Estudantes e professores do curso de Odontologia do UniFOA participaram da 42ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Pesquisa Odontológica (SBPqO), realizada em São Paulo. Considerado o maior e mais importante evento de pesquisa odontológica do Brasil e da América Latina, o encontro reuniu milhares de participantes de diversas instituições nacionais e internacionais, promovendo um ambiente dinâmico de troca de experiências, atualização e inovação científica.

Ao todo, foram 18 trabalhos apresentados pelo UniFOA, envolvendo diferentes áreas da odontologia, desde cariologia até o estudo de materiais restauradores. Essa presença reforça a qualidade e a consistência da produção científica do curso, alinhada ao compromisso institucional de estimular o pensamento crítico, a inovação e a integração entre teoria e prática.

A SBPqO é a Divisão Brasileira da International Association for Dental, Oral, and Craniofacial Research (IADR) e tem como missão incentivar o crescimento e o avanço do conhecimento científico na odontologia. Em cada edição, o evento reúne mais de 4 mil participantes de todas as regiões do Brasil e do mundo, consolidando-se como referência na área.

Para Rosilea Hartung, coordenadora do curso de Odontologia do UniFOA, a participação dos alunos é uma oportunidade única de vivência acadêmica e científica:

“Esse é o maior evento de pesquisa da América Latina e está ligado a um circuito internacional de ciência. Todos os anos levamos nossos estudantes e professores, e é uma experiência transformadora. Eles têm contato com docentes de diversas instituições do Brasil e do exterior, participam de discussões de alto nível e se inserem em um ambiente que representa a essência da pesquisa odontológica.”

A estudante Rayssa Barbosa destacou a importância de vivenciar o evento pela segunda vez:

“Foi uma oportunidade incrível de estar inserida no universo da pesquisa, trocar experiências e apresentar meus trabalhos. Esse ano apresentei meu TCC, uma revisão de literatura sobre a bioquímica do fluoreto no processo de desmineralização e remineralização dental. Essa vivência me motivou ainda mais a seguir uma trajetória profissional baseada na ciência. Sem dúvidas, foi a melhor oportunidade que o UniFOA me proporcionou.”

Já Larissa Tavares, também estudante, reforçou o impacto acadêmico e pessoal:

“Participar da SBPqO por mais um ano foi uma experiência muito especial. Apresentei meu estudo sobre a comparação da rugosidade superficial de resinas compostas submetidas a desafio ácido, tema de grande relevância clínica. Esses momentos nos incentivam a pesquisar, desenvolver pensamento crítico e compartilhar conhecimento, fortalecendo nossa formação como futuros cirurgiões-dentistas.”

A participação expressiva do UniFOA na SBPqO reforça a identidade do curso de Odontologia como um espaço de estímulo à pesquisa e de formação integral.

Além de consolidar a presença da instituição no maior evento científico da área, a experiência contribui diretamente para o desenvolvimento acadêmico dos estudantes, que ampliam seus horizontes e fortalecem sua preparação para os desafios da prática profissional.

A 16ª Semana da Biologia do UniFOA reuniu estudantes, professores e representantes do ICMBio/IBAMA e INEA no Centro Histórico-Cultural para discutir os desafios e possibilidades da profissão referentes a Conservação da Biodiversidade. O encontro, que envolveu alunos dos cursos de Ciências Biológicas (Licenciatura e Bacharelado com ênfase em Biotecnologia), destacou a importância da consolidação do perfil do biólogo observador, crítico, ético e inovador, comprometido com a produção de conhecimento, a transformação social e a responsabilidade socioambiental. 

Segundo o coordenador do curso de Ciências Biológicas, Dimitri Alves, a programação foi construída de forma colaborativa, ouvindo atlética, diretório acadêmico e estudantes, além do Núcleo Docente Estruturante (NDE). 

“A Semana da Biologia é pensada meses antes, trazendo temas que consideramos essenciais para o desenvolvimento técnico-científico, humanístico e pessoal dos nossos alunos. Buscamos contemplar as diversas áreas em que o biólogo pode atuar, com ênfase em competências que fortaleçam a postura crítica, ética e proativa”, explicou. 

