Nos dias 3, 4 e 5 de outubro, ocorreu no Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) o “Cardiointegra”, um Simpósio de Cardiologia, Cirurgia Cardiovascular e Hemodinâmica, organizado por integrantes das Ligas Acadêmicas de Cardiologia, Cirurgia Cardiovascular e Hemodinâmica do curso de Medicina. O seminário foi idealizado com o objetivo de abordar temas relacionados à cardiologia que são pouco explorados na matriz curricular.  

O evento proporcionou aos acadêmicos a oportunidade de aprofundar seus conhecimentos teóricos e práticos voltados para a área cardiovascular, além de promover atualização sobre as últimas pesquisas e avanços tecnológicos na temática. 

Ocasiões como essa promovem a interação entre estudantes, profissionais da saúde e especialistas da área, favorecendo a troca de experiências e o networking. Assim, os alunos podem desenvolver habilidades interpessoais fundamentais para entender a dinâmica de trabalho em equipe na prática clínica. 

O professor Leandro Martins, presidente das Ligas de Cardiologia e Cirurgia Cardiovascular, afirmou que “a ideia foi trazer temas que têm extrema relevância dentro do cenário das doenças da população. As doenças cardiovasculares predominam mais que qualquer outra. Assim, foram realizadas palestras envolvendo essas doenças, juntamente com uma oficina que mostrou técnicas de cirurgia cardíaca utilizadas no dia a dia do cirurgião.” 

O palestrante Marcelo de Matto, junto ao egresso Pedro Rondinelli, trouxe para a instituição a máquina de Circulação Extracorpórea (CEC), um dispositivo artificial responsável por transportar total ou parcialmente o sangue do paciente para fora do organismo. Para Mariana Fortuna, acadêmica do 4º período de Medicina, “a Circulação Extracorpórea foi algo que não tivemos a chance de ver mais a fundo durante a matéria de cardiologia, mas com essas atividades das ligas acadêmicas conseguimos aprender mais sobre a medicina prática.” 

Outro tema abordado durante a programação foi a Síndrome Coronariana Aguda (SCA) e suas complicações, uma condição clínica que ocorre quando há um bloqueio repentino do fluxo de sangue para o coração. 

Esta foi a primeira edição do Simpósio, e os integrantes das Ligas Acadêmicas afirmam que, a partir de agora, o evento será realizado anualmente no UniFOA, visando aguçar a curiosidade sobre o mundo da cardiologia e promover conhecimento e revisão de conteúdos relevantes para os acadêmicos.

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Situações de Urgência e Emergência com lactantes (até o primeiro ano de vida) e crianças (até os primeiros sinais de puberdade) exigem atenção rápida e eficiente. As chamadas “Emergências Pediátricas” englobam um conjunto de condições que frequentemente colocam em risco a vida de inúmeras crianças. Entre as ocorrências mais comuns está o engasgo, que pode acontecer em diversas fases da vida, mas os casos mais frequentes ocorrem em crianças até os 3 anos de idade, sendo considerado uma das principais causas de mortalidade infantil no Brasil. 

Com o intuito de contribuir para a diminuição de acidentes domésticos, estudantes do curso de Medicina do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) tiveram a iniciativa de desenvolver o projeto “Criança Segura”, visando promover saúde de forma objetiva e prática, para que pais e responsáveis aprendam a prestar os primeiros socorros essenciais em casos de emergência. 

A idealização do projeto surgiu após uma aula sobre acidentes domésticos, quando duas alunas notaram a importância de levar informações à população sobre como agir em casos de emergência e quais ferramentas são necessárias para os primeiros socorros. 

De acordo com o professor Rodolfo Silva, “os alunos notaram a falta de conhecimento da comunidade externa para lidar com situações de risco, como o engasgo. A literatura aponta que o engasgo é a principal causa de morte de crianças até um ano de idade, e a falta de conhecimento sobre o que fazer em caso de engasgo gerou o desejo de criar esse projeto de extensão. 

