Na última sexta-feira, 17 de maio, aconteceu o 1º Fórum de Diversidade LGBTQIA+ de Barra Mansa com diversas ações durante todo o dia. Estudantes dos cursos de Direito e Nutrição do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), participaram do evento a convite do Escritório da Cidadania, guiados pelo professor Dario Aragão e sua assessora Carolina Gama.
O evento começou pela manhã com audiências para procedimento de Requalificação Civil, isto é, alteração de nome e gênero da certidão de nascimento e audiências para realização de Conversão de União Estável para Casamento. A juíza e idealizadora do projeto Dra. Ana Carolinne Licasalio, da 1ª Vara Cível de BM, da Justiça Itinerante, foi quem realizou as audiências e trouxe a ação inédita na região.
"A importância desse evento é principalmente gerar a normalização do direito das pessoas, da comunidade LGBT. Vivemos em uma sociedade bastante violenta e retrógada, com essa ação, procuramos gerar maior visibilidade para eles", disse a juíza que completou, “É muito bom você participar de um momento de renascimento, participar da alegria deles”, comemorou a doutora.
Os alunos de Nutrição contribuíram com o evento distribuindo bem-casados produzidos no Laboratório de Técnica e Dietética, com tabela nutricional e logo, além de panfletos para os casais que se casaram no dia. Os estudantes que estiveram no evento fazem parte do programa Pet-SAÚDE com o tema “Equidade” este ano. Carolina de Araújo, aluna do 3º período, falou sobre como é participar de atividades como essas. "Poder estar presente em um momento tão único para esses casais é deslumbrante, ainda mais podendo oferecer a eles o bem-casado que é um símbolo de união, e que fizemos com muito carinho no nosso laboratório de dietética. É colocar em prática nosso aprendizado para ver esses sorrisos tão apaixonados". Ao todo foram sete alunos e três professores do curso de Nutrição envolvidos na ação.
Para os alunos do curso de Direito, foi permitida a participação e auxílio às audiências que ocorreram por toda manhã. Rafael Alves, aluno do 8º período, frisou a satisfação de estar inserido e vivenciar na prática o exercício da profissão. “Traz uma bagagem e experiência muito boa por acompanhar a audiência, auxiliar e ver como é o todo o desenvolvimento até a sua conclusão".
Rafael, que já está no final do curso, pretende advogar e ajudar a comunidade LGBT. "A gente sabe das minorias existentes e do preconceito enraizado, eles precisam dessa voz e garantias que já são deles, mas ainda encontram dificuldades em exercê-las. O UniFOA estar abraçando a causa, fazendo presença nesses eventos demonstra o quanto a Instituição se importa, respeita e acolhe a ideia. É muito bacana e necessário esse tipo de apoio”, finaliza o futuro advogado.
A manhã foi de muita emoção e acolhimento. Juntos há 2 anos, Nilson Pires Junior, morador de Barra Mansa, pode casar-se com seu companheiro, Guilherme Pires, na presença de familiares e amigos. "É uma experiência incrível, por ser do interior, a gente já sofre os paradigmas de cidade pequena, qualquer passo, qualquer coisa que fazemos, somos julgados. É muito importante ver uma ação que acontecia sempre nas cidades grandes, acontecer aqui para a gente".
No período da tarde, aconteceu o 1º Fórum da Diversidade com mesas de debate, palestras e assuntos pertinentes ao evento, mediados por Cristiane Fernandes, presidente do Instituto Paratodes. “A gente intercede pela população LGBT desde 2022. Buscamos criar projetos, participar de eventos desse tipo que apoiam a nossa causa. Buscamos a legitimação, fazer com que as leis funcionem. Mas a gente ainda tem muito a crescer.”
O evento reuniu público de várias cidades da região Sul Fluminense.
Confira os registros desse dia:
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No último sábado, 18, o campus Olezio Galotti foi palco de muita emoção e competição com a abertura do primeiro dia de jogos do InterFOA. A bola rolou, a torcida vibrou e os times das atléticas participantes deram um verdadeiro show no Ginásio e na quadra externa, disputando partidas de vôlei, handebol e futsal, tanto nas categorias masculinas quanto femininas.
A cerimônia de abertura começou de forma tradicional, com a entrada das atléticas perfiladas. A solenidade contou com a presença da superintendente executiva da Fundação Oswaldo Aranha (FOA), Josiane Sampaio, representando o presidente da Fundação, Eduardo Prado, o professor e coordenador do curso de Educação Física, Silvio Vilela, representando a reitora do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), Ivanete Oliveira, do supervisor de comunicação e jornalismo, Alexis Aragão, da supervisora de eventos, Lara Prado, do pró-reitor de educação a distância e tecnologias de ensino, Rafael Teixeira, do professor Paulo Celso e da advogada Marina Carvalho.
