A Fundação Oswaldo Aranha – FOA e a prefeitura de Volta Redonda lançaram nesta terça-feira (20) o Projeto Alta Feliz, criado para auxiliar nos cuidados do recém-nascido ao receber alta da maternidade do Hospital São João Batista - HSJB, através de cartilha com informações importantes, principalmente para os pais de ‘primeira viagem’. O evento foi no gabinete do prefeito Antonio Francisco Neto, no bairro Aterrado, e contou com a presença do diretor do HSJB, Sebastião Faria, o presidente da FOA, Eduardo Prado, a médica pediatra Thais Junqueira Villela e os alunos do curso de Medicina do Centro Universitário de Volta Redonda – UniFOA que desenvolveram o projeto.
A instituição trabalhou na produção e impressão da cartilha ‘Guia Alta Feliz’, que contém informações importantes, entre elas, como proceder para obtenção da Certidão de Nascimento; qual a relevância da amamentação e as posições corretas para facilitar a mãe e o bebê no ato de amamentar; quais os sintomas apresentados pelo recém-nascido que exigem cuidados pediátricos e como dar o banho e trocar a fralda corretamente.
A cartilha possui ainda um QR code que, ao ser acessado, apresenta as versões em áudio e em vídeo com interpretação em libras, para que possa ser entendida por todos. Além desse Kit educativo que foi feito pela FOA, a família é presenteada com uma bolsa de maternidade com presentes. Importante destacar que a cartilha não substitui a ida da mãe e do bebê ao pediatra, e é de extrema importância comparecer às consultas de puericultura e manter o cartão de vacinação do seu bebê em dia.
A pediatra Thais Junqueira Villela, que é egressa do curso de Medicina do UniFOA, além de coordenadora médica do alojamento conjunto do HSJB e preceptora do internato do curso de Medicina, foi a responsável pelo desenvolvimento do projeto Alta Feliz e teve a colaboração do aluno Caio Tulio e das, hoje, egressas do curso de Medicina Mariah Amaral e Lara Thoany, com a supervisão da direção do hospital.
“Após definirmos as questões mais importantes que deveriam ser destacadas no guia, tivemos o auxílio da FOA, através da Agência de Comunicação Interna – ACI, que montou a cartilha e o diploma do bebê; e dos Estúdios FOA, que produziram o vídeo e o áudio para complementar o projeto e abranger todas as pessoas”, disse a pediatra.
O prefeito Antonio Francisco Neto salientou, durante a cerimônia de lançamento do projeto Alta Feliz, que “é sempre bom contarmos com a parceria da FOA, que vem nos ajudando em diversos projetos em áreas como a Educação e a Saúde”.
“É uma satisfação a FOA/UniFOA poder contribuir com as parcerias existentes junto ao município de Volta Redonda, ainda mais agora que a FOA está cada vez mais atuando na área da assistência da saúde. É muito importante para a instituição poder ajudar essas iniciativas, principalmente aquelas em momentos felizes com a família volta-redondense”, enalteceu o presidente da FOA, Eduardo Prado.
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No final de janeiro, Lucas Costa, egresso do curso de Sistemas de Informação do Centro Universitário de Volta Redonda – UniFOA, conquistou um dos prêmios mais desejados da comunidade de desenvolvedores de software, o Microsoft Most Valuable Professional (MVP) em inteligência artificial (IA). A premiação é destinada a especialistas que colocam em prática seu conhecimento técnico para liderar ações em prol de toda a sociedade, com intuito de promover inovação atrelada à resultados.
Além do prêmio, Lucas recebeu uma carta da própria Microsoft, que reconheceu todo seu esforço e contribuição de seu trabalho para a comunidade nos últimos anos:
“Os esforços dos MVPs melhoram a vida das pessoas e contribuem para o sucesso do nosso setor de várias maneiras. Ao compartilhar seus conhecimentos, eles ajudam as pessoas a resolver problemas e descobrir novos recursos todos os dias. Os MVPs são o que há de melhor e mais brilhante na tecnologia, e temos a honra de dar as boas-vindas a Lucas neste grupo”, texto da carta.
O Microsoft MVP é dedicado a profissionais que não trabalham na companhia, e tem como objetivo fortalecer a comunidade global de influenciadores da área. Desde 2021, Lucas realizou lives, workshops, podcasts e eventos gratuitamente para divulgar os conceitos e novidades sobre IA, ações de grande peso que chamaram atenção dos organizadores da premiação.
Criado há 30 anos, o prêmio já congratulou mais de 4 mil profissionais, sendo mais de 150 no Brasil, segundo dados divulgados pela própria empresa em 2021. Graças ao prêmio, o egresso se tornou um dos 3 MVPs de inteligência artificial em todo o país, e agora, faz parte de um seleto grupo de especialistas do nicho em todo o mundo.