Um dos pontos centrais da edição deste ano foi a discussão da Resolução nº 700/2024 do Conselho Federal de Biologia, que regulamenta as áreas do Conhecimento, das Atividades Profissionais e das Áreas de Atuação do Biólogo no Brasil. A norma atualizou e detalhou os campos de atuação, incorporando a Educação como uma das quatro grandes áreas, ao lado de Meio Ambiente e Biodiversidade, Saúde, e Biotecnologia e Produção Industrial. Para Dimitri Alves, trata-se de um avanço importante: 

“A Resolução amplia a percepção dos nossos alunos quanto às possibilidades de atuação profissional, potencializando a empregabilidade. Além disso, contribui para consolidar o reconhecimento da sociedade sobre a relevância do biólogo.” 

A programação contou com mesa-redonda sobre Conservação da Biodiversidade, oficinas práticas e atividades voltadas tanto à Licenciatura quanto ao Bacharelado. Além das oficinas técnicas em áreas como imunoinformática, ecologia de paisagem e biotecnologia, os estudantes também participaram de atividades voltadas para a empregabilidade, como treinamentos sobre postura em entrevistas de emprego e uso estratégico do LinkedIn. 

“Nos preocupamos em oferecer não só capacitação técnico-científica, mas também ferramentas para que nossos estudantes estejam preparados para o mercado e para o estágio”, destacou o coordenador. 

As oficinas temáticas aproximaram os estudantes dos desafios reais da profissão e da pesquisa científica. Para Rosane Oliva Seabra, aluna do 2º período, as experiências práticas foram fundamentais. 

“Estou muito feliz de estar aqui no UniFOA, porque é uma universidade em que conseguimos colocar a mão na massa. Na Oficina de Xaxim, por exemplo, aprendi sobre sua importância ecológica e os desafios da preservação. Descobri coisas que nunca imaginei sobre como a natureza nos oferece soluções incríveis e a necessidade de preservarmos o que temos. Foi enriquecedor”, relatou. 

Com uma programação diversificada e conectada às demandas atuais, a 16ª Semana da Biologia reforça como o UniFOA se preocupa em formar profissionais tecnicamente capacitados, sensíveis às questões socioambientais e preparados para atuar de forma criativa e empreendedora na construção de sociedades mais sustentáveis. 

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Apesar de proibidos no Brasil pela Anvisa desde 2009, os cigarros eletrônicos, também conhecidos como vapes ou pods, têm ganhado popularidade, sobretudo entre adolescentes e jovens adultos. A legislação vigente proíbe a comercialização, importação, fabricação, propaganda e transporte desses dispositivos e seus acessórios, mas a facilidade de acesso, principalmente pela internet, tem contribuído para o crescimento preocupante do uso. 

Para se ter uma ideia, o número de usuários desses dispositivos cresceu 600% nos últimos seis anos, alcançando quase 3 milhões de consumidores com idades entre 18 e 64 anos. 

Estudos já indicam que o uso de vapes entre adolescentes pode ser até cinco vezes maior do que o de cigarros tradicionais. Atraídos por sabores adocicados e pela falsa percepção de que esses dispositivos são menos nocivos, muitos jovens acabam se tornando dependentes rapidamente, como explica o pneumologista e professor do curso de Medicina do UniFOA, Dr. Gilmar Zonzin. 

“A velocidade com que o cigarro eletrônico gera dependência nicotínica é muito maior do que a do cigarro convencional. Os jovens se tornam dependentes com muita facilidade e enfrentam enorme dificuldade para abandonar o uso”, alerta o especialista. 

O uso de cigarros eletrônicos também já foi diretamente associado a casos graves de lesões pulmonares, como a EVALI (lesão pulmonar associada ao uso de produtos de cigarro eletrônico), que pode provocar insuficiência respiratória aguda, exigindo internação em UTI, uso de respiradores artificiais e, em alguns casos, levando à morte. 

