A construção de um futuro mais consciente começa dentro da escola. Foi com esse propósito que a oficina “Prototipando Futuros Sustentáveis”, realizada pelo curso de Ciências Biológicas do UniFOA, mobilizou estudantes do 2º e 3º ano do Ensino Médio do CIEP 291 Dom Martinho Schlude, em Pinheiral, por meio de uma proposta de educação ambiental crítica, criativa e prática.
A atividade integra o projeto PIBIC-EM-CNPq, em ação conjunta com o PIBIC-UniFOA, e teve como responsáveis Brisa Marcolan Aragão e a professora Maria Helena Machado. Como parte da iniciativa, foi convidada a professora Denise Celeste Godoy de Andrade Rodrigues, da UERJ, para ministrar a oficina na escola.
A ação contou ainda com a colaboração das alunas Giovanna Lopes Peçanha e Thamirys Ferreira de Almeida, do curso de Ciências Biológicas – Bacharelado, que atuaram como monitoras e auxiliaram no desenvolvimento das atividades durante a oficina.
Utilizando metodologias ativas e a construção de micromundos com materiais reaproveitáveis, a atividade foi pensada para estimular o pensamento sobre o futuro e o entendimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), propostos pela Agenda 2030 da ONU. Além de promover a consciência socioambiental, a oficina incentivou o engajamento dos jovens na busca por soluções sustentáveis para o ambiente escolar e suas comunidades.
A diretora da escola, Rosana Paula, destacou o impacto positivo da aproximação entre universidade e escola:
“Só a possibilidade da universidade se aproximar da escola e dar ao aluno uma perspectiva de futuro já é suficiente para que a gente apoie. Trazer para o aluno a possibilidade de enxergar que o entorno dele precisa de cuidados é 100%. Quando ele tem esse olhar, ele começa a repensar quem ele é como pessoa, como cidadão e quem ele pode ser lá na frente. A universidade deixa de ser um caminho distante e passa a ser algo possível.”
Rosana também observou uma mudança no comportamento dos estudantes em relação ao espaço escolar:
“Você pode andar nessa escola, não vai ver parede rabiscada. Quando o aluno toma consciência, entende que esse espaço é dele. Se ele estragar, está estragando o que é dele. O olhar muda completamente.”
A estudante Patrícia Mourão, do 3º ano do Ensino Médio, afirmou que a oficina contribuiu para ampliar horizontes e despertar novos interesses:
“É uma ideia muito boa, principalmente para quem não tem tanta informação sobre o assunto. Assim a gente consegue propagar mais conhecimento, inclusive sobre direitos ambientais. Muitos colegas daqui nem sabiam o que queriam para o futuro, e essa experiência começa a mudar isso.”
Já a acadêmica Giovanna Lopes Peçanha, do 6º período de Ciências Biológicas do UniFOA, comentou sobre a importância de levar o conhecimento para além dos muros da universidade:
“É ótimo ver a universidade se expandindo. A Biologia é importante para todo mundo, não só para quem estuda o curso. Quando conseguimos levar esse conteúdo para outros públicos, ajudamos a transformar o nosso futuro. A prática, sem dúvida, é o que faz a diferença na nossa formação.”
A também estudante de Biologia, Tamires Ferreira de Almeida, reforçou esse pensamento ao destacar o papel da juventude na construção de um futuro sustentável:
“Esses alunos são o nosso futuro. Quando a gente pode falar com eles sobre meio ambiente e impacto ambiental, estamos contribuindo diretamente para que eles façam a diferença daqui para frente.”
Ao unir educação ambiental, criatividade e engajamento social, a oficina “Prototipando Futuros Sustentáveis” mostra como iniciativas interdisciplinares podem impactar de forma real a formação de jovens conscientes, protagonistas e preparados para os desafios do século XXI.
Na parte da tarde, os envolvidos na atividade gravaram um podcast falando sobre a experiência.