Além do reconhecimento global, Lucas relata que a premiação trouxe visibilidade e um vasto networking na sua área de atuação. A sua imagem como “MVP” ofereceu-lhe um selo de excelência reconhecido por empregadores e clientes, além de ter concedido acesso a recursos exclusivos como acesso a uma rede exclusiva de profissionais altamente qualificados e influentes, ampliando seus contatos na área e possibilitando colaborações valiosas que enriqueceram ainda mais seus conhecimentos e habilidades em tecnologia:
"O prêmio transformou minha vida significativamente. Primeiramente, me proporcionando reconhecimento global como um líder em tecnologia, abrindo portas para oportunidades profissionais em todo o mundo. Tive oportunidades de aprendizado sem precedentes, recebendo acesso antecipado a produtos e informações técnicas da Microsoft, o que me manteve à frente das tendências tecnológicas. Além disso, minha visibilidade profissional aumentou exponencialmente, abrindo caminho para falar em conferências, participar de podcasts e outras atividades que reforçaram minha reputação na indústria”, comentou Lucas.
Ativo no mercado desde 2020, Lucas trabalha como coordenador da equipe de inteligência artificial e desenvolvimento de software em uma empresa de consultoria de dados e IA, tendo contato direto com os clientes. Ele sempre demonstrou interesse para trabalhar diretamente com pessoas, pois sempre foi um aluno de atitude e protagonismo para tomar decisões nas oportunidades que teve desde sua época de estudante do Centro Universitário.
Sua trajetória acadêmica é repleta de obstáculos, principalmente pelo longo período vivenciado na pandemia durante sua graduação, até se formar em 2022. Glauter Januzzi, seu professor e mentor enquanto estudante do UniFOA, enalteceu a conquista do egresso, destacando sua força de vontade e perseverança, mesmo ao passar por períodos desafiadores:
“Independentemente dos contratempos pandêmicos, Lucas apresentava atitude e protagonismo para aproveitar as oportunidades que, como professor, eu oferecia à sua turma. Ele sempre demonstrou muito interesse por aprender e se conectar com pessoas. O objetivo da maior empresa de software do mundo é reconhecer aqueles profissionais que não apenas possuem conhecimento técnico mas que lideram ações junto à comunidade. Todos estamos muito orgulhosos por esse reconhecimento recebido pelo nosso egresso pela Microsoft”, concluiu Glauter.
Muito orgulhoso e grato, Lucas valorizou a estrutura proporcionada pelo UniFOA para que ele se tornasse o profissional que é atualmente. Ele ainda exaltou o corpo docente que, segundo ele, foi fundamental para que chegasse neste ponto de sua carreira:
“O UniFOA com certeza me colocou no caminho certo para conquistar isto! A interação com professores notáveis, que abriram minha mente para tópicos inseridos dentro da IA, foram fundamentais na minha jornada. O professor Glauter merece destaque especial por expandir minha rede, conectando-me a profissionais de várias áreas, o que enriqueceu minha compreensão do mercado e ajudou a definir minhas metas. A infraestrutura do campus, especialmente o laboratório de informática avançado, e o apoio contínuo dos coordenadores e professores também foram determinantes. Sou grato por essa caminhada enriquecedora que moldou tanto minha vida pessoal quanto profissional”, finalizou Lucas.
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Com o objetivo de atualizar os docentes para o retorno às aulas e dentro da programação da 5ª Semana de Formação Continuada do Centro Universitário de Volta Redonda - UniFOA, foi desenvolvida a oficina ‘Competências Digitais: Articulação da IA e Neuroeducação por Meio de Planejamento Reverso’, no Campus Olezio Galotti, em Três Poços. O evento foi realizado em dois dias, para contemplar todos os professores.
Esta capacitação faz parte das metas do X Programa de Formação Sthem Brasil, que teve a duração de oito meses, sobre processos inovadores que devem ser inseridos nos currículos dos cursos, e que contou com a participação de seis professores do UniFOA: Andre Barbosa, Carolina Hartung, Clarisse Netto, Italo Rodrigues, Koffi Djima Amouzou, Lucimeire Cordeiro e Maria das Graças Lima.
De acordo com o professor Italo Rodrigues, no curso de formação do Consórcio Sthem Brasil foram desenvolvidos sete módulos abrangentes, e que tem em um dos focos a adaptação do currículo às necessidades e características específicas de cada aluno. A partir desses módulos, os professores definiram as oficinas a serem aplicadas na Semana de Formação Continuada, aprimorando todo o planejamento.
