O programa de mestrado do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), lançou o edital para cadastro para docentes da seguinte maneira: 

Poderão se inscrever no processo seletivo, os candidatos com formação de nível superior, com a titulação mínima de Doutor, reconhecido pelo Ministério da Educação - MEC e que pertençam ao quadro de professores do UniFOA. 

As inscrições para o cadastro de Reserva para Docente Permanente deverão ser realizadas via formulário eletrônico disponibilizado por meio do link https://forms.office.com/r/hkXRSKv999 com acesso pelo site do UniFOA.  

Para o Cadastro de Reserva do Corpo Docente Colaborador as inscrições deverão ser realizadas via formulário https://forms.office.com/r/RgwpAqHB16 com acesso pelo site do UniFOA. 

Não haverá taxa de inscrição. 

Mais informações: 

Edital Cadastro de Reserva para Docente Permanente

Edital Cadastro de Reserva do Corpo Docente Colaborador

Em um mundo que a inovação tecnológica avança a passos largos, é essencial que o setor educacional não apenas se mantenha por dentro dessa evolução, mas também prepare acadêmicos e docentes para assumirem papéis de liderança e inovação, pensando fora da caixa. Debates sobre novas tecnologias em alta, como a inteligência artificial (IA), devem ser promovidos para expandir a base de conhecimento dos estudantes, enquanto simultaneamente fortalecem sua consciência sobre as implicações éticas e sociais da tecnologia no mundo moderno.

Motivados por evolução alinhada à inovação, os integrantes do Laboratório Centro de Sistema e Espaço (Lab. CEU) do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) organizaram o projeto intitulado “Fora da Caixa”, seminário on-line realizado no último sábado (28) que reuniu acadêmicos dos cursos de Engenharia, Mestrado Profissional em Materiais (Memat) e especialistas da área. O propósito da iniciativa visava desenvolver tanto competências técnicas quanto habilidades críticas essenciais para futuros profissionais e pesquisadores nas áreas de engenharia e tecnologia.

O Fora da Caixa buscou potencializar o engajamento em um ambiente de aprendizado dinâmico e interdisciplinar, no intuito de aprofundar o conhecimento dos estudantes sobre temas atuais e inovadores, como a Inteligência Artificial (IA) aplicada aos setores espacial e industrial, o desenvolvimento de veículos autônomos e as técnicas de sensoriamento remoto para análise territorial. Adicionalmente, o evento buscou fomentar habilidades como pensamento crítico, resolução de problemas e trabalho em equipe, que foram ainda mais fortalecidas por meio da participação ativa dos alunos durante as apresentações e na roda de conversa sobre a carreira profissional:

“O evento Fora da Caixa, atendeu todas as nossas expectativas com apresentações de projetos um tanto fora da curva. Como estudante, esse tipo de evento ou palestra tem sido muito importante, porque tem estimulado cada vez mais a nossa vontade de se desenvolver. Eles nos aproximam de uma realidade que até então consideramos distante. Esses projetos são verdadeiros divisores de água, pois por meio de uma palestra similar que pude de fato escolher a área de atuação dentro da engenharia”, declarou Thalisson Wendel, do 4º período da Engenharia ABI, sobre os frutos colhidos pelo Fora da Caixa.

SURGIMENTO DO FORA DA CAIXA

O Fora da Caixa foi uma iniciativa criada pelos professores Italo Pinto Ferreira e Ana Claudia de Almeida, oriundo de uma ideia de grupo de pesquisa de Italo, o Lab. CEU do UniFOA. Para criar esse grupo, Italo convocou seus orientados de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) e Iniciação Científica (IC) dos cursos de Engenharia e Mestrado da instituição.

Um dos projetos que foram discutidos pelos integrantes do grupo foi justamente o Fora da Caixa, pensado como um ambiente de aprendizado integrativo por meio das apresentações de projetos e pesquisas que têm sido elaborados pelo Lab. CEU. A execução do seminário foi certeira para o aprofundamento de estudos em Sistemas, como siderúrgico e automotivo, e do Espaço, tal qual pesquisas relacionadas à satélites especiais.

Segundo o professor, a idealização desse evento e, sobretudo, do grupo de pesquisa oportuniza um leque de aprendizados aos alunos, justamente pela possibilidade de integrar uma gama de conhecimentos da engenharia em um único projeto:

“Acredito que essa seja a graça do Fora da Caixa, de poder pensar em projetos para uma área de pesquisa, mas simultaneamente utilizar conceitos e recursos de diversos campos da engenharia. Esse tipo de proposta ajuda os acadêmicos a ampliarem seus leques de conhecimento, contribuindo para uma formação integral”, pontuou Italo, que completou reforçando seu propósito em planejar a criação do Lab. Ceu, projeto ‘mãe’ do Fora da Caixa:

“Quando comecei a trabalhar como professor no UniFOA, gostaria de continuar aprofundando meus conhecimentos em pesquisas, sobretudo. Por isso, trouxe os conhecimentos da minha área de especialização, sistemas aéreos e espaciais, e pensei em um grupo de pesquisa que eu pudesse falar da minha especialidade integrando às tantas outras no âmbito da engenharia, como sistemas siderúrgicos e automotivos”.

