A Fundação Oswaldo Aranha (FOA) e o Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) estiveram presentes no “Seminário ABMES Sudeste – SEMERJ”– Associação Brasileira de Mantenededores do Ensino Superior, em parceria com o Sindicato dos Mantenedores do Rio de Janeiro -, representada pelos assessores da Presidência da FOA, Max Damas, Alessandro Orofino e Alexandre Werner. Vale destacar que o Presidente da FOA, Eduardo Prado, é vice-presidente do SEMERJ.

No evento, que ocorreu no dia 26 de junho, foi intitulado ´Educação Superior: Desafios e Perspectivas´, foram proferidas palestras e realizados debates sobre os rumos da educação superior no Brasil, na ótica de especialistas e profissionais renomados, ao longo do dia.

Tivemos também a palestra do professor Max Damas, que abordou em sua palestra intitulada ´Modalidades Educacionais - Presencial e a Distância - Aplicadas ao Processo Ensino-Aprendizagem como Indutoras da Qualidade´, formas inovadoras e metodologias criativas para pensar o futuro da educação.

De acordo com o assessor Alessandro Orofino, "a FOA demonstrou representatividade forte no evento, uma vez que teve a participação de três assessores diretamente ligados ao Eduardo Prado que, como vice-presidente da SEMERJ, ajudou a promover o seminário", comentou acrescentando ainda que "a palestra do professor Max teve grande repercussão, pois apresentou formas arrojadas de pensar sobre métodos e programas voltados ao ensino a distância (EAD) e presencial", finalizou.

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Promover iniciativas que estimulem a busca por conhecimento são ações que podem transformar a vida de inúmeros estudantes, inclusive aqueles que estão evoluindo em sua trajetória acadêmica no ensino fundamental. Ao oportunizar que alunos de uma graduação tenham a experiência de ensinar conceitos básicos sobre determinada área para esses jovens, o aprendizado é mútuo, pelo contato das crianças e adolescentes com novos assuntos, além da chance dos graduandos colocarem em prática o que estudam em sala de aula.

Apoiados por esse ponto de vista, os discentes do curso da Engenharia ABI do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) elaboraram o “Projeto Missão Eletrônica", programa educacional que visa despertar o interesse dos alunos do ensino fundamental e médio pelas ciências exatas, especialmente a eletrônica. A primeira fase do programa foi construída ao longo do primeiro semestre, com a confecção do material que será utilizado como instrumento de ensino a diversos estudantes de escolas de Volta Redonda por meio de oficinas.

A implementação do "Missão Eletrônica" encontra fundamento na importância de alinhar a educação básica com competências essenciais em engenharia, como definido pelas Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN), e também orientado pelo CREA (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia). Sua aplicação também contribui para Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU), relacionados a preservação do meio ambiente e educação, aumentando ainda mais os impactos da proposta:

“Esta experiência prática é altamente valorizada pelo mercado de trabalho, pois os alunos utilizam as mesmas ferramentas e técnicas que os profissionais que já atuam no mercado de trabalho empregam em suas atividades. Adicionalmente, essa iniciativa promove o desenvolvimento de habilidades comportamentais essenciais, como trabalho em equipe”, enfatizou Italo Pinto Rodrigues, um dos professores do curso de Engenharia proponentes da ação.

A etapa inicial foi focada na criação de protótipos, como um circuito eletrônico, que serão utilizados como exemplos para os projetos dos protótipos foram descritos em cartilhas, de modo a apoiar os discentes do UniFOA, que auxiliarão os jovens do ensino fundamental e médio nas futuras atividades. Além disso, ela conterá informações sobre o funcionamento dos protótipos, fundamentos básicos de suas aplicações e cuidados básicos necessários em projetos envolvendo eletrônica e eletricidade.

A segunda fase acontecerá no segundo semestre com a condução de oficinas dedicadas à reprodução dos protótipos descritos nas cartilhas. Durante essas ações, os estudantes das escolas de Volta Redonda serão introduzidos, integrados e instruídos em conceitos de eletricidade e eletrônica.

Os estudantes do Centro Universitário serão os facilitadores dessa introdução, acompanhados pelo professor Italo. Eles serão incentivados a pensar criticamente e aplicar teorias, aprendidas em sala de aula, por meio de desafios práticos direcionados aos jovens.

Um dos objetivos da iniciativa é criar um ambiente de aprendizado colaborativo, onde estudantes universitários compartilham suas experiências e conhecimentos com os alunos no início de sua trajetória acadêmica, o que incentiva a troca de aprendizado e enriquece o processo educacional ao desenvolver habilidades interpessoais e pedagógicas nos participantes.

A metodologia de aplicação do projeto reflete a ênfase das diretrizes na aplicação prática do conhecimento. Isso não só fortalece a compreensão teórica dos alunos do UniFOA, mas também desenvolve habilidades, como o pensamento crítico, e enriquece a experiência de aprendizagem dos alunos do ensino fundamental e médio:

“A integração entre ensino e extensão torna o processo de ensino-aprendizagem mais humano. Para mim, é uma realização profissional participar desses projetos junto com os estudantes de Engenharia e, mais do que isso, criar e desenvolver propostas que têm o potencial de mudar o mundo”, finalizou Italo.

