O UniFOA participa do Intercom Sudeste desde 2012, tendo conquistado diversos prêmios naquele que é o maior evento de comunicação da região, reunindo alunos com produções feitas durante sua trajetória acadêmica. A presença da instituição é tão forte que ela sediou a edição de 2017, cumprindo o objetivo de manter o evento dentro dos limites dos campi universitários e potencializando a comunicação nesses espaços.
Os dois trabalhos premiados – das alunas Thaís Fraga, Samile Tavares e Maísa Fontes – representarão o UniFOA no Intercom Nacional, que ocorrerá durante o 47º Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação. Este evento, que será realizado na Universidade do Vale do Itajaí (Univali), em Balneário Camboriú (SC), é o maior congresso da área no país, reunindo aproximadamente 3,5 mil participantes entre estudantes, pesquisadores e profissionais da comunicação.
“Já ganhamos 17 prêmios pelos melhores trabalhos da região Sudeste, três prêmios como os melhores do país no curso de Publicidade, além de dois regionais e um nacional pelo curso de Jornalismo. Colocar os alunos em evidência com essas premiações mostra a qualidade de ensino dos nossos cursos e agora eles vão à Univali para disputar com os melhores trabalhos do país. Isso coloca o nome do UniFOA em destaque no cenário da comunicação”, enalteceu Douglas Gonçalves.
A aluna do 5º período de Publicidade, Thais Juliano Fagundes Fraga, conquistou o prêmio com o trabalho intitulado "Ayrton Senna: Vencer é o que importa", na modalidade Roteiro de Documentário, que destacou a trajetória vitoriosa e inspiradora do piloto brasileiro Ayrton Senna. Esta foi a terceira participação da estudante no Intercom Sudeste.
“O evento trata-se muito mais do que palestras e aprofundamento teórico; temos a oportunidade de contato com centenas de estudantes da mesma área, mas de diferentes partes do país, e essa troca é o que mais me motiva. Estou otimista para a etapa nacional e me sinto realizada. Desde que ingressei na vida acadêmica venho participando de vários eventos, e este prêmio é a confirmação de que estou seguindo o caminho correto, com mais vitórias, mais congressos, mais conhecimento”, disse empolgada.
De acordo com Thaís, o trabalho foi uma proposta de documentário, onde juntou a paixão pessoal pelo automobilismo a uma paixão nacional. Com estrutura simples, o roteiro mostra os acontecimentos na vida do piloto de Fórmula 1, tendo contado com o apoio do Instituto Ayrton Senna, em São Paulo, através de fotos, vídeos e arquivos disponibilizados.
“Gostaria de aproveitar o espaço para expressar meu agradecimento à professora Clarisse Neto, que foi uma orientadora incrível e paciente. Escrevi o trabalho em uma semana em que tive dengue e, mesmo desanimada e pensando em desistir, ela não me deixou desanimar do projeto”, disse.
A aluna do 5º período de Publicidade, Samile de Almeida Tavares, foi premiada pelo seu trabalho "Obra de Amizade", na modalidade Ensaio Fotográfico Artístico, inspirado na obra Dama com Arminho, pintura feita em 1489-1490 por Leonardo da Vinci. A fotografia premiada contou com a coautoria da aluna Maísa Fontes, do mesmo curso.
“Foi com imensa alegria e surpresa que recebi o prêmio. Trazer essa vitória para minha faculdade e cidade não tem preço, é uma imensa felicidade. Meu trabalho, "Obra de Amizade", destaca a importância da adoção de animais e estou muito empolgada em levar essa mensagem para o nacional e continuar a promover o amor pelos animais através do meu trabalho. Quero agradecer mais uma vez a todos que fazem parte desse trabalho junto comigo, principalmente a Maísa”.
Samile afirma que está extremamente empolgada por ter ganhado e por representar o Sudeste: “mas ficaria muito feliz se ganhasse o nacional. Acho que ainda não caiu a ficha de que estou no maior congresso de comunicação da América Latina; provavelmente só vai acontecer quando eu estiver lá, e seria uma honra ganhar”.