Em seu discurso, Josiane Sampaio destacou o engajamento dos atletas e a importância do evento para a integração e o espírito esportivo entre os estudantes. "Estou muito feliz em ver a participação e o entusiasmo de todos. Desejo que todos tenham bons jogos e que este evento seja um marco de união e superação para todos nós", afirmou a superintendente.
A estudante do curso de Educação Física, Eduarda Frauches, mais conhecida como Duda, expressou sua satisfação com a evolução do InterFOA em relação ao ano anterior. "O evento foi muito bem elaborado, desde a organização geral até os mínimos detalhes, arbitragem, marketing e o 'backstage'. Esse evento é de grande importância para todos, pois nos proporciona interação com outros cursos e permite ver o espírito de equipe de cada um que se empenha a participar, e da competição também", comentou.
Lívia Dias, aluna do curso de Medicina e integrante da equipe de vôlei, também compartilhou seu entusiasmo sobre a iniciativa. "Eu acho ótimo! Precisamos disso! Jogos universitários são sempre bons para a gente. Esporte em si é bom. Saímos um pouco do ‘caos’ que é a faculdade, respiramos um ar diferente e faz bem para a saúde, tanto física quanto mental", afirmou.
Para o segundo dia de competições, Lívia demonstrou grande expectativa e confiança. "Estou com expectativa alta! Espero que, não só o vôlei feminino, mas que todos os esportes da MEDVR ganhem! E quero muito que sejamos campeões do InterFOA!", disse, com entusiasmo.
Com esse início eletrizante, o InterFOA se firma como um evento fundamental para a vida acadêmica e social dos estudantes do UniFOA, proporcionando um espaço de integração, competição saudável e desenvolvimento pessoal. Os próximos dias prometem ainda mais intensidade e celebração do esporte universitário.
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Com a intenção de seguir a tendência atual de comunicação, num momento em que as pessoas não têm tido muito tempo para ler, sejam posts, ebooks ou até mesmo assistir a vídeos, o formato de divulgação de conteúdo em áudio vem tendo cada vez mais adeptos, pois é prático, pode ser ouvido a qualquer hora do dia, inclusive quando se está esperando algo, como uma consulta ou mesmo durante o trajeto no trânsito. Estamos falando do podcast, uma ferramenta que vem acompanhando a evolução do marketing de conteúdo.
Na prática, escolhe-se um tema e cria-se um programa ou episódio para compartilhar o que se sabe sobre um assunto específico. E foi pensando em ampliar o conhecimento de estudantes e professores nesse assunto, que foi realizada a oficina “Podcast como ferramenta de divulgação para as áreas de Administração e Ciências Contábeis”. O evento foi realizado no último dia 14, no laboratório de informática, no campus Olezio Galotti, do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA).
Com a participação de 15 alunos e professores dos cursos de Ciências Biológicas, Design, Medicina, EGN, Administração e Ciências Contábeis, além do Mestrado em Ciências da Saúde e Meio Ambiente (MECSMA), a oficina foi dividida em duas partes, com aplicação da teoria e a gravação de textos previamente elaborados. Os conteúdos produzidos foram avaliados e, conforme a análise de desempenho, os podcasts serão publicados na conta do UniFOA na plataforma digital, Spotify.
De acordo com a coordenadora do curso de Ciências Contábeis e responsável pelo curso de extensão, Patrícia Nunes, a oficina excedeu as expectativas, pois atraiu participantes de diversos cursos, evidenciando o interesse significativo e a receptividade da comunidade acadêmica em se engajar com esta forma de mídia dinâmica.
“Como coordenadora e docente, percebo que a Oficina de Podcasts, idealizada pelo Eixo de Extensão e Atividades Complementares da Escola de Gestão e Negócios (EGN), representada pela competente professora Débora Martins e homologada por mim, teve o objetivo imediato de encorajar os professores a adotarem essa nova metodologia ativa - o podcast -, para tornar suas aulas mais dinâmicas e interativas. Esse recurso visa a promover o desenvolvimento de novas habilidades e competências, além de estimular a aprendizagem criativa, a oralidade e o trabalho colaborativo entre os estudantes”, explicou.
O workshop foi ministrado pelo jornalista, professor e coordenador do curso de Publicidade e Propaganda, Douglas Gonçalves que num primeiro momento fez uma base mais teórica sobre o contexto do podcast, no Laboratório de Informática, e depois seguiu o roteiro prévio para a gravação de um texto, o que foi realizada nos Estúdios FOA.