“É como uma roleta-russa: não se sabe quem, quando e com qual dispositivo alguém pode desenvolver um quadro pulmonar agudo gravíssimo. A associação entre vapes e essas lesões já é amplamente comprovada”, destaca o pneumologista. 

Dr. Gilmar também chama atenção para os efeitos ainda desconhecidos a longo prazo, sobretudo entre adolescentes. Ainda que o tempo de uso seja relativamente recente em comparação ao cigarro convencional, já existem evidências do impacto negativo sobre os sistemas respiratório e cardiovascular. 

“Inicialmente se pensava que o cigarro eletrônico poderia ser inofensivo, mas essa ideia já caiu por terra. Os dispositivos estão associados à dependência severa, à ansiedade e a uma série de prejuízos à saúde”, explica. 

Outro ponto preocupante é o marketing agressivo voltado ao público jovem. Muitos acabam usando os vapes para se sentir parte de um grupo ou parecerem “modernos” e “descolados”, mas acabam aprisionados a um vício difícil de abandonar. 

“Há jovens que, depois de um tempo, percebem o quanto estão presos ao uso do dispositivo. Muitos até querem parar, mas não conseguem. Criaram uma dependência brutal”, afirma Dr. Gilmar. 

Sobre os sintomas associados ao uso dos cigarros eletrônicos, o médico destaca que a percepção da dependência, como a dificuldade em ficar sem usar o dispositivo, já é um sinal de alerta. Tosse persistente, cansaço, perda de rendimento físico e falta de ar também podem indicar comprometimento pulmonar. 

“Nosso maior desafio hoje é libertar essas pessoas da dependência. Estamos diante de um problema de saúde pública que movimenta fortunas e envolve interesses econômicos poderosos. Precisamos de ações firmes dos órgãos reguladores para conter esse avanço.” 

Enquanto o debate sobre regulamentação e fiscalização continua, a orientação dos especialistas é clara: não existe uso seguro de cigarro eletrônico. A falsa sensação de segurança pode ter consequências irreversíveis. Informação, conscientização e educação são as principais ferramentas para proteger as novas gerações dessa ameaça silenciosa.

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Em comemoração ao Dia do Nutricionista, celebrado em 31 de agosto, o curso de Nutrição do UniFOA realizou, uma palestra no Centro Histórico-Cultural, no campus Olezio Galotti, em Três Poços, com o objetivo de destacar a relevância desse profissional para a saúde e o bem-estar da população. 

O encontro reuniu estudantes, professores e egressos, promovendo uma troca de experiências fundamental para a formação dos futuros nutricionistas. Para o coordenador do curso, professor Alden dos Santos, o evento vai além da celebração: 

“Poder utilizar esses espaços para trocar com os nutricionistas em formação, em um ambiente diferente da sala de aula, é fundamental. Nós, profissionais atuantes no mercado de trabalho, conseguimos mostrar aos nossos alunos aquilo que o mercado realmente exige de um nutricionista”, ressaltou. 

Um dos pontos altos da atividade foi a participação de cinco egressos do curso, convidados por representarem diferentes áreas de atuação na nutrição. Entre eles, uma profissional que construiu carreira inovadora na área materno-infantil; outra que está finalizando doutorado na Unicamp com pesquisa sobre seletividade alimentar e autismo; uma nutricionista de Paraty que se destacou em políticas públicas de alimentação, chegando a ser convidada para um evento na ONU; uma egressa que alcançou posição de liderança em Unidades de Alimentação e Nutrição em menos de dois anos; além de um egresso que atua com nutrição esportiva e reforçou a importância da vivência acadêmica para se destacar em um mercado altamente competitivo. 

Segundo Alden, a presença dos ex-alunos fortalece ainda mais o compromisso do UniFOA em oferecer formação de excelência. 

“O mais importante na fala de todos foi mostrar que nosso curso tem tudo o que é necessário para preparar o profissional: docentes qualificados e engajados, infraestrutura, inserção na comunidade, eventos e oportunidades diversas. Cabe aos futuros nutricionistas aproveitar cada chance que oferecemos para construir uma carreira sólida e de impacto”, destacou. 