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Como parte de uma proposta pedagógica do professor Eduardo Carreiro, alunos do 1º período dos cursos de Publicidade e Propaganda e Jornalismo da Escola de Comunicação desenvolveram jogos educativos ao longo do segundo bimestre. A atividade teve como objetivo estimular a criatividade, o trabalho em equipe e a aplicação prática dos conteúdos aprendidos em sala de aula.
Ao todo, foram apresentados 14 jogos, avaliados por uma banca formada pelo professor responsável e docentes convidados. O destaque ficou com o jogo “Cancelado – Segue o fio”, criado pelos alunos Débora Araújo, Isadora Ventura, Mariah Morais, Paula Fernanda, Samuel Gama e Thomas Carter. A proposta conquistou o primeiro lugar e será submetida à Expocom, mostra competitiva que integra a programação da Intercom (Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação) — um dos maiores congressos de comunicação da América Latina.
A equipe representará o UniFOA na etapa regional Sudeste, onde os melhores trabalhos acadêmicos da área são avaliados por uma banca especializada. Caso seja selecionado, o jogo poderá ser apresentado na edição nacional do congresso.
O professor Eduardo Carreiro destaca que a proposta busca ir além da criação de um jogo. “A ideia é permitir que os alunos desenvolvam competências fundamentais, como gestão de projetos, empreendedorismo e trabalho em equipe. Além disso, é uma forma de refletir sobre temas contemporâneos da cultura digital — como cancelamento, fake news e inteligência artificial — usando o jogo como ferramenta de aprendizagem”, explica.
“Cancelado – Segue o fio” é um jogo de tabuleiro que mescla entretenimento e crítica social. Os participantes assumem o papel de influenciadores digitais que precisam manter sua base de seguidores enquanto enfrentam situações típicas da internet, como pronunciamentos polêmicos, publis duvidosas e julgamentos do público.
“Desde o início, eu quis que o jogador se sentisse como um famoso do X (antigo Twitter), prestes a postar algo que pode arruinar a própria carreira (risos). A ideia era misturar humor com uma tensão real — aquele medo de falar uma besteira e ser cancelado”, conta Samuel Gama, responsável pelo design do jogo.
Ao longo da partida, os jogadores avançam pelas casas do tabuleiro, sendo impactados por cartas especiais como “Cancelado”, “Parceria” e “Boa Ação”, que afetam diretamente o número de seguidores. Quem zerar seus seguidores é eliminado — mas continua participando das votações, em uma mecânica que simula o efeito das “canceladas” virtuais que seguem ativas na vida real.
“Apesar de ser um jogo de tabuleiro, eu quis manter os eliminados ainda participando do jogo — como acontece na internet. As pessoas são ‘canceladas’, mas continuam existindo e dando suas opiniões”, explica Isadora Ventura, uma das integrantes do grupo.
O jogo apresenta seis personagens inspirados em estereótipos da internet. Cada jogador assume uma dessas personas para interagir nas dinâmicas de julgamento coletivo. Os personagens são:
Curiosamente, as iniciais dos personagens formam o acróstico PPJOCO — uma referência direta aos cursos de Publicidade e Propaganda, Jornalismo e Comunicação. A identidade visual mistura influências de mangás e animes com elementos gráficos de HQs, como Marvel e DC Comics, criando um estilo visual único e atraente para o público jovem.
O aluno Thomas Carter, responsável pela parte publicitária do projeto, optou por uma abordagem irônica e intencionalmente simplificada para a divulgação do jogo:
“Pensei que, se a mensagem fosse boa, a qualidade técnica do vídeo podia ser propositalmente ruim. Isso me pouparia tempo e combinaria com a linguagem debochada do projeto. Foi uma experiência ótima e testou minha capacidade de executar planos com prazos curtos.”
Agora, o grupo se prepara para ajustar o projeto conforme os critérios da Expocom 2026, que exige o enquadramento em categorias específicas, conforme o regulamento oficial. A expectativa é representar o UniFOA entre os melhores projetos acadêmicos da área de comunicação do país.
