A Fundação Oswaldo Aranha (FOA) foi homenageada pela Câmara de Dirigentes Lojistas de Volta Redonda (CDL/VR) durante o “Happy Hour” que ocorreu na última terça-feira (08), em comemoração aos 55 anos da entidade. O presidente da FOA, Eduardo Prado, esteve presente no evento e recebeu o prêmio em nome da fundação.
A homenagem foi um reconhecimento pela recente aquisição do Hospital da Fundação Oswaldo Aranha (H.FOA), que tem contribuído para a ampliação dos serviços de saúde na cidade de Volta Redonda. O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) também foi parabenizado por alcançar a nota 5 do Ministério da Educação (MEC), pontuação máxima no sistema de avaliação de qualidade das instituições de ensino.
A FOA é a mantenedora do UniFOA e do H.FOA, e todas possuem o mesmo propósito, unir tradição e modernidade, criando um ambiente ideal para a geração de conhecimento e a preparação de profissionais capacitados para o mercado de trabalho.
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A Fundação Oswaldo Aranha (FOA), sob a presidência de Eduardo Guimarães Prado, anuncia a abertura das inscrições para a eleição dos representantes dos empregados na Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e de Assédio (CIPA+A) para a gestão 2024/2025. O processo será conduzido de acordo com a Norma Regulamentadora 05 (NR-5), estabelecida pela Portaria MTb nº 3.214, de 8 de junho de 1978, e suas atualizações.
As inscrições estarão abertas entre os dias 7 e 21 de outubro de 2024, encerrando às 15h. Os interessados devem acessar a área restrita do Portal do UniFOA, utilizando seu login e senha, por meio do link aqui descrito. A candidatura é pessoal e intransferível, sendo necessário que os candidatos estejam cientes e concordem com os termos estabelecidos no edital, disponível no portal.
Podem concorrer às vagas funcionários da FOA maiores de 18 anos, que estejam aptos a exercer os atos da vida civil, conforme previsto no Código Civil. Funcionários que estão exercendo seu segundo mandato consecutivo na gestão atual (2023/2024) não poderão se candidatar.
A lista de candidatos inscritos será divulgada no dia 23 de outubro de 2024, às 15h, via e-mail institucional e WhatsApp, além de ser afixada em locais específicos dentro dos campi. A eleição ocorrerá de 28 a 29 de outubro de 2024, exclusivamente de forma eletrônica, com os funcionários acessando o sistema de votação no portal UniFOA. O voto é pessoal, secreto e intransferível, garantindo sigilo e inviolabilidade.
A apuração dos votos será realizada no primeiro dia útil após o término da votação, nas dependências do Campus Universitário Olézio Galotti. O resultado será divulgado até às 17h do primeiro dia útil após a apuração final dos votos, por e-mail institucional e WhatsApp da FOA.
Os cinco candidatos mais votados assumirão como membros titulares, enquanto os quatro subsequentes serão suplentes. A posse ocorrerá em solenidade presencial no dia 4 de dezembro de 2024.
A participação na CIPA+A é uma oportunidade para os funcionários contribuírem com a segurança no ambiente de trabalho, prevenindo acidentes e promovendo boas práticas de conduta.
O Setembro Amarelo é uma campanha primordial para a conscientização e prevenção do suicídio, um problema, sobretudo, de saúde mental que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. Somente no Brasil, cerca de 12 milhões de pessoas são prejudicadas pela depressão e outras 18 milhões por transtornos de ansiedade, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS).
Durante este mês, iniciativas são promovidas para quebrar o estigma em torno da saúde mental, incentivar o diálogo aberto sobre questões emocionais e oferecer apoio a quem está passando por momentos difíceis.
No intuito de fortalecer essa campanha, o Centro de Ciências de Saúde (CCS) do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) realizou a roda de conversa “Falar é a melhor solução”, no auditório da Medicina, no prédio 1 do campus Universitário Olezio Galotti, em Três Poços. A iniciativa, organizada na tarde da última segunda-feira (23), reuniu os técnicos de laboratórios da área da saúde que foram norteados por especialistas do âmbito psicológico, biológico e até mesmo jurídico em relação as especificidades da saúde mental, principalmente nos fatores que influenciam no desequilíbrio emocional do indivíduo e de que forma eles podem ser superados.