A proposta do evento também serviu como uma vitrine, ainda, para os estudantes que, em um seminário aberto para diversos profissionais do campo da engenharia, puderam mostrar o grande potencial que cada um deles possui e como têm se desenvolvido, uma ocasião perfeita para se mostrarem preparados para explorar o mercado de trabalho, aumentando as chances de empregabilidade.

Além disso, o Fora da Caixa foi uma boa oportunidade para os alunos colocarem em prática suas habilidades de expressão, comunicação de resultados e apresentação de projetos científicos em uma linguagem objetiva.

O Fora da Caixa tem parceria com os professores Aloano Regio de Almeida Pereira e Janaina da Costa Pereira Torres de Oliveira.

Ao oferecer aos estudantes uma plataforma para a exposição de seus trabalhos, o debate sobre novas ideias e a oportunidade de aprender diretamente com especialistas, o Fora da Caixa não só complementou a formação acadêmica, como também preparou os acadêmicos para contribuições significativas e relevantes no futuro profissional.

Estão abertas as inscrições para os Programas de Mestrado Profissional em Ensino em Ciências da Saúde e do Meio Ambiente (MECSMA) e Mestrado Profissional em Materiais (MeMat). As inscrições visam o preenchimento de vagas para o segundo semestre de 2024, conforme estabelecido nos editais e de acordo com as disposições regimentais da FOA/UniFOA, na Lei nº 9.394/96, na Resolução CNE/CES nº 07/17 e toda legislação pertinente em vigor. 

Os interessados em ingressar no Mestrado Profissional em Materiais (MeMat) devem realizar suas inscrições até o dia 10 de agosto de 2024. Já os candidatos ao Mestrado Profissional em Ensino em Ciências da Saúde e do Meio Ambiente (Mecsma) têm até o dia 22 de agosto de 2024 para se inscreverem. 

Detalhes dos Cursos e Inscrições

Mestrado Profissional em Materiais (MeMat) 

Prazo de Inscrição: Até 10/08/2024 

O Memat prepara o estudante técnica e cientificamente para a realização de um projeto, relacionando as aplicações tecnológicas com o desenvolvimento de materiais, formando o profissional que irá atender as demandas das empresas. 

Informações e Inscrições: Memat 

 

Mestrado Profissional em Ensino em Ciências da Saúde e do Meio Ambiente (Mecsma) 

Prazo de Inscrição: Até 22/08/2024 

Os mestres formados no Mecsma estão aptos a atuar com ensino em diversos níveis, sempre levando as pautas de participação popular, inclusão social, promoção da saúde e do meio ambiente.   

Informações e Inscrições: Mecsma

Os interessados devem acessar o site do UniFOA para conferir os editais completos e efetuar suas inscrições dentro dos prazos estabelecidos. Não perca a oportunidade de avançar em sua carreira acadêmica e profissional com a qualidade e excelência do UniFOA. 

Os estudantes do programa de Mestrado Profissional em Materiais (MEMAT) do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), em parceria com os acadêmicos do curso de Engenharia da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), desenvolveram trabalhos inovadores por meio das atividades do programa de mestrado. Os resultados finais do que foi elaborado e executado por cada discente (seis no total), geraram a apresentação dos projetos no 68º Congresso Brasileiro de Cerâmica, organizado em Santos, litoral paulista, nos dias 17 a 20 de junho.

Os trabalhos foram apresentados pela professora do MEMAT Renata Parreira e pelos estudantes da UERJ, que também ajudaram participando de algumas etapas de cada proposta pensada e colocada em prática, reforçando o compromisso de cooperação mútua entre instituições de ensino na promoção de atividades de pesquisa acadêmica. Durante o evento, todos alunos foram orientados pelo professor Roberto Magnago, coordenador do Mestrado Profissional em Materiais. Além das criações dos alunos do Centro Universitário serem expostas no congresso, as iniciativas geraram dissertações de mestrado que foram escritas pelos próprios discentes do UniFOA.

A realização da 68ª edição do Congresso Brasileiro de Cerâmica é um grande marco para a área da engenharia do país, pois reúne especialistas de instituições de ensino e pesquisa, indústrias cerâmicas e fornecedores de matérias-primas, equipamentos e insumos, além de acadêmicos interessados em expandir seus horizontes de aprendizados. Graças a reunião de diversas gamas de conhecimento e experiência, os participantes conseguem explorar a área de expositores, assistir a apresentações técnico científicas orais e em formato de pôster e enriquecer seus conhecimentos com palestras de renomados especialistas nacionais e internacionais, contribuindo para o aprimoramento profissional, desenvolvimento e divulgação da cerâmica brasileira:

“A cooperação entre UniFOA e UERJ demonstra uma amplitude de trabalho das duas instituições de ensino. O intuito é sempre complementar cada pesquisa e projeto entre ambas, nunca competir. O ganho educacional é imensurável e, sem sombra de dúvidas, beneficia a todos os envolvidos em cada programa”, enfatizou Roberto, acerca dos impactos da união entre as instituições na realização dos trabalhos.