“A Oficina de Podcast foi muito bacana e teve ótima adesão. Foi mostrado aos participantes a importância do roteiro, de ter uma referência no assunto para falar, de elaborar as perguntas, além de salientar como a própria instituição tem os profissionais capacitados para o agendamento e para a produção do Podcast, que são os Estúdios FOA. Depois do material pronto e editado, ficou claro que o aproveitamento foi muito bom: mostrou como a produção pode ser feita e como esse produto pode ser usado pelo Mestrado e professores, que terão oportunidade de aproveitar o material para as suas aulas”, resumiu.
Para o segundo semestre está previsto um novo curso de podcast, voltado aos alunos da Escola de Gestão e Negócios, mas que também estará aberto a estudantes de outras áreas.
“Essa mídia pode ser uma ferramenta poderosa para ampliar o conhecimento dos estudantes, permitindo a exploração de temas relevantes de forma acessível e dinâmica, além de desenvolver habilidades importantes para a vida profissional, como comunicação eficaz, capacidade de pesquisa, criatividade e trabalho em equipe. Ao produzirem seus próprios podcasts, os estudantes terão a oportunidade de aprimorar essas competências, preparando-se melhor para os desafios do mercado de trabalho”, finalizou.
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A Secretaria Municipal de Políticas para Mulheres e Direitos Humanos (SMDH) de Volta Redonda promoveu, no último dia 14, o primeiro fórum de debate do ano com o tema "Saúde Mental e Produtividade". O evento, aberto às servidoras e ao público em geral, ocorreu na Biblioteca Municipal Raul de Leoni.
O fórum abordou uma variedade de temas cruciais, incluindo a definição de saúde mental no trabalho, como a saúde mental influencia a produtividade, conflitos no ambiente de trabalho, isolamento social no trabalho, discriminação racial e de gênero, assédio no trabalho, autoconhecimento e identificação de sintomas.
O evento contou com a participação de diversas secretarias do município, com destaque para a secretária da Secretaria Municipal de Direitos Humanos (SMDH), Glória Amorim, e da delegada da Deam (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher), Juliana Montes. A equipe da assessoria técnica da SMDH, incluindo membros do Gabinete, Ceam (Centro Especializado de Atendimento à Mulher), Casa Abrigo Deiva Ramphini, e das pastas de Direitos Humanos, Igualdade Racial e Promoção da Igualdade de Gênero, também marcou presença.
Além dos representantes municipais, o evento contou com a participação dos professores Alessandro Orofino, da assessoria da presidência da Fundação Oswaldo Aranha (FOA), e Aline Lopes Rebouças Gomes e Soraya Regina Ferreira, ambas professoras do Centro de Aprendizagem e Inovação Pedagógica (CAIP), do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA). Eles enriqueceram o debate com suas experiências e perspectivas acadêmicas.
O fórum destacou a importância de abordar a saúde mental no ambiente de trabalho, especialmente em tempos de crescente pressão e desafios profissionais. Segundo o Professor Alessandro Orofino, “A saúde mental afeta a todos nós. E este evento, muito bem conduzido pela Secretaria Municipal, nos dá o alerta constante que é necessário cuidado, entendimento, acolhimento e ações claras para minimizar o impacto dos danos decorrentes da falta de saúde mental junto principalmente às mulheres, não só na nossa cidade, mas no Brasil e no mundo.”
Orofino ressaltou ainda a necessidade de cuidado contínuo com a saúde mental e a importância de eventos como este para promover o entendimento e a ação efetiva no enfrentamento dos desafios relacionados à saúde mental no trabalho.
O fórum "Saúde Mental e Produtividade" serviu como uma plataforma vital para troca de experiências, reflexões e debates sobre questões que afetam diretamente o bem-estar e a produtividade no ambiente de trabalho. Através das discussões, ficou claro que há uma necessidade urgente de criar estratégias que promovam a saúde mental, combatam a discriminação e o assédio, e incentivem um ambiente de trabalho mais acolhedor e inclusivo.
Os participantes foram incentivados a levar as discussões adiante em suas respectivas áreas de atuação, promovendo mudanças práticas e políticas que possam melhorar a saúde mental dos trabalhadores. A SMDH, juntamente com as demais entidades envolvidas, continuará a trabalhar para implementar as ideias e sugestões surgidas durante o fórum, visando a construção de um ambiente de trabalho mais saudável e produtivo para todos.
Representantes dos cursos da área da saúde se reuniram recentemente para definir o cronograma inicial das atividades de capacitação destinadas a estudantes, tutores e preceptores no Programa de Educação pelo Trabalho (Pet-SAÚDE), do Ministério da Saúde. A reunião, que contou com a presença dos coordenadores dos cursos de Odontologia, Nutrição e Educação Física, bem como dos coordenadores dos grupos de Medicina e Enfermagem, além do orientador de serviço, professor Ailton Carvalho, foi marcada pela discussão de estratégias para promover o desenvolvimento profissional e aprimoramento dos envolvidos.
