Na última quarta-feira (30), a Fundação Oswaldo Aranha (FOA) e o Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) realizaram uma homenagem especial a seus colaboradores, celebrando décadas de dedicação daqueles que, com empenho e compromisso, contribuíram para o desenvolvimento e fortalecimento da instituição. O evento ocorreu no auditório Willian Monachesi e homenageou os funcionários que completaram 5, 10, 15, 20, 25, 30, 35 e 45 anos de trabalho na instituição, reforçando o papel essencial de cada um no cotidiano e nos avanços da instituição. 

Em clima de celebração e gratidão, os homenageados receberam certificados de reconhecimento, enquanto colegas e familiares acompanhavam a cerimônia. “O comprometimento de cada colaborador aqui homenageado é o que torna a FOA e o UniFOA uma instituição sólida e acolhedora, movida pela dedicação dos que, há anos, fazem parte da nossa história”, declarou a professora Ana Carolina Dornelas, pró-reitora de pesquisa e pós-graduação, que representou a reitora, destacando a importância do evento para a valorização dos profissionais. 

A cerimônia foi marcada por discursos emocionados e momentos de confraternização, nos quais os homenageados compartilharam memórias e experiências acumuladas ao longo de suas trajetórias na instituição. Além das homenagens individuais, o evento contou com uma breve retrospectiva das transformações e conquistas dos funcionários ao longo dos anos. 

Dentre os homenageados deste ano, destaca-se Márcia de Paula e Silva, secretária dos cursos de Publicidade e Propaganda, Jornalismo, Design e Escola de Comunicação. Ela começou a trabalhar na Fundação Oswaldo Aranha (FOA) em 1979, quando tinha apenas 17 anos, e hoje completa 45 anos de serviço prestado. Ao contar sobre sua trajetória, afirma: “Tenho verdadeira gratidão por todas as oportunidades e desafios que me ajudaram a crescer como profissional e como indivíduo. Tudo isso me deu uma experiência incrível e um conhecimento extraordinário por cada lugar que passei e ainda passo.” 

Cristina Nostorio foi outra homenageada na celebração. Ela iniciou no UniFOA em 2019, por meio das vagas disponibilizadas para PCD (Pessoa com Deficiência). No começo, atuava na secretaria geral do campus Porfírio José de Almeida, no bairro Aterrado, e hoje integra o time responsável pelos eventos da FOA como assistente. 

Cristina comenta que, durante esses cinco anos, pôde acompanhar de perto a evolução da instituição, especialmente no cuidado com o bem-estar dos colaboradores: “O UniFOA avançou muito em tecnologia, e os avanços são notados a cada visita que faço com alunos aos laboratórios e dependências. Mas também avançou no apoio humano, com o Projeto Gente e o Projeto Holos.” 

A superintendente executiva Josiane Sampaio também celebra sua conquista ao completar 15 anos de trabalho na Fundação e expressa como sua jornada durante esse tempo foi valiosa para seu crescimento: “Para mim, aprender a lidar com o outro e tirar o melhor proveito disso é uma das melhores coisas que venho fazendo ao longo dos anos. Me transformei em uma profissional melhor por conta das pessoas com as quais convivi ao longo do tempo. Isso me tornou uma profissional e uma pessoa melhor.” 

Essa celebração destaca a longevidade e o compromisso dos colaboradores, reforçando os valores da FOA e do UniFOA em promover um ambiente de trabalho respeitoso e colaborativo, onde o crescimento individual se alinha ao institucional. 

Mais do que uma cerimônia formal, o evento foi um momento de reconhecimento pessoal para cada colaborador, reforçando o apoio e o senso de pertencimento cultivados pela instituição. A homenagem buscou mostrar como o vínculo construído ao longo dos anos reflete uma dedicação que vai além das obrigações profissionais, integrando as trajetórias individuais ao crescimento da Fundação e do Centro Universitário. Segundo a direção, esse reconhecimento fortalece ainda mais o compromisso em proporcionar um ambiente onde cada colaborador se sinta valorizado e parte essencial dos avanços conquistados.