A abordagem inicial foi de conscientizar os técnicos sobre os principais aspectos que podem levar a uma saúde mental prejudicada por diversos fatores, como familiares, pessoais e profissionais, podendo acarretar em problemas mais delicados, tal qual a ansiedade e depressão. A partir disso, a supervisora do CCS do UniFOA, Cyntia Esposti, deu início ao debate ao explicar como algumas condições podem afetar a saúde física do indivíduo, evidenciando a influência biológica nesse contexto.
Ela afirmou que problemas como ansiedade e depressão podem enfraquecer o sistema imunológico, aumentar os níveis de cortisol e contribuir para o desenvolvimento de doenças crônicas. Dessa forma, Cyntia evidenciou alguns caminhos para a melhoria da saúde mental, relacionados à prática de hábitos saudáveis, principalmente com uma alimentação balanceada, exercícios físicos e a atividades de relaxamento ao ar livre.
A supervisora pontou que, assim, os impactos a saúde mental seriam benéficos, sobretudo pela manutenção do equilíbrio corporal:
“Propus até mesmo uma reflexão para aqueles que estiveram presentes nesse encontro de hoje. A própria instituição proporciona um ambiente ao ar livre, cercado de natureza, que são alguns locais do campus que os técnicos podem relaxar durante o horário de almoço, até mesmo para espairecer. O bosque, por exemplo, é um ótimo lugar para que eles possam descansar antes de voltarem aos laboratórios, sendo importante para aliviar a mente e o corpo”, pontuou Cyntia.
Alinhada a essa perspectiva biológica, a professora Soraya Regina esclareceu como a parte psicológica se conecta a mente ao corpo, enfatizando os principais cuidados destacados pelo setembro amarelo. Soraya buscou reforçar a temática do encontro, sobre como falar é a melhor solução para traduzir os sentimentos que prejudicam o estado emocional.
Segundo ela, nesse processo não só a ajuda de um profissional especializado é bem-vinda, como também o apoio da família desempenha um papel vital, pois cria um ambiente de acolhimento e segurança, facilitando o diálogo aberto sobre obstáculos e dificuldades. Dessa maneira, uma rede familiar solidária pode incentivar a busca por tratamento adequado, além de auxiliar na recuperação e manutenção da saúde mental, ao oferecer suporte emocional contínuo e ajudar a reduzir o estigma relacionado aos cuidados psicológicos:
“É um assunto sempre pertinente a ser discutido. Organizamos esse tipo de iniciativa para alertar, conscientizar e deixar claro que sempre existe uma solução, seja por meio do diálogo, do acolhimento familiar ou por outras atividades que evitariam a pessoa de chegar no fundo do poço. Acredito que esse encontro tenha sido bastante acolhedor e dinâmico, deixando todos bem à vontade para compartilhar suas histórias e seus pontos de vista sobre a prevenção do suicídio”, completou Soraya.
A roda de conversa também integrou a temática ao âmbito profissional e jurídico. A advogada especialista em direito do trabalho, Michelli Evangelista, explicou que a saúde mental pode ser prejudicada por comportamentos invasivos dentro do ambiente profissional, como o assédio moral e sexual. A legislação trabalhista no Brasil prevê diversas ações contra o assédio moral e sexual no ambiente de trabalho, sendo uma das principais delas a denúncia do ocorrido junto a órgãos competentes, como o Ministério Público do Trabalho (MPT) e a Justiça do Trabalho.
Além disso, de acordo com Micheli, as empresas devem adotar políticas de prevenção, como treinamentos e canais de denúncia, para combater essas práticas e criar um ambiente de trabalho seguro e saudável para todos:
“É preciso falar de saúde mental durante o ano inteiro. Nesse mês de setembro é um dos assuntos que mais são pautados, por isso não perdemos a chance de conscientizar o máximo de pessoas possíveis. Especificamente no local de trabalho, é imprescindível discutirmos sobre isso, pois diz respeito à saúde e segurança não só do funcionário, como da própria empresa”, finalizou Micheli.