A celebração reforçou o papel essencial do nutricionista na sociedade e mostrou aos estudantes que o mercado oferece caminhos diversos e promissores, desde que percorridos com dedicação, preparo e aproveitamento das oportunidades oferecidas ao longo da graduação. 

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O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) abriu o Processo Seletivo de Medicina 2026, que, além da utilização das notas do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) referentes aos anos de 2016 a 2024, traz como novidade o retorno da modalidade presencial de provas. 

A iniciativa amplia as formas de ingresso e reforça o compromisso da instituição em oferecer mais oportunidades de acesso a um dos cursos mais concorridos da região. Ao todo, serão disponibilizadas 120 vagas, sendo 60 para o primeiro semestre de 2026 (30 via ENEM e 30 pela prova presencial) e 60 para o segundo semestre de 2026 (todas destinadas ao vestibular). 

A prova presencial será aplicada no dia 19 de outubro de 2025 (domingo), das 9h às 13h30, em Volta Redonda ou no Rio de Janeiro, conforme cartão de inscrição. O exame será composto por redação, de caráter eliminatório, valendo 40 pontos, e prova objetiva com 60 questões de múltipla escolha, totalizando 60 pontos, abrangendo conteúdos básicos do Ensino Médio nas seguintes áreas: Linguagens, incluindo Língua Estrangeira (Inglês ou Espanhol); Matemática; Ciências da Natureza; Ciências Humanas. 

A realização e operacionalização do processo ficará sob responsabilidade da Econrio – Empresa de Concursos do Rio de Janeiro, garantindo a lisura e organização de todas as etapas. 

As inscrições deverão ser feitas pelo link econ.rio.br/unifoa. O prazo para candidatos que optarem pelo ENEM vai até 26 de setembro de 2025, enquanto aqueles que concorrerem pelo vestibular/provas terão até o dia 13 de outubro de 2025 para se inscrever. 

Segundo a instituição, o retorno das provas presenciais atende à demanda de candidatos que preferem a avaliação tradicional, fortalecendo a diversidade de formatos de ingresso e ampliando a competitividade do processo.   

As informações completas sobre cronograma, regras e etapas de matrícula estão disponíveis no site do UniFOA. 

Edital: Edital Complementar nº 03-25

Edital Complementar nº 03-25 Anexo 3 - Critérios Redação UniFOA - Medicina 2026

Anexos: Anexo 1 - Cronograma UniFOA - Medicina 2026

Anexo 2 - Conteúdos Programáticos UniFOA - Medicina 2026

 

Na manhã da última terça-feira (26), o Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) promoveu a tradicional cerimônia de entrega do primeiro jaleco para os alunos ingressantes do curso de Medicina. O evento marcou oficialmente o início da jornada acadêmica da 84ª turma e foi realizado no auditório William Monachesi, no campus Olezio Galotti, em Três Poços. Familiares, docentes e representantes institucionais prestigiaram a solenidade, que reforçou a importância deste rito de passagem na formação médica. 

A mesa de honra foi composta pela reitora do UniFOA, professora Ivanete de Oliveira; pelo coordenador do curso de Nutrição, professor Alden Neves, representando o presidente da Fundação Oswaldo Aranha (FOA), doutor Eduardo Prado; pelo coordenador do curso de Medicina, professor Júlio Aragão; pelo coordenador adjunto do curso, professor Luiz Antonio Neves; e pela professora de acolhimento, Márcia Bastos. 

Em seu pronunciamento, a reitora destacou a relevância simbólica da cerimônia. “O primeiro jaleco tem uma representação muito forte, não apenas para o estudante, mas também para sua família e para a sociedade. É uma emoção imensa para todos que, juntos, constroem esse sonho. Quando o estudante ingressa no UniFOA, o sonho começa a se concretizar, e nós, enquanto instituição, passamos a fazer parte dessa caminhada”, afirmou. 