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Durante os três dias da ExpoVR 2025, o Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) se destacou com um estande interativo, que apresentou ao público seus cursos, projetos, inovações e serviços nas áreas de educação, saúde, tecnologia e transformação social. O espaço foi pensado para proporcionar uma experiência imersiva, fortalecendo a conexão com os visitantes e demonstrando, na prática, a força das mantidas da Fundação Oswaldo Aranha (FOA).
O estande contou com entrevistas em formato de podcast, um lounge exclusivo com informações sobre os cursos superiores da instituição, além da distribuição de brindes e uma equipe preparada para receber o público com acolhimento e conteúdo.
A reitora do UniFOA, professora Ivanete Oliveira, destacou o impacto da participação da instituição no evento:
“Esse evento, para nós, foi superimportante não só pelo impacto atual, mas também por todo o planejamento. O UniFOA participou ativamente. Estudantes de Engenharia Civil fizeram o mapeamento com drone para definição dos estandes. Alunos de Jornalismo e Publicidade atuaram diretamente na divulgação. Alunos das licenciaturas estão aqui apoiando pessoas com TEA (autismo). Estamos em todos os espaços da Expo, não apenas no nosso estande. Isso mostra o quanto a nossa instituição é parceira de grandes eventos e dos órgãos municipais, colocando nossa mão de obra qualificada a serviço do desenvolvimento regional.”
Para os estudantes, a experiência tem sido intensa e enriquecedora. Júlia Campos, aluna de Publicidade, compartilhou a emoção de participar de um evento desse porte:
“Acho que é um sentimento único! A gente não imaginava ter uma oportunidade como essa aqui em Volta Redonda. Viver isso tudo, ainda mais sendo estudante, é muito especial. Aprendemos muito, tanto o que vemos na faculdade quanto na prática do dia a dia. A Expo é um evento gigante, com marcas muito grandes, tanto da região quanto de fora.”
Laiza de Oliveira, estudante de Jornalismo, destacou os desafios de aplicar, na prática, o que se aprende em sala de aula:
“Mais do que qualquer coisa, é desafiador. Na sala de aula, você aprende muita coisa, mas a realidade aqui fora é diferente. Você precisa ser ágil, pensar rápido, principalmente na publicidade, onde tudo muda o tempo todo. Publicidade exige planejamento, mas também jogo de cintura para lidar com crises. Esse contraste entre teoria e prática é o que mais ensina.”
A participação do UniFOA na ExpoVR 2025 evidencia o papel ativo da instituição na formação de profissionais preparados para os desafios do mercado, reforçando seu compromisso com a educação de qualidade e com o desenvolvimento da região.
O tradicional Encontro de Docentes do UniFOA saiu do lugar-comum e surpreendeu os professores já na chegada. Acostumados a assistir palestras em auditórios, os docentes foram recepcionados no ginásio do curso de Educação Física, onde vivenciaram uma noite repleta de dinâmicas, integração e metodologias ativas. A iniciativa foi idealizada pela Reitora do UniFOA, professora Ivanete Oliveira, com o propósito de alinhar teoria e prática e proporcionar uma experiência transformadora aos educadores da instituição.
"A gente fala tanto em metodologias ativas, em avaliação diversificada e em fazer diferente... Então por que não demonstrar isso na prática? Neste ano, quisemos trazer novidades aos nossos professores. A ideia foi mostrar como a ludicidade e a avaliação podem caminhar juntas e como isso impacta diretamente no processo de ensino-aprendizagem", explicou a reitora.
Ela destacou ainda que a proposta da noite foi uma gincana com a temática da avaliação, uma abordagem dinâmica que pode ser adaptada a qualquer disciplina. "Quando associamos ludicidade à avaliação, o estudante também aprende. Isso é o que queremos ver acontecendo nas salas de aula", reforçou.
