O Escritório da Cidadania do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) acompanhou a visita técnica da defensora pública do Estado do Rio de Janeiro, e coordenadora de Programas Institucionais da Defensoria Pública (COGPI), Isabela Menezes, ocorrida na semana passada. O objetivo foi conhecer a estrutura do campus Olezio Galotti, no bairro Três Poços, onde será sediado um grande evento em comemoração aos 70 anos de criação da Defensoria Pública, no mês de agosto, que contará com serviços de orientação jurídica gratuita e acesso à documentação básica, além de uma exposição sobre a história da instituição e Jantar Solidário.
A Defensoria Pública do RJ foi criada através da Lei 2.188/1954, com apenas seis cargos de defensores públicos. Desde então vem se expandindo, tendo realizado no ano passado mais de 3 milhões de atendimentos e acabou se tornando um marco na luta pelos direitos das pessoas em situação de vulnerabilidade. Hoje, a Defensoria Pública possui mais de 700 defensores e aproximadamente 1,5 mil servidores, com atuação em 100% do território do Estado do RJ, proporcionando à população acesso à Justiça de forma integral e gratuita.
De acordo com Isabela Menezes, a escolha do campus do UniFOA se deu, primeiramente, pela importância do município, uma vez que Volta Redonda é uma cidade estratégica da região do Médio Paraíba:
“O próximo passo foi a escolha do local. E, em conversa com os defensores que atuam na comarca, logo surgiu o nome do Centro Universitário de Volta Redonda, que é uma instituição reconhecida pela prática de ações sociais, bem como é uma parceira de longa data da Defensoria Pública. E, para fechar com chave de ouro, possui uma estrutura magnífica que conseguiria receber o evento”, enalteceu a defensora pública.
Ainda de acordo com ela, “o espaço tem o potencial de receber toda a estrutura do evento no mesmo lugar, em especial a exposição sobre a história da Defensoria Pública. E o mais importante, de forma digna, acolhedora para a população, uma vez que o evento será voltado para o atendimento à população mais vulnerável da região.”
De acordo com o coordenador do Escritório da Cidadania, Dario Aragão Neto, a Defensoria Pública está fazendo comemorações itinerante em vários municípios sobre os 70 anos de sua fundação e escolheu, em Volta Redonda, fazer parceria com o UniFOA porque é uma história que já vem desde 2008, através da realização de vários cursos, palestras e eventos:
“Essa parceria é estratégica para o UniFOA, pois prezamos muito trabalhar com a Defensoria Pública porque prioriza auxiliar as minorias. O Escritório da Cidadania e o UniFOA têm como objetivo melhorar a qualidade de vida da sociedade, principalmente cuidando das pessoas mais vulneráveis e estamos preparando uma extensa e diversa programação, com a participação de vários cursos de graduação. Ficamos muito feliz estar sempre sendo lembrado pela Defensoria Pública que somos um parceiro importante para a instituição e ficamos orgulhoso em poder participar”, ressaltou Dario.
No dia do evento, os defensores públicos e toda equipe prestarão orientação jurídica, com o ajuizamento de ações, contando com a participarão de alunos dos cursos de Direito:
“A colaboração entre as duas instituições é de longa data e traz ótimos frutos para a população vulnerável do município. Essa união tem sido essencial para a execução desse projeto, mas não apenas na disponibilização do espaço, mas também ao agregar vários serviços e atividades voltadas ao atendimento da população no dia do evento”, pontuou a defensora Isabela Menezes.
Estão sendo planejados atendimentos envolvendo diversos cursos, como Direito, Enfermagem e Nutrição, que ficará responsável pelo Jantar Solidário, que pretende reunir cerca de 300 crianças e adultos, atendidos pela Associação Projeto Amor em Ação, que fica em Três Poços.
“O Detran vem emitir documentos, teremos a presença do PetSáude e vamos promover mais um Jantar Solidário. Estamos preparando muitas coisas boas para fazer jus à comemoração tão importante”, finalizou Dario Aragão.
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O Escritório da Cidadania do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) acompanhou a visita técnica da defensora pública do Estado do Rio de Janeiro, e coordenadora de Programas Institucionais da Defensoria Pública (COGPI), Isabela Menezes, ocorrida na semana passada. O objetivo foi conhecer a estrutura do campus Olezio Galotti, no bairro Três Poços, onde será sediado um grande evento em comemoração aos 70 anos de criação da Defensoria Pública, no mês de agosto, que contará com serviços de orientação jurídica gratuita e acesso à documentação básica, além de uma exposição sobre a história da instituição e Jantar Solidário.
A Defensoria Pública do RJ foi criada através da Lei 2.188/1954, com apenas seis cargos de defensores públicos. Desde então vem se expandindo, tendo realizado no ano passado mais de 3 milhões de atendimentos e acabou se tornando um marco na luta pelos direitos das pessoas em situação de vulnerabilidade. Hoje, a Defensoria Pública possui mais de 700 defensores e aproximadamente 1,5 mil servidores, com atuação em 100% do território do Estado do RJ, proporcionando à população acesso à Justiça de forma integral e gratuita.
De acordo com Isabela Menezes, a escolha do campus do UniFOA se deu, primeiramente, pela importância do município, uma vez que Volta Redonda é uma cidade estratégica da região do Médio Paraíba:
“O próximo passo foi a escolha do local. E, em conversa com os defensores que atuam na comarca, logo surgiu o nome do Centro Universitário de Volta Redonda, que é uma instituição reconhecida pela prática de ações sociais, bem como é uma parceira de longa data da Defensoria Pública. E, para fechar com chave de ouro, possui uma estrutura magnífica que conseguiria receber o evento”, enalteceu a defensora pública.