O encontro teve como objetivo principal estabelecer um plano de ação para a capacitação dos alunos, tutores e preceptores, visando garantir a excelência na formação acadêmica e na prática clínica. Ao reunir coordenadores de diferentes cursos e grupos do PET, a iniciativa busca integrar conhecimentos e experiências, proporcionando uma abordagem interdisciplinar e abrangente.
Foram discutidas formas de incentivar a participação ativa dos alunos nas atividades de capacitação, bem como a importância do papel dos tutores e preceptores no processo de aprendizagem.
Já a Professora Lucrécia Loureiro, coordenadora do grupo da Enfermagem no PET, ressaltou o papel essencial dos tutores e preceptores na orientação e supervisão dos alunos durante as atividades práticas. "Nossos tutores e preceptores desempenham um papel fundamental no desenvolvimento dos futuros profissionais de saúde. Por isso, é importante investir em sua capacitação e atualização constante", enfatizou.
O Professor Ailton Carvalho, orientador de serviço do PET, enfatizou a necessidade de alinhar as atividades de capacitação com as demandas e desafios do mercado de trabalho. "Nosso objetivo é preparar os alunos para enfrentar os desafios da prática clínica e contribuir para o avanço da saúde pública. Para isso, é fundamental que estejamos sempre atualizados e em sintonia com as melhores práticas e tendências do setor", concluiu.
Com a definição do cronograma inicial de atividades de capacitação, a expectativa é que os alunos, tutores e preceptores possam iniciar em breve um processo de aprendizado contínuo e enriquecedor, contribuindo para a formação de profissionais de saúde altamente qualificados e comprometidos com o bem-estar da sociedade.
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Durante a Semana da Enfermagem, realizada no Hospital HINJA, os professores do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) marcaram presença, trazendo contribuições valiosas para os enfermeiros e enfermeiras que participaram do evento. Com uma programação diversificada, abordando temas essenciais para o desenvolvimento profissional e aprimoramento dos cuidados aos pacientes, a semana se destacou como um momento de reflexão e reciclagem de conhecimentos.
Com temáticas definidas, cada dia da semana trouxe uma abordagem específica. No dia 13 de maio, o foco foi em "Você em primeiro lugar", destacando a importância do autocuidado e bem-estar dos profissionais de enfermagem. No dia seguinte, a discussão se voltou para a "Humanização do Atendimento", ressaltando a importância de um cuidado empático e acolhedor.
No terceiro dia, o tema foi "Inteligência Interpessoal e Intrapessoal", com destaque para a aplicação de habilidades sociais e emocionais no ambiente de trabalho. Encerrando a semana, o foco foi no "Protagonismo na Trajetória Profissional", motivando os enfermeiros a assumirem o controle de suas carreiras e buscarem o crescimento pessoal e profissional.
Sob a liderança da enfermeira Juliana Buarque, gerente de Enfermagem do Hospital HINJA, a equipe foi estimulada a refletir sobre seu papel dentro da instituição, reconhecendo sua importância como peça fundamental para o funcionamento eficiente da saúde hospitalar.
Um dos momentos marcantes da semana foi a participação da experiente psicóloga e professora do curso de Medicina do UniFOA, professora Sônia Moreira. Com palavras motivadoras e reflexivas, ela compartilhou sua vasta experiência, destacando as oportunidades que surgem com as mudanças de gestão no hospital. Sua contribuição foi fundamental para inspirar e encorajar os profissionais de enfermagem a enfrentarem os desafios com determinação e confiança.
A Semana da Enfermagem no Hospital HINJA não apenas proporcionou momentos de aprendizado e reflexão, mas também fortaleceu os laços entre a instituição de saúde e o UniFOA, demonstrando a importância da parceria entre academia e prática clínica para o desenvolvimento e aprimoramento contínuo dos profissionais de saúde.
As entidades criadas para combater a Doença Celíaca em todo o mundo usam o dia 16 de maio para promover a conscientização do público sobre a enfermidade, através de campanhas e ações, no Dia Mundial de Conscientização sobre a Doença Celíaca. Em diferentes países são divulgadas informações sobre as últimas pesquisas, tratamento, dietas e outros procedimentos que possam ajudar as pessoas portadoras da doença, promovendo o bem-estar e minimizando o desconforto das rigorosas dietas exigidas ao longo da vida.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), 1% da população mundial tem diagnóstico de doença celíaca, sendo que no Brasil o dado representa cerca de 2 milhões de pessoas. A doença é a reação imunológica à ingestão de glúten, uma proteína encontrada no trigo, na cevada e no centeio que, ao longo do tempo, acaba causando uma inflamação que danifica o revestimento do intestino delgado, causando complicações médicas.