Maísa Fontes, coautora do projeto junto a Samile, foi a responsável por fotografar o ensaio e já havia participado do evento no ano passado. “Na minha opinião, o Intercom Sudeste é uma oportunidade incrível não só para o nosso currículo, mas também por ser uma enorme fonte de conhecimento. Além de podermos competir, temos a oportunidade de assistir a diversas palestras, conhecer alunos de diferentes regiões e aprender muito vendo seus trabalhos e como cada um aborda os temas”, enalteceu.
Além dos premiados, outros projetos do UniFOA se destacaram entre os finalistas do Intercom Sudeste. São eles:
Os prêmios reforçam a qualidade do ensino e a dedicação dos alunos e professores do UniFOA, posicionando a instituição como um destaque no cenário acadêmico regional e nacional. A conquista é motivo de orgulho para toda a comunidade acadêmica e um incentivo para que os estudantes continuem a se empenhar e a produzir trabalhos de excelência.
“Com essas vitórias, o UniFOA reafirma seu compromisso com a formação de profissionais qualificados e preparados para os desafios do mercado de comunicação, celebrando mais uma etapa de sucesso em sua trajetória”, finalizou Douglas Gonçalves.
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Em todo o mundo, o mês de junho é marcado pela conscientização sobre a luta diária da comunidade LGBTQIA+ pela garantia de seus direitos como cidadãos. O dia 28 desse mês está registrado como Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+ para evocar e legitimar cada avanço conquistado em busca de equidade perante à vida e o respeito como pessoas dentro de uma sociedade, além de ser uma grande oportunidade para celebrar a diversidade e acreditar que é possível construir um mundo onde a pluralidade seja valorizada e não hostilizada.
Com intuito de fortalecer essa campanha, a Liga Acadêmica de Estomatologia e Patologia Oral do curso de Odontologia do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) promoveu uma mesa redonda com estudantes e professores da instituição sobre os impactos do acolhimento médico e odontológico à comunidade LGBTQIA+. Em um debate interativo, realizado na última quarta-feira (05), os organizadores buscaram conscientizar os alunos sobre os principais obstáculos encontrados nos atendimentos a pacientes dessa comunidade, como também esclarecer os principais caminhos para superá-los em busca do acolhimento integral a esse público.
Uma recente pesquisa liderada pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) revelou que a comunidade LGBTQIA+ tem maior dificuldade de acesso ao atendimento à saúde, em comparação com o restante da população. O estudo ouviu 1.332 pessoas acima dos 50 anos e concluiu que pertencer a esse grupo a partir dessa idade, no Brasil, reduz a chance de receber um bom atendimento à saúde. A desigualdade também foi observada no índice de depressão, exames de prevenção, como câncer de mama, cólon e colo uterino.
As mulheres cis gênero lésbicas, por exemplo, frequentemente esbarram na chamada lesbofobia ginecológica. Muitas ginecologistas negligenciam a saúde dessas mulheres simplesmente por não se relacionarem com homens, deixando de solicitar exames preventivos.
Outra barreira apontada, especialmente por mulheres trans, está na realização de exames clínicos de rotina, como o exame de próstata e no acompanhamento da terapia hormonal, sendo especificidades não solucionadas pelo sistema de saúde brasileiro. Além disso, consequências como estigma e a falta de acesso equânime às oportunidades perpetuam um tratamento excludente e de anulação de direitos essenciais à vida e o bem-estar dessa população.
Arthur Villela, professor do curso de Medicina do UniFOA e um dos convidados para nortear o debate promovido pela liga, explicou que os profissionais da área da saúde precisam estar atentos e terem conhecimento das particularidades da comunidade LGBTQIA+, justamente para realizarem um atendimento com equidade e integralidade:
“Estando atentos e conscientes sobre essas especificidades, os estudantes promovem o acolhimento correto e íntegro à essa população. Debater esses conceitos com os estudantes e conscientizá-los sobre os obstáculos a serem superados é crucial para suas respectivas formações acadêmicas e profissionais”, afirmou Arthur.