A ideia desta palestra foi apresentar aos professores o uso de Inteligência Artificial (IA), neste caso o ChatGPT, de modo que a ferramenta possa ser utilizada para complementar o estudo em sala de aula. Durante a oficina, foi mostrado como desenvolver as tarefas pensando nos objetivos de aprendizagem (planejamento reverso) e como isso pode ser diferenciado para os estudantes (Neuroeducação).
Para entender melhor, o planejamento reverso tem como fundamentação a ideia de “começar pelo fim”. Ou seja, o que se pretende que os alunos compreendam ao final da experiência de aprendizagem para, a partir daí, produzir todo o plano da ação pedagógica. A meta é otimizar o que será realizado no contexto acadêmico, visando com que os estudantes se aprofundem e atendam aos objetivos propostos.
“No cenário educacional, as competências digitais se relacionam ao uso da tecnologia para aprimorar a experiência do estudante em seu aprendizado, e a IA ajuda esse complemento: a comunicação nos ambientes virtuais de ensino; a diversificação de possibilidades na produção e divulgação de materiais; a ampliação das fronteiras de classe, e as linguagens (sonora, audiovisual, textual e interativa) na produção de conteúdo tanto de criações de professores quanto de alunos”, explicou Italo.
O desenvolvimento de competências digitais pode potencializar o uso de IA. Por exemplo, um professor pode estabelecer um comando para o ChatGPT e adaptar o mesmo comando para cada um dos estudantes e, deste modo, customizar textos separadamente. A expansão das habilidades e a IA oferecem aos alunos uma visão comprometida com a modernidade, que diversos setores do mercado de trabalho vêm realizando.
Para encerrar, o professor Italo Rodrigues esclarece que a maioria dos discentes aprova o uso da IA: “Isso fica mais destacado quando observamos a pesquisa realizada com os estudantes em que a maioria, cerca de 88%, acredita que a IA deu o suporte necessário para realizar as atividades propostas. Vamos aprimorar cada vez mais”, finalizou.
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A origem do Aedes aegypti, (o mosquito da dengue) segundo o Instituto René Rachou (Fiocruz Minas), surgiu na África (provavelmente na região nordeste), onde se espalhou para a Ásia e Américas, principalmente através do tráfego marítimo. Já no Brasil, chegou durante o século 18, provavelmente nas embarcações que transportavam escravos (navios negreiros), já que os ovos do mosquito podem resistir sem estar em contato com a água, por até um ano.
Por este motivo de grande resistência dos ovos do mosquito, faz com a proliferação do mosquito no Brasil seja muito alta, pois é um país tropical, tendo grandes volumes de chuvas e ao mesmo tempo muita incidência de sol, ocorrendo águas paradas, o que é ideal para as larvas do mosquito.
O ano de 2024 está sendo marcado como uma epidemia de dengue em todo o território brasileiro, causando superlotação em hospitais e até mortes pela doença.
Segundo dados do Ministério da Saúde, em 2023 no Brasil, houve 1.094 óbitos por dengue, com 1.658.816 de casos prováveis. Em 2024 já houve 84 óbitos e 524.066 de casos prováveis.
Diante de uma doença que vem se agravando cada vez mais no país, automaticamente surgem dúvidas.
Para esclarecer as principais dúvidas sobre o tema, conversamos com o infectologista Luiz Sangenis e o biólogo Rodrigo Barbosa, professores dos cursos de Medicina e Ciências Biológicas do UniFOA.
Ambas são arboviroses, sendo doenças febris agudas e possuem características semelhantes, no entanto possuem diferenças entre uma e outra. A dengue possui febre alta na faixa de 39ºC, dor de cabeça, dor retro orbitária (atrás dos olhos), náuseas, vômitos, diarreia, dor no corpo (mialgia), prostração. Já a Zika é febre baixa ou inexistente, exantema (manchas vermelhas na pele), coceira e conjuntivite sem pus. E a Chikungunya é também febre alta, possíveis manchas nas peles e artralgia simétrica (onde dói em uma articulação, dói em outra também ao mesmo tempo).
A vacina Qdenga é segura?
A vacina Qdenga é segura, porém possui restrições. É feita com vírus vivo atenuado, tendo uma maior eficácia pela dengue do tipo 1 e o tipo 2, e menos eficaz pelo tipo 3 e tipo 4.
A Qdenga é imprópria para imunossuprimidos, pessoas com AIDS, quem faz uso de corticoides, idosos acima de 60 anos e crianças abaixo de 5 anos.
Existe outra vacina alternativa? Qual sua eficácia e restrições?
Sim, existe a vacina Dengvaxia, produzida pelo laboratório Sanofi. Ela imuniza contra os 4 tipos virais, mas sua eficácia é um pouco mais baixa do que a Qdenga. A principal restrição é que só deve ser utilizada por pessoas que já tiveram dengue previamente.
