O UniFOA abriu as portas mais uma vez para sediar a segunda edição do Projeto Mulheres na Obra, que segue até 24 de novembro. A capacitação acontece na Sala Verde, localizada no Campus Olezio Galotti, em Três Poços, e agora é direcionada a ensinar o efeito especial “cimento queimado” e assentamento de pisos.

Promovida pela Singular Arquitetura, a ação tem o objetivo de incentivar o empoderamento feminino, por meio da inclusão e competência no mercado da construção civil. De acordo com o cronograma, serão nove encontros ao todo, entre aulas teóricas, práticas e oficinas – além do encerramento, quando acontecerá a entrega de certificados.

Apoiador do projeto desde o primeiro momento, por meio da Pró-Reitoria de Extensão (Pró-Ext), o Centro Universitário de Volta Redonda contribui principalmente com o oferecimento do espaço e logística, uma vez que auxilia no transporte das alunas – moradoras do condomínio Minha Casa Minha Vida de Três Poços. A mobilização conta com o apoio técnico do professor Rogério Nogueira Pereira, nucleador da Pró-Ext.

A coordenadora da iniciativa, Marinez Rodrigues, comemorou que 12 mulheres concluíram o curso na primeira edição, que também aconteceu na Sala Verde do UniFOA e foi um sucesso. Dessa vez, as aulas práticas estão previstas para acontecer no Centro de Controle de Zoonoses, que fica próximo ao Campus Olezio Galotti, e “agregará valor à comunidade como um todo”.

“Nossa expectativa é que as 15 mulheres inscritas concluam a capacitação e que com essa formação consigam oportunidades no mercado de trabalho, inserindo-as em um segmento que comumente é ocupado por homens”, destacou Marinez.

Propósito e empoderamento

Anna Guerra, chef do restaurante Pasta a Mano

Para motivar as alunas, uma programação especial foi oferecida na aula inaugural, no dia 31 de outubro. A edição foi aberta por um painel com a chef de cozinha Anna Guerra, que incentivou as participantes a focarem em seus propósitos de vida para que possam chegar aonde desejam. Ela usou sua trajetória de vida como exemplo, e relatou como chegou a ser a proprietária do restaurante Pasta a Mano, localizado na Vila Santa Cecília - onde um almoço será oferecido no encerramento.

Laysla Matos, psicóloga vinculada ao Saúde Leve

Psicóloga vinculada ao Saúde Leve, a psicóloga Laysla Matos palestrou sobre o tema "Quebrando tabu: Atuação da mulher em profissões dominadas pelo gênero masculino". Nessa abordagem, a profissional levantou o histórico da mulher no mercado de trabalho e pontuou sobre a importância do empoderamento feminino e pela busca de igualdade salarial. Ela provocou ainda a reflexão sobre a responsabilidade das tarefas domésticas, sob a ótica de que não deve ser uma obrigação exclusiva das mulheres e sim compartilhadas.

Esperança em oportunidade

Tamires Oliveira, de 28 anos, é uma das mulheres empenhadas na capacitação em busca de uma oportunidade de emprego. Ela participou da primeira edição, voltada para técnicas de pintura. "Estou muito esperançosa de que vou conseguir um emprego graças ao projeto. Essa é uma área que eu tenho muito interesse e nós, mulheres, somos muito capazes de conseguir fazer um bom trabalho na construção civil. Logo que fiquei sabendo que teria de novo, me inscrevi e quero participar de todos", afirmou.

Parceiros

Além do UniFOA, o Projeto Mulheres na Obra conta com diversos parceiros que viabilizam a execução da capacitação, seja com fornecimento de materiais, prestação de serviços, orientações, oficinas e abertura de espaços. São eles: Sebrae, Toti Tintas, Saúde Leve, ABC da Construção – Volta Redonda, Dacapo Revestimentos, S.O.S Manas, Pasta a Mano, Decor Colors – Volta Redonda, Aceplan, Grupo KVG e Óticas Focus Visão. No dia 31, também estiveram presentes os parceiros Fabíola Gouvêa, da ABC da Construção - Volta Redonda, e Marcelo Periard, da Decor Colors - Volta Redonda. Além disso, uma representante da Saúde Leve presenteou as alunas do projeto com cartões pré-pagos para que elas garantam descontos em consultas, exames e procedimentos na rede particular.