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O IX Encontro Nacional do Censo da Educação Superior ocorreu nos dias 30 e 31 de outubro de 2024, em Brasília, reunindo representantes de instituições de ensino superior, órgãos do governo e especialistas para discutir temas fundamentais relacionados ao Censo da Educação Superior. O evento foi marcado por mesas redondas, apresentações e oficinas que abordaram desde a relevância da declaração de cor/raça até a avaliação e perspectivas futuras do Censo. 

Durante o evento, as oficinas temáticas se destacaram, especialmente aquelas focadas em Power BI e relatórios. Essas oficinas foram uma oportunidade para os participantes se aprofundarem no uso de ferramentas de análise de dados, promovendo a capacidade de consulta e extração de informações relevantes para a tomada de decisões nas instituições de ensino superior. 

A troca de experiências entre os participantes foi rica e produtiva, resultando em várias conclusões sobre a importância da utilização de dados para a gestão educacional. O uso de ferramentas como o Power BI foi visto como um passo necessário para modernizar e agilizar o acesso às informações, tornando os processos de decisão mais transparentes e eficazes. 

Além disso, reforçou-se a importância de envolver mais instituições nas discussões sobre as práticas de preenchimento do Censo, visando uma maior diversidade de perspectivas e experiências. A colaboração entre instituições pode resultar em um compartilhamento mais eficaz de boas práticas, beneficiando toda a área da educação. 

Essas ações não apenas aprimorarão a qualidade das informações coletadas, mas também contribuirão para a melhoria contínua da educação superior no Brasil. 

A Professora Ivanete Oliveira, reitora e Procuradora Institucional do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), durante sua palestra no evento pode se manifestar como Presidenta da ANPI sobre os desafios no preenchimento do Censo da Educação Superior, apresentou o resultado de uma pesquisa realizada com 456 recenseadores, que representam, em média, 1.500 IES.  

Os resultados apresentados foram discutidos em torno de três principais vetores: complexidade dos dados para coleta; falta de integração entre sistemas, dificuldade no treinamento e capacitação, falta de sensibilização acerca da importância da revisão e conferência dos dados antes da submissão.  

 Vale destacar que a questão da dificuldade de treinamento e capacitação reside sobre o turnover significativo dos profissionais que estão à frente do processo do Censup nas IES.  

A Professora Ivanete Oliveira sugeriu que houvesse mais capacitações em ferramentas de análise de dados, não apenas em eventos como este, mas também em formatos mais acessíveis ao longo do ano. Isso pode incluir webinars e cursos online que facilitem a adesão e o aprendizado contínuo. 

Confira a palestra.

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Na última quarta-feira (30), os estudantes do décimo período do curso de Direito do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) participaram de uma visita técnica ao Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ), em uma atividade que enriqueceu a formação acadêmica com experiências do mundo real. Organizada pela professora Rebeca Baltazar como parte da disciplina de Direito Processual Administrativo, a visita permitiu que os estudantes assistissem a uma sessão plenária, observando de perto os procedimentos e as discussões envolvendo licitações, contratos de concessão e a prestação de contas governamentais. 

A professora Rebeca Baltazar destacou o impacto dessa experiência prática, pois torna tangível o que é falado em sala de aula: 

“Elas conseguiram observar como são tratados problemas em processos licitatórios, questões sobre a anulação de contratos de concessão e prestações de contas – temas que abordamos de forma teórica em sala. Visualizar os advogados realizando sustentações e os conselheiros apresentando suas teses faz com que percebam a aplicabilidade dos dispositivos que estudamos, que, muitas vezes, embora compreendidos, não são reconhecidos em sua totalidade.” 