Os projetos apresentados no congresso abordaram temas voltados para tecnologias que estão sendo desenvolvidas atualmente na área da engenharia. Diversos são os empreendimentos e investimentos atrelados ao consumo sustentável e reciclável de produtos naturais e utilização de técnicas inovadoras que estão trazendo benefícios para o ecossistema global, como o uso da madeira de eucalipto na construção civil.

Ao extrair a madeira da natureza, ela cresce rapidamente, o que permite ciclos curtos de colheita e facilita a renovação das florestas. Além disso, elas absorvem dióxido de carbono (CO₂) da atmosfera durante seu crescimento, ajudando a mitigar as mudanças climáticas ao armazenar carbono na sua biomassa.

Um dos trabalhos dos alunos do MEMAT, intitulado 'Desenvolvimento de Concreto Reforçado com Macrofibra Sintética para Aplicação em Fibra Industrial' também discorreu sobre o uso de macrofibras sintéticas aplicadas em piso industrial como alternativa para a substituição parcial do aço CA-50. João Paulo Figueiredo, um dos estudantes responsáveis pelo projeto, afirmou que foi gratificante participar de todo o processo, principalmente pelos conhecimentos técnicos adquiridos:

“Poder participar do congresso agrega muito, sobretudo no sentido de me tornar um profissional ainda mais técnico. Ajuda a diversificar a forma de estudar, pois realizei várias pesquisas para elaborar meu projeto. Foi um prazer imenso poder ter vivido isso de forma acadêmica e prática”.

A realização de trabalhos e iniciativas que influenciam a busca e a execução prática do conhecimento aprendido ao longo da especialização, em qualquer área, é crucial para o desenvolvimento integral de cada discente. A junção do conteúdo aprendido em sala de aula com a experiência de uma situação real é um dos melhores caminhos para a formação acadêmica completa:

“É uma experiência muito enriquecedora por ser repleta de aprendizados e a chance de conhecer e interagir com outros profissionais e pesquisadores da área. Tenho total convicção que todos os estudantes, das duas instituições conseguiram expandir seus horizontes desenvolvendo os trabalhos”, contou Renata, que apresentou o trabalho intitulado ‘Avaliação estrutural da dispersão da zircônia em dois solventes para injeção’, dissertação de mestrado de Carla Nogueira, estudante do programa de Mestrado Profissional em Materiais do UniFOA.

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Unir para ficar mais forte. É com esse espírito que uma parte da população elegeu o mês de junho para levantar a bandeira LGBTQIAPN+, mostrando orgulho do pertencimento e rechaçando o preconceito. Esse mês tem como objetivo reforçar a importância de discutir as temáticas que envolvem gênero e sexualidade, bem como de promover uma maior equidade social e redução da discriminação direcionada a esse grupo.  

O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), por meio do Programa de Educação pelo Trabalho (PET-Saúde), abriu o debate através de uma roda de conversa com o tema “Saúde LGBTQIAPN+ - Um olhar necessário”, que foi realizado no Centro Histórico-Cultural Dauro Aragão, no campus Olezio Galotti, em Três Poços, nos dias 17 e 18. O evento reuniu cerca de 200 participantes, entre funcionários, professores, coordenadores de curso e estudantes dos cursos de Medicina, Nutrição, Odontologia, Educação Física, Enfermagem, Direito, Mestrado em Ciências da Saúde e Meio Ambiente, Serviço Social e demais cursos.    

Com a constante evolução e mudança da sociedade, temas emergentes como a saúde da população LGBTQIAPN+ se faz importante, de acordo com um dos organizadores do encontro e professor do curso de Medicina, Arthur Villela:  

“Exemplos como processos transexualizador e as saúdes mental e integral desta população devem ser aprendidos e empregados por todos os profissionais de saúde, principalmente os envolvidos com a saúde básica. Existe uma lacuna entre o profissional de saúde e essa população, que os afasta dos serviços de atendimento, aumentando assim as comorbidades. É urgente discutir cada vez mais essa sigla e tudo que ela envolve, dentro das universidades. Estamos cansados de falar, mas fazer pouco. Precisamos parar de sentir medo de nos expressar, de mostrar quem somos e o caminho é a abertura desse diálogo”. 

  

A mudança do olhar para a sigla LGBTQIAPN+  

Ao abrir o encontro, o professor e orientador de serviço do PET-Saúde UniFOA, Ailton Carvalho lembrou que o Brasil é o país que mais mata a população LGBT e isso é muito sério e precisa ser mudado.  

“Como o tema do PET é a equidade, estamos aproveitando a oportunidade para dar visibilidade a todos os alunos e funcionários que compõem essa sigla tão importante, além de capacitá-los para que tenham esse olhar diferenciado e perceber o que o outro realmente necessita e não o que acha que é de direito. Essa é a formação que os nossos alunos precisam ter, para que, dentro de um pensamento equânime, conseguirem identificar que o outro necessita dentro da diferença e da diversidade dele. É a lisura dos direitos humanos”. 