Ainda de acordo com ela, “o espaço tem o potencial de receber toda a estrutura do evento no mesmo lugar, em especial a exposição sobre a história da Defensoria Pública. E o mais importante, de forma digna, acolhedora para a população, uma vez que o evento será voltado para o atendimento à população mais vulnerável da região.”
De acordo com o coordenador do Escritório da Cidadania, Dario Aragão Neto, a Defensoria Pública está fazendo comemorações itinerante em vários municípios sobre os 70 anos de sua fundação e escolheu, em Volta Redonda, fazer parceria com o UniFOA porque é uma história que já vem desde 2008, através da realização de vários cursos, palestras e eventos:
“Essa parceria é estratégica para o UniFOA, pois prezamos muito trabalhar com a Defensoria Pública porque prioriza auxiliar as minorias. O Escritório da Cidadania e o UniFOA têm como objetivo melhorar a qualidade de vida da sociedade, principalmente cuidando das pessoas mais vulneráveis e estamos preparando uma extensa e diversa programação, com a participação de vários cursos de graduação. Ficamos muito feliz estar sempre sendo lembrado pela Defensoria Pública que somos um parceiro importante para a instituição e ficamos orgulhoso em poder participar”, ressaltou Dario.
No dia do evento, os defensores públicos e toda equipe prestarão orientação jurídica, com o ajuizamento de ações, contando com a participarão de alunos dos cursos de Direito:
“A colaboração entre as duas instituições é de longa data e traz ótimos frutos para a população vulnerável do município. Essa união tem sido essencial para a execução desse projeto, mas não apenas na disponibilização do espaço, mas também ao agregar vários serviços e atividades voltadas ao atendimento da população no dia do evento”, pontuou a defensora Isabela Menezes.
Estão sendo planejados atendimentos envolvendo diversos cursos, como Direito, Enfermagem e Nutrição, que ficará responsável pelo Jantar Solidário, que pretende reunir cerca de 300 crianças e adultos, atendidos pela Associação Projeto Amor em Ação, que fica em Três Poços.
“O Detran vem emitir documentos, teremos a presença do PetSáude e vamos promover mais um Jantar Solidário. Estamos preparando muitas coisas boas para fazer jus à comemoração tão importante”, finalizou Dario Aragão.
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Na manhã desta quinta-feira (11), o presidente da Fundação Oswaldo Aranha (FOA), Eduardo Prado, esteve reunido com 40 colaboradores do novo Hospital da FOA (H.FOA), que já faziam parte do quadro de funcionários do antigo Hinja, iniciando um novo relacionamento entre as partes e anunciando oficialmente a chegada da fundação. Ele esteve acompanhado do diretor executivo do H.FOA, Leonardo Prado; da superintendente executiva da FOA, Josiane Sampaio; da supervisora de Eventos, Lara Prado e a responsável pela Divisão de Recursos Humanos, Débora Furrier.
Eduardo Prado iniciou o encontro apresentando a FOA e o Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) aos presentes e informando que, a partir de agora, todos os colaboradores iniciam uma nova jornada em suas vidas profissionais, passando a fazer parte de um Ecossistema de Saúde e Educação, que trará uma série de mudanças benéficas ao ambiente hospitalar. Entre as previsões imediatas estão reformas estruturais, de infraestrutura e tecnológicas, como a troca de computadores e a aquisição de aparelhos modernos para diversas áreas do hospital.
“Vamos fazer muitos investimentos no hospital, que vão desde a máquina de lavar pisos, passando pela troca de uniformes mais confortáveis para todos, melhorias nas salas reservadas à enfermagem, aos médicos e colaboradores da administração, até a aquisição de um robô, que vai possibilitar mais segurança e conforto aos pacientes, principalmente provenientes do Sistema Único de Saúde (SUS). A FOA abraça todos os funcionários e, a partir de agora, os pacientes e seus familiares também”, garantiu.
O presidente frisou que, assim como o UniFOA que conquistou este ano a nota 5, pontuação máxima fornecida pelo Ministério da Educação (MEC), a intenção é conquistar o selo de certificação para o H.FOA e, para isso, não poupará esforços em investimentos financeiros e em pessoal. Diferente de um hospital privado, os lucros recebidos pela fundação serão totalmente revertidos para o próprio H.FOA.
“Ao longo de sua história, o Hinja enfrentou desafios significativos, e a contribuição de vocês foi fundamental para manter este importante sistema de saúde para a cidade de Volta Redonda. Todo o comprometimento, paixão e dedicação de vocês são inestimáveis e formam a base para o sucesso no cuidado daqueles que mais necessitam. Nos últimos meses, vivemos o processo de transição e pudemos perceber e empenho de todos os setores, principalmente no cuidado e na atenção aos pacientes”, salientou.
O objetivo da FOA, acrescentou Eduardo Prado, “é trazer novas tecnologias e inovações, buscando uma gestão de valor e a melhor forma de cuidar do bem-estar das pessoas. E faremos isso juntos, com a serenidade necessária para entender a mudança de cultura, pois transitaremos de uma gestão exclusivamente privada para uma estrutura fundacional. Assim, a partir de agora, todos somos FOA, com as limitações naturais e jurídicas que cada unidade de negócio possui – UniFOA com a educação e o H.FOA com a saúde, de acordo com suas respectivas áreas de atuação.”