Aulas e oficinas

As aulas teóricas e práticas são ministradas pela S.O.S Manas, nos dias 1º, 3, 4 e 7 de novembro. Já nos dias 8, 9 e 16 acontecem as oficinas promovidas pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, o Sebrae.

Aula teórica com S.OS. Manas

Tudo é Ciência é o Congresso Brasileiro de Ciências e Saberes Multidisciplinares que acontece esse ano no Campus Olezio Galotti, em Três Poços. As apresentações se iniciaram hoje, 27 de outubro e vão até sábado, 29. O tema definido para o congresso é “do Big Bang ao Metaverso”, com aplicações cotidianas e inovações responsáveis pelos movimentos socioculturais, tecnológicos e econômicos. 

O evento científico com abrangência nacional envolve diversos campos da ciência, com abordagem transdisciplinaridades. Os trabalhos tiveram início as 14h com muitas atividades simultâneas no decorrer da tarde. As apresentações se estenderam a noite com apresentações no Auditório William Monachesi. Palestras, mesas-redondas, minicursos e workshops fizeram parte do primeiro dia do evento, além de apresentações de trabalho de forma oral e e-pôster. Todas as atividades ocorreram de forma híbrida para possibilitar a participação de congressistas de diferentes regiões do país. 

Na mesa redonda “Profissões do Futuro”, composta por Glauter Jannuzzi, presencial e Anderson Gobbi, diretamente de Los Angeles, muito foi falado sobre perfis flexíveis e empresas que motivam seus funcionários. "Não há nada de extraordinário fazer uso de ferramenta tecnológica para trabalhar. Hoje a gente tem conexão com o mundo, com as empresas e com as pessoas", explanou Glauter, que também abordou sobre criatividade e boa comunicação como características fundamentais para uma boa contratação. "A gente precisa de atitude, pessoas com habilidades humanas, que saibam pedir ajuda, se comunicar. Parte da sua jornada em uma empresa também é dedicada ao aprendizado, você não precisa saber de tudo". 

A participação e a submissão dos trabalhos foram abertas a alunos do Ensino Médio, Graduação, Pós-graduação, profissionais e pesquisadores. Posteriormente, os trabalhos apresentados serão publicados nos anais do congresso com atribuição de DOI (Digital Object Identifier).  

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Mais de uma década de Semana da Comunicação, 15 anos de existência dos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda do UniFOA. A história do curso mais comunicativo do Centro Universitário de Volta Redonda está avançando anos de ensino de qualidade e competência. Aconteceu, como ocorre anualmente, a Semana da Comunicação, em sua 12ª edição na semana passada. Nos dias 20 e 21 de outubro, alunos e professores receberam no Auditório William Monachesi, no Campus Universitário Olezio Galotti, em Três Poços palestras de grandes profissionais da área. 

Para a abertura do evento, o coordenador do curso, Douglas Gonçalves falou brevemente e foi iniciada a sessão Cine Clube, com reprodução do documentário “Crônicas da Demolição”, do diretor Eduardo Ades, roteirista e produtor de cinema, que em seguida palestrou online para os presentes.  

O filme aborta e investiga a controversa demolição do Palácio Monroe, o antigo prédio do Senado Federal no Rio de Janeiro, decretada pelo presidente Ernesto Geisel no período militar, o documentário revela os jogos de poder que determinam os destinos de cidades até hoje. 

Para Douglas, a semana tem um caráter especial. “A celebração do nosso curso e sempre a comemoração da inserção dos nossos alunos no mercado de trabalho. Temos um destaque também, o retorno da nossa Semana da Comunicação de forma presencial", após tempos difíceis de pandemia.  

Eduardo é realizador dos longas documentais “Barragem” (2021), “Torquato Neto – Todas as horas do fim” (2017) e “Crônica da demolição” (2015); e do curta de ficção “A Dama do Estácio” (2012). Produtor de “Mata” (Fábio Nascimento e Ingrid Fadnes, 2020), “Yorimatã” (Rafael Saar, 2014), “Morro dos Prazeres” (Maria Augusta Ramos, 2013) e diversos curtas. 

