A Fundação Oswaldo Aranha – FOA e a prefeitura de Volta Redonda lançaram nesta terça-feira (20) o Projeto Alta Feliz, criado para auxiliar nos cuidados do recém-nascido ao receber alta da maternidade do Hospital São João Batista - HSJB, através de cartilha com informações importantes, principalmente para os pais de ‘primeira viagem’. O evento foi no gabinete do prefeito Antonio Francisco Neto, no bairro Aterrado, e contou com a presença do diretor do HSJB, Sebastião Faria, o presidente da FOA, Eduardo Prado, a médica pediatra Thais Junqueira Villela e os alunos do curso de Medicina do Centro Universitário de Volta Redonda – UniFOA que desenvolveram o projeto.  

A instituição trabalhou na produção e impressão da cartilha ‘Guia Alta Feliz’, que contém informações importantes, entre elas, como proceder para obtenção da Certidão de Nascimento; qual a relevância da amamentação e as posições corretas para facilitar a mãe e o bebê no ato de amamentar; quais os sintomas apresentados pelo recém-nascido que exigem cuidados pediátricos e como dar o banho e trocar a fralda corretamente. 

A cartilha possui ainda um QR code que, ao ser acessado, apresenta as versões em áudio e em vídeo com interpretação em libras, para que possa ser entendida por todos. Além desse Kit educativo que foi feito pela FOA, a família é presenteada com uma bolsa de maternidade com presentes. Importante destacar que a cartilha não substitui a ida da mãe e do bebê ao pediatra, e é de extrema importância comparecer às consultas de puericultura e manter o cartão de vacinação do seu bebê em dia.  

  

Guia Alta Feliz é feito em parceria

A pediatra Thais Junqueira Villela, que é egressa do curso de Medicina do UniFOA, além de coordenadora médica do alojamento conjunto do HSJB e preceptora do internato do curso de Medicina, foi a responsável pelo desenvolvimento do projeto Alta Feliz e teve a colaboração do aluno Caio Tulio e das, hoje, egressas do curso de Medicina Mariah Amaral e Lara Thoany, com a supervisão da direção do hospital. 

“Após definirmos as questões mais importantes que deveriam ser destacadas no guia, tivemos o auxílio da FOA, através da Agência de Comunicação Interna – ACI, que montou a cartilha e o diploma do bebê; e dos Estúdios FOA, que produziram o vídeo e o áudio para complementar o projeto e abranger todas as pessoas”, disse a pediatra.  

O prefeito Antonio Francisco Neto salientou, durante a cerimônia de lançamento do projeto Alta Feliz, que “é sempre bom contarmos com a parceria da FOA, que vem nos ajudando em diversos projetos em áreas como a Educação e a Saúde”.   

“É uma satisfação a FOA/UniFOA poder contribuir com as parcerias existentes junto ao município de Volta Redonda, ainda mais agora que a FOA está cada vez mais atuando na área da assistência da saúde. É muito importante para a instituição poder ajudar essas iniciativas, principalmente aquelas em momentos felizes com a família volta-redondense”, enalteceu o presidente da FOA, Eduardo Prado. 

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Com o objetivo de atualizar os docentes para o retorno às aulas e dentro da programação da 5ª Semana de Formação Continuada do Centro Universitário de Volta Redonda - UniFOA, foi desenvolvida a oficina ‘Competências Digitais: Articulação da IA e Neuroeducação por Meio de Planejamento Reverso’, no Campus Olezio Galotti, em Três Poços. O evento foi realizado em dois dias, para contemplar todos os professores.

Esta capacitação faz parte das metas do X Programa de Formação Sthem Brasil, que teve a duração de oito meses, sobre processos inovadores que devem ser inseridos nos currículos dos cursos, e que contou com a participação de seis professores do UniFOA: Andre Barbosa, Carolina Hartung, Clarisse Netto, Italo Rodrigues, Koffi Djima Amouzou, Lucimeire Cordeiro e Maria das Graças Lima.

De acordo com o professor Italo Rodrigues, no curso de formação do Consórcio Sthem Brasil foram desenvolvidos sete módulos abrangentes, e que tem em um dos focos a adaptação do currículo às necessidades e características específicas de cada aluno. A partir desses módulos, os professores definiram as oficinas a serem aplicadas na Semana de Formação Continuada, aprimorando todo o planejamento.

Oficina: a Inteligência Artificial no ensino aprendizagem

A ideia desta palestra foi apresentar aos professores o uso de Inteligência Artificial (IA), neste caso o ChatGPT, de modo que a ferramenta possa ser utilizada para complementar o estudo em sala de aula. Durante a oficina, foi mostrado como desenvolver as tarefas pensando nos objetivos de aprendizagem (planejamento reverso) e como isso pode ser diferenciado para os estudantes (Neuroeducação).

