov.br, basta procurar a opção de extrato de contribuição para visualizar ou baixar o documento. 

Nos últimos anos, o CNIS também passou a ser utilizado em iniciativas voltadas à inclusão educacional. Por reunir informações oficiais sobre vínculos de trabalho e remuneração, o documento auxilia na análise socioeconômica de candidatos que buscam programas de apoio estudantil e bolsas de estudo. 

É nesse contexto que o CNIS ganha relevância para estudantes interessados em oportunidades de acesso ao ensino superior. Em processos seletivos que consideram critérios socioeconômicos, o documento pode contribuir para comprovar a realidade financeira do candidato e de seu núcleo familiar, permitindo uma avaliação mais precisa das condições apresentadas. 

Entre os documentos que podem ser utilizados durante a análise socioeconômica está o CNIS, tornando importante que os candidatos conheçam o documento e mantenham suas informações atualizadas antes de iniciar o processo de inscrição. 

Mais do que um registro previdenciário, o CNIS se tornou uma ferramenta que pode auxiliar o cidadão em diferentes etapas da vida, desde o acesso a benefícios sociais até oportunidades educacionais que contribuem para a transformação de trajetórias pessoais e profissionais. 

Conheça a Bolsa Social do UniFOA 

A Bolsa Social é um programa de incentivo e acesso ao ensino superior que oferece bolsas de estudo de 50% ou 100% durante toda a graduação, favorecendo todos àqueles que desejam cursar uma graduação, mas não tem acesso. 

As bolsas são concedidas a partir de uma análise que combina critérios financeiros e sociais e é calculado com base a renda per capita familiar, ou seja, na média de renda mensal de cada integrante do grupo familiar.   

Em um cenário marcado por desigualdade social e disputa por oportunidades, um indicador simples tem papel decisivo na definição de quem pode acessar benefícios, programas sociais e até bolsas de estudo: a renda per capita. Presente em editais e processos seletivos, o conceito vai além de um cálculo matemático e se tornou um dos principais critérios para medir a realidade econômica das famílias brasileiras. 

A expressão “renda per capita” significa, literalmente, “renda por pessoa”. O cálculo é simples: soma-se toda a renda mensal dos moradores de uma residência e divide-se pelo número total de pessoas que vivem naquele local. Apesar da fórmula direta, o resultado oferece uma leitura mais precisa das condições financeiras de uma família. 

Na prática, o indicador ajuda a evitar distorções que poderiam surgir ao analisar apenas a renda total da casa. Uma família com rendimento mensal de R$ 5 mil, por exemplo, pode viver realidades completamente diferentes dependendo da quantidade de moradores. Enquanto um núcleo com duas pessoas teria uma média mais confortável, outro com cinco integrantes dividiria o mesmo valor de forma muito mais limitada. É justamente essa diferença que a renda per capita evidencia. 

Para entender melhor, imagine uma família formada por quatro pessoas. Se apenas duas delas trabalham e, juntas, somam uma renda mensal de R$ 3.200, esse valor deve ser dividido pelo total de moradores da residência. Nesse caso, a renda per capita será de R$ 800 por pessoa. É esse número que costuma ser considerado em programas sociais, financiamentos e bolsas de estudo. 

No ensino superior, compreender esse cálculo pode fazer toda a diferença para quem busca uma oportunidade de ingresso na universidade. Muitas instituições utilizam a renda per capita como critério para identificar estudantes em situação de vulnerabilidade socioeconômica e ampliar o acesso à formação acadêmica. 

É justamente nesse contexto que a Bolsa Social do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) se torna uma oportunidade importante para muitos estudantes. O programa utiliza critérios socioeconômicos, entre eles a renda per capita, para concessão de bolsas de estudo, permitindo que candidatos tenham acesso ao ensino superior com apoio financeiro. 

Mais do que um requisito burocrático, a análise da renda per capita funciona como uma ferramenta de inclusão educacional. Ao considerar como a renda familiar é distribuída entre os moradores da casa, o processo consegue identificar de forma mais justa quais estudantes necessitam de suporte para ingressar ou permanecer na graduação. 

Em muitos casos, candidatos deixam de buscar o benefício por acreditarem que não se enquadram nos critérios. No entanto, ao realizar corretamente o cálculo da renda familiar, acabam descobrindo que possuem perfil compatível para participação no programa. 

Além do impacto individual, iniciativas como o Bolsa Social contribuem diretamente para ampliar o acesso ao ensino superior e reduzir desigualdades sociais por meio da educação. O programa reforça a importância de criar caminhos para que mais estudantes consigam transformar sua trajetória acadêmica e profissional. 