Ela ressaltou ainda que cada aluno traz consigo uma história única. “São muitos sonhos reunidos em um mesmo espaço, cada um com sua particularidade. Para nós, esse momento tem um significado tremendo. Quando olhamos para os olhos desses jovens e vemos o brilho da conquista, ouvimos deles: ‘eu consegui’. Essa alegria contagia e nos emociona profundamente.” 

O coordenador adjunto do curso de Medicina, professor Luiz Antonio Neves, reforçou a importância da acolhida aos novos estudantes. “É essencial que o aluno, ao ingressar, compreenda a dinâmica do curso e se sinta bem recebido. O primeiro jaleco simboliza também para a família o início de uma nova jornada, que marca a transição para a vida profissional e projeta o futuro de cada estudante enquanto médico”, pontuou. 

Entre os alunos que vestiram o jaleco pela primeira vez, a emoção foi visível. Para João Filipe de Paula Cunha, o momento representou a concretização de um sonho. “A ficha ainda não caiu. A realização desse sonho mostra que nunca devemos desistir. Cada um aqui tem sua história e, hoje, provamos que tudo tem seu tempo. Agora chegou o nosso momento e que ele seja de muita felicidade nessa jornada brilhante que está só começando.” 

A cerimônia do primeiro jaleco reafirma o compromisso do UniFOA em valorizar a trajetória de seus estudantes e em oferecer não apenas formação acadêmica, mas também experiências que fortalecem vínculos e marcam a vida de futuros profissionais da saúde.

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Em um mundo onde os humanos já não existem, a pequena robô H.O.P.E. desperta de um longo sono para cumprir uma missão essencial: convencer seus amigos mecânicos a viverem em harmonia com a natureza. Essa é a proposta de Little H.O.P.E., jogo desenvolvido pela equipe Forja Umbra Studios durante o Hackathon LAB CN 2025 que agora alcança um novo marco: o lançamento da sua página oficial na Steam, a principal plataforma de games independentes do mundo. 

O ponto de partida foi o tema do Hackathon — “Por um futuro sustentável”. Para Pedro Amando, estudante do último período de Sistemas de Informação do UniFOA e integrante da equipe, a ideia nasceu da vontade de criar um jogo que unisse diversão e mensagem, provando que entretenimento e conscientização podem caminhar juntos: 

“Queríamos fugir da lógica dos jogos educativos que focam só no conteúdo e acabam deixando a experiência de lado. Nossa meta era criar algo envolvente, com atmosfera lúdica, puzzles criativos e um design carismático para a H.O.P.E., de modo que a mensagem fosse transmitida de forma natural, enquanto o jogador se diverte”, explica Pedro. 

No game, o jogador assume o papel da protagonista Little H.O.P.E., que precisa aprender uma linguagem de símbolos para se comunicar com robôs e com a fauna de um mundo abandonado pelos humanos. A partir dessa interação, ela tenta restaurar o equilíbrio e trazer esperança ao planeta. 

O desafio do Hackathon 

O desenvolvimento não foi fácil. O Hackathon deu apenas três dias para a criação do protótipo, exigindo dos participantes jornadas intensas de trabalho. Depois, os projetos selecionados tiveram três meses para transformar a ideia em um jogo completo. 

“O maior desafio foi o tempo. Tivemos só três dias para entregar o protótipo e, depois, três meses para finalizar tudo. Foi corrido, mas aprendemos demais nesse processo. Apesar de termos que cortar parte do planejamento original, conseguimos um resultado muito bom”, conta o estudante. 

Essa foi a primeira experiência definitiva da Forja Umbra Studios com o desenvolvimento de um jogo, o que tornou o desafio ainda maior. Mesmo assim, o esforço coletivo resultou em uma entrega sólida, reconhecida e premiada. 

Além da parte técnica, a experiência trouxe aprendizados em organização, logística e comunicação de equipe: 

“Atuar como game designer e narrative designer me ensinou a transmitir ideias e feedback de forma eficiente. Isso é algo que vou levar para toda a minha trajetória”, destaca Pedro. 