A atividade reforça o compromisso do Centro Universitário de Volta Redonda voltado para a conscientização e transformação da sociedade com iniciativas impactantes, que transcendem o âmbito acadêmico. Maíra Tavares, professora do curso de Odontologia e organizadora do debate, afirmou que discutir e esclarecer os estudantes sobre cada tópico atrelado ao assunto é fundamental, não só no mês de junho, como sempre:
“É muito necessário abordar esse tema nos cursos, não só de forma parcial, como de maneira multiprofissional. Precisamos ter um cuidado especializado com à comunidade LGBTQIA+, para que todos eles possam ser tratados da melhor maneira quando preciso, independente da área da saúde”, enfatizou.
No dia 28 de maio de 2024, foi dada a largada oficial para as atividades do projeto "Pet-Saúde Equidade", uma iniciativa fruto da parceria entre o Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) e as secretarias de saúde dos municípios de Volta Redonda e Pinheiral, além da Secretaria Municipal de Políticas para Mulheres e Direitos Humanos de Volta Redonda (SMDH).
O projeto, intitulado "Agora é a vez delas! Pet-SAÚDE Equidade", busca promover uma abordagem intersetorial em conjunto com as políticas de Direitos Humanos. Ele proporcionará uma prática colaborativa entre profissionais e estudantes dos cursos de ciências da saúde e humanas do UniFOA, fortalecendo a educação interprofissional e contribuindo para as mudanças curriculares necessárias nas formações em saúde, alinhadas aos princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS). O foco do projeto é a valorização das trabalhadoras e futuras trabalhadoras no âmbito do SUS, considerando aspectos como equidade de gênero, identidade de gênero, sexualidade, raça, etnia e deficiências.
O Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde (Pet-SAÚDE) está em sua décima primeira edição e tem como objetivo fortalecer o processo de integração entre ensino, serviço e comunidade, articulando o SUS e as Instituições de Ensino Superior (IES). O programa visa contribuir para a formação de futuros profissionais e criar condições para a valorização das trabalhadoras no SUS, em conformidade com o Programa Nacional de Equidade de Gênero, Raça e Valorização das Trabalhadoras no SUS.
"O Pet-SAÚDE é um programa essencial no universo do Ministério da Saúde. Ele promove a educação pelo trabalho, integrando a formação acadêmica com a prática profissional em saúde. Isso é fundamental para preparar nossos estudantes para os desafios reais do mercado de trabalho e para contribuir efetivamente com o sistema de saúde do país", explicou Alden dos Santos, coordenador do curso de Nutrição, professor dos cursos de Nutrição e Medicina do UniFOA e representante institucional do Pet-SAÚDE.
O lançamento do projeto marca um passo significativo na promoção da equidade e valorização das trabalhadoras da saúde, reforçando o compromisso do UniFOA e das instituições parceiras em oferecer uma formação de qualidade, integrada e alinhada às necessidades do SUS.
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Os alunos do curso de Engenharia Civil do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) participaram de uma enriquecedora visita técnica às obras de ampliação do Sider Shopping, uma das maiores e mais importantes construções em andamento na cidade. A visita, conduzida pelo coordenador do curso, Sérgio Taranto, e pelo professor José Marcos, proporcionou aos estudantes uma visão prática das complexidades e desafios envolvidos em uma obra de grande porte.
Durante a visita, os alunos tiveram a oportunidade de acompanhar o progresso das obras e observar detalhadamente as etapas cruciais da construção, desde a fundação até a sustentação de estruturas essenciais, como a passarela suspensa que ligará os dois prédios. Este contato direto com a prática da engenharia civil foi destacado pelo professor José Marcos, conhecido como Zito, que ressaltou o impacto dessa experiência para os futuros engenheiros.
"Com a oportunidade oferecida pelos empreendedores do município e da região, nossos alunos podem vivenciar as etapas, atividades, rotinas e movimentações de uma obra, conectando os aprendizados teóricos com sua aplicação prática. O impacto na motivação, no aprendizado e no fortalecimento da carreira é imenso, e com certeza levarão essas experiências para sua vida profissional", afirmou Zito.
