Unir para ficar mais forte. É com esse espírito que uma parte da população elegeu o mês de junho para levantar a bandeira LGBTQIAPN+, mostrando orgulho do pertencimento e rechaçando o preconceito. Esse mês tem como objetivo reforçar a importância de discutir as temáticas que envolvem gênero e sexualidade, bem como de promover uma maior equidade social e redução da discriminação direcionada a esse grupo.  

O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), por meio do Programa de Educação pelo Trabalho (PET-Saúde), abriu o debate através de uma roda de conversa com o tema “Saúde LGBTQIAPN+ - Um olhar necessário”, que foi realizado no Centro Histórico-Cultural Dauro Aragão, no campus Olezio Galotti, em Três Poços, nos dias 17 e 18. O evento reuniu cerca de 200 participantes, entre funcionários, professores, coordenadores de curso e estudantes dos cursos de Medicina, Nutrição, Odontologia, Educação Física, Enfermagem, Direito, Mestrado em Ciências da Saúde e Meio Ambiente, Serviço Social e demais cursos.    

Com a constante evolução e mudança da sociedade, temas emergentes como a saúde da população LGBTQIAPN+ se faz importante, de acordo com um dos organizadores do encontro e professor do curso de Medicina, Arthur Villela:  

“Exemplos como processos transexualizador e as saúdes mental e integral desta população devem ser aprendidos e empregados por todos os profissionais de saúde, principalmente os envolvidos com a saúde básica. Existe uma lacuna entre o profissional de saúde e essa população, que os afasta dos serviços de atendimento, aumentando assim as comorbidades. É urgente discutir cada vez mais essa sigla e tudo que ela envolve, dentro das universidades. Estamos cansados de falar, mas fazer pouco. Precisamos parar de sentir medo de nos expressar, de mostrar quem somos e o caminho é a abertura desse diálogo”. 

  

A mudança do olhar para a sigla LGBTQIAPN+  

Ao abrir o encontro, o professor e orientador de serviço do PET-Saúde UniFOA, Ailton Carvalho lembrou que o Brasil é o país que mais mata a população LGBT e isso é muito sério e precisa ser mudado.  

“Como o tema do PET é a equidade, estamos aproveitando a oportunidade para dar visibilidade a todos os alunos e funcionários que compõem essa sigla tão importante, além de capacitá-los para que tenham esse olhar diferenciado e perceber o que o outro realmente necessita e não o que acha que é de direito. Essa é a formação que os nossos alunos precisam ter, para que, dentro de um pensamento equânime, conseguirem identificar que o outro necessita dentro da diferença e da diversidade dele. É a lisura dos direitos humanos”. 

Durante a roda de conversa foi possível acompanhar alguns relatos de professores e estudantes sobre as vivências e dificuldades como pessoas LGBT na faculdade, além das políticas públicas que existem e que deveriam existir para que o acesso à saúde seja de fato integral. Esses coletivos, em contrapartida, vêm alcançando melhor qualidade na vida acadêmica, através de apoio como este evento e de outros programas na instituição que permitem melhor suporte aos universitários. 

O estudante do 5º período do curso de Medicina, Caio Tulio Esteves, que também atuou na organização da mesa redonda, destacou que passou da hora de discutir essa temática e capacitar os futuros profissionais para mudar a realidade.   

“Atualmente, não existe mais espaço para piadinhas ou olhar atravessado em sala de aula, pois defendemos essa sigla, não aceitamos o desrespeito e protestamos na hora. Por isso precisamos desses debates, pois hoje a universidade já se mostra bem diferente do que a minha primeira graduação, há 14 anos, mas a luta ainda está no início. Apesar de maior aceitação, muitas pessoas ainda sofrem de ansiedade, depressão, riscos iminentes da própria vida e ainda encontramos pessoas passando por isso”. 

O aluno do 7º período do curso de Serviço Social, Yuri Willow Candido, explicou que a sigla LGBTQIAPN+ mostra que essa parcela da população se organizou politicamente pelos seus direitos, reforçando que cada letra tem a sua peculiaridade, especificidade e demandas pessoais, com destaque e representatividade.  

“Cada letra dessa representa um coletivo de pessoas que vivencia as mazelas, mas apenas temos um corpo que não está dentro do padrão convencional. Desde os 9 anos fui questionado pela minha sexualidade, enquanto eu só queria ser criança, coisa que não vemos acontecer com uma criança considerada hetera. As minhas infância e adolescência foram marcadas pela falta de criatividade, espontaneidade e até mesmo a minha fala foi prejudicada, pois desenvolvi uma gagueira porque era cobrado para agir de outra forma que não era eu”, desabafou.   

Ele ainda acrescentou: “é muito importante este debate e fiquei contente por hoje, pois estamos num espaço coletivo onde temos a possibilidade de propor mudanças significativas e estruturais que vão impactar. Isso é muito bom. Essa sigla é um coletivo de pessoas que entendem que, para além do LGBTQIAPN+, tem outros seres que precisam de visibilidade, principalmente nas políticas públicas”.  