Um marco na formação 

A conquista também tem um significado especial para a formação acadêmica do estudante. Segundo ele, a prática complementou de forma decisiva a teoria aprendida em sala de aula: 

“O curso de SI me deu a base em programação, mas principalmente a vivência com o projeto integrado de Game Jam, no primeiro ano, ao lado da professora Luciane Jasmin. Sem essa experiência inicial, eu não teria conseguido avançar tanto”, afirma. 

Com o projeto finalizado e já disponível na Steam, a equipe começa a pensar nos próximos passos: 

“O jogo está pronto, apenas com ajustes de manutenção e correção de erros. Mas já estamos nos movendo para um novo projeto, aplicando tudo o que aprendemos no desenvolvimento do Little H.O.P.E. para criar algo ainda mais impactante”, revela Pedro. 

Mais do que um game, Little H.O.P.E. reflete o potencial criativo dos jovens desenvolvedores brasileiros. Ele une tecnologia, narrativa envolvente e conscientização ambiental mostrando que boas ideias podem sair do papel e ganhar o mundo. 

Confira a página oficial do jogo na Steam: Little H.O.P.E. 

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A 3ª Semana Acadêmica da Escola de Gestão e Negócios (EGN) do UniFOA reuniu uma programação intensa e variada, pensada para aproximar teoria e prática e oferecer aos alunos experiências que vão além da sala de aula. Ao longo da semana, os estudantes participaram de atividades voltadas para o empreendedorismo, a pesquisa, a inovação e o protagonismo estudantil, sempre em sintonia com as demandas do mercado atual. 

A proposta do evento foi justamente estimular a reflexão sobre temas fundamentais, como liberdade financeira, carreira e uso de novas tecnologias, entre elas, a inteligência artificial aplicada à pesquisa científica. Além disso, os alunos tiveram a oportunidade de apresentar seus próprios projetos na Feira de Negócios e participar do I Startup Challenge, que incentivou a criação de modelos de negócios inovadores com impacto social. 

A abertura contou com a palestra de Renata Alarcão, consultora do Sebrae, sobre o tema “Negócios que transformam – Empreender com propósito em tempos de mudança”. Para ela, a iniciativa do UniFOA representa um elo fundamental entre a academia e o mercado de trabalho, sem abrir mão da formação crítica dos futuros profissionais. 

“Num mundo cada vez mais tecnológico, promover o conhecimento e as habilidades comportamentais é um grande diferencial para os alunos. Fiquei extremamente honrada com a presença em massa dos estudantes e ainda mais feliz com a qualidade das perguntas. Como egressa e ex-professora da instituição, sinto-me privilegiada em contribuir para o desenvolvimento de futuros profissionais comprometidos com a transformação social”, afirmou. 

A coordenadora da Escola de Gestão e Negócios, professora Patrícia Nunes, reforçou que a Semana Acadêmica é um momento privilegiado para ampliar horizontes e vivenciar na prática os conceitos discutidos em sala.: 

“É o momento de vivenciar na prática o empreendedorismo, a inovação e a pesquisa, ampliando a rede de contatos e desenvolvendo competências como liderança, visão estratégica e criatividade. A diversidade da programação foi planejada para contemplar diferentes dimensões da formação, aproximando os estudantes do mercado e fortalecendo o propósito da EGN: formar profissionais completos, críticos e preparados para os desafios contemporâneos”. 

Ela também destacou o trabalho coletivo na organização do evento: 

“Contamos com uma equipe de professores engajados, a participação da Atlética e dos representantes de turma, que assumiram responsabilidades conosco. Um agradecimento especial à professora Mestre Débora Cristina Lopes Martins, idealizadora da Semana, que conduziu cada etapa com excelência, unindo criação, logística e articulação de pessoas de forma impecável”. 