Para entender melhor, o planejamento reverso tem como fundamentação a ideia de “começar pelo fim”. Ou seja, o que se pretende que os alunos compreendam ao final da experiência de aprendizagem para, a partir daí, produzir todo o plano da ação pedagógica. A meta é otimizar o que será realizado no contexto acadêmico, visando com que os estudantes se aprofundem e atendam aos objetivos propostos.

“No cenário educacional, as competências digitais se relacionam ao uso da tecnologia para aprimorar a experiência do estudante em seu aprendizado, e a IA ajuda esse complemento: a comunicação nos ambientes virtuais de ensino; a diversificação de possibilidades na produção e divulgação de materiais; a ampliação das fronteiras de classe, e as linguagens (sonora, audiovisual, textual e interativa) na produção de conteúdo tanto de criações de professores quanto de alunos”, explicou Italo.

O desenvolvimento de competências digitais pode potencializar o uso de IA. Por exemplo, um professor pode estabelecer um comando para o ChatGPT e adaptar o mesmo comando para cada um dos estudantes e, deste modo, customizar textos separadamente. A expansão das habilidades e a IA oferecem aos alunos uma visão comprometida com a modernidade, que diversos setores do mercado de trabalho vêm realizando.

Para encerrar, o professor Italo Rodrigues esclarece que a maioria dos discentes aprova o uso da IA: “Isso fica mais destacado quando observamos a pesquisa realizada com os estudantes em que a maioria, cerca de 88%, acredita que a IA deu o suporte necessário para realizar as atividades propostas. Vamos aprimorar cada vez mais”, finalizou.

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O Escritório da Cidadania da Fundação Oswaldo Arranha-FOA estará sediado, a partir do próximo dia 19, no prédio 10 do curso de Direito do Centro Universitário de Volta Redonda-UniFOA, bem como todos os atendimentos prestados pelo Núcleo de Práticas Jurídicas-NPJ, que agora ficou mais próximo dos alunos.

A ideia é que todos os serviços oferecidos pela FOA estejam concentrados no Campus Olezio Galotti, no bairro Três Poços.

Funcionando anteriormente no Campus Universitário Porfírio José de Almeida, no bairro Aterrado, a mudança de endereço também vai facilitar o acesso de estudantes de outros cursos que já trabalham com o Escritório da Cidadania, como parte das inovações e dos novos projetos que estão abarcando nesse setor este ano.

Entre os cursos estão o de Nutrição, que está no planejamento da Cozinha Solidária, que é um food truck adaptado em um ônibus para servir refeições dignas a moradores em situação de rua e será lançado neste semestre, além de trabalho de combate à insegurança alimentar, junto ao Conselho Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional de Volta Redonda – Comsea/VR.

Os cursos das engenharias também desenvolvem trabalhos importantes no setor, mas principalmente o curso de Direito que oferece atendimento gratuito em todas as áreas, através do NPJ e ainda da Tutela Coletiva, que disponibiliza apoio jurídico para a legalização de associações de moradores e outras entidades sociais sem fins lucrativos.

A ideia de estar mais próximo dos cursos é atender melhor ao entorno do Campus Olezio Galloti, envolvendo as comunidades dos bairros Três Poços e Vila Rica, por exemplo, e dinamizar os projetos que serão colocados em prática este ano, juntamente com parceiros como as defensorias públicas da União e do Estado.

Escritório da Cidadania e o impacto social 

O Escritório da Cidadania vai continuar movimentando o atendimento itinerante, através de um importante trabalho de apoio às 53 comunidades quilombolas do Estado do Rio, junto com a Defensoria Pública da União, para desenvolver ferramentas de acesso aos direitos e deveres, devendo beneficiar mais de 10 mil pessoas, gerando um impacto social de vulto.

“O nosso objetivo é estar em Três Poços e ficar mais perto dos cursos das áreas de Saúde, Tecnologia e Sociais Aplicados no sentido de desenvolver de forma mais ágil os processos para as ações externas e internas, que gerem mais impacto social”, afirmou o advogado, professor e coordenador do Escritório da Cidadania, Dario Aragão.

A meta é ampliar a interdisciplinaridade dos projetos a serem desenvolvidos. “Podemos citar como exemplos o combate à insegurança alimentar, que será feito também de forma itinerante, além do projeto de Tutelas Coletivas, de forma mais eficaz para as associações, oferecendo capacitações e consultoria para o desenvolvimento dessas entidades e, para isso, precisamos estar próximos dos cursos”, finalizou Dario.