Entre as alunas participantes, Julia Miranda destacou a relevância da visita para seu desenvolvimento acadêmico e profissional, ressaltando a maneira como a experiência conectou os conceitos teóricos às práticas observadas: 

“A experiência proporcionou a oportunidade de vivenciar, na prática, diversos conhecimentos que, até então, nos eram transmitidos apenas de forma teórica em sala de aula. A observação direta do funcionamento de uma instituição tão importante para o controle das contas públicas nos permitiu ampliar nossa compreensão sobre o papel fiscalizador e o impacto do Tribunal nas esferas governamentais.” 

Julia também elogiou a condução da professora Rebeca Baltazar, cuja abordagem didática facilitou a absorção do conteúdo e a compreensão dos processos: 

“A professora habilmente nos guiou na conexão entre os conceitos discutidos nas aulas e as práticas institucionais que testemunhamos, o que foi fundamental para o pleno aproveitamento da visita.” 

A visita ao TCE-RJ exemplifica a importância das iniciativas de campo promovidas pelo UniFOA, que busca complementar o aprendizado teórico com experiências práticas. Momentos como esse não só expandem a visão crítica dos alunos como também os preparam para os desafios futuros da carreira, desenvolvendo competências fundamentais para sua atuação no mercado jurídico. 

Em um cenário onde a inclusão digital e a igualdade de oportunidades são desafios urgentes, o projeto EVA.Tech surge como uma iniciativa de grande impacto social. Focado no empoderamento digital de mulheres negras, o projeto busca promover a autonomia e o protagonismo feminino no universo da tecnologia, oferecendo capacitação em ferramentas digitais e segurança on-line. 

Desenvolvido a partir de uma parceria entre a ONG “Eu Pratico Esperança”, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas ( Sebrae-RJ)e a Pró-Reitoria de Extensão do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), o EVA.Tech vem respondendo a necessidades muitas vezes negligenciadas, dando voz e recursos a mulheres que enfrentam desafios únicos. 

A ideia do projeto surgiu ainda durante a pandemia de Covid-19, quando se notou a dificuldade dessas mulheres em acessar ferramentas digitais para auxiliar o processo educacional de seus filhos. Assim, o EVA.Tech tem a missão de proporcionar acesso às Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) a mulheres negras em condição de vulnerabilidade social, especialmente aquelas que enfrentam a responsabilidade de serem mães solo. 

“Nosso objetivo é empoderar essas mulheres com ferramentas digitais e princípios básicos da internet, para que possam não só se capacitar, mas também auxiliar nas tarefas domésticas e educacionais em casa,” ressalta Marinez Rodrigues, idealizadora do projeto. 

O projeto atende, principalmente, mulheres entre 20 e 55 anos. Para elas, a experiência vai além do aprendizado técnico. Nos workshops oferecidos, desenvolvem habilidades práticas para o uso da internet, de aplicativos educacionais e de segurança on-line. Essas oficinas, ministradas por professores e acadêmicos do UniFOA, são desenhadas para que as participantes possam utilizar a tecnologia de maneira autônoma. Entre as atividades oferecidas estão o uso das ferramentas do pacote Office básico, inteligência artificial, navegação na web e combate às fake news, promovendo autonomia e segurança em prol de suas necessidades. 

Nivia Barbosa, uma das participantes do projeto, fala sobre a importância de sua participação. Aos 48 anos, ela conta que teve seu primeiro contato com um computador nas aulas do EVA.Tech. “Nunca tinha mexido em um computador. De início foi bem difícil, mas não impossível, porque nas aulas consegui acompanhar o que o professor passava. Consegui fazer uma soma, aprendi a mexer no Windows e descobri o que é isso. Foi muito bom, gostei demais”, afirma. 

O apoio do Sebrae-RJ também foi fundamental para trazer uma nova perspectiva a essas mulheres. Palestras sobre empreendedorismo e estratégias para inserir seus próprios negócios no mercado as motivam a investir e criar possibilidades para melhorar a renda. 