Já na sexta-feira, última dia da celebração, os participantes receberam Diego Capelari e Flávio Zulu, Diretor de Imagem da TV Globo e Motion Designer/Fotógrafo de Moda, respectivamente. 

O futuro jornalista, Daniel Fialho Ferreira, cursa o 3º ano de Jornalismo e esteve nos dois dias. Encontrou no evento um aprendizado que transcende a sala de aula. "Foi ótimo! Uma vez que o conhecimento e a experiência adquirida serão de grande utilidade para mim enquanto jornalista e estarão durante toda a minha vida". Daniel ainda agradeceu a instituição por fomentar ações como essas "Gostaria que o UniFOA continuasse a produzir eventos desse tipo, visto sua importância e relevância. As palestras foram de grande valia tanto para o âmbito profissional quanto para o pessoal".

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Afeto, cuidado, empatia, amor, zelo, compaixão, terapia foram algumas das palavras compartilhadas no encontro promovido pelo UniFOA na tarde da última quinta-feira, 29 de setembro. O programa de saúde “Mentoria em Mente” apresentou o “Workshop de Saúde Mental em Lideranças de Impacto Social", idealizado e ministrado pelo professor Alessandro Orofino no Aterrado.

Dario Aragão

Dario Aragão na abertura do “Workshop de Saúde Mental em Lideranças de Impacto Social"

 

Retomando a volta dos eventos presenciais no campus universitário Porfírio de Almeida, o professor e coordenador do Escritório da Cidadania, agora situado no Aterrado, Dario Aragão fez uma breve abertura aos presentes.  

Por sua vez, Orofino iniciou a palestra com leveza, cuidado com o próximo e provocou um exercício para “se conectar com o sentimento de paz” em cada participante. Em seguida, em diversos momentos abrindo espaço para participações e trocas com a plateia, falou sobre autoliderança e auto empoderamento. “A liderança é um movimento contínuo. Você não é, você está”. Quando se aprofundou sobre o lugar de fala de um líder, foi taxativo “O poder não é dele, é dos outros. O líder só é líder porque o outro permitiu”.  

 

Para o professor, líderes têm sensibilidade aguçada. “Você só pode dar afeto se você tem capacidade, a honrosa capacidade de escutar”. Segundo ele, o autoconhecimento é a chave, é a importância de cuidar do interior do indivíduo. “Nossos problemas começam e terminaram dentro de nós. O ser humano não é só o que ele pensa, é o que ele sente”. 

Nas horas seguintes, a apresentação de Orofino, que usou imagens fortes e impactantes para ilustrar o tema, explanou o impacto na saúde mental nos dias de hoje. “A humanidade precisa entender que se não dermos importância a isso, só vamos aumentar as estatísticas”, enquanto apresentava números a respeito de situações delicadas referentes a depressão, saúde mental e até suicídio. 

- Todos nós somos frágeis. A fragilidade nos constrói. Precisamos ter compaixão conosco. É natural se cansar - explicou na palestra. “A capacidade de transformar exige contribuição, autoconhecimento e muito estudo”. 

A iniciativa superou as expectativas da organização, que teve a grata surpresa de presenças de não apenas líderes de diversas associações comunitárias, mas também de alunos de muitos cursos da instituição. 

A X Jornada Científica da Enfermagem ocorrida na última quarta-feira (28) no campus Olezio Galotti, em Três Poços, reuniu dezoito trabalhos em formato de banner físico, que foram apresentados em dupla e em trio, totalizando a participação de 62 alunos do 4º ano. Os trabalhos foram avaliados por egressos do Mestrado Profissional em Ensino das Ciências da Saúde e Meio Ambiente do UniFOA, além dos professores da graduação de Enfermagem.

Elizangela Aparecida da Silva de Laffitte Alves é egressa do Curso de Graduação em Enfermagem e do Mestrado Profissional em Ensino das Ciências da Saúde e Meio Ambiente do UniFOA. Foi convidada a avaliar o trabalho dos alunos: “Para mim é uma honra enorme estar aqui avaliando meus futuros colegas de profissão; na grande maioria, a qualidade dos trabalhos está muito boa. Conteúdo, apresentação e segurança, o nível está excelente. Estes alunos estão realmente fazendo por onde, para entrar no mercado de trabalho”, ela afirmou.