A programação levou os professores a resolver enigmas, participar de desafios sobre o ENADE e elaborar estratégias pedagógicas alternativas à prova escrita tradicional. Tudo isso em clima de descontração, com direito a gritos de guerra, coreografias, canto e trabalho em equipe. “Começaram tímidos, mas saíram empolgados. É muito gratificante ver a entrega de cada grupo, a criatividade, a desenvoltura. Isso tudo estava no regulamento da gincana e valeu pontos, claro, mas, mais do que isso, mostrou o quanto nossos professores estão abertos a inovar”, disse Ivanete.
A atividade também incluiu um quiz final, exigindo não só conhecimento dos temas abordados, mas também agilidade, raciocínio rápido e espírito de equipe.
O professor Edilberto Ventureli, do curso de Comunicação, foi um dos mais entusiasmados com a proposta. “Foi muito prazeroso participar. Saímos daquela situação de apenas ouvir alguém falar e fomos desafiados de forma divertida e engajadora. Foi tudo muito bem elaborado. A gente se sentiu motivado e acolhido. O carinho e o respeito que os professores demonstraram pela professora Ivanete também foram muito bonitos. Ela é uma líder essencial para essa instituição. O evento foi inesquecível”, elogiou.
Para Davison Pereira, professor do curso de Enfermagem, o encontro foi uma oportunidade de fortalecer o trabalho coletivo. “É uma iniciativa muito importante porque nos faz pensar em conjunto, discutir práticas e formas de ensino. A saída do auditório e a quebra do formato tradicional da palestra foram fundamentais. Isso fortalece o nosso vínculo como equipe e, principalmente, a nossa missão como educadores.”
O 8º Encontro de Docentes mostra a maneira como a instituição pensa ensino, a formação continuada e a valorização do professor, apostando na criatividade, no afeto e na prática ativa como elementos centrais para transformar a educação.
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Já estão abertas as inscrições para o Programa de Mestrado Profissional em Ensino em Ciências da Saúde e do Meio Ambiente (Mecsma), oferecido pela FOA/UniFOA. A seleção visa o preenchimento de vagas para ingresso no segundo semestre de 2025, conforme previsto nos editais e em conformidade com a legislação vigente, incluindo a Lei nº 9.394/96 e a Resolução CNE/CES nº 07/17.
Os interessados têm até o dia 19 de agosto para realizar sua inscrição.
Com foco interdisciplinar e compromisso social, o Mecsma forma mestres preparados para atuar em diferentes níveis de ensino, sempre promovendo a participação popular, a inclusão social, e a valorização da saúde e do meio ambiente.
Os candidatos devem acessar o site do UniFOA para consultar os editais completos e efetuar a inscrição dentro do prazo estipulado. Essa é uma excelente oportunidade para quem deseja avançar na carreira acadêmica e profissional com a qualidade e excelência que marcam a trajetória do UniFOA.
Informações e inscrições: www.unifoa.edu.br/mestrado/mecsma/
A Bolsa AFA, que oferece até 50% de desconto nas mensalidades dos cursos de graduação presencial do UniFOA, está com edital aberto para o segundo semestre de 2025. O Programa de Acolhimento Financeiro ao Aluno (AFA) é uma iniciativa da Fundação Oswaldo Aranha (FOA), mantenedora do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), voltada para estudantes que desejam ingressar ou permanecer na universidade, mas que enfrentam dificuldades financeiras.
A proposta da Bolsa AFA é garantir que alunos em situação de vulnerabilidade socioeconômica tenham a oportunidade de estudar em uma instituição de ensino superior reconhecida pela qualidade acadêmica, estrutura e compromisso com a formação cidadã. O programa se consolida como uma das principais ações de responsabilidade social da FOA, reforçando o valor do acolhimento, da empatia e do pertencimento.