Durante a roda de conversa foi possível acompanhar alguns relatos de professores e estudantes sobre as vivências e dificuldades como pessoas LGBT na faculdade, além das políticas públicas que existem e que deveriam existir para que o acesso à saúde seja de fato integral. Esses coletivos, em contrapartida, vêm alcançando melhor qualidade na vida acadêmica, através de apoio como este evento e de outros programas na instituição que permitem melhor suporte aos universitários. 

O estudante do 5º período do curso de Medicina, Caio Tulio Esteves, que também atuou na organização da mesa redonda, destacou que passou da hora de discutir essa temática e capacitar os futuros profissionais para mudar a realidade.   

“Atualmente, não existe mais espaço para piadinhas ou olhar atravessado em sala de aula, pois defendemos essa sigla, não aceitamos o desrespeito e protestamos na hora. Por isso precisamos desses debates, pois hoje a universidade já se mostra bem diferente do que a minha primeira graduação, há 14 anos, mas a luta ainda está no início. Apesar de maior aceitação, muitas pessoas ainda sofrem de ansiedade, depressão, riscos iminentes da própria vida e ainda encontramos pessoas passando por isso”. 

O aluno do 7º período do curso de Serviço Social, Yuri Willow Candido, explicou que a sigla LGBTQIAPN+ mostra que essa parcela da população se organizou politicamente pelos seus direitos, reforçando que cada letra tem a sua peculiaridade, especificidade e demandas pessoais, com destaque e representatividade.  

“Cada letra dessa representa um coletivo de pessoas que vivencia as mazelas, mas apenas temos um corpo que não está dentro do padrão convencional. Desde os 9 anos fui questionado pela minha sexualidade, enquanto eu só queria ser criança, coisa que não vemos acontecer com uma criança considerada hetera. As minhas infância e adolescência foram marcadas pela falta de criatividade, espontaneidade e até mesmo a minha fala foi prejudicada, pois desenvolvi uma gagueira porque era cobrado para agir de outra forma que não era eu”, desabafou.   

Ele ainda acrescentou: “é muito importante este debate e fiquei contente por hoje, pois estamos num espaço coletivo onde temos a possibilidade de propor mudanças significativas e estruturais que vão impactar. Isso é muito bom. Essa sigla é um coletivo de pessoas que entendem que, para além do LGBTQIAPN+, tem outros seres que precisam de visibilidade, principalmente nas políticas públicas”.  

Danielli Lima de Carvalho, do 7º período do curso de Odontologia contou que está no UniFOA há 3 anos e é a segunda vez que participa de uma discussão dessa temática. “Este momento é muito importante, pois muitos se sentem como um peixe fora d’água, mas esse constrangimento está diminuindo graças a eventos como este. Para quem atende a pacientes é muito importante saber em qual realidade ele se encaixa, para facilitar toda a convivência que temos de ter com quem a gente cuida. É importante reconhecer a sexualidade do outro”, finalizou.

 

Um pouco da história da luta LGBTQIAPN+ no Brasil

A luta e os movimentos por direitos da população LGBTQIAPN+ se fortaleceram no final da década de 1970, com o Grupo Somos como precursor da luta homossexual.  

Esse início ainda não contava com a pluralidade existente atualmente, sendo protagonizado majoritariamente pelos homens homossexuais. Com a epidemia da AIDS/HIV, nos anos 1980, houve uma mobilização por parte do governo, a fim de atuar na prevenção dessa doença.  

Com isso, esse grupo conquistou ainda mais espaço e trouxe outras reivindicações ao cenário político. Nessa mesma época, as mulheres lésbicas, até então ainda invisíveis, começaram a se alinhar ao movimento feminista e a denunciar o machismo presente nos mais diversos grupos sociais.  

Somente na década de 1990, o movimento de travestis conseguiu mais espaço. Ele institui-se em coletivos, como no caso da Associação das Travestis e Liberados do RJ (Astral), pautando o governo para o atendimento de suas demandas específicas, além de atuarem nas ações de prevenção da aids. Na mesma época, a causa de transexuais foi incluída na agenda deste movimento.   

Com o passar dos anos, o movimento, antes protagonizado pelos homens homossexuais, passou a ser integrado e protagonizado por outros grupos também marginalizados pela sua orientação sexual e ou identidade de gênero, como lésbicas, bissexuais, transexuais, entre outros.  

Em 2004, o governo, em conjunto com a sociedade civil, instituiu o “Brasil sem Homofobia – Programa de Combate à Violência e à Discriminação contra LGBT e de Promoção da Cidadania Homossexual” (BRASIL, 2004), que foi elaborado pela Secretaria Especial de Direitos Humanos (SEDH) da Presidência da República.   

Nesse mesmo ano, o Ministério da Saúde constituiu o Comitê Técnico de Saúde da População LGBT, e em 2006 o Conselho Nacional de Saúde (CNS) passou a incluir representantes da população LGBTQIAPN+. Ambas essas conquistas são marcos importantes da luta pelo acesso à saúde e pelo atendimento humanizado, integral e livre de preconceitos.  

Nas últimas décadas, alguns direitos já foram conquistados, a exemplo a criminalização da homofobia, porém essa parte da população ainda enfrenta muitos desafios, como a falta de acesso aos serviços de saúde. Isso porque, o sistema de saúde ainda hoje possui entraves que impedem o amplo acesso ao cuidado desses indivíduos. (Fonte: Movimento LGBTQIAPN+).