Uma das alunas, Thais Layne Macedo da Silva Alves, do 4º ano, cujo trabalho foi Equipe de Enfermagem: Cuidado com o Recém-nascido na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal, afirma que este foi o trabalho mais difícil que realizou: “O grau de comprometimento é muito maior. Este trabalho começou a ser organizado no ano passado e foi concluído há um mês. A complexidade dele vai me ajudar a dar um norte em minhas pretensões, pois quero fazer pós-graduação, mestrado e quem sabe, até um doutorado”.

Os trabalhos apresentados foram:

Sífilis Congênita: O Acolhimento da Enfermagem à Mãe

Instituições de Longa Permanência: Protagonismo do Enfermeiro no Cuidado à Idosos

Instituições de Longa Permanência: Protagonismo do Enfermeiro no Cuidado à Idosos

Humanização do Cuidado junto à Idoso na Atenção Primária à Saúde: Uma Pesquisa Bibliográfica

Emergência: O Estresse Ocupacional Enfrentado por Enfermeiros

Equipe de Enfermagem: Cuidados Paliativos e a Enfermagem

Equipe de Enfermagem: cuidados com a pele de recém-nascido na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal

Câncer de Mama Metastático: Cuidados Paliativos e a Enfermagem

Pré-Natal na Atenção Primária à Saúde: Desafio do Enfermeiro

Saúde Psicoemocional do Enfermeiro na Assistência do Paciente Oncológico

Pré-Natal em Gestantes Privadas de Liberdade: Desafio do Enfermeiro

Síndrome de Burnout e a Equipe de Enfermagem

Conduta do Enfermeiro diante do Paciente Oncológico em Fase de Terminalidade

Equipe de Enfermagem: Apoio Emocional a Pacientes com Câncer

Cuidado Humanizado às Mulheres em Situação de Abortamento

Enfermagem e a Humanização da Emergência: Uma Pesquisa Bibliográfica

Atuação do Enfermeiro Frente ao Idoso Portador do Mal de Alzheimer: Uma Pesquisa Bibliográfica

Amamentação: O Papel da Equipe de Enfermagem na UTI Neonatal

Pandemia do COVID 19: Saúde Mental das Profissionais de Enfermagem

Lei Lucas: A Importância dos Primeiros Socorros e o Enfermeiro como Educador

A Enfermagem e a Síndrome de Burnout no Contexto Pandêmico

Atuação do Enfermeiro na Prática de Cuidados Paliativos à Criança com Câncer

Dor em Recém-Nascidos: Medidas Não Farmacológicas em Unidade de Terapia Intensiva Neonatal

 

A classificação dos trabalhos premiados ficou assim:

 

1º lugar: Saúde Psicoemocional do Enfermeiro na Assistência do Paciente Oncológico

- Gabriel Bastos dos Santos

- Gabriela da Silva Ferreira de Souza

- Jéssica Eliane da Fonseca Frauches

2º lugar: Sífilis Congênita: O Acolhimento da Enfermagem a Mãe

- Claudia Borges da Costa

- Nathalia Turino Souza

- Thais Almeida de Oliveira

3º lugar: Humanização do Cuidado junto ao Idoso na Atenção Primária a Saúde: Uma Pesquisa Bibliográfica

- Ana Beatriz de Jesus Ferreira

- Maria Eduarda Chiarello

- Talita de Souza Barbosa Bertuci

Os alunos que tiveram seus trabalhos classificados receberam brindes do UniFOA e um certificado por equipe.

O evento é relevante pela produção científica entre docentes e discentes, conforme explica a professora da disciplina de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), Metodologia da Pesquisa Científica, Clarissa Oliveira, membro de Núcleo Docente Estruturante (NDE) e do Eixo de Pesquisa: “O aluno precisa aprender a construir a pesquisa desde o primeiro ano. A pesquisa é um dos pilares da universidade”.

A professora doutora Lucrécia Helena Loureiro, coordenadora do curso e titular da disciplina Atenção Primária, afirma que este tipo de trabalho fortalece o conhecimento e treina o estudante para os próximos desafios: “é um preparo para os nossos alunos, quando eles participarem de um congresso, eles vão estar com mais desenvoltura na fala, na apresentação, na segurança, tudo isso é muito importante”.