Falando em nome dos funcionários, a enfermeira Viviane Lima Pereira, egressa do UniFOA, que trabalha há 20 anos no hospital e hoje está no setor de Oncologia, agradeceu a presença e a iniciativa do presidente da FOA:
“Estávamos ansiosos por este dia e fico muito feliz, porque percebemos pelas palavras do presidente que existe uma atenção especial ao paciente; de oferecer um olhar e tratamento dignos, além das mudanças previstas para o setor oncológico. Todos conhecem a FOA e a importância que ela tem para a cidade, então para nós foi um grande ganho e, depois do que escutei aqui, acredito que a qualidade do hospital vai melhorar muito, pois vemos que o produto final dele não é o financeiro e sim a melhoria para o hospital, os pacientes, a universidade, os funcionários e a cidade.”
Para Débora Furrier, o encontro foi muito importante e necessário para fazer a conexão entre FOA e o nosso ecossistema, agora com a área da saúde:
“Estar aqui hoje é fundamental para a integração com os colaboradores, trazendo a nossa cultura da FOA/UniFOA para cá. Estão reunidos neste evento um representante de cada setor do H.FOA, desde a copa até os setores da administração e áreas da saúde. A intenção é que haja a multiplicação dessas informações para que todos tenham o sentimento de pertencimento. Estamos aqui para somar, independente da área, trazendo o RH humanizado, que é a maneira que trabalhamos na FOA.”
Cada funcionário do H.FOA recebeu um kit composto de: bolsa, garrafa, agenda e caneta personalizados, além de uma carta de boas-vindas, assinada pelo presidente Eduardo Prado.
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A Fundação Oswaldo Aranha (FOA) e o Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) estiveram presentes no “Seminário ABMES Sudeste – SEMERJ”– Associação Brasileira de Mantenededores do Ensino Superior, em parceria com o Sindicato dos Mantenedores do Rio de Janeiro -, representada pelos assessores da Presidência da FOA, Max Damas, Alessandro Orofino e Alexandre Werner. Vale destacar que o Presidente da FOA, Eduardo Prado, é vice-presidente do SEMERJ.
No evento, que ocorreu no dia 26 de junho, foi intitulado ´Educação Superior: Desafios e Perspectivas´, foram proferidas palestras e realizados debates sobre os rumos da educação superior no Brasil, na ótica de especialistas e profissionais renomados, ao longo do dia.
Tivemos também a palestra do professor Max Damas, que abordou em sua palestra intitulada ´Modalidades Educacionais - Presencial e a Distância - Aplicadas ao Processo Ensino-Aprendizagem como Indutoras da Qualidade´, formas inovadoras e metodologias criativas para pensar o futuro da educação.
De acordo com o assessor Alessandro Orofino, "a FOA demonstrou representatividade forte no evento, uma vez que teve a participação de três assessores diretamente ligados ao Eduardo Prado que, como vice-presidente da SEMERJ, ajudou a promover o seminário", comentou acrescentando ainda que "a palestra do professor Max teve grande repercussão, pois apresentou formas arrojadas de pensar sobre métodos e programas voltados ao ensino a distância (EAD) e presencial", finalizou.
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A Fundação Oswaldo Aranha (FOA) está dando um passo histórico em direção à inovação e ao compromisso com o bem-estar da comunidade ao lançar o Hospital da FOA, um ecossistema revolucionário que une saúde e educação em uma abordagem integrada. Com foco em atender as diversas demandas da saúde e da educação médica, o H.FOA se tornará um ponto de referência essencial para a região.
O lançamento da marca foi acompanhado por mais de 400 pessoas e aconteceu no Auditório William Monachesi, no campus Olezio Galotti, em Três Poços, nesta sexta-feira (5). O evento contou com a presença de instituidores, autoridades e políticos de toda a região, empresários e convidados que assistiram ao Presidente da FOA, Eduardo Prado apresentar o H.FOA e todas as atividades que a marca irá desenvolver. Foram 20 meses de muito trabalho e dedicação, tanto da instituição quanto do antigo hospital Hinja.
O Hospital da FOA não só oferecerá uma variedade de serviços médicos à população em geral, mas também se destacará como um espaço de aprendizagem prática para os estudantes das áreas de saúde do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) e da Escola Técnica da FOA (EtecFOA).
Neste mesmo dia 5, o H.FOA realizou a sua primeira cirurgia robótica pelo Sistema Único de Saúde (SUS), com a recém-adquirida plataforma Da Vinci X, um avançado sistema robótico que promete revolucionar a cirurgia médica em Volta Redonda, Sul Fluminense e toda Vale do Paraíba. Além disso, está em andamento o projeto de Residência Médica, que irá contribuir com a excelência na qualidade de formação dos médicos.
Eduardo Prado, presidente da FOA, expressou sua entusiasmada visão sobre o H.FOA e seu impacto na região: "Estamos orgulhosos em anunciar o H.FOA, um marco em nossa jornada para melhorar a saúde e a educação em nossa cidade e região. O novo hospital não apenas proporcionará atendimento médico de qualidade, mas também desempenhará um papel fundamental na capacitação e formação prática de nossos futuros profissionais de saúde."
O H.FOA não é apenas um hospital; é um ecossistema completo que integra diversas soluções, proporcionando atendimento em uma ampla gama de especialidades médicas. Com a FOA lançando seu Hospital, a instituição reforça seu compromisso em oferecer serviços de saúde acessíveis e promover a excelência no ensino médico.