Já a professora Débora Martins, responsável pelo Eixo de Extensão e uma das organizadoras, ressaltou o envolvimento dos alunos como diferencial desta edição: 

“Foi incrível ver os alunos participando de verdade, apresentando ideias, interagindo e se envolvendo nos desafios. Tivemos a contribuição ativa da recém-criada Liga Acadêmica Carreira, Negócios e Tecnologia, além da Feira de Negócios, que reuniu estudantes empreendedores com seus projetos. A sensação é de que aprendemos juntos e que a Semana se consolidou como um espaço vivo de troca e crescimento”. 

O engajamento e a participação estudantil também foram lembrados por Arnaldo Júnior, representante do diretório acadêmico da EGN: 

“Claro que deu trabalho e responsabilidade, mas no fim valeu muito a pena. Aprendemos muito com a organização, fizemos conexões e vimos os colegas participando ativamente. Para mim, significa sentir que nossa opinião importa, e isso motiva a contribuir cada vez mais”. 

Com palestras, painéis, feiras e desafios, a 3ª Semana Acadêmica da Escola de Gestão e Negócios deixou sua marca: mais do que um evento acadêmico, tornou-se um espaço vivo de aprendizado, troca e inovação, onde estudantes, professores e mercado caminham juntos para transformar realidades. 

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Na última sexta-feira (22), o bairro Retiro recebeu a 2ª edição do Conexão Mega Cidadania, uma iniciativa que reúne serviços gratuitos de assistência social, saúde, educação e lazer, com foco na inclusão e no bem-estar da comunidade. O Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) marcou presença com as equipes dos cursos de Nutrição e Odontologia, levando orientação, acolhimento e informação à população.  

O evento também contou com a presença do programa “RJ Para Todos”, do Governo do Estado, além da participação de diversas secretarias municipais. 

Segundo a pró-reitora de Extensão, professora Ana Carolina Callegario, a participação do UniFOA nesses eventos é estratégica tanto para a comunidade quanto para a formação dos estudantes:  

“Acho essencial estarmos presentes em iniciativas como essa, porque nossos cursos têm muito a contribuir. Essa parceria com a Prefeitura e o Governo do Estado permite que nossos alunos coloquem em prática o que aprendem em sala de aula, vivenciem a realidade da população e cresçam não apenas profissionalmente, mas também pessoalmente. É um aprendizado que vai além dos livros.” 

Os alunos também destacaram a experiência de aproximação com a comunidade. Pedro Shai, do terceiro período de Nutrição, explicou as atividades desenvolvidas pelo curso: “Realizamos avaliações de índice de massa corporal e oferecemos orientações sobre saúde nutricional. Também distribuímos materiais com informações sobre projetos do curso, com o objetivo de levar mais conhecimento sobre alimentação para a população.” 

Da mesma forma, os estudantes de Odontologia estiveram em contato direto com o público. Leandro Souza, aluno do quinto período, relatou: “Nosso trabalho foi orientar sobre saúde bucal, especialmente com foco nas crianças, mas também esclarecendo dúvidas de todas as idades. É um momento importante para promover prevenção e conscientização.” 

Além do impacto social, a iniciativa também tem valor acadêmico. A professora Paula Alves Leoni, do curso de Nutrição, ressaltou a importância do combate às informações falsas sobre alimentação: “Hoje em dia existem muitos mitos e fake news sobre nutrição circulando nas redes sociais. Por isso, é fundamental que estejamos nesses espaços para compartilhar informações científicas e seguras”. 

“Para os alunos, essa vivência é muito enriquecedora, porque eles aprendem a lidar com a população, a desenvolver empatia e ainda trocam experiências entre si, já que alunos mais avançados ajudam aqueles que estão começando”, completou a professora. 

O Conexão Mega Cidadania ofereceu uma ampla gama de serviços, como atualização do Cadastro Único, emissão da Carteira do Idoso Interestadual e orientações sobre programas da assistência social. Também foram divulgadas ações de prevenção ao trabalho infantil, apoio a pessoas em situação de rua, cuidados voltados para idosos e pessoas com deficiência, além de campanhas educativas sobre o combate ao abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes. 