As atléticas do UniFOA celebraram a entrega dos prêmios conquistados no InterFOA 2024. Os materiais esportivos, recebidos na Divisão de Eventos, servirão como um importante recurso para o aprimoramento das equipes, auxiliando nos treinamentos e fortalecendo o desenvolvimento dos atletas.
Guilherme Moussallem, representante da Atlética MedVR, destacou a importância da premiação para os estudantes de Medicina. "A Atlética de Medicina do UniFOA fica extremamente grata e realizada em poder receber toda a gratificação em forma de prêmio do InterFOA. Com essa premiação, há um sentimento de trabalho realizado, uma recompensa à altura de todo o esforço que fizemos durante o campeonato. Isso significa muito para todos os discentes da instituição. Queremos agradecer especialmente ao setor de Eventos do UniFOA, que possibilitou mais uma vez essa experiência de integração e competitividade saudável entre os cursos."
Fábio Fagundes, da Atlética Pantera, do curso de Educação Física, reforçou o impacto positivo dos prêmios na rotina esportiva dos estudantes. "A premiação obtida no InterFOA representa muito para a nossa atlética. Ela não apenas possibilita a aquisição de materiais esportivos essenciais para nossas atividades, mas também reforça nosso comprometimento com a excelência e o desenvolvimento dos nossos atletas. Esses recursos nos permitem melhorar a qualidade dos treinos e oferecer melhores condições para os membros da equipe, o que eleva nosso desempenho em competições futuras."
Além de ser uma recompensa material, a conquista traz uma motivação adicional para as atléticas e para o cenário esportivo da universidade. "A vitória no InterFOA serve como um incentivo valioso para nos mantermos sempre ativos e engajados, cultivando um espírito de equipe forte e unido. Com essa premiação, buscamos não apenas conquistar mais vitórias, mas também inspirar outros estudantes a se envolverem no esporte e na prática de atividades físicas, contribuindo para uma cultura atlética vibrante na nossa universidade," concluiu Fábio.
A entrega dos materiais esportivos solidifica o papel das atléticas no UniFOA, promovendo o crescimento das equipes e reforçando a importância do esporte no ambiente universitário.
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O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) e Escola Técnica da Fundação Oswaldo Aranha (EtecFOA), realizam mais uma edição do tradicional Portas Abertas, um evento que convida estudantes do 3º ano do Ensino Médio e Técnico, tanto de escolas públicas quanto privadas, para conhecerem de perto o campus Olezio Galotti, em Três Poços, Volta Redonda.
A 18ª edição, marcada para o dia 18 de outubro, promete uma experiência imersiva e enriquecedora, onde os participantes poderão explorar os diferenciais dos cursos oferecidos pelo UniFOA e EtecFOA, além de vivenciar toda a infraestrutura disponível aos alunos.
Consolidado como um dos eventos mais esperados pelos alunos de Ensino Médio, o Portas Abertas oferece uma oportunidade única para os estudantes descobrirem suas áreas de interesse e vislumbrarem suas trajetórias acadêmicas. Durante o evento, os visitantes terão acesso a visitas aos laboratórios e espaços de aprendizagem, interagindo diretamente com professores e alunos dos cursos.
Em 2023, o UniFOA recebeu mais de 1.500 estudantes de 47 escolas da região do Médio Paraíba e Sul Fluminense, abrangendo cidades como Volta Redonda, Barra Mansa, Barra do Piraí, Resende, Vassouras, Lídice, Quatis, Angra dos Reis, Porto Real e Valença. A expectativa para 2024 é ainda maior, com mais escolas e estudantes interessados em conhecer o que o UniFOA e EtecFOA tem a oferecer.
Se você é estudante do 3º ano do Ensino Médio ou Técnico e quer explorar o mundo acadêmico e conhecer o melhor caminho para o seu futuro, não perca essa oportunidade!
Data: 18 de outubro
Local: Campus Olezio Galotti – Três Poços, Volta Redonda
Inscrições e mais informações: www.unifoa.edu.br/portas-abertas
A educação inclusiva promove a diversidade, combate a exclusão e contribui para uma sociedade caracterizada pela equidade, onde cada indivíduo pode atingir seu pleno potencial. Além disso, políticas inclusivas fortalecem o sistema educacional, preparando-o para lidar com diferentes desafios e necessidades, promovendo uma cultura de respeito e empatia desde a ensino básico.