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Unir para ficar mais forte. É com esse espírito que uma parte da população elegeu o mês de junho para levantar a bandeira LGBTQIAPN+, mostrando orgulho do pertencimento e rechaçando o preconceito. Esse mês tem como objetivo reforçar a importância de discutir as temáticas que envolvem gênero e sexualidade, bem como de promover uma maior equidade social e redução da discriminação direcionada a esse grupo.  

O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), por meio do Programa de Educação pelo Trabalho (PET-Saúde), abriu o debate através de uma roda de conversa com o tema “Saúde LGBTQIAPN+ - Um olhar necessário”, que foi realizado no Centro Histórico-Cultural Dauro Aragão, no campus Olezio Galotti, em Três Poços, nos dias 17 e 18. O evento reuniu cerca de 200 participantes, entre funcionários, professores, coordenadores de curso e estudantes dos cursos de Medicina, Nutrição, Odontologia, Educação Física, Enfermagem, Direito, Mestrado em Ciências da Saúde e Meio Ambiente, Serviço Social e demais cursos.    

Com a constante evolução e mudança da sociedade, temas emergentes como a saúde da população LGBTQIAPN+ se faz importante, de acordo com um dos organizadores do encontro e professor do curso de Medicina, Arthur Villela:  

“Exemplos como processos transexualizador e as saúdes mental e integral desta população devem ser aprendidos e empregados por todos os profissionais de saúde, principalmente os envolvidos com a saúde básica. Existe uma lacuna entre o profissional de saúde e essa população, que os afasta dos serviços de atendimento, aumentando assim as comorbidades. É urgente discutir cada vez mais essa sigla e tudo que ela envolve, dentro das universidades. Estamos cansados de falar, mas fazer pouco. Precisamos parar de sentir medo de nos expressar, de mostrar quem somos e o caminho é a abertura desse diálogo”. 

  

A mudança do olhar para a sigla LGBTQIAPN+  

Ao abrir o encontro, o professor e orientador de serviço do PET-Saúde UniFOA, Ailton Carvalho lembrou que o Brasil é o país que mais mata a população LGBT e isso é muito sério e precisa ser mudado.  

“Como o tema do PET é a equidade, estamos aproveitando a oportunidade para dar visibilidade a todos os alunos e funcionários que compõem essa sigla tão importante, além de capacitá-los para que tenham esse olhar diferenciado e perceber o que o outro realmente necessita e não o que acha que é de direito. Essa é a formação que os nossos alunos precisam ter, para que, dentro de um pensamento equânime, conseguirem identificar que o outro necessita dentro da diferença e da diversidade dele. É a lisura dos direitos humanos”. 

Durante a roda de conversa foi possível acompanhar alguns relatos de professores e estudantes sobre as vivências e dificuldades como pessoas LGBT na faculdade, além das políticas públicas que existem e que deveriam existir para que o acesso à saúde seja de fato integral. Esses coletivos, em contrapartida, vêm alcançando melhor qualidade na vida acadêmica, através de apoio como este evento e de outros programas na instituição que permitem melhor suporte aos universitários. 

O estudante do 5º período do curso de Medicina, Caio Tulio Esteves, que também atuou na organização da mesa redonda, destacou que passou da hora de discutir essa temática e capacitar os futuros profissionais para mudar a realidade.   

“Atualmente, não existe mais espaço para piadinhas ou olhar atravessado em sala de aula, pois defendemos essa sigla, não aceitamos o desrespeito e protestamos na hora. Por isso precisamos desses debates, pois hoje a universidade já se mostra bem diferente do que a minha primeira graduação, há 14 anos, mas a luta ainda está no início. Apesar de maior aceitação, muitas pessoas ainda sofrem de ansiedade, depressão, riscos iminentes da própria vida e ainda encontramos pessoas passando por isso”. 

O aluno do 7º período do curso de Serviço Social, Yuri Willow Candido, explicou que a sigla LGBTQIAPN+ mostra que essa parcela da população se organizou politicamente pelos seus direitos, reforçando que cada letra tem a sua peculiaridade, especificidade e demandas pessoais, com destaque e representatividade.  

“Cada letra dessa representa um coletivo de pessoas que vivencia as mazelas, mas apenas temos um corpo que não está dentro do padrão convencional. Desde os 9 anos fui questionado pela minha sexualidade, enquanto eu só queria ser criança, coisa que não vemos acontecer com uma criança considerada hetera. As minhas infância e adolescência foram marcadas pela falta de criatividade, espontaneidade e até mesmo a minha fala foi prejudicada, pois desenvolvi uma gagueira porque era cobrado para agir de outra forma que não era eu”, desabafou.   

Ele ainda acrescentou: “é muito importante este debate e fiquei contente por hoje, pois estamos num espaço coletivo onde temos a possibilidade de propor mudanças significativas e estruturais que vão impactar. Isso é muito bom. Essa sigla é um coletivo de pessoas que entendem que, para além do LGBTQIAPN+, tem outros seres que precisam de visibilidade, principalmente nas políticas públicas”.  