O projeto foi criado em 2021 com o objetivo de disseminar informações sobre segurança infantil e prevenção de acidentes. O “Criança Segura” já alcançou mais de 350 pessoas. Além disso, foram realizadas atividades em escolas e creches municipais da região, visando capacitar os funcionários dessas instituições em primeiros socorros. 

“As atividades que realizamos têm um grande impacto na comunidade. A educação em saúde é a base do nosso projeto. Os acidentes envolvendo crianças ocorrem principalmente em casa, por isso é necessário fornecer aos responsáveis informações de qualidade para que saibam como agir e se preparar para prevenir esses acidentes”, destacou a aluna Helena Medeiros, uma das idealizadoras do projeto. 

Além de promover treinamento à comunidade, o projeto Criança Segura também busca fornecer capacitação prática aos alunos, para que adquiram conhecimentos fundamentais para a formação de médicos e, ainda, fomentar a aproximação dos estudantes com a população que utiliza a policlínica de Três Poços. 

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O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) abriu, nesta quinta-feira, dia 03, as inscrições para o processo seletivo do curso de Medicina, para ingresso no primeiro e segundo semestres de 2025.

Os interessados devem se inscrever pelo Portal do Candidato, onde podem utilizar um ou dois resultados do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), desde que seja das edições entre 2016 e 2024.

A nota do Enem é a única forma de inscrição para o processo seletivo do curso de Medicina, que segue aberta até o dia 16 de janeiro de 2025, às 20 horas.

A taxa de inscrição varia de acordo com o período de inscrição, conforme tabela disponível no edital.

Ao todo, são 120 vagas disponíveis. Por ordem de classificação, as primeiras 60 são para o primeiro semestre, e a outra metade para o segundo semestre.

As informações completas referentes ao processo seletivo de Medicina 2025 do Centro Universitário de Volta Redonda devem ser conferidas no EDITAL.

As atléticas do UniFOA celebraram a entrega dos prêmios conquistados no InterFOA 2024. Os materiais esportivos, recebidos na Divisão de Eventos, servirão como um importante recurso para o aprimoramento das equipes, auxiliando nos treinamentos e fortalecendo o desenvolvimento dos atletas. 

Guilherme Moussallem, representante da Atlética MedVR, destacou a importância da premiação para os estudantes de Medicina. "A Atlética de Medicina do UniFOA fica extremamente grata e realizada em poder receber toda a gratificação em forma de prêmio do InterFOA. Com essa premiação, há um sentimento de trabalho realizado, uma recompensa à altura de todo o esforço que fizemos durante o campeonato. Isso significa muito para todos os discentes da instituição. Queremos agradecer especialmente ao setor de Eventos do UniFOA, que possibilitou mais uma vez essa experiência de integração e competitividade saudável entre os cursos." 

Fábio Fagundes, da Atlética Pantera, do curso de Educação Física, reforçou o impacto positivo dos prêmios na rotina esportiva dos estudantes. "A premiação obtida no InterFOA representa muito para a nossa atlética. Ela não apenas possibilita a aquisição de materiais esportivos essenciais para nossas atividades, mas também reforça nosso comprometimento com a excelência e o desenvolvimento dos nossos atletas. Esses recursos nos permitem melhorar a qualidade dos treinos e oferecer melhores condições para os membros da equipe, o que eleva nosso desempenho em competições futuras." 

Além de ser uma recompensa material, a conquista traz uma motivação adicional para as atléticas e para o cenário esportivo da universidade. "A vitória no InterFOA serve como um incentivo valioso para nos mantermos sempre ativos e engajados, cultivando um espírito de equipe forte e unido. Com essa premiação, buscamos não apenas conquistar mais vitórias, mas também inspirar outros estudantes a se envolverem no esporte e na prática de atividades físicas, contribuindo para uma cultura atlética vibrante na nossa universidade," concluiu Fábio. 

A entrega dos materiais esportivos solidifica o papel das atléticas no UniFOA, promovendo o crescimento das equipes e reforçando a importância do esporte no ambiente universitário. 

