No cenário da Educação Superior, a busca por parcerias estratégicas e colaborações que agreguem valor à formação acadêmica e profissional dos estudantes é uma prioridade. Na última terça-feira (6), a Fundação Oswaldo Aranha (FOA) recebeu o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do Sul Fluminense, Edimar Pereira, acompanhado do vereador Luciano Mineirinho.
O encontro contou com a presença do presidente da FOA, Eduardo Prado, e do pró-reitor de Planejamento e Desenvolvimento, Márcio Lins. Durante a visita, foram discutidos tópicos relevantes relacionados aos carros elétricos, bem como a criação de uma parceria que beneficiará os funcionários da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) e associados do Sindicato dos Metalúrgicos, com descontos em cursos de graduação.
Essa colaboração visa aprimorar a capacitação da mão de obra voltada para os setores metalmecânico e automobilístico, com foco especial na cadeia produtiva de carros elétricos. O presidente da FOA enfatizou a importância desse tipo de parceria para fortalecer ainda mais o conhecimento e as habilidades dos trabalhadores, gerando impactos positivos em toda a sociedade.
"A busca por parcerias estratégicas e colaborações que agreguem valor à formação acadêmica e profissional dos estudantes é uma das nossas prioridades. Acreditamos que essa cooperação terá um impacto positivo não apenas na formação dos trabalhadores, mas também na indústria da região e, consequentemente, em toda a sociedade. Estamos na expectativa para explorar futuras possibilidades de parceria que beneficiarão nossos estudantes e contribuirão para o desenvolvimento das indústrias locais", ressalta Eduardo Prado.
Edimar Pereira, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do Sul Fluminense, também destacou a significância dessa parceria para a região, observando: "É uma importância que traz o significado não só para a família metalúrgica, mas para toda a região do sul fluminense. O UniFOA é uma referência não só no Sul Fluminense como em todo nosso país, e ele é muito respeitado e acreditado no meio da família metalúrgica. Essa parceria traz ganhos intangíveis para todo o sul fluminense e para toda a região dos trabalhadores e trabalhadoras".
Além dos assuntos discutidos, a reunião abriu portas para futuras possibilidades de parcerias, que podem se traduzir em oportunidades significativas para os estudantes, bem como em contribuições valiosas para o desenvolvimento das indústrias da região. A FOA/UniFOA continua comprometida em buscar parcerias estratégicas que promovam a excelência educacional e o fortalecimento da comunidade local, dando início a um pontapé inicial de projetos que visa não só o conhecimento e a educação da família metalúrgica, mas sim melhorar a mão de obra e a qualidade para todas as fábricas e todo o sul fluminense.
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Iniciando a semana, nesta segunda-feira, 06 de novembro, o campus Porfírio José de Almeida, no Aterrado, foi palco de uma roda de conversa enriquecedora sobre diversidade de gênero, sexualidade e envelhecimento. O evento foi organizado com maestria pelos professores Dario Aragão Neto e Daniele do Val, proporcionando uma plataforma para discussões significativas e reflexões sobre questões cruciais relacionadas a esses temas.
A palestra principal do encontro ficou a cargo da renomada Mestre Maria Cecília Gama, cujo conhecimento e experiência trouxeram uma perspectiva valiosa sobre a interseção da diversidade de gênero e sexualidade com o processo de envelhecimento.
Para Dario, o encontro foi muito valioso pois proporcionou debates em todos os aspectos em relação a diversidade com foco nas pessoas idosas. A participação da Maria Cecília foi enriquecedora e abriu espaço para os debates. “Ela é muito inteligente, gosto muito de assistir às suas aulas”.
Também foi abordado de forma muito pertinente, a questão da homossexualidade e sexualidade na terceira idade. A diferença do conceito de idoso e velho, do movimento do idadismo que é fato de menosprezar as pessoas mais velhas, foram alguns dos pontos de discussão no evento. “Foi um debate sobre idoso, idade, identidade, quem somos nós, que sociedade que queremos para nós e, sobretudo, respeito”, concluiu Dario.
A roda de conversa ofereceu uma oportunidade única para os participantes ampliarem sua compreensão dessas questões sensíveis e muitas vezes negligenciadas, destacando a importância de promover o respeito à diversidade em todas as fases da vida.