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O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), representado pela reitora, professora Ivanete Oliveira, e o pró-reitor de Planejamento e Desenvolvimento, Márcio Lins, recebeu a visita do presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro (CREA-RJ), Miguel Fernández.  Ao longo do encontro, realizado na tarde de ontem (9) no campus Universitário Olezio Galotti, em Três Poços, eles conversaram sobre uma aproximação entre a instituição e o conselho, a fim de estreitarem laços, reforçar o compromisso de ambos com a formação profissional e fortalecer a imagem da Engenharia como força motriz de desenvolvimento econômico e social da região Sul Fluminense.

Durante a visita, o presidente do CREA-RJ conheceu algumas das estruturas do campus e ficou encantado com o Centro Universitário. Ele acenou com a possibilidade de uma parceria colaborativa entre o UniFOA e a entidade de classe, pela disponibilização de recursos do conselho e da Mútua - Caixa de Assistência dos Profissionais do órgão.

Todos os mecanismos a serem discutidos e acertados seriam destinados aos programas de aperfeiçoamento profissional e extensão que a instituição acadêmica possa oferecer ao público de mais de 100 mil profissionais credenciados pelo Conselho em todo o estado - sendo mais de 3 mil no Sul Fluminense.

O objetivo geral da reunião para ações futuras na capacitação técnica e acadêmica de milhares de pessoas é erguer pontes para um relacionamento mais próximo e motivado por propostas relacionadas à formação profissional. Todos os frutos que ainda vão ser gerados pela união entre UniFOA e CREA-RJ são direcionados à sociedade, que ganha profissionais de Engenharia cada vez mais especializados para construir um futuro melhor para todos:

"Existe uma grande afinidade entre o CREA e as Instituições Educacionais que têm o curso de Engenharia em seu portfólio, que está principalmente na necessidade de valorização e crescimento do plantel de profissionais em atividade. O UniFOA tem muito a ganhar se empenhando numa parceria com o conselho nesta missão" salientou Márcio, feliz com os futuros resultados da parceria.

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O uso sustentável da água a partir de um ciclo hidrológico saudável e renovável permite o atendimento integral das necessidades humanas, das cidades, da agricultura e do setor produtivo. O consumo bem planejado e aplicado resulta na conservação dos ecossistemas aquáticos, no uso racional dos recursos hídricos e na adoção de tecnologias e sistemas alternativos para a geração e economia desse recurso indispensável para a vida.

Em busca de disseminar as principais atitudes relacionadas à utilização correta da água, os estudantes do 7º período do curso de Engenharia Ambiental do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) desenvolveram materiais de conscientização para serem aplicados em um jogo educativo para alunos de escolas particulares e públicas dos municípios de Volta Redonda e Pinheiral. O planejamento e a prática da iniciativa, divididos em dois semestres, fazem parte da disciplina de Projetos Integrados do curso, que teve a última aula do semestre no início do mês, no prédio 18 do Campus Universitário Olezio Galotti, em Três Poços.

Segundo dados do Instituto Trata Brasil, publicados em junho de 2023, 40,3% de toda a água tratada no país era desperdiçada por meio de vazamentos e erros de mediação, um exemplo claro de uso incorreto, provocando o desperdício. No estado do Rio de Janeiro, o número atingia os 45%, um alerta ainda maior para o incentivo de políticas e ações a favor da utilização sustentável.

No intuito de atingir esse objetivo por meio de ações ambientais educativas, os discentes de Engenharia organizaram, na primeira parte do projeto, os ensinamentos da iniciativa a partir de conteúdos de conscientização que serão apresentados sobre o desperdício e uso renovável da água, e adaptaram essas informações à prática do jogo twister. Os estudantes do UniFOA realizarão a atividade no segundo semestre, quando se encontrarão com alunos de escolas de Volta Redonda e Pinheiral.

Eles reuniram os instrumentos necessários para a brincadeira educativa, que contém um tapete com círculos coloridos em quatro cores, roleta indicativa de qual cor deve-se apoiar as mãos ou pés, e as cartas em que estão escritas as perguntas sobre conscientização, baseadas nos materiais informativos explicados sobre o uso correto e incorreto da água, que serão feitas ao longo do jogo. A prática será desenvolvida de maneira lúdica e de fácil compreensão de todos, ao unir o aprendizado e a diversão das crianças e adolescentes.

O planejamento da atividade é começar com a apresentação dos conteúdos informativos acerca do desperdício e uso correto da água, além de atitudes direcionadas ao seu combate, como tomar banho em um tempo mais curto e desligar a torneira ao escovar os dentes. Depois, o jogo será colocado em prática, com o objetivo de fixar os conhecimentos mostrados inicialmente.

Para começar o jogo, os estudantes de cada colégio serão divididos em grupo de 4 até 6 integrantes. Depois, um dos estudantes de Engenharia do programa girará a roleta. O aluno que estiver em sua vez de jogar deve executar a indicação da roleta sobre apoiar sua mão ou pé na cor que for sorteada ao girá-la e não retirar desse local selecionado até o fim da partida.

Para finalizar a rodada de cada aluno, ele deverá responder uma pergunta corretamente acerca dos tópicos apresentados antes da brincadeira. Se errar, deverá continuar jogando por mais rodadas e executar mais movimentos, sem desfazer aqueles que foram feitos anteriormente.