As inscrições para o processo seletivo estarão abertas de 1º de agosto a 1º de setembro, com divulgação do resultado prevista para 17 de setembro. Para concorrer à bolsa, é necessário estar regularmente matriculado em um dos cursos de graduação presencial do UniFOA e atender aos critérios descritos no edital, incluindo a entrega da documentação exigida.
Para consultar o edital e realizar sua inscrição, acesse:
ANEXO I - ORIENTAÇÕES PARA COMPROVAÇÃO DE RENDA POR TIPO DE ENQUADRAMENTO - 2025.2
ANEXO II - MODELO DE DECLARAÇÃO DE CASA CEDIDA
ANEXO III - DECLARAÇÃO TRABALHADOR AUTÔNOMO
Em caso de dúvidas, o atendimento telefônico é de segunda à sexta-feira (exceto feriados), das 13 às 17 horas, pelo telefone (24) 3512-5555.
O município de Volta Redonda acaba de dar um passo importante na consolidação de políticas públicas voltadas à promoção do Direito Humano à Alimentação Adequada com a aprovação do 1º Plano Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional (Plamsan). O documento, que define metas e estratégias para ampliar o acesso à alimentação de qualidade, promover a educação alimentar e nutricional, incentivar a agricultura urbana e familiar, além de desenvolver ações estruturantes no território, foi elaborado de forma intersetorial e participativa.
Entre os principais parceiros da construção do plano, destaca-se o curso de Nutrição do UniFOA, que teve participação ativa em todas as fases do processo. A contribuição da comunidade acadêmica começou ainda em 2023, com a realização da 6ª Conferência Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional (SANS), organizada com protagonismo pelo curso e pela Liga Acadêmica de Segurança Alimentar e Nutricional (LASAN). As metas estabelecidas durante o evento serviram de base para a formulação do plano.
Segundo o professor Alden dos Santos, coordenador do curso de Nutrição do UniFOA, a participação institucional vai além do apoio técnico. “Desde a criação da LASAN, em 2007, o curso de Nutrição do UniFOA atua em ações voltadas à promoção do direito humano à alimentação adequada. Em 2008, realizamos o primeiro Seminário Regional de SAN em parceria com o recém-criado Banco Municipal de Alimentos, e desde então estamos presentes em todas as conferências municipais e estaduais da área, inclusive com participação no CONSEA estadual como pesquisadores, contribuindo para a construção dos sistemas estadual e municipal de segurança alimentar”, explicou.
A importância da contribuição acadêmica também foi reconhecida pelo presidente do Conselho Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional (Comsea-VR), William Ferreira de Carvalho. “A participação do UniFOA foi fundamental em todo o processo, desde as discussões iniciais até a aprovação do plano. A qualidade técnica do conteúdo e o envolvimento efetivo dos professores e da LASAN foram essenciais. Agradecemos ao professor Alden, ao professor Elton Bicalho, ao curso de Nutrição e a todos os envolvidos nessa construção coletiva”, afirmou.
O processo de elaboração do Plamsan também contou com o envolvimento do Comsea-VR, da Câmara Intersecretarias de Segurança Alimentar e Nutricional (Caisans), de diversas secretarias municipais e da sociedade civil organizada. Com a criação da Secretaria Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional, os trabalhos ganharam ainda mais força, permitindo que o plano fosse construído de forma integrada, dialogando com as diretrizes do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan).
De acordo com o secretário municipal da pasta, Fábio de Carvalho (Buchecha), a aprovação do plano representa um marco para a cidade. “Essa iniciativa reforça o compromisso da gestão com o combate à fome e à insegurança alimentar. O Plamsan será uma ferramenta estratégica para planejar, executar e monitorar políticas públicas que garantam uma alimentação saudável, adequada e sustentável para toda a população”, disse.
A apresentação oficial do plano simboliza não apenas o fortalecimento da política municipal de segurança alimentar, mas também o reconhecimento da importância da articulação entre poder público, sociedade civil e instituições de ensino na construção de soluções sustentáveis para os desafios sociais do território.