O evento reflete o compromisso contínuo da instituição em abordar questões sociais relevantes, proporcionando um espaço inclusivo para diálogos construtivos e promovendo a conscientização sobre a diversidade e os direitos de todos os indivíduos, independentemente de idade, gênero ou orientação sexual.
A Roda de Conversa sobre Diversidade de Gênero, Sexualidade e Envelhecimento representa um passo significativo em direção a uma comunidade acadêmica mais inclusiva e informada.
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O conhecimento salva vidas. E isso se aplica também quando falamos de primeiros socorros. Em uma tarde de aprendizado proveitosa no Colégio Batista, em Volta Redonda, alunos do ensino médio tiveram um treinamento interativo e informativo.
O evento contou com a participação da Supervisora do CCS (Centro de Ciências da Saúde), Cyntia Esposti, da professora do curso de Enfermagem Nelita Cristina da Silva Teixeira Pereira, e da aluna do curso de Enfermagem Brenda E. Soares. A iniciativa surgiu a convite da coordenadora da escola, professora Aline dos Santos, como parte da disciplina de Bem-Estar e Saúde.
Durante a sessão, as especialistas compartilharam conhecimentos vitais sobre técnicas de primeiros socorros, com tópicos como massagem cardíaca, desengasgo, lesões e hemorragias. A abordagem interativa permitiu que os estudantes participassem ativamente do treinamento, em que esclareceram dúvidas e adquiriram habilidades que podem fazer a diferença em situações de emergência.
A importância desse tipo de iniciativa não pode ser subestimada, uma vez que capacita os jovens a agirem com confiança e eficácia em situações de risco, potencialmente salvando vidas. A participação das profissionais demonstra o compromisso do UniFOA no desenvolvimento de habilidades práticas e conhecimentos que têm um impacto significativo não somente para os estudantes de graduação, mas para toda a sociedade.
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Na próxima quinta-feira, 9 de novembro, o UniFOA através do Escritório da Cidadania, realizará a IX Semana da Promoção da Igualdade Racial. O evento, que foi suspenso devido à pandemia, retorna ao calendário anual e promete ser marcante. A programação terá início às 9h30 no Centro Histórico Cultural Dauro Aragão, no campus Olezio Galotti, em Três Poços, com apresentações étnicas, seguidas de palestras e debates.
Destacando a importância da iniciativa, a presidente da Acquelerj (Associação Estadual das Comunidades Quilombolas do Estado do Rio de Janeiro), Ana Beatriz Bernardes Nunes, e o defensor público, Dr. José Roberto Fani Tambasco, estarão presentes no encontro.
Dario Aragão, idealizador e organizador do evento, enfatizou que a IX Semana da Promoção da Igualdade Racial é uma luta em prol das minorias, incluindo quilombolas, caiçaras, indígenas e outros grupos que enfrentam discriminação racial diariamente.
“A Bia Nunes vai falar sobre lideranças quilombolas, abordar políticas públicas e abrir espaço para esse grande debate”, disse Dario.
A programação incluirá uma apresentação de dança e coral, que promete ser um momento encantador. Dario acrescentou: “Também teremos o privilégio de receber os curumins, dez crianças indígenas da Aldeia Itaxim Guarani M’Bia Paraty Mirim, juntamente com o Cacique Pedro, que falarão sobre a cultura indígena”.
O evento será aberto tanto para a comunidade acadêmica quanto para o público em geral, com o apoio da Defensoria Pública da União. É uma oportunidade de participar de um importante debate em prol da igualdade racial e da valorização das culturas minoritárias.
Entre os dias 23 e 25 de outubro, a 6ª Conferência Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável (6ª CESANS/RJ) teve lugar na UERJ, com o tema central "Fortalecer o SISAN para a garantia da comida de verdade e de um país sem fome". A escolha desse lema reflete a preocupação em abordar dois desafios presentes no cenário alimentar e nutricional do país: a garantia do direito universal a uma alimentação adequada e saudável, conhecida como "comida de verdade", e a superação das situações de insegurança alimentar e fome que cresceram rapidamente nas últimas décadas. Além disso, foi apresentado o primeiro Plano de Segurança Alimentar do Estado do Rio de Janeiro.