Qual é o tratamento atual para a dengue?
Não há um remédio específico para dengue. O tratamento é sintomático, focado na hidratação e controle da febre e dor. Em casos graves, é necessário identificar os sinais de alarme (dor abdominal intensa, vômitos persistentes, sangramento de mucosa, pressão baixa, desorientação) e encaminhar imediatamente para o hospital para administração de soro intravenoso. O óbito por dengue é prevenível se os sinais de gravidade forem identificados e tratados a tempo.
Como podemos diferenciar o pernilongo do mosquito da dengue professor Rodrigo?
O pernilongo comum tem atividade noturna para sugar sangue, geralmente é aquele que a gente escuta no ouvido de madrugada, enquanto o Aedes aegypti, mosquito da dengue, tem atividade diurna. Além disso, o pernilongo não possui as características específicas do Aedes aegypti, que é o desenho de uma lira no tórax em branco e com umas pintas brancas nas pernas e nas antenas.
Existe uma outra espécie que é o Aedes albopictus, que também tem as pintas brancas e se parece bastante com o Aedes aegypti, mas ainda não se tem uma confirmação de transmissão aqui no Brasil.
O pernilongo comum (Culex quinquefasciatus), é poucos milímetros maior que o Aedes albopictus e o Aedes aegypti.
A dengue pode transmitir a COVID?
Não, o vírus da dengue não pode ser transmitido pela COVID-19. Não há evidências de que o vírus da dengue possa ser transmitido por mosquitos, pois ele se reproduz na glândula salivar dos mosquitos Aedes e não tem relação com o vírus da COVID-19.
A reprodução do mosquito da dengue é muito rápida?
Sim, em condições climáticas favoráveis, o ciclo de reprodução da dengue pode ser completado em apenas 7 dias, desde os ovos até o estágio adulto. As larvas são aquáticas, enquanto os adultos voam e exploram diferentes nichos.
Como o mosquito adquire o vírus da dengue?
O mosquito adquire o vírus da dengue ao sugar sangue de uma pessoa infectada. Quando a fêmea deposita seus ovos, o vírus é transmitido para eles, o que é chamado de transmissão vertical. Os ovos infectados resultam em mosquitos que também carregam o vírus da dengue.
Através de atitudes bem simples, como colocar areia nos vasos de plantas, manter as lixeiras bem fechadas, guardar as garras de cabeça para baixo e manter caixas d’água tampadas podemos combater o mosquito da dengue.
Em caso de sintomas da doença, procure imediatamente uma unidade médica.
No início deste mês, os docentes do Centro Universitário de Volta Redonda - UniFOA, participaram da 5ª Semana de Formação Continuada que marcou início de uma nova jornada do aprendizado acadêmico da instituição. Os professores foram apresentados a nova plataforma virtual de ensino, a UniFOA LXP - Learning Experience Plataform, que já está sendo utilizada na capacitação dos estudantes.
No intuito de guiar e articular as ferramentas a serem oferecidas, Rafael Teixeira, pró-reitor de Educação à Distância e Tecnologias de ensino (EAD), coordenou cinco palestras para todos os professores do UniFOA. Durante a ocasião, Rafael explicou que o novo ambiente virtual acrescenta mais recursos imersivos que potencializam a aprendizagem dos estudantes:
“A partir da aquisição da plataforma LXP, os estudantes poderão acessar algumas ferramentas interessantes, como o caso da aba “Jaleko” para o curso de Medicina, que também atende os cursos da área de saúde, e a biblioteca virtual do Centro Universitário. Além disso, outros artifícios serão inseridos de forma gradativa”, afirmou o pró-reitor, orgulhoso pela nova realização acadêmica do UniFOA.
A proposta da plataforma começou a ser discutida em julho do ano passado para ser aplicada no início desse novo ano acadêmico. A ideia foi planejada e executada pela reitoria, pró-reitorias, divisão de informática e o Centro de Aprendizagem e Inovação Pedagógica (CAIP).
Além dos novos recursos para o curso de Medicina, todas as áreas de graduação e pós terão mais versatilidade para o estudo, com a adição de mecanismos imersivos:
“As novas ‘soluções’ vão atender a todos os estudantes com recursos de realidade virtual e laboratórios de ensino. Por exemplo, o curso de Direito terá a plataforma de práticas jurídicas, enquanto todos os cursos de Engenharias e tecnologia do UniFOA terão mais núcleos virtuais durante a graduação, visando entregar mais repertório e praticidade dentro da nossa metodologia”, concluiu Rafael.