A Fundação Oswaldo Aranha (FOA) iniciou nesta segunda-feira (28), a 8ª Semana de Formação Continuada, evento institucional voltado à qualificação permanente do corpo docente do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) e Escola Técnica da Fundação Oswaldo Aranha (EtecFOA). A programação, que se estende até o dia 1º de agosto, reúne oficinas, palestras e workshops que abordam temas fundamentais para o exercício da docência na atualidade, como inovação tecnológica, acessibilidade, saúde mental, avaliação e metodologias ativas de ensino.
Realizada semestralmente, a iniciativa já se consolidou como um dos principais pilares de valorização e atualização dos professores da instituição. Mais do que uma agenda de capacitações, a Semana de Formação Continuada representa o compromisso da FOA com a excelência acadêmica e a construção de um ambiente de ensino-aprendizagem mais dinâmico, inclusivo e reflexivo.
Neste ano, o evento traz como destaque atividades práticas e interativas que estimulam o debate crítico e a troca de experiências entre os docentes. Um dos momentos mais esperados da programação é o Encontro Docente, que propõe uma abordagem inovadora e colaborativa do tema, envolvendo dinâmicas participativas conduzidas pela Reitora do UniFOA, Prof.ª Dra. Ivanete da Rosa Silva de Oliveira.
Para a Reitora, a Semana de Formação Continuada simboliza o modo como a Fundação entende a missão de formar profissionais: com seriedade, afeto e constante evolução.
“Durante esta semana especial, nossos professores mergulham em oficinas, palestras, dinâmicas e workshops sobre temas atuais como tecnologia, saúde mental, acessibilidade e inovação na sala de aula. Um dos pontos altos será uma vivência prática e interativa sobre avaliação, que promete movimentar e inspirar os nossos professores”, afirma Ivanete.
Ela reforça ainda que o investimento na formação docente é um diferencial da instituição: “Este evento, que chega à sua oitava edição, é uma iniciativa que reflete o compromisso da FOA com o ensino de excelência e a formação permanente dos seus docentes. É assim que a Instituição forma quem forma, com dedicação, atualização constante e troca de experiências.”
13h30 às 15h30 – Acessibilidade no Ensino Superior para estudantes com TDAH e TEA
Local: AudiSMART
Palestrantes: Profª Ma. Luciana Werneck e Profª Ma. Edilma Oliveira
16h às 18h – Do Dado à Ação: construindo caminhos a partir do Enade
Local: Plataforma Teams
Palestrante: Prof. Dr. Bruno Gambarato
19h às 21h – Elaboração de instrumentos avaliativos com auxílio da IA
Local: Laboratório de Informática – Prédio 18
Palestrantes: Prof. Dr. Ítalo Pinto e Prof. Me. Gildo Bernardo
13h30 às 15h30 – O Papel do professor-pesquisador e a ética na pesquisa: Alfabetização Científica
Local: Microsoft Teams
Palestrante: Prof. Me. Walter Luiz
16h às 18h – Planeje, avalie e inove: como o estúdio revoluciona sua rotina docente
Local: AudiSMART
Palestrantes: Prof. Me. Alexis Aragão e Esp. Hudson Ferreira
19h às 21h – Trabalho pedagógico e Saúde mental: estratégias de autorregulação emocional para professores
Local: AudiSMART
Palestrantes: Prof. Dr. Eduardo Miranda e Prof. Me. Ailton Carvalho
13h30 às 15h30 – UniFOA LXP de A a Z: criando Avaliação Diversificada
Local: Microsoft Teams
Palestrantes: Prof. Dr. Eduardo Carreiro e Prof.ª Ma. Mônica Norris
19h às 21h – Encontro Docente - Enigmas e reflexões da Avaliação
Local: Pavilhão Ferdinando Garcia Pereira (Ginásio de Ed. Física)
Palestrante: Prof.ª Dra. Ivanete da Rosa Silva de Oliveira
13h30 às 15h30 – Práticas Exitosas em Ensino e Aprendizagem
Local: AudiSMART
Palestrante: Profª Ma. Luciane Jasmin
16h às 18h – Práticas Exitosas em Cenários Híbridos
Local: AudiSMART
Palestrantes: Prof. Dr. Eduardo Carreiro e Prof.ª Ma. Mônica Norris
13h30 às 15h30 – Práticas Exitosas em Pesquisa
Local: AudiSMART
Palestrante: Profª. Dra. Ana Carolina Dornelas
16h às 18h – Práticas Exitosas em Extensão
Local: AudiSMART
Palestrante: Prof. Me. Marcelo Augusto
A 8ª Semana de Formação Continuada reafirma o compromisso da FOA em ser referência na formação de educadores capazes de transformar a realidade por meio do conhecimento. Além disso, o evento fortalece a cultura institucional de aprendizagem contínua e cooperação entre docentes, promovendo uma educação mais atualizada, humana e inovadora.