Outro diferencial do EVA.Tech é o impacto do projeto na formação dos estudantes da instituição. Para os discentes, é uma oportunidade de aplicar o conhecimento acadêmico em uma iniciativa de extensão que visa o desenvolvimento humano. “Pude ver que meu trabalho não se limita às telas; posso entrar em contato direto com as pessoas, não só ficar atrás do computador. Aqui, sou mais um ser humano que está disposto a ajudar,” conta Pedro Reis, aluno do curso de Sistemas de Informação, que auxilia na aplicação das aulas. 

Pedro ainda cita uma famosa frase de Nelson Mandela que destaca a importância do projeto: “A educação é a arma mais poderosa que a gente tem para o futuro”, e reforça: “Aqui percebemos isso. A educação molda o futuro e é por isso que estamos aqui, para mudar não só o futuro da sociedade, mas o de cada um”. 

O projeto se alinha ao 5º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS), estabelecido pela Organização das Nações Unidas (ONU) na Agenda 2030, que visa alcançar a igualdade de gênero e empoderar mulheres e meninas. O EVA.Tech busca ser uma resposta a esses desafios, capacitando as participantes em um ritmo que respeita suas particularidades e oferecendo suporte contínuo. A equipe também aborda temas de segurança e privacidade digital, considerando a vulnerabilidade das participantes em relação à exposição on-line. 

“Trabalhamos fornecendo informação de qualidade e com os recursos avançados que possuímos na instituição, de forma gratuita, para essas mulheres que, de outra forma, não teriam acesso. Isso está em consonância com as metas dos ODS,” afirma o professor Rogério Pereira, integrante do Núcleo de Ações Extensionistas da Pró-Reitoria de Extensão. 

O EVA.Tech representa um passo significativo rumo à inclusão digital e ao empoderamento feminino na região. Mais do que apenas um projeto de extensão, é uma prova de como a tecnologia pode servir como ferramenta de transformação e inclusão social. A experiência não só enriquece a vida das mães envolvidas, mas também contribui para a formação cidadã dos alunos do UniFOA. À medida que o EVA.Tech cresce, a expectativa é de que mais mulheres tenham a oportunidade de transformar suas vidas, descobrindo um novo horizonte de possibilidades por meio do universo digital. 

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O primeiro Demoday promovido pela Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) Sul Fluminense foi um marco para o ecossistema de inovação local. Realizado em parceria com o Sebrae e a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Barra Mansa, o evento teve como objetivo principal oferecer uma vitrine para a apresentação de projetos de startups da região, promovendo o desenvolvimento econômico e tecnológico. 

O evento reuniu startups em diferentes estágios de maturidade – desde protótipos até negócios já em operação. Cada participante trouxe suas próprias metas, variando entre busca por patrocinadores, investidores, espaços para testes, parcerias e soluções tecnológicas. Durante a programação, os empreendedores tiveram a oportunidade de apresentar suas ideias para um grupo diversificado de convidados, ampliando a visibilidade de suas soluções. 

Após as apresentações, o Demoday proporcionou um momento de networking, essencial para a troca de ideias e construção de possíveis parcerias e negócios. Rafael Lima professor da Escola de Gestão e Negócios e mentor de inovação e empreendedorismo do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) no Vírgula Hub, destacou a importância desse tipo de interação: 

“É uma oportunidade de aprender e de conhecer propostas e soluções que atendam às necessidades da região, indo ao encontro dos objetivos estratégicos aos quais somos apoiadores.” 

Uma banca avaliadora, teve a tarefa de questionar, compreender e oferecer sugestões sobre as propostas apresentadas. Rafael Lima, convidado para integrar a banca como representante do Vírgula Hub, comentou sobre o papel dos avaliadores: 

“A participação na banca é uma forma de ajudar a compreender os desafios e os objetivos de cada negócio, emitindo pareceres e feedbacks que podem ser fundamentais para o desenvolvimento dessas startups.” 