Danielli Lima de Carvalho, do 7º período do curso de Odontologia contou que está no UniFOA há 3 anos e é a segunda vez que participa de uma discussão dessa temática. “Este momento é muito importante, pois muitos se sentem como um peixe fora d’água, mas esse constrangimento está diminuindo graças a eventos como este. Para quem atende a pacientes é muito importante saber em qual realidade ele se encaixa, para facilitar toda a convivência que temos de ter com quem a gente cuida. É importante reconhecer a sexualidade do outro”, finalizou.

 

Um pouco da história da luta LGBTQIAPN+ no Brasil

A luta e os movimentos por direitos da população LGBTQIAPN+ se fortaleceram no final da década de 1970, com o Grupo Somos como precursor da luta homossexual.  

Esse início ainda não contava com a pluralidade existente atualmente, sendo protagonizado majoritariamente pelos homens homossexuais. Com a epidemia da AIDS/HIV, nos anos 1980, houve uma mobilização por parte do governo, a fim de atuar na prevenção dessa doença.  

Com isso, esse grupo conquistou ainda mais espaço e trouxe outras reivindicações ao cenário político. Nessa mesma época, as mulheres lésbicas, até então ainda invisíveis, começaram a se alinhar ao movimento feminista e a denunciar o machismo presente nos mais diversos grupos sociais.  

Somente na década de 1990, o movimento de travestis conseguiu mais espaço. Ele institui-se em coletivos, como no caso da Associação das Travestis e Liberados do RJ (Astral), pautando o governo para o atendimento de suas demandas específicas, além de atuarem nas ações de prevenção da aids. Na mesma época, a causa de transexuais foi incluída na agenda deste movimento.   

Com o passar dos anos, o movimento, antes protagonizado pelos homens homossexuais, passou a ser integrado e protagonizado por outros grupos também marginalizados pela sua orientação sexual e ou identidade de gênero, como lésbicas, bissexuais, transexuais, entre outros.  

Em 2004, o governo, em conjunto com a sociedade civil, instituiu o “Brasil sem Homofobia – Programa de Combate à Violência e à Discriminação contra LGBT e de Promoção da Cidadania Homossexual” (BRASIL, 2004), que foi elaborado pela Secretaria Especial de Direitos Humanos (SEDH) da Presidência da República.   

Nesse mesmo ano, o Ministério da Saúde constituiu o Comitê Técnico de Saúde da População LGBT, e em 2006 o Conselho Nacional de Saúde (CNS) passou a incluir representantes da população LGBTQIAPN+. Ambas essas conquistas são marcos importantes da luta pelo acesso à saúde e pelo atendimento humanizado, integral e livre de preconceitos.  

Nas últimas décadas, alguns direitos já foram conquistados, a exemplo a criminalização da homofobia, porém essa parte da população ainda enfrenta muitos desafios, como a falta de acesso aos serviços de saúde. Isso porque, o sistema de saúde ainda hoje possui entraves que impedem o amplo acesso ao cuidado desses indivíduos. (Fonte: Movimento LGBTQIAPN+).

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Unir para ficar mais forte. É com esse espírito que uma parte da população elegeu o mês de junho para levantar a bandeira LGBTQIAPN+, mostrando orgulho do pertencimento e rechaçando o preconceito. Esse mês tem como objetivo reforçar a importância de discutir as temáticas que envolvem gênero e sexualidade, bem como de promover uma maior equidade social e redução da discriminação direcionada a esse grupo.  

O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), por meio do Programa de Educação pelo Trabalho (PET-Saúde), abriu o debate através de uma roda de conversa com o tema “Saúde LGBTQIAPN+ - Um olhar necessário”, que foi realizado no Centro Histórico-Cultural Dauro Aragão, no campus Olezio Galotti, em Três Poços, nos dias 17 e 18. O evento reuniu cerca de 200 participantes, entre funcionários, professores, coordenadores de curso e estudantes dos cursos de Medicina, Nutrição, Odontologia, Educação Física, Enfermagem, Direito, Mestrado em Ciências da Saúde e Meio Ambiente, Serviço Social e demais cursos.    

Com a constante evolução e mudança da sociedade, temas emergentes como a saúde da população LGBTQIAPN+ se faz importante, de acordo com um dos organizadores do encontro e professor do curso de Medicina, Arthur Villela:  

“Exemplos como processos transexualizador e as saúdes mental e integral desta população devem ser aprendidos e empregados por todos os profissionais de saúde, principalmente os envolvidos com a saúde básica. Existe uma lacuna entre o profissional de saúde e essa população, que os afasta dos serviços de atendimento, aumentando assim as comorbidades. É urgente discutir cada vez mais essa sigla e tudo que ela envolve, dentro das universidades. Estamos cansados de falar, mas fazer pouco. Precisamos parar de sentir medo de nos expressar, de mostrar quem somos e o caminho é a abertura desse diálogo”. 

  

A mudança do olhar para a sigla LGBTQIAPN+  

Ao abrir o encontro, o professor e orientador de serviço do PET-Saúde UniFOA, Ailton Carvalho lembrou que o Brasil é o país que mais mata a população LGBT e isso é muito sério e precisa ser mudado.  

“Como o tema do PET é a equidade, estamos aproveitando a oportunidade para dar visibilidade a todos os alunos e funcionários que compõem essa sigla tão importante, além de capacitá-los para que tenham esse olhar diferenciado e perceber o que o outro realmente necessita e não o que acha que é de direito. Essa é a formação que os nossos alunos precisam ter, para que, dentro de um pensamento equânime, conseguirem identificar que o outro necessita dentro da diferença e da diversidade dele. É a lisura dos direitos humanos”. 