Para alertar sobre a necessidade de conscientização tanto do paciente quando dos familiares, o egresso e professor de gastroenterologia do curso de Medicina do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), Raniery Ávila de Oliveira, explica que a doença pode se manifestar em qualquer idade e é preciso ficar atento aos sintomas, para não atrasar o diagnóstico e iniciar o quanto antes o tratamento.
“O sintoma se manifesta através de alteração do hábito intestinal e a diarreia é o mais frequente. Entretanto outros sintomas podem fazer parte do quadro, como dispepsia (má digestão), distensão abdominal, perda de peso, em casos mais graves até sarcopenia (redução da força e massa muscular) e desnutrição proteico calórica. Entre os sinais e sintomas menos frequentes: anemia, osteoporose, lesões cutâneas, disfunção menstruais e até aborto de repetição”, esclareceu.
Após a manifestação de alguns desses sintomas é necessário procurar um médico gastroenterologista para que seja feito a diagnose, mas até que haja o diagnóstico médico definitivo, muitas pessoas percorrem longas jornadas, que inclusive podem ser permeadas de preconceitos.
“A confirmação da doença é feita através de exames complementares, como o padrão ouro, Endoscopia Digestiva Alta com biópsia da segunda porção duodenal, sendo o exame solicitado pelo médico diante de uma forte suspeita clínica. Soma-se a isso, um conjunto de achados laboratoriais, entre exames que permitem a avaliação do padrão absortivo, até marcadores séricos de autoimunidade”, explicou Raniery, acrescentando que o autoteste glúten, vendido em farmácias, inicialmente ajuda o médico, mas “não tem validação na prática clínica”.
A doença é considerada de padrão autoimune e, até o momento, sem cura. O tratamento atual de eficácia é dieta isenta de glúten, que requer restrição de alimentos, mas traz a sensação de estar saudável. Mesmo com a limitação na alimentação, o portador da doença celíaca pode sofrer com os sintomas através do que é chamada de contaminação cruzada.
“A contaminação cruzada é a reação determinada por contato com alimentos, sobretudo via oral, que foram manipulados ou tiveram algum contato com as moléculas ricas em glúten, por exemplo: o preparo de um alimento com glúten em uma panela e, sem higienizá-la adequadamente, faz outro alimento. A primeira manipulação gera a contaminação cruzada. Outro exemplo, as próprias mãos. Neste caso, o apoio familiar é fundamental, tanto na compreensão e identificação dos sinais e sintomas da doença, quanto na isenção do glúten da dieta”, alertou o médico.
Egressa do curso de Nutrição do UniFOA, Leilane Morais Lopes é portadora da doença celíaca e atualmente usa os conhecimentos adquiridos na faculdade para ajudar outros celíacos. Por ter levado dois anos para ter o diagnóstico comprovado, acredita que teve a sua saúde prejudicada, pois antes de ir a um gastroenterologista, ela procurou um alergista e, com sintomas parecidos com outras doenças, acabou atrasando o início do tratamento.
“A doença celíaca está na minha vida desde que me entendo por gente, pois sempre com os sintomas clássicos, mas também enfrentei muitas variantes porque essa doença é como um camaleão. Descobri quando tinha 27 anos e estava morando com a minha mãe. Eu caía muito porque não tinha reflexo, apenas caía. Esse sintoma é uma variante (ataxia a glúten), me deixava tonta, mas a rinite alérgica sempre foi o meu principal sintoma, seguido de asma e outros”, contou.
Leilane ainda faz um alerta: “Se você tem desconfiança de doença celíaca, procure imediatamente um gastroenterologista e em hipótese alguma deixe de ingerir o glúten antes de procurar o ‘gastro’, porque a pessoa precisa estar em crise para ter o diagnóstico. São pequenas atitudes que fazem a diferença para que o celíaco possa finalmente ter uma vida sem a sensação de estar sempre doente”.
A nutricionista esclarece que, após passar por diversos exames e iniciar o tratamento, “minha vida foi muito mais restrita, mas também muito mais feliz porque não tive mais nenhuma dor; a minha rinite melhorou, pois, estava quase perdendo o olfato; parei de cair ou bater nos objetos à toa; acabou o ‘fog mental’, que é quando você não consegue se concentrar, além de não apresentar mais dermatite apertiforma, que é a doença celíaca de pele. Hoje, ajudo as pessoas a se adaptarem à dieta rigorosa, mas libertadora”, finalizou.
De acordo com a Federação Nacional das Associações de Celíacos do Brasil (Fenacelbra), os alimentos são fundamentais para o portador da doença celíaca ter uma vida saudável.