Danielli Lima de Carvalho, do 7º período do curso de Odontologia contou que está no UniFOA há 3 anos e é a segunda vez que participa de uma discussão dessa temática. “Este momento é muito importante, pois muitos se sentem como um peixe fora d’água, mas esse constrangimento está diminuindo graças a eventos como este. Para quem atende a pacientes é muito importante saber em qual realidade ele se encaixa, para facilitar toda a convivência que temos de ter com quem a gente cuida. É importante reconhecer a sexualidade do outro”, finalizou.

 

Um pouco da história da luta LGBTQIAPN+ no Brasil

A luta e os movimentos por direitos da população LGBTQIAPN+ se fortaleceram no final da década de 1970, com o Grupo Somos como precursor da luta homossexual.  

Esse início ainda não contava com a pluralidade existente atualmente, sendo protagonizado majoritariamente pelos homens homossexuais. Com a epidemia da AIDS/HIV, nos anos 1980, houve uma mobilização por parte do governo, a fim de atuar na prevenção dessa doença.  

Com isso, esse grupo conquistou ainda mais espaço e trouxe outras reivindicações ao cenário político. Nessa mesma época, as mulheres lésbicas, até então ainda invisíveis, começaram a se alinhar ao movimento feminista e a denunciar o machismo presente nos mais diversos grupos sociais.  

Somente na década de 1990, o movimento de travestis conseguiu mais espaço. Ele institui-se em coletivos, como no caso da Associação das Travestis e Liberados do RJ (Astral), pautando o governo para o atendimento de suas demandas específicas, além de atuarem nas ações de prevenção da aids. Na mesma época, a causa de transexuais foi incluída na agenda deste movimento.   

Com o passar dos anos, o movimento, antes protagonizado pelos homens homossexuais, passou a ser integrado e protagonizado por outros grupos também marginalizados pela sua orientação sexual e ou identidade de gênero, como lésbicas, bissexuais, transexuais, entre outros.  

Em 2004, o governo, em conjunto com a sociedade civil, instituiu o “Brasil sem Homofobia – Programa de Combate à Violência e à Discriminação contra LGBT e de Promoção da Cidadania Homossexual” (BRASIL, 2004), que foi elaborado pela Secretaria Especial de Direitos Humanos (SEDH) da Presidência da República.   

Nesse mesmo ano, o Ministério da Saúde constituiu o Comitê Técnico de Saúde da População LGBT, e em 2006 o Conselho Nacional de Saúde (CNS) passou a incluir representantes da população LGBTQIAPN+. Ambas essas conquistas são marcos importantes da luta pelo acesso à saúde e pelo atendimento humanizado, integral e livre de preconceitos.  

Nas últimas décadas, alguns direitos já foram conquistados, a exemplo a criminalização da homofobia, porém essa parte da população ainda enfrenta muitos desafios, como a falta de acesso aos serviços de saúde. Isso porque, o sistema de saúde ainda hoje possui entraves que impedem o amplo acesso ao cuidado desses indivíduos. (Fonte: Movimento LGBTQIAPN+).

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Com a intenção de seguir a tendência atual de comunicação, num momento em que as pessoas não têm tido muito tempo para ler, sejam posts, ebooks ou até mesmo assistir a vídeos, o formato de divulgação de conteúdo em áudio vem tendo cada vez mais adeptos, pois é prático, pode ser ouvido a qualquer hora do dia, inclusive quando se está esperando algo, como uma consulta ou mesmo durante o trajeto no trânsito. Estamos falando do podcast, uma ferramenta que vem acompanhando a evolução do marketing de conteúdo.  

Na prática, escolhe-se um tema e cria-se um programa ou episódio para compartilhar o que se sabe sobre um assunto específico. E foi pensando em ampliar o conhecimento de estudantes e professores nesse assunto, que foi realizada a oficina “Podcast como ferramenta de divulgação para as áreas de Administração e Ciências Contábeis”. O evento foi realizado no último dia 14, no laboratório de informática, no campus Olezio Galotti, do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA). 

Com a participação de 15 alunos e professores dos cursos de Ciências Biológicas, Design, Medicina, EGN, Administração e Ciências Contábeis, além do Mestrado em Ciências da Saúde e Meio Ambiente (MECSMA), a oficina foi dividida em duas partes, com aplicação da teoria e a gravação de textos previamente elaborados. Os conteúdos produzidos foram avaliados e, conforme a análise de desempenho, os podcasts serão publicados na conta do UniFOA na plataforma digital, Spotify. 

De acordo com a coordenadora do curso de Ciências Contábeis e responsável pelo curso de extensão, Patrícia Nunes, a oficina excedeu as expectativas, pois atraiu participantes de diversos cursos, evidenciando o interesse significativo e a receptividade da comunidade acadêmica em se engajar com esta forma de mídia dinâmica. 

“Como coordenadora e docente, percebo que a Oficina de Podcasts, idealizada pelo Eixo de Extensão e Atividades Complementares da Escola de Gestão e Negócios (EGN), representada pela competente professora Débora Martins e homologada por mim, teve o objetivo imediato de encorajar os professores a adotarem essa nova metodologia ativa - o podcast -, para tornar suas aulas mais dinâmicas e interativas. Esse recurso visa a promover o desenvolvimento de novas habilidades e competências, além de estimular a aprendizagem criativa, a oralidade e o trabalho colaborativo entre os estudantes”, explicou.  