Durante a roda de conversa foi possível acompanhar alguns relatos de professores e estudantes sobre as vivências e dificuldades como pessoas LGBT na faculdade, além das políticas públicas que existem e que deveriam existir para que o acesso à saúde seja de fato integral. Esses coletivos, em contrapartida, vêm alcançando melhor qualidade na vida acadêmica, através de apoio como este evento e de outros programas na instituição que permitem melhor suporte aos universitários. 

O estudante do 5º período do curso de Medicina, Caio Tulio Esteves, que também atuou na organização da mesa redonda, destacou que passou da hora de discutir essa temática e capacitar os futuros profissionais para mudar a realidade.   

“Atualmente, não existe mais espaço para piadinhas ou olhar atravessado em sala de aula, pois defendemos essa sigla, não aceitamos o desrespeito e protestamos na hora. Por isso precisamos desses debates, pois hoje a universidade já se mostra bem diferente do que a minha primeira graduação, há 14 anos, mas a luta ainda está no início. Apesar de maior aceitação, muitas pessoas ainda sofrem de ansiedade, depressão, riscos iminentes da própria vida e ainda encontramos pessoas passando por isso”. 

O aluno do 7º período do curso de Serviço Social, Yuri Willow Candido, explicou que a sigla LGBTQIAPN+ mostra que essa parcela da população se organizou politicamente pelos seus direitos, reforçando que cada letra tem a sua peculiaridade, especificidade e demandas pessoais, com destaque e representatividade.  

“Cada letra dessa representa um coletivo de pessoas que vivencia as mazelas, mas apenas temos um corpo que não está dentro do padrão convencional. Desde os 9 anos fui questionado pela minha sexualidade, enquanto eu só queria ser criança, coisa que não vemos acontecer com uma criança considerada hetera. As minhas infância e adolescência foram marcadas pela falta de criatividade, espontaneidade e até mesmo a minha fala foi prejudicada, pois desenvolvi uma gagueira porque era cobrado para agir de outra forma que não era eu”, desabafou.   

Ele ainda acrescentou: “é muito importante este debate e fiquei contente por hoje, pois estamos num espaço coletivo onde temos a possibilidade de propor mudanças significativas e estruturais que vão impactar. Isso é muito bom. Essa sigla é um coletivo de pessoas que entendem que, para além do LGBTQIAPN+, tem outros seres que precisam de visibilidade, principalmente nas políticas públicas”.  

Danielli Lima de Carvalho, do 7º período do curso de Odontologia contou que está no UniFOA há 3 anos e é a segunda vez que participa de uma discussão dessa temática. “Este momento é muito importante, pois muitos se sentem como um peixe fora d’água, mas esse constrangimento está diminuindo graças a eventos como este. Para quem atende a pacientes é muito importante saber em qual realidade ele se encaixa, para facilitar toda a convivência que temos de ter com quem a gente cuida. É importante reconhecer a sexualidade do outro”, finalizou.

 

Um pouco da história da luta LGBTQIAPN+ no Brasil

A luta e os movimentos por direitos da população LGBTQIAPN+ se fortaleceram no final da década de 1970, com o Grupo Somos como precursor da luta homossexual.  

Esse início ainda não contava com a pluralidade existente atualmente, sendo protagonizado majoritariamente pelos homens homossexuais. Com a epidemia da AIDS/HIV, nos anos 1980, houve uma mobilização por parte do governo, a fim de atuar na prevenção dessa doença.  

Com isso, esse grupo conquistou ainda mais espaço e trouxe outras reivindicações ao cenário político. Nessa mesma época, as mulheres lésbicas, até então ainda invisíveis, começaram a se alinhar ao movimento feminista e a denunciar o machismo presente nos mais diversos grupos sociais.  

Somente na década de 1990, o movimento de travestis conseguiu mais espaço. Ele institui-se em coletivos, como no caso da Associação das Travestis e Liberados do RJ (Astral), pautando o governo para o atendimento de suas demandas específicas, além de atuarem nas ações de prevenção da aids. Na mesma época, a causa de transexuais foi incluída na agenda deste movimento.   

Com o passar dos anos, o movimento, antes protagonizado pelos homens homossexuais, passou a ser integrado e protagonizado por outros grupos também marginalizados pela sua orientação sexual e ou identidade de gênero, como lésbicas, bissexuais, transexuais, entre outros.  

Em 2004, o governo, em conjunto com a sociedade civil, instituiu o “Brasil sem Homofobia – Programa de Combate à Violência e à Discriminação contra LGBT e de Promoção da Cidadania Homossexual” (BRASIL, 2004), que foi elaborado pela Secretaria Especial de Direitos Humanos (SEDH) da Presidência da República.   

Nesse mesmo ano, o Ministério da Saúde constituiu o Comitê Técnico de Saúde da População LGBT, e em 2006 o Conselho Nacional de Saúde (CNS) passou a incluir representantes da população LGBTQIAPN+. Ambas essas conquistas são marcos importantes da luta pelo acesso à saúde e pelo atendimento humanizado, integral e livre de preconceitos.  