Um aspecto que chamou a atenção dos alunos e professores foi o fato de que a obra está sendo executada por engenheiros que são egressos do UniFOA. O professor Zito destacou a importância dessa conexão: "Para nós, coordenador e professores, é inestimável o valor de uma visita a uma obra de grande porte, e maior ainda quando recepcionados na sua gestão por um egresso que trilhou sua caminhada acadêmica com muita garra e sucesso. É o caso do Engenheiro Civil José Arthur Cucconato, da empreendedora, e do Engenheiro Civil Denny Duque Maya, da construtora."
A estudante Larissa Vieira, que está no 5º período do curso, compartilhou suas impressões sobre a experiência: "Eu acho de suma importância, porque desde cedo, como eu que estou no 5º período, temos esse contato com obras reais. Uma coisa é a teoria, mas quando estamos na prática é outra coisa, e aqui na obra a gente consegue ver a complexidade, cálculos, como fazer, onde fazer. É literalmente uma obra gigante."
A visita técnica ao Sider Shopping proporcionou uma valiosa experiência prática aos alunos de Engenharia Civil do UniFOA, consolidando o aprendizado teórico com a observação direta das práticas e desafios do setor. Esse tipo de atividade reforça o compromisso da instituição em preparar seus estudantes para o mercado de trabalho, oferecendo uma formação completa e alinhada com as exigências da profissão.
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O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) e o Banco Cooperativo do Brasil (Sicoob) possuem parceria de sucesso que é o programa de crédito estudantil que visa tornar a educação superior mais acessível. O convênio oferece aos estudantes e futuros universitários a oportunidade de estudar sem comprometer excessivamente o orçamento.
O programa de crédito estudantil abrange diferentes cenários:
Os interessados devem clicar neste link e seguir as etapas a seguir para realizar o cadastro:
O avalista é aquele que se responsabiliza pelo pagamento, caso o cliente não o realize como combinado no financiamento em questão. Para estar apto a participar do programa, o estudante deve ter, pelo menos, um avalista com uma renda mínima disponibilizada no site, que varia conforme o valor da parcela do financiamento.
É importante citar que os valores do pagamento NÃO se acumulam. Ao contratar um financiamento de um período de 6 meses em janeiro, por exemplo, o estudante terá 12 meses para efetuar o pagamento, até janeiro do próximo ano. Caso após esse período de 6 meses, em junho, o aluno queira renovar o acordo já para o próximo semestre, ele firmará esse acordo e pagará somente as parcelas do primeiro acordo até janeiro do ano seguinte.
Ele começa a pagar as parcelas do segundo acordo somente após quitar tudo referente ao primeiro, já que não há acumulo de pagamento. Dessa forma, o estudante sempre terá um ano para pagar cada período da graduação.
O serviço pode ser contratado para o curso inteiro, com renovação a cada semestre e carência a partir do 2º pagamento, que eleva um pouco o volume de encargos. Ou seja, caso o estudante deseje o financiamento para todo o tempo necessário para a graduação, ele deve firmar um novo acordo a cada semestre.
O valor de cada parcela do financiamento é referente a metade do valor da mensalidade integral do curso que está financiando + encargos (Juros e IOF). IOF significa Imposto sobre Operações Financeiras, sendo cobrado por todas as ações financeiras realizadas em determinado meio
O Seguro Prestamista é opcional. Ele protege a família do contratante de pagar as parcelas restantes no contrato do financiamento, caso aconteça alguma coisa com ele.
Essa iniciativa conjunta entre o UniFOA e o Sicoob representa um passo significativo em direção à democratização do ensino superior, permitindo que mais estudantes realizem seus sonhos acadêmicos sem preocupações financeiras excessivas.
No ambiente educacional, é crucial que os professores não apenas dominem o conhecimento teórico e prático de suas disciplinas, mas também saibam transmiti-los de maneira eficaz e não violenta. Com esse objetivo, o Centro de Aprendizagem e Inovação Pedagógica (CAIP) do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) organiza programas de formação continuada para seus docentes, promovendo a discussão de temas relevantes e emergentes. Essas formações buscam capacitar os educadores para elaborar atividades baseadas em objetivos de aprendizagem, utilizando diversas ferramentas e metodologias que incentivem a participação ativa dos estudantes, além de estimular a reflexão crítica e inovadora.