O Curso de Nutrição do UniFOA foi indicado para participar como delegado do município de Volta Redonda e contribuiu com as propostas estabelecidas na conferência municipal, na qual desempenhou um papel ativo. Os alunos da Liga Acadêmica de Segurança Alimentar (LASAN) representaram o curso, participando da subcomissão de conteúdo da Conferência Municipal de Volta Redonda e, posteriormente, interagiram na 6ª CESANS. Além disso, a LASAN teve a oportunidade de compartilhar suas experiências em Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável com outras instituições do estado do Rio de Janeiro.
“Foi uma imensa honra e motivo de grande orgulho para nós representarmos Volta Redonda e o curso de Nutrição na Conferência Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional. Essa oportunidade destacou a importância de assumir um papel ativo na defesa e promoção da segurança alimentar em nossa região, impulsionando-nos a desenvolver as ferramentas necessárias para combater a insegurança alimentar em nossa comunidade”, destacou, Wadrian Antônio, Presidente da LASAN.
É importante ressaltar que o Curso de Nutrição do UniFOA e a LASAN foram as únicas representações acadêmicas no evento, e sua presença foi destacada pelos demais participantes devido à relevância do papel do nutricionista em formação na implementação do Plano Estadual de Segurança Alimentar, lançado durante a conferência, e no fortalecimento do Sistema de Segurança Alimentar e Nutricional (SISAN) a nível estadual. Essa participação ativa demonstra o compromisso do UniFOA com a promoção de uma alimentação adequada e saudável para a população e na luta pela erradicação da fome no país.
“A nossa participação na conferência nos proporcionou aprendizados inestimáveis. Compreendendo que os nutricionistas desempenham um papel essencial na luta contra a insegurança alimentar. A conferência nos ofereceu insights valiosos sobre as realidades do dia a dia que iremos usar futuramente em nossa profissão”, completou Wadrian.
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Feito inédito para o Sul Fluminense, a primeira cirurgia ortognática da região por meio do Sistema Único de Saúde (SUS) foi realizada no dia 1º de novembro, no Hospital São João Batista (HSJB), em Volta Redonda. O procedimento cirúrgico pioneiro foi realizado em um jovem de 19 anos. A equipe responsável foi comandada pelo cirurgião-bucomaxilofacial Felipe Condé, professor do curso de Odontologia no Centro Universitário de Volta Redonda, doutor em Técnicas Operatórias, e pelo médico Edivan de Paula, que colaborou como primeiro assistente.
A cirurgia, que é destinada ao tratamento de deformidades dentofaciais (relativas aos ossos da face), até então era realizada em Volta Redonda apenas em unidades hospitalares privadas, seja por meio de planos de saúde ou de forma particular.
Felipe Condé conta que o foco principal do Serviço de Cirurgia Bucomaxilofacial do HSJB, do qual é o coordenador, sempre foi o atendimento ao paciente com fratura faciais, uma vez que a unidade é um hospital de emergência. “Porém, com o apoio da nova direção do Hospital São João Batista, desse novo governo, começamos a partir de hoje (quarta-feira) a tratar pacientes com deformidades dentofaciais, que acometem não só indivíduos jovens, mas adultos também”, afirmou.
O cirurgião explicou, ainda, que esse tipo de deformidade costuma ser de causa congênita, mas também pode surgir por causas adquiridas. “Realizamos a cirurgia nesse jovem, que já vinha à procura dela há muito tempo pelo SUS, e a direção do hospital nos deu essa oportunidade maravilhosa de começar a realizar as cirurgias pelo Sistema Único de Saúde. É uma novidade que vai beneficiar diversos usuários que não têm condições de fazer esse tipo de procedimento, que só era realizado de forma particular ou pelo plano de saúde”, comemora.
Felipe ressalta que a cirurgia ortognática era realizada no estado do Rio apenas no Into (Instituto de Traumatologia e Ortopedia), na capital fluminense, que era até então a referência para o encaminhamento dos pacientes. “Mas a partir de agora realizaremos essas cirurgias aqui em Volta Redonda, graças ao apoio da direção do hospital e da prefeitura”.