Nas últimas décadas, alguns direitos já foram conquistados, a exemplo a criminalização da homofobia, porém essa parte da população ainda enfrenta muitos desafios, como a falta de acesso aos serviços de saúde. Isso porque, o sistema de saúde ainda hoje possui entraves que impedem o amplo acesso ao cuidado desses indivíduos. (Fonte: Movimento LGBTQIAPN+).

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Desde de a criação da Agência de Comunicação Integrada (ACI) da Fundação Oswaldo Aranha (FOA), em 2010, como espaço de práticas dos cursos de Publicidade e Propaganda e de Jornalismo do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), foram atendidas diversas instituições e projetos comunitários, como a Associação para Criança e Adolescente do Bairro Califórnia (ACAC), Projeto Bike Anjo, Projeto Descarte de Lixo Eletroeletrônico, Campanhas contra a Intolerância Religiosa e a Associação de Aposentados e Pensionistas de Volta Redonda (AAPP-VR), entre outras contribuindo para o desenvolvimento social. Com o crescimento e desenvolvimento da agência, hoje a ACI é responsável pelos atendimentos e desenvolvimentos de trabalhos internos pertinentes aos cursos e outros setores da instituição.

Como consequência do sucesso proporcionado pela agência, o curso de Publicidade e Propaganda criou o Laboratório de Práticas em Comunicação, localizado no prédio 9 do campus Universitário Olezio Galotti, em Três Poços, no intuito de que seus discentes possam ter um espaço para apoiar esses atendimentos, a partir do desenvolvimento de divulgações desses projetos e iniciativas sociais, por exemplo. Através desse novo ambiente de compartilhamento de conhecimentos e saberes, a união a esses programas comunitários se justifica ao proporcionar a todos os estudantes a prática real e o desenvolvimento de valores voltados para ações transformadoras.

Ao longo deste semestre, os estudantes do curso que participam dessas práticas do laboratório estão dando continuidade a divulgação de uma dessas grandes parcerias, o Projeto Bike Anjo. Como parte dessa união, os alunos ajudam na preparação do material publicitário das atividades e objetivos da proposta, como em vídeos explicativos e campanhas para atingir o público alvo e atrair cada vez mais participantes ao programa.

A Bike Anjo é uma rede de pessoas que acredita na bicicleta como uma ferramenta para a transformação das pessoas e das nossas cidades. O projeto surgiu em novembro de 2010, em São Paulo, capital. Vários cicloativistas começaram a acompanhar alguns motoristas no trânsito, com um convite para participarem da bicicletada, uma das práticas do programa que acontece uma vez por mês em muitas cidades do mundo.

Em 2012, é criada, pela Bike Anjo de Recife em parceria com as Pedalinhas de São Paulo, a Escola Bike Anjo (EBA), uma oficina de aprender a pedalar. Graças ao sucesso instantâneo, logo chegou à várias cidades do Brasil, inclusive no munícipio de Volta Redonda, Rio de Janeiro.

A sede está localizada no bairro Ilha São João, em uma parceria com prefeitura da cidade. No primeiro domingo de cada mês ocorrem as atividades das oficinas iniciais da EBA, que recebe públicos de qualquer idade, desde crianças até idosos.

Toda semana os acadêmicos do curso de Publicidade e Propaganda se reúnem para discutir novas maneiras de ampliar a rede de apoio da iniciativa. Uma das formas encontradas por eles e pela professora que lidera o grupo, Clarisse Netto, é de deixar o Instagram do projeto sempre ativo e atualizado com o cronograma de novas atividades e o registro de cada prática realizada, no intuito de aumentar o impacto do programa com o recurso das mídias sociais.

Os encontros ocorrem no Laboratório de Práticas em Comunicação ou no Laboratório de Fotografia, também localizado no prédio 9, onde eles debatem as melhores estratégias e planejamento para o andamento da iniciativa.

Clarisse explicou que todo esse processo é enriquecedor não só à comunidade pelo apoio promovido, como também para cada discente que se dispõe a ajudar em cada uma das etapas:

“Nada melhor que a prática social pra completar a aprendizagem de nossos alunos. Tenho certeza do quanto é importante para que possa formar pessoas melhores pro nosso mundo. Nossa comunidade ganha demais, mas, com toda certeza, nossos alunos crescem como pessoas e profissionais nesses projetos”.

Maria Spolidoro, estudante do 7º período de Publicidade e Propaganda que participa das ações do Laboratório de Práticas em Comunicação, confirmou que a experiência vivenciada ao longo do programa tem sido muito enriquecedora para sua formação como profissional. Ela ainda acrescentou que o contato com propostas reais e o trabalho em grupo promovido durante cada processo potencializa o desenvolvimento de habilidades fundamentais em sua área de atuação:

“Essa experiência me dá a oportunidade de aplicar os conceitos teóricos que aprendi na sala de aula em questões como planejamento de campanhas, criação de conteúdo e estratégias de marketing digital. Ao trabalhar em projetos reais para clientes reais, desenvolvi habilidades importantes como trabalho em equipe, gestão de tempo e resolução de problemas.  Além disso, o ambiente colaborativo do laboratório permitiu uma troca constante de informações e opiniões entre supervisores e colegas”.