Em busca de fomentar essa perspectiva, o Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) recebeu, ao longo da manhã desta sexta-feira (13), o 1º Encontro de Educação Inclusiva de Escolas Públicas do Sul do Estado do Rio de Janeiro, um marco para a comunidade acadêmica da região.
Com a temática “Por Uma Educação Inclusiva”, o evento foi fruto da parceria entre UniFOA, Fundação Oswaldo Aranha (FOA), Agência de Desenvolvimento Regional Sul Fluminense (ADR) e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), sendo organizado para debater a promoção de práticas e estratégias voltadas para a inclusão de estudantes com deficiências, Transtorno do Espectro Autista (TEA) e altas habilidades/superdotação desde a educação básica. O evento, realizado no Auditório William Monachesi, reuniu mais de 350 pessoas, gestores e especialistas do âmbito educacional de todos os municípios da região Sul Fluminense, motivados por expandir os cenários da educação infantil, ensino fundamental e médio.
A presença e participação ativa de diversos educadores no evento simboliza a grandeza do encontro, elaborado a fim de impulsionar o desenvolvimento e aprimoramento de práticas pedagógicas inovadoras para potencializar a aprendizagem desse grupo de alunos, sobretudo por meio estratégias de avaliação multidisciplinar e atividades inclusivas que atendam à diversidade dos estudantes:
“O mais importante desse encontro aqui hoje é que não estamos reunidos apenas para uma palestra ou um debate entre educadores e gestores. Esse encontro marca uma participação ativa de todos esses profissionais para potencializarmos, todos juntos, novas diretrizes que irão conduzir todos os municípios do Sul do Estado para o campo da educação inclusiva”, enfatizou a Professora Ivanete Oliveira, reitora do UniFOA, ao destacar os impactos transformadores do 1º Encontro de Educação Inclusiva.
Para deixar o debate ainda mais rico e produtivo, alguns dos educadores presentes também destacaram os impactos da formação continuada de docentes, um dos principais caminhos para maximizar os resultados da educação inclusiva. O intuito era de compreender como o estudo contínuo e aprofundado pode influenciar em melhorias para um ensino mais acolhedor e integrado, atuando diretamente na transformação social de grupos de estudantes que se deparam com barreiras exclusivas no processo de ensino e inserção na sociedade:
“A importância desse evento está justamente em encontrar as melhores soluções, estratégias e iniciativas que rompam os obstáculos que possam interferir na condução íntegra de uma educação inclusiva na nossa região. O que eu selo e todos aqui desejávamos é que fossem apresentados esses caminhos para melhorias no processo de inclusão da educação básica em instituições públicas e privadas”, pontuou Osvaldir Denadai, secretário de Educação de Volta Redonda, impressionado com os resultados do encontro.
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Com objetivo de evidenciar ações que podem romper as fronteiras até a educação inclusiva, alguns dos representantes das escolas públicas do Sul Fluminense exemplificaram ações que fortalecem a inclusão dentro da comunidade acadêmica, seja no âmbito escolar ou universitário. A partir disso, eles avaliaram o potencial de impacto que cada atitude e atividade inclusiva teria na comunidade escolar e na sociedade em geral, considerando aspectos como melhoria do desempenho acadêmico dos alunos, promoção da igualdade de oportunidades, fortalecimento da cultura inclusiva nas escolas e engajamento da comunidade:
“O encontro foi excepcional, pois é um ganho imensurável poder compartilhar experiências e conhecimentos que levem à inclusão dentro do processo de aprendizado, desde a educação básica. Dentro dos nossos princípios, a educação inclusiva é uma das nossas prioridades no cenário acadêmico, por isso a nossa parceria com o UniFOA e FOA é fundamental, pois a partir dessa união, conseguimos fortalecer o eixo de ensino na nossa região. Tenho certeza que esse encontro gerou e ainda irá proporcionar ganhos incalculáveis para o sul fluminense”, afirmou Péricles Aguiar, presidente da ADR, valorizando a parceria frutífera com o Centro Universitário de Volta Redonda e Fundação Oswaldo Aranha.