Atualmente, o UniFOA está com inscrições abertas para o Bolsa Social. Os interessados podem consultar o edital e verificar os critérios exigidos para participação no processo seletivo. 

Garantir canais efetivos de diálogo é um dos pilares para a qualidade no ensino superior. Nesse contexto, a Ouvidoria assume uma função estruturante ao articular comunicação entre a comunidade acadêmica e a gestão institucional. Sua atuação vai além do acolhimento de demandas: envolve a análise de manifestações, a promoção da ética nas relações e a geração de subsídios que orientam decisões e aperfeiçoam os processos educacionais.

“A Ouvidoria é um canal fundamental de escuta, acolhimento e aprimoramento institucional. Mais do que receber manifestações, ela contribui para fortalecer o diálogo entre os estudantes e a Instituição, identificar oportunidades de melhoria e apoiar decisões cada vez mais assertivas”, destaca o ouvidor do UniFOA, Rafael Lima. 

De forma independente e imparcial, a Ouvidoria recebe, analisa e encaminha manifestações da comunidade acadêmica, como sugestões, elogios, solicitações e reclamações, sempre assegurando sigilo e responsabilidade no tratamento das informações. Após o recebimento, as demandas são direcionadas aos setores competentes e acompanhadas até a devolutiva, garantindo respostas dentro dos prazos estabelecidos e com o devido cuidado. 

Para os estudantes, a Ouvidoria representa um importante instrumento de cidadania e participação ativa na vida acadêmica. Ao utilizar esse canal, o aluno exerce seus direitos, fortalece seus deveres e contribui para a construção de um ambiente universitário mais justo, acolhedor e eficiente. Cada manifestação é compreendida como uma oportunidade de aprimorar processos, serviços e relações institucionais. 

Segundo Rafael Lima, a participação da comunidade acadêmica é determinante para esse processo. “Quando o estudante procura a Ouvidoria, ele ajuda o UniFOA a enxergar situações que podem ser ajustadas nos processos, na comunicação, nos serviços e na experiência acadêmica como um todo. Cada manifestação é tratada com responsabilidade, sigilo, imparcialidade e compromisso”, afirma. 

Com o objetivo de facilitar o acesso, a instituição disponibiliza diferentes canais de atendimento, como formulário on-line no site oficial, e-mail institucional e atendimento presencial, realizado mediante agendamento. Independentemente do meio escolhido, todas as manifestações são tratadas com imparcialidade, transparência e compromisso com a melhoria contínua, reforçando a confiança da comunidade acadêmica na gestão institucional. 

Mais do que ouvir, a Ouvidoria atua como um agente de transformação. Cada sugestão, crítica ou apontamento contribui para a evolução da instituição e para o fortalecimento de uma cultura baseada no diálogo, no respeito e na escuta qualificada. Como reforça o ouvidor, “a Ouvidoria existe para ouvir, mediar e contribuir para soluções, fortalecendo uma cultura de transparência, confiança e melhoria contínua no UniFOA”. 

O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) recebeu, na última semana, representantes do Conselho Regional de Contabilidade do Rio de Janeiro (CRCRJ) para uma visita técnica e fiscalizatória. A ação faz parte de um cronograma contínuo do órgão, que visa garantir a conformidade das instituições.

A comitiva foi composta pelos fiscais Ubirajara Costa Lima, Rogério Menezes e Elizabeth de Oliveira, e pelo jornalista Raphael Gimenes. O objetivo principal da visita foi verificar o cumprimento das normas brasileiras de contabilidade e a habilitação dos profissionais que atuam no departamento contábil da instituição.

Fiscalização e Orientação Acadêmica

Durante a visita, o fiscal Ubirajara Costa Lima destacou que o trabalho é uma extensão das atividades iniciadas no segundo semestre do ano passado, abrangendo diversas esferas organizacionais.

"Estamos dando continuidade a um trabalho fiscalizatório voltado para empresas públicas, privadas e instituições sem finalidade de lucro. O sentido é verificar as normas brasileiras de contabilidade e se os profissionais no departamento estão habilitados a exercerem a profissão", explicou Ubirajara.

Além do caráter técnico, o fiscal enfatizou a importância da proximidade com o curso de Ciências Contábeis: "Trazemos também para a instituição informações relevantes para os formandos, que futuramente precisarão realizar o exame de suficiência para a formalização do registro junto ao Conselho".

Compromisso com a Excelência

O presidente da FOA, Eduardo Prado, reforçou a importância de manter as portas abertas para os órgãos reguladores, garantindo a transparência e a qualidade dos processos institucionais.