Os projetos integrados e de extensão também foram introduzidos no projeto da plataforma. Ela será mais um meio para alinhamento de práticas profissionais, no intuito de incluir os discentes em experiências reais ao longo de sua formação acadêmica.
Todas as outras funcionalidades do ambiente virtual de aprendizado anterior também estão disponíveis, como a aba de “disciplinas”, na qual o estudante consegue visualizar seu progresso em cada disciplina de seu respectivo curso.
Beatriz Martins, estudante do 5º período de Odontologia, comentou estar bem surpresa e animada com as novas possibilidades do UniFOA LXP:
“Acredito que a plataforma trará novos cenários para a minha preparação na área que tanto sonho atuar. Visivelmente é um ambiente com mais facilidade de acesso e uso, por isso espero que ajude, não só nos estudantes, como os professores durante as aulas”.
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O Escritório da Cidadania da Fundação Oswaldo Arranha-FOA estará sediado, a partir do próximo dia 19, no prédio 10 do curso de Direito do Centro Universitário de Volta Redonda-UniFOA, bem como todos os atendimentos prestados pelo Núcleo de Práticas Jurídicas-NPJ, que agora ficou mais próximo dos alunos.
A ideia é que todos os serviços oferecidos pela FOA estejam concentrados no Campus Olezio Galotti, no bairro Três Poços.
Funcionando anteriormente no Campus Universitário Porfírio José de Almeida, no bairro Aterrado, a mudança de endereço também vai facilitar o acesso de estudantes de outros cursos que já trabalham com o Escritório da Cidadania, como parte das inovações e dos novos projetos que estão abarcando nesse setor este ano.
Entre os cursos estão o de Nutrição, que está no planejamento da Cozinha Solidária, que é um food truck adaptado em um ônibus para servir refeições dignas a moradores em situação de rua e será lançado neste semestre, além de trabalho de combate à insegurança alimentar, junto ao Conselho Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional de Volta Redonda – Comsea/VR.
Os cursos das engenharias também desenvolvem trabalhos importantes no setor, mas principalmente o curso de Direito que oferece atendimento gratuito em todas as áreas, através do NPJ e ainda da Tutela Coletiva, que disponibiliza apoio jurídico para a legalização de associações de moradores e outras entidades sociais sem fins lucrativos.
A ideia de estar mais próximo dos cursos é atender melhor ao entorno do Campus Olezio Galloti, envolvendo as comunidades dos bairros Três Poços e Vila Rica, por exemplo, e dinamizar os projetos que serão colocados em prática este ano, juntamente com parceiros como as defensorias públicas da União e do Estado.
O Escritório da Cidadania vai continuar movimentando o atendimento itinerante, através de um importante trabalho de apoio às 53 comunidades quilombolas do Estado do Rio, junto com a Defensoria Pública da União, para desenvolver ferramentas de acesso aos direitos e deveres, devendo beneficiar mais de 10 mil pessoas, gerando um impacto social de vulto.
“O nosso objetivo é estar em Três Poços e ficar mais perto dos cursos das áreas de Saúde, Tecnologia e Sociais Aplicados no sentido de desenvolver de forma mais ágil os processos para as ações externas e internas, que gerem mais impacto social”, afirmou o advogado, professor e coordenador do Escritório da Cidadania, Dario Aragão.
A meta é ampliar a interdisciplinaridade dos projetos a serem desenvolvidos. “Podemos citar como exemplos o combate à insegurança alimentar, que será feito também de forma itinerante, além do projeto de Tutelas Coletivas, de forma mais eficaz para as associações, oferecendo capacitações e consultoria para o desenvolvimento dessas entidades e, para isso, precisamos estar próximos dos cursos”, finalizou Dario.
Para solicitar os serviços prestados pelo Escritório da Cidadania, basta ligar para o telefone 3340-85, ou enviar e-mail: npj.unifoa@foa.org.br
Em um compromisso contínuo com a promoção da educação e a busca pela inclusão, a Fundação Oswaldo Aranha (FOA) está com inscrições abertas para o Programa de Acolhimento Financeiro ao Aluno (AFA) para o primeiro semestre de 2024. A iniciativa visa oferecer bolsas de estudo a estudantes regularmente matriculados nos cursos presenciais de graduação do Centro Universitário de Volta Redonda – UniFOA.
Estudar em uma instituição de qualidade agora pode ser ainda mais acessível, graças ao comprometimento da FOA em apoiar alunos que enfrentam desafios socioeconômicos. O programa concede bolsas com até 50%, do valor da mensalidade, contribuindo significativamente para a realização do sonho acadêmico.
As inscrições abrirão dia 19/02/2024 e os interessados têm até o dia 22/03/2024 para se inscrever. Podem concorrer alunos cujo valor da mensalidade efetivamente pago à instituição seja superior a 50% do valor integral. Vale destacar que a bolsa terá validade de seis meses, vigorando de janeiro a junho de 2024.