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Na última quarta-feira, dia 23 de julho, o Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) celebrou um marco importante em sua missão de ampliar o acesso à educação de qualidade: a realização da primeira matrícula com bolsa integral concedida por meio do novo Programa Institucional de Bolsa Social. A estudante Talitha Lis Negrão Martins de 18 anos, aprovada com bolsa de 100% para o curso de Direito (noturno), foi a primeira contemplada pelo programa lançado no início da semana, no dia 21.
Com o objetivo de promover transformação social por meio da educação, a Bolsa Social UniFOA oferece descontos de 50% e 100% em toda a graduação presencial da Instituição, exceto Medicina. A seleção dos bolsistas é feita com base em critérios socioeconômicos e no desempenho em uma prova de redação on-line, conforme diretrizes estabelecidas em edital. A iniciativa reforça o compromisso da Fundação Oswaldo Aranha (FOA) com a democratização do ensino superior no Sul Fluminense.
Para Talitha, o momento da aprovação foi marcante. “Uma pessoa que trabalha aqui no UniFOA me falou sobre essa oportunidade. Eu e minha mãe estávamos procurando alguma forma de conseguir um desconto, porque era uma vontade muito grande minha de ingressar na faculdade. Quando soube que consegui a bolsa, fui correndo contar para a minha mãe. Foi tudo muito rápido, parecia que era para acontecer. Motivou a minha semana”, contou a estudante, emocionada com a conquista.
A jovem destacou ainda que estudar Direito sempre foi um sonho antigo. A chance de realizá-lo sem custos, na instituição que sempre desejou, renovou suas esperanças: “Se não fosse por essa oportunidade, talvez eu tivesse que esperar mais, tentar o Enem de novo ou procurar outras alternativas. A Bolsa Social chegou como um presente.”
Para o assessor da presidência da FOA, Sandro Aliani, a matrícula da nova aluna é símbolo de um projeto que vai além do acesso ao ensino: é sobre transformação de vidas.
“O Programa Institucional de Bolsas Sociais é uma iniciativa que reforça o compromisso da nossa Instituição com a promoção do acesso à educação de qualidade. Nosso objetivo é abrir as portas da educação para mais pessoas, acolhendo estudantes que, apesar das limitações econômicas, demonstram vontade de aprender, crescer e transformar suas realidades por meio do conhecimento. Acreditamos que a educação é uma ferramenta poderosa de transformação social, e queremos ser parte ativa dessa mudança.”
As inscrições para o programa continuam abertas, com oportunidades para diversos cursos de graduação. Para mais informações sobre os critérios e o edital completo, os interessados podem acessar os links oficiais:
Saiba mais sobre a Bolsa Social UniFOA
Edital e inscrição para bolsas de 50% e 100%
Em sua vigésima edição, o Festival Vale do Café – reconhecido por celebrar a riqueza histórica, cultural e musical do interior fluminense – ganhou um novo cenário de tirar o fôlego: pela primeira vez, o imponente Casarão da Fazenda Três Poços, no campus Olezio Galotti do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), integrou o circuito oficial de fazendas do evento.