A modernidade do podcast a favor da educação  

O workshop foi ministrado pelo jornalista, professor e coordenador do curso de Publicidade e Propaganda, Douglas Gonçalves que num primeiro momento fez uma base mais teórica sobre o contexto do podcast, no Laboratório de Informática, e depois seguiu o roteiro prévio para a gravação de um texto, o que foi realizada nos Estúdios FOA.  

“A Oficina de Podcast foi muito bacana e teve ótima adesão. Foi mostrado aos participantes a importância do roteiro, de ter uma referência no assunto para falar, de elaborar as perguntas, além de salientar como a própria instituição tem os profissionais capacitados para o agendamento e para a produção do Podcast, que são os Estúdios FOA. Depois do material pronto e editado, ficou claro que o aproveitamento foi muito bom: mostrou como a produção pode ser feita e como esse produto pode ser usado pelo Mestrado e professores, que terão oportunidade de aproveitar o material para as suas aulas”, resumiu.  

Para o segundo semestre está previsto um novo curso de podcast, voltado aos alunos da Escola de Gestão e Negócios, mas que também estará aberto a estudantes de outras áreas.  

“Essa mídia pode ser uma ferramenta poderosa para ampliar o conhecimento dos estudantes, permitindo a exploração de temas relevantes de forma acessível e dinâmica, além de desenvolver habilidades importantes para a vida profissional, como comunicação eficaz, capacidade de pesquisa, criatividade e trabalho em equipe. Ao produzirem seus próprios podcasts, os estudantes terão a oportunidade de aprimorar essas competências, preparando-se melhor para os desafios do mercado de trabalho”, finalizou. 

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Os novos mestrandos do Mestrado Profissional Ensino em Ciências da Saúde e do Meio Ambiente (Mecsma) deram o primeiro passo em sua jornada acadêmica. Reunidos para a aula  inaugural, os estudantes foram calorosamente recebidos para conhecer as diretrizes e a programação do programa. 

Conduzida pelo coordenador do Mecsma, Júlio Aragão, o evento teve como principal objetivo orientar os novos alunos sobre as linhas de pesquisa e as atividades que serão desenvolvidas ao longo do curso. Durante a reunião, os mestrandos puderam ter uma visão geral das disciplinas oferecidas, conheceram os professores responsáveis e tiveram uma visão abrangente da estrutura disponível no Centro Universitário. 

"Para essa turma, espero um grupo comprometido e engajado, disposto a explorar os desafios e oportunidades que surgirão ao longo do curso. Cada turma tem sua própria personalidade, e estamos ansiosos para conhecer as nuances e particularidades desse novo grupo. Juntos, mestrandos e orientadores, vamos estabelecer vínculos importantes e criar um ambiente colaborativo e enriquecedor para todos", comentou Júlio.

Ainda segundo Júlio, as expectativas são de criar um ambiente que permita ensinar e aprender junto com os novos mestrandos, proporcionando oportunidades para que eles se desenvolvam não apenas como pesquisadores, mas também como docentes. "Afinal, o papel do professor vai além de transmitir conhecimento - 'Nós somos o que eles alcançam'", finalizou.

Uma das novas integrantes, Jocarla Soares, compartilhou sua jornada até o ingresso no mestrado: "Descobri o programa por meio de anúncios nas páginas de comunicação do UniFOA. Como já trabalho como preceptora do internato da faculdade, vi a notícia do processo seletivo aberto e decidi fazer algumas pesquisas sobre o funcionamento e os docentes do programa." 

Jocarla falou sobre suas expectativas em relação ao curso, destacando o desejo de se dedicar integralmente à produção da dissertação e dos produtos necessários. "Espero absorver o máximo de conteúdo possível com nossos docentes, pois pude perceber durante a aula inaugural que eles têm muito a nos ensinar", disse ela. 

Além disso, Jocarla revelou sua paixão pela docência e como o mestrado irá contribuir para aprimorar suas habilidades nessa área: "Passei a gostar da docência após uma experiência anterior e saber que agora, com o mestrado, isso irá me aperfeiçoar mais para seguir nesse caminho me deixa muito feliz. É uma área que me motiva bastante, pois ao dar aulas nos sentimos mais motivados a estar aprendendo cada dia mais para repassarmos o melhor para os alunos e tentarmos melhorar cada dia mais a formação acadêmica deles. Tenho um sentimento de alegria em saber que estou caminhando cada vez mais próximo para poder dar aulas." 

Com entusiasmo e determinação, os novos mestrandos do Mecsma estão prontos para iniciar essa importante etapa em suas carreiras acadêmicas, comprometidos com a busca pelo conhecimento e o aprimoramento profissional. 

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A atmosfera literária tomou conta de Volta Redonda com a 5ª edição da Bienal do Livro realizada na Ilha São João, com o tema "Gentileza gera gentileza", não apenas proporcionou uma experiência rica em acessibilidade, cultura e arte, mas também contou com a participação ativa da instituição, reforçando seu compromisso com a educação e a cultura. 