Para solicitar os serviços prestados pelo Escritório da Cidadania, basta ligar para o telefone 3340-85, ou enviar e-mail: npj.unifoa@foa.org.br

Está em fase final a adesivação da nova Creche Dauro Aragão, que homenageia o saudoso ex-presidente e um dos fundadores da Fundação Oswaldo Aranha – FOA, falecido em 07 de fevereiro de 2021. O espaço voltado para a Educação Infantil funcionará no antigo Campus Universitário João Pessoa Fagundes, do Centro Universitário de Volta Redonda – UniFOA, no bairro Tangerinal, e passou por adaptações.

O projeto foi elaborado pelo Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Volta Redonda – IPPU, respeitando as normas de acessibilidade exigidas pelo Ministério Público Estadual, e a execução das obras ficou a cargo da FOA. A ideia, inicialmente, foi do engenheiro e secretário Municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Sérgio Sodré.  

De acordo com Sodré, que também responde pela Secretaria Municipal de Educação, essa creche é um projeto pioneiro no Brasil, pois as crianças a partir dos 3 anos já terão aulas de matemática, robótica, além de participar do Centro de Pesquisa em Educação, que funcionará no mesmo prédio e trará benefícios para os estudantes de diversas áreas. 

“A parceria com a FOA foi muito importante para que todo esse projeto se transformasse em realidade. Está de parabéns a equipe da Agência de Comunicação Interna – ACI, que fez a sinalização de todo o prédio que, além de ficar muito bonita, deixou o ambiente acolhedor, alegre e eficiente. A FOA foi fundamental”, enalteceu Sodré.

A creche vai oferecer inéditas 400 vagas para Educação Infantil da rede pública municipal – crianças de zero a três anos, que vão ocupar as vagas para berçário (a partir de três meses) e maternais I, II e III, todas em tempo integral. Tudo isso num mesmo local, que ganhou adequações modernas e visual colorido.   

Já estão prontas as obras de adaptação, incluindo a instalação dos elevadores panorâmicos. Os equipamentos de educação começaram a ser instalados e o mobiliário será montado em breve. De acordo com a Prefeitura de Volta Redonda, a previsão é que a creche seja entregue para a comunidade ainda neste mês de fevereiro. 

O prefeito Antônio Francisco Neto agradeceu por mais essa parceria com a FOA:  

“Sempre é prioridade investir na educação, e sabemos como muitas mães precisam trabalhar e não têm com quem deixar seus filhos pequenos. Essa creche será um espaço maravilhoso que vai beneficiar muitas famílias, oferecendo todo o cuidado, acolhimento e educação de qualidade para as crianças. Agradeço ao Eduardo Prado por mais essa parceria com a prefeitura”, frisou o prefeito. 

O presidente Eduardo Prado, explica que a FOA prima pelo bem-estar da sociedade, como guardiã do desenvolvimento progressivo, visando crescer junto com a região, que tem um grande potencial e hoje possui o maior polo automobilístico metal mecânico da América Latina, entre outras indústrias de peso.  

“O interesse da Fundação é transformar as pessoas para o bem e isso se faz através da educação. A chave da liberdade é o conhecimento e a creche está dentro desse projeto, pois o legado que a FOA pretende deixar é abrangente. Por isso, a desapropriação para a prefeitura foi pensando no investimento na educação infantil, lá no início, para chegar ao curso superior tendo estudado em escolas inovadoras desde a base, como é esta creche”, explicou. 

  

A negociação que criou a Creche Dauro Aragão    

“A educação liberta as pessoas, para que se transformem em seres humanos melhores”. Foi com esse pensamento que o presidente da FOA iniciou as negociações, mas o projeto necessitava de mudanças amplas e iniciou-se a conversação sobre uma possível compra, uma vez que o campus estava com baixa atividade, abrigando cursos de pós-graduação, após a pandemia, e trazendo custos altos de manutenção.

A conversa acabou se transformando num projeto para a cidade. A desapropriação amigável foi autorizada pelos Conselhos Curador e Diretor da FOA; da Curadoria de Fundações e do Ministério Público, que é o órgão encarregado de velar pelas atividades realizadas pela FOA. 

“O amor pela cidade de Volta Redonda e pela região Sul Fluminense é o que move a FOA a fazer investimentos. Queremos ser vistos como a instituição que faz benefícios para a sua cidade. Sabemos que através da educação de qualidade, a pessoa pode se empregar mais rápido, se localizar no mercado de forma mais eficiente e pode ter a chave da transformação, conhecimento e liberdade, estudando no UniFOA”, finalizou.   

  

Creche foi adaptada e conta com dois elevadores panorâmicos 

A Creche Dauro Aragão fica num terreno de 1.250 m² e tem quase 3 mil m² de área construída na Rua 28, nº 619, no bairro Tangerinal. O edifício tem três pavimentos e o acesso será garantido por rampas, escadas e dois elevadores panorâmicos.  