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A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) agraciou o curso de Direito, do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) com o Selo de Qualidade OAB Recomendada, que em sua 8ª edição enalteceu ‘O Fortalecimento da Advocacia Brasileira a Partir do Ensino Jurídico de Excelência’, em cerimônia realizada no Clube de Engenharia, em Brasília, nessa quarta-feira, dia 19. O evento contou com as presenças da Reitora Ivanete Oliveira; do Pró-reitor Acadêmico, Bruno Gambarato e do Coordenador do curso, Alan Pançardes.  

O UniFOA é a única instituição particular a receber o Selo de Qualidade OAB em toda a região Sul Fluminense.  

O Selo é uma distinção de grande importância para as instituições de ensino superior no país e um reconhecimento merecido que valida a excelência dos cursos de Direito. Ele é concedido pela principal entidade de representação jurídica do país após uma avaliação rigorosa, considerando aspectos como o desempenho dos estudantes no Exame de Ordem e os índices do Ministério da Educação (Enade). 

O curso de Direito do UniFOA se destaca entre os melhores do país. Para se ter uma ideia, dos 1.258 cursos de Direito oferecidos por instituições públicas e privadas no Brasil, o UniFOA está entre os 15% que receberam o prestigioso Selo de Qualidade da OAB. No estado do Rio de Janeiro, dos 94 cursos de Direito, apenas 19 foram agraciados com este selo, sendo 10 de instituições privadas e 9 de instituições públicas.  

“Para nós do UniFOA, o Selo OAB é um reconhecimento da qualidade do curso de Direito oferecido, garantindo credibilidade e competitividade no mercado educacional e alta empregabilidade para nossos graduados”, comemorou a reitora Ivanete.  

Ainda de acordo com ela, “o objetivo do Selo OAB é parabenizar os cursos de Direito com altos índices de qualidade. Ele é atribuído às instituições que investem na melhoria de seus Projetos Pedagógicos, incluindo o aperfeiçoamento da matriz curricular, capacitação docente, estímulo à pesquisa, atividades de extensão e infraestrutura acadêmica”, complementou.  

O coordenador Alan Pançardes falou entusiasmado sobre mais essa conquista, que mostra que o UniFOA está no caminho certo, comprometido com os alunos e capacitando todos para o exercício profissional, para a OAB, possibilitando a atuação no mundo jurídico como advogados e, também, para a realização de concursos, formando um aluno completo e habilitado.  

O Selo de Qualidade da OAB é de extrema importância para a nossa instituição porque não é uma atitude política. A OAB analisa o índice de aprovação na OAB, o resultado do Enade, a satisfação dos estudantes, a estrutura da instituição, a regulamentação da instituição junto ao MEC. Esse selo foi concedido a cerca de 15% de todas as instituições do Brasil, o que coloca o UniFOA num nível restrito que a OAB recomenda para os cursos de Direito”, celebrou. 

Motivo de orgulho para a nossa região Sul Fluminense, essa conquista mostra o compromisso da instituição em promover a excelência acadêmica e a qualidade do ensino jurídico oferecido aos seus alunos. O selo simboliza a certificação de trabalho árduo desenvolvido pelo UniFOA na capacitação de profissionais éticos e preparados para atuarem e contribuírem para um mundo mais justo. 

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As artes finais do projeto “EmbalARTE” do curso de Publicidade e Propaganda do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) foram apresentadas pelos estudantes do 4º período do curso, como a prática final da disciplina de Gestão de Marketing. Em uma exposição realizada na noite da última segunda-feira (10) no prédio 9 do campus Universitário Olezio Galotti, em Três Poços, os acadêmicos exibiram quadros artísticos elaborados por meio da iniciativa realizada ao longo do primeiro semestre, proposta pelo professor Edilberto Venturelli e o coordenador do curso Douglas Gonçalves.

O intuito da atividade era de criar obras artísticas a partir do uso de embalagens e resíduos sólidos recicláveis, com o propósito de fomentar a responsabilidade social e sustentabilidade através de artes recicladas, além de incentivar a conscientização ambiental por meio de conhecimentos aprendidos nas aulas. Cada aluno confeccionou um quadro, totalizando 15 obras, utilizando materiais que, comumente, costumam ser descartados após serem utilizados uma única vez no cotidiano, tal qual plástico, papel e papelão.

As artes continuarão expostas no mesmo local da apresentação, para que todos os docentes, discentes e funcionários do UniFOA e FOA (Fundação Oswaldo Aranha) sejam impactados pelos princípios sociais e conscientizadores dessa prática. Para destacar ainda mais as vantagens da reciclagem e a sustentabilidade, todos os estudantes adicionaram informações claras sobre esses propósitos, estimulando o consumo assertivo desses materiais.

De acordo com a plataforma Central de Custódia, que coleta e analisa dados de logística reversa de embalagens na América Latina, mais de 1,8 milhão de toneladas de embalagens foram reutilizadas no Brasil. Apesar do progresso, o país recicla apenas 4% desses resíduos, índice muito abaixo de outros países da América do Sul, como Chile e Argentina, que apresentam média de 16% de reciclagem, segundo dados da ISWA (International Solid Waste Association).