Mãe do paciente que passou pela cirurgia, a dona de casa Carla de Oliveira Souza, de 40 anos, agradeceu à prefeitura, ao SUS, ao doutor Felipe Condé e a Deus pela realização do procedimento. “Sem eles não teríamos conseguido, estávamos aguardando há quase dez anos por essa cirurgia. Meu filho sofreu muito bullying por causa de seu problema na face, sentia muita falta de ar, mal-estar, e hoje foi a realização de um sonho, pois meu filho vai ter a autoestima renovada. Recebo como um presente a cirurgia do meu filho, e essa porta foi aberta para que outras pessoas sejam presenteadas também”.
Os avanços nas cirurgias, tratamentos e procedimentos ortodônticos permitem que pessoas com deformidades dentofaciais congênitas – ou que sofreram traumas faciais com fraturas complexas dos maxilares – possam ter uma expressiva melhoria na qualidade de vida, seja na parte da saúde quanto ao que se refere à autoestima. Um desses progressos é justamente a cirurgia ortognática pela qual passou o jovem de 19 anos nessa quarta-feira, uma das etapas pelas quais ele passou.
Antes do procedimento cirúrgico, é preciso que o paciente faça o alinhamento e nivele os dentes nas arcadas por meio de um tratamento ortodôntico. O passo seguinte, em que são tratadas as deformidades facial e dentária, é uma série de osteotomias na face. Já o planejamento cirúrgico e feito digitalmente e inclui todas as informações ósseas e dentais do paciente. É dessa forma que a equipe responsável pela cirurgia ortognática consegue fazer a simulação e planejamento cirúrgico por meio do computador, visando uma maior precisão do procedimento.
Todo esse cuidado é necessário devido à complexidade da cirurgia, que envolve três seguimentos da face: a maxila, a mandíbula e o mento (parte inferior do rosto, abaixo dos lábios). Durante o procedimento, os profissionais médicos cortam os ossos por meio de ponteiras ultrassônicas, separando-os da face; em seguida, eles voltam a ser fixados, desta vez na posição correta e anatômica.
Com o fim da cirurgia, o paciente permanece na instituição hospitalar por um prazo que vai de 24h a 48h. Após a alta, ele passa a ser acompanhado semanalmente, por dois meses, pelo cirurgião-bucomaxilofacial, sendo encaminhado posteriormente a um ortodontista, responsável pelos refinamentos ortodônticos até a alta definitiva.
O cirurgião Felipe Condé explicou antes da realização da cirurgia que as pessoas com deformidades dentofaciais apresentam alterações no crescimento ósseo dos maxilares, o que resulta em alterações no encaixe dos dentes que não podem ser resolvidos apenas com o uso de aparelhos ortodônticos.
“A cirurgia ortognática é fundamental para o sucesso do tratamento e a reabilitação funcional e estética do paciente. Após a cirurgia, o paciente tem suas funções restauradas e passa a falar, sorrir, mastigar e respirar adequadamente. Além disso, após o procedimento o paciente fica com a face harmônica, anatomicamente com os ossos na posição correta, e esteticamente com o perfil bem agradável”, explicou.
A ampliação da Sede de Inspetoria do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro (Crea), em Volta Redonda, está prevista para acontecer no início de 2024. Para tornar essa reforma uma realidade, professores do curso de Engenharia Civil do Centro Universitário de Volta Redonda – UniFOA e membros da Equipe de Projetos Especiais da instituição fizeram toda a idealização.
O projeto da obra, aprovado pela Secretaria Municipal de Planejamento de Volta Redonda, em maio deste ano, teve todo o planejamento executado pelos docentes Ildony Hélio Bellei (benemérito), Sérgio Taranto (coordenador do curso) e José Marcos Rodrigues, o Zito.
Além deles, participaram também os desenhistas projetistas William Rosa do Carmo, Matheus Câmara (egresso de Engenharia Elétrica do UniFOA) e o professor Renato Donato.