O Demoday mostrou que a troca de experiências e o apoio mútuo são essenciais para fortalecer a comunidade empreendedora e abrir novos caminhos para o crescimento econômico da região. 

Em comemoração ao Outubro Rosa, a Liga de Saúde da Mulher e da Criança (LASMC), formada por acadêmicos do curso de Enfermagem, do UniFOA realizou uma palestra com o objetivo de conscientizar sobre a importância da prevenção e diagnóstico precoce do câncer de mama e do colo do útero. O evento, que trouxe um espaço de aprendizado e discussão, teve como palestrante Gabriela Souza, egressa da graduação e da própria Liga, fortalecendo a ligação entre estudantes e profissionais que já atuam na área. 

A professora Márcia Bastos, orientadora da LASMC, destacou o envolvimento da diretoria da Liga em sempre oferecer eventos significativos para o desenvolvimento dos futuros profissionais: 

“Foi um momento muito especial. A presença de um egresso como palestrante reforça a ligação entre o que é aprendido na graduação e a prática profissional. É importante ver que esses encontros despertam o interesse e comprometimento dos alunos com temas essenciais para sua formação.” 

A palestra, realizada de forma dinâmica e interativa, foi muito bem recebida pelos estudantes. Para Jhennyfer Machado Alves, aluna de Enfermagem, a experiência foi revelada:

“Foi uma aula como eu ainda não tinha visto, muito dinâmica e cheia de conhecimento prático. Fiquei empolgada ao ver o quanto o toque e o preventivo fazem diferença. A Liga nos trouxe um aprendizado que ainda não vimos na faculdade, ampliando meu conhecimento sobre o Outubro Rosa, o preventivo e o câncer de colo de útero. Espero por mais aulas como essa!” 

A LASMC busca constantemente enriquecer o aprendizado dos alunos, proporcionando divulgação e práticas que vão além da teoria. Essa iniciativa reforça o papel da liga em promover o desenvolvimento de competências e conscientização sobre temas fundamentais, formando os acadêmicos para um futuro em que poderá transformar o aprendizado em ações concretas e humanizadas em prol da saúde da mulher. 

O evento é mais um exemplo de como as ligas acadêmicas contribuem na construção de uma base sólida de conhecimentos e experiências, permitindo que os futuros profissionais compreendam, desde cedo, o valor de cada exame preventivo e da conscientização sobre o cuidado integral com a saúde feminina. 

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O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) celebra com orgulho a conquista da nota máxima, cinco, na avaliação do Ministério da Educação (MEC) para o curso de Medicina, um reconhecimento que reflete anos de trabalho árduo, dedicação e compromisso com a formação de profissionais de excelência. Essa avaliação consagra o UniFOA que também possui nota 5 como uma referência em ensino superior, somando-se ao já elevado padrão de qualidade que a instituição mantém em seus cursos presenciais, a distância (EaD) e no programa de pós-graduação, todos com nota máxima.

Para Julio Aragão, coordenador do curso de Medicina, a conquista vai além de um momento isolado de avaliação. “Esse é um resultado que foi construído durante anos pelos docentes, discentes, técnicos administrativos, pelo apoio da mantenedora e da Reitoria. Não é um ponto final, mas o início de um novo ciclo. Vamos buscar mais inovação e qualidade, levando o nome do UniFOA e do curso de Medicina cada vez mais alto”, afirmou, enfatizando o impacto dessa realização para o futuro do curso e para a comunidade acadêmica.

A reitora do UniFOA, professora Ivanete Oliveira, destacou o esforço coletivo que resultou nesse feito. Segundo ela, a nota cinco é fruto de um trabalho contínuo, pautado em um currículo diferenciado e inovador, com práticas que incluem extensão e pesquisa desde a formação básica até a especialização. “Tivemos mais de 8.449 documentos e cerca de 35 pessoas diretamente envolvidas na produção das evidências. Foram mais de 300 participantes entre docentes, discentes e técnicos administrativos que contribuíram nas reuniões avaliativas. É um resultado grandioso que reforça nossa missão de formar profissionais altamente capacitados e éticos”, afirmou.