O 1º Encontro de Educação Inclusiva reforça o compromisso do UniFOA em promover iniciativas que solidifiquem o processo da educação básica por meio do acolhimento integral de cada estudante, superando barreiras do preconceito e exclusão. A própria instituição promove programas e projetos que facilitem a concretização desse propósito, como o Centro de Aprendizagem e Inovação Pedagógica (CAIP) que, por meio do Núcleo de Apoio ao Estudante (NAE) e o Núcleo de Aprendizagem e Inovação Pedagógica (NAIP), disponibiliza atendimentos pedagógicos, psicopedagógicos e psicológicos a todos os estudantes, além de promover a acessibilidade, por meio da eliminação de barreiras, com vistas à inclusão:
"Na minha perspectiva como professora, a educação inclusiva é uma temática que demanda bastante envolvimento e dedicação dos profissionais de educação. É um momento ímpar para a nossa região, pois conseguimos encontrar novos caminhos para que o ensino fluminense avance cada vez mais", explicou Maria das Graças, professora responsável pelo CAIP do UniFOA, engradecendo ainda mais o encontro.
Em mais um encontro esclarecedor do Projeto Holos, estudantes e professores do curso de Medicina do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) receberam a pediatra Ana Maria Amorim, do programa Médico Sem Fronteiras (MSF). Trabalhando há mais de 20 anos na organização, a médica discorreu, ao longo da palestra, os principais desafios éticos, humanitários e até mesmo geográficos que um profissional integrante do MSF enfrenta ao viajar pelo mundo inteiro para prestar atendimentos de saúde a comunidades afetadas por crises humanitárias.
Idealizado pelos professores Alessandro Orofino e Max Damas, da assessoria da presidência da FOA, o projeto HOLOS conta com as práticas mais avançadas nos estudos sobre a Ciência e Espiritualidade. O objetivo é levar atividades únicas sobre os assuntos aos alunos do UniFOA, fortalecendo a formação profissional por meio de encontros que abram o caminho para diferentes perspectivas de aprendizado, como foi o caso da palestra sobre o Médico Sem Fronteiras:
"A Ciência cada vez mais de aproxina da compreensão da visão integral do ser e dos campos de energia que envolvem o indivíduo. No projeto HOLOS, a espiritualidade se traduz em uma visão não dogmática, mas sim respeitosa com as religiões e compreendendo o valor da fé e o sagrado em nossas vidas e em processos de cura", declarou Alessandro Orofino, ansioso com os futuros impactos transformadores do programa.
Fundada no final de 1971, o Médico Sem Fronteiras é uma organização humanitária internacional que leva cuidados médicos a pessoas que, de alguma maneira, foram atingidas por graves crises humanitárias, originadas de diversas maneiras, como conflitos armados e desastres climáticos. Desde então, o MSF tem desempenhado um papel vital na oferta de assistência médica em situações extremas, transcendo fronteiras nacionais a partir de sua atuação grandiosa na missão de salvar vidas diariamente, uma prova do poder da compaixão e do compromisso com a humanidade por meio da Medicina.
Durante o evento, a pediatra comentou algumas de suas experiências mais tocantes ao longo de sua jornada árdua como profissional do MSF. Ao apresentar alguns exemplos do trabalho altruísta realizado pelos médicos da organização, ela também evidenciou algumas das atuações desses profissionais, que trabalham incansavelmente no propósito de salvar vidas, que une a Medicina à solidariedade e humanidade da profissão:
“Agradeço muito pela oportunidade de estar aqui hoje, pois acredito que o projeto Holos e o Médico Sem Fronteiras estabelecem uma conexão muito forte. As pretensões de ambos os programas possuem muitos propósitos em comum, como de trabalhar a Medicina como um cuidado pessoal da mente, corpo e do espírito de cada paciente. Acredito que aqueles que consigam enxergar esse laço entre a Medicina com o sentido do espírito irão se formar como profissionais exemplares no campo da saúde”, enfatizou a médica Ana Maria Amorim, muito feliz em participar do projeto Holos.