A prática do jogo tem o intuito de mitigar a educação ambiental a partir de uma atividade leve para potencializar o aprendizado, alinhando a teoria com propósito de ensinar, informar e conscientizar de forma lúdica e divertida:

“Através do jogo, que é uma ferramenta lúdica, consegue-se ensinar um conteúdo educacional muitas vezes denso e abstrato. O jovem aprende o conteúdo de forma empolgante e acaba transmitindo esse assunto para os mais próximos”, pontuou Érika Fraga, uma das professoras proponentes do projeto, ansiosa com os resultados da prática futura.

Como reflexo da experiência vivenciada pelos acadêmicos do UniFOA, a proposta visa ampliar o aprendizado técnico e teórico deles além da sala de aula, pois sistematiza os conhecimentos adquiridos durante a disciplina e a aplicação do jogo elaborado. Além disso, eles são ainda mais capacitados pelas habilidades socioculturais e ambientais compreendidas através do contato com pequenas atitudes sustentáveis e sua transmissão por meio do ensinamento a jovens estudantes da região:

“É maravilhoso participar desse projeto. Poder contribuir para futuras gerações entenderem melhor cuidados e atitudes de conservação da água é realmente transformador. Além disso, consigo treinar as técnicas que aprendi como estudante dentro de sala de aula. Todo mundo ganha nesse caso”, contou Jonathan Saldanha, estudante de Engenharia Ambiental do UniFOA.

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No mesmo dia em que foi lançado oficialmente pela Fundação Oswaldo Aranha (FOA) o seu hospital – H.FOA -, em 5 de julho, também foi realizada a primeira cirurgia robótica do local com a utilização da plataforma Da Vinci X, um investimento feito recentemente pela instituição para procedimentos minimamente invasivos.

A cirurgia robótica fez parte do Mutirão de Cirurgias de Hérnia Abdominal, promovido no estabelecimento hospitalar pela Sociedade Brasileira de Hérnia (SBH), ao longo da semana passada, com aproximadamente 100 cirurgias pelo Sistema único de Saúde (SUS).

A plataforma Da Vinci X, usada para cirurgias robóticas do H.FOA, é um equipamento utilizado em todo o mundo e no Brasil existem pouco mais de 100 aparelhos em funcionamento. O H.FOA está na vanguarda da região Sul Fluminense com essa primeira plataforma instalada de Guarulhos (SP) até Duque de Caxias (RJ). Ela é amplamente utilizada em quase todas especialidades cirúrgicas, que vão do cérebro ao abdômen, sendo as principais: próstata, rim e hérnias abdominais.

Essa primeira cirurgia robótica (hérnia abdominal) foi executada pelo cirurgião e assessor da presidência da fundação, Heitor Santos, que também é vice-presidente da Sociedade Brasileira de Hérnia, umas das principais referências em Hérnia da América Latina, com ampla experiência em robótica:

“A tecnologia atrás da plataforma robótica agrega melhores resultados e recuperação em todos os casos, principalmente nos de alta complexidade.”

Ainda de acordo com o cirurgião, atualmente, a cirurgia de hérnia da parede abdominal é um dos principais procedimentos realizados na plataforma robótica. Por isso, o Centro Médico do H.FOA vai inaugurar, em breve, o ‘Atendimento de Tratamento de Hérnias Abdominais’, com a participação de Heitor Santos e da cirurgiã Luciana Guimarães, ambos especialistas em robótica do H.FOA.

A realização da primeira cirurgia robótica foi um sucesso e, de acordo com a diretora médica do H.FOA, Luciana Guimarães, “a plataforma robótica abrange várias especialidades cirúrgicas, como urologia, cirurgia de hérnias, bariátrica, colorretais, oncológicas, ginecológicas e torácica, oferecendo aos pacientes de Volta Redonda e região Sul Fluminense opções de tratamentos menos invasivos e com melhores resultados”, garantiu.

 

Os benefícios das cirurgias robóticas

A plataforma Da Vinci X tem a tecnologia alemã; é fabricada nos Estados Unidos; comercializada pela Holanda e vem revolucionando as cirurgias em todo o mundo, com precisão e eficácia extraordinárias. O presidente da FOA, Eduardo Prado, é um dos mais entusiastas dessa nova tecnologia implantada no H.FOA e dos benefícios que ela trará aos pacientes que necessitam dos procedimentos.

“Quando o robô chegou, o H.FOA já tinha uma equipe capacitada para operar pela plataforma. São treinamentos intensos que o cirurgião precisa passar para obter a certificação e no hospital temos três profissionais certificados para manusear o aparelho. Fizemos a primeira cirurgia pelo SUS, que saiu de graça para o município e a paciente. Os procedimentos que poderão ser feitos com a plataforma vão do cérebro até a próstata, mas no H.FOA ainda não temos os cirurgiões certificados para o cérebro, mas podemos atuar em cirurgias do pescoço até a próstata”, garantiu.

A eficiência do robô é impressionante, pois o cirurgião pode estar em outro país que consegue operar o paciente, com uma diferença de milésimo de segundos, conforme explicou Eduardo Prado.