Tombado pelo município de Volta Redonda, o Casarão é um verdadeiro patrimônio arquitetônico e histórico da região, construído em 1840 e repleto de simbologias que remontam à era áurea do ciclo do café. Com seu átrio solar e a escadaria em leque que impressiona os visitantes, o espaço agora se renova como palco de cultura e educação.
Para Ana Carolina Callegario, pró-reitora de Extensão do UniFOA, a participação no festival é a realização de um sonho antigo, não apenas institucional, mas também pessoal.
“Era uma vontade minha e da Beatriz Henriques, mostrar a grande história que nós temos dentro do nosso campus. Ter uma fazenda histórica com tanta representatividade para a região, e agora poder abrir suas portas para o Brasil e para o mundo, é um grande sonho sendo realizado e uma grande responsabilidade”, afirmou emocionada.
A visita ao Casarão foi marcada por olhares encantados e reações emocionadas do público. “É muito interessante porque nós vemos esse casarão todos os dias, mas quando o público chega e olha para essa grandiosidade com brilho nos olhos, a emoção se torna coletiva. Estamos cumprindo nosso papel como instituição de ensino, mas também exercendo um papel fundamental na preservação e valorização da história de Volta Redonda”, completou Ana Carolina.
O diretor-geral do Festival Vale do Café, Nelson Drucker, também ressaltou o acolhimento e a beleza do espaço: “O atendimento que foi dado aqui emocionou a gente. O trabalho, o cuidado, a simpatia e o profissionalismo da equipe fizeram com que os turistas se sentissem acolhidos. A fazenda é hiper histórica, e esse tipo de vivência permite que as pessoas queiram voltar, visitar com mais calma e mergulhar ainda mais nos circuitos culturais da região.”
Além da visita guiada ao Casarão, a programação também integrou uma apresentação musical especial do grupo Choro Nota Dez, no Centro Histórico-Cultural Dauro Aragão. O espetáculo “Entre o Choro e o Afro-Samba: Homenagem a Baden Powell” trouxe um tributo elegante e cheio de suingue ao mestre da música brasileira, encantando o público com arranjos clássicos e interpretações vibrantes.
O encerramento da visita ao Casarão foi marcado por uma homenagem ao UniFOA, em agradecimento à parceria com o festival, e por um momento de confraternização com um lanche especial, composto por quitutes típicos que fazem parte da tradição culinária do Vale do Café, mais uma forma de contar a história por meio dos sentidos.
A estreia do Casarão do UniFOA no Festival Vale do Café também foi marcada por um momento de inclusão genuína. Um grupo de visitantes surdos participou da programação acompanhado por um intérprete de Libras, graças à atuação da Seeds Acessibilidade — empresa especializada em acessibilidade cultural, fundada por Aline Dias. Diferentemente de uma simples tradução simultânea, a proposta da Seeds é criar experiências significativas, promovendo o pertencimento e a valorização da comunidade surda. 
“O grupo de surdos veio por incentivo do próprio festival, que já possui uma preocupação evidente com acessibilidade. Nossa missão vai além de interpretar falas: buscamos levar esse público aos eventos desde a etapa do convite, promovendo engajamento e preparando o terreno para uma experiência verdadeiramente inclusiva”, explicou Aline.
A relação afetiva também se estende à interação com o público ouvinte. A presença do intérprete de Libras acaba promovendo um intercâmbio espontâneo: muitos visitantes aprendem sinais básicos para interagir com os surdos, gerando uma troca cultural enriquecedora para todos.
“O sentimento deles é de pertencimento, gratidão e empoderamento. A acessibilidade não é apenas um recurso técnico, mas um pilar de cidadania. E o Festival Vale do Café, sob a direção de Nelson Drucker, tem essa visão educativa e sensível, construindo a inclusão de forma responsável e comprometida.”
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