As 14 salas de aula estão divididas nos três andares. Todos os pisos também contam com banheiros infantis para meninos e meninas, banheiro feminino e masculino para adultos, refeitório e área para banho. No primeiro pavimento ficam o berçário e a área para banho em bebês. 

O local tem toda estrutura necessária para o funcionamento de uma unidade escolar: secretaria; sala dos professores, da direção, da orientação pedagógica e orientação educacional; sala de audiovisual; arquivo; dispensa; recepção; cozinha; além de solário e pátios cobertos e descobertos. 

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O verão é uma das estações com as maiores contradições em relação ao clima que vivenciamos. Esse período remete ao sol, praia e calor, porém, também está relacionado a fortes temporais e chuvas torrenciais que, dependendo da localidade, pode oferecer perigo de vida a população, principalmente aos que moram em locais de risco. Além disso, a falta de planejamento urbano em diversas partes da maioria dos munícipios brasileiros pode ocasionar enchentes e deslizamentos de terra, ameaçando o bem-estar social.

De acordo com dados apurados, em 14 das 92 prefeituras do estado do Rio de Janeiro, desde o começo deste ano, mais de 100 mil pessoas já foram prejudicadas, de forma direta ou indireta, pelas chuvas volumosas. Desse total, mais de 27 mil estão desalojadas e 927 sem casa.

No ano passado, o Brasil presenciou um dos maiores desastres climáticos de sua história. São Sebastião, município do litoral norte paulista, foi atingido por fortes chuvas no Carnaval. Ao todo, 64 pessoas morreram e dezenas de milhares ficaram desabrigadas.

Além das vítimas, muitos estragos urbanos foram causados nessa região. Uma cratera se abriu na cidade de Maresias, que também teve ruas interditadas por queda de árvores e alto risco de deslizamento na Rodovia Dr. Manoel Hyppolito do Rego (SP-55).

A execução de um planejamento urbano exemplar evitaria muitas dessas tragédias. Inúmeras construções com apoio de todas as engenharias são desenvolvidas com objetivo de prevenir desastres, principalmente aqueles atrelados às enchentes e deslizamentos de terra.

Porém, na maioria dos municípios brasileiros, vemos muitos contrastes quanto às diversas residências urbanas. Muitas estão localizadas em áreas de risco e, além disso, não foram construídas de maneira correta e com a utilização das devidas técnicas e conceitos de engenharia.

Importância das engenharias no planejamento urbano

José Marcos Rodrigues, mais conhecido como Zito, professor de Engenharia Civil do Centro Universitário de Volta Redonda – UniFOA e secretário de planejamento urbano por 12 anos (2000-12) em Barra Mansa, município do sul do estado do Rio de Janeiro, afirmou que o trabalho em conjunto de todas as engenharias é vital para a melhoria do planejamento urbano no país, como forma de precaução e preparo para os fortes temporais:

“Com a experiência que tenho na área, posso afirmar que a época em que nós, engenheiros civis, mais trabalhamos é em período de chuvas. A colaboração das engenharias, principalmente entre a ambiental e civil, é indispensável para a construção de alojamentos seguros e estáveis. Todas elas andam de mãos dadas para a construção de lares que ofereçam conforto e segurança aos seus moradores, não o contrário”.

Essa prevenção reúne o uso das técnicas e tecnologias corretas que minimizem o prejuízo ambiental causado pela urbanização. Além disso, a construção de casas e edifícios de forma adequada reduz significativamente o risco de qualquer desabamento ou deslizamento que possa ser ocasionado por chuvas fortes ou por uma obra sem um planejamento civil adequado.

 Planejamento urbano na prática

Inúmeras construções de engenharia civil podem ser idealizadas e executadas visando prevenir e mitigar desastres naturais, inclusive aqueles atrelados a enchentes e deslizamentos de terra. O UniFOA é grande incentivador e promove projetos ligados ao curso de Engenharia do Centro Universitário ao redor da região Sul Fluminense.

Zito, que esteve na linha de frente de vários projetos apoiados pela instituição, declarou que a mobilidade urbana precisa de mais investimento e estudo, além de um olhar para o passado:

“Se não há estudo, especialização e, principalmente, um olhar histórico para os erros do planejamento urbano no Brasil, não avançaremos nunca. O UniFOA e o curso de Engenharia incentivam diversos projetos, com o viés voltado mais às intervenções do cotidiano urbano, objetivando melhorar a qualidade de vida da população. Podemos citar o projeto de uma estação modular de tratamento de água entregue ao prefeito de Volta Redonda, além do estudo do fluxo viário da localidade de Cabral, em Resende, por exemplo.”