“As cirurgias pelo O Da Vinci X são minimamente invasivas, pois faz-se pequenos orifícios para a passagem das pinças, que o cirurgião vai usar como se fossem suas mãos, mas com grande precisão. A parceria entre a inteligência artificial e a criatividade humana é maravilhosa, pois é como se fossem dois cirurgiões operando, mesmo que o robô obedeça aos comandos do cirurgião. A recuperação do paciente é incrivelmente mais rápida e confortável”, ressaltou.

A cirurgia robótica representa um avanço significativo na medicina moderna, oferecendo uma série de vantagens tanto para os pacientes quanto para os profissionais de saúde, e o diretor do H.FOA, Leonardo Prado, explica que ela corresponde muito mais:

“O projeto representa também um marco importante na democratização do acesso a tecnologias avançadas, já que realizamos as primeiras cirurgias do robô para pacientes do SUS. Esta iniciativa vai transformar a assistência médica pública de várias maneiras, pois embora o investimento inicial em tecnologia robótica possa ser alto, a redução nas complicações e o tempo de recuperação mais rápido podem resultar em economias significativas a longo prazo. Menos tempo de internação e recuperação mais rápida significam menor carga sobre os recursos hospitalares. Este é um passo crucial para garantir que todos os cidadãos tenham acesso às melhores práticas médicas disponíveis”, finalizou.

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A etapa estadual do tradicional torneio de robótica – o Fira Brasil -, foi disputada pela segunda vez consecutiva em Volta Redonda, reunindo 43 equipes formadas por alunos das redes pública e privada de ensino de todo o Estado do RJ. O evento ocorreu nos últimos dias 5 e 6, no Shopping Park Sul e, mais uma vez, alunos do curso de Sistema de Informação do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) fizeram parte do corpo de jurados da competição.  

Foram 43 equipes inscritas na etapa estadual do Fira Brasil, sendo 10 formadas por estudantes da rede pública de ensino de Volta Redonda, além de times da cidade do Rio de Janeiro, Angra dos Reis, Cabo Frio, Campos dos Goytacazes, Barra do Piraí e Niterói. O Fira Brasil é um evento que tem a finalidade de classificar equipes de todo o país para participar anualmente do Fira Robo World Cup (Copa do Mundo de Robótica), que será no Maranhão, em agosto.

“A participação dos estudantes do UniFOA é essencial para fomentar conexões com a sociedade e concretizar projetos de extensão que impactem significativamente as escolas do Sul Fluminense, promovendo inovação e tecnologia. A FIRA é um campeonato importante, e a presença dos alunos e professores do UniFOA como juízes é fundamental para garantir a credibilidade e a transparência dos resultados, assegurando que a classificação das escolas participantes seja justa e incontestável. Além disso, essa participação reforça a visibilidade do UniFOA como um parceiro comprometido com eventos de ciência e tecnologia”, ressaltou professor Koffi Amouzou.

Professores e alunos acompanharam os dois dias de disputa como voluntários, sendo juízes do evento e receberão certificados pelo reconhecimento das suas contribuições.

Para Samuel Lima, que está no 5º período do curso de Sistema de Informação (SI) do UniFOA, a participação no evento é muito importante, porque oferece a chance de aplicar na prática o que aprendendo em sala de aula sobre tecnologia e engenharia: 

“É ainda uma ocasião para desenvolver habilidades, como trabalhar em equipe, resolução de problemas e criatividade, que são essenciais para nossa futura carreira. A participação dos alunos é intensa e cheia de entusiasmo, pois todos se dedicam sendo juízes das provas, onde aprendemos muitas coisas como construção e programação dos robôs para os desafios da competição e também trabalhando para melhorar sempre o desempenho e desenvolvimento das equipes”, salientou. 

Como o evento atrai participantes de diversas regiões do Rio de Janeiro, os graduandos comemoram a troca de conhecimentos, experiências e aprendizado, além da oportunidade de networking. 

“O Fira pode ser traduzido como uma grande chance de aumentar o conhecimento em robótica, automação e programação, além de termos noções de gestão de projetos e convivência com estudantes de outras instituições e regiões. Quando entrei na faculdade de Sistema de Informação, tinha vontade de participar de eventos como esse, mas não sabia que seriam desafiadores e gratificantes. Tem sido uma grande experiência me inspirando a buscar ainda mais oportunidades na área de tecnologia”, concluiu Samuel.

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A Fundação Oswaldo Aranha (FOA) está dando um passo histórico em direção à inovação e ao compromisso com o bem-estar da comunidade ao lançar o Hospital da FOA, um ecossistema revolucionário que une saúde e educação em uma abordagem integrada. Com foco em atender as diversas demandas da saúde e da educação médica, o H.FOA se tornará um ponto de referência essencial para a região.

O lançamento da marca foi acompanhado por mais de 400 pessoas e aconteceu no Auditório William Monachesi, no campus Olezio Galotti, em Três Poços, nesta sexta-feira (5). O evento contou com a presença de instituidores, autoridades e políticos de toda a região, empresários e convidados que assistiram ao Presidente da FOA, Eduardo Prado apresentar o H.FOA e todas as atividades que a marca irá desenvolver. Foram 20 meses de muito trabalho e dedicação, tanto da instituição quanto do antigo hospital Hinja.