A reitora também ressaltou que essa conquista representa mais do que um selo de qualidade; ela é um incentivo para a instituição seguir aprimorando suas práticas e investindo na formação integral dos futuros médicos e médicas que são o verdadeiro reflexo de toda essa formação de excelência e que farão a diferença no Brasil.

A conquista da nota máxima pelo curso de Medicina é um reflexo do compromisso do UniFOA com a excelência acadêmica e a formação de profissionais comprometidos e éticos. Para o UniFOA, o cinco é uma confirmação de que a instituição está no caminho certo, reforçando seu papel na educação superior brasileira e o compromisso com o desenvolvimento integral dos futuros médicos.

Esse marco serve como inspiração para a equipe docente, estudantes e para toda a comunidade acadêmica, reforçando a missão do UniFOA de transformar vidas por meio da educação de qualidade e do comprometimento com o bem-estar social.

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Na celebração de aniversário do Vírgula Hub de Inovação em Volta Redonda, o UniFOA marcou presença com o projeto Chronos, um software inovador de análise e previsão de estoque desenvolvido com tecnologia de machine learning. Representando o grupo de desenvolvimento, os estudantes Matthew da Silva Almeida e Sarah Carla Souza, do curso de Sistemas de Informação (SI), apresentaram o produto durante a Mostra de TCCs organizada pelo hub. 

Além dos alunos, Rafael Lima, professor e um dos organizadores do evento, destacou o papel da mostra de TCCs como parte das comemorações. “A mostra teve como objetivo compartilhar projetos e propostas desenvolvidas pelas instituições fundadoras do Vírgula, incentivando e disseminando a cultura de inovação em nossa região. O UniFOA tem uma presença marcante nessas atividades, o que demonstra a qualidade dos alunos e egressos, bem como do modelo de ensino adotado pelo nosso Centro Universitário,” ressaltou o professor. 

O projeto Chronos foi bem recebido pelos profissionais presentes, que incentivaram os estudantes a inscreverem o projeto no programa de aceleração do hub, reforçando o potencial do software para o mercado. “É vital que os projetos incentivados pela instituição tenham um espaço de visibilidade externa, permitindo que sejam avaliados, desenvolvidos e enriquecidos com feedbacks e sugestões que complementam o desenvolvimento pessoal e profissional dos alunos,” complementou Rafael Lima. 

Um Software Para Tomada de Decisões Baseada em Dados 

Matthew Almeida, estudante do 8º período de SI e um dos criadores do Chronos, compartilhou a experiência de apresentar o projeto e receber feedbacks de mestres e especialistas na área. “Foi interessante, pois antes da minha apresentação, pude ver outros projetos de mestrado. Receber dicas de profissionais experientes foi muito enriquecedor,” comentou. 

Desenvolvido para integrar-se a sistemas de ERP (Enterprise Resource Planning), o Chronos é uma plataforma na nuvem que extrai dados desses sistemas para realizar previsões de demanda, permitindo que o cliente tome decisões estratégicas e otimizadas sobre seu estoque. Matthew reforça que essa ferramenta pode ser uma aliada na gestão de estoque de empresas, oferecendo soluções baseadas em análises precisas de dados. 

Para Matthew, oportunidades como essa são fundamentais para os alunos do UniFOA. “Acredito que iniciativas como essas trazem visibilidade para a universidade e para o aluno. Esse tipo de experiência nos incentiva a fazer conexões e até pode abrir portas para levar nossos projetos adiante,” finalizou. 

O UniFOA segue incentivando seus alunos a participarem de eventos e mostrarem suas ideias em espaços de inovação, reforçando seu compromisso com a formação de profissionais capacitados e preparados para os desafios do mercado e do empreendedorismo tecnológico.