O Centro Universitário de Volta Redonda tem compromisso social com toda a região Sul Fluminense. O foco e atenção da instituição sempre estarão voltados não só para a educação e conscientização de seus estudantes em sentido acadêmico, como também para a transformação e desenvolvimento da sociedade em todos os âmbitos.

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Na tarde da última sexta-feira (02), o Centro Universitário de Volta Redonda - UniFOA promoveu duas oficinas sobre a educação empreendedora sustentável e seus impactos na sociedade. Elas fizeram parte da 5ª Semana de Formação Continuada do Centro Universitário, com intuito de capacitar seus docentes para o retorno das aulas. As duas oficinas foram ministradas pela professora do curso de Publicidade e Propaganda, Clarisse Netto, em parceria da Sthem Brasil, que capacitou os professores responsáveis pela formação continuada.

A iniciativa faz parte do Programa de Formação Sthem Brasil, no qual participaram os professores: Andre Barbosa Vargas, Carolina Hartung Habibe, Clarisse Netto de Rezende, Italo Pinto Rodrigues, Koffi Djima Amouzou, Lucimeire Cordeiro da Silva e Maria das Graças da Silva Lima, entre maio e dezembro do ano passado.

O tema sobre educação empreendedora sustentável foi abordada com base na ODS - Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, que é uma série de objetivos idealizados pela ONU – Organização das Nações Unidas que visam transformar o crescimento social e econômico alinhado às políticas de sustentabilidade. Ao todo, são 17 objetivos estabelecidos dentro desse planejamento, que são:

  1. Erradicação da pobreza;
  2. Fome zero;
  3. Saúde e bem-estar;
  4. Educação de qualidade;
  5. Igualdade de gênero;
  6. Água limpa e saneamento;
  7. Energia acessível e limpa;
  8. Empregabilidade e crescimento econômico;
  9. Inovação industrial;
  10. Menos desigualdade social;
  11. Urbanização sustentável;
  12. Consumismo responsável;
  13. Combate ao aquecimento global;
  14. Conscientização sobre a vida marítima;
  15. Conscientização sobre a vida terrestre;
  16. Paz e justiça para instituições fortes;
  17. União de todos os países em prol dos objetivos.

Com prazo para serem cumpridos para a Agenda 2030, o conceito inserido nessas metas é do desenvolvimento humano a partir da criação de novas oportunidades, dentro dos princípios ambientais e que preservam a vida do planeta. A partir desse apanhado de missões, a ODS busca engajar todos os principais atores desse processo para a transformação de um mundo melhor, que incluem líderes políticos e, certamente, toda a sociedade.

A educação é primordial nessa trajetória inovadora, pois é por meio da disseminação do conhecimento que esses objetivos serão conhecidos e quais são os caminhos necessários para concluí-los. Clarisse Netto, responsável pela oficina que debateu sobre os futuros impactos sobre o tema, reforçou que as inovações sustentáveis dependem muito do poder educacional presente praticamente em todas as etapas da vida:

“O desenvolvimento sustentável impacta positivamente em todos nós. Sem a educação, encontramos muitas barreiras para implementá-lo, pois ela influencia em toda uma cadeia futura que interfere nesse aspecto do crescimento social”.

Durante as oficinas, todos os professores presentes foram capacitados para levar esse aprendizado até os estudantes, dentro da sala de aula. Além do conhecimento transmitido dentro do ambiente acadêmico, os projetos integrados e de extensão são duas das alternativas para colocar em prática todos esses objetivos traçados:

“Através da prática conseguimos melhorar o entendimento dos nossos discentes e, principalmente, tirar projetos do papel e levá-los até as comunidades, tanto acadêmicas como sociais. Dentro de todo esse planejamento estamos tentando promover um mundo melhor para as gerações futuras”, concluiu Clarisse, incentivando aplicações práticas por meio da educação inserida nos tópicos sustentáveis.

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Não há dúvida que uma das maiores mudanças na vida é iniciar uma faculdade, que traz muitas transformações na vida do estudante, a começar pela transição da adolescência para a idade adulta. Mas o amadurecimento não condiz com a ação dos trotes universitários, quando os veteranos impõem atitudes vexatórias aos calouros, numa dispensável necessidade de distinguir os alunos novos dos antigos e que pode acabar resultando em práticas violentas. 

No Centro Universitário de Volta Redonda – UniFOA, o trote não é permitido, por determinação das leis estaduais 6436/96 e 7642/16, além de haver previsão de penalidade para prática desse tipo no Regimento Geral da instituição, com a prévia instauração de sindicância. As leis proíbem terminantemente essa prática, que é violenta, degradante, e os calouros, geralmente, se veem obrigados a participar das brincadeiras sem graça.  