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A 45ª Jornada Odontológica do UniFOA, ocorrida nesta semana (dias 26 e 27) no Auditório William Monachesi, no campus Olezio Galotti, em Três Poços, reuniu professores do curso e de outros municípios e estados da região Sudeste. O momento também celebrou o 3º Encontro de Egressos de Odontologia.

Na abertura, a coordenadora, Rosiléa Hartung Habibe, exibiu no telão momentos históricos e uma homenagem ao ex-presidente da FOA, Dauro Aragão.

Na primeira fase da programação, professores do curso fizeram palestras sobre os equipamentos recém adquiridos pelo Centro Universitário de Volta Redonda para o melhor desenvolvimento e desempenho dos alunos.

Participaram desse momento os docentes Cláudio Melo, Carolina Hartung Habibe, Tereza Favieri, que dissertaram sobre scanner intra oral, scanner digital de imagens, a nova impressora 3D e laser. O professor Leonardo Barroso dissertou sobre o novo microscópio operatório.

“O UniFOA está entrando na era da garantia da precisão. Em odontologia, as coisas são muito pequenas. O microscópio confere uma precisão muito boa, pela acuidade visual aumentada e, com isso, uma capacidade muito maior de identificar detalhes. O que nos torna ainda mais críticos com a qualidade do serviço que estamos prestando”, afirmou o professor.

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Rosiléa explicou a dinâmica do evento, que contou com os professores da casa na abertura e ao longo do evento, profissionais de peso para debater assuntos da atualidade e de grande importância no mercado de trabalho.

“São sempre professores de outras instituições como UFF, UERJ, UFRJ e até de São Paulo. É bom poder pensar fora da caixa, ouvir outros pontos externos ao que vivenciamos”, explicou a coordenadora do curso que completa 52 anos este ano.

Com relação aos novos equipamentos, Rosiléa afirmou: “o mundo está mudando muito rápido e é preciso que a gente acompanhe. E nós estamos oferecendo a possibilidade ao aluno de conhecer estes equipamentos, porque aqui ele vivencia a prática, com situações reais, isso é muito importante para o seu desenvolvimento”.

Parte do evento foi transmitido ao vivo, pelo YouTube, e pode ser conferido aqui.

 

A supervisora de Eventos Lara Prado esteve, nesta terça-feira (27), no estúdio da Rádio 98,9 FM (Sintonia do Vale), com o comunicador e titular do Programa Dário de Paula.

A pauta girou em torno das visitas de alunos e escolas que se cadastram para conhecer a instituição, seus laboratórios, atividades, salas de aula e professores nos vários programas disponibilizados pelo centro universitário.

Lara falou primeiramente sobre o Portas Abertas, evento que reúne jovens do ensino médio, com várias atividades e premiações. E explicou que este ano, as inscrições para o Portas Abertas terminaram em apenas duas semanas: “foram mais de 70 escolas inscritas, totalizando 3.250 alunos”. A edição 2022 do evento acontecerá em 18 de outubro, data de aniversário do UniFOA, que completará 55 anos. Ela mesma já participou como visitante do Portas Abertas: "a experiência foi muito bacana, ainda me lembro do quiz e das outras atividades".

Além do Portas Abertas, o centro universitário disponibiliza outras experiências dentro do Programa UniFOA Experience, como a Visita Orientada, que é feita acompanhada de um guia pelo campus; o #Partiu UniFOA, em que os estudantes têm a possibilidade de conversar com os professores da instituição e descobrir todos os detalhes sobre a área de interesse; o Open Lab, feito para os estudantes de ensino médio que desejam uma aula nos laboratórios com os professores dos cursos; o Universitário por um dia, em que o estudante tem a possibilidade de viver um dia como universitário na área de sua escolha e finalmente o UniFOA na Escola, em que os cursos vão até a escola solicitante, com atividades que demonstram, na prática, como é o ensino superior.

Todas estas ações têm um objetivo, segundo Lara: “é despertar o interesse pelo ensino superior, para os cursos que o UniFOA oferece e pelas áreas de trabalho. Porque como nós temos muito contato com o mercado de trabalho e a gente traz a experiência prática, o objetivo de tudo é que o jovem possa vivenciar o ensino superior, o mercado de trabalho e tudo que ele pode oferecer”.