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O curso de Medicina do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) marcou presença em um dos eventos mais prestigiados pela comunidade acadêmica médica do Brasil, o Congresso Brasileiro de Educação Médica (COBEM), que foi realizado em Belo Horizonte (MG). Docentes, discentes e egressos apresentaram projetos que destacaram o tema: “Diretrizes Curriculares Nacionais para a formação médica: 10 anos de construção”.

Em sua 62ª edição, o COBEM 2024 reuniu centenas de especialistas da comunidade médica e de ensino para refletir, dialogar e seguir transformando a formação médica. Os encontros foram organizados em eixos temáticos como residência e pós-graduação, avaliação e desenvolvimento docente, competências e cenários para a formação médica, além de perfil do egresso, concepções e paradigmas sobre o ensinar, o aprender, o permanecer e o pertencer no ensino médico.

O evento foi uma grande oportunidade para a formação continuada e integral de professores, discentes e egressos de Medicina do UniFOA, pela gama de conhecimentos abordados e disseminados ao longo do congresso:

“A participação do curso de Medicina do UniFOA no Congresso Brasileiro de Educação Médica 2024 contribui para o aprimoramento contínuo do corpo docente e discente do curso. O COBEM foi uma oportunidade única de atualização sobre as práticas pedagógicas mais recentes, trocas de experiências com outras instituições e consolidação de novas diretrizes para o ensino médico”, afirmou Julio Aragão, coordenador do curso, ao elogiar os conteúdos debatidos nos encontros. Ele ainda completou, elogiando o compromisso do Centro Universitário em proporcionar uma formação continuada para o corpo docente e seus alunos:

“Além disso, fortalece o compromisso do UniFOA com a inovação e a excelência acadêmica, proporcionando uma formação que está em sintonia com as demandas do mundo contemporâneo e com as necessidades de saúde da população brasileira”, finalizou.

O COBEM não foi só uma ocasião de muito aprendizado acadêmico para os estudantes do UniFOA, como também se mostrou eficaz em expandir o conhecimento de professores da instituição que compareceram ao congresso. Essas oportunidades são singulares para todos aqueles que participam, por incrementar ainda mais a formação docente e discente.

A participação do Centro Universitário no congresso destaca o compromisso da instituição em oferecer uma formação integral aos seus alunos, alinhada às inovações e demandas contemporâneas da área médica. Ao incentivar a presença em eventos acadêmicos de grande relevância, o UniFOA busca ampliar o conhecimento dos estudantes, ao promover o contato com novas pesquisas, debates sobre práticas educacionais e troca de experiências com profissionais renomados.

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Em mais um encontro esclarecedor do Projeto Holos, estudantes e professores do curso de Medicina do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) receberam a pediatra Ana Maria Amorim, do programa Médico Sem Fronteiras (MSF). Trabalhando há mais de 20 anos na organização, a médica discorreu, ao longo da palestra, os principais desafios éticos, humanitários e até mesmo geográficos que um profissional integrante do MSF enfrenta ao viajar pelo mundo inteiro para prestar atendimentos de saúde a comunidades afetadas por crises humanitárias.

Idealizado pelos professores Alessandro Orofino e Max Damas, da assessoria da presidência da FOA, o projeto HOLOS conta com as práticas mais avançadas nos estudos sobre a Ciência e Espiritualidade. O objetivo é levar atividades únicas sobre os assuntos aos alunos do UniFOA, fortalecendo a formação profissional por meio de encontros que abram o caminho para diferentes perspectivas de aprendizado, como foi o caso da palestra sobre o Médico Sem Fronteiras:

"A Ciência cada vez mais de aproxina da compreensão da visão integral do ser e dos campos de energia que envolvem o indivíduo. No projeto HOLOS, a espiritualidade se traduz em uma visão não dogmática, mas sim respeitosa com as religiões e compreendendo o valor da fé e o sagrado em nossas vidas e em processos de cura", declarou Alessandro Orofino, ansioso com os futuros impactos transformadores do programa.