"Para a FOA e o UniFOA, receber o Conselho Regional de Contabilidade é uma oportunidade de reafirmar nosso compromisso com a ética e a legalidade. Além de assegurar que nossos processos internos seguem as normas, essa integração beneficia diretamente nossos alunos, que já crescem em um ambiente acadêmico alinhado com as exigências reais do mercado de trabalho e do conselho de classe", afirmou.

A visita encerrou-se com uma avaliação positiva dos fluxos contábeis da instituição, consolidando a parceria entre o UniFOA e o CRCRJ em prol da valorização da categoria.

Na última quarta-feira (13/05), aconteceu um Aulão de Funcional promovido pelo Clube FOA. Parte do programa Circuito Saúde, o evento reuniu alunos e colaboradores da FOA em um momento dedicado à prática de atividades físicas.

Sob a orientação da Prof. Patrícia Cortez responsável pelo Clube FOA, os participantes realizaram um circuito de exercícios funcionais, que trabalham diferentes grupos musculares, coordenação motora e resistência. Para quem esteve presente, o aulão foi um momento de muita diversão e atividade. A funcionária Luiza Bianchi aproveitou a oportunidade para manter o ritmo de treinos:

"Eu já frequento o Clube FOA e fiquei muito feliz com esse aulão de funcional! Sou muito grata à toda equipe do Clube pelo excelente trabalho que eles desempenham para a promoção de saúde dos colaboradores e alunos da FOA", comentou.

Clube FOA: tradição em saúde, lazer e bem-estar

Fundado em 2003, o Clube FOA nasceu com a missão de minimizar o tempo ocioso dos alunos através de exercícios orientados e espaços de lazer, estendendo esses benefícios também a funcionários e professores. Com uma infraestrutura completa que inclui piscina, pista de atletismo, quadras e musculação, o Clube atua na promoção direta da saúde.

Para Patrícia, responsável pelo Clube, o aulão é um marco inicial de mais atividades voltadas ao bem-estar:

"Foi muito gratificante participar do início do Circuito Saúde e perceber o envolvimento das pessoas na proposta. Acredito que iniciativas como essa reforçam o compromisso do Clube FOA com a saúde e o bem-estar de colaboradores e alunos. A aula de funcional foi pensada para respeitar o nível individual de cada participante, com exercícios diversificados e acessíveis. A ideia é continuar promovendo novas atividades em horários variados, para que cada vez mais pessoas possam participar e incluir hábitos saudáveis no dia a dia", destacou.

A iniciativa conjunta reforça o compromisso do UniFOA em oferecer experiências que proporcionam saúde e bem-estar para seus alunos e colaboradores.

A escuta qualificada tem papel central na gestão de instituições de ensino superior. Nesse cenário, a Ouvidoria se estabelece como um instrumento estratégico para fortalecer a transparência, assegurar a ética e impulsionar a melhoria contínua. Para além do registro de manifestações, o setor atua na mediação entre estudantes, docentes, colaboradores e a administração, contribuindo para a construção de soluções e o aprimoramento institucional.

O que é a Ouvidoria e qual sua função? 

A Ouvidoria é um setor independente que recebe, analisa e encaminha manifestações da comunidade acadêmica. Seu papel é assegurar que todas as vozes sejam ouvidas e que as demandas sejam tratadas com imparcialidade e sigilo. Entre as principais funções estão: 

Por que ela é importante para os estudantes? 

A Ouvidoria é um instrumento de cidadania. Ela garante direitos, fortalece deveres e contribui para um ambiente acadêmico saudável. Ao utilizar esse canal, o estudante participa ativamente da construção de uma instituição melhor, ajudando a aprimorar processos e serviços. 

Como acessar a Ouvidoria? 

A instituição disponibiliza diferentes canais para facilitar o contato: 

Todas as manifestações são tratadas com sigilo, imparcialidade e compromisso com a transparência, reforçando a confiança entre a comunidade acadêmica e a gestão. 

Mais do que ouvir, transformar 

A Ouvidoria não é apenas um espaço de escuta, mas um agente de transformação. Cada sugestão ou crítica é uma oportunidade para evoluir. Como destaca a equipe responsável: 

“Nosso objetivo é garantir que cada voz seja respeitada e que cada demanda contribua para a melhoria contínua da instituição.” 

Em uma celebração ao Dia das Mães, o Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) promoveu na última sexta-feira (08/05), um evento dedicado inteiramente ao autocuidado das funcionárias e estudantes. A iniciativa ofereceu uma programação gratuita das 15h às 18h, voltada para proporcionar um momento de acolhimento e valorização das mães da comunidade FOA.