Estudantes e escolas que queiram se cadastrar para um dos programas ou projetos devem entrar em contato com os telefones: 3340-8400 Ramais 8505 e 8372 ou pelo WhatsApp: (24) 99979-5117. O cadastro também pode ser feito por aqui. 

 

É neste sábado (10), Dia Mundial de Prevenção do Suicídio, a tão aguardada palestra voluntária do jornalista André Trigueiro, no Centro Universitário de Volta Redonda – UniFOA. O evento, gratuito e aberto ao público, acontecerá no Auditório William Monachesi, no Campus Olezio Galotti, em Três Poços, às 10 horas.

Sob o tema “A arte de seguir em frente: força, coragem e fé”, o bate-papo marca a ação pelo Setembro Amarelo da instituição, promovida pela Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa) e com colaboração da empreendedora social Zenaide Rocha.

Trigueiro é engajado na prevenção do suicídio há pelo menos 23 anos. Ele já esteve no UniFOA, em 2019, para abordar sobre o assunto e retorna ao local para reforçar o comprometimento com a causa e exercer a função de comunicar informações de utilidade pública.

“O público pode esperar um trabalho que não tem outra pretensão ou objetivo além de levar informação que seja útil para consciência do problema do suicídio, enquanto caso de saúde pública no Brasil e no mundo. O entendimento de que o suicídio é prevenível, a necessidade de todos nós nos entendermos como agentes de saúde informais. O conhecimento nos dá essa condição: a informação pode salvar vidas e eu espero apenas repassar essa informação adiante”, expressa.

“Eu fui buscar informação onde ela foi elaborada, investigada, cientificamente produzida, seguindo os protocolos na área do conhecimento científico, na área da psicologia, psiquiatria, suicidologia, relatórios da Organização Mundial da Saúde, da Organização Pan-Americana da Saúde, do Ministério da Saúde”, completa.

Transporte gratuito

O UniFOA oferecerá transporte gratuito aos interessados em assistir à palestra. Um ônibus sairá da Praça Brasil, na Vila Santa Cecília, às 9 horas, com destino ao campus.

Sessão de autógrafos

Após a palestra, Trigueiro fará uma sessão de autógrafos também no auditório, onde quatro livros do jornalista estarão à venda: “Viver é a melhor opção”, “A força do um”, “Espiritismo e Ecologia” e “Cidades e Soluções: Como construir uma sociedade sustentável”, título homônimo ao programa de TV que ele apresenta pela GloboNews.

Os direitos autorais dos livros foram 100% cedidos para instituições filantrópicas, como o CVV (Centro de Valorização à Vida) e o Fraternidade sem Fronteiras. De forma direta, também serão beneficiados o Abrigo Vih-Ver e o Projeto bem Star animal e ambiental, a partir da venda das obras.

SERVIÇO

Bate-papo com André Trigueiro

Palestra “A arte de seguir em frente: força, coragem e fé”

Data: 10/09 (sábado), Dia Mundial de Prevenção do Suicídio

Local: Auditório William Monachesi, no Centro Universitário de Volta Redonda – UniFOA, Campus Olezio Galotti (Av. Dauro Peixoto Aragão, 1325, Três Poços)

Horário: 10 horas

Entrada gratuita e aberta ao público

Trinta e seis crianças do Projeto Guarda Mirim visitaram as instalações do UniFOA, no campus Olezio Galotti, em Três Poços, nesta semana, na terça e quinta-feira, dias 06 e 08. Com idades entre oito e 14 anos, elas são moradoras dos bairros Roma II e São Sebastião e atendidas pelos Cras (Centro de Referência da Assistência Social) destes bairros.

Os visitantes conheceram o Laboratório Morfofuncional do curso de Medicina; o Tribunal do Júri, do curso de Direito; o estúdio da Rádio UniFOA, dos cursos de Jornalismo, Publicidade e Propaganda, além do Auditório William Monachesi, orientados pela equipe de Eventos da instituição.

Estudante do 9º ano do Colégio Juarez Antunes, Marco Gabriel Franklin Aquino Correa, de 15 anos, disse que gostou muito da visita: “Foi nossa primeira vez e já espero voltar para conhecer os outros locais do UniFOA. E de todos que conhecemos, o que mais gostei foi o auditório, lindo demais”, expressou.