Eduardo ressalta: "O H.FOA é mais do que uma extensão da FOA; é uma contribuição tangível para o avanço da saúde e educação na região. Estamos entusiasmados em proporcionar uma experiência única de aprendizado prático para os nossos estudantes, ao mesmo tempo em que elevamos os padrões de cuidado médico para toda a comunidade. Este é um momento de alegria, pois vemos nosso compromisso se concretizando em benefício de todos."
O prefeito de Volta Redonda e grande parceiro da instituição, Antonio Francisco Neto, expressou sua alegria em ver um sonho antigo da FOA se tornar realidade.
“O H.FOA já nasce com uma marca forte, com a credibilidade de uma instituição que não apenas cresceu com Volta Redonda, mas que ajudou
nossa cidade a prosperar. Diante da gestão do nosso querido Eduardo Prado, assistimos o fortalecimento da FOA e sua expansão, em ações que são tão audaciosas quanto generosas, pois o bem-estar de nosso povo sempre é levado em conta.”
Após as apresentações, foram feitas homenagens com a entrega de placas de agradecimento à família de Gothardo Firmino Netto e Wilma Lopes Netto, bem como para Jayber Jose Godoy Soares Junior. Outros homenageados ganharam a Medalha Chanceler Oswaldo Aranha: prefeito Antonio Francisco Neto; deputado federal Luiz Antônio de Souza Teixeira Júnior, o Dr. Luizinho, e o senador Hiran Gonçalves. Após isso, todos foram para o coquetel no Centro Histórico-Cultural Dauro Peixoto Aragão.
Era visível a emoção nos rostos das centenas de convidados, que expressaram seus sentimentos através de relatos comoventes:
“É um momento de extrema felicidade para mim. É um grande trabalho de 20 meses que está sendo um enorme sucesso. Foi um grande esforço realizado por equipes de dentro e fora da FOA, para fechar essa operação e avançarmos ainda mais na área da saúde.”
Ivanete Oliveira, reitora do UniFOA:
“A aquisição do HFOA é significativa para os estudantes do UniFOA, ampliando nosso ecossistema de saúde e educação. Oferecerá uma formação abrangente, com desenvolvimento de competências clínicas e interpessoais através de casos reais, diagnósticos e tratamentos supervisionados por docentes e profissionais competentes, incluindo tecnologia robótica. Também irá fortalecer habilidades como raciocínio clínico, empatia, comunicação e trabalho em equipe, preparando-os para desafios profissionais futuros.”
Julio Cesar Soares Aragão, coordenador do curso de Medicina do UniFOA:
“A integração do H.FOA ao curso de Medicina representa um marco significativo para a formação dos futuros médicos. O impacto do H.FOA no aprendizado dos estudantes de Medicina é evidente. Além de oferecer um ambiente controlado e supervisionado para a prática médica, promove um aprendizado baseado em casos reais, o que enriquece a experiência educacional e prepara os alunos para os desafios da prática médica.”
“Tenho uma relação de muito tempo com os gestores do antigo hospital Hinja. Reconheço a importância tanto do hospital, como do Centro Universitário na questão de formação, pesquisa e extensão. Tudo que for fundamental para o nosso país, aonde quer que eu esteja, preciso fomentar e fortalecer. Foi o que todos nós fizemos, trabalhamos muito para que essa união se tornasse realidade.”
“A FOA tem um trabalho gigantesco no campo educacional, por isso precisava se expandir e ter seu próprio hospital. Fui procurado pelo prefeito Neto para ajudar nessa operação, principalmente para desburocratizar esse processo. A situação demandava uma série de garantias e aprovações de órgãos importantes, como o Ministério da Saúde. Consegui ajudar e todos aqui estamos muito felizes por presenciarmos esse momento tão especial para FOA, UniFOA, Volta Redonda e toda população Sul Fluminense. Com esse crescimento, a FOA sobe de patamar, principalmente em relação ao UniFOA, que poderá otimizar seu ensino de futuros e capacitados médicos.”
“O novo hospital, entre tantas coisas que poderíamos destacar, é o maior exponencial do quanto a FOA é grande. Sobretudo, a prova do quanto ela não se acomoda e ainda quer crescer. Sem deixar de lembrar de todos os presidentes que a fundação já teve ao longo de sua história, hoje é dia de destacar a gestão do Eduardo Prado. Visionário e empreendedor, leva seu grupo a patamares cada vez mais altos. O curso de Medicina tem um enorme ganho na sua formação, para que capacite, cada vez mais, ótimos médicos.”
"Muito obrigado por nos fazer enxergar que os legados de todas as famílias do hospital continuam: dos sócios, ex-sócios e da grande associação de médicos que foram lapidados pelo hospital. Depois de 20 meses desse processo, concluímos essa operação.”
“É um passo duplamente importante. É importante para Volta Redonda porque teremos um hospital de ponta gerido por uma equipe de muita firmeza administrativa, como também para os estudantes de Medicina, pelo grande crescimento que o hospital traz para o curso, tornando-o ainda melhor.”
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O Auditório William Monachesi, do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), no campus Olezio Galotti, em Três Poços, reuniu centenas de pessoas na noite dessa quinta-feira (5) para o “Workshop Eleições 2024”, que contou com a apresentação de três painéis temáticos relacionados ao processo eleitoral deste ano.
Numa verdadeira aula de democracia, o evento reuniu políticos, advogados, jornalista e assessores de imprensa, publicitários, eleitores, alunos da instituição, além de candidatos que pretendem concorrer ao próximo pleito, de várias cidades do Sul Fluminense. O evento foi idealizado pelo jornal Diário do Vale em parceria com a Fundação Oswaldo Aranha (FOA) e UniFOA e contou com o apoio da prefeitura de Volta Redonda.