O desenvolvimento do EmbalARTE visava justamente incentivar a prática de reciclar resíduos e embalagens alinhada à criatividade dos alunos, que utilizaram técnicas adquiridas em sala, como a harmonia da mistura de determinadas cores em um quadro, que podem transmitir sensações de poder e energia, por exemplo. Os acadêmicos elaboraram suas artes como figuras representando animais, plantas, pessoas e personagens fictícios a partir da reciclagem e o acabamento com pincéis, colas, tesouras e outros instrumentos artísticos.

“A elaboração do projeto e a exposição serve como uma plataforma para que os discentes de publicidade apliquem suas habilidades de comunicação e marketing em um contexto real, promovendo a conscientização sobre sustentabilidade”, afirmou Edilberto Venturelli, um dos professores proponentes da iniciativa. Ele ainda expressou sua gratidão em poder proporcionar esses momentos de muito aprendizado e transformação acadêmica aos seus estudantes, garantindo os impactos da conscientização ambiental e social ampla dos participantes:

“Me sinto completando a formação desses alunos de forma abrangente. Observo que todos eles podem potencializar uma informação "trocada", além das quatro paredes da instituição. Acredito que formamos, verdadeiramente, para a vida, por isso sinto-me responsável em proporcionar uma compreensão ampla da caminhada que esse aluno já tem ou terá no mercado e na vida”.

A exposição foi um sucesso por conseguir conscientizar a todos do Centro Universitário acerca da reutilização de materiais em prol da responsabilidade ambiental através de artes criativas produzidas pelos estudantes de Publicidade e Propaganda, estimulando o aprendizado por meio da teoria e a prática sustentável. Matheus Jordão, estudante do curso, que confeccionou um quadro que representa um personagem do jogo LEGO, afirmou que potencializou muito suas habilidades em atividades artesanais, sendo um processo desafiador, mas de muito aprendizado:

“Foi desafiador participar dessa experiência e iniciativa nobre, pois não tenho muitas habilidades com a confecção de artes elaboradas manualmente, por isso tive que me adaptar e superar minhas limitações ao longo desse processo. Mas, sempre gostei muito de LEGO, por isso juntei essa minha paixão ao grande desafio proposto nessa atividade para desenvolver um quadro que achasse interessante”.

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No dia 18 de junho, o campus Olezio Galotti do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) foi palco de uma importante ação de conscientização sobre a doação de sangue, em parceria com a Fundação Sérgio Loureiro. O evento, que contou com a presença de um caminhão adesivado especialmente para a ocasião, teve como objetivo sensibilizar a comunidade FOA/UniFOA sobre a importância desse gesto solidário que salva vidas. 

Durante dois períodos do dia, o caminhão esteve estacionado em pontos estratégicos do campus, atraindo a atenção de estudantes, professores e funcionários. Voluntários e representantes da Fundação Sérgio Loureiro distribuíram panfletos informativos, destacando a importância da doação de sangue, os requisitos para se tornar um doador e os benefícios que esse ato pode proporcionar para quem precisa de transfusões. 

A ação buscou desmistificar receios e mitos associados à doação de sangue, incentivando mais pessoas a se tornarem doadores regulares. Bem recebida por todos os presentes, muitos demostraram interesse em se tornarem doadores de sangue e contribuírem para salvar vidas.  

A turma da disciplina Projeto Integrado, ministrada pela professora Aline Viviane de Oliveira, desenvolveu uma cartilha sobre os cuidados necessários para manicures. Os alunos estiverem no curso de manicure oferecido pela Associação Social Cultural e Esportiva Cria de Santa Cruz para apresentarem o trabalho. 

O grupo mostrou os benefícios e a importância do cuidado em diversos processos de execução da profissão de manicure e pedicure. Cerca de 20 mulheres puderam assistir e conversar mais sobre procedimentos necessários e seguros tanto para a profissional quanto para a cliente. 

Segundo a estudante Djanira de Fátima Faria, é muito relevante o conhecimento da esterilização dos materiais, a importância de fazer a anamnese para saber mais sobre o cliente.  “É essencial essa conversa inicial. Não vemos muito nas mídias, mas acontece com frequência, vemos nos hospitais, casos graves que poderiam ser evitados com esses cuidados”. 

A intenção do trabalho é preservar a saúde tanto da profissional quanto da cliente. As alunas falaram sobre a importância de dominar o assunto, conhecer os processos e poder evitar complicações futuras. “Ninguém vai se cuidar e quer sair pior de onde entrou", explicou Djanira.  

O módulo do curso já está no Avançado, e dessa vez, abrange a extensão de unhas, processo que requer cuidados especiais. As estudantes frisaram também a utilização da máscara no manuseio das confecções das unhas em gel. "A frequência da cliente é menor, mas a manicure, que trabalha diariamente com esse material, precisa de atenção para evitar aquele pó, tem que ter o aparelho sugador, porque pode causar problemas respiratórios, além da máscara. Esse pó faz muito mal para saúde". 

A receptividade das manicures para o projeto, foi um fator que ganhou muito público na tarde chuvosa da palestra. O evento aconteceu no salão da Igreja Metodista do bairro para atender melhor as participantes. "A aceitação foi muito bacana, o projeto nos acolheu muito bem", comemorou Djanira. Para ela, o UniFOA sempre está apoiando a relação aluno x professor com muito carinho. “Ela abraça tudo. É igual coração de mãe, sempre ajudando a comunidade discente e docente".  