Entre as diversas oportunidades de formação oferecidas pelo CAIP, destaca-se a oficina de comunicação não violenta (CNV), ministrada pelo professor Edilberto Venturelli, dos cursos de Publicidade e Propaganda e Jornalismo. A oficina teve como objetivo ampliar os horizontes dos docentes através de dinâmicas leves e inspiradoras, visando a incorporação da CNV na formação dos futuros profissionais.
Edilberto Venturelli explicou que a comunicação não violenta é um método desenvolvido pelo psicólogo americano Marshall Rosenberg, que busca promover relações mais compassivas e empáticas. "A CNV foca em uma expressão honesta e na escuta empática, utilizando quatro componentes: observação, sentimento, necessidade e pedido. Esse estilo de interação encoraja a expressão clara e a compreensão mútua, evitando julgamentos e acusações para promover um diálogo que atende às necessidades de todas as partes envolvidas", afirmou Edilberto. Ele também ressaltou a importância do autoconhecimento na aplicação dessa metodologia: "Precisamos nos conhecer profundamente para entender como estamos tentando ensinar determinados temas e identificar em quais aspectos precisamos melhorar nosso ensino para os estudantes."
A oficina incluiu uma dinâmica interativa em que os professores receberam frases de comunicação violenta e as transformaram em frases de comunicação não violenta, aplicando os conceitos discutidos. "Quando fazemos uso da comunicação não violenta, o receptor da mensagem se torna automaticamente mais aberto ao conteúdo que está sendo transmitido", enfatizou Edilberto.
A professora Maria das Graças, responsável pelo CAIP, destacou a importância da oficina para a formação continuada dos educadores. "Além das competências na área de formação, o professor deve estar qualificado para o exercício da cidadania, capaz de atuar criticamente na realidade em que se encontra inserido, preocupado com a inclusão social e a sustentabilidade ambiental, aberto às relações pessoais, à diversidade, ao diálogo e à convivência. Ao desenvolver a habilidade da comunicação não violenta, os docentes criam um ambiente de diálogo, promovem a resolução de conflitos e possibilitam um espaço de ensino mais acolhedor e colaborativo", explicou Maria das Graças.
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O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) acaba de anunciar o lançamento da sua nova Escola de Comunicação, que promete revolucionar a formação nas áreas de Jornalismo e Publicidade e Propaganda. Com uma estrutura moderna e uma abordagem pedagógica alinhada às demandas do mercado, a nova escola é projetada para oferecer aos estudantes uma educação prática e integrada, preparando-os de forma abrangente para os desafios profissionais com mensalidades de R$530,41*.
A nova Escola de Comunicação do UniFOA apresenta uma grade curricular atualizada, com foco em atividades práticas que refletem as principais demandas do setor. Desde o primeiro semestre, os alunos têm a oportunidade de vivenciar o cotidiano da comunicação por meio de aulas em laboratórios de ponta, incluindo estúdios de podcast, vídeo, fotografia e informática, todos equipados com o pacote Adobe completo.
Uma das grandes inovações da Escola de Comunicação é a integração entre os cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda. Até o quarto semestre, os estudantes de ambas as áreas compartilham aulas e atividades, proporcionando um ambiente de aprendizado colaborativo e oportunidades de networking.
Esse modelo permite que os alunos adquiram uma base sólida nas principais disciplinas da comunicação antes de seguirem caminhos específicos a partir do quinto semestre, quando se especializam em suas áreas escolhidas.
A metodologia de ensino da nova Escola de Comunicação do UniFOA é desenhada para impulsionar as chances dos alunos no mercado de trabalho. O foco está no desenvolvimento de competências exigidas pelas empresas, garantindo que os formandos possuam habilidades práticas e teóricas que atendam às necessidades reais do mercado. Formar profissionais completos, capazes de atuar em diversas frentes da comunicação e contribuir significativamente para as empresas e para a sociedade é um dos objetivos da nova Escola de Comunicação.