O objetivo foi informar e orientar partidos políticos, especialistas e demais interessados, debatendo pontos fundamentais para as próximas eleições, divididos em três tópicos: registro para a formalização de candidatura; a fiscalização da propaganda em ambientes on-line, off-line e poder de polícia, e os desafios da prestação de contas de financiamento da campanha. Os temas foram explanados pelos juízes Roberto Henrique dos Reis (131ª Zona Eleitoral-VR) e Thiago Gondim de Almeida Oliveira (90ª Zona Eleitoral-VR).
O encontro foi aberto pelo desembargador e presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), Henrique Carlos de Andrade Figueira que, em seu discurso, enalteceu o UniFOA e se disse surpreso em encontrar na cidade de Volta Redonda um campus e um auditório de nível internacional como o da instituição. “Estamos trazendo aqui um assunto que está entrando em voga agora e vai ocupar a nossa vida nos próximos meses, levando para toda a sociedade brasileira informações sobre o que é o processo eleitoral.”
Ainda segundo o desembargador, “a orientação é necessária para todos os candidatos e partidos possam entender um pouco do que precisam fazer e como se portar durante a campanha eleitoral - as obrigações e os deveres que eles têm. E também, de certa forma, dar ao eleitor uma notícia sobre todo o processo eleitoral, mostrando a preocupação de todos com o respeito e a lisura na condução das etapas do pleito”, frisou.
Na opinião do presidente do TRE, a Educação é o maior instrumento para a democracia, pois ela torna as pessoas com mais conhecimento da vida, dos fatos, das ciências:
“O UniFOA contribui para o Tribunal de Justiça (TJ), fazendo inúmeras de ações sociais e somos parceiros na Justiça do Estado do Rio de Janeiro. Tenho certeza que, a partir de agora, seremos parceiros também no Tribunal Regional Eleitoral, na Justiça Eleitoral. Esse foi o primeiro e grande passo que aproximou definitivamente essas duas instituições: o UniFOA e TRE/RJ”, profetizou.
O presidente da FOA, Eduardo Prado, afirmou que se sentiu muito feliz ao saber o UniFOA havia sido escolhido para sediar o evento de envergadura regional:
“É um momento de exercício da democracia e eu vejo isso como um trabalho pelo desenvolvimento, quando a população pode escolher continuar com os mesmos representantes ou quer trocar. A instituição sempre apoiou a melhoria das condições de vida da população, da cidade e dos alunos, através da tecnologia e da formação científica, por isso estamos aqui, de portas abertas para a democracia. A FOA/UniFOA apoiam essas iniciativas sempre que for chamada”, garantiu.
Ao ministrar a palestra sobre a melhor forma de se registrar uma candidatura, o juiz titular da 131ª Zona Eleitoral-VR, Roberto Henrique explanou todos os passos que devem ser tomados pelos candidatos, pois um erro nesta fase pode impedir a diplomação, que é a última fase base do processo eleitoral, pois a prestação de contas e as eventuais ações judiciais são posteriores ao trâmite desse processo.
Já o juiz Thiago Oliveira, titular da 90ª Zona Eleitoral-VR, dissertou sobe a fiscalização das propagandas eleitorais em diversos ambientes, alertando para o combate das fake news e o mau uso da Inteligência Artificial, desafios que os tribunais eleitorais estão se preparando desde 2018, quando a internet começou a ser usada em campanhas políticas. Um exemplo é que a Justiça Eleitoral terá este ano um Centro de Inteligência voltado para rastrear o uso ilegal das tecnologias durante a campanha.
Outro painel apresentado pelo juiz Thiago foi relacionado à prestação de contas dos candidatos, que precisam ser muito rígidas e seguirem as regras determinadas pelas diversas leis que regulam os gastos com a campanha política. “Todo candidato precisa ter um contador e um advogado para que sejam solucionadas as pendências detectadas”, afirmou.
O presidente do Grupo Pançardes de Comunicação, Luciano Pançardes, ressaltou que a parceria com FOA/UniFOA foi fundamental:
“Assim que passamos a ideia ao Eduardo Prado, na mesma hora se dispôs a apoiar e fez todo o esforço para elaborar o evento. O objetivo foi preparar os candidatos para que a “briga” pelos votos seja boa e justa; para que seja uma eleição democrática e para que entendam melhor as mudanças que ocorreram na legislação eleitoral e, por tudo que foi explanado aqui, o evento foi um sucesso”, finalizou.
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O Youth20 (Y20) é um dos grupos oficiais mais antigos e ativos de engajamento das juventudes no G20 que, pela primeira vez na história, será liderado pelo Brasil em 2024. Volta Redonda foi uma das cidades selecionadas para o Y20, realizado no final do mês de junho, tendo cinco oficinas temáticas organizadas na cidade, incluindo uma no Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), que se destacou tendo participação efetiva na condução dos debates nas oficinas, sendo representado pela pró-reitora de extensão, Ana Carolina Callegario, e o professor da Escola de Gestão e Negócios, Rafael Lima.