Fundada no final de 1971, o Médico Sem Fronteiras é uma organização humanitária internacional que leva cuidados médicos a pessoas que, de alguma maneira, foram atingidas por graves crises humanitárias, originadas de diversas maneiras, como conflitos armados e desastres climáticos. Desde então, o MSF tem desempenhado um papel vital na oferta de assistência médica em situações extremas, transcendo fronteiras nacionais a partir de sua atuação grandiosa na missão de salvar vidas diariamente, uma prova do poder da compaixão e do compromisso com a humanidade por meio da Medicina.

Durante o evento, a pediatra comentou algumas de suas experiências mais tocantes ao longo de sua jornada árdua como profissional do MSF. Ao apresentar alguns exemplos do trabalho altruísta realizado pelos médicos da organização, ela também evidenciou algumas das atuações desses profissionais, que trabalham incansavelmente no propósito de salvar vidas, que une a Medicina à solidariedade e humanidade da profissão:

“Agradeço muito pela oportunidade de estar aqui hoje, pois acredito que o projeto Holos e o Médico Sem Fronteiras estabelecem uma conexão muito forte. As pretensões de ambos os programas possuem muitos propósitos em comum, como de trabalhar a Medicina como um cuidado pessoal da mente, corpo e do espírito de cada paciente. Acredito que aqueles que consigam enxergar esse laço entre a Medicina com o sentido do espírito irão se formar como profissionais exemplares no campo da saúde”, enfatizou a médica Ana Maria Amorim, muito feliz em participar do projeto Holos.

Walter Fonseca, professor do curso de Medicina e membro do grupo de docentes que impulsiona o programa Holos dentro do Centro Universitário, afirmou que os impactos de cada atividade da iniciativa são únicos para o aprendizado tanto dos estudantes, como dos professores: “Hoje todos nós pudemos presenciar uma experiência única no âmbito universitário. A Dra. Ana Maria conseguiu explicar perfeitamente sua vivência dentro do atendimento e acolhimento daqueles que precisam desse apoio no sentido humanitário. A Medicina não é um conto de fadas ou um romance, é vida, por isso achei a palestra sensacional!”.

A professora Marcilene Fonseca, também integrante do grupo que fomenta e concretiza o projeto, valorizou os conteúdos abordados na palestra, principalmente do olhar técnico transmitido aos estudantes de Medicina do UniFOA:

“Quando falamos hoje sobre o conceito ampliado de saúde, queremos destacar a importância de ser um profissional capaz de entender a integralidade de técnicas e teorias que compõe o âmbito da formação do profissional da área. Estou muito feliz com o engajamento e a presença de muitos professores e alunos aqui hoje, pois isso mostra que o projeto Holos ainda vai beneficiar muitas pessoas futuramente, mostrando a importância dessa integralidade para todos”.

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As Ligas Acadêmicas do curso de Medicina do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) deram um importante passo na organização e divulgação de suas atividades com o lançamento de um novo site. A plataforma reúne todas as informações sobre as ligas em um único espaço, facilitando o acesso para estudantes e demais interessados. As ligas acadêmicas, que desempenham um papel crucial na formação dos estudantes, são instituições sem fins lucrativos que promovem ensino, pesquisa e extensão.

O novo site tem como objetivo organizar e centralizar as informações e atividades realizadas pelas ligas. Criadas e mantidas por acadêmicos, professores e profissionais, as ligas aprofundam temas debatidos nas aulas e promovem ações voltadas à comunidade. Fernanda Perez, diretora do Conselho de Ligas Acadêmicas, destacou a importância da plataforma:

"O site será uma forma de organizar e centralizar as informações que antes ficavam muito dispersas no Instagram de cada liga. E, muitas vezes, se perdiam com as mudanças de diretoria. Não tenho dúvidas que representa uma grande conquista para nós."