Estações de Cuidado e Conscientização

As mães puderam aproveitar com diversas estações temáticas que abordaram a saúde de forma integral:

A Prof. Kamila Nascimento do curso de Nutrição que acompanhava os estudantes revelou que foi uma alegria participar do evento, ela declarou que: "Como mãe e professora do curso de Nutrição, fiquei muito feliz em participar desse momento ao lado dos alunos, levando um pouco do cuidado que a Nutrição também representa." Continuou: "Foi muito gratificante poder contribuir com o cuidado e o bem-estar dessas mulheres que se dedicam diariamente dentro da instituição".

Além dos serviços de saúde, o evento contou com momentos de descontração e integração, incluindo o sorteio de brindes realizado em parceria com a Cebê e o Clube FOA, garantindo presentes especiais às participantes.

Compromisso com a saúde

A realização do evento reforça o compromisso institucional do UniFOA em promover ações que visam integrar a saúde como um todo. Além de proporcionar um momento único de acolhimento para as funcionárias, a instituição também promove aos seus alunos a oportunidade de exercer a prática profissional com foco no acolhimento humano.

Uma das colaboradoras que participou do evento, Josenete dos Santos afirmou que, o evento foi muito gratificante e trouxe cuidados em algumas áreas. A colaboradora comentou sobre a importância de cada uma das estações: "Tivemos o cuidado com a pele trazendo a autoestima para nós mulheres, as pinturas e desenhos como algo relaxante e o cuidado com o corpo, tendo as orientações quanto ao peso e alimentação e ainda algumas mães ganhando brindes com os sorteios. Parabéns aos envolvidos nessa iniciativa."

Confira alguns registros abaixo:

No intuito de fortalecer a formação de futuros profissionais da saúde, o Auditório de Medicina do UniFOA sediou, na última sexta-feira (08/05), o evento Educação em Saúde Materno Infantil. A iniciativa faz parte do Projeto Ouro Líquido, que reuniu especialistas e estudantes para debater a promoção e a proteção do aleitamento materno.

Organizado por alunos da instituição sob a orientação do Prof. Dr. Arthur Villela, o evento focou na integração entre o rigor técnico e o atendimento humanizado. Segundo Thaíssa Gomes, uma estudante de Medicina do 5º período e uma das participantes do projeto, o evento foi pensado como um momento de encontro, diálogo, oficinas e sensibilização. Ela continua: "Reunimos acadêmicos, médicos e gestantes em um espaço onde a informação pudesse circular de forma acessível e humana. Cada etapa foi pensada com cuidado, desde a definição dos temas e a organização do material educativo e das atividades até a construção de um espaço que acolhesse dúvidas, experiências e vivências."

Com uma programação completa, o encontro abordou desde os desafios clínicos do acompanhamento do recém-nascido até os impactos psicológicos e físicos da amamentação.

A iniciativa contou com nomes de referência na área médica, que trouxeram atualizações essenciais para a prática pediátrica e obstétrica:

Além das exposições teóricas, o evento finalizou com orientações importantes sobre a pega correta durante a amamentação.

Extensão Universitária e Compromisso Social

O Projeto Ouro Líquido surgiu como uma iniciativa dos alunos do UniFOA, em parceria com o Professor Arthur Villela, que tem como propósito promover, proteger e apoiar o aleitamento materno, fortalecendo o vínculo entre conhecimento, cuidado e amor.

Sobre a idealização do projeto, a estudante Thaíssa afirma que ele surgiu a partir da paixão pela pediatria e da compreensão sobre os benefícios da amamentação para o bebê e para a mãe. A estudante continua: "O nome Ouro Líquido traduz aquilo em que acreditamos, o leite materno. Em cada gota existe um potencial de desenvolvimento, fortalecimento imunológico e promoção de saúde que acompanha a criança desde os seus primeiros dias." Ela também afirma que um dos propósitos do projeto é a conscientização sobre os benefícios do leite materno e uma busca por fortalecer a cultura de valorização da amamentação.

"Quando compartilhamos conhecimento sobre os benefícios nutricionais, imunológicos, emocionais e sociais do leite materno, contribuímos para que mães, famílias e rede de apoio possam tomar decisões mais seguras, conscientes e amparadas." finalizou a estudante.

Confira as fotos do evento no link: Clique aqui!

O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), em parceria com a Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) Sul Fluminense e com apoio do Programa de Apoio a Eventos no País para a Educação Básica (PAEP-EB/Capes), realizará, no mês de agosto, o I Congresso de Práticas e Produtos Inovadores na Educação Básica, integrado ao II Encontro de Educação Inclusiva das Escolas Públicas da Região Sul Fluminense. 