Nésio Augusto Ferreira, inspetor da Guarda Municipal e coordenador do Projeto Guarda Mirim de Volta Redonda conta como é o trabalho com as crianças: “Temos este papel de tentar trazer para o jovem uma visão de futuro e mostrar que é possível mudar a realidade e conseguir aquilo que se quer, além de noções de cidadania e responsabilidade. Essa visita ainda ajuda muito na construção de novas ideias a partir dos locais que eles estão visitando, como o Tribunal do Júri, que chamou tanto a atenção deles”.

Projeto Guarda Mirim

O projeto tem como objetivo transmitir lições de educação no trânsito, cidadania, entre outros assuntos. Os alunos participam de campanhas promovidas pela Guarda Municipal e de conscientização de trânsito para os motoristas de Volta Redonda.

Visite o UniFOA

As visitas fazem parte do projeto UniFOA Experience, cuja visitação é aberta a todas as escolas da região, do estado do Rio de Janeiro e de outros estados. Os agendamentos podem ser feitos pelo telefone (24) 3340-8372.

 

O Dia Mundial de Prevenção do Suicídio, no próximo sábado (10), será marcado no Centro Universitário de Volta Redonda - UniFOA por um bate-papo com o jornalista André Trigueiro. O encontro, gratuito e aberto ao público, terá como tema “A arte de seguir em frente: força, coragem e fé” e acontecerá no Auditório William Monachesi, no Campus Olezio Galotti, em Três Poços, às 10 horas.

Há 23 anos engajado na causa de prevenção ao suicídio, Trigueiro já esteve no UniFOA, em 2019, para abordar sobre o assunto e retorna ao local, a convite da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa) da FOA, e com a colaboração da empreendedora social Zenaide Rocha, em uma data emblemática do Setembro Amarelo – o mês dedicado à campanha de valorização à vida.

Após a palestra, o jornalista fará uma sessão de autógrafos também no auditório, onde quatro livros de André Trigueiro estarão à venda: “Viver é a melhor opção”, “A força do um”, “Espiritismo e Ecologia” e “Cidades e Soluções: Como construir uma sociedade sustentável”, título homônimo ao programa de TV que ele apresenta pela GloboNews.

Em entrevista prévia ao evento, que receberá público de Volta Redonda e região, o palestrante conta sobre seu comprometimento com a causa, como trabalha o assunto, ressalta a importância do envolvimento na prevenção do suicídio em um contexto geral, principalmente em relação ao acolhimento.

- Qual reflexão e impacto na vida do público você pretende causar com a palestra?

Venho fazendo isso desde 1999. Meu trabalho como jornalista e comunicador é tentar traduzir os saberes e conhecimentos dos especialistas na área da saúde que se debruçam sobre o fenômeno do suicídio. Há muita informação relevante que remete à prevenção do suicídio. Portanto, a experiência da gente com esse trabalho revela que informação pode fazer a diferença para pessoas que estão fragilizadas psíquica ou emocionalmente e principalmente às pessoas que dão assistência, convivem, conhecem alguém que esteja vivenciando uma crise e que essa crise eventualmente abre espaço para a ideação suicida.

- O tema da sua palestra, “A arte de seguir em frente: força, coragem e fé”, tem um público direcionado ou vale para todas as pessoas, independente do momento da vida?

É uma palestra aberta a todos os seguimentos, todas as faixas de público, de diferentes credos, diferentes visões de mundo. Eu não tenho, portanto, nenhuma pretensão de segmentar a abordagem desse assunto para um nicho, um recorte, um segmento. Todos são bem-vindos. Eu espero que as informações compartilhadas sejam de alguma maneira úteis a quem estiver presente.

- Há uma fala específica que possa ser direcionada à comunidade da FOA e UniFOA (estudantes, professores e funcionários), referente às pressões do dia a dia, por exemplo?

Toda escola, toda universidade tem uma importância estratégica, especialmente em momentos de crise. São faróis na neblina, sinalizando rumo e perspectiva, em termos ideais, portanto, o espaço do saber e do conhecimento deve apontar um caminho, deve usar os recursos para ajudar o maior número possível de pessoas. Pressão faz parte da vida, todos nós experimentamos ao longo da existência diferentes citações de pressão.