Walter Fonseca, professor do curso de Medicina e membro do grupo de docentes que impulsiona o programa Holos dentro do Centro Universitário, afirmou que os impactos de cada atividade da iniciativa são únicos para o aprendizado tanto dos estudantes, como dos professores: “Hoje todos nós pudemos presenciar uma experiência única no âmbito universitário. A Dra. Ana Maria conseguiu explicar perfeitamente sua vivência dentro do atendimento e acolhimento daqueles que precisam desse apoio no sentido humanitário. A Medicina não é um conto de fadas ou um romance, é vida, por isso achei a palestra sensacional!”.
A professora Marcilene Fonseca, também integrante do grupo que fomenta e concretiza o projeto, valorizou os conteúdos abordados na palestra, principalmente do olhar técnico transmitido aos estudantes de Medicina do UniFOA:
“Quando falamos hoje sobre o conceito ampliado de saúde, queremos destacar a importância de ser um profissional capaz de entender a integralidade de técnicas e teorias que compõe o âmbito da formação do profissional da área. Estou muito feliz com o engajamento e a presença de muitos professores e alunos aqui hoje, pois isso mostra que o projeto Holos ainda vai beneficiar muitas pessoas futuramente, mostrando a importância dessa integralidade para todos”.
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A 3ª edição do FOA Fest foi um sucesso e trouxe alegria, música e entretenimento, além de uma farta oferta de petiscos e comidas típicas para os estudantes, gestores, professores, funcionários e amigos da Fundação Oswaldo Aranha (FOA), do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) e Escola Técnica da Fundação Oswaldo Aranha (EtecFOA). Com a temática de Festa Junina, a confraternização foi organizada na noite da última quarta-feira (04), no estacionamento do prédio 8 do campus universitário Olezio Galotti, em Três Poços.
Entre as atrações que animaram a noite, Matheusinho Rosa com seu pagodinho e o DJ Pedro Oliveira não deixaram ninguém ficar parado e envolveram todo mundo com sucessos consagrados da música brasileira.
O principal intuito do FOA Fest é de acolher e integrar os acadêmicos do UniFOA e da EtecFOA, uma vez que o evento faz parte das atividades de acolhimento que são realizadas todos os semestres, como forma de receber os discentes universitários e técnicos do ensino médio para que se sintam bem-vindos, além de contarem com o bônus da hora complementar. Para cumprir com esse propósito, os próprios alunos, com apoio de alguns professores, atléticas e diretórios acadêmicos de seus respectivos cursos, organizaram barracas temáticas para comercializarem pratos saborosos ao longo da noite, como a tradicional pizza frita.
A união de todos para a concretização dessa grande festa é um marco para o envolvimento de alunos em projetos que fomentem a integração entre todos do Centro Universitário:
“No meu olhar como professor, enxergo o FOA Fest como uma grande oportunidade de unir laços, dando a chance de estudantes conhecerem acadêmicos e professores de outros cursos, sendo até mesma uma ocasião para entrar em contato com novas ideias. A FOA mais uma vez acerta em cheio, pois essa interação entre cada um deles é fundamental”, cravou Luciano Azedias, diretor da EtecFOA, ao elogiar os proponentes pelos resultados da confraternização.
Para a promotora do setor de Eventos e coordenadora do FOA Fest, Lara Prado, essa foi mais do que uma edição especial, pois foi resultado de grande esforço e trabalho para consolidação da iniciativa no UniFOA:
“Estou muito feliz e realizada com a concretização do FOA Fest, que chega hoje a sua 3ª edição. É muito bacana enxergar no olhar de cada pessoa que comparece ao evento que ela está se divertindo e tendo uma experiência memorável, por isso percebo que a marca dele está se solidificando cada vez mais”.
A participação ativa das atléticas do UniFOA garantiu, de acordo com os responsáveis pelas barracas, arrecadação de fundos que poderão ser revertidos para outros eventos, futuros gastos com as competições disputadas em nome da instituição e até mesmo projetos acadêmicos.
O estudante do 6º período do curso de Jornalismo, Arthur Moreira Ramos, foi um dos organizadores da tenda que ofereceu cachorros-quentes e bebidas visando arrecadar fundos para sua turma, que está na fase final da graduação:
“Foi uma iniciativa muito diferente e divertida, por ter sido no horário que costumamos estar em sala de aula ou tendo alguma aula prática. Para mim foi uma experiência inesquecível ter ajudado a tornar tudo isso possível”.