A participação da instituição é resultado da parceria entre a Fundação Oswaldo Aranha (FOA) e a Coordenadoria da Juventude de Volta Redonda, que tem sido frutífera e resultado em projetos de grande impacto para a juventude local. Larissa Garcez, coordenadora da Coordenadoria da Juventude do município, elogiou a colaboração com o UniFOA e Eduardo Prado, presidente da FOA:
"A FOA é uma das maiores parceiras e incentivadoras dos nossos projetos. Recentemente, realizamos a Segunda Edição da Semana Juventude Empreendedora, atendendo mais de 3.000 jovens com o apoio da instituição. Agradeço a parceria com o UniFOA e ao amigo Eduardo Prado, que tem feito um trabalho impecável”, afirmou Larissa.
Os temas que foram debatidos durante o Y20 são os mesmos em discussão pelos líderes do G20: combate à fome, à pobreza e à desigualdade; mudanças climáticas, transição energética e desenvolvimento sustentável; reforma do sistema de governança global; inclusão e diversidade; e inovação e o futuro do trabalho:
"Ter a oportunidade de participar de um evento tão importante em nível mundial, é muito gratificante. Fazer com que a voz da nossa juventude seja ouvida por lideranças mundiais, além de servir de incentivo para toda a comunidade acadêmica, confirma o nível de responsabilidade do UniFOA na formação profissional e pessoal dos seus estudantes", declarou Ana Carolina, muito feliz pelo envolvimento do UniFOA nessa união de responsabilidade e compromisso com a comunidade acadêmica.
Em preparação para o evento, alunos dos cursos de Ciências Contábeis, Direito, Engenharia Ambiental e Nutrição do UniFOA realizaram uma visita à sede do G20 no Rio de Janeiro. Durante a ocasião, eles tiveram a oportunidade de conhecer a estrutura do local e entender melhor a logística e organização dos eventos internacionais. Essa experiência proporcionou aos estudantes uma visão prática e aprofundada do funcionamento do G20, enriquecendo seu conhecimento e engajamento com as temáticas globais discutidas.
Para o UniFOA, participar ativamente do Y20 foi uma oportunidade única de destacar as políticas de juventude que precisam ser praticadas para permitir que os estudantes e a comunidade participem ativamente das discussões globais. No final dos encontros sobre os temas abordados pelo Y20, foi elaborado um novo documento que foi encaminhado a cúpula do G20, com uma nova proposta para melhorias a serem colocadas em ação, que foram observadas nas discussões ao longo do evento:
“O UniFOA teve uma participação muito efetiva na condução dos debates, durante as oficinas. Salienta-se ainda que, no evento tivemos a participação de representantes das esferas, municipal, estadual e federal, evidenciando seu impacto. Estou convicto que os docentes e discentes do UniFOA participaram efetivamente para a elaboração do documento e construção de um futuro mais justo e promissor”, explicou o professor Marcelo Mendes, da Pró-reitoria de extensão da instituição.
O G20 será realizado pela primeira vez no Brasil em novembro, com uma série de eventos precedentes, incluindo o Y20, que foi um marco para a cidade e o Centro Universitário de Volta Redonda, oferecendo uma plataforma para discussões essenciais e contribuindo para a formação de políticas que beneficiarão não apenas a juventude local, mas também a comunidade global:
“A participação da sociedade é fundamental para debates desta natureza, seja pelas propostas, mas também para a conscientização dos desafios contemporâneos. Em especial sobre o tema inovação e o futuro do mundo do trabalho, as tratativas foram diferenciadas e representaram muito bem o engajamento dos jovens em temas de interesse do nosso país. Representar o UniFOA no Y20 foi um presente, tanto pela oportunidade de estimular os diálogos, mas também de aprender com os jovens”, contou Rafael, satisfeito com os impactos do evento e a participação do UniFOA.
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Um hospital é fundamental para uma universidade, pois oferece um ambiente prático onde os estudantes podem aplicar os conhecimentos teóricos adquiridos em sala de aula. Ele permite a integração entre ensino, pesquisa e extensão, proporcionando uma formação mais completa e realista. Além disso, promove o desenvolvimento de habilidades clínicas e interpessoais essenciais para a formação de profissionais de saúde competentes e éticos.
A reitora do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), Ivanete Oliveira, é uma das mais entusiasmadas com o Hospital da Fundação Oswaldo Aranha (H.FOA) e explica os benefícios que os estudantes da área de saúde da instituição terão:
“O H.FOA proporcionará aos estudantes dos cursos de saúde, principalmente de Medicina, uma experiência de aprendizado enriquecedora e imersiva. Eles terão a oportunidade de vivenciar casos reais, participar de atendimentos, realizar diagnósticos e desenvolver planos de tratamento sob a supervisão de profissionais experientes. Isso não só melhora a compreensão prática dos conhecimentos médicos, mas também fortalece habilidades como empatia, comunicação e trabalho em equipe. A exposição a um ambiente hospitalar real prepara os futuros profissionais de saúde para os desafios e responsabilidades que encontrarão em suas carreiras.
Com a integração da educação e saúde através do H.FOA, a região Sul do Estado será significativamente beneficiada. A presença de um hospital com esse viés eleva o padrão de atendimento médico disponível à população local, oferecendo serviços de saúde de alta qualidade e promovendo a prevenção e o tratamento de doenças. Além disso, contribui para o desenvolvimento econômico e social da região, criando oportunidades de emprego e fortalecendo o sistema de saúde local. A formação de profissionais de saúde mais bem preparados resulta diretamente em uma melhoria na qualidade de vida da comunidade, garantindo um atendimento mais humanizado e eficiente.