A pressão e o estresse não são necessariamente negativos. Por vezes, a gente precisa entender que um determinado gênero de estresse ou determinada situação em que nos sintamos pressionados, embora não seja confortável num primeiro momento, tem uma função positiva. É como colesterol, tem o bom e o ruim. Portanto, existem as situações de pressão e estresse que são a nosso favor, não são contra nós. Agora, tudo em demasia, tudo em exagero, gera um desequilíbrio. Portanto, a pressão ou estresse exagerados causam distúrbios, causam anomalias e isso não favorece a nossa saúde, o nosso equilíbrio e serenidade.

Então, a gente precisa, sim, em qualquer circunstância, em qualquer lugar, em qualquer tempo, estar muito atento ao momento. Como nós estamos, que fatores eventualmente nos predispõem a um desalento, a um desânimo, a uma afobação, eventualmente uma ansiedade, uma angústia. Nós podemos atenuar o impacto de fatores que são hostis ao nosso psiquismo a partir da consciência. E podemos reconhecer que por vezes não reunimos sozinhos a força, as melhores condições, para reagir a esses fatores hostis. É quando a gente deve procurar ajuda especializada, sem hesitar, sem medo, pelo contrário: dando graças de vivermos em um tempo em que isso é possível.

- E para os profissionais da saúde?

Os profissionais de saúde são os verdadeiros heróis da pandemia, suportaram inúmeras pressões, antes da vacinação, principalmente. Foram privados do conforto da família, ficaram expostos a riscos importantes, muitos partiram durante a pandemia, outros ficaram de alguma forma sequelados pelas condições, em boa parte dos casos, impróprias para o melhor desempenho profissional. Então, a gente precisa reconhecer o valor dos enfermeiros, dos médicos, dos funcionários das redes hospitalares pública e privada. É um exército, um contingente numeroso de pessoas, as quais devemos uma profunda gratidão. E são seres humanos como nós. Eles cuidam da gente nos momentos difíceis. A pergunta é: quem cuida deles? A gente precisa ter essa noção. O respeito e o acolhimento a esses profissionais.

- O que o público pode esperar da sua palestra?

O público pode esperar um trabalho que não tem outra pretensão ou objetivo além de levar informação que seja útil para consciência do problema do suicídio, enquanto caso de saúde pública no Brasil e no mundo, o entendimento de que o suicídio é prevenível, a necessidade de todos nós nos entendermos como agentes de saúde informais, o conhecimento nos dá essa condição, a informação pode salvar vidas e eu espero apenas repassar essa informação adiante. O que cada um vai fazer com a informação é assunto de cada um, a minha parte é essa. Eu fui buscar informação onde ela foi elaborada, investigada, cientificamente produzida, seguindo os protocolos na área do conhecimento científico, na área da psicologia, psiquiatria, suicidologia, relatórios da Organização Mundial da Saúde, da Organização Pan-Americana da Saúde, do Ministério da Saúde. Eu sou jornalista, a minha função é comunicar informações de utilidade pública. E é o que eu estou fazendo, espero apenas ser útil.

- O que te motiva a trabalhar esse assunto e levar a palestra a tantos lugares?

É a minha função. Nenhum de nós é uma ilha, eu estou inserido numa comunidade. E cada um de nós deveria se sentir parte integrante de algo maior, uma célula inserida num tecido aonde cada parte desse tecido está interligada com as outras. Nós somos seres interligados, interdependentes, interagimos o tempo todo. Então, estou cumprindo minha função de comunicador, de jornalista, sou espírita cristão, tenho essa visão da importância da vida, da existência que tem um propósito, tem um significado, a gente não veio ao mundo por obra do acaso, sorte ou azar, eu não acredito nisso. Sinceramente entendo que a vida tem um significado, um sentido, um propósito. E que o suicídio, de fato, não traz a rigor mudanças para melhor na realidade de quem deliberadamente se lança na direção do autoextermínio. Então, em resumo, me parece todos deveríamos nos sentir comprometidos com essa nobre causa da vida, da saúde e do equilíbrio. A gente deve fazer isso por uma questão de princípios, de ética, de valores. É o que me move, é o que me faz estar no Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio em Volta Redonda, mais uma vez.

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