Para o ingressante da Escola de Comunicação, Matheus Sousa, as impressões do evento são reflexos do acolhimento genuíno que tem recebido desde que começou sua trajetória no UniFOA:
“Desde que entrei na graduação, me senti muito bem recebido e integrado a todas as atividades do curso, sejam elas práticas, teóricas ou até mesmo de integração. Creio que esses eventos mostram como o campus é cheio de vida, principalmente pelas diversas atividades que tem o intuito de conectar todos que estudam aqui”.
Tocando pela primeira vez no FOA Fest, o DJ Pedro Oliveira aprovou a experiência, sobretudo pelo aspecto diferenciado promovido pelos organizadores: “Na minha opinião é uma festa muito diferente, pois traz um caráter leve e de entretenimento para os alunos. De todas as propostas que eu já participei, te garanto que essa foi única, pelo trabalho e criatividade de cada um que ajudou a tornar isso realidade”
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A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA +A) da Fundação Oswaldo Aranha (FOA) deu início a uma semana transformadora para os funcionários da instituição. Até a próxima sexta-feira (30), o Centro Histórico-Cultural Dauro Aragão, no campus Olezio Galotti, em Três Poços, receberá a Semana Interna de Prevenção de Acidentes no Trabalho (SIPAT), que promoverá palestras conscientizadoras sobre os direitos das mulheres no ambiente de trabalho.
Com a temática “Empresa amiga da mulher é mais segurança”, a SIPAT traz discussões atuais pautadas em relação à atuação da mulher no mercado de trabalho, sobretudo como seus direitos e segurança pessoal podem ser garantidos dentro do cenário profissional. O tema da iniciativa é fruto da lei 14.682, sancionada em 21 de setembro de 2023 pelo presidente da República em exercício na época, Geraldo Alckmin, com a finalidade de identificar instituições que adotem práticas direcionadas à inclusão profissional de mulheres vítimas de violência doméstica e familiar.
De acordo com uma pesquisa global publicada pela consultoria Deloitte, 49% das mulheres entrevistadas declararam estar preocupadas com a própria segurança no trabalho. Das mais de 5 mil mulheres ouvidas, 500 delas no Brasil, uma em cada quatro relataram ter sofrido assédio durante o atendimento a clientes ou consumidores e 13% disseram ter sido assediadas por colegas de trabalho.
Entre o grupo das brasileiras, o assédio sexual foi confirmado por 40% delas, sendo que 60% das vítimas afirmaram não terem reportado o ocorrido.
Além disso, o levantamento publicado em abril deste ano também mapeou que 43% das entrevistadas não ocupam cargos gerencias em suas empresas, um dos reflexos da falta de valorização feminina no mercado de trabalho.
Como ponta de partida da SIPAT, as atividades da semana foram abertas pela palestra intitulada “Prevenção e combate ao assédio, à violência e violação de direitos contra a mulher”, norteada pelas advogadas Izabelle Patitucci e Michelli do Nascimento, ambas egressas do curso de Direito do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA). Elas esclareceram o conceito literal de assédio sexual, como ele pode acontecer e de que forma ele pode ser combatido e identificado pelas vítimas.
A conscientização abrangeu todos os públicos, inclusive os homens, que podem ser mais um braço na luta pelo combate à violência e assédio, seja de cunho sexual ou moral, dentro do trabalho.
As egressas explicaram que o assédio pode ser além do toque físico indesejado ou um comentário constrangedor. Elas apontaram que o assédio moral, também denominado como ‘microagressão’, pode atingir negativamente a índole de uma mulher, pois é uma ação que desvaloriza ou rebaixa uma pessoa, muitas vezes apenas por fazer parte de determinado grupo da sociedade:
“É uma temática fundamental a ser tratada, tanto por ser delicada, quanto pela violação à segurança da mulher acontecer com uma frequência cada vez maior no ambiente profissional. É essencial ser transmitida toda informação que puder ajudar a enfrentar um problema que, não é só pessoal, como também social”, pontuou Michelli. A advogada explicou a sua satisfação em poder transmitir as principais formas de combater o assédio e a violência moral e física dentro do ambiente profissional, foco do primeiro dia da SIPAT:
“É um privilégio para mim poder trazer essa conscientização aos funcionários da FOA. Falando como mulher, é um assunto que me toca profundamente, por isso é de uma satisfação muito grande poder ajudar todas essas mulheres aqui presentes com informações cruciais para caso sejam vítimas de violência no trabalho. É vital que elas denunciem qualquer tipo de assédio, pois a violação de seu espaço pessoal precisa ser combatida com veemência”.