O Hospital da FOA não só oferecerá uma variedade de serviços médicos à população em geral, mas também se destacará como um espaço de aprendizagem prática para os estudantes das áreas de saúde do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) e da Escola Técnica da FOA (EtecFOA).

Neste mesmo dia 5, o H.FOA realizou a sua primeira cirurgia robótica pelo Sistema Único de Saúde (SUS), com a recém-adquirida plataforma Da Vinci X, um avançado sistema robótico que promete revolucionar a cirurgia médica em Volta Redonda, Sul Fluminense e toda Vale do Paraíba. Além disso, está em andamento o projeto de Residência Médica, que irá contribuir com a excelência na qualidade de formação dos médicos.

Eduardo Prado, presidente da FOA, expressou sua entusiasmada visão sobre o H.FOA e seu impacto na região: "Estamos orgulhosos em anunciar o H.FOA, um marco em nossa jornada para melhorar a saúde e a educação em nossa cidade e região. O novo hospital não apenas proporcionará atendimento médico de qualidade, mas também desempenhará um papel fundamental na capacitação e formação prática de nossos futuros profissionais de saúde."

O H.FOA não é apenas um hospital; é um ecossistema completo que integra diversas soluções, proporcionando atendimento em uma ampla gama de especialidades médicas. Com a FOA lançando seu Hospital, a instituição reforça seu compromisso em oferecer serviços de saúde acessíveis e promover a excelência no ensino médico.

Eduardo ressalta: "O H.FOA é mais do que uma extensão da FOA; é uma contribuição tangível para o avanço da saúde e educação na região. Estamos entusiasmados em proporcionar uma experiência única de aprendizado prático para os nossos estudantes, ao mesmo tempo em que elevamos os padrões de cuidado médico para toda a comunidade. Este é um momento de alegria, pois vemos nosso compromisso se concretizando em benefício de todos."

O prefeito de Volta Redonda e grande parceiro da instituição, Antonio Francisco Neto, expressou sua alegria em ver um sonho antigo da FOA se tornar realidade.

“O H.FOA já nasce com uma marca forte, com a credibilidade de uma instituição que não apenas cresceu com Volta Redonda, mas que ajudou

nossa cidade a prosperar. Diante da gestão do nosso querido Eduardo Prado, assistimos o fortalecimento da FOA e sua expansão, em ações que são tão audaciosas quanto generosas, pois o bem-estar de nosso povo sempre é levado em conta.”

Após as apresentações, foram feitas homenagens com a entrega de placas de agradecimento à família de Gothardo Firmino Netto e Wilma Lopes Netto, bem como para Jayber Jose Godoy Soares Junior. Outros homenageados ganharam a Medalha Chanceler Oswaldo Aranha: prefeito Antonio Francisco Neto; deputado federal Luiz Antônio de Souza Teixeira Júnior, o Dr. Luizinho, e o senador Hiran Gonçalves. Após isso, todos foram para o coquetel no Centro Histórico-Cultural Dauro Peixoto Aragão.

 

H.FOA: emoções traduzidas em depoimentos

Era visível a emoção nos rostos das centenas de convidados, que expressaram seus sentimentos através de relatos comoventes:

Leonardo Prado, diretor do H.FOA:

“É um momento de extrema felicidade para mim. É um grande trabalho de 20 meses que está sendo um enorme sucesso. Foi um grande esforço realizado por equipes de dentro e fora da FOA, para fechar essa operação e avançarmos ainda mais na área da saúde.”

Ivanete Oliveira, reitora do UniFOA:

“A aquisição do HFOA é significativa para os estudantes do UniFOA, ampliando nosso ecossistema de saúde e educação. Oferecerá uma formação abrangente, com desenvolvimento de competências clínicas e interpessoais através de casos reais, diagnósticos e tratamentos supervisionados por docentes e profissionais competentes, incluindo tecnologia robótica. Também irá fortalecer habilidades como raciocínio clínico, empatia, comunicação e trabalho em equipe, preparando-os para desafios profissionais futuros.”

Julio Cesar Soares Aragão, coordenador do curso de Medicina do UniFOA:

“A integração do H.FOA ao curso de Medicina representa um marco significativo para a formação dos futuros médicos. O impacto do H.FOA no aprendizado dos estudantes de Medicina é evidente. Além de oferecer um ambiente controlado e supervisionado para a prática médica, promove um aprendizado baseado em casos reais, o que enriquece a experiência educacional e prepara os alunos para os desafios da prática médica.”

Senador Hiram Gonçalves:

“Tenho uma relação de muito tempo com os gestores do antigo hospital Hinja. Reconheço a importância tanto do hospital, como do Centro Universitário na questão de formação, pesquisa e extensão. Tudo que for fundamental para o nosso país, aonde quer que eu esteja, preciso fomentar e fortalecer. Foi o que todos nós fizemos, trabalhamos muito para que essa união se tornasse realidade.”

Deputado Federal Dr.Luizinho:

“A FOA tem um trabalho gigantesco no campo educacional, por isso precisava se expandir e ter seu próprio hospital. Fui procurado pelo prefeito Neto para ajudar nessa operação, principalmente para desburocratizar esse processo. A situação demandava uma série de garantias e aprovações de órgãos importantes, como o Ministério da Saúde. Consegui ajudar e todos aqui estamos muito felizes por presenciarmos esse momento tão especial para FOA, UniFOA, Volta Redonda e toda população Sul Fluminense. Com esse crescimento, a FOA sobe de patamar, principalmente em relação ao UniFOA, que poderá otimizar seu ensino de futuros e capacitados médicos.”