Conheça agora o que pode ser ingerido e o que deve ser evitado:
Os alimentos permitidos para celíacos são: cereais (milho, arroz); farinhas (arroz, mandioca, milho, fubá, fécula de batata, fécula de mandioca, polvilho doce, polvilho azedo); gorduras (gordura vegetal, óleos, margarinas); laticínios (leite, manteiga, queijos, derivados); carnes e ovos (aves, suínos, bovinos, caprinos, miúdos, peixes, frutos do mar); hortaliças e leguminosas (folhosas, legumes, tubérculos, como feijão, cará, inhame, soja, grão de bico, ervilha, lentilha, batata, mandioca); frutas (todas, ao natural e sucos).
Os alimentos proibidos para celíacos são: leite com sabor; bebidas achocolatadas e comerciais; quibe, salsicha, almôndega; croquete de carnes enlatadas; trigo; aveia; centeio; cevada; germe de trigo; flocos cereais; pães; bolos e biscoitos preparados com farinha de trigo; centeio, aveia ou cevada; produtos dietéticos e comerciais em geral; sopas enlatadas ou pacote de sopas já prontas contendo massas; misturas com malte; cerveja, uísque; vodca e destilados a partir de grãos, e temperos comerciais.
Para entender melhor a dificuldade enfrentada, no mundo ideal de um celíaco, todos na casa passariam a viver sem glúten e a entrada de alimentos glutinados seria proibida. Mas nem sempre isso é possível. Se pensarmos com calma, todos os utensílios e equipamentos que serão usados pelo celíaco podem ser separados e ficarem livres de glúten, mas não precisa sair comprando coisas novas todas de uma vez. Ao invés disso prepare-se para adquirir aos poucos alguns itens essenciais, e aprenda a fazer uma higienização correta para reaproveitar utensílios, louça e talheres.
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O Auditório Willian Monachesi do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), em Três Poços, sediou na noite dessa terça-feira (14), a abertura da 23ª Semana Brasileira de Enfermagem UniFOA e a 85ª edição da Semana Brasileira da Enfermagem, que explorou o tema “Reflexão Filosófica e Sociológica do Fazer Enfermagem”, reunindo um público expressivo formado por coordenadores, professores, estudantes, técnicos e profissionais de enfermagem de clínicas e hospitais da região. O evento se encerra na quinta-feira, dia 16.
O objetivo é promover a união entre a profissão e a dimensão do cuidado, tomando como ponto de vista os próprios profissionais, além de articular o cuidar com o trabalho da enfermagem, buscando reforçar a saúde como direito do cidadão e dever do Estado. Durante esse período serão ministrados workshops, palestras, debates, exibições de vídeos, com ótimos profissionais que se destacam nas diversas áreas, promovendo aprendizados e reflexões importantes.
A data não foi criada por acaso, pois em 12 de maio é comemorado o Dia Mundial da Enfermagem e o Dia do Enfermeiro, em homenagem a Florence Nightingale, marco da enfermagem moderna no mundo e que nasceu em 12 de maio de 1820. No Brasil, além do Dia do Enfermeiro, entre os dias 12 e 20 de maio, comemora-se a Semana da Enfermagem, data instituída em meados dos anos 1940, em homenagem à Anna Nery, enfermeira brasileira e a primeira a se alistar voluntariamente em combates militares.
A superintendente executiva da Fundação Oswaldo Aranha (FOA), Josiane Sampaio representou o presidente da Fundação, Eduardo Prado e a reitora e professora do UniFOA, Ivanete Oliveira.
“Tenho imenso orgulho participar deste importante evento para os profissionais, estudantes e os apaixonados pela enfermagem, pois esta semana contribui para o aprimoramento da prática profissional e para a promoção de uma assistência de saúde mais humanizada e centrada no paciente. A técnica e o senso de empatia, compromisso e bem-estar com o outro que o evento vai transmitir, vai melhorar ainda mais a profissão dessas pessoas, o trabalho e a excelência em tudo que eles fazem”, pontuou.
O coordenador do curso de Enfermagem, professor Carlos Marcelo Balbino explicou que o evento pode ser traduzido como um momento de reflexão, de ensino e de união da classe, pois ele reivindica direitos, levanta questões importantes e traz a ciência aos alunos, pois sempre são convidados profissionais expressivos para as palestras.
“Temos uma semana cultural, científica, de representatividade e não podemos esquecer de enaltecer o técnico de enfermagem, pois sem ele não somos completos. Todos os anos envolvemos os alunos na organização, para que ele possa entender a importância dessa semana e o que pode contribuir para ele como discente e como futuro profissional. Essa participação é fundamental para o network, pois eles terão contato com profissionais das grandes universidades que enviam palestrantes para o evento, numa troca de informações importante. É um evento aberto ao público e esperamos enfermeiros de hospitais e clínicas da região”, garantiu.