Além de facilitar o acesso, o site traz maior visibilidade às atividades realizadas pelas ligas, beneficiando tanto a comunidade acadêmica quanto a população local. Fernanda ressaltou ainda o impacto que a ferramenta trará para o curso:

"O site será uma ferramenta enriquecedora, pois mostrará o quanto as ligas são ativas, tanto nas atividades de ensino e pesquisa quanto nas de extensão. Muitas pessoas desconhecem o grande impacto que as ligas têm, e o site será uma forma de apresentar isso para todos."

O coordenador adjunto do curso de Medicina, Luiz Antônio Neves, também destacou a relevância de ter um espaço digital dedicado às ligas:

"Em tempos de comunicação eletrônica, é fundamental, pois facilita o acesso de todos. Além disso, organiza a forma do que estão fazendo, onde e como, porque são muitas atividades por mês, um trabalho intenso e muito produtivo."

Com o site, a expectativa é que mais alunos, especialmente os calouros, conheçam e se envolvam com as ligas. Para Luiz Antônio, a plataforma tem potencial para atingir um público ainda maior:

"Com certeza, não só os alunos do UniFOA, mas de todo o Brasil e exterior, poderão acessar o site, permitindo uma interlocução e até atividades em conjunto. Além disso, jornalistas e sites dedicados ao tema poderão também acessar as informações. Todos ganham!"

A iniciativa de criar o site foi resultado de um esforço conjunto entre a Coordenação do Curso de Medicina, os professores responsáveis pelas ligas e o Conselho de Ligas Acadêmicas. Luiz Antônio destacou o trabalho em equipe:

"Foi uma iniciativa conjunta da Coordenação do Curso de Medicina, dos Professores responsáveis pelas Ligas e pelo Conselho de Ligas, ou seja, uma necessidade sentida que virou realidade. Creio que o próximo passo será desenvolver um aplicativo para celular, o que vai ampliar ainda mais essa interação."

Além de ser um espaço de divulgação, o site das ligas acadêmicas também poderá ajudar os alunos a entenderem melhor o funcionamento das ligas e as oportunidades que elas oferecem, incentivando uma maior participação. Fernanda Perez enfatizou como a plataforma pode ser útil:

"Nós entramos na faculdade meio perdidos, sem saber o que precisamos participar e onde procurar essas informações. O site vai ser muito importante para isso. Ele explica de forma acessível qual o papel das ligas, como elas funcionam e quais oportunidades elas proporcionam."

O Conselho de Ligas Acadêmicas, órgão vinculado à Coordenação do Curso de Medicina e ao Diretório Acadêmico Paulo Mendes (DAPAM), também desempenha um papel fundamental na regulamentação e fiscalização das ligas. O Conselho é composto por dois professores responsáveis e seis alunos eleitos, e tem como objetivos regulamentar a fundação e funcionamento das ligas, garantir a comunicação entre elas e estimular o aprimoramento acadêmico. 

Com o lançamento do site, a comunidade acadêmica do curso de Medicina terá acesso fácil e rápido a todas as informações necessárias para se engajar nas ligas e aproveitar as oportunidades oferecidas. Para conhecer mais sobre as ligas acadêmicas do curso de Medicina do UniFOA, basta acessar: https:www.www.unifoa.edu.br/ligas-academicas.

 

Conheça a equipe organizadora do site das Ligas Acadêmicas:

Professores:

 

Estudantes e Membros da Diretoria do Colegiado de Ligas Acadêmicas:

Na última sexta-feira (30), o Hospital da Fundação Oswaldo Aranha (H.FOA) recebeu os 18 estudantes do curso de Medicina do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) que compõem o novo quadro de internos no hospital. Este momento marca o início de uma etapa crucial na formação desses futuros médicos, onde o conhecimento teórico adquirido ao longo do curso será posto à prova e expandido através da prática diária.  