Deputado Estadual Munir Neto:

“O novo hospital, entre tantas coisas que poderíamos destacar, é o maior exponencial do quanto a FOA é grande. Sobretudo, a prova do quanto ela não se acomoda e ainda quer crescer. Sem deixar de lembrar de todos os presidentes que a fundação já teve ao longo de sua história, hoje é dia de destacar a gestão do Eduardo Prado. Visionário e empreendedor, leva seu grupo a patamares cada vez mais altos. O curso de Medicina tem um enorme ganho na sua formação, para que capacite, cada vez mais, ótimos médicos.”

Gothardo Firmino Netto:

"Muito obrigado por nos fazer enxergar que os legados de todas as famílias do hospital continuam: dos sócios, ex-sócios e da grande associação de médicos que foram lapidados pelo hospital. Depois de 20 meses desse processo, concluímos essa operação.”

Radialista Dário de Paula:

“É um passo duplamente importante. É importante para Volta Redonda porque teremos um hospital de ponta gerido por uma equipe de muita firmeza administrativa, como também para os estudantes de Medicina, pelo grande crescimento que o hospital traz para o curso, tornando-o ainda melhor.”

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O Auditório William Monachesi, do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), no campus Olezio Galotti, em Três Poços, reuniu centenas de pessoas na noite dessa quinta-feira (5) para o “Workshop Eleições 2024”, que contou com a apresentação de três painéis temáticos relacionados ao processo eleitoral deste ano.

Numa verdadeira aula de democracia, o evento reuniu políticos, advogados, jornalista e assessores de imprensa, publicitários, eleitores, alunos da instituição, além de candidatos que pretendem concorrer ao próximo pleito, de várias cidades do Sul Fluminense. O evento foi idealizado pelo jornal Diário do Vale em parceria com a Fundação Oswaldo Aranha (FOA) e UniFOA e contou com o apoio da prefeitura de Volta Redonda.

O objetivo foi informar e orientar partidos políticos, especialistas e demais interessados, debatendo pontos fundamentais para as próximas eleições, divididos em três tópicos: registro para a formalização de candidatura; a fiscalização da propaganda em ambientes on-line, off-line e poder de polícia, e os desafios da prestação de contas de financiamento da campanha. Os temas foram explanados pelos juízes Roberto Henrique dos Reis (131ª Zona Eleitoral-VR) e Thiago Gondim de Almeida Oliveira (90ª Zona Eleitoral-VR).

O encontro foi aberto pelo desembargador e presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), Henrique Carlos de Andrade Figueira que, em seu discurso, enalteceu o UniFOA e se disse surpreso em encontrar na cidade de Volta Redonda um campus e um auditório de nível internacional como o da instituição. “Estamos trazendo aqui um assunto que está entrando em voga agora e vai ocupar a nossa vida nos próximos meses, levando para toda a sociedade brasileira informações sobre o que é o processo eleitoral.”

Ainda segundo o desembargador, “a orientação é necessária para todos os candidatos e partidos possam entender um pouco do que precisam fazer e como se portar durante a campanha eleitoral - as obrigações e os deveres que eles têm. E também, de certa forma, dar ao eleitor uma notícia sobre todo o processo eleitoral, mostrando a preocupação de todos com o respeito e a lisura na condução das etapas do pleito”, frisou.

Na opinião do presidente do TRE, a Educação é o maior instrumento para a democracia, pois ela torna as pessoas com mais conhecimento da vida, dos fatos, das ciências:

“O UniFOA contribui para o Tribunal de Justiça (TJ), fazendo inúmeras de ações sociais e somos parceiros na Justiça do Estado do Rio de Janeiro. Tenho certeza que, a partir de agora, seremos parceiros também no Tribunal Regional Eleitoral, na Justiça Eleitoral. Esse foi o primeiro e grande passo que aproximou definitivamente essas duas instituições: o UniFOA e TRE/RJ”, profetizou.

O presidente da FOA, Eduardo Prado, afirmou que se sentiu muito feliz ao saber o UniFOA havia sido escolhido para sediar o evento de envergadura regional:

“É um momento de exercício da democracia e eu vejo isso como um trabalho pelo desenvolvimento, quando a população pode escolher continuar com os mesmos representantes ou quer trocar. A instituição sempre apoiou a melhoria das condições de vida da população, da cidade e dos alunos, através da tecnologia e da formação científica, por isso estamos aqui, de portas abertas para a democracia. A FOA/UniFOA apoiam essas iniciativas sempre que for chamada”, garantiu.

Painéis mostram cenário realista para eleições

Ao ministrar a palestra sobre a melhor forma de se registrar uma candidatura, o juiz titular da 131ª Zona Eleitoral-VR, Roberto Henrique explanou todos os passos que devem ser tomados pelos candidatos, pois um erro nesta fase pode impedir a diplomação, que é a última fase base do processo eleitoral, pois a prestação de contas e as eventuais ações judiciais são posteriores ao trâmite desse processo.