Para ministrar a palestra “Enfermagem ontem, hoje e no futuro: desafios na formação de redes e no diálogo interdisciplinar” foi convidada a doutora em enfermagem Glaucia Valente Valadares, que é professora Associada IV da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e professora permanente do mestrado profissional do Instituto de Biodiversidade e Sustentabilidade UFRJ/ Macaé.
“O objetivo maior é falar sobre a história da enfermagem e pensar no futuro, mas para fazer isso vamos discutir conceitos da saúde, como ela vem sendo percebida, que mudanças aconteceram de fato para que pudéssemos ancorar a ideia de uma enfermagem no futuro e como eixo norteador principal: a ideia do cuidado. Para que uma pessoa cuide da outra, é preciso primeiro cuidar de si. Temos enfrentado mudanças climáticas graves e a saúde que estamos pensando é uma que requer a perspectiva do cuidado com o nosso planeta”, explicou.
A aluna do curso de Enfermagem Djanira Chaves resumiu a sua participação no evento: “Como representante do 7º período, não poderia deixar de agradecer, em nome da minha turma, pela oportunidade na organização desta atividade tão importante. A enfermagem escolhe aqueles que têm a coragem de enfrentar desafios, a sensibilidade para compreender o sofrimento alheio e a resiliência para perseverar diante das adversidades”.
Nos dias que antecederam a 23ª Semana da Enfermagem, foi feita uma votação envolvendo todos os discentes do curso do UniFOA, que elegeram a professora Nelita Pereira como a melhor deste ano, imortalizada com uma placa comemorativa. O coordenador Carlos Marcelo Balbino recebeu a homenagem em nome da professora.
Dia 16 de Maio - Público Alvo: Alunos do Curso Técnico em Enfermagem do ETECFOA
Manhã – 9h às 11h30 – Sala de aula e laboratório de habilidades.
Tarde – 14h às 16h30 – Sala de aula e laboratório de habilidades.
Noite – 19h às 21h30 – Sala de aula e laboratório de habilidades.
Oficina 1:
Tema: Preparo do Corpo
Palestrante: Alunos do Curso de Graduação em Enfermagem do UniFOA
Oficina 2:
Tema: Sinais Vitais e Medidas Antropométricas
Alunos do Curso de Graduação em Enfermagem do UniFOA
Oficina 3:
Tema: Higienização das Mãos e Calçagem de Luvas
Palestrante: Alunos do Curso de Graduação em Enfermagem do UniFOA
Oficina 4:
Tema: Arrumação de Leitos e Mudança de Decúbito
Palestrante: Alunos do Curso de Graduação em Enfermagem do UniFOA
Oficina 5:
Tema: Biossegurança
Palestrante: Alunos do Curso de Graduação em Enfermagem do UniFOA
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A alegria e a emoção marcaram o clima do Jantar Solidário em homenagem ao Dia das Mães e que reuniu cerca de 100 moradores do bairro Três Poços, nessa terça-feira (14), no Campus Olezio Galotti do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA). O evento foi fruto da parceria entre o Escritório da Cidadania e o curso de Nutrição e contou ainda com a participação da associação sem fins lucrativos Projeto Amor em Ação. Esta terceira edição do projeto serviu 200 saborosas refeições, que foram muito apreciadas pelos convidados.
O jantar foi servido no refeitório do curso de Medicina, a partir das 19h, e teve a colaboração de 28 alunos do curso de Nutrição, além do coordenador do curso, professores e funcionários da instituição. Tudo para deixar o jantar impecável para os participantes, envolvendo duas semanas de trabalho, entre a escolha do cardápio, aquisição dos produtos alimentícios e elaboração da comida. Como foi feita uma quantidade grande de alimentos, os alunos se dividiram em equipes e o trabalho levou o dia todo.
De acordo com a professora Paula Leoni, que liderou a equipe, mais uma vez a escolha levou em conta a praticidade, o baixo custo e o alto poder nutritivo.
“Desta vez escolhemos o yakisoba, trazendo o paladar diferente da culinária chinesa, mas que leva carboidrato (macarrão), proteína (frango) e hortaliças (legumes e verduras), além de temperos como óleo de gergelim, molho shoyo, gengibre, alho e cebola. Foi uma grade novidade, pois a maioria não conhecia e fez sucesso. Os ingredientes foram angariados pelos alunos e pela Liga Acadêmica de Segurança Alimentar e Nutricional (Lasan), através de rifas de cestas de café da manhã que foram doadas. A sobremesa foi sorvete e servimos ainda sucos”, salientou.