Izabelle, também professora do curso de Direito, enfatizou sua felicidade em retornar ao UniFOA como docente, e sua responsabilidade em conscientizar os funcionários da FOA no começo de uma semana que promete ser transformadora a todos:
“É uma proposta muito importante planejada pela FOA aos seus funcionários, pois assim as mulheres podem ter conhecimento sobre seus próprios direitos, sem tolerar qualquer tipo de violência mental ou física. Tenho muito orgulho de ter me formado aqui no UniFOA, por isso é um prazer retornar ‘à minha casa’ para poder conscientizar a todos aqui hoje, como palestrante, e elucidar os estudantes de Direito, como professora”.
Juliano de Sá, presidente da CIPA +A, destacou os impactos dos objetivos da SIPAT, que buscará deixar todos os funcionários antenados acerca de situações que violem os direitos das mulheres no trabalho:
“Esse evento promovido pela FOA e organizado pela CIPA +A é crucial para a garantia dos direitos e segurança da mulher dentro da empresa onde ela trabalha. É importante que os funcionários que comparecerem às palestras disseminem o que foi compartilhado também com amigos e familiares, para que a conscientização seja cada vez mais abrangente”.
A SIPAT 2024 segue a todo vapor até o final da semana. Confira na arte abaixo os temas que serão discutidos ao longo das palestras, assim como os palestrantes que foram convidados pela CIPA +A.
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No último dia 20 de agosto, o presidente da FOA, Eduardo Prado, acompanhado do assessor jurídico Denys Furtunato, participou de uma importante mesa redonda realizada na Fundação Getúlio Vargas (FGV), em Botafogo, Rio de Janeiro. O evento, organizado a pedido do Conselheiro Relator da nova regulamentação de velamento nacional, Exmo. Dr. Antonio Edílio, e do Exmo. Dr. José Marinho Júnior, provedor titular da 1ª Promotoria de Fundações do Estado do Rio de Janeiro, reuniu autoridades e representantes de fundações para um debate livre sobre a nova regulamentação nacional para o velamento das fundações.
A regulamentação, que está sendo preparada para votação no plenário do Conselho Nacional do Ministério Público, visa estabelecer novas diretrizes e normas para a supervisão e fiscalização das fundações em todo o país. O encontro ofereceu uma plataforma para discussões abertas e construtivas, permitindo que as fundações contribuíssem com suas perspectivas e sugestões para o aprimoramento do texto proposto.
Durante a mesa redonda, Eduardo Prado destacou a importância do evento como uma oportunidade única para reflexões e proposições de mudanças no texto regulamentar, visando sua adequação à realidade das fundações. "Quero agradecer o convite feito à FOA, em especial ao Dr. José Marinho, que tem sido um parceiro fundamental para o crescimento e desenvolvimento das fundações em caráter nacional", afirmou o presidente da FOA.
Prado também elogiou a iniciativa do Conselheiro Antonio Edílio em garantir que as fundações tivessem voz ativa na elaboração da nova resolução. "O Conselheiro Antonio Edílio compreendeu a importância de dar voz às fundações nesta fundamental tarefa de editar uma resolução nacional de velamento. Antes de antagonistas, MP e fundações uma vez mais são artífices em conjunto de algo que serve a todos nós. Fundações como a Oswaldo Aranha colaboraram significativamente para aprimorar a minuta antes proposta", ressaltou.
A participação da FOA nesse debate reforça o compromisso da instituição com a transparência, a ética e o fortalecimento das fundações no Brasil, contribuindo para a construção de uma regulamentação que atenda às necessidades do setor e promova o bem comum.
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