De acordo com o pró-reitor Acadêmico, Bruno Gambarato, “são vários tipos de violência e a FOA/UniFOA repudia todas, sem exceção. No momento em que o estudante está chegando para iniciar uma vida nova, vem alguém que faz questão de dizer que ele vale menos, humilhando-o. Sem contar o perigo que esse ato pode significar para a saúde do estudante, quando recebe tintas na pele, por exemplo”.   

Notificações sobre o trote e outros atos 

Em todo início de semestre os estudantes são comunicados, através de uma Notificação Extrajudicial, que qualquer atitude que vise ao “trote de calouros” (Art.143, inciso III, alínea f do Regimento Geral do UniFOA), é terminantemente proibida. Os alunos recebem ainda, uma segunda Notificação Extrajudicial, onde registra o repudio a “qualquer ameaça, ofensa ou agressão – física, moral ou verbal”. 

Todos os estudantes têm que dar ciência de que receberam as notificações e que, havendo transgressão das referidas leis, a FOA/UniFOA tomará as providências necessárias no sentido de aplicar aos envolvidos as penalidades previstas no Regimento Geral do UniFOA, podendo inclusive adotar medidas judiciais cabíveis, dependendo do caso. 

Segundo Bruno Gambarato, o aluno que se sentir incomodado com alguma atitude agressiva por parte de outro, “deve buscar o canal da Ouvidoria, que pode ser acessado pelo site sem precisar se identificar, ou procurar o coordenador do curso, que é pessoa mais próxima dele e que vai orientá-lo da melhor forma”.  

Normalmente, esses casos são investigados, podendo haver até a abertura de sindicância, formada por uma comissão que vai ouvir as partes envolvidas, analisar e deliberar a recomendação de sanção disciplinar, que pode ser desde advertência verbal até a expulsão, depende da gravidade do ato. 

Os casos desse tipo são muito raros, em todos os campi do UniFOA. “Fomos construindo uma cultura, onde a recepção dos novos estudantes é para as boas-vindas. O bom da faculdade é fazer festa, que precisa ser curtida de forma positiva, e é o que temos vistos nos últimos tempos”, constatou Bruno.
 

O Centro Universitário de Volta Redonda - UniFOA idealizou e colocou em prática, no segundo semestre de 2023, o projeto “Automação do Sistema de Irrigação em Hortas Domésticas”, na Escola Municipal Maria Do Carmo Fadul Ferreira, no bairro Palmeiras, em Pinheiral.  

A proposta faz parte do Consórcio Sthem Brasil, que busca socializar e integrar as práticas inovadoras de ensino voltadas à sala de aula, à pesquisa e à extensão, realizadas pelos docentes das Instituições de Ensino Superior (IES) consorciadas, como o UniFOA que é uma dessas instituições. 

O projeto teve a duração de quatro meses contemplando 80 estudantes do 8º ano do Ensino Fundamental daquela unidade escolar, com idade entre 13 e 17 anos, que adquiriram conhecimentos através de oficinas técnicas sobre os temas: meio ambiente, montagem de composteira, plantas medicinais, alimentação saudável, colheita e automação do sistema de irrigação em hortas domésticas.   

Os docentes do UniFOA e organizadores do Projeto Aplicado do Consórcio Sthem Brasil, Luciano de Azedias Marins e Maria Helena Machado, iniciaram os trabalhos em agosto e contaram com o apoio da Prefeitura de Pinheiral, através da Secretaria Municipal de Educação, com quem foi formalizado um convênio.    

Uma das primeiras ações do projeto foi a capacitação dos professores da escola municipal, que participaram ativamente dos processos previstos no planejamento. No decorrer do projeto, diversos professores do UniFOA se envolveram diretamente nas etapas previstas.  

 Oficinas realizadas durante o projeto aplicado  

A primeira oficina do projeto foi ministrada pelo professor e coordenador do curso de Ciências Biológicas, Dimitri Alves, assessorado pelos estudantes do curso, sobre o tema “Aspectos Técnicos na Montagem da Composteira”, com objetivo de passar aos estudantes noções técnicas para a confecção de uma composteira na unidade escolar.  

Na segunda oficina, sobre “Os Benefícios das Plantas Medicinais”, a professora do de Enfermagem, Lucrecia Loureiro, junto com os alunos do curso, exploraram as plantas que auxiliam na cura de doenças e que podem ser cultivadas em casa, para uso doméstico. Além de explicar sobre esses remédios alternativos, os adolescentes puderam escolher quais as ervas que iriam fazer parte do canteiro de plantas medicinais da escola, instalada posteriormente.  