A inscrição é realizada de forma simples e online. Os candidatos devem preencher a Ficha Socioeconômica disponível na área restrita do site do UniFOA e, em seguida, anexar os documentos exigidos. Todo o processo é transparente, permitindo que os participantes estejam cientes das etapas e requisitos.
Uma Comissão de Seleção, composta por profissionais designados pela Presidência da FOA, avaliará as informações socioeconômicas e, quando necessário, realizará entrevistas para garantir uma análise abrangente e justa. Os resultados individuais serão divulgados até o dia 15/04/2024, proporcionando aos contemplados a tranquilidade de planejar seu futuro acadêmico.
Confira o edital completo EDITAL BOLSA AFA - 2024.1.
Anexo I - Orientações para comprovação de renda por tipo de enquadramento
Anexo II - Modelo de declaração de casa cedida
Anexo III - Declaração de trabalhador autônomo
Em caso de dúvidas, o atendimento telefônico é de segunda a sexta-feira (exceto feriados), das 13 às 17 horas, pelo telefone (24) 3512-5555.
A FOA reafirma seu compromisso com a educação, reconhecendo a importância de oferecer oportunidades que vão além da sala de aula. O Programa AFA é um passo significativo na direção de um ensino mais inclusivo e acessível, demonstrando que a instituição não apenas forma profissionais, mas também investe no desenvolvimento social.
Se você é estudante do UniFOA e se enquadra nos requisitos, não perca essa chance. Consulte o edital completo, faça sua inscrição e esteja pronto para transformar sua trajetória acadêmica. A educação de qualidade está ao seu alcance!
Está em fase final a adesivação da nova Creche Dauro Aragão, que homenageia o saudoso ex-presidente e um dos fundadores da Fundação Oswaldo Aranha – FOA, falecido em 07 de fevereiro de 2021. O espaço voltado para a Educação Infantil funcionará no antigo Campus Universitário João Pessoa Fagundes, do Centro Universitário de Volta Redonda – UniFOA, no bairro Tangerinal, e passou por adaptações.
O projeto foi elaborado pelo Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Volta Redonda – IPPU, respeitando as normas de acessibilidade exigidas pelo Ministério Público Estadual, e a execução das obras ficou a cargo da FOA. A ideia, inicialmente, foi do engenheiro e secretário Municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Sérgio Sodré.
De acordo com Sodré, que também responde pela Secretaria Municipal de Educação, essa creche é um projeto pioneiro no Brasil, pois as crianças a partir dos 3 anos já terão aulas de matemática, robótica, além de participar do Centro de Pesquisa em Educação, que funcionará no mesmo prédio e trará benefícios para os estudantes de diversas áreas.
“A parceria com a FOA foi muito importante para que todo esse projeto se transformasse em realidade. Está de parabéns a equipe da Agência de Comunicação Interna – ACI, que fez a sinalização de todo o prédio que, além de ficar muito bonita, deixou o ambiente acolhedor, alegre e eficiente. A FOA foi fundamental”, enalteceu Sodré.
A creche vai oferecer inéditas 400 vagas para Educação Infantil da rede pública municipal – crianças de zero a três anos, que vão ocupar as vagas para berçário (a partir de três meses) e maternais I, II e III, todas em tempo integral. Tudo isso num mesmo local, que ganhou adequações modernas e visual colorido.
Já estão prontas as obras de adaptação, incluindo a instalação dos elevadores panorâmicos. Os equipamentos de educação começaram a ser instalados e o mobiliário será montado em breve. De acordo com a Prefeitura de Volta Redonda, a previsão é que a creche seja entregue para a comunidade ainda neste mês de fevereiro.
O prefeito Antônio Francisco Neto agradeceu por mais essa parceria com a FOA:
“Sempre é prioridade investir na educação, e sabemos como muitas mães precisam trabalhar e não têm com quem deixar seus filhos pequenos. Essa creche será um espaço maravilhoso que vai beneficiar muitas famílias, oferecendo todo o cuidado, acolhimento e educação de qualidade para as crianças. Agradeço ao Eduardo Prado por mais essa parceria com a prefeitura”, frisou o prefeito.
O presidente Eduardo Prado, explica que a FOA prima pelo bem-estar da sociedade, como guardiã do desenvolvimento progressivo, visando crescer junto com a região, que tem um grande potencial e hoje possui o maior polo automobilístico metal mecânico da América Latina, entre outras indústrias de peso.