O internato, parte essencial do currículo de Medicina, representa o estágio curricular obrigatório onde os estudantes vivenciam a rotina da profissão, aplicando e aprimorando suas competências. Esses ambientes incluem hospitais, ambulatórios e clínicas, onde os futuros médicos trabalham sob a supervisão direta de docentes da própria instituição de ensino. Durante o internato, os estudantes são estimulados a sugerir soluções para casos reais, sempre com discussão e liderança de profissionais experientes, garantindo que a aprendizagem seja prática e segura.  

O principal objetivo desta fase é ampliar e aplicar os conhecimentos e habilidades adquiridos nos ciclos anteriores do curso. Além disso, o internato busca desenvolver nos estudantes a consciência das limitações, responsabilidades e deveres éticos do médico, tanto perante o paciente quanto à instituição e à comunidade. Outro foco é promover o aperfeiçoamento das atitudes adequadas à assistência aos pacientes e à comunidade em geral, além de possibilitar a prática da assistência integrada, estimulando o trabalho em equipe entre diversos profissionais da saúde. A ideia da necessidade de aperfeiçoamento profissional contínuo também é fortemente incentivada.   

Essa etapa do curso ocorre durante os últimos anos da faculdade de Medicina, com uma carga horária mínima que corresponde a pelo menos 35% da carga total do curso, resultando em aproximadamente dois anos de estágio intensivo. Durante esse período, os estudantes são preparados para enfrentar os desafios reais da profissão, em um ambiente que simula as condições que encontrarão após sua formatura.  

Igor Braz, Diretor de Ensino do H.FOA, destacou a importância dessa nova fase na formação dos estudantes. "É com grande alegria que recebemos nossos novos internos no H.FOA. Esses estudantes irão desenvolver as competências necessárias para se tornarem profissionais altamente qualificados no nosso hospital, não só aprendendo como também contribuindo para o serviço assistencial, trazendo discussões, dúvidas e estimulando todo o serviço a sempre melhorar. Trabalhar com uma equipe multidisciplinar integrada com estudantes é um avanço na assistência à saúde e um benefício enorme na formação desses futuros profissionais", afirmou Igor.  

Ednalva Luiza Honorato, estudante do Módulo 10, expressou seu sentimento ao iniciar o internato no H.FOA: "Posso dizer que é um misto de emoções, com grandes desafios e expectativas, pois chegou o momento tão esperado de colocar em prática o conhecimento teórico adquirido até aqui, podendo exercer a medicina com supervisão e acompanhamento dos profissionais. O H.FOA, certamente nos proporcionará mais conhecimento, e assim poderemos contribuir da melhor forma na assistência ao paciente pautado no serviço de ensino."  

A entrada desses novos internos no H.FOA marca o início de uma fase de grande aprendizado e contribuição mútua, tanto para os estudantes quanto para a equipe de saúde do hospital. Ao longo dos próximos anos, eles terão a oportunidade de se aprofundar em diversas áreas da medicina, sempre com o objetivo de se tornarem profissionais preparados para enfrentar os desafios do mercado de trabalho e oferecer um atendimento de excelência à comunidade. 

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A saúde mental de crianças e adolescentes vem se tornando, principalmente nas últimas décadas, tema de inquietação e temor. Não somente restrita aos pais e educadores, a preocupação também abrange e intriga profissionais da área da saúde mundialmente, motivados pelo impacto da velocidade de transformação do mundo; fluxo acelerado de informações e a participação das telas no processo de neurodesenvolvimento desde a mais tenra idade. Porém, ainda se conhece pouco sobre as consequências na saúde mental e no desenvolvimento neurológico de crianças e adolescentes.

Esse quadro foi agravado por conta da pandemia da Covid-19, quando as crianças em idade escolar foram privadas do ensino presencial e houve o isolamento social. Pesquisas mundiais indicam que as crianças se sentiram infelizes e, consequentemente, houve um aumento nas condições de saúde mental dos pequenos. A partir desse quadro, a arteterapia tornou-se uma valiosa aliada à abordagem de crianças e adolescentes neurodivergentes e/ou em sofrimento psíquico.