-Eles abrem o leque de um campo vasto com os projetos integrados, que nos permite sair de sala de aula, fazer trabalho de campo e conhecer como é na prática. A FOA tem esse olhar com a gente - finalizou a aluna.

A atividade extra sala de aula abrange não apenas a turma do curso de Enfermagem, é uma ação interdisciplinar que linka os alunos de Design, da disciplina Projeto Integrado da professora Patrícia Rocha. Eles produziram a arte final da cartilha e identidade visual do projeto e também o curso de Serviço Social, com a professora Daniele Ribeiro, que estreitou o contato das participantes ao grupo discente. 

O curso de manicure é oferecido gratuitamente à comunidade pelo grupo Crias do Santa Cruz, existente desde 2018, da Associação Social Cultural e Esportiva Cria de Santa Cruz, liderado por Adriano Marcelo, mais conhecido por Tetel. Com a criação despretensiosa do grupo, a união foi tomando formato, ficou mais séria, e hoje faz diversas ações sociais e atendimentos aos moradores locais. "Aqui é a comunidade pela gente e a gente pela comunidade", comemora Tetel.

Confira as cartilhas desenvolvidas para o projeto:

Cartilha 01

Cartilha 02

Cartilha 03

Cartilha 04

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No final do mês de maio, os estudantes de Medicina do UniFOA esticaram as mangas e foram às ruas trabalhar em prol dos moradores em situação de rua. Durante a tarde, o grupo ajudou na preparação de 100 refeições para distribuírem aos mais necessitados pela cidade de Volta Redonda.  

A ação faz parte do projeto liderado por Ayran Mandela, na Paróquia Santa Cecília, através da Pastoral Santa Dulce dos Pobres. Esse é o segundo ano que eles vivenciam a experiência. “A gente como sociedade civil da Paróquia fica muito feliz em despertar em futuros médicos o desejo de ajudar os próximos. Já é um contato direto com pessoas que eles vão, no decorrer da trajetória profissional, encontrar”, explica o líder social.  

O grupo se dividiu em dois momentos de trabalho: a produção das refeições e a entrega do jantar. O primeiro, no qual puderam utilizar a estrutura do Centro Social Santa Cecília e posteriormente, ao entardecer, na entrega do jantar aos moradores em situação de rua.  

- Fica aqui no nosso agradecimento pela empatia dos jovens que poderiam estar em um sábado descansando ou envolvidos com tarefas pessoais, que disponibilizaram algumas horas pra estar conosco - agradece Ayran - Estamos com as portas sempre abertas, que possamos realizar mais vezes. Gostamos bastante da interação dos jovens com a boa vontade, que muitos não sabiam cozinhar e se disponibilizaram a aprender e ajudar, no amor na preparação, na triagem e na entrega. 

Ao todo, foram mais de 20 pessoas envolvidas na ação, dentre eles os alunos: Pedro Diniz, ⁠Eduardo Gevisiez, ⁠Guilherme Siqueira, ⁠João Vitor Siqueira, ⁠Clara Fontes, ⁠Rafael Junqueira, ⁠Camila Midori, ⁠Marcos Vinícius de Brito, Daniela Fernandes, ⁠Ana Clara Militão, ⁠Letícia Rodrigues, ⁠Miguel Freitas, ⁠Welderson Rikcharddy, ⁠Maria Eduarda Adário e ⁠Laísa Alves.

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Alunos do curso de Medicina debateram, estudaram e realizaram trabalhos de conscientização, durante vários meses, sobre a nomofobia (neologismo de “no mobile” phobia), que pode ser traduzido como o medo de ficar sem o aparelho celular, sem acesso à tecnologia, de não estar conectado. É considerado um transtorno psicológico pela Organização Mundial da Saúde (OMS), mas muitos médicos atendem em seus consultórios como se fosse uma doença, tal a gravidade de alguns sintomas. 

Diante dessa realidade, o professor do curso de Medicina do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), Luiz Bernardo Curvo, iniciou o trabalho com a 77ª turma da graduação, através do Project-Based Learning (PjBL), uma metodologia de ensino que utiliza projetos práticos para engajar os alunos em aprendizagem ativa, focando no desenvolvimento de habilidades como resolução de problemas, pensamento crítico e trabalho em equipe. 

“Dessa forma, os estudantes aprendem aplicando conhecimentos teóricos em situações reais. Grande parte das atividades foi realizada no semestre passado, mas nas próximas semanas organizaremos as ações que deverão ser desenvolvidas durante as férias e ao longo do próximo semestre. Estas atividades devem contemplar trabalhos artísticos para sensibilização dos demais alunos da Instituição, através de miniexposições e de um livro sobre Nomofobia”, explicou. 

A nomofobia é tratada como um transtorno de ansiedade e classificado como transtorno fóbico-ansioso – CID-10 (Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde) da Psicologia. Esse distúrbio é caracterizado por medo intenso e irracional de objetos ou situações específicas, levando à evitação e ansiedade significativa. No caso da nomofobia há medo e sofrimento em ficar afastado do celular. 