“O interesse da Fundação é transformar as pessoas para o bem e isso se faz através da educação. A chave da liberdade é o conhecimento e a creche está dentro desse projeto, pois o legado que a FOA pretende deixar é abrangente. Por isso, a desapropriação para a prefeitura foi pensando no investimento na educação infantil, lá no início, para chegar ao curso superior tendo estudado em escolas inovadoras desde a base, como é esta creche”, explicou.
“A educação liberta as pessoas, para que se transformem em seres humanos melhores”. Foi com esse pensamento que o presidente da FOA iniciou as negociações, mas o projeto necessitava de mudanças amplas e iniciou-se a conversação sobre uma possível compra, uma vez que o campus estava com baixa atividade, abrigando cursos de pós-graduação, após a pandemia, e trazendo custos altos de manutenção.
A conversa acabou se transformando num projeto para a cidade. A desapropriação amigável foi autorizada pelos Conselhos Curador e Diretor da FOA; da Curadoria de Fundações e do Ministério Público, que é o órgão encarregado de velar pelas atividades realizadas pela FOA.
“O amor pela cidade de Volta Redonda e pela região Sul Fluminense é o que move a FOA a fazer investimentos. Queremos ser vistos como a instituição que faz benefícios para a sua cidade. Sabemos que através da educação de qualidade, a pessoa pode se empregar mais rápido, se localizar no mercado de forma mais eficiente e pode ter a chave da transformação, conhecimento e liberdade, estudando no UniFOA”, finalizou.
A Creche Dauro Aragão fica num terreno de 1.250 m² e tem quase 3 mil m² de área construída na Rua 28, nº 619, no bairro Tangerinal. O edifício tem três pavimentos e o acesso será garantido por rampas, escadas e dois elevadores panorâmicos.
As 14 salas de aula estão divididas nos três andares. Todos os pisos também contam com banheiros infantis para meninos e meninas, banheiro feminino e masculino para adultos, refeitório e área para banho. No primeiro pavimento ficam o berçário e a área para banho em bebês.
O local tem toda estrutura necessária para o funcionamento de uma unidade escolar: secretaria; sala dos professores, da direção, da orientação pedagógica e orientação educacional; sala de audiovisual; arquivo; dispensa; recepção; cozinha; além de solário e pátios cobertos e descobertos.
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O verão é uma das estações com as maiores contradições em relação ao clima que vivenciamos. Esse período remete ao sol, praia e calor, porém, também está relacionado a fortes temporais e chuvas torrenciais que, dependendo da localidade, pode oferecer perigo de vida a população, principalmente aos que moram em locais de risco. Além disso, a falta de planejamento urbano em diversas partes da maioria dos munícipios brasileiros pode ocasionar enchentes e deslizamentos de terra, ameaçando o bem-estar social.
De acordo com dados apurados, em 14 das 92 prefeituras do estado do Rio de Janeiro, desde o começo deste ano, mais de 100 mil pessoas já foram prejudicadas, de forma direta ou indireta, pelas chuvas volumosas. Desse total, mais de 27 mil estão desalojadas e 927 sem casa.
No ano passado, o Brasil presenciou um dos maiores desastres climáticos de sua história. São Sebastião, município do litoral norte paulista, foi atingido por fortes chuvas no Carnaval. Ao todo, 64 pessoas morreram e dezenas de milhares ficaram desabrigadas.
Além das vítimas, muitos estragos urbanos foram causados nessa região. Uma cratera se abriu na cidade de Maresias, que também teve ruas interditadas por queda de árvores e alto risco de deslizamento na Rodovia Dr. Manoel Hyppolito do Rego (SP-55).
A execução de um planejamento urbano exemplar evitaria muitas dessas tragédias. Inúmeras construções com apoio de todas as engenharias são desenvolvidas com objetivo de prevenir desastres, principalmente aqueles atrelados às enchentes e deslizamentos de terra.
Porém, na maioria dos municípios brasileiros, vemos muitos contrastes quanto às diversas residências urbanas. Muitas estão localizadas em áreas de risco e, além disso, não foram construídas de maneira correta e com a utilização das devidas técnicas e conceitos de engenharia.
José Marcos Rodrigues, mais conhecido como Zito, professor de Engenharia Civil do Centro Universitário de Volta Redonda – UniFOA e secretário de planejamento urbano por 12 anos (2000-12) em Barra Mansa, município do sul do estado do Rio de Janeiro, afirmou que o trabalho em conjunto de todas as engenharias é vital para a melhoria do planejamento urbano no país, como forma de precaução e preparo para os fortes temporais:
“Com a experiência que tenho na área, posso afirmar que a época em que nós, engenheiros civis, mais trabalhamos é em período de chuvas. A colaboração das engenharias, principalmente entre a ambiental e civil, é indispensável para a construção de alojamentos seguros e estáveis. Todas elas andam de mãos dadas para a construção de lares que ofereçam conforto e segurança aos seus moradores, não o contrário”.