O III Congresso Brasileiro de Ciências e Saberes Multidisciplinares (CBCSM), promovido pelo Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), teve como tema central “O Combate à Desinformação.” O evento, de abrangência nacional, reuniu estudantes, profissionais e pesquisadores para debater a ciência e compartilhar conhecimentos que promovem um combate ativo à disseminação de informações falsas. Com uma programação que incluiu palestras, workshops e oficinas, o evento proporcionou a publicação dos trabalhos nos anais do congresso com DOI, conferindo reconhecimento e enriquecendo a formação dos participantes. 

A Pró-reitora de Pesquisa e Pós-graduação do UniFOA, Ana Carolina Dornelas, comentou sobre a escolha do tema: “Percebemos prejuízos nas mais diferentes áreas do conhecimento, provocados pela disseminação de informações falsas, especialmente nas redes sociais. Precisamos combater isso, levar informação segura e ajudar na formação de cidadãos conscientes, questionadores e bem-informados.” 

Além de fomentar discussões essenciais para o combate à desinformação, o CBCSM ofereceu uma oportunidade única para estudantes de todos os níveis de formação acadêmica, de submeter e apresentar seus trabalhos de Iniciação Científica, entre outros estudos acadêmicos. A edição deste ano teve 2.100 participantes, tendo aprovados 234 dos 317 submetidos. 

Ana Carolina Dornelas destacou o impacto do congresso na comunidade acadêmica: “O Congresso possibilita a troca de informações e favorece a solução de problemas da sociedade. Essa interprofissionalidade agrega muito à formação, permitindo uma visão ampla e colaborativa no mundo do trabalho.” 

Com o formato híbrido, o evento facilitou a participação de pessoas de todas as regiões do Brasil e até do exterior, promovendo um intercâmbio de ideias em grande escala. A programação incluiu atividades presenciais e online, com palestras transmitidas pelo Teams e YouTube, apresentações orais pelo Microsoft Teams e pôsteres exibidos no LinkedIn. Esta integração de plataformas e formatos visa maximizar a acessibilidade e a visibilidade dos trabalhos apresentados. 

Ana Carolina reforçou o valor da programação plural e acessível: “Nosso evento é multidisciplinar e busca derrubar as barreiras entre as áreas do conhecimento, permitindo que pensemos juntos sobre problemas diversos. O formato híbrido facilita a participação e aumenta as contribuições.” 

O CBCSM 2024 não apenas proporcionou um espaço para a difusão científica, mas também incentivou uma visão ampla e crítica da ciência e suas aplicações. A pró-reitora expressou o sentimento de realização ao ver a interação entre os participantes: “É muito gratificante ver o aproveitamento dos participantes e como isso pode ser frutífero na vida acadêmica e profissional de cada um.” 

Integração com o 10º Encontro de Extensão 

Este ano, o evento contou com uma importante novidade: a integração com o 10º Encontro de Extensão. 

Ana Carolina Callegario, Pró-reitora de Extensão do UniFOA, enfatizou a importância dessa junção: “O ponto mais importante da junção é o desenvolvimento conjunto de ensino, pesquisa e extensão. Essa união traz as duas temáticas para o conhecimento da comunidade acadêmica, e permite que os projetos de extensão sejam publicados como relatos de experiência ou artigos, completando a formação dos estudantes de forma ampla e comportamental, além de fortalecer a divulgação científica.” 

Programa de Educação Empreendedora e Empregabilidade 

Outro destaque do congresso foi o programa de educação empreendedora e empregabilidade, em parceria com o Sebrae. Através de uma palestra ministrada por Renata Alarcão sobre Comunicação Eficaz, o UniFOA reforça a importância das competências comportamentais. “O mercado exige profissionais proativos, que enxerguem soluções. E essas características empreendedoras, trabalhadas em parceria com o Sebrae, são fundamentais na formação de um profissional completo”, disse a Pró-reitora Ana Carolina Callegario, ao ressaltar a relevância de preparar os alunos para o mercado de trabalho com uma abordagem que vá além das competências técnicas. 