“O tratamento inclui, entre outras abordagens, a terapia cognitivo-comportamental, usados para aplacar a ansiedade. Além disso existem aplicativos de controle podem ajudar na gestão do uso do celular, mas a nomofobia pode estar associada a outros transtornos e a questões individuais que vão além do uso deste”, salientou Luiz Bernardo, sugerindo que cada caso é estudado individualmente.  

  

Como reconhecer e tratar a nomofobia  

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no ano passado, 160,4 milhões de pessoas tinham aparelho de telefone celular para uso pessoal no Brasil, 86,5% da população com 10 anos ou mais. Os smartphones agora são nossos companheiros no trabalho, na vida social, no lazer e até mesmo no âmbito familiar. Jovens adultos, entre 18 e 24 anos, tendem a ser os mais viciados em seus celulares, com 77% incapazes de permanecer separados por mais de alguns minutos, e aqueles com idade entre 25 e 34 anos, seguidos por 68%. 

A nomofobia, ainda segundo as estimativas, atinge uma média de 66% de todos os adultos, que sofrem com o medo irracional de ficar sem o seu celular ou ser impedido de usá-lo por algum motivo, como uma bateria fraca. Por isso, ficar longe do celular ou de outra forma de comunicação, ocasiona o medo de estar perdendo algo importante ou de não conseguirem fazer contato, em caso de emergência. É assim que surge a sensação do transtorno da nomofobia.   

Nos consultórios médicos especializados existem testes que ajudam a avaliar o grau de dependência do celular ou da internet. Através das análises das respostas será possível compreender o nível de pendência e a diminuição gradativa do uso do celular vai ajudar no controle dessa ansiedade e sofrimento. Por exemplo, não usar nos primeiros 30 minutos após acordar e nos últimos 30 minutos antes de dormir, além de desligar o aparelho durante a noite. 

O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) alcançou um marco histórico ao conquistar a nota máxima, 5, na avaliação do Ministério da Educação (MEC). Este resultado ressalta a excelência acadêmica e o compromisso da instituição com a qualidade do ensino superior no Brasil. 

A reitora do UniFOA, Professora Ivanete Oliveira, ao comentar sobre o relatório do MEC, destacou: “Ele se constitui em uma celebração da educação democrática, inclusiva, transformadora e, acima de tudo, de qualidade que a nossa instituição oferece”. Ela acrescentou que a nota 5 reflete não apenas o amadurecimento acadêmico, mas também a contínua necessidade de evolução da instituição: “Esse conceito deve refletir diariamente a excelência dos nossos processos de ensino, pesquisa e extensão, garantindo que a qualidade ofertada aos nossos estudantes se traduza em contribuições significativas para a sociedade”.

O conceito máximo obtido pelo UniFOA no processo de recredenciamento institucional presencial realizado pelo MEC representa uma conquista significativa tanto para a comunidade acadêmica quanto para a cidade e a região. Este resultado confirma o compromisso contínuo com a excelência educacional e a dedicação de docentes, discentes e gestores em manter um ambiente de aprendizagem de alta qualidade. Além disso, fortalece a reputação do UniFOA como uma instituição de ensino superior de referência, atraindo novos estudantes e profissionais qualificados, potencializando ainda mais o desenvolvimento intelectual e profissional dos alunos.

O processo de recredenciamento é conduzido pela Secretaria de Regulação e Supervisão do Ensino Superior (SERES), e a avaliação, que resulta no Conceito Institucional (CI), é realizada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Este processo envolve a verificação do cumprimento das exigências legais e de excelência operacional, abrangendo cinco eixos: planejamento e avaliação institucional, desenvolvimento institucional, políticas acadêmicas, políticas de gestão e infraestrutura.

A obtenção do conceito máximo demonstra que o UniFOA não só atendeu às exigências legais de funcionamento, mas também superou as expectativas em termos de qualidade educacional. Isso indica que a instituição está comprometida em promover melhorias contínuas em todas as áreas avaliadas, assegurando que seus processos pedagógicos, administrativos e estruturais sejam constantemente aperfeiçoados. 

Para a cidade e a região, a obtenção do conceito máximo pelo UniFOA é um marco que impulsiona o desenvolvimento socioeconômico local. A presença de uma instituição de ensino superior altamente reconhecida contribui para a formação de profissionais capacitados que podem atuar em diversas áreas, promovendo inovação e progresso. Além disso, a valorização da instituição aumenta a atratividade da região para novos investimentos e parcerias, beneficiando a comunidade como um todo.

A Professora Ivanete Oliveira, doutora na área de educação com foco em políticas públicas, definiu uma tríade como diferencial para essa conquista: “A gestão colegiada, a valorização da docência e o protagonismo estudantil têm sido premissas fundamentais da equipe diretiva do UniFOA, viabilizando a formação de pessoas capazes de contribuir de forma diferenciada para o desenvolvimento econômico e social”. Ela concluiu destacando que esta nota é um resultado concreto do esforço coletivo de toda a comunidade da FOA/UniFOA, materializando também o sonho de um futuro promissor. “Agradecemos o apoio irrestrito da Presidência da FOA e dos Conselhos da Mantenedora para fazer com que o UniFOA se destaque como exemplo de grandes conquistas locorregionais”.

Com esta realização, o UniFOA reafirma sua missão de ser um centro de referência no ensino superior, contribuindo significativamente para o desenvolvimento educacional e social do Brasil.

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