A próxima atividade foi um workshop que tratou do tema “Alimentação Saudável e consumo de Verduras, Legumes e Frutas”, com a orientação da professora do curso de Nutrição, Paula Alves Leoni, que destacou os benefícios da alimentação que contenha frutas, legumes e verduras, apresentando os valores nutricionais desses alimentos e os malefícios de ter uma dieta sem eles. Esta oficina ainda contou com a Mostra de Sucos, onde os adolescentes colocaram a mão na massa e aprenderam sobre os ingredientes usados e o poder nutricional. 

Após verem sobre os aspectos técnicos, os alunos da escola tiveram a oficina sobre a “Confecção da Composteira”, os adolescentes tiveram contato com os materiais que são comumente usados na montagem: caixas, insumos, minhocas e rejeitos orgânicos; de que forma devem ser colocados e qual a função de cada um. Todas as etapas de construção das compoteiras foram supervisionadas pela coordenadora da Engenharia Ambiental, professora Samantha Grisol e seus alunos.  

A oficina sobre “Plantio das Mudas e Palestra de Técnicas para Melhorias na Colheita” contou com a orientação do professor do curso de Ciências Biológicas, Dimitri Alves e apoio dos seus alunos. Foram discutidas e ensinadas técnicas de plantio, estações do ano, condições ideais e os nutrientes que podem potencializar a colheita.   

Em seguida, foi dado início ao plantio em cinco canteiros, sendo que um deles recebeu apenas as plantas medicinais; dois ganharam plantios de legumes e nos dois restantes foram plantadas verduras. Os estudantes da escola municipal fizeram a identificação com plaquinhas contendo o nome de cada planta em todos os canteiros.  

A última oficina do projeto aplicado foi sobre “Programação em Arduínos e Colocação na Horta”, com a orientação do professor e Assessor da Presidência da FOA, Luciano de Azedias Marins e apoio dos alunos. Após os adolescentes entenderem sobre a plataforma Arduino, que possibilita o desenvolvimento de projetos eletrônicos, foi iniciada a montagem do sistema de automação da horta e explicado a função de cada um deles.  

Depois de concluir a montagem e realizar a colocação dos sensores, dois sistemas foram instalados na horta, para melhor funcionamento da irrigação. Um sensor de umidade é colocado no solo e, quando a terra está seca, automaticamente a torneira é aberta e a horta é regada.   

“O grande ganho que tivemos foi a possibilidade de discutir um pouco de tecnologia com os adolescentes. Em todas as oficinas, os estudantes tinham que desenvolver alguma pesquisa e, por fim, durante a última oficina do curso de Engenheira Elétrica, eles puderam conhecer a programação em Arduíno e sabemos que isso foi um benefício para esses alunos”, resumiu o professor Luciano.   

Sobre o Consórcio Sthem Brasil  

O Consórcio Sthem Brasil é uma rede, criada em 21 de novembro de 2013, por meio da iniciativa de onze IES, liderada pelo Centro Universitário Salesiano de São Paulo, Unidade Lorena (SP), e conta com o apoio integral do LASPAU-afiliado à Universidade de Harvard. O objetivo é investir na formação de professores, fortalecer o engajamento e melhorar o aprendizado dos estudantes, por meio das tecnologias educacionais. 

Tem como missão promover a inovação acadêmica por meio de uma rede de cooperação de IES, para formar professores e gestores capazes de lidar com os desafios da sociedade, visando sempre que o ensino seja centrado no aluno, buscando uma formação de profissionais mais qualificados e preparados para o momento atual. 

Com 10 anos de atuação, reúne mais de 65 IES, entre universidades, centros universitários, como o UniFOA, e faculdades, de diferentes estados brasileiros e uma em Portugal. É uma reunião voluntária de instituições, com o objetivo de investir na formação de professores, fortalecer o engajamento e melhorar o aprendizado dos estudantes, através da inovação. 

Se você é professor do UniFOA, não pode perder a oportunidade de se atualizar e renovar os conhecimentos a serem aplicados em sala de aula. Saiba mais pelo link: https://www.sthembrasil.com/ 

Na noite de ontem (01/02), o Centro Universitário de Volta Redonda – UniFOA realizou a palestra “Por uma Educação Antirracista”, no Auditório William Monachesi, em Três Poços. O evento, mediado pela reitora Drª Ivanete Oliveira e apresentado pela Drª Érica Bispo, fez parte do 1º dia da 5ª Semana de Formação Continuada. Além disso, os professores do Centro Universitário participantes do consórcio Sthem Brasil/UniFOA promoveram capacitações sobre processos inovadores que devem ser inseridos nos currículos dos cursos.