Essa prevenção reúne o uso das técnicas e tecnologias corretas que minimizem o prejuízo ambiental causado pela urbanização. Além disso, a construção de casas e edifícios de forma adequada reduz significativamente o risco de qualquer desabamento ou deslizamento que possa ser ocasionado por chuvas fortes ou por uma obra sem um planejamento civil adequado.
Inúmeras construções de engenharia civil podem ser idealizadas e executadas visando prevenir e mitigar desastres naturais, inclusive aqueles atrelados a enchentes e deslizamentos de terra. O UniFOA é grande incentivador e promove projetos ligados ao curso de Engenharia do Centro Universitário ao redor da região Sul Fluminense.
Zito, que esteve na linha de frente de vários projetos apoiados pela instituição, declarou que a mobilidade urbana precisa de mais investimento e estudo, além de um olhar para o passado:
“Se não há estudo, especialização e, principalmente, um olhar histórico para os erros do planejamento urbano no Brasil, não avançaremos nunca. O UniFOA e o curso de Engenharia incentivam diversos projetos, com o viés voltado mais às intervenções do cotidiano urbano, objetivando melhorar a qualidade de vida da população. Podemos citar o projeto de uma estação modular de tratamento de água entregue ao prefeito de Volta Redonda, além do estudo do fluxo viário da localidade de Cabral, em Resende, por exemplo.”
O Centro Universitário de Volta Redonda tem compromisso social com toda a região Sul Fluminense. O foco e atenção da instituição sempre estarão voltados não só para a educação e conscientização de seus estudantes em sentido acadêmico, como também para a transformação e desenvolvimento da sociedade em todos os âmbitos.
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Na tarde da última sexta-feira (02), o Centro Universitário de Volta Redonda - UniFOA promoveu duas oficinas sobre a educação empreendedora sustentável e seus impactos na sociedade. Elas fizeram parte da 5ª Semana de Formação Continuada do Centro Universitário, com intuito de capacitar seus docentes para o retorno das aulas. As duas oficinas foram ministradas pela professora do curso de Publicidade e Propaganda, Clarisse Netto, em parceria da Sthem Brasil, que capacitou os professores responsáveis pela formação continuada.
A iniciativa faz parte do Programa de Formação Sthem Brasil, no qual participaram os professores: Andre Barbosa Vargas, Carolina Hartung Habibe, Clarisse Netto de Rezende, Italo Pinto Rodrigues, Koffi Djima Amouzou, Lucimeire Cordeiro da Silva e Maria das Graças da Silva Lima, entre maio e dezembro do ano passado.
O tema sobre educação empreendedora sustentável foi abordada com base na ODS - Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, que é uma série de objetivos idealizados pela ONU – Organização das Nações Unidas que visam transformar o crescimento social e econômico alinhado às políticas de sustentabilidade. Ao todo, são 17 objetivos estabelecidos dentro desse planejamento, que são:
Com prazo para serem cumpridos para a Agenda 2030, o conceito inserido nessas metas é do desenvolvimento humano a partir da criação de novas oportunidades, dentro dos princípios ambientais e que preservam a vida do planeta. A partir desse apanhado de missões, a ODS busca engajar todos os principais atores desse processo para a transformação de um mundo melhor, que incluem líderes políticos e, certamente, toda a sociedade.
A educação é primordial nessa trajetória inovadora, pois é por meio da disseminação do conhecimento que esses objetivos serão conhecidos e quais são os caminhos necessários para concluí-los. Clarisse Netto, responsável pela oficina que debateu sobre os futuros impactos sobre o tema, reforçou que as inovações sustentáveis dependem muito do poder educacional presente praticamente em todas as etapas da vida:
“O desenvolvimento sustentável impacta positivamente em todos nós. Sem a educação, encontramos muitas barreiras para implementá-lo, pois ela influencia em toda uma cadeia futura que interfere nesse aspecto do crescimento social”.
Durante as oficinas, todos os professores presentes foram capacitados para levar esse aprendizado até os estudantes, dentro da sala de aula. Além do conhecimento transmitido dentro do ambiente acadêmico, os projetos integrados e de extensão são duas das alternativas para colocar em prática todos esses objetivos traçados:
“Através da prática conseguimos melhorar o entendimento dos nossos discentes e, principalmente, tirar projetos do papel e levá-los até as comunidades, tanto acadêmicas como sociais. Dentro de todo esse planejamento estamos tentando promover um mundo melhor para as gerações futuras”, concluiu Clarisse, incentivando aplicações práticas por meio da educação inserida nos tópicos sustentáveis.
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