“Hoje, o UniFOA conta com um complexo denominado de “Ecossistema de saúde e educação”, composto pelo Hospital Municipal Dr. Munir Rafful (HMMR), certificado como hospital de ensino; pelo Hospital São João Batista, certificado como hospital auxiliar de ensino; e pelo H.FOA, que é o nosso hospital próprio. Esse ecossistema integrado reforça ainda mais nossa capacidade de oferecer uma educação em saúde, do técnico ao mestrado, de excelência e serviços de saúde de alta qualidade à população”, frisou Ivanete.
Para o coordenador do curso de Medicina do UniFOA, Júlio Aragão, a integração do H.FOA ao curso de Medicina representa um marco significativo para a formação dos futuros médicos:
“Embora os modelos modernos de ensino foquem muito mais em uma rede de saúde, e não somente no hospital, também não podemos prescindir dessa unidade, onde os alunos podem aplicar seus conhecimentos, desenvolver habilidades clínicas e interagir com pacientes reais sob a supervisão de profissionais experientes. Essa experiência é fundamental para a formação de médicos competentes e seguros, pois facilita a assimilação de conhecimentos complexos e o desenvolvimento de competências essenciais, como a comunicação interpessoal, o raciocínio clínico e a tomada de decisões.”
Ainda de acordo com ele, “o impacto do H.FOA no aprendizado dos estudantes de Medicina é evidente. Além de oferecer um ambiente controlado e supervisionado para a prática médica, promove um aprendizado baseado em casos reais, o que enriquece a experiência educacional e prepara os alunos para os desafios da prática médica. A exposição a situações da vida real, a uma diversidade de situações clínicas em pessoas e não casos, com toda sua complexidade, e as oportunidades de participar de procedimentos cirúrgicos, como os mutirões de cirurgia de hérnia, são exemplos de atividades que consolidam o conhecimento e aprimoram as habilidades dos estudantes.”, enfatizou o coordenador.
É preciso ter em mente que o H.FOA é um ambiente a mais no universo do curso de Medicina, somando-se aos hospitais do município e da região aos quais nossos estudantes já têm acesso atualmente.
A FOA, ao integrar educação e saúde, fortalece significativamente a região Sul do Estado. A população local se beneficia diretamente da presença do H.FOA, que amplia o acesso a serviços de saúde de qualidade. Além disso, a formação de profissionais bem preparados contribui para a melhoria contínua da assistência à saúde na região, promovendo um ciclo virtuoso de desenvolvimento e qualidade de vida, que são o principal motivo da existência da Fundação.
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A Sociedade Brasileira de Hérnia e Parede Abdominal (SBH) irá promover - entre os dias 1º e 6 de julho - um mutirão de cirurgias para atender a 100 pacientes que aguardam há mais tempo na fila para tratamento da hérnia, no Sistema Único de Saúde (SUS), em Volta Redonda (RJ).
Hoje, a fila de espera SUS para esta cirurgia é de aproximadamente 350 pessoas, segundo a Secretaria de Saúde do Município. O mutirão vai reduzir essa fila em 30% e, ainda, permitir que os demais pacientes sejam atendidos de forma mais breve.
Ao todo, 27 cirurgiões associados à SBH - de todas as regiões do Brasil e também do exterior - doarão suas horas de trabalho como voluntários para operar os pacientes no Hospital da Fundação Oswaldo Aranha (H.FOA), localizado no bairro Jardim Amália, que cederá a sua estrutura para a realização dos procedimentos, após entendimentos entre o presidente da FOA, Eduardo Prado; a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e a diretoria da SBH.
O presidente da entidade e cirurgião, Dr. Gustavo Soares, explica que o objetivo da SBH é promover aprimoramento científico e promover melhoria da qualidade de vida para a população:
“Levar atendimento capacitado para quem precisa é uma das missões da nossa sociedade. A hérnia é uma das doenças mais frequentes na população brasileira e sem o tratamento adequado pode causar uma série de complicações, como o estrangulamento, o encarceramento e exigindo cirurgia de emergência”, afirma o presidente da SBH.
No Brasil foram realizadas 287.902 cirurgias de hérnia no ano de 2022 e 298.846 em 2023, um crescimento de 3.80%. Já no estado do Rio de Janeiro, foram feitos 41.218 procedimentos para correção de hérnia abdominal em todo o estado, sendo 29.931 eletivas e 11.287 em caráter de urgência. Em 2022, foram 16.464 cirurgias e 24.279 em 2023, além de 475 casos operados em 2021 e processados em 2022. De todos os atendimentos, apenas 373 foram feitos de forma minimamente invasiva.
No município de Volta Redonda foram realizados o total de 1.302 procedimentos nos dois anos, sendo 1.254 eletivas e 48 de urgência. Das cirurgias, 474 aconteceram em 2022 e em 2023, 827, além de 1 caso operado em 2021 e processado em 2022. A cirurgiã, diretora da SBH e do Hospital H.FOA, Luciana Guimarães ressalta que as hérnias afetam diretamente a rotina dos pacientes:
“Existem casos em que a doença se manifesta de tamanhos pequenos, mas também ocorrem hérnias grandes que podem até impedir a realização de atividades cotidianas, afastar do trabalho e afetar a autoestima”, lembra.
Esta é a décima edição do Mutirão realizado pela SBH. Em 2023, a ação foi feita na cidade de Cuiabá, em Mato Grosso. Os mutirões também já aconteceram no Tocantins, Paraíba, Ceará, Rio de Janeiro, Maceió, Minas Gerais, Amazonas e Rio Grande do Sul, totalizando aproximadamente 900 cirurgias.