Em parceria com o Instituto Dagaz, a prefeitura e outras entidades, a Bienal do Livro reuniu entusiastas da literatura, contando com a presença de 40 expositores e o envolvimento de 260 profissionais. Mais do que um simples evento literário, a Bienal ofereceu mais de 100 atrações culturais e literárias, transformando quatro dias em uma verdadeira celebração do conhecimento e da diversidade cultural. 

O UniFOA marcou presença no evento com um estande próprio, onde professores e estudantes da graduação e do Mestrado em Ensino de Ciências da Saúde e do Meio Ambiente (Mecsma) apresentaram seus trabalhos acadêmicos e outras iniciativas desenvolvidas pela instituição. Essa participação proporcionou aos visitantes uma oportunidade única de conhecer o talento e a criatividade dos acadêmicos do UniFOA, reforçando o papel da instituição como um centro de excelência acadêmica e cultural na região. 

Com estandes de livrarias e editoras, o pavilhão da Ilha São João se transformará em um verdadeiro oásis literário, proporcionando aos visitantes a oportunidade de explorar novos mundos através das páginas dos livros. 

 

Conheça a história do Profeta Gentileza 

Nascido como José Datrino em 11 de abril de 1917, o Profeta Gentileza deixou um legado inspirador baseado na compaixão, solidariedade e respeito ao próximo. Sua mensagem simples, mas poderosa, continua a ecoar nos corações das pessoas, inspirando ações de bondade e generosidade. 

A história do Profeta Gentileza, suas famosas "gentilezas" e seu impressionante legado artístico foram celebrados na Bienal do Livro, prestando uma homenagem merecida a este grande visionário brasileiro. Mais do que uma figura histórica, o Profeta Gentileza representa uma fonte perene de inspiração, convidando-nos a refletir sobre o poder transformador do amor e da gentileza em nossas vidas e em nossa sociedade. 

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Na manhã do último sábado (23), os mestrandos ingressantes do Mestrado Profissional em Materiais (Memat) do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), tiveram sua aula inaugural. A atividade, realizada de maneira remota, via Microsoft Teams, devido às condições climáticas que assolaram a região Sudeste no último final de semana, abordou os principais conteúdos que serão debatidos durante o curso, além da metodologia de ensino aplicada ao longo dos projetos a serem executados pelos discentes.

O primeiro encontro serviu para recepcionar os novos estudantes ao programa, como forma de apresentá-los às regras e programação das atividades. O intuito é, basicamente, orientar os alunos sobre as linhas de pesquisa a serem exploradas durante as aulas, a partir de um resumo geral do mestrado. Ao longo do encontro, mediado pelo coordenador do Memat, Roberto Magnago, os alunos conheceram as disciplinas, a estrutura que terão acesso no Centro Universitário e os professores do curso.

O contato inicial dos estudantes foi realizado com bastante cautela, pois todos os discentes estão em um período de transição da graduação para o programa de Mestrado, por isso ainda precisam passar por uma adaptação para estarem completamente acostumados com a metodologia de ensino feita anteriormente e uma é bem diferente de outra. Os alunos já sabem as datas e as disciplinas que irão estudar, sendo que no sábado terão duas disciplinas de manhã e duas de tarde, todas presenciais.

“Por ser muito diferente da graduação, na sexta à noite são três eventos: Metodologia da Pesquisa Científica, que é feita de maneira remota; Ciência da Língua Inglesa, que terá uma semana de oficina de conteúdo e uma semana de prova, além da disciplina de Seminários, que  é uma aula no início e outra ao final do curso, para que o aluno possa receber instruções de como vai montar o plano de trabalho e de como será cobrado por esse plano”, explicou o coordenador.

Roberto Magnago esclarece que, na programação do Memat, “a nossas aulas principais são no sábado, de maneira presencial, podendo o aluno desfrutar da nossa estrutura física de laboratórios e aulas em prédios modernos. Na realidade, são poucas as atividades feitas de forma remota, uma vez que os professores utilizam do ensino digital apenas como complemento”, salientou.

O Memat prepara o estudante técnica e cientificamente para a realização de um projeto, alinhando as aplicações tecnológicas com o desenvolvimento de materiais para a formação profissional que irá resolver as demandas de empresas. Diferente do mestrado acadêmico, o mestrado profissional focaliza o estudo e técnicas diretamente voltadas para o desempenho do profissional em sua atuação no mercado de trabalho, para atender as reivindicações de diferentes instituições da sua área:

"Me interessei pelo mestrado do UniFOA por já ser um egresso da instituição. Por isso conhecer a qualidade diferenciada da estrutura, dos professores e a boa reputação do Centro Universitário foi determinante para a minha escola. Espero me potencializar por meio da aquisição de conhecimentos, da mentoria científica para que eu possa me diferenciar no mercado de trabalho, me permitindo gerar conhecimento no âmbito da academia e das empresas", afirmou Bruno Silva, estudante do Memat, acerca das expectativas da sua nova jornada acadêmica dentro do UniFOA.

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