Já o juiz Thiago Oliveira, titular da 90ª Zona Eleitoral-VR, dissertou sobe a fiscalização das propagandas eleitorais em diversos ambientes, alertando para o combate das fake news e o mau uso da Inteligência Artificial, desafios que os tribunais eleitorais estão se preparando desde 2018, quando a internet começou a ser usada em campanhas políticas. Um exemplo é que a Justiça Eleitoral terá este ano um Centro de Inteligência voltado para rastrear o uso ilegal das tecnologias durante a campanha.

Outro painel apresentado pelo juiz Thiago foi relacionado à prestação de contas dos candidatos, que precisam ser muito rígidas e seguirem as regras determinadas pelas diversas leis que regulam os gastos com a campanha política. “Todo candidato precisa ter um contador e um advogado para que sejam solucionadas as pendências detectadas”, afirmou.

O presidente do Grupo Pançardes de Comunicação, Luciano Pançardes, ressaltou que a parceria com FOA/UniFOA foi fundamental:

“Assim que passamos a ideia ao Eduardo Prado, na mesma hora se dispôs a apoiar e fez todo o esforço para elaborar o evento. O objetivo foi preparar os candidatos para que a “briga” pelos votos seja boa e justa; para que seja uma eleição democrática e para que entendam melhor as mudanças que ocorreram na legislação eleitoral e, por tudo que foi explanado aqui, o evento foi um sucesso”, finalizou.

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O constante avanço tecnológico e o uso cada vez maior de técnicas de resolução de problemas através de imagens, levou o curso de Engenharia Civil do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) a inovar mais uma vez. Foi realizado o curso “Alçando Novos Vôos – XPT-01”, que capacita os alunos a pilotarem drone (quadricóptero), levando em conta a legislação, navegabilidade e pilotagem na obtenção de imagens para projetos de engenharia. O curso foi realizado na semana passada, com a participação de 13 estudantes.

O professor José Marcos Rodrigues explica que o curso levou em conta as novas tecnologias de levantamento de superfícies através de imagens georreferenciadas (posicionamento global por satélite) para uso de atividades da Engenharia Civil:

“A instituição adquiriu dois modernos equipamentos de elevada precisão, devidamente registrados na Agência de Aviação Civil (ANAC) e os estudantes estão aprendendo técnicas como levantamentos plano altimétricos; curvas de nível; gestão por imagens; ortocorreção de imagens; obtenção com rapidez e precisão de levantamentos para regularizações fundiárias urbanas; projetos de mobilidade urbana e da compreensão territorial, entre outras”, pontuou.

Foram levados em conta alguns pontos previamente definidos e que serão utilizados na elaboração dos inúmeros projetos que estão sendo elaborados pela instituição para a cidade. Entre os métodos apresentados, os alunos foram capacitados para manusear o equipamento em casos de ventos; decolagem; produção da nuvem de pontos; navegação programada e aterrissagem. De acordo com José Marcos, novas datas serão marcadas no segundo semestre, para que todos os discentes possam ser habilitados.

 

Alunos se preparam para o futuro tecnológico com drone

A nova era tecnológica de drones utilizada no desenvolvimento de infraestruturas tem sido uma opção cada vez mais operada no mercado da construção, gerando maior movimentação financeira no setor, de acordo com as pesquisas de entidades ligadas ao ramo, que apontam o uso do equipamento no dia a dia da obra, em mais de 40% das construtoras existentes no país.

Para a aluna do 5º período de Engenharia Civil do UniFOA, Ana Júlia Fróes Odorisi, a participação no curso foi ótima:

“Percebi que todos os alunos presentes estavam empenhados em descobrir como manusear o drone e de que forma ele poderia auxiliar no âmbito profissional. Além disso, o professor Renato Donato nos instruiu muito bem, enfatizando a importância da segurança na usabilidade dessa ferramenta. Sei que vamos utilizar esse recurso no futuro, pois as empresas usam para diversas aplicações, como por exemplo o levantamento de informações topográficas com alto detalhamento. O UniFOA, juntamente com o corpo docente, tem superado minhas expectativas em relação ao que está sendo ofertado de experiência através de minicursos, visitas às obras e outras iniciativas”, assegurou.

Cursando o 8º período de Engenharia Civil, Douglas dos Santos Gradil afirmou que o curso foi melhor do que ele esperava:

“Foi nosso primeiro contato com o drone e aprendemos como controlar, registrar as imagens necessárias e o quanto é importante a agilidade e precisão do equipamento. Para nós, engenheiros, o drone ajuda bastante na parte georeferrenciada - um serviço que demora, muitas vezes, dias para ser feito com o equipamento chamado teodolito -, enquanto o drone é só levantar voo, processar as imagens e transferir para o softwares”, esclareceu, acrescentando que “como profissional, tenho certeza que esse curso vai ser muito útil na minha vida dentro do mercado de trabalho. O UniFOA nos proporciona cursos avançados”, frisou.

 

Algumas aplicações de drones na Engenharia Civil:

É cada vez mais comum a utilização de drones em atividades industriais e comerciais de diversos segmentos da economia. Esses equipamentos podem ser utilizados em canteiros de obras, ajudando na construção. Saiba alguns exemplos:

No processo de construção: o drone tem como funcionalidade captar imagens e permitir os profissionais que estão distantes a monitorar áreas. O trabalhador pode acompanhar o desempenho das obras visualizando diferentes ângulos e fiscalizar a segurança tanto estrutural como de Equipamentos de Proteções Coletivas (EPC) e de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) dos trabalhadores.