Reconhecendo o potencial benefício da arteterapia, o curso de Medicina do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) vem elaborando o “PedArte – Cuidado de Crianças com TEA e TDAH”, um projeto de extensão universitária que pretende auxiliar no tratamento e desenvolvimento de crianças entre 4 e 7 anos, e que já são acompanhadas no Ambulatório de Neuropediatria na Policlínica da instituição, localizada no campus Olezio Galotti, em Três Poços. O atendimento vai iniciar em agosto, em um espaço criado especialmente para que os pacientes se sintam à vontade para interagir e terá uma extensão inicial de 6 meses.

As atividades do projeto estão programadas para acontecer quinzenalmente, com duas sessões por mês e duração de 1 hora, a serem conduzidas com grupos de 8 a 10 crianças. Os alunos participantes contarão com o auxílio e supervisão de pelo menos um profissional da equipe multiprofissional de acompanhamento da criança com distúrbio do neurodesenvolvimento (psicopedagogo e/ou neuropediatra e/ou terapeuta ocupacional).

Para o professor Luciano Costa, o projeto é importante para os estudantes envolvidos, para desenvolver as habilidades humanas e sociais tão significativas para a prática médica, contribuindo também para que possam vivenciar experiências que traduzam o respeito à diversidade e à infância como parte da formação profissional que a instituição busca nos alunos:

“Como docente, acredito que o projeto reforça o compromisso da instituição com a responsabilidade e a inclusão social que temos como parte do atendimento que fornecemos aos nossos pacientes. Pretendemos abranger e beneficiar cada vez mais crianças atendidas no serviço de Pediatria de Três Poços, contribuindo com a inclusão e o desenvolvimento durante a infância”, ressaltou.

Métodos aplicados para assistência às crianças

De acordo com a aluna do 12º período de Medicina, Maria Eugênia Galhardo, uma das responsáveis pela elaboração do projeto, serão organizadas atividades para criação artística utilizando materiais como lápis de cor, biscuit, massa de modelar, tinta guache, tinta a óleo, giz de cera, isopor, placas de EVA e argilas:

“As atividades vão ser desenvolvidas com materiais reciclados como caixas, restos de tecido, garrafas plásticas, entre outros, bem como brinquedos destinados à estimulação e percepção sensorial e cognitiva, como caixas mágicas, areia cinética, placa de texturas e afins. Os temas abordados terão relação com o cotidiano e a infância, como vivência em ambiente escolar, familiar e comunitário, além de temas relacionados a aspectos que envolvem a identificação e nomeação de emoções, o espaço geográfico e o lazer, contribuindo com o desenvolvimento psíquico, emocional e motor através da observação, elaboração e criatividade”, explicou a aluna.

Com o existe uma grande procura de pacientes/crianças atípicas em busca de suporte ao neurodesenvolvimento, há a possibilidade de ampliar ainda mais o cuidado e a assistência às crianças já atendidas no ambulatório de Pediatria na Policlínica do UniFOA. Dessa forma está sendo estudada a abertura de novas vagas para participação no projeto, ocorrendo semestralmente. Os discentes que participam deste projeto, além da Maria Eugênia, são:  Aline de Paula, Giovanna Liberati e Sérgio Vitor Vicente.

“Tudo começou durante uma consulta na Policlínica com um paciente portador de TDAH, que estava muito agitado e somente se acalmou após ter recebido papel e caneta para brincar. Elaboramos o projeto e fiquei muito emocionada quando o professor Rodrigo Freitas informou que havia sido aprovado. Fui correndo dar a ótima notícia aos coordenadores e professores muito especiais também envolvidos, como Luciano Costa, Clarisse Drumond e Marcia Trindade. Agradeço imensamente pelo apoio e confiança, e também à FOA/UniFOA por acreditar na proposta e disponibilizar a infraestrutura e todos os materiais para visibilizarmos o projeto”, contou Maria Eugênia.