Com laboratórios de última geração e uma abordagem pedagógica que prioriza a prática, os alunos da nova Escola de Comunicação têm a oportunidade de aplicar seus conhecimentos em projetos reais desde o início do curso. “Queremos que nossos estudantes saiam daqui prontos para enfrentar o mercado de trabalho com confiança e competência”, destaca um dos professores da instituição.
Se você deseja se destacar no mercado de comunicação, a nova Escola de Comunicação do UniFOA é o lugar certo para você. Venha desenvolver suas habilidades em um ambiente inovador, com professores experientes e recursos tecnológicos de ponta. Prepare-se para um futuro brilhante na comunicação, onde teoria e prática caminham juntas para formar os profissionais do amanhã.
Para mais informações sobre a nova Escola de Comunicação e como se inscrever, visite o site do UniFOA www.www.unifoa.edu.br ou entre em contato pelo WhatsApp 24 3340-8445. Não perca a oportunidade de fazer parte dessa revolução no ensino da comunicação!
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Desvendando as Conexões entre a Ciência e a Espiritualidade. Este é o Programa HOLOS que visa integrar, pesquisar e capacitar, correlacionando os estudos científicos com a espiritualidade, independentemente de religião, e alinhando-os com a fé e a saúde global das pessoas.
Idealizado pelos professores Alessandro Orofino e Max Damas, da assessoria da presidência da FOA, o projeto HOLOS, após um estudo aprofundado das práticas e estudos entre Ciência e Espiritualidade no Brasil e no mundo, contará com as práticas mais avançadas nos estudos sobre o assunto. Isso posiciona a instituição entre as poucas que aplicam esse tipo de metodologias.
Os professores Walter Fonseca, Marcilene Fonseca e Sônia Moreira, foram convidados para compor o grupo e concretizar o projeto que se desdobrará em uma série de programas futuros.
A abertura do evento foi marcada pela fala do professor Walter, que destacou a importância de entender e mudar o paradigma científico. "Precisamos adotar uma visão mais integral e holística do ser humano, que inclua a dimensão sagrada e a espiritualidade não-dogmática para a melhoria da saúde", afirmou Walter, ressaltando a necessidade de um novo olhar sobre a relação entre ciência e espiritualidade.
Em seguida, a professora Marcilene abordou os aspectos do projeto, enfatizando as possibilidades e impactos através de ações de pesquisa, aplicações de técnicas e futuros workshops sobre a conexão entre Ciência e Espiritualidade. "Ainda há um vasto campo a ser explorado nas universidades brasileiras para o desenvolvimento pleno desses estudos", destacou Marcilene, sinalizando o potencial de crescimento e inovação acadêmica.
Já a professora e psicóloga Sônia Moreira, demonstrou as correlações entre ciência, cura e espiritualidade em prol do bem-estar e qualidade de vida, tanto para profissionais de saúde quanto para pacientes. "Um novo tempo se aproxima, onde essas conexões serão cada vez mais sinérgicas no pleno desenvolvimento do ser humano", afirmou Sônia, apontando para um futuro onde a espiritualidade será reconhecida como uma dimensão crucial na saúde integral.
Orofino conduziu uma reflexão e uma dinâmica, integrando neurociência, saúde emocional e espiritualidade. "Este momento é crucial para o mercado de saúde, para o mundo atual e seus desafios, e também para as relações dentro da FOA e UniFOA", ressaltou Orofino. "Não existe mais uma divisão entre Ciência e Espiritualidade; elas devem caminhar juntas cada vez mais", concluiu, reforçando a importância da integração dessas áreas.
O evento contou com a presença da reitora do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), professora Ivanete Oliveira, além de pró-reitores, colaboradores, professores e alunos dos cursos da área da Saúde. Todos prestigiaram o início do projeto, que busca alinhar o ecossistema de saúde da FOA
O Programa HOLOS representa um avanço significativo na abordagem holística da saúde, promovendo uma visão integrada e harmônica do ser humano em suas múltiplas dimensões, e posicionando o UniFOA na vanguarda desses estudos.