O principal objetivo da reforma é substituir a sede atual do Conselho, a fim de que se construa uma instalação com dois pavimentos, que seria maior do que a atual, como exemplificado abaixo:

Imagem do projeto
A Equipe de Projetos do Centro Universitário utilizou um software da AutoDesk, empresa que possui parceria com a instituição para cursos da área de exatas. A ampliação, que tem previsão para ser iniciada no começo de 2024, traz modernização para os atendimentos físicos, pois a nova sede terá um salão para eventos e reuniões, uma solicitação antiga dos profissionais de Engenharia de Volta Redonda. William, membro da Equipe Especial do UniFOA, explicou um pouco mais sobre como a ideia da instalação foi planejada:
“Como somos uma equipe, dividimos as tarefas. Eu fiquei com a parte da arquitetura e renderizações e meu colega de trabalho Matheus com o projeto elétrico - sempre contando com a supervisão do professor Renato”, relatou.
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Os estudantes do curso de Medicina celebraram, junto com a direção da FOA e do UniFOA, a inauguração do novo espaço totalmente dedicado ao Diretório Acadêmico e à Atlética do curso, que aconteceu nesta quarta-feira (1º). O evento contou com as presenças do presidente da FOA, Eduardo Prado, da reitora do UniFOA, professora Ivante Oliveira, do coordenador de Medicina, Júlio Aragão, e da presidente do Diretório Acadêmico, Júlia Vieitas, e demais acadêmicos.
Eduardo Prado expressou sua gratidão a todos que contribuíram para a realização desse projeto, enfatizando a importância da criação de espaços de convivência, que são fundamentais na promoção da excelência educacional e nas relações interpessoais. Ele também destacou a intenção de expandir iniciativas semelhantes para outros cursos, reforçando o compromisso com a qualidade educacional dentro e fora das salas de aula.
“Nossa trajetória de crescimento é contínua, e estamos determinados a expandir ainda mais. A excelência não se restringe ao ambiente de sala de aula, mas também se estende para fora dele, abrangendo bem-estar não apenas nas instalações acadêmicas, mas também em hospitais e cenários práticos. Nosso compromisso é fornecer a mais alta qualidade de ensino, com todos os recursos necessários para nossos estudantes”, ressaltou o presidente.
Além disso, ele também destacou novos investimentos que serão feitos na instituição, como a ferramenta paciente 360°, e a cobertura das quadras poliesportivas para facilitar a utilização do espaço para treinos das atléticas, e futuramente a construção de novos espaços de convivência.
O novo ambiente é descrito como um "novo lar" para os alunos do curso de Medicina, e uma conquista que foi apoiada pelos ex-presidentes Ítalo e Gabi.
Julia compartilhou sua alegria em ver um sonho realizado, enfatizando o trabalho dedicado de todos os envolvidos e a importância desse novo espaço para os estudantes.
“Eu imaginei muito esse dia. Tem mais menos um ano que eu esperava por esse dia, e para nós, é uma grande conquista poder ter esse novo espaço, perto do nosso novo prédio, e um legado que deixaremos para as próximas gerações de alunos que virão”, disse Júlia.
Júlio Aragão, coordenador do curso, expressou sua gratidão pela dedicação e parceria dos envolvidos nesse projeto. Ele ressaltou que o espaço é um reconhecimento do compromisso do Diretório Acadêmico com a instituição e a medicina como um todo. Além disso, homenageou o nome de Paulo Mendes, que dá nome ao diretório, e destacou uma celebre frase de Paulo: "para educar, nossa missão não tem limites”.
A reitora do UniFOA também compartilhou palavras de incentivo e a importância da união de professores e estudantes para transformar não apenas a medicina do UniFOA, mas também a medicina em todo o Brasil. O evento refletiu o compromisso da instituição com o desenvolvimento contínuo do curso de Medicina e o aprimoramento da experiência educacional dos estudantes. “É fundamental reconhecer que a medicina deve ser uma colaboração entre professores e estudantes. Juntos, somos capazes de transformar não apenas a medicina no UniFOA, mas em todo o Brasil. Nosso objetivo é continuar aprimorando a MedVR constantemente”, afirmou Ivanete.
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Na última terça-feira (31), o curso técnico de Enfermagem do Centro Universitário de Volta Redonda - UniFOA recebeu palestra sobre conteúdos e prática de exercícios que promovem melhoria do bem-estar, qualidade de vida e psicológico. No mesmo dia, também foi realizado o workshop “Saúde Mental no Trabalho: Conectando-se com o que existe de melhor em você”, como programação do Projeto Gente, destinado a funcionários da instituição.