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O curso de Medicina do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) realizou o acolhimento dos ingressantes do 2º semestre de 2024 e veteranos no campus Universitário Olezio Galotti, em Três Poços. No intuito de começar uma nova etapa de suas vidas profissionais e acadêmicas, os estudantes foram recebidos por professores e o coordenador do curso, Júlio Aragão, na recepção que foi iniciada pela manhã.

Como ponto de partida, os recém-chegados, da Med82, viram os fundamentos, cronogramas, atividades realizadas pelo curso ao longo de toda a graduação e à nova matriz curricular do curso de Medicina do UniFOA. Depois, realizaram um tour guiado pelo campus, onde foram apresentados à estrutura de excelência que nossa cidade universitária oferece aos seus discentes, que conta com laboratórios e equipamentos de ponta, professores com metodologias inovadoras de ensino e o Núcleo de Atividade Virtual de Ensino, o laboratório NAVE.

Além disso, os estudantes conheceram as plataformas LXP, TEAMS, Jaleco e Paciente 360, instrumentos de aprendizagem virtuais utilizados pela instituição para maximizar o aprendizado de seus acadêmicos, a fim de dinamizar o conteúdo transmitido durante as aulas. Para concluir o primeiro dia de Start, todos foram recepcionados pela professora Vânia de Oliveira, que apresentou o Centro de Aprendizagem e Inovação Pedagógica (CAIP), um grande parceiro na trajetória acadêmica dos alunos de todos os cursos do UniFOA.

No começo da tarde, os veteranos também foram recebidos no Auditório William Monachesi, onde tiveram orientações sobre a continuidade do curso e as novas metodologias que serão aplicadas ao decorrer do semestre. Entre todos as particularidades que foram discutidas e expostas aos ingressantes, o coordenador do curso Júlio Aragão falou sobre as novas exigências feitas pelo Exame Nacional de Residência (Enare), uma avaliação realizada pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh/MEC) que tem como objetivo oferecer mais oportunidades de vagas de residências das áreas médica, uni e multiprofissional.

Relatos que Enaltecem o Acolhimento e suas surpresas positivas:

Maria Clara Vilela, caloura da Med82, expressou sua satisfação em iniciar seu grande sonho de estudar Medicina, enfatizando sua escolha pelo UniFOA:

“Essa nova etapa da minha vida significa a realização de um sonho que tenho desde criança, pelo que representa a Medicina para mim, que é cuidar do próximo. Escolhi o UniFOA pelo reconhecimento que o Centro Universitário possui, e espero que minha trajetória por aqui seja um sucesso”.

Nathan Conrado, também ingressante, comentou um pouco suas expectativas para o começo de sua nova jornada acadêmica e profissional:

“Me sinto bastante realizado por ter conseguido entrar para o curso de Medicina. É uma profissão que sempre almejei atuar, e estar no UniFOA que é uma instituição bastante conceituada é um motivo de bastante orgulho para mim”.

Débora Leopoldino, do 7º período, enalteceu a qualidade de ensino do corpo docente do curso e explicou suas expectativas para o início de mais um semestre no Centro Universitário de Volta Redonda:

“É sempre um grande prazer retornar ao Centro Universitário para o começo de uma nova etapa da minha vida acadêmica. Gosto sempre de ter esse acolhimento da instituição e da coordenação, pois eles sempre nos atualizam sobre os avanços e as novidades que serão aplicadas dentro do nosso aprendizado. Já olhamos quais serão nossos professores desse período e são todos excelentes, por isso tenho expectativas muito boas para o decorrer desse semestre”.

O coordenador Júlio Aragão reforçou a importância do acolhimento ao ressaltar os impactos positivos gerados pela recepção a todos os alunos do curso:

“A semana de acolhimento é fundamental para construir um senso de comunidade e pertencimento, reduzindo a ansiedade dos ingressantes e promovendo a continuidade do engajamento dos estudantes de períodos mais avançados. Essa iniciativa reforça a coesão do corpo discente, facilita a troca de experiências e conhecimentos, e cria um ambiente mais acolhedor e colaborativo para todos os estudantes”.

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