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Vinte alunos de três universidades da região Sul Fluminense, sendo 13 do curso de Direito do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), tomaram posse na Subcomissão de Defesa dos Direitos Acadêmicos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) - Subseção Barra Mansa/RJ. O objetivo é integrar o estudante à entidade de classe e iniciar a prática para o seu futuro profissional. A comissão aproxima os estudantes da entidade, através do acompanhamento de trabalhos dos advogados, além de cursos e palestras ministrados por profissionais capacitados.
Para o professor e coordenador do curso de Direto, Alan Pançardes, “o estreitamento da instituição com a OAB do Rio de Janeiro, de Volta Redonda e de Barra Mansa é muito importante para o nosso curso e para os alunos. Vivenciar os nossos alunos tomando posse em uma subcomissão da OAB é gratificante, pois estando junto com a advocacia é essencial, uma vez que terão orientações da prática; vão poder acompanhar projetos; mostrar a força do estudante para a OAB, além de levar o nome da nossa instituição”, disse.
Para compor a presidência da Subcomissão, o estudante Wesley César da Silva, que cursa o 6º período de Direito no UniFOA foi escolhido para a função.
“Nós sabe que as paredes acadêmicas nos ensinam a teoria, mas OAB está disposta a passar a prática aos alunos; a aprofundar mais na área que quer seguir, com cursos e palestras, sempre capacitando e aprimorando no dia a dia para o seu futuro profissional. Os alunos da comissão acompanham o trabalho do advogado, tirando-os da zona de conforto. Aqui é para o estudante decidir o que pretende seguir, em área mais específica e o mantendo-o atualizado no mundo jurídico”, resumiu.
Os alunos escolhidos para a comissão são aqueles que se destacam no meio acadêmico, com as notas e participação: “o presidente da OAB escolhe, mas com certeza contamos com a ajuda do UniFOA, através de apoio incondicional. Entramos na Comissão da OAB por mérito de estudo. A permanência vai depender da nova eleição da entidade, mas é certeza que ficaremos até dezembro. Caso o presidente seja reeleito ou um novo dê continuidade aos projetos, vamos permanecer por três anos”, completou Wesley.
O advogado e presidente da OAB-Barra Mansa, Aloizio Perez, que está à frente da entidade há dois mandatos consecutivos, é o responsável pela criação da Subcomissão de Defesa dos Direitos Acadêmicos na entidade, realizada na sua gestão anterior.
“A Subcomissão de Defesa dos Direitos Acadêmicos foi criada com o objetivo de aproximar os estudantes da OAB, porque quando ele termina o curso é bacharel em Direito e não advogado. A prova da Ordem é conhecida como sendo muito difícil e, para facilitar a vida dos alunos, abrimos a portas para os acadêmicos se especializarem, através do conhecimento”, explicou.
Para Aloizio Peres, um dos papéis da entidade de classe é “trazer o conhecimento, abrir as portas para o ensino. O aprendizado não acaba nunca, se eterniza no profissional e, além disso, o Direito é muito dinâmico. Por exemplo, serão ministrados cursos como o Direito Previdenciário, Blindagem de Patrimônio, Processo Penal e Direito Penal, todos com 10 aulas, sempre priorizando temas atuais e que passam por mudanças na legislação. Os estagiários estão com as portas abertas para fazerem parte desses eventos e se profissionalizarem e saírem profissionais melhores ainda”, finalizou.
Cursando o 6º período:
Wesley César da Silva
Alice Vieira
Patrícia Almeida
Alice Gomes
Gabriela Nostório
Luiza Salves
Giovanna Nascimento
Bernardo Frydman
Cursando o 5º período:
Camila Ribeiro
Giovanna Perez
Micael Rodovalho
Ester Martins
Vitória Maria de Souza
Aprendizado e cuidado muitas vezes andam juntos. É o caso de dois eventos que foram realizados no último sábado, dia 25, quando 17 alunos do curso de Engenharia Civil do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), participaram de Projetos Integrados que visam à melhoria da qualidade de vida da população de Pinheiral e que tiveram o acompanhamento de equipes da Prefeitura. São os projetos Saúde Estrutural e Casa dos Sonhos.