As duas atividades foram organizadas pelo assessor da Presidência Alessandro Orofino. O objetivo dos encontros foi promover a conscientização sobre a importância da quebra de paradigmas relacionados ao assunto, que é muito discutido em ambientes de trabalho atualmente.
“A saúde mental deixou de ser um tabu. Reconhecer a importância do tema é de suma importância para o desenvolvimento pessoal e organizacional”, destacou Orofino.
Andressa, estudante de enfermagem, relatou que, apesar de não trabalhar com tópicos relacionados à saúde mental, sempre se interessou em saber mais acerca do assunto: “Sobre a humanização da saúde mental, é um tema que eu tenho muita curiosidade apesar de não ser minha área escolhida para trabalhar. Eu entendo que nós como profissionais da saúde, temos que entender um pouco e ter esse autocuidado, pois como vamos cuidar das outras pessoas se não estamos bem”, concluiu.
O incentivo e acolhimento realizados por essas ações mostram o compromisso e o cuidado da FOA e do UniFOA com cada um de seus profissionais e estudantes. O Centro Universitário de Volta Redonda sempre estará atento e alerta quanto ao estado mental de cada um de seus funcionários, professores e discentes, para que todos se sintam confortáveis e bem atendidos dentro da instituição.
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É comum associarmos os professores ao ato de ensinar, mas muitos deles também se aprimoram, adquirindo novas habilidades e ferramentas para melhor facilitar o aprendizado de seus alunos.
Nesse sentido, o Centro de Aprendizagem e Inovação Pedagógica (CAIP) do Centro Universitário de Volta Redonda – UniFOA promoveu o encerramento do curso "Autorregulação da Aprendizagem: aprender a aprender" no AudiSmart do Campus Olezio Galotti, em Três Poços.
O curso de autorregulação é um dos cursos oferecidos através do programa Olhar Docente aos professores, e que teve diversas etapas, pois ele foi um curso mais longo, como explica a coordenadora do CAIP, Bruna Casiraghi.
"Dedicamos um tempo mais longo, porque ele foi um curso mais extenso. Iniciou no começo do ano e está concluindo agora, envolvendo várias etapas e um processo de formação que necessitam de um envolvimento maior do professor ao invés de uma oficina de duas horas com outros meios de saber essas duas vezes por mês desde o começo do ano”, falou.
Ainda de acordo com Bruna, o tema Autorregulagem foi escolhido por ser importante para o crescimento dos professores, assim como serve também para eles repensarem seus processos de aprendizagem e ensinamentos.
“Esse processo de autorregulagem envolve diversos fatores, como a motivação, estratégias para se organizar melhor e fazer a aprendizagem ser mais efetiva”, complementou Bruna.
Entre tantas histórias e aprendizados, o curso possibilitou que professores pudessem reverter situações em sala de aula, assim como fazer com que as turmas ficassem mais envolvidas, até a motivação pessoal para poder trabalhar com mais entusiasmo.
A professora Mônica Noris foi uma das participantes e destacou como foi sua experiência ao participar do curso onde apresentou sua experiência " Autorregulação em práticas de pesquisa acadêmica" aplicada no Curso Técnico de Enfermagem da EtecFOA.
“Foi uma experiência incrível que oportunizou a todo o grupo muitas reflexões sobre este tema tão significativo em nossas práticas pedagógicas. Agradeço a iniciativa desenvolvida com muita competência e engrandecida pela interação e participação dos docentes”, disse Mônica.
Sobre novas turmas, Bruna deixou claro que por eles já teriam começado uma nova turma.
“Com certeza a gente já queria ter feito agora, mas esse calendário foi muito apertado e aí tocar duas turmas também ia ser muito difícil. Mas para o ano que vem a gente quer repetir e ver se a gente consegue até com os professores que estão aqui, porque hoje a gente pediu pra que eles convidem outras pessoas pra virem assistir as apresentações. Então, de repente esses que estão vindo já são os primeiros que vão se engajar no curso”, destacou.
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