De acordo com Eduardo Prado, “a diretora médica do H.FOA, Luciana Guimarães foi a responsável por conseguirmos trazer esse mutirão para Volta Redonda, pela primeira vez na região Sul Fluminense. Foi com muito orgulho que oferecemos a estrutura do hospital para a realização dessa importante jornada. A FOA é primordialmente uma fundação educacional e agora passa a ter uma perna em saúde e estamos muito empenhados em ajudar a população da região a ter um atendimento em saúde da melhor qualidade”, enfatizou.
As hérnias são uma abertura na musculatura abdominal que permitem a passagem de uma porção de órgão ou gordura através dela.
O vice-presidente da SBH e cirurgião, Dr. Heitor Santos, ressalta que não é possível tratar a hérnia de forma clínica. “A cirurgia é a única forma de cuidar deste caso e, no mutirão, vamos realizar uma grande quantidade de cirurgias em pouco tempo, o que permite resolver de forma imediata o caso de 100 pacientes e permitir que a cirurgia dos demais seja realizada antecipadamente, ao reduzir a fila de espera”.
A Sociedade Brasileira de Hérnia e Parede Abdominal (SBH) e o Hospital da Fundação Oswaldo Aranha (H.FOA) iniciaram na manhã desta segunda-feira (1º), o Simpósio Mutirão SBH, abrindo oficialmente o Mutirão de Cirurgia de Hérnia Abdominal que vai atender a 100 pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), do município de Volta Redonda (RJ). O evento está sendo realizado no Auditório Willian Monachesi, no campus Olezio Galotti, do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), em Três Poços.
O vice-presidente da SBH e cirurgião, Heitor Santos, explica que o Simpósio antecede os cinco dias muito intensos de cirurgias de hérnias abdominais e de contribuição para esses pacientes do serviço público, que estão precisando de ajuda humanitária da SBH e do H.FOA.
“O Simpósio faz uma integração dos voluntários ao mutirão, que vão cuidar desses pacientes. Falamos das tecnologias, da melhor abordagem e técnicas de cirurgias, conseguindo com que os cirurgiões se dediquem ao máximo para obterem os melhores resultados dos procedimentos que serão realizados. É a última oportunidade do cirurgião de memorizar e ter consciência de que o tratamento mais certo é o estamos discutindo aqui e reproduzindo nesses pacientes para que tenham os melhores resultados”, explicou.
Em relação aos estudantes que estão participando do Simpósio, independente de integrarem o mutirão de cirurgias, Heitor Santos ressalta que “eles vivenciam outro ponto fundamental, que é ter contato com especialistas do tema, que são cirurgiões experts, além de aprenderem sobre as cirurgias minimamente invasivas e robóticas. Os estudantes começam a entender, acompanhar de perto e ver o dia a dia da especialidade de cirurgia de hérnia e se isso agradar, quem sabe teremos futuros cirurgiões de hérnia”, afirmou.
A cirurgiã, diretora da SBH e diretora médica do H.FOA, Luciana Guimarães salienta que a importância de fazer o simpósio antes do mutirão é a integração entre a parte prática que vai ser feita no centro cirúrgico e a teórica, que está sendo mostrada antes.
“É muito bacana o residente ou o aluno ter uma ideia daquilo que já viu na teoria. Estamos discutindo aqui e mostrando o que se faz de melhor no mundo para a parede abdominal, pois é a cirurgia mais comum na prática do cirurgião geral e a que fica mais esquecida em termos de atualização. Queremos mostrar a evolução da cirurgia de hérnia e o que vamos fazer no centro cirúrgico é o que que existe de melhor no mundo”.
O presidente da FOA, Eduardo Prado, é o mais entusiasta do Mutirão de Cirurgia de Hérnia e explica como tudo começou:
“A diretora médica do H.FOA, Luciana Guimarães foi a ponte para que conseguíssemos trazer esse mutirão para Volta Redonda e, imediatamente, oferecemos a estrutura do hospital para sediar esse projeto tão importante. Conversamos com a Secretaria Municipal de Saúde e começou o trabalho para beneficiar as pessoas que estavam na fila de espera. A SBH já faz isso há muito tempo, no Brasil e exterior, e Volta Redonda é a primeira cidade da região Sul Fluminense a ser agraciada com esse mutirão. Não poderia estar mais feliz”
Aproveitando os momentos de aprendizado específico, os alunos do curso de Medicina do UniFOA e outros vindos de cidades próximas, participaram da manhã de rica programação científica, como pode ser traduzido o Simpósio Mutirão.
A médica residente do Hospital Municipal Lourenço Jorge, do Rio de Janeiro, Fernanda Proença veio acompanhar a jornada com outros três: “Nos foi dada essa oportunidade de acompanhar o Mutirão e o Simpósio é muito importante porque conseguimos ver e entender a explanação e depois vamos direito para o centro cirúrgico. Essa organização de termos “aulas” antes de ir para o mutirão foi fundamental”, enalteceu.
Aluno do 9º período do curso de Medicina do UniFOA, Bernardo Caetano Novaes, mesmo não participando do mutirão diretamente, fez questão de assistir ao Simpósio.
“É bem interessante, pois é uma visão de especialistas que acrescenta muito ao nosso curso, pois aprendemos mais detalhadamente sobre a hérnia abdominal e a visão dos experts que são profissionais de fora e renomados na área faz toda a diferença. Mesmo não pretendendo ser um cirurgião, pois vou me especializar em neurologia, quero aproveitar de tudo e está sendo uma ótima oportunidade de aproveitar e aperfeiçoar”, garantiu.
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