As duas visitas técnicas foram orientadas pelo professor Francisco Abreu, que é responsável pela coordenação dos Projetos Integrados e ainda teve a participação da engenheira e egressa do UniFOA, Fernanda Torres Gonçalves Cassavara, que auxiliou na detecção dos possíveis problemas estruturais em marquises vistoriadas. Os dois estudos têm a orientação final do professor José Marcos Rodrigues.
O projeto Saúde Estrutural reuniu os alunos do 7º período, que vistoriaram as marquises da Avenida Nilton Pena Botelho, no Centro comercial do município, para identificar possíveis patologias estruturais, pois é sabido que a manutenção inadequada ou a falta dela podem atingir o sistema estrutural e chegar ao colapso. Foram feitas várias constatações, fotografadas e vistos os detalhes, com tudo anotado.
“O próximo passo é fazer, junto com os alunos, um levantamento de quais as causas que podem ter levado àquele dano na construção e, a partir daí ver quais os ‘remédios’ para sanear as manifestações patológicas da marquise. Depois de encontrar a causa, vamos definir quais as soluções iremos recomendar às autoridades do município para recuperar ou, se for ao caso, demolir a peça. Mas não parece que tenha isso. São manifestações recuperáveis”, explicou José Marcos.
O projeto integrado neste caso, conta ainda com a parceria dos alunos do curso de Jornalismo, que vão produzir um texto sobre o assunto, para ser transformado em uma cartilha com o objetivo de orientar futuramente a população sobre como devem ser tratadas as marquises para evitar que entrem em colapso e possam causar problemas de segurança graves.
O “Casa dos Sonhos” é outro Projeto Integrado, envolveu os alunos do 5º período e consistiu em identificar um terreno não construído na região do bairro Cruzeiro, também em Pinheiral, para criar um projeto de uma área de lazer, oferecendo à comunidade local um diferencial para as suas vidas. O projeto será desenvolvido ao longo dos próximos meses e tem prazo para ser apresentado à Prefeitura, no segundo semestre.
“Neste projeto será feita uma qualificação das áreas identificadas, que em algum momento foram ocupadas aleatoriamente pelos moradores por uma necessidade de habitação, e que agora precisam de atrativos básicos. Serviços que ofereçam benefícios às famílias, crianças, idosos e jovens deixam as pessoas mais engajadas na preservação, manutenção e na defesa do seu bairro”, exemplificou José Marcos.
Sempre há outro curso vinculado e, no caso do Casa dos Sonhos, a parceria é com o Direito, pois no segundo semestre os estudantes vão trabalhar na regularização fundiária do bairro Cruzeiro.
“A ideia é animar os moradores a, inclusive, arrumarem as suas casas e áreas do entorno, sabendo que no bairro existe um lugar de uso comum para trazer uma melhor qualidade de vida”, reforçou Francisco Abreu.
De acordo com o professor Francisco Abreu, todos os cursos de graduação precisam desenvolver Projetos Integrados, que são voltados a interesses sociais da comunidade alvo e vinculando o aluno aos problemas cotidianos da população mais necessitada. Com isso, ele tem um ganho acadêmico e experiência em assuntos para desenvolver uma visão do que é um engenheiro civil e suas várias frentes de trabalho.
A visita técnica feita às marquises do Centro teve a participação da engenheira e egressa do UniFOA, Fernanda Torres Gonçalves, que destacou:
“Entender sobre patologias das construções é essencial para os alunos relacionarem as duas maiores áreas da engenharia: projetos e execução de obras. Lidar com identificação e tratamento de manifestações patológicas exige conhecimento dessas duas grandes áreas, além de um ótimo embasamento teórico. Logo, estimula os alunos a se envolverem com os conteúdos que eles não entendiam tanto, além de como e onde eles iriam utilizar”, afirmou Fernanda.
Formada em 2023, a engenheira civil e egressa Fernanda Torres disse que “se sentiu honrada em ser convidada para mostrar aos alunos a identificação das patologias estruturais das marquises, podendo compartilhar o conhecimento e a experiência adquiridos”.
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