De acordo com dados divulgados pelo Jornal Nexo, em maio de 2018, a taxa de desocupação de pretos e pardos no país era de quase 15%, enquanto a de brancos não atingia 10%. Além disso, a taxa de renda média é maior entre os brancos em todos os estados brasileiros, incluindo o Distrito Federal.

A palestra focou na conscientização sobre a importância de uma democracia racial a ser desenvolvida por meio da educação, desde os princípios educacionais mais básicos até a promoção de uma convivência com menos desigualdades. Salientou-se que os estudantes devem desenvolver competências que auxiliem no enfrentamento do racismo estrutural presente em todo o mundo, inclusive no Brasil.

Dessa forma, os cidadãos do futuro estarão preparados para ser os representantes dos direitos sociais individuais e coletivos, em prol de uma sociedade mais igualitária em todos os âmbitos. Para Érica Bispo é preciso chamar a atenção para as desigualdades de gênero e raça nos espaços que ocupamos. De forma prática, a instituição que se quiser construir antirracista precisa criar estratégias ou políticas para equilibrar numericamente os grupos raciais nos espaços.

"É preciso chegar ao hospital e ver metade dos médicos negros, é preciso chegar a um restaurante e ver metade dos clientes negros. De modo geral, temos que trabalhar para reduzir a diferença quantitativa de raça no corpo docente da universidade”, declarou Drª Érica Bispo, grande defensora de uma sociedade mais justa racialmente.

Educação e tecnologia

Outra ação de formação docente foi capacitar os professores para a transição do Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) para o Learning Experience Platform (LXP), que é uma ferramenta mais robusta que proporciona maior capacidade de inovação na prática pedagógica.

A formação continuada é uma tradição do UniFOA que visa preparar todos os docentes para o retorno das aulas, no sentido de que comecem o novo ciclo de aprendizados e ensinamentos da melhor forma possível.

As palestras têm como missão, enriquecer a competência docente a partir de reflexões sobre temáticas sociais relevantes e pertinentes inseridas na realidade acadêmica, a fim de que sejam debatidos entre professores e estudantes, dentro da formação de futuros profissionais e cidadãos idealizadores de um mundo melhor:

“Quando falamos sobre formação continuada, estamos falando sobre competências docentes nas dimensões humanas, teórico científicas e didáticas. Além disso, algumas discussões merecem mais espaço na sociedade atual, como a educação antirracista, pois precisamos nos ressignificar em relação às pequenas atitudes para a construção de mais equidade social”, declarou Drª Ivanete Oliveira, reitora do UniFOA, entusiasta de projetos sociais inovadores e transformadores dentro da sociedade.

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Nesta quinta-feira, dia 1º, inicia o Start 2014.1, com as boas-vindas do Centro Universitário de Volta Redonda - UniFOA aos ingressantes e veteranos para o novo período letivo, com palestras e atividades. O evento é 100% on-line, com acesso pela plataforma Teams, às 19h, com o objetivo de potencializar o desenvolvimento profissional dos alunos para o mercado de trabalho e orientá-los quanto às plataformas e ferramentas utilizadas durante as aulas.

No dia 1º, às 19h, a palestra será sobre o tema “IA: Transformando o Aprendizado Universitário”, com o pesquisador, especialista em Inovação e professor do curso de Escola de Gestão & Negócios, Washington Lemos, e com a coordenadora dos cursos de Engenharia Digital e especialista em Inovação, Marília Rios.

Para o dia 2, também às 19h, ocorrem duas palestras simultâneas, podendo escolher o tema que mais agrada ao participante:
A palestra “Do Pensamento à Publicação: Navegando na Jornada Científica na Academia”, vai ser ministrada pela bióloga e professora do curso de Ciências Biológicas, Ana Carolina Dornelas Rodrigues, com o apoio de egressos do UniFOA.

Já o tema “Empregabilidade desde a Graduação: o Desafio de Empreender com Ideias na Cabeça”, será explorado pelo administrador e professor dos cursos de Graduação e Pós-Graduação em disciplinas de Administração, Negócios, Gestão, Gestão de Pessoas e Desenvolvimento Gerencial, Rafael Paiva, e também pelo economista e professor nos cursos de Administração e Ciências Contábeis, Bruno Visconti.

As palestras do Start abrangem temáticas atuais, mas os eventos contam ainda com a orientação acadêmica para os novos estudantes. Basta escolher o tema que mais tenha a ver com a sua carreira para aprender a desenvolver novas habilidades, que serão um grande diferencial no mercado de trabalho.
Sua vida acadêmica na palma da mão.

A programação completa do Start, com todas as informações você acessa aqui.
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Olezio Galotti
Av. Dauro Peixoto Aragão, 1325 Três Poços - Volta Redonda - RJ CEP 27240-560
Tel.: (24) 3340-8400
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