Com a participação ativa dos estudantes e professores, o UniFOA reforça seu compromisso com a comunidade, unindo conhecimento acadêmico à promoção da cidadania e à transformação social. 

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A III Jornada Sul Fluminense de Geriatria e Gerontologia se consolidou como um dos principais eventos científicos da região dedicados à saúde da pessoa idosa. O encontro reuniu no Auditório William Monachesi, no campus Olezio Galotti, em Três Poços, especialistas, profissionais da saúde, estudantes e gestores públicos com o propósito de discutir desafios, avanços e estratégias no cuidado com o envelhecimento. Com uma programação diversificada, foram abordados temas como demências, envelhecimento ativo e políticas públicas, fortalecendo a rede de atenção voltada ao idoso no Sul Fluminense. 

A reitora do UniFOA, professora Ivanete Oliveira, destacou a satisfação em receber a Jornada no Centro Universitário. “Eu fico aqui duplamente satisfeita. Primeiro porque sei que o UniFOA desenvolve diversas atividades voltadas para o idoso há décadas. É a concretização de um sonho ver pessoas reunidas com o mesmo objetivo: discutir o envelhecimento digno e saudável. E, segundo, porque sou gerontóloga de formação e me sinto prestigiada em participar de um evento como esse”, afirmou. 

Durante sua fala, a reitora ressaltou ainda a importância das relações humanas no processo de envelhecimento. “O envelhecimento não é apenas biológico ou cronológico. Ele é cultural e social. Relações de acolhimento e vínculos humanizados desaceleram esse processo. Quando o idoso se sente abraçado, representado e parte ativa da sociedade, ele envelhece com dignidade.” 

Para um dos organizadores da III Jornada, o geriatra José Roberto Barros Arantes, o evento representa a união de esforços em prol da saúde do idoso. “A emoção é grande, porque realizamos um encontro em parceria com a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia e com o UniFOA, que forma novos profissionais que, com certeza, transformarão o nosso país. Em Volta Redonda, já desenvolvemos um trabalho diferenciado, que vai além da área médica e envolve direitos, lazer e proteção social da pessoa idosa”, ressaltou. 

O presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia do Rio de Janeiro (SBGG-RJ), Ivan Teixeira, destacou a relevância estratégica da região para o fortalecimento da geriatria e gerontologia. “O papel da sociedade é semear conhecimento, e a universidade é um polo fundamental para isso. O maior desafio ainda é o combate ao idadismo, o preconceito com a idade. Precisamos mostrar que o envelhecimento pode ser saudável e bem-sucedido, sem estar necessariamente associado a doenças”, afirmou. 

A Jornada também foi marcada por depoimentos emocionantes que reforçaram a conexão entre ciência e vivência prática. O médico cirurgião Evandro de Moraes Silva lembrou que saúde e tempo são os maiores patrimônios que o idoso pode ter. “Tenho 65 anos e um filho de 9. O que mais quero é saúde e tempo para acompanhá-lo em suas escolhas. Por isso acredito tanto na importância desse evento, que nos ajuda a refletir sobre o que realmente importa.” 

Entre os momentos mais simbólicos esteve a homenagem a idosos que são sinônimo e exemplo de vitalidade, como Seu Jorge, funcionário da FOA que completou 100 anos de vida. Emocionado, ele celebrou sua trajetória de mais de cinco décadas na instituição. “Fiz 100 anos graças a meu bom Deus. Estou há 53 anos na FOA e só tenho a agradecer. Sempre fui recebido com abraços e amizade, nunca tive um problema aqui. Participar desse encontro, cercado de carinho, me enche de alegria. Todo mundo aqui é meu amigo”, disse com entusiasmo. 

A realização da III Jornada reforça como é importante ter uma sociedade mais inclusiva e atenta às demandas do envelhecimento populacional. Mais do que um espaço de atualização científica, o evento mostra a importância de práticas humanizadas, do fortalecimento das políticas públicas e da valorização da pessoa idosa como protagonista da própria história.

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