Içamento de cabos: existem interferências que podem atrapalhar o lançamento de cabos, como lagos, mares, área com grande volume de vegetações e alagados. Nestas situações a utilização do drone vem beneficiar a operação da travessia do cabo através destas interferências.

Mapeamento de áreas: reúne todos os elementos, incluindo os softwares, sensores em solo, a câmera de captura de imagem e o dispositivo aéreo. Pode ser utilizado em várias finalidades, seja em contexto de incorporação que pode melhor avaliar um terreno ou mineração. Ele também pode simular projetos em cima das imagens aéreas captadas pelo drone.

Inspeções: os drones podem ser utilizados em inspeções de telhados, poupando profissionais de riscos ao se expor a uma situação de altura. Também ajudam no contexto de mineração, pois a tecnologia identifica estudos volumétricos onde consegue identificar o quanto de material é utilizado em determinada área e o quanto é preciso escavar ou não determinada mina.

A participação voluntária de profissionais em ambientes de maximização do aprendizado, como em congressos, seja como espectador ou na apresentação de projetos, é uma das diversas maneiras de expandir e compartilhar conhecimentos. Ao entrar em contato com projetos e trabalhos aprofundados sobre assuntos específicos, todos têm uma oportunidade única de potencializar as capacidades técnicas e estratégicas em suas respectivas áreas.

Motivado por essa perspectiva, o professor Rafael Lima, da Escola de Gestão e Negócios do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), participou do "Congresso Brasileiro de Treinamento e Desenvolvimento (CBTD)", realizado em São Paulo-SP. No intuito de compartilhar seus estudos e experiências como docente em projetos sociais destinados aos estudantes da instituição, Rafael apresentou o trabalho intitulado “Protagonismo na trajetória profissional utilizando o modelo OEA”, na qual simplificou passos transformadores para serem aplicados na carreira de qualquer profissional.

Organizado de 19 a 21 de junho, o CTBD reuniu profissionais de Recursos Humanos de todo o Brasil, especialmente os envolvidos em processos de desenvolvimento de pessoas dentro de cada organização. Em sua 39ª edição, o encontro trouxe à tona a realidade que os profissionais do desenvolvimento e de outras áreas vivenciam em relação à abundância de possibilidades, recursos e ferramentas disponíveis para alcançar os objetivos das empresas onde trabalham.

O trabalho submetido e aprovado para apresentação no congresso foi o modelo que Rafael desenvolveu como professor, a partir de 15 anos de projetos sociais direcionados aos alunos da Escola de Gestão e Negócios, especialmente o curso de Administração. Os projetos promoviam a aprendizagem dos temas abordados em sala de maneira prática sobre as teorias, conceitos e modelos que envolvem a gestão de negócios.

Esse aprendizado otimizado oferecido aos discentes permitia que eles aflorassem suas habilidades naturais, exercessem um intenso processo de autoconhecimento e compreendessem o motivo das escolhas pessoais, permitindo uma visão mais ampla das possibilidades da vida e, especialmente, o impacto do protagonismo para construção da sua própria jornada.

Com base nessas iniciativas feitas em sala e na pesquisa sobre o tema do trabalho, ele estruturou em três passos o apoio ao desenvolvimento profissional. O modelo foi apelidado de OEA - O de Observar; E de Entender e A de Agir. Desta forma, o professor buscou incentivar profissionais para que estruturem programas internos – em suas empresas -, com foco neste trabalho para apoiar seus colaboradores no crescimento de suas carreiras.

O professor explica que o OEA pode ser aplicado de diferentes maneiras, como nesse tipo de proposta que foi feita com os estudantes do UniFOA, mas também em outras orientações direcionadas ao público alvo de cada situação em que é utilizado. Em específico, neste tipo de projeto com os alunos, foi possível destacar o incentivo para que sejam capazes de observar o mundo pelos próprios olhos:

“Ao longo das atividades, os alunos se sentem mais confiantes para explorar e dialogar sobre suas perspectivas pessoais de carreira; permitem maior capacidade de apoio nas reflexões sobre o que está acontecendo com o ambiente atual, atentando também para a relevância da disciplina para colocar em prática as ações em direção aos seus sonhos”, pontuou Rafael.

O propósito da apresentação no congresso foi tornar esse percurso claro para dezenas de pessoas, ao potencializar as oportunidades de maneira assertiva e o uso de ferramentas e recursos tecnológicos maximizados para aprimorar a eficiência. Dessa forma, aumenta-se a competitividade da empresa no mercado, sem esquecer do olhar humano para os profissionais, imersos em rotinas cada vez mais dinâmicas e complexas:

“O desejo de causar impacto positivo é enorme, motivo pelo qual a sensação é de satisfação por poder aprender com essa experiência e as trocas decorrentes do compartilhamento desse tipo de atividade. Oportunizar que os participantes sejam capazes de olhar para a própria trajetória com mais protagonismo e que profissionais de RH também possam levar tais práticas para suas empresas, para que os sonhos das pessoas sejam seus guias das escolhas cotidianas”, completou.

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