Pet-Saúde e a Formação para o SUS 

Outro ponto alto do congresso foi a participação do Programa Pet-Saúde, que apresentou diversos trabalhos que realizam em parceria com as Secretarias de Saúde de Volta Redonda e Pinheiral. Segundo Alden dos Santos, representante do Pet-Saúde, “a aprovação de vários trabalhos neste congresso mostra a relevância que o programa possui para a formação de alunos comprometidos com as grandes temáticas do SUS e com a produção científica.” Com dez anos de atuação, o Pet-Saúde reforça a importância do ensino, pesquisa e extensão integrados na formação de novos profissionais de saúde comprometidos com o SUS e com a comunidade. 

Este congresso já é um marco no calendário acadêmico do UniFOA e visa consolidar-se como o maior evento científico do sul do estado do Rio de Janeiro, refletindo o compromisso da instituição com a educação, o desenvolvimento científico e a formação de uma sociedade mais informada e questionadora. 

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Em resposta ao aumento alarmante dos casos de violência doméstica contra mulheres no Brasil, o Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) lançou um projeto pioneiro na região: um centro de atendimento permanente exclusivo para funcionárias vítimas de violência doméstica. Em 2023, o Brasil registrou 258.941 mulheres vítimas de lesão corporal dolosa praticada por seus parceiros, representando um aumento de 9,8% em relação ao ano anterior em comparação com a 18ª edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública. Este número equivale a cerca de 709 casos por dia, evidenciando a urgência de ações efetivas de apoio às vítimas. 

O novo centro de atendimento oferecerá um espaço seguro e especializado, onde as funcionárias poderão receber atendimento jurídico e psicológico, além de acompanhamento contínuo pelo Núcleo de Prática Jurídica (NPJ), pelo Escritório da Cidadania e pelo Saúde Integral. O serviço também inclui suporte administrativo, proporcionando um ambiente de trabalho mais acolhedor e inclusivo para as vítimas. 

"O diferencial do nosso projeto é que o atendimento é voltado exclusivamente para as funcionárias. Enquanto outros NPJs da região oferecem suporte à população geral, nós focamos em nossas colaboradoras, oferecendo um espaço dedicado a elas," destacou Alan Pançardes, coordenador do curso de Direito e um dos idealizadores do projeto. 

O objetivo do centro é garantir que essas mulheres tenham acesso a um suporte completo, que vá além do jurídico e envolva também o emocional. A integração entre o apoio jurídico e psicológico visa proporcionar segurança emocional e física, empoderando as mulheres para enfrentarem e superarem os desafios impostos pela violência. 

"A ideia surgiu das discussões sobre como poderíamos proporcionar um ambiente de trabalho mais justo e igualitário para as mulheres, que muitas vezes enfrentam desafios maiores na sociedade," explicou Pançardes. 

Dario Aragão Neto, coordenador do Escritório da Cidadania, comentou sobre a importância de se criar um espaço acolhedor as mulheres de qualquer espécie de violência com apoio técnico jurídico, e da equipe do Saúde Integral. 

“Além disso poderemos encaminhar as nossas assistidas para a autoridade competente e formalizada a ação judicial, acompanhá-las durante todo o processo judicial. 

Com este projeto, o UniFOA reafirma seu compromisso com a promoção da igualdade e do bem-estar de suas colaboradoras, sendo a única instituição da região a oferecer um serviço exclusivo de apoio a funcionárias vítimas de violência doméstica. 

Este é um passo significativo para garantir que mulheres em situações vulneráveis tenham a chance de se sentir seguras, protegidas e amparadas, tanto no ambiente de trabalho quanto em suas vidas pessoais. 

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