Para o coordenador do Escritório da Cidadania, Dario Aragão Neto, o evento pode ser traduzido não apenas pelo alimento em si, mas pelo carinho e receptividade para os que mais precisam de atenção.
“Desde o início do projeto, a intenção é atender o corpo físico, mas também cuidamos da alma, através da atenção e do carinho, pois procuramos conversar e ouvir a todos, tentando ajudar quando for necessário”, disse.
De acordo com o coordenador do curso de Nutrição, Alden dos Santos, esse projeto é importante para os estudantes, que estão sempre empolgados em colaborar com muitas ideias. “Todo esse planejamento está sendo visto como um laboratório prático para a nossa unidade móvel, que vai distribuir comida saudável à população em situação de rua em pontos diferenciados da cidade. Mas já estamos pensando no próximo Jantar Solidário”, afirmou.
O aluno 6º período do curso de Nutrição e integrante da Lasan, Wadrian Antônio Oliveira Silva, falou em nome dos participantes e, visivelmente emocionado, explicou que esse projeto pode ser traduzido como uma experiência gratificante: “Poder ajudar ao próximo e estar perto de pessoas que precisam de mais atenção é muito bom, e esse jantar social nos oferece a oportunidade da doação, da solidariedade”.
Para o presidente da associação sem fins lucrativos Projeto Amor em Ação, Douglas José da Silva, “este é o nosso terceiro jantar solidário no UniFOA e não tem prazer maior do que ver a alegria nos olhos das mães homenageadas e das crianças, que adoram vir aqui. O cardápio de hoje foi uma maravilha, pois a maioria não conhecia o yakisoba, mas adoraram o sabor. Eles vêm, se alimentam e ainda querem levar para os familiares em casa, pois é difícil ter uma refeição disponível e com essa qualidade”, comemorou.
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Em algum momento da sua vida, você já deve ter se deparado com essa fala, “Já lavou a mão?”. E nos últimos anos, o ato de lavar as mãos foi muito importante para diminuir a disseminação do vírus SARS-CoV-2 na pandemia da Covid-19.
O dia 5 de maio, marca-se o início da campanha anual da Organização Mundial da Saúde (OMS): "SALVE VIDAS: Higienize suas mãos", uma iniciativa que coincide com as celebrações do Dia Mundial de Higienização das Mãos. O objetivo dessa campanha é destacar globalmente a importância da higiene das mãos na atenção à saúde e unir esforços para melhorar a prática em todo o mundo.
No Hospital São João Batista (HSJB), o Núcleo de Vigilância Hospitalar, sob a coordenação da enfermeira Andreza Glória Leite de Almeida, em parceria com os professores Carlos Marcelo Balbino, Valquíria Jorge Sepp, Clarissa Pontual, Nelita Pereira, Mariana Bittencourt, Douglas Markonne, e os acadêmicos do 5º ano do curso de Enfermagem do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), realizou uma ação educativa chamada "Pitstop" no dia 09 de maio.
Essa ação consistiu no uso de um jogo chamado "Fato ou Fake", contendo perguntas e respostas relacionadas à higienização das mãos. Os participantes da ação foram desafiados a responder às questões, enquanto eram apresentados indicadores de higienização das mãos e outras informações relevantes conforme a realidade de cada serviço. O objetivo foi proporcionar um momento lúdico e educativo, promovendo o envolvimento e a sensibilização de todos os colaboradores que prestam assistência aos pacientes.
O coordenador do curso de Enfermagem, Carlos Marcelo Balbino, ressaltou a importância da participação dos acadêmicos nesse projeto. Segundo ele, essa vivência proporciona aos estudantes aprendizado prático e enriquecedor, essencial para a formação de profissionais comprometidos com a qualidade do serviço prestado. “A enfermagem, além de praticar a assistência direta, desempenha um papel fundamental na supervisão da higienização das mãos, contribuindo para a redução de infecções e o bem-estar dos pacientes”, comentou Carlos Marcelo.
De acordo com a OMS, a higiene das mãos salva milhões de vidas a cada ano quando realizada de maneira correta e oportuna durante a prestação de cuidados de saúde. Além disso, melhorar a higiene das mãos nos ambientes de atenção à saúde resulta em economia de despesas com o tratamento de infecções relacionadas à má ou não execução da higienização das mãos. Prevenir infecções e sua propagação tem impactos significativos na redução do sofrimento humano e na preservação de vidas.
Essa iniciativa do curso de Enfermagem no HSJB demonstra o compromisso da instituição com a promoção da saúde e a segurança dos profissionais e dos pacientes, destacando a importância da higiene das mãos como uma prática fundamental no ambiente hospitalar e na prevenção de infecções.
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