A proposta dos eventos é clara e necessária: fortalecer a formação docente, incentivar a inovação pedagógica e ampliar o diálogo entre universidade, escolas e redes de ensino, reunindo educadores, pesquisadores e profissionais da área em um espaço colaborativo de construção de conhecimento. 

Com uma programação voltada à prática, o Congresso abordará desafios estruturais da educação básica, como evasão escolar, defasagem de aprendizagem e inclusão educacional, por meio de conferências, mesas-redondas, oficinas e apresentação de experiências exitosas desenvolvidas em escolas públicas. 

Para o pedagogo Gildo Felipe Bernardo, a iniciativa se destaca por promover uma aproximação efetiva entre teoria e prática. Segundo ele, essa conexão tem potencial de transformar o cotidiano escolar:  

“Quando professores da educação básica têm acesso a pesquisas, metodologias e produtos educacionais desenvolvidos na universidade, eles ganham ferramentas que podem contribuir para resolver problemas reais da sala de aula. Mas o impacto vai além: essa troca cria um diálogo horizontal onde a universidade aprende com a experiência acumulada dos professores.” 

Ainda de acordo com Gildo, essa interação contribui para tornar as soluções educacionais mais aplicáveis à realidade das escolas, ao mesmo tempo em que valoriza o professor como protagonista no processo de inovação. 

Desafios reais, soluções possíveis 

A construção de estratégias eficazes para a educação básica passa, inevitavelmente, pelo enfrentamento de desafios históricos, muitos deles intensificados nos últimos anos. 

Entre os principais pontos de atenção, Gildo destaca a evasão escolar, a defasagem de aprendizagem e as condições de trabalho docente: 

“A evasão escolar, muitas vezes associada a fatores socioeconômicos e à falta de engajamento, e a defasagem de aprendizagem, agravada pelas desigualdades no acesso a recursos, são desafios centrais. Soma-se a isso a precarização da profissão, que limita o tempo e as condições para a formação continuada.” 

Nesse cenário, o Congresso surge como uma resposta prática, ao promover a troca de experiências entre profissionais que enfrentam realidades semelhantes: 

“O evento cria espaços onde professores conhecem metodologias e práticas que já funcionaram em contextos similares, reduzindo o isolamento profissional e fortalecendo redes de apoio entre educadores.”, completa. 

Inclusão em foco e integração estratégica 

Integrado ao Congresso, o II Encontro de Educação Inclusiva amplia o debate sobre práticas pedagógicas voltadas a estudantes com deficiência, Transtorno do Espectro Autista (TEA) e altas habilidades ou superdotação. 

A professora Bruna Casiraghi destaca que, na região Sul Fluminense, já é possível observar avanços significativos na área, impulsionados por iniciativas das redes municipais e pelo diálogo com instituições de ensino superior: 

“Temos acompanhado diversos trabalhos em secretarias de educação da região sobre inclusão e acessibilidade, e a qualidade dos trabalhos desenvolvidos é inquestionável. Existe um esforço para atender e incluir os diferentes perfis de estudantes, com estratégias que tornam o trabalho do professor mais efetivo e promovem ambientes educativos mais acolhedores.” 

Apesar dos avanços, ela reconhece que ainda há desafios a serem superados, o que reforça a importância de espaços de troca como os promovidos pelo evento. 

A integração entre o Congresso e o Encontro, segundo Bruna, ocorreu de forma natural, dada a convergência de objetivos: 

“São eventos que abordam os mesmos assuntos: a melhoria da qualidade da educação básica por meio da formação dos professores. A inclusão é um dos eixos do Congresso e, dessa forma, a união com o Encontro permite ampliar e, ao mesmo tempo, aprofundar as discussões.” 

Com inscrições gratuitas para docentes da rede pública, estudantes e pesquisadores, o evento já está com participação aberta e pode ser garantida por meio do link: https://www.even3.com.br/i-congresso-regional-de-ptaticas-e-produtos-inovadores-na-educacao-basica. A programação também contempla recursos de acessibilidade, como tradução em Libras e audiodescrição, além de oferecer um espaço de recreação destinado aos filhos dos participantes. 

Mais do que um encontro acadêmico, a proposta é consolidar uma rede colaborativa capaz de gerar impacto direto na educação básica da região Sul Fluminense e de estados vizinhos. 

A educação de qualidade não se constrói no improviso, ela nasce do diálogo, da troca e, principalmente, da disposição de transformar prática em ação. E é exatamente esse o terreno que o UniFOA pretende